vinicios_santana

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2023-01-20 11:50:27 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[857668]</p><p>Havia outro jogo que estava
    Scooby-Doo: Classic Creep Capers

    Platform: N64
    154 Players
    2 Check-ins

    Havia outro jogo que estava pendente, Scooby-Doo: Classic Creep Capers para o Nintendo 64.

    E como não seria de se espantar, é em 3D, filho da época em que tudo tinha de ser 3D e pra falar a verdade, os modelos são até bonitos pra época.

    No jogo a turma se envolve em mais casos de assombrações.

    São 4 casos ao todo, sendo os 3 primeiros de monstros clássicos da série e o último um monstro original para o jogo.

    Ao finalizar cada um dos primeiros 3 casos, uma figura sinistra aparece reclamando da interferência do grupo em seu plano maior.

    De algum modo todos os casos estão interligados num grande esquema de falsificação de obras de arte e contrabando de joias.

    O jogo não chega a ser um adventure point and click, sendo mais um jogo de exploração.

    Os cenários são construídos em 3D, mas a câmera é fixa, dando um Q de Residente Evil, não atoa pessoal diz ser o Residente Evil para crianças.

    Controlando Salsicha e Scooby, procuramos pistas ou componentes para armadilhas, que são entregues ao Fred.

    Alguns itens podem ser usados em certas situações específicas, como apagar um incêndio, suborno para um informante faminto, ou simplesmente a chave para uma porta.

    Quando conseguimos todos os itens, o plano de captura tem início.

    E sempre envolve atrair o monstro até o local da armadilha.

    E é ai o maior problema do jogo, sua jogabilidade, controlar Salsicha num eixo 3D é teste de paciência, os comandos são pouco precisos, mesmo usando o analógico e em vários momentos me vi preso em cantos enquanto o monstro me matava de susto.

    Associado a isso, o fato de que ao mudar de tela, o sentido da câmera muda e muitas vezes acabamos voltando por já estar segurando pra direção que antes era a frente.

    E tudo piora quando somos obrigados a atravessar um labirinto cheio de perigos enquanto somos perseguidos pelo monstro da vez.

    Há alguns minigames interessantes de perseguição que mudam um pouco o andamento do jogo, mas são relativamente divertidos.

    Os puzzles, mesmo que poucos, são divertidos, com exceção de um que exige uma senha que não é citada em lugar algum, sendo resolvido na tentativa e erro ou com a ajuda de um guia.

    De modo geral foi uma ótima experiência, encontrar as pistas, achar aquela chave da sala antes fechada e o medo real de ser pego pelos monstros, já que os controles são horríveis, tudo isso faz de Scooby-Doo um jogo que merece ser jogado.

    Nessa semana não só joguei os jogos, como também assisti aos filmes com meu filho, vi também algum eps da série Misterio S.A e sozinho, vi um episódio da polêmica série da Velma.

    Vou continuar vendo a Mistério S.A, mas na questão dos jogos me dou como satisfeito

    E com isso chegamos ao fim dessa maratona maluca e inesperada de Scooby-Doo.

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      jcelove · 12 days ago · 2 pontos

      Boa! Esse era um dosnppucos jogos don64 qie eu realmente qieria jogar na epoca, era mesmo o re infantil.hehe

      Se a moviementaçaoné tanque acho bem piir de controlar no analpgico. Nunca acostumei com as verspes dual shock do ps1, o dpad é bem melhor pra esse tipo de controle.

      Em breve quero pegar ele e hybrid heaven pra jogar de bez.

      2 replies
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      manoelnsn · 12 days ago · 2 pontos

      E a scoobydootona continua!

      3 replies
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      andre_andricopoulos · 10 days ago · 2 pontos

      Parece divertido... sempre quis jogar e nunca consegui

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2023-01-19 12:54:15 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[857584]</p><p>Depois da empolgação com o j
    Scooby-Doo Mystery

    Platform: Genesis
    107 Players
    4 Check-ins

    Depois da empolgação com o jogo de GBC, fui direto para o de Mega e de cara fui mais uma vez surpreendido pela qualidade gráfica, eu não me recordava que ele era assim tão bem feito, lembro que na época eu joguei ele por 2 minutos, vi que era point and click, tudo em inglês, ai desisti.

    Scooby-Doo de Mega Drive é um clássico point and click, usando o d-pad como um mouse, no início é estranho, mas logo você se acostuma.

    O cenário fixos e em ângulos cinematográficos, lembra muito jogos como Residente Evil, mas creio que isso seja comum dos point and clicks.

    O gráfico, como dito, é lindo, colorido e deixa bem o clima de desenho animado.

    Há dois casos no jogo, Blake's hotel e Ha Ha Carnival.

    No caso do hotel, um espírito indígena está espantando os clientes e funcionários.

    Já no caso do carnaval, um fantasma palhaço tem assustado os clientes e sabotando os brinquedos de um parque de diversões.

    As interações são feitas por comandos pré estabelecidos, como pegar, olhar, comer, puxar, empurrar, entregar etc que interagem com o cenário ou com algum item do inventário.

    Funciona bem mesmo no Mega drive, mas o pior mesmo, que fez eu recorrer diversas vezes ao youtube, deixando inclusive os casos chatos, é o fato de as interações não serem nada intuitivas.

    Um exemplo, o monstro está na porta de uma jaula, eu tentei fechar a porta, empurrar o monstro, empurrar a porta, e nada, a resposta era pegar a bola + um dardo e estourar para assustar o monstro e assim ele cai na jaula. Entendo que queriam um ar cômico, mas que pelo menos dessem dicas nas falas do Salsicha.

    Aliás, outro ponto onde o jogo peca, é jogar tudo nos ombros de Salsicha e Scooby, no jogo de GBC cada personagem tem sua participação, podendo interagir com itens distintos, nos jogos de SNES e N64 a interação é basicamente entregar os itens e formular um plano, mas ela existe. no Mega, pessoal se divide no começo do caso e se reúne apenas no final para retirarem a máscara do monstro.

    Me diverti até certo ponto do jogo, depois foi um misto entre ficar horas perdido e seguindo um guia na internet.

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      mateusfv · 13 days ago · 3 pontos

      Não conhecia esse, bem bonito, e parece bastante com os adventures da Lucas Art, até nas soluções sem noção pelo visto.

      A cara da Velma na imagem da van tá meio estranha, acho que ela andou vendo oque fizeram com o nome dela recentemente kk

      3 replies
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      jcelove · 13 days ago · 2 pontos

      Ele é bem.suepreensente pros padrões do mega, é um tipico adventure da lucas arts no console, com direito a puzzles nonsense extremamenre dificeis de aasociar sozinho sem muita tentarica e erro.
      Acho que o que deixa.mais dificil é que cada cenario tem muitas areas abertas de cara e muito item pra coletar de uma vez, fica complicado entender o que usar e ondw.
      Por isso arreguei pr guia logo de cara. Nao me arrependohehe.

      2 replies
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      santz · 13 days ago · 2 pontos

      Caraca, que jogo incrível. É como se fosse um Maniac mansion com a skin do Scooby-Doo.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2023-01-15 21:41:19 -0200 Thumb picture
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    Post by vinicios_santana: <p>#img#[857186]</p><p>Scooby-Doo é um dos desenhos
    Scooby-Doo: Classic Creep Capers

    Platform: Gameboy Color
    10 Players
    2 Check-ins

    Scooby-Doo é um dos desenhos clássicos que gosto desde a infância.

    Ultimamente tenho visto videos e escutado muitos podcasts sobre jogos retrô e sempre que vejo algo de interessante, pego alguma imagem do jogo e coloco numa pasta no celular, "jogos para dar uma olhada".

    Assim jogo coisas novas e não fico perdido nas 4534 opções nesses sistemas multijogos.

    A ideia era jogar o Scooby-Doo do Megadrive que foi muito elogiado num podcast que ouvi e eu nunca tinha jogado.

    Só que ao pesquisar na TV Box, vi uma versão de Game Boy Color que me chamou a atenção.

    Inicialmente a qualidade da pixel art já se destaca, sendo bem fiéis aos desenhos, dentro das limitações do GBC, tendo até "cutscenes animadas".

    Começamos na máquina de mistério, a turma está no encalço de um ladrão de joias e acabam chegando em uma mansão um tanto quanto suspeita.

    Esse é o tipo de jogo que sempre víamos em revistas e nunca se viu alguém que tivesse jogado.

    Eu esperava algo como um plataformer genérico, como os jogos do GBA, mas me surpreendi com um adventure point and click consistente, com enigmas interessantes e mudança de personagens para diferentes situações.

    O gameplay é fluido, ao se aproximar  de  algo que possa ter alguma interação, o objeto aparece na parte inferior do menu e as opções disponíveis  aparecem, podendo inclusive ter resultados diferentes dependendo  de qual personagem fizer a ação.

    Eu travei em alguns momentos por não entender isso e precisei recorrer a um longplay em certas partes do capítulo 3.

    Aqui todos tem um papel dentro do caso, tirando a Daphne, que literalmente é apenas sequestrada.

    Reunimos pistas e criamos a armadilha para o monstro Mr. Hyde, um dos clássicos das primeiras temporadas.

    Todo o plano final e corrida para pegar os itens que o compõem, lembra em muito o  desenho e também o Jogo de SNES, que eu particularmente gosto.

    Infelizmente há apenas um caso, sendo um jogo relativamente curto se você não souber o que fazer.

    Scooby-Doo para GBC foi uma grata surpreso e recomendo demais para quem é fan do desenho ou apenas procura um adventure point and click simples, porém divertido.

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      mateusfv · 15 days ago · 3 pontos

      Bizarro de imaginar que o jogo do 64, tinha uma versão no GBC, e completamente diferente tbm XD

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      jcelove · 16 days ago · 2 pontos

      Rapaz foi uma bela surpresa.mesmo. desconhecia completamente que tinham lançado o point n click pro gbc. Ficou muito bem feito. Quero ver se termino esses dias.

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      manoelnsn · 16 days ago · 2 pontos

      Eu teria conseguido se não fosse por esses moleques e esse cachorro

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-12-31 07:06:43 -0200 Thumb picture
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    Post by vinicios_santana: <p>#img#[855107]</p><p>Há tempos Final Fantasy 4 es
    Final Fantasy IV

    Platform: SNES
    1488 Players
    25 Check-ins

    Há tempos Final Fantasy 4 estava na minha lista de jogos a se jogar, não por sua trama envolvente e mais adulta, com os personagens enfrentando dilemas morais e evoluindo como pessoa.
    Não sabia de nada disso, ele entrou na minha lista, simplesmente por eu ter visto o Kain no Final Fantasy Duodecim e achado o design dele muito "massa veio", me lembrava de certa forma uma armadura de cavaleiro do zodíaco.

    Por anos ele ficou ali na lista, e eu sempre enrolava pois não queria pegar um RPG antigo para jogar, achando que as limitações seriam um problema.
    Recentemente vi muita gente falando das qualidades do 4 e isso ficou martelando na minha cabeça, até que finalmente resolvi pegar ele para jogar, e qual a minha surpresa? Kain não é o protagonista. Mas ele está até na logo hahaha
    Isso me confundiu um pouco, mas imagino que até o pessoal da square gosta do designe dele hahaha.
    Apesar dos avisos do @manoelnsn , acabei jogando a versão de SNES, ela possui ATB, mas a barra não é visível. Optei pelo snes unicamente por a versão de psp e gba travarem na TV Box e queria a versão clássica, não o remake do DS.
    No jogo conhecemos Cecil, um Dark knight poderoso líder de uma frota de navios voadores que vem questionando os massacres desnecessários que ele causa por ordem do rei. Com isso ele é expulso do reino e passa a ser caçado.

    Kain, seu amigo e Dragon Knight habilidoso, tenta intervir, mas acaba também se envolvendo numa armadilha.
    Logo no começo o jogo já nos força a derrotar um boss, que posteriormente se revela sendo a invocação, que ao derrotarmos, matamos também sua invocadora, e deixando uma criança órfã.
    A cena com toda limitação gráfica e de texto da época, emociona, ali o jogo me ganhou.

    E momentos como esses, de perda e aperto no peito, permeiam todo o jogo.
    Cecil faz amigos, busca a cura para sua amada, é traído, perdoa, é traído de novo, vai numa jornada pessoal para se purificar e se tornar um paladino enfrentando seu lado negro.

    Não gosto muito do arco final do jogo, quando o escopo cresce muito ao ponto de sairmos do planeta, acho que poderiam ter ficado com o pé mais no chão, mas no conjunto da obra não pesa tanto negativamente.
    Foi ótimo visitar um clássico que me cativou e emocionou como eu sequer imaginava.

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      ziul92 · about 1 month ago · 4 pontos

      O IV sempre tive vontade de jogar, mas se pegar algum dia, vou na versão de DS

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Boa, FF4 foi o jogo que deu personalidade a FF saindo do tema generico dos 4 herois dos cristais pra uma trama cheia de dilemas e dramas bem mais adultos que o padrao da epoca. Cecil como personagem nas batalhas.é meio qq coisa se comparado aos outros protagonistas mas seu arco de redençao é muito maneiro e é o UNICO protagonista de ff que ja começa com a namorada conquistada e nao tem aquele dramalhão japa de paixonite timida que nao se confessa.hehe

      O que mata a versao do snes é o visual que é um.pouco melhor que o nes mas ainda remete a ele ja qie saiu no começo da vida do console. Hj vc tem a versao do psp que da um salto absurdo nos spritese fica bem mais agradavel. Eu gosto da 3d tbm apesar de achar ridiculo terem mantido os personagens em super deformed tendo a oportunidade de dar um tom serio ao visual pra.combinar com a historia. Salva pela dublagem só
      O legal do CAIM é que o nome dele é um spoiler do seu comportamento conflitante de amigo talarico invejoso mas ao tem como separar ele do cecil no dissidia, a fanbase adora o dragoon.

      4 replies
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      bobramber · about 1 month ago · 2 pontos

      Adoro esse. Parabéns por zerar

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-12-17 06:47:41 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[853531]</p><p>Assim como fiz com The Last
    God of War

    Platform: Playstation 4
    1735 Players
    575 Check-ins

    Assim como fiz com The Last of Us, eu tinha assistido toda a gameplay do God of War, visto que sequer imaginava ter um ps4 na época.
    Foi emocionante e por tempos estava satisfeito em ter visto o "filme".
    Com o lançamento de Ragnarok, resolvi pegar o jogo anterior para finalmente jogar. Ele está na minha conta há 2 anos e ia deixando sempre pra depois.
    A ambientação viking combinou muito com Kratos, é quase como se ele sempre tivesse pertencido a esse universo, e seu novo visual colabora para isso.

    Trocar os botões de ação dos quadrado, circulo, para as plaquetas, me gerou certa confusão no começo, apanhei algumas vezes gratuitamente, por chegar de frente do monstro e apertar quadrado.
    Jogar com o machado se mostrou algo poderoso e com o tempo passei a gostar dele.

    O combate ficou mais tático, mas na maioria das vezes é fácil demais, mesmo jogando no normal, testei aumentar a dificuldade do jogo, mas não há meio termo, ou é pouco desafio ou é difícil como o inferno.
    Cheguei a jogar algumas partes no modo difícil, mas cada luta eram horas de frustração e acabei voltando para o normal mesmo.
    Algo que não curti muito, foi o fato do jogo  enrolar mais que o necessário a progressão da história, nem todo jogo precisa ser mundo aberto.

    Falando da história, Kratos tem de levar as cinzas de sua esposa falecida para serem jogadas do alto da maior montanha, e nessa jornada levaremos Atreus, seu filho.

    Lembro que foi um choque essa apresentação inicial, "como assim o Kratos teve uma família? Quem era a esposa dele? Como se conheceram? Etc etc etc.
    Foram dúvidas que tive durante todo o jogo, algumas não respondidas, que imagino sejam abordadas no Ragnarok.
    Na época em que só assisti ao jogo, me emocionei, afinal é uma história bonita.
    Mas hoje a experiência foi diferente, mais profunda, pois agora eu também sou pai e ver a relação entre os dois, nas mais pequenas coisas, me emocionava bastante.
    Essa relação vai evoluindo de 2 completos estranhos um para o outro, passando por um desejo profundo de se mostrar digno vindo de Atreus para seu pai ausente, passando por brigas, culpas, admiração e por fim amor fraternal.

    Nunca imaginei que o Kratos, o "bom de guerra" que só sabia gritar por vingança, me proporcionaria momentos tão emocionantes.
    Meu irmão comprou o Ragnarok e já está jogando, então é questão de tempo que eu jogue também, e estou bem ansioso, evitando spoilers para ter uma experiência mais pura, diferente de como fazia antes de ter o video game.

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu zerei pelo YouTube o MK9 na época. Depois que tive o jogo em mãos, nem queria encarar a campanha do jogo. Nunca mais faço isso.

      3 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-12-01 07:21:28 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[851534]</p><p>Há mais de 4 anos joguei o O
    The Legend of Zelda: Oracle of Ages

    Platform: Gameboy Color
    1874 Players
    122 Check-ins

    Há mais de 4 anos joguei o Oracle of Seansons e vinha de uma maratona de Zelda e achei que precisava de um tempo para depois pegar seu jogo irmão, e esse tempo foi longo, mas finalmente peguei pra jogar.
    Minha ideia era continuar pelo jogo linkado com o password que liberou ao terminar o Seansons, mas acabei perdendo esse password, mas uma rápida busca na internet já resolveu.

    A história é quase a mesma, Nayru, a encarnação da deusa da sabedoria tem o corpo tomado pela feiticeira Veran, que viaja para o passado para influenciar a rainha local a construir uma torre, que será usada para canalizar poderes das trevas para ressuscitar o mestre das trevas Ganon.
    Sua influência no passado acaba afetando negativamente o presente e temos de viajar entre as eras para corrigir as coisas.

    A jogabilidade é clássica de Zelda com o diferencial que aqui usamos uma harpa mágica para viajar entre o passado e o presente, diferente do Seansons onde há 4 estações para viajarmos, nesse aspecto o Ages acaba sendo mais simples.

    Na maioria das vezes o jogo é simples, e fiz o propósito de não usar guia, estava indo bem, até chegar em certas dungeons bem complicadas ou chefes que não entendia suas fraquezas.
    Falando em chefes, eles são bem criativos, proporcionando desafios bem interessantes.
    Minha ressalva e até vergonha é toda a sequência final, são 3 batalhas com a mesma barra de vida, sendo que Ganon exige timming perfeito para escapar de suas investidas. Tentei algumas vezes, mas cansei de voltar todo o combate e salvei ente os chefes.
    Uma coisa que eu não esperava, era ter a Zelda nesse jogo e o final, achei bonitinho, Zelda da um beijo toda tímida no Link e ele fica todo bobão.

    Link termina se despedindo e partindo para uma viagem pelo mar.

    Me pergunto se isso foi feito como um tipo de retcon para conectar ao Link's awakening, que começa com Link naufragando depois de uma tempestade.  

    Bom, pode ser, já que na timeline oficial o Awakening é a sequência dos Oracles.

    Foi bom voltar a jogar Zelda 2D depois de tanto tempo, mesmo que eu tenha passado muita raiva em certos momentos.
    Agora devo jogar algum jogo do PS4 e depois intercalar com algum retrô e sigo assim.

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      manoelnsn · 2 months ago · 2 pontos

      Os Oracles tenho vontade de jogar, lembro que comecei apenas um dos dois, só não lembro qual

      3 replies
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      santz · 2 months ago · 2 pontos

      Esse Seasons é massa por causa desse lance das estações, já por outro lado, o Ages é sobre tempo, que já um tema que já foi usado antes, então já não é tão interessante.

      1 reply
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      jcelove · 2 months ago · 2 pontos

      O que acho genial nos oracles é o esquema do link entre os jogos, me impressiona até hj como da pra puxar um item dd um jogo no outro com uma simples password, parece mágica.hehe

      Mas o gameplay de zelda 2d me cansa demais, apanhei muito, por meses pra terminar os 2.

      3 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-11-16 15:11:43 -0200 Thumb picture
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    Post by vinicios_santana: <p>#img#[849725]</p><p>Recentemente descobri as ver
    Metal Slug: 1st Mission

    Platform: Neo Geo Pocket & Color
    15 Players
    2 Check-ins

    Recentemente descobri as versões de Metal Slug para o Neo Geo Pocket, o portátil da SNK, é o tipo de video game que eu só via nas revistas e que pude jogar graças aos emuladores.

    Aqui falarei dos dois jogos, já que eles são bem similares.

    A trama é a de sempre grupo de soldados de elite impedindo os planos de um ditador rebelde que se alia com aliens.

    Se pegar a história da série como um todo, os pontos de vista são meio questionáveis.

    Tem inclusive um video interessante sobre o assunto, deixarei ele no final como um extra.

    Algo que só descobri ao procurar informações na wiki para esse texto, é que nenhum personagem de ambos os jogos são canonicos, no Primeiro sequer nome eles têm, são apenas Hero e Heroine.

    No segundo eles possuem nome, Gimlet e Red Eye.

    Todos parecem versões dos alternativas do quarteto original, isso é vender gato por lebre, não que faça diferença no gameplay, mas já que vão ser personagens novos, muda tudo neles ue. 

    Eu já tinha jogado Metal Slug em portáteis anteriormente, as versões de DS, PSP e até GBA conseguem emular fielmente os sprites das versões de console, tanto que se jogar numa tela grande, até esquece que são versões portáteis.

    O mesmo não acontece com o Metal Slug: 1st Mission e 2nd mission, eles possuem aquela cara de jogo de Game Boy Color, com uma paleta de cores limitada.

    No início estranhei, mas logo me acostumei e achei até charmoso de certo modo.

    O primeiro jogo possui um som mais limitado, com uma música de fundo e barulhos de tiros, já o segundo, surpreende com o narrador falando o nome das armas, esse detalhe é suficiente para você pensar, ISSO É METAL SLUG.

    Fiquei espantado com a quantidade de missões, 23 no primeiro e 38 no segundo, sendo que algumas são acessíveis apenas indo por caminhos alternativos ou por certo personagem, sendo impossível fazer todas as missões em uma única run, o que colabora e muito para o fator replay.

    Uma peculiaridade desses 2 jogos e também do de GBA, é que possuímos HP, saindo do conceito de one hit kill, eu particularmente prefiro jogar assim, te da mais chances de concertar eventuais erros.

    Porém ao morrer é game over, tendo continues limitados, continuando do início da sessão.

    O uso de veículos está presente em ambos os jogos, além das batalhas contra maquinários gigantes.

    Há algumas missões bem curtas, outras longas demais, aliado a isso alguns chefes do primeiro jogo, são verdadeiras esponjas de dano, chegando a deixar as batalhas cansativas.

    Imagino o desespero da pilha acabar no meio de uma batalha.

    Terminei ambos os jogos sem fazer 100%, mas é o tipo de jogo que eventualmente irei abrir para passar uma ou outra missão que ficou para trás.

    Fica a recomendação para fas da franquia que não conheciam essas pérolas do Neo Geo Pocket.

    Aqui segue o video de teorias de quem é de fato o vilão do jogo:

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      thiones · 3 months ago · 3 pontos

      A Fio operou de miopia e perdeu até a identidade.

      1 reply
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      ziul92 · 3 months ago · 2 pontos

      Orras não conhecia essas versões, preciso zerar XD

      4 replies
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      mateusfv · 3 months ago · 2 pontos

      Por isso que a Fio na primeira arte tá fazendo cosplay de Terry, pq não é a Fio XD

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-11-08 23:26:56 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[848855]</p><p>Comecei a jogar Ducktales co
    DuckTales

    Platform: NES
    1043 Players
    13 Check-ins

    Comecei a jogar Ducktales com uma tremenda expectativa, ele é um jogo aclamado, todos que falam dele o idolatram, eu já tinha adorado os jogos do Tico e Teco e esperava algo no mínimo incrível.
    Bom, eu me decepcionei.

    Não que Ducktales seja ruim, só não achei tudo isso.

    A história é bem básica, Tio Patinhas está reunindo artefatos dos 4 cantos do mundo pra juntar uma fortuna e o seu rival Pão-Duro MacMônei quer o tesouro primeiro.

    O jogo começa com uma seleção de fases, seno necessário em alguns casos pegar um item específico numa fase para liberar um caminho em outra.

    O ataque estar atrelado a apertar o direcional para baixo, gerava hits desnecessários. Felizmente isso é corrigido no segundo jogo, mas falo dele logo logo.

    As fases são confusas, não me divertia jogando elas, ficava só torcendo não ser atingido por um inimigo de respaw infinito.
    Salvo a fase da lua, ela é realmente a melhor do jogo, tanto em trilha, quando no andamento.

    Após conseguir todos os artefatos, Pão-Duro MacMônei sequestra a sobrinha do Patinhas e nos força a enfrentarmos um vampiro, logo depois há uma corridinha pra ver quem pega o tesouro e fim.

    O final muda de acordo com a quantidade de dinheiro que acumulou durante o jogo.

    Indo para o segundo jogo, já sem muitas expectativas, me surpreendo com várias melhorias quanto ao jogo anterior.
    Seleção de fases mais bonitas, fases criativas e o ataque no ar não ser necessário apertar para baixo no controle.

    Joguei todo o segundo jogo com um sorriso no rosto, as fases, mesmo as mais 'injustas" tinhas saídas criativas, diferente do primeiro jogo, onde muitas vezes eu precisei perder uma vida para conseguir mais HP e assim conseguir atravessar certas partes.

    A história segue exatamente a mesma fórmula do primeiro, mudando apenas as locações e detalhes da batalha final.

    No final o tesouro afunda no mar e o Tio Patinhas ainda tenta falar que a amizade é mais importante que dinheiro, vindo de alguém como ele, é difícil de acreditar.

    Mas acaba que o Capitão Boing consegue pegar o baú do tesouro antes dele afundar.

    De modo geral eu gostei de ter jogados ambos os jogos, e sei que estou sendo injusto com o primeiro, mas é uma questão de expectativas.

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    • Micro picture
      thiagobrugnolo · 3 months ago · 3 pontos

      Gosto dos 2 jogos, mas o segundo melhora bem alguns pontos do primeiro.

      Ah, e como esse desenho é nostálgico pra mim, só de ver algo relacionado a Duck Tales me vem na cabeça a música "Aí vem o furacão vem sensação".......hahaha.

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      volstag · 3 months ago · 2 pontos

      Eu acho que o grande segredo pra se gostar ou não de verdade, é não criar expectativas baseadas no que os outros dizem, pra mim Ducktales é um jogo maravilhoso, mas muito disso se deve ao fato de eu ter jogado na época em que foi lançado, dentro daquela realidade era um jogo completamente diferente de se jogar hoje em dia com tantos jogos que saíram depois dele, enfim, que pena que você não gostou, mas siga meu conselho, não vá muito pela expectativa.

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      denis_lisboadosreis · 3 months ago · 2 pontos

      Já jogou o remake?

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-11-03 01:12:54 -0200 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[848084]</p><p>Agora que a maioria dos emul
    Chip 'N Dale: Rescue Rangers

    Platform: NES
    593 Players
    23 Check-ins

    Agora que a maioria dos emuladores funcionam sem lag, principalmente nos controles, estou jogando bem mais jogos antigos.
    E o jogo do Tico e Teco (Chip 'n Dale) é um que eu cheguei a jogar na época que tive o Dynavision, e vim jogando desde então sempre que via algum disco cheio de jogos, porém eu nunca tinha passado da primeira fase, não por ser difícil ou não ter habilidade, simplesmente por ter presa de ver vários jogos, iniciava ele, corria um pouco, levava dano, morria e trocava de jogo.
    Isso sempre foi um problema para mim e acredito que seja também para muita gente, ter muitas opções acaba nos deixando sem foco.
    Isso melhorou quando instalei emuladores pela primeira vez na TV box e adicionei só o que eu REALMENTE iria jogar.
    Já hoje, apesar dos 7845654 jogos no cartão SD, consigo pegar um jogo e ir até o fim.
    Chip 'n Dale Rescue Ranger foi o segundo jogo da parceria Disney e Capcom, lançado para o Nes.
    O plot é simples, Fat Cat captura a amiga deles e temos de resgatá-la.
    Escolhemos entre Chip ou Dale, ou como conhecemos aqui no Brasil, Tico e Teco, a escolha é meramente estética, não alterando nada entre eles no gameplay.
    Também há a opção de jogar em 2 players, cada um controlando um dos esquilinhos que deve ser bem caótica rs.

    A jogabilidade foi algo que me confundiu no começo, mas depois se mostrou bem pratica, podemos erguer caixas, frutas e certos objetos e arremessá-los nos inimigos, sem elas somos indefesos.
    Posteriormente descobri que também há a opção de se esconder dentro das caixas, pressionando para baixo, evitando assim ataques e perdendo a caixa. Saber disso ajudou bastante a evitar danos.
    A parte gráfica é de encher os olhos, com sprites grandes e bem detalhados para o Nes, além de cenários ricos e lúdicos.
    Adoro cenários do nosso cotidiano, porém num ponto de vista de criaturas pequenas.

    Após certas fases aparecem confrontos com chefes, são bem simples, esquive de seus golpes e arremesse uma bola vermelha neles algumas vezes.

    Há um mapinha de seleção de fases bem simplório, sendo possível pular algumas fases, mas acabei jogando todas elas.

    Ao concluir esse primeiro mapa, vamos para um segundo, com mais algumas fases e depois o confronto final com Fat Cat.

    Jogar Chip 'n Dale foi uma ótima experiência, me remetendo ao tempo que eu tinha o Dynavision e não sei como surgiu um cartuchinho com esse jogo na minha casa.
    Assisti ao desenho animado, mas não era dos meus favoritos, então a nostalgia foi mais pela época que propriamente pelos personagens. Mas confesso que estou animado em ver o novo filme.
    Segui direto para o segundo jogo, apesar de usar a mesma engine, é notório a evolução nos modelos, eles estão mais vivos e detalhados, mesmo que seja a adição de uma ou duas cores a mais.

    O mapa foi abolido, convenhamos, não fazia muita diferença.
    Mas a principal mudança, foi nos confrontos com os chefes, agora cada chefe possui combates completamente diferentes, forçando mais o jogador, em certos momentos, parecia que eu estava jogando Megaman.

    Já a história, bom, ela é uma bagunça, aqui o Fat Cat, que havia sido preso no final do primeiro jogo, foge da cadeia e rouba uma urna de um antigo faraoh, fiquei todo o jogo esperando uma fase no Egito, o que não aconteceu.
    Conseguimos recuperar a urna, mas isso era uma isca para que o Fat Cat tivesse sua vingança, e ele nos ataca com um robô gato gigante.

    De modo geral, o segundo jogo é mais desafiador e como os controles são bem responssíveis, é gostoso demais de se jogar ambos os jogos.
    Pretendo jogar outro clássico da Disney/Capcom, mas o pouco que joguei, não me animou muito não, embora seja um jogo idolatrado...

    17
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      jcelove · 3 months ago · 3 pontos

      Esse lance da falta de foco é um problema comum com com jogos e streaming. É tanta coisa instantaneamente disponivel que acaba nao tendo valor algum. A gente acaba virando sommelier de jogo e video, experimentando rapidamente ou as vezes nem isso.hehe
      Diferente de quando tinhamos um jogo ou um vhs por meses e precisavamos tirar cada gota dele.pq nao tinha outra opçao.

      Esses do tico e teco tem seus fas mas nunca me empolgaram mas é pq eu nunca curti plataforma mesmo. Ducktales é mais querido mas eu so empolguei com o remake pq era lindão. XD

      Aproveita e olha o do darkwingduck que tbm é da capcom e tbm era maneiro, quase um megaman.

      Ah e na vibe do tico.e reco assiste o filme, é a zpeira mais legal e cheia de referencias desde uma cilada pra roger rabbit...

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      mateusfv · 3 months ago · 3 pontos

      Joguei bastante o primeiro, e segundo quando criança, no DVD que tinha (no caso o aparelho leitor de DVD), pois ele tinha embutido um emulador de NES, foi ai que descobri muita coisa do console, e em teoria foi o meu primeiro "video game", mas só em teoria kk

      Porém nunca acabei nenhum deles, se não me engano teve uma coletânea com esses dois, e mais alguns jogos da Disney feitos pela Capcom, que saiu pra os consoles recentes, quem sabe jogue por lá um dia.

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2022-10-28 06:36:16 -0200 Thumb picture

    TV Box e Controle arcade

    Esse texto é uma continuação da saga da TV Box

    Eu estava bem frustrado com os  constantes erros que a TV Box vinha apresentando e fiz aquele texto, por coincidência, na mesma noite saiu uma atualização que prometia resolver tudo que eu estava reclamando.

    Baixei e de fato agora ela está bem mais estável e corrigido o problema das capas. Eventualmente acontecem alguns travamentos, que são normais, já que minha TV Box é de um modelo mais antigo.

    Recentemente tenho jogado jogos de PC Engine e PC Engine CD, uma particularidade desse sistema de emuladores é que os 2 eram considerados o mesmo, até ai tudo bem, só que os jogos da versão CD não carregavam as capas.

    Com o meu toc de deixar tudo organizado, separei os jogos e criei uma nova pasta exclusiva para o PC Engine CD, fazendo também um wallpaper seguindo o modelo do sistema. Assim que separei, foi só carregar as capas e sucesso. Fiquei bem satisfeito com o resultado.

    Os controles que havia comprado chegaram, o genérico USB no padrão playstation não tem segredo, cumpre o que se espera.

    Já o de arcade,  assim que pego a caixa, vejo que ela foi perfurada pelo correio e sinto aquele frio na barriga que só quem compra on-line sabe como é.

    Felizmente o estrago foi apenas na  caixa,  embora o controle tenha vindo arranhado, pelo ângulo do furo e pelo fato do plástico de proteção estar intacto, é meio improvável que tenha sido o correio o causador da marca.

    Acredito que tenha vindo da loja assim e esperassem que eu não fosse perceber ou nem eles perceberam, sei lá.

    No começo fiquei meio chateado, mas depois deixei pra lá uma hora ou outra ele iria arranhar e se for o caso colo um adesivo ali.

    Já tive um controle semelhante há algum tempo e precisei vender ele quando meu filho ia nascer para comprar fraldas e afins. Mas lembro que na época eu não tinha me adaptado muito bem, jogava bem mal o Street Fighter 4, preferindo usar o controle normal. O controle de arcade acabou ficando quase que exclusivamente para beat n'ups.

    Quando atualizei o sistema da minha TV Box e fui inundado por 457841 jogos, acabei pegando com mais carinho jogos como The King of fighters e Samurai Shodow, sempre fui um cara do Street Fighter, apesar de ser apenas um jogador mediano.

    Com o novo controle de arcade, que não tem nada demais, é o básico do básico, percebi que está sendo mais fluido o uso dos ataques, tendo problemas por enquanto apenas com a movimentação geral.

    Uma coisa que fiz questão que o controle tivesse, era a compatibilidade com o PS4 e falar para vocês que empolguei com o Street Fighter V como nunca tinha empolgado desde o eu lançamento.

    Leva um tempo até meu corpo se adaptar, mas já posso dizer que me sinto mais capaz do eu era há 6 anos atrás.

    Logicamente não será para uso exclusivo em jogos de lutas, já que sempre gostei de beat n' ups e joga-los assim é uma experiência maravilhosa. 

    Quem também está adorando é meu filho, que sempre que vem aqui jogamos algo.

    Street Fighter V

    Platform: Playstation 4
    853 Players
    477 Check-ins

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