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  • therockin Jhosef Ferreira
    2021-01-04 18:52:21 -0200 Thumb picture
  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-11-10 21:01:44 -0200 Thumb picture
  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-11-05 22:31:09 -0200 Thumb picture
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    Post by therockin: <p>Dando uma breve pausa nos demais jogos para apre
    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    877 Players
    286 Check-ins

    Dando uma breve pausa nos demais jogos para apreciar este aqui.

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-08-21 11:50:43 -0300 Thumb picture
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    Registro de finalizações: A Short Hike

    Zerado dia 21/08/20

    A Epic Games deu A Short Hike um tempo atrás e eu, na minha ignorância infinita, ignorei o jogo. Nunca tinha ouvido falar e olha essa arte da imagem acima! Meh.

    Recentemente houve uma mobilização de desenvolvedoras indies que ofereceram seus jogos à preço de banana num pacote de mais de 700 títulos! Fui dar uma olhada na lista e eles colocaram os mais importantes na parte de cima, incluindo Celeste, Night in the Woods e... A Short Hike. Cheguei a dar uma pesquisada sobre o bundle e vi muita gente citando o jogo como um dos destaques. Legal.

    Nessa semana a Nintendo fez uma transmissão ao vivo focada em jogos indies que virão ao Switch e entre eles estava esse jogo. A diferença aqui é que teve um vídeo, o primeiro que vi de A Short Hike, que me conquistou instantaneamente!

    O visual é incrivelmente parecido com jogos de Nintendo DS, como os Zeldas exclusivos dele. Como faz tempo que joguei DS, na minha cabeça era apenas o primeiro portátil 3D da Nintendo, mas sem nada a mais que me fizesse sentir saudades do mesmo (e olha que foi o sistema que mais zerei jogos, cerca de 200). Acho que meus últimos tempos com o portátil e jogos menos importantes me fizeram esquecer de sua essência.

    Quando eu vi o gameplay de A Short Hike eu (re)descobri uma época muito gostosa da minha vida, uma nostalgia que eu não sabia que jamais sentiria ou até precisava. Cara, que saudades dessa época! 2010 e por aí foram os anos de DS pra mim, um mundo tão bacana que veio depois do GBA e num tempo que eu basicamente só vivia emulando o mesmo, SNES e N64.

    Já esse indie aqui conseguiu replicar muito bem os gráficos daquele tempo, o cel shading, as animações, os elementos! Fiquei muito excitado em jogar isso e mais feliz ainda sabendo que chegaria no mesmo dia!

    Chegando em casa do serviço, já com as lojas do Switch certamente atualizadas, e pra minha tristeza o preço não estava muito próximo do que eu gostaria. Mas eu precisava jogar esse jogo!

    Esperei mais um tempo e como está rolando uma grande promoção de indies por lá, eu estava acessando a loja com alguma frequência em busca de super preços e sempre vendo A Short Hike quase que sem querer, me fazendo ter mais vontade ainda de jogar! Eu não estava me aguentando!

    "E se rodar no meu PC?" - eu sempre me esqueço dele.

    Poderia ter comprado o jogo, mas computadores pra mim são uma grande incógnita. As coisas as vezes funcionam, as vezes não, as vezes rodam bem ruim. Eu nunca sei o que esperar. 

    Procurei um torrent e achei um que nem precisava instalar, bem levinho e funcionou! Tive que sair pro trabalho ontem e a noite foquei num jogo meio arrastado que estou jogando no Switch, mas hoje de manhã lembrei desse aqui, famoso por ser curtinho (1 hora e meia).

    Abri o jogo e dei uma olhada nas opções. Há a possibilidade de remover a "pixelação" dos gráficos e deixá-lo com cara de bem mais moderno, mas o jogo não foi pensado pra ser jogado assim (inclusive isso é avisado nessas opções). Dei uma olhada e voltei pro visual original.

    A aventura em si lembra um bocado os Zeldas de DS, como já imaginava, só que sem a parte de controles touchscreen. Também não há combate (embora você possa atacar com os gravetos que encontra) e o foco é na exploração, coleta de colecionáveis, interação com personagens e mini quests (a maioria opcionais) de procurar itens e trazê-los para determinados NPCs.

    A história se baseia na sua personagem querendo ir ao topo da montanha da ilha. Explorar e interagir com as coisas é bem divertido e dá vontade de fazer 100% na aventura, mas há a opção de sair correndo pro final, embora talvez seja bem mais difícil se você não tiver adquirido certos upgrades.

    Os primeiros NPCs te guiam bem para usar comandos básicos, como planar, escalar e afins. Alguns deles já te darão quests opcionais de cara, como a de coletar 20 conchas, que comecei buscando mas fui percebendo que eles estão por toda a ilha do início ao fim da aventura.

    De importante mesmo são as penas douradas. Algumas são conseguidas simplesmente as encontrando, outras são compradas ou prêmios de quests. Essas penas especiais te dão a habilidade de pulos adicionais para cada uma que tiver e servem como medidor de stamina em escaladas. No final do jogo, por exemplo, havia um "atalho" para subir uma boa parte da montanha mas que dependia de mais penas do que eu tinha, então tive que procurar outras alternativas para seguir subindo.

    Conforme você fica mais poderoso e cumpre tarefas, abre novas rotas e percebe cada vez mais como a ilha é pequena. Quer dizer, você pode cair ou voar diretamente pro início da aventura facilmente, mas logo consegue voltar pra onde estava anteriormente sem se frustrar.

    Eu consigo imaginar que devem existir speedruns de A Short Hike super curtos pela internet, mas a graça vai além de chegar ao final.

    Como eu já havia dito, a exploração é muito bacana e o senso de liberdade de poder voar por aí com a personagem dão até um certos feeling de Super Mario 64.

    Os demais personagens são diferentes e tem falas interessantes, te dando informações e mais motivos pra continuar jogando.

    As quests mesmo sempre envolvem diferentes tarefas ou itens/elementos ao jogo que não deixam que ele caia na repetitividade. Muito bacana!

    Eu fui jogando na boa sabendo que a aventura terminaria em breve, mas me surpreendi quando cheguei no cume da montanha. 1 hora e meia? Só se foi nessa primeira jogatina mesmo, pois tudo aconteceu mais rápido do que eu esperava!

    Resumindo: A Short Hike é um jogo breve mas muito divertido. Uma experiência muito bacana pra qualquer tupo de jogar e com um "tcham" a mais pra quem viveu bem a época do DS! Aproveitei bem o jogo, mas acho que teria ficado meio triste se tivesse pagado o valor pedido no Switch. Ainda assim, pretendo o comprar na plataforma em alguma promoção futura para fazer os 100%!

    De bom: lindo, carismático e muito bem feito. Jogabilidade simples. Músicas legais. Imersivo. Uma mensagem bacana e sem forçar a barra.

    De ruim: um pouco curto demais, talvez. Algumas partes irritantes fazem você escorregar das alturas e ter que subir pedaços novamente (culpa minha também de ter jogado no teclado).

    No geral, eu recomendo o jogo para todo mundo. Todo mundo! Tire aí uma hora e pouco do seu dia e jogue essa belezura! Alguém pode por favor fazer um port pro DS? Obrigado! Haha!

    A Short Hike

    Platform: PC
    65 Players
    26 Check-ins

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      lgd · 10 months ago · 2 pontos

      Depois de ler, deu vontade d jogar rsrsrs

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      kleber7777 · 10 months ago · 2 pontos

      Recomendo também. Bem curtinho.

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      topogigio999 · 10 months ago · 2 pontos

      Tem speedrun desse jogo com menos de 3 minutos oO

  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-08-24 19:50:22 -0300 Thumb picture
    therockin checked-in to:
    Post by therockin: <p>Finalizado e após anos, acho que essa dor fantas
    Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

    Platform: Playstation 4
    1460 Players
    529 Check-ins

    Finalizado e após anos, acho que essa dor fantasma não vai acabar tão cedo.

    Onde tudo começou para mim, será onde tudo termina.

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  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-08-17 18:20:18 -0300 Thumb picture
  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-08-04 17:24:19 -0300 Thumb picture
    therockin checked-in to:
    Post by therockin: <p>Depois de anos desde o lançamento, finalmente es
    Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

    Platform: Playstation 4
    1460 Players
    529 Check-ins

    Depois de anos desde o lançamento, finalmente estou jogando o capítulo final.

    1
  • therockin Jhosef Ferreira
    2020-03-06 20:29:39 -0300 Thumb picture
  • 2020-01-11 19:38:01 -0200 Thumb picture
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    O incrível jogo feito no RPG Maker que ganhou um remake para PS1

    Medium 3768558 featured image

    (Repost)

    Eu lembro que a uns anos atrás (2013-2015), jogos feitos no RPG Maker eram febre, mais ainda do que hoje em dia. A todo o momento eu via pessoas falando de Ib, desenterrando Yume Nikki, e Ao Oni ganhando centenas de versões diferentes. Mas, como já vimos com Corpse Party, jogos feitos nessa engine do Maker já existem a mais tempo.

    No ano de 1998 a empresa ASCII Entertainment organizou um evento onde vários desenvolvedores indies competiriam entre si, cada um apresentando um jogo de autoria própria.

    Nessa competição, um cara chamado Nishida Yoshitaka apresentou um jogo muito diferente do usual, intitulado: Palette.

    Em Palette, você começa vendo o famoso psiquiatra Cyanos B. Syan em seu consultório falando em um jornal, sobre seu trabalho. Mais tarde ele decide ir embora, mas antes que pudesse sair de seu consultório, uma mulher do lado de fora de sua sala o interrompe, dizendo que ele precisa urgentemente atender uma garota no telefone. Cyanos logo se vê coagido a aceitar a chamada, e é ai que a trama começa de fato.

    Assim que o psiquiatra atende a menina, ela diz que se chama B.D e que tudo que ela vê é vermelho. A garota é cega e perdeu a memória, e Cyanos tenta fazer a garota recuperar sua memória de pouco em pouco.

    Na maior parte do jogo, você controla a garota, que é limitada por uma barra de “energia” que representa quantidade de memórias que ela já tem. Essa barra de energia existe pois como a personagem está comprometida mentalmente, a cada esforço que ela faz, a barra perde uma parte, e conforme a história vai avançando, a barra fica maior e com mais “energia” para gastar sem chegar no zero. Caso a barra chegue no zero, B.D fica com uma forte dor de cabeça, a chamada encerra e Cyanos tem que ligar para ela de novo.

    Esses esforços são feitos quando B.D “quebra” uma espécie de parede de vidro, que são as limitações de sua memória ou quando ela “desbloqueia” algum “interruptor” que seria algo ou alguém que representa uma memória muito importante e que abre uma nova cena para que B.D recupere mais memórias.

    Sem dar spoilers, apenas direi que esse jogo me surpreendeu muito. A história é extremamente bem construída, original, misteriosa e te prende do inicio ao fim. É um jogo que definitivamente merecia mais jogadores e admiradores.

    Merecidamente, Nishida foi o vencedor do concurso, e não só ganhou uma quantia generosa de dinheiro, como teve um remake de seu jogo feito para o Playstation intitulado Forget me Not: Palette.

    O jogo teve seus gráficos melhorados, músicas originais, cenas com animações diferentes e até dublagem em algumas partes.

    Abertura do jogo de Playstation: 

    Download: Infelizmente essa versão foi lançada apenas no Japão, mas para a nossa sorte, o jogo original foi traduzido para o Inglês e pode ser baixado aqui: http://www.vgperson.com/games/palette.htm

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      hanzy · over 1 year ago · 2 pontos

      Nossa, é muito louco ver alguém tentar algo tão diferente assim com as limitações que existiam na época. Se for pensar esse jogo funcionaria muito bem hoje seguindo essa linha de jogos de terror/suspense que não tem muita ação, tendo foco maior na narrativa.
      Fiquei bem curioso pra ver como esse jogo funciona, talvez eu baixe ele pra dar uma olhada

      1 reply
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      topogigio999 · over 1 year ago · 2 pontos

      Quero pra ontem :)

      1 reply
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      kess · over 1 year ago · 2 pontos

      Já tinha entrado na minha lista, agora tendo acesso, melhor ainda! Adoro essas raridades excelentes, verdadeiras pérolas escondidas!

  • therockin Jhosef Ferreira
    2019-11-21 21:29:14 -0200 Thumb picture
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