2017-01-02 19:55:46 -0200 2017-01-02 19:55:46 -0200
usoppbr João Carlos

MeMe Gamer: O Que Você Jogou em 2016?

2016 passou e vamos seguindo para a 6ª Edição do MeMe Gamer! Esse é o momento que eu aproveito e falo sobre os principais jogos que eu terminei no ano que passou e o que eu espero continuar jogando em 2017. Quem quiser participar, as inscrições e publicações vão até 09/01 no seguinte link. Agora sem enrolar mais, vamos aos jogos!

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The Walking Dead: Michonne (PC, 2016)

Presente de aniversário que recebi da minha esposa, eu já havia jogado as 2 temporadas anteriores e fiquei cético pra jogar essa mini-série de 3 capítulos porque as coisas já não andam muito boas na série principal, porém eles conseguiram tomar certas liberdades interessantes já que nenhum personagem conhecido aparece aqui. A liberdade de escolha aqui é igual à Primeira Temporada, que muda o curso do jogo de uma maneira drástica dependendo da cena, porém eu ainda acho que as histórias estão ficando sem graça porque eles focam demais nos humanos como o problema e não os monstros. Vou aguardar mais um pouco pra jogar o The New Frontier.

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Technobabylon (PC, 2015)

Jogo que me fez conhecer a engine produtora de adventures da Wadjet Eye games, a história do jogo é realmente o ponto alto aqui. A dublagem é bem convincente e todos os diálogos são dublados, não há uma única fala que não esteja de fora e isso é impressionante para um título independente. História excelente, dublagem ótima e só peca mesmo pela engine rodar em uma resolução de 640x480 que estoura os pixels até mesmo em uma tela de 14 polegadas de Notebook. Nem queria fazer propaganda, mas fiz uma gameplay completa do jogo para o meu canal. 

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Hexen II + Mission Pack: Portal to Praevus (PC, 1997-1998)

Tentei terminar esse jogo no passado, mas ele não me agradou muito de primeira. Quando finalmente decidir jogar até o fim independente da minha opinião, o jogo me surpreendeu de uma maneira muito positiva. Os cenários são bem variados, os personagens são bem diferentes e mudam completamente o método de jogar como no primeiro jogo e a trilha sonora também é muito boa. O Mission Pack fecha a série de uma maneira convincente, porém é bem curto e não pode ser encontrado à venda na internet - o que é uma pena porque ele é quase tão bom quanto o jogo original. Foram as 16 horas mais recompensadoras que tive em 2016.

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Descent I + Descent II (PC, 1995-1996)

Era pra eu estar falando da trilogia, porém tive vários contratempos pra conseguir rodar Descent 3 aqui e ele vai ficar pro ano que vem. O primeiro Descent foi um jogo lançado em 1994 que trouxe como novidade a movimentação em "Six Degrees of Freedom", ou seja se movimentar livremente em 360 graus em um ambiente com gravidade zero. O primeiro jogo tem músicas muito bem feitas e um ritmo um pouco mais lento de exploração, porém em Descent II eles trocaram isso em favor de um jogo de ação ao invés de exploração propriamente dita. Eu curti mais o primeiro, mas o segundo é muito bom também. E em 2017 virão Overload (dos criadores de Descent I e II) e Descent Underground (dos criadores de Descent 3) para nossa alegria.

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Chromagun (PC, 2016)

Esse foi um jogo que chegou ao meu conhecimento "do nada" através de um e-mail enviado para o canal de YouTube que participo e me surpreendi bastante por descobrir que um jogo independente consegue se basear em outro famoso mas mostrar como não é preciso de muito para diferenciar dos outros. Em Portal, tinha a arma de teletransporte, aqui temos a Chromagun que atira balas de 3 cores diferentes e ajudam na superação dos desafios. Só achei que a física do jogo não é muito boa, mas também seria pedir muito de uma empresa tão pequena que fez o jogo em um motor gráfico tão bom. Foram 5 horas e 20 minutos muito bem divertidos, na minha opinião.

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The Wolf Among Us (Xbox One, 2014)

Adição de última hora na minha lista, porque quando terminei de escrever e estava pensando em postar eu ainda não tinha noção de que iria ganhar um Xbox One na minha lista de casamento. Era um dos jogos que minha esposa adquiriu ao longo dos anos por mantermos uma assinatura da Xbox Live Gold mesmo sem ter o console só pra termos uma boa quantidade de jogos quando finalmente comprássemos um. O jogo em si me surpreendeu bastante, porque diferente dos The Walking Dead mais atuais ele ainda passa aquela sensação real de escolha quando se está jogando. A história muda de uma maneira bem convincente dependendo das suas escolhas e você vira escravo delas até o final do jogo se fizer algo que não queria. O melhor da Telltale que eu joguei até hoje.

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Jogos no Windows 10 Mobile.

Com a perda do meu PSP ainda no início do ano, eu decidi dar uma chance ao cursor virtual e me aventurei por alguns jogos. Nem todos me satisfizeram tanto, então não vou perder tempo reclamando e vou direto aos que mais gostei. No caso do Final Fantasy, é uma adaptação que infelizmente está muito datada no sistema e não contém bestiário, mas consegui aproveitar a experiência mesmo assim. Gostei bastante e infelizmente no sistema não tem o II e o III eu achei ruim de jogar na tela Touch. Já os outros 3 jogos, funcionaram muito bem no Touch: Mirror's Edge, uma bela adaptação da versão PC de uma maneira mais simples e direta que a original; Monument Valley, um dos jogos mobile mais originais, bonitos e desafiadores que eu já vi; Lost Echo, um adventure 3D com clima de jogo antigo mas com elementos mais atuais. Infelizmente, foram poucos jogos que valem a pena ser mencionados porque alguns não consigo jogar bem tocando na tela.

Outros jogos que terminei e valem a pena ser mencionados: 8-Bit Commando, bOllO, Garou: Mark of the Wolves, Lyne, Monkey Island 2: Special Edition, Pro evolution Soccer 2017, Tcheco in the Castle of Sarney, todos para PC.

Super Mario World

Platform: SNES
27634 Players
400 Check-ins

7
  • Micro picture
    santz · over 5 years ago · 1 ponto

    Do nada o cara marca Super Mario World, não entendi.
    Monument Valley é muito foda mesmo, eu gosto de dizer que é uma poesia em forma de jogo.

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