2015-12-25 22:04:51 -0200 2015-12-25 22:04:51 -0200
usoppbr João Carlos

MeMe Gamer: O Que Você Jogou Em 2015? #oqvj2015

É isso aí, galera! Mais um ano se passou e a nossa brincadeirinha entre um grupo de amigos que começou em 2011 está de volta! Esse ano eu tive o prazer de ter tido bastante tempo para me dedicar à games que eu sempre ouvi falar mas nunca havia terminado e também conheci alguns jogos novos muito interessantes que saíram e não receberam tanto alarde assim da mídia especializada. Estas aqui foram as minhas impressões sobre 2015 e no final tem uma lista rápida de recomendação porque se não o texto ficaria muito longo!

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Tales of Zestiria (2015)

Se tem um jogo que justificou o investimento (e quase ser deservado também) em 2015 foi este aqui! A primeira entrada da série nos PCs já chegou com uma aventura totalmente diferente do que eu já tinha jogado antes e gráficos sensacionais. Não sou um desses jogadores de longa data da série, mas sempre acompanhei de perto os lançamentos - e finalmente poder jogar um jogo dessa série foi muito gratificante. O estilão de anime e personagens meio infantis engana fácil a trama complexa que rola no jogo.

Como comprei na pré-venda, garanti a minha cópia de Tales of Symphonia para o ano que vem.

Star Wars Knights of the Old Republic II: The Sith Lords (2004, atualizado 2015)

Esse aqui eu já tinha começado a jogar em 2013, mas apesar de rasgarem elogios na internet quando se fala desse jogo, não gostei tanto quanto o primeiro e acabei deixando de lado depois de 8 horas de jogo. Do nada esse ano, a Disney lançou um update para o jogo que incluia todo o conteúdo criado por fãs que havia sido removido da versão final do jogo por falta de tempo da Obsidian na época, além de Conquistas, então não resisti dar uma outra chance ao jogo. 38 horas depois, completei o jogo apenas para chegar na mesma conclusão que já havia tirado. Ainda prefiro o primeiro.

Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas (2015, anterior iOS)

Uma das surpresas do ano, na minha opinião. Conheci no Blog do MarvoxBrasil por acaso e olhando apenas pelas imagens dava à crer que era apenas um clone de Zelda: Wind Waker, mas o jogo vai um pouco além disso. É um jogo bem mais simples do que a grande série da Nintendo, mas os produtores correram por fora e incluíram suas próprias características marcantes dentro do jogo. Uma bela jornada de 22 horas que me rendeu bons momentos. Espero que não haja continuação direta para não estragarem o que foi criado aqui.

Evoland (2013)

Esse foi outro que me surpreendeu, mas de outra maneira. Evoland é daqueles jogos que se você não jogou outros para entender as suas paródias, acaba virando um jogo medíocre. Como eu tive a "sorte" de ter jogado todos esses jogos (leia-se Final Fantasy VII, The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Diablo), acabei por passar por uma jornada bastante divertida cheia de comédia e paródias muito bem boladas sobre os clássicos citados acima. Vou ficar devendo Evoland 2 para a próxima.

id Software/Raven Software (Wolfenstein 3D, Doom, Heretic, Hexen)

Nesse ano, eu decidi acabar de uma vez só com vários jogos clássicos de PC que eu nunca havia jogado até o fim. Comecei o ano terminando Final Doom, jogo que sempre parei em algumas partes difíceis e desisti e depois rejoguei The Ultimate Doom e Doom II: Hell on Earth só pra ver o quanto minhas habilidades haviam melhorado depois de Final Doom. Logo após, joguei Heretic, um jogo que não funciona bem no formato que ele foi lançado, mas graças à inteligencia da Raven Software eles lançaram Heretic no formato correto e a sua expansão.

Quase no final do ano, fui terminar Wolfenstein 3D pela primeira vez com tudo 100%, assim como Spear of Destiny e os seus pacotes de expansão bem diferentes. Estes tive que usar MOD gráfico para tirar o clipping da versão lançada no Steam pois isso me dava muita dor de cabeça depois de 10 minutos jogando. Do que eu planejava jogar, fiquei devendo Master Levels for Doom II, que foi muito mal lançado no Steam, e Hexen II, que não gostei tanto quanto o primeiro, mas ainda pretendo voltar para ele depois...

Dark Souls: Prepare to Die Edition (2012)

Esse foi um dos jogos que torci o nariz à medida que fui conhecendo mas quando finalmente joguei, entendi todo o hype construído em cima dessa fina obra de arte. Os cenários são maravilhosos, as batalhas épicas e sempre pode acabar com a sua morte em um mínimo vacilo, porém o que mais me incomodou é que mesmo depois de deixar o personagem bem mais forte do que um inimigo comum esse risco de morte continua lá, só esperando você "se achar" depois e vacilar novamente. Recomendo apenas para jogadores pacientes.

Yatagarasu: Attack on Cataclysm (2015)

Um dos jogos que eu acompanhei o lançamento de perto desde os primeiros Beta lançados, Yatagarasu foi lançado de uma maneira meio amadora mas o conteúdo do jogo é bem sólido no quesito jogabilidade. Os menus são simples até demais, as músicas e os cenários bem genéricos e tampouco os gráficos foram feitos em HD, mas o principal de um jogo do gênero que é a jogabilidade é bem variada e me cativou de primeira. Teria jogado muito mais se o online funcionasse melhor.

Outros jogos que joguei em 2015 e recomendo: Tcheco in the Castle of Lucio, FEZ, Memento Mori, Volgarr The Viking, PES 2016, Odallus: The Dark Call, Kung Fury, Checkered Flag.

Tales of Zestiria

Platform: PC
227 Players
188 Check-ins

4
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