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  • 2022-03-19 05:46:15 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p>{Propaganda, pule em 5 segundos...]&nbsp;</p><p>

    {Propaganda, pule em 5 segundos...] 

    Eu tenho um servidor no discord. Ele é tematizado com múltiplas mídias e é bem completo no geral. A área mais ativa é de longe a de videogames mas aos fãs de livros, filmes, séries, música dentre outras formas de entretenimento, vocês têm o seu espaço lá.

    É um bom lugar para se pegar recomendações e conversar sobre qualquer coisa. O server é bem completo no geral, só faltam membros (lol).

    https://discord.gg/z3M9ZGp

    3
  • 2022-03-04 10:07:50 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p><strong>Terminei Super Mario Land: uma aventura

    Terminei Super Mario Land: uma aventura surpreendentemente memorável e interessante.

    O acréscimo de "surpreendentemente" pode chocar algumas pessoas já que o jogo em questão é Super Mario, a tal da franquia que marcou bilhões e infâncias e ainda continua tão influente quanto sempre foi. Mas pra mim, os Marios de plataforma nunca fizeram muito comigo... com exceção da série de Super Mario Land; Tem alguma coisa nesses jogos que me impedem de sentir o tédio que normalmente acompanha jogar algum título da franquia. Mesmo que ainda seja Mario, este jogo tem algo encravado em sua essência que me impediu de ficar entediado, se trata de uma aventura simples porém criativa e exótica, dando vida ao icônico Gameboy. Existem dois jeitos de se avaliar um jogo tão antigo quanto Super Mario Land: pensar na época em que ele foi criado e refletir sobre seu legado ou colocá-lo em um contexto moderno e avaliar o quanto o jogo vale a pena hoje em dia, e eu certamente tomo a segunda opção.

    Dito isto, é difícil de falar sobre Super Mario e não mencionar o seu legado lendário. Muitos jogos que eu amo não existiriam se não fosse por Super Mario. A Nintendo sempre trazer algo relacionado a Mario como título de lançamento é a prova viva de sua influência, seus desenvolvedores sabem do titã que têm em suas mãos. E como o título de lançamento do Gameboy, uma plataforma que sacrifica hardware por conveniência, Super Mario Land adota filosofias de design diferentes das de seus antecessores; enquanto Super Mario Bros. 3 e Super Mario World expandiram exponencialmente os jogos anteriores enquanto consideravelmente consistentes à fórmula estabelecida, Mario Land essencialmente toma o caminho oposto; em preto e branco e com gráficos comparáveis aos do primeiro jogo da série, este é um jogo exótico que em poucas horas de gameplay reestruturou a fórmula criada em Super Mario Bros. para se encaixar no hardware menos poderoso. Assim como o próprio Gameboy, o jogo essencialmente trocou tamanho por criatividade.

    Troca esta ilustrada pela mudança de cenário, Super Mario Land já não mais se passa em Mushroom Kingdom mas sim em Sarasa Land, com novos cenários, novos inimigos e bosses e até mesmo uma nova princesa, Daisy. A partir do momento em que o player pisa em Sarasa Land o jogo explicitamente diz que esta será uma aventura diferente das anteriores.

    Tal mudança é apresentada em sua trilha sonora, que mesmo que em comparação às lendárias composições de Koji Kondo em Super Mario Bros 1, 2 e 3 ela seja - em minha opinião - menos icônica e possua menos profundidade, eu acredito que as músicas de Super Mario Land ainda ganham quando o assunto é originalidade. Cada música possui um tom único a ela, trazendo uma camada extra para cada fase e enriquece a jornada como um todo; mesmo que eu gostaria de que os temas fossem divididos por mundo, e não pelo que aparentemente é aleatoriedade, a sonoplastia é o principal fator que fez Super Mario Land ser tão memorável pra mim, especialmente o toque de gênio que é a música de encerramento; os finais momentos de Super Mario Land são as minhas memórias mais vívidas da primeira vez em que toquei o jogo, começando com a relativamente suave e triste melodia de "Princess Daisy", que sempre tocava quando você vê alguém com o vestido da princesa Daisy, apenas para descobrir que era um inimigo disfarçado, mas desta vez é diferente, ela foi de fato salva e a "tristeza" de seu tema agora não é mais sobre você não ter conseguido salvá-la, mas sim que agora que você cumpriu a sua missão, a aventura acabou, um clima quase que imediatamente cortado pelo radiante som que escala junto com o foguete em que Mario pilota ao lado de Daisy, voando então em direção aos créditos. Isto, sem sombra de dúvidas, é um dos momentos mais memoráveis que eu tive com o Gameboy, demonstrando o potencial do console de uma maneira mais que requintada.

    E por mais exótico ou simplesmente estranho que seja o level design desse jogo, Enquanto eu vejo o argumento de que algumas músicas caiam mais no lado estereotipado das regiões que tomam inspiração, elas são inegavelmente efetivas. Bem, visualmente efetivas* Eu nunca fui chegado aos controles arcaicos do NES, e mesmo que diferente de Super Mario Bros. 3 os controles de Super Mario Land não me causem aneurisma, eles ainda são um enorme obstáculo para que eu verdadeiramente aprecie o jogo; a dureza ao me locomover no jogo entrega o quão datado ele se tornou. Cair de um precipício ou no mar por falta de costume com controles tão estranhos é frustrante. Super Mario Land não é um jogo difícil, mas por ser um jogo tão curto ele simplesmente não salva, então ao conseguir um game over o player terá de começar do início, o que eu não sou nem um pouco chegado a fazer, ainda mais se eu já estiver nas últimas fases, já que mesmo que curto, ter perdido uma hora ainda é uma hora perdida. Então pra esse tipo de jogo, eu recomendo usar um único save state no começo de cada fase, para que a punição não tire o que há para se divertir nesse jogo da experiência.

    Super Mario Land é indubitavelmente uma jornada simples e sem muito conteúdo, porém a sua criatividade, diversidade e curta duração tornam o jogo acessível até certo grau. Àqueles dispostos a perdoar as limitações de um título de lançamento em um portátil, Super Mario Land é o equivalente a uma ou duas horas interessantes e engraçadas. Afinal de contas, por mais ousado e exótico que seja, Super Mario Land ainda é Mario.

    Quanto a mim, ao enfrentar a barreira temporal somado à natureza mais simplista do jogo, enquanto não arruinaram o jogo, suas qualidades foram definitivamente amenizaram pra mim.

    Nota: 5/10.

    Super Mario Land

    Platform: Gameboy
    1214 Players
    38 Check-ins

    3
  • 2021-08-23 22:19:00 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p>Depois de quase uns 10 meses de má vontade, eu f

    Depois de quase uns 10 meses de má vontade, eu finalmente terminei esse jogo.

    Eu sempre fui fã de Game Boy Advance, então a ambientação e gráficos desse jogo caíram particularmente bem pra mim, esses sendo bem gostosos de assistir e até me dando um mini sentimento de que eu tava jogando uma história profunda só pelos gráficos serem tão bons. Eu gostei muito de explorar as cidades, 50% disso sendo por causa do quão bem animado é o Ed os outros 50% sendo a música. E esses são todos os elogios que eu consigo dar. O jogo foi chato pra caralho, o exemplo perfeito do porquê eu não gosto de random encounters. Eu explorei tudo o que o jogo tinha a oferecer e nem 10% disso foi divertido ou sequer variado o suficiente pelo tempo que eu perdi. E por "tempo perdido" eu quero especificamente culpar as mecânicas, que são ridiculamente luck based e me fizeram parar por literais horas pra ficar droppando carta até vir a que eu preciso - e o jogo faz MUITO isso - o que inevitavelmente foi acumulando e a minha vontade de jogar droppou mais do que as cartas. A história é idiota, a gameplay é um festival de suspiros cada vez que eu tenho que fazer qualquer coisa e o pior de tudo: o meu amado elenco de FMA foi "idioficado", se limitando a gimmicks QUANDO estavam sendo fieis aos personagens originais. Como um fã de paixão de Fullmetal Alchemist, eu tô longe de ser satisfeito e se eu não fosse um fã, seria ainda pior.
     Nota: 2/10.

    Fullmetal Alchemist

    Platform: Gameboy Advance
    113 Players
    3 Check-ins

    6
  • 2021-05-19 03:47:56 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p>Terminei a minha primeira run de Fire Emblem: Pa

    Terminei a minha primeira run de Fire Emblem: Path of Radiance.

    O primeiro Fire Emblem que eu 100% senti que foi uma jornada. Eu não entendi 100% da história, mas a imersão foi tanta que teve partes que eu me senti lendo um mangá, é bastante cativante e muitas das units são excelentes personagens com perfeitamente válidos conflitos. A gameplay no geral foi morna, mas divertida. Eu adoro como eu tava mais preocupado em pra quem dar a kill do que pra sobreviver.  

    Eu não gostei da estética e funcionamento no geral, não ver os status no enemy turn tira parte da essência de Fire Emblem. É um jogo diferente de qualquer outro Fire Emblem até então. Com pontos que eu gostei como a história, os personagens mas principalmente o preparo pras batalhas, eu sempre queria terminar a porra do mapa logo pra ler o que meus soldados tão fazendo, fun fun.

    Nota: 7/10.

     E como eu adoro fazer isso, vou deixar minhas 5 units favoritas aqui (coincidentemente foram meu top 5 então vai ter aquele padrão bonito):

    Soren.

     A história desse garoto é foda. Não entrando em detalhes, mas ele é um personagem tão complexo quanto o vocabulário dele (só perde pro Bastian na contagem de "me fez ter que usar o tradutor pra entender").

     Ele já ganha pontos comigo por ser um mago, mas o suporte dele com o Ike e cada comentário frio e cruel, porém racional dele faz com que eu goste dele ainda mais!

    Boyd.

     Pra variar, outro estereótipo que eu adoro: O estúpido com coração de ouro. <3

     Machado sempre foi o meu tipo de arma favorito, e machados realmente combinam com o Garotod, que foi maravilhosamente satisfatório de ver em ação (acho que dá pra notar pelo tanto de batalha que ele venceu), o parceiro dele foi o Brom com A support, então eu só enviava os dois pra X e o resto da army pra Y e eu juro que eu passava mais aperto com o lado Y!

     A personalidade dele é sincera e meio rasa, mas ele não precisa ser tão complexo quanto o Soren ou Rolf pra ser cativante, definitivamente um dos meus favoritos da franquia inteira! <3

    Ike.

     Cara, eu nunca pensei que eu gostaria tanto de um lord desde Jugdral! Mas o Ike não é só um protagonista raso em uma boa história, ele aprende e cresce com o que acontece ao seu redor. Ele não é perfeito, e tá longe de ser "certinho", o que me ajudou muito a ficar tão preso na história, afinal de contas, o protagonista é carismático (o discurso que ele fez antes da batalha final me arrepiou que nossa)!  

     Meu segundo lord favorito fácil.

    Rolf.

     Eu comecei usando o Rolf puramente porque eu adoro arqueiros, mas ontem eu li vários suportes e o Rolf se provou ser um personagem muito mais interessante do que só um pirralho que acha que é adulto. Ele é jovem, mas ele já tem um fardo pra carregar, o fardo de deixar de ser um fardo, de tentar melhorar constantemente.  

     Mas ainda assim, ele é só uma criança, no final das contas. Ele tem pensamentos infantis e limitados, chora muito e nem sempre tem razão,  o que só faz dele ainda mais interessante! O Rolf é genuinamente um bom personagem.

    Brom.

     Brom, Brom, Brom... Eu dei as boots pra ele, coisa que eu não me arrependo nem um pouco! Eu comecei a usá-lo porque ele tá numa classe que eu adoro usar, mas o Brom em particular foi ridiculamente blessed, Essa porra vai ser um monstro com a transferência pra Radiant Dawn.

     E claro, eu gosto da personalidade tranquila e meio acovardada dele.

    Agora vou jogar Radiant Dawn e então Gaiden.

    Fire Emblem: Path of Radiance

    Platform: Gamecube
    493 Players
    90 Check-ins

    2
  • 2021-05-01 20:53:48 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p>Terminei a minha primeira run do livro I de Fire

    Terminei a minha primeira run do livro I de Fire Emblem: Mystery of Emblem.

    Tirando o patch datado ("Shiida" eww), eu gostei mais do remake que do original.

     Ele tem uma atmosfera agradável e aprazível, com uma mistura do espetacular "clima de old school" mas um frescor que eu não senti com nenhum outro Fire Emblem (provavelmente devido ao fato de este ser o único título da franquia no qual eu de fato fui "cego", sem olhar nada antes). Eu nunca vou esquecer do quanto os meus olhos brilharam quando eu vi esse jogo pela primeira vez, é muito lindo cara puta que pariu.

     A história tá mais detalhada, o Camus não é nem 10% do Eldigan mas agora eu senti algum peso na hora. apesar de eu preferir o endgame do clássico (tanto história quando gameplay).

     É um jogo fresco e agradável, com mecânicas meio datadas mas ainda é um suspiro perto de FE1.

    Nota: 6/10.

     Vou deixar meus 5 favoritos aqui:

    Est.

     Eu sempre fui fã do arquétipo da Est e fiz questão de usá-la em "Shadow Dragon and Blade of the Light" e não me arrependo nem um pouco. Ao repetir a dose, eu descobri que eu realmente gosto de "ficar de babá" , ter que alimentar experiência à uma "growth unit" torna o jogo mais desafiador, e deixa o endgame com um gosto mais doce na boca.

    Vyland.

    Eu decidi repetir algumas doses de Fire Emblem 1 (eu usei praticamente as mesmas units), e o meu passado favorito não poderia faltar. O homem com bases de cavalier genérico, cujo a função é mostrar o quanto o Hardin é bom, ohh yeah! Com o nome que me lembra o meu mangá favorito (Vinland Saga) também? Eu vou usar esse homem sempre que eu puder!

    Gordin.

     Se alguém me perguntar 5 traços de personalidade do Gordin, eu vou responder "5 points", mas eu sempre adorei archers. Eu usei o Jeorge em FE1 e aqui eu usei o Gordin, e ver esse garoto se tornar um dos MVP me deu um orgulho que nossa.

    Ogma.

     Eu tô bem surpreso que eu não cappei o Ogma de novo, sendo que eu abusei dele durante o jogo todo. Eu não sou muito fã do Ogma como personagem, mas como unit eu o considero mais importante que o Jagen. E entre nós, ele é legal de usar, o suficiente pra compensar qualquer desgosto que eu tenha por ele.


    Marth.

     Bem, o Marth é a única unit que fala alguma coisa durante o jogo, né...

     Agora eu vou terminar os jogos de Tellius, Gaiden e jogar o livro II.

    Fire Emblem: Mystery of the Emblem

    Platform: SNES
    157 Players
    15 Check-ins

    1
  • 2021-04-29 23:23:40 -0300 Thumb picture
    Post by vondervent: <p>Terminei a minha primeira run de Fire Emblem: Sh

    Terminei a minha primeira run de Fire Emblem: Shadow Dragon and Blade of Light.

    Essa run durou tanto quanto qualquer coisa dura nesse jogo. O clima de "old school" é insubstituível, mas a inobjetividade pra fazer literalmente tudo é um obstáculo grande demais pra mim. E com exceção do mapa final, a música é insuportável. A minha vontade era de multar e botar alguma coisa do Gaiden, que é do mesmo console e ainda é um dos jogos com a melhor sonoplastia da franquia, então limitação de console NÃO é desculpa. Dito isto, eu tenho orgulho de ter terminado Fire Emblem 1, e definitivamente não me arrependo de ter tido a experiência, que no fim do dia, não foi das piores.
    Nota: 4/10.

     Vou deixar os meus 5 favoritos aqui:

    Vyland.

     O meu mangá favorito é Vinland Saga, então quando eu vi o nome desse homem eu sabia que eu tinha que usá-lo, e usei. E ele foi horrível. <3

    Est.

     É aqui que vocês percebem o meu gosto por units ruins. A minha primeira personagem favorita foi a Nino, e usar quem criou o arquétipo foi honestamente a minha maior diversão no jogo. Mas ela não tem um nome parecido com a do meu mangá favorito, então é segundo lugar e ponto final.

    Marth.

     Eu normalmente sempre gosto do design dos lords, mas namoral? O Marth é lindo demais. Teve uma vez que eu até me emocionei com como ele foi feito, dá pra sentir a paixão e a essência de um RPG clássico só de olhar um gif de 3 frames num plano de fundo preto. Amigos, isso é arte.

    Merric.

     Melhor mage do jogo nas mãos do tarado por magia que sou, nada a acrescentar, próximo.


    Caeda.

     Talvez depois do Ogma e Marth, ela foi objetivamente a minha unit mais valiosa. A quantidade de vezes que ninguém além dela podia atacar é mais do que eu posso contar. Not to mention silver lance at base.

     Grande clássico, mas preferia estar jogando o jogo do tal do Roy. ^^

    Fire Emblem: Dragon of Darkness and Sword of Light

    Platform: NES
    76 Players
    13 Check-ins

    14
    • Micro picture
      bloood · over 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns pela finalização. Estou atualmente no capítulo 16, mas realmente é bem difícil tolerar o game com todas as limitações da época. Dei uma desanimada depois que o meu Wendell foi morto por um crítico aleatório no final do capítulo, mas quem sabe um dia eu termino? kkk

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