wiines

Gamer e Mestre do Portal nas horas vagas.

You aren't following wiines.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • wiines Álvaro Santos Coutinho
    2020-09-26 15:56:29 -0300 Thumb picture
    Post by wiines: Finalmente fiz minha crítica sobre esse jogo. Me

    Finalmente fiz minha crítica sobre esse jogo.
    Me aguardem Trap Team é próximo.
    Leiam e comentem o que acharam.

    A Invasão de Conde Moneybone

    Review by: @wiines

    Será que se eu fizer me bordão vai dar problema? Na duvida melhor não fazer. Já faz tempo desde a minha última crítica, mas ant...

    Keep Reading →
    0
  • 2018-12-16 05:49:55 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Planilha de traduções de RPGs atualizada (16/12)

    Medium 604033 3309110367

    Aventureiros,

    É com muita alegria que na atualização de hoje eu trago, entre outros, a confirmação de que o Ni no Kuni do DS finalmente foi traduzido para o inglês! O jogo nasceu de uma colaboração entre o Studio Ghibli, responsável por animações incríveis como A Viagem de Chihiro, e a desenvolvedora Level-5, conhecida por jogos como Professor Layton e Yo-Kai Watch.  À época do lançamento uma das coisas que dificultaram a vinda de Ni no Kuni: Shikkoku no Madoshi é que ele precisava de um livro para ser jogado, o que cada cópia japonesa trazia -- algo que não só encarecia o custo de produção mas também ajudava a combater a pirataria em um período que R4 e Acekards estavam bem estabelecidos; dá pra notar que o tamanho da caixa dele é diferente justamente por trazer esse conteúdo, vide este unboxing

    Apesar de já podermos conhecer a jornada de Oliver desde 2013 graças a versão do PS3, as diferenças do portátil ainda me empolgam em jogar o título como originalmente conceitualizado. O pdf do livro, claro, está disponível para download junto com o patch de tradução!

    Além de "Ni no Kuni: The Jet Black Mage" a planilha foi atualizada com mais 19 jogos, incluindo:

    * Final Fantasy XII: The Zodiac Age (PC), Português

    * Torchlight (PC), Português

    * Majin Tensei II: Spiral Nemesis (SNES), Inglês

    * Metal Max (NES), Inglês

    * Xenosaga Episode I - Der Wille zur Macht (PS2), Português

    * Farland Symphony (PC), Inglês

    * Dust: An Elysian Tail (PC), Português

    * Final Fantasy Tactics: The War of the Lions (PSP), Inglês

    * Ganbare Goemon Gaiden: The Missing Golden Pipe (NES), Inglês

    Link:

    https://docs.google.com/spreadsheets/d/1WXlPiCOFLO...

    Obs.: lembrando que as últimas adições ficam destacadas em verde na planilha, sempre.

    [@jvhazuki]

    Ni no Kuni

    Platform: Nintendo DS
    161 Players
    6 Check-ins

    34
  • xxxx xxxx
    2018-11-14 11:47:02 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Eu estou de saco cheio com a critica...

    A critica precisa ser criticada!

    Do populacho à elitização, do achismo pessoal para o ponto de vista pessoal filosófico...
    Saímos de uma crítica noventistas onde muitos jornalistas davam notas pra jogos pelas screenshots que ele viam quando o jogo nem tinha chego ao Brasil, onde a quantificação por notas era o mais importante da avaliação, alias mesmo não sendo um modelo maravilhosos muitas vezes as notas tinham mais a dizer que os textos pobres, para hoje chegarmos na era da "narrativa"...

    Não estou criticando o conteúdo muito bem estudado preparado e realizado, mas sim o ilusionismo por trás das avaliações de criadores de conteúdo sério jornalístico sobre games, quando gostam evidenciam algo bom e mascaram os defeitos, quando não gostam evidenciam os defeitos e não saem daquele ponto de vista de gosto pra avaliar... Um review tem sido muito mais próximo a truque de mágica do que efetivamente algo conclusivo...

    Seguindo moldes clássicos eu poderia citar a IGN que apareceu com o infame "Too Much Water" como ponto negativo para Pokémon ORAS, ou o Snestalgia com seu top 100 de SNES e sua série de notas altas pra jogos que gosta e baixas pros que não teve tanto contato. A diferença? IGN é um veículo profissional, o Juan ta dando o ponto de vista de gosto pessoal se afastando da parte técnica. E não, não tô falando que a mídia deve ser imparcial nem essas bobagens, mas com a bagagem que essas empresas têm, um mínimo esperado eram menos desculpas esfarrapadas e mais conclusões assertivas e concretas.

    Mas vindo para algo diferente que não seguem esses moldes, temos canais como Nautilus e Joogabilidade, que fazem reviews com outra pegada, focando principalmente na narrativa, ou quase que 100% na narrativa? Muitas vezes vejo a parte artística sendo um mero detalhe apenas para quando chama atenção, mas o principal são as mecânicas e a jogabilidade, que acabam sendo citados apenas quando convêm, seja pra enaltecer muito ou simplesmente criticar taxando de datado.

    O mais triste é ver enaltecerem jogos AAA por mecânicas que assumidamente são ditas copiadas mas bem bem feitas como no caso de Spider-Man, mas aí jogos não tão grandes com nível de dificuldade elevado são taxados de atrasados por mais que sigam sua própria métrica de gameplay e tentem inovar mesmo não tendo a obrigatoriedade de se regrar aos novos moldes ou ter que ter grandes inovações,  como Mega Man 11.

    Sem contar que pra um indie ser bom no ponto de vista deles tem que ter ou uma narrativa diferente ou uma gameplay experimental, ou seja, pra AAA vale fazer mecânicas ja usadas mas bem feitas, pra um indie o torna dispensável. Sem falar que muitos destes jornalistas tratam os games apenas como evolução e não como mudança de paradigmas em questão de uma forma nova de produto para um publico novo ou que ansiava isso, quase que excluindo as boas ideias de jogos antigos em estado pleno como se as coisas só tivessem tomado uma linha reta.

    O que podemos concluir é que realmente é um truque de mágica que foca nas mecânicas e arte quando convêm criticar ou elogiar pelo puro gosto, e muita filosofia e papo sobre narrativa, coisa bem da dispensável em AAA cinematográfico que têm sempre a mesma formula... Então eu me pergunto, qual o papel da mídia especializada? Filosofar? Pois no fim não são analises mais sim declamações de gosto pessoal... 

    Eu repito, não estou criticando o belo trabalho de produção, de escrever e preparar ótimos roteiros e fazer um excelente trabalho quase que de forma independente, mas sim a métrica usada para tal, os critérios, coisa que vejo sendo muito melhor explorado por outros jogadores na hora de buscar informação sobre jogos...

    É, no fim isso é uma critica a critica...

    29
    • Micro picture
      rax · over 2 years ago · 3 pontos

      Por isso sempre avalio da forma como vejo,experimento e dou a minha opinião.

      Hoje em dia nem ligo pra crítica "especializada.".Tipo Read Dead Redemption 2 ta recebendo altas notas mas eu n to dando a minima.Mesmo que tivesse PS4 eu iria jogar outro game lançado nesse ano,mesmo que estivessem falando bem ou não.

      Eu ainda acho que tem um "suborno interno" desses caras da IGN pra falarem bem sem experimentarem pra valer o game,mais ai é "teoria conspiracionista" minha :v

      2 replies
    • Micro picture
      farusantos · over 2 years ago · 3 pontos

      Concordo completamente com o que você falou aqui.

      Particularmente, me dá agonia desses canais grandes do Brasil e suas críticas justamente por causa dos motivos que você listou. Eu entendo tudo o que tem por trás ali, a produção e tal (afinal também faço parte dessa coisa de "jornalismo de games", por mais que na parte independente e menos badalada), porém é um tipo de conteúdo que às vezes se perde nesses caprichos.

      No fim, eu tenho dado preferência a conteúdo de veículos menores, com pegada mais pessoal, pois eles costumam ser mais honestos e diretos nesses aspectos.

      1 reply
    • Micro picture
      edknight · over 2 years ago · 3 pontos

      Rapaz que textão. Vou tentar comentar umas coisas aqui mas minha cabecinha meio dislexica com certeza vai deixar uns pontos de fora e eu vou acrescentando aqui quando lembrar.
      1 - Sempre, SEMPRE, vai ter um pouco (ou bastante, às vezes) do viés pessoal do examinador nas reviews. Por isso eu lembro que algumas revistas antigas tinham "alteregos" para os reviewers, assim sempre que o "Agente 00X" analisava um jogo de tiro em primeira pessoa, era porque ele estava acostumado a falar sobre esse gênero, ele tinha bastante referencia de outros jogos, e podia dar uma avaliação mais precisa, o que é diferente de imparcial. Então, se eu gosto de jogos de tiro, e meu gosto é parecido com o dele, eu sempre vou esperar o que esse cara tem a dizer sobre o novíssimo jogo X. Daí a importancia de, mais que seguir o IGN, nesse teu exemplo, é seguir aquele cara específico da IGN que tem um gosto parecido com o meu e tem referências boas de jogos anteriores.
      2 - Ainda assim, acho que hoje em dia os grandes veículos parecem ter um papel mais de vender, do que de analisar. Vender o jogo que foi passado para eles, mas mais do que isso, vender o próprio veículo ou reviewer. Eles me parecem querer mostrar serviço, saca, porque aí quando você comprar aquele jogo novo muito bem falado, você amar esse jogo, eles vão poder dizer que você viu o review deles ali primeiro, bateu com seu gosto, então eles esperam que você volte para ver mais opiniões deles.
      Um exemplo de um reviewer tentando se vender, por exemplo, e que eu lembro com certa clareza, é o caso do próprio Spider Man. A repórter Heather Alexandra (o caso gerou um burburinho que eu até gravei o nome da repórter, embora precisei dar uma googlada pra saber o site que ela escreve) fez um review do jogo, e reclamou da visão política do game, sobre a polícia de New York. Que sinceramente me parece uma forma de tentar se vender para os SWJ e White Knights da internet essa visão de "olha como que eu to preocupada com vocês", quando eu particularmente só quero saber se o jogo é divertido, se ele é repetitivo, desafiador, se os controles são bons, talvez algo sobre o som e o gráfico, mas a discussão política deveria ficar no segundo plano.
      3 - Quanto aos reviews independentes, bom, os caras não tem grana, tem que chamar a atenção de alguma forma. A produção do Jogabilidade e os roteiros do Nautilus são sensacionais, uma obra à parte do review, que às vezes eu nem concordo. Mas tem o mesmo problema dos grandões: às vezes tem muito mais do gosto pessoal do revisador e menos "análise". Um bom exemplo, já que tu colocou um monte de vídeos de Megaman 11 aí (senti uma certa mágoa aí? brinks), o vídeo do Jogabilidade aí me desanimou bastante do Mega11, mesmo não sendo um fã de longa data da franquia (só joguei e terminei do X1 ao X6 e a quadrilogia Zero) eu esperava um pouco mais do jogo. Daí um tempo depois assisti um vídeo do Mark Brown no Youtube, um designer de games (e se tu manja um cadinho de inglês, vale muito a pena ver os vídeos) e cara ele fala tão bem do level design do jogo, de como ele é clássico e ao mesmo tempo tenta coisas novas de um jeito inteligente, que eu quase fui comprar o game depois de ver o vídeo kkkkk. De novo, é importante tu ter uma conexão com os analisadores (e na boa, Jogabilidade é 80% Dark Souls, e agora com o Rafa, 20% Super Smash Bros e esses joguinhos da Nintendo) antes de ter como uma recomendação maravilhosa ou horrorosa de um jogo.
      (caceta, escrevi demais kkkkkk, mas certeza que eu acabei esquecendo alguma coisa, se tu tiver coragem de ler esse textão aqui a gente vai conversando e eu vou lembrando)

      1 reply
  • 2018-10-17 09:43:44 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de The Legend of Zelda

    Medium 3679377 featured image

    Quando criança, Shigeru Miyamoto gostava muito de explorar bosques e cavernas, chegou a encontrou um lago uma vez, que foi uma grande surpresa. Na Nintendo, ele foi convocado para criar um jogo ao novo periférico de disquetes do Famicom, o Disk System. O desenvolvimento do jogo The Legend of Zelda começou em 1984, junto com Super Mario Bros., porém, ambos tinham propostas opostas. Enquanto Mario seguia com uma aventura lateral, Zelda seria uma aventura com visão de cima com foco em exploração. O jogo foi lançado junto com o Disk System em fevereiro de 1986. A versão americana veio só em julho de 1987, mas foi o primeiro cartucho a vir com uma bateria interna para salvar a jornada.

     The Legend of Zelda foi o responsável por popularizar o gênero de RPG com ação, trazendo uma fórmula simples, um mundo gigantesco e cheio de segredos. Foi o primeiro jogo de mundo aberto para consoles, dando uma total liberdade ao jogador desde o início. Para forçar a interação com o mundo, Link começa sem nenhuma arma, mas a tela inicial apresenta uma caverna. Lá dentro, podemos interagir com um velho e receber uma espada. Porém, é possível finalizar o jogo sem pegar a espada. Para aumentar ainda mais o fator replay do jogo, é habilitado o modo Master Quest após finalizar o jogo pela primeira vez. Além de mais difícil, algumas dungeons do jogo ganham o formato de cada letra do título, ZELDA.

     O nome do protagonista, Link, foi pensado no elo do jogador com aquele mundo. Zelda foi inspirado na esposa do romancista Francis Scott, Zelda Fritzgerald. Uma mulher bonita e de atitude, além de um nome impactante. O enredo foi escrito por Takashi Tezuka, que trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe uma trama épica, onde o herói devia desbravar Hyrule para recuperar todas as partes da Triforce da Sabedoria espalhada em masmorras por Zelda antes de ser capturada pelo demônio Ganon. Ao final do jogo, Link deve pegar a flecha de prata, derrotar o vilão e salvar a princesa. A trilha sonora do jogo foi composta por Koji Kondo, que também trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe um dos temas mais marcantes da história.

     O jogo foi um tremendo sucesso no Japão, mas principalmente nos EUA, pois trouxe o primeiro RPG para o console mais popular da época, o NES. Foi o responsável por despertar a paixão dos americanos por RPGs, em especial, com ação e sistema simplificado. Apesar de todos os quesitos revolucionários do jogo, seu maior legado está nos enigmas. Não há apenas segredos que concede alguma vantagem ao jogador, como em Super Mario Bros., mas aqui, são obrigatórios para prosseguir na aventura, pois a maioria das dungeons estão bloqueadas inicialmente e devemos anotar as dicas oferecidas pelos NPCs de Hyrule, além do próprio design do mapa e uso de itens específicos em locais únicos.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    84
    • Micro picture
      manoelnsn · over 2 years ago · 4 pontos

      Zelda é um puta jogo mesmo! E vão aparecer pessoas tendo ADP porque tu disse que Zelda é RPG, hein? Huahuaua

      11 replies
    • Micro picture
      joanan_van_dort · over 2 years ago · 4 pontos

      E a Nintendo revoluciona de novo o mundo dos games trazendo aventura em mundo aberto num jogo de fantasia, aventura e exploração. A fonte foi aberta e muita gente bebeu dela ao longo das últimas décadas.

      2 replies
    • Micro picture
      artigos · over 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2018-05-17 15:27:46 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
    Post by luis_carlosblj: <p>Vídeo:&nbsp;http://bit.ly/2rOaU0G</p><p>-</p>

    Medium 549790 3309110367

    Vídeo: http://bit.ly/2rOaU0G

    -

    EarthBound

    Platform: SNES
    1542 Players
    243 Check-ins

    46
    • Micro picture
      lcfreezer · about 3 years ago · 4 pontos

      E no emulador, é de boa?

      7 replies
    • Micro picture
      rafaelssn · about 3 years ago · 3 pontos

      Sem dó nem piedade x-x

    • Micro picture
      santz · about 3 years ago · 2 pontos

      Imagina. Traumatizaria a criança para todo o sempre. Nunca mais ela ia querer saber dessa série.

  • jcelove José Carlos
    2018-03-29 16:21:55 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
  • wiines Álvaro Santos Coutinho
    2018-03-28 19:42:04 -0300 Thumb picture
    Post by wiines: Finalmente fiz a minha crítica desse jogo que eu ta

    Finalmente fiz a minha crítica desse jogo que eu tanto amo.
    Leiam e comentem o que acharam.

    Os Heróis das Ilhas das Nuvens

    Review by: @wiines

    Fala meu povo e minha "pova" (filhote de Lula). Demorei muito tempo pra caramba pra fazer review desse jogo, que está com toda...

    Keep Reading →
    11
    • Micro picture
      rafaschiabel · about 3 years ago · 2 pontos

      Super legal o review. Como está hoje em dia encontrar os bonecos? E os preços?

      1 reply
    • Micro picture
      lipherusyt · about 3 years ago · 2 pontos

      Que texto lindo de se ler, bem estruturado e organizado!

      1 reply
  • 2018-03-19 10:20:42 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Claudia Black - Potência em voz

    Bom dia, pessoal!

    Hoje o Alva Dublagens estará fazendo uma breve passagem pela carreira de Claudia Black, uma das vozes mais belas dos games.

    Claudia é uma atriz/dubladora australiana, com uma lista impecável de trabalhos. Abaixo, seguem alguns deles, no ramo dos games.

    Mas antes, um vídeo de sua participação em Rick and Morty, dando voz a personagem Mar Sha:

    Nos games, um dos principais trabalhos de Claudia, sem sombra de dúvida é dessa mocinha aqui:

    A aventureira de Uncharted, Chloe Frazer.

    Em Dragon Age, Claudia também faz um grande trabalho, como a belíssima bruxa Morrigan.

    Dentre os incríveis personagens de Mass Effect, Daro'Xen vas Moreh foi uma das sortudas a ter a voz de Claudia (mas ela também emprestou sua voz para outras personagens, como a bartender Matriarch Aethyta).

    Os jogadores de Gears of Wars, com certeza conhecem a personagem acima. Samantha Byrne também faz parte da lista de excelentes personagens dublados por Claudia Black.

    Em World of Final Fantasy, Claudia faz um trabalho surpreendente ao dublar a serpente marinha, Leviathan (e também faz uma participação em Final Fantasy XIV, como uma voz bem misteriosa).

    Já em The Amazing Spider-Man, dublou a repórter investigativa Whitney Chang e em Call of Duty: Infinite Warfare, a habilidosa engenheira chefe da Retribution, Audrey MaCallum.

    Destiny Middle Earth: Shadow of Mordor são outros dois games com a participação de Claudia, dublando Tess Everis e a rainha de Nurn, Marwen.

    Também participou em Diablo III, dando voz a Cydaea e em God of War, como Artemis.

    Vale ressaltar também suas participações em Crysis, como a personagem Helena e em Conan, como A'Kanna.

    Mas esses são apenas alguns de seus trabalhos. A dubladora também já trabalhou em Neopets: The Darkest Faerie (Fauna), TERA: The Exiled Realm of Arborea (Fraya), Rage (Sally / Mel), Wolfenstein 2 (Jessica Valiant) entre outros.

    E esse foi um pouco do trabalho dessa dubladora incrível, que é Claudia Black. Que ela prossiga dublando muitos e muitos outros games, para que possamos continuar apreciando sua voz potente e tão singular.

    47
    • Micro picture
      alva_dublagens · over 3 years ago · 3 pontos

      @bellaalves, aqui está! Demorei pra fazer, mas finalmente saiu... hihihi!

      5 replies
    • Micro picture
      lilhorst · over 3 years ago · 3 pontos

      Minha Vala fodona <3 MINHA MORRIGAN RAINHA DO DAO/DAI
      Tão bom ver atriz de um seriado que eu amava (Stargate SG1) nesse mundo dos games ❤ espero que venham cada vez mais trabalhos Dela pela frente

      1 reply
    • Micro picture
      matcafe · over 3 years ago · 2 pontos

      ela parece muito uma atriz da globo

      4 replies
  • darlanfagundes Darlã Fagundes
    2018-03-17 12:37:26 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
  • jesspras Jessica
    2018-03-04 13:15:41 -0300 Thumb picture
    Thumb picture
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...