• rafa9000 Rafael Gazola Ghedini
    2022-09-06 17:22:35 -0300 Thumb picture

    YeS! Comprei Ys!

    Comprei Y's: Lacrimosa of Dana no Switch por apenas 40 contos(digital), fiz um bom negocio?? Quem aqui ja jogou? Oque acharam do jogo?

    Ys VIII: Lacrimosa of DANA

    Platform: Nintendo Switch
    31 Players
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      igor_park · 3 months ago · 1 ponto

      Tecnicamente é um jogo bem atrasado, em detalhes, gráfico, física entre outros pontos. Entretanto como RPG tem um combate razoável comparado a brigas de bar de um tale of por exemplo e tem uma exploração bem decente. É um jogo regular.

  • 2022-05-16 14:34:27 -0300 Thumb picture

    Franquia Ys: Por onde começar?

    Medium 3913973 featured image

    Existem inúmeras franquias de jogos formidáveis apenas esperando para serem encontradas e descobertas e, a franquia Ys é um desses casos, por isso, nós preparamos esse guia para você iniciar de forma incrível numa das melhores franquias de RPG esquecida por aqui.

    A série Ys é um marco no Japão há décadas e é quase tão popular quanto a franquia Zelda por lá...Mas por aqui, as coisas não são bem assim. A série realmente atingiu algum sucesso no ocidente com o lançamento de Ys Seven pela XSEED no final de 2010 e a popularidade da saga vem crescendo aos trancos e barrancos desde então. 

    A franquia Ys gira em grande parte em torno de um único personagem principal chamado Adol, que é um aventureiro lendário que escreveu seus contos na velhice em formas de diários, que são descobertos mais tarde e cada jogo é considerado uma “leitura” de um novo capítulo dessas recordações. 

    O jogo é conhecido por sua narrativa envolvente, seus puzzles no estilo plataforma e o seu combate de ação, algo diferente para os J-RPG's (que normalmente são de combates por turno, ainda mais na época em que Ys surgiu).

    Esse "guia" tem como objetivo introduzir os recém-chegados a essa franquia apresentando os jogos de forma sequencial, que no caso seria a forma correta de ser jogado para aproveitar o máximo a história, no entanto, nem todos os jogadores irão se dar bem logo de cara com a franquia e seu estilo diferenciado por algumas questões, mas tendo isso em mente, existem outros jogos mais "amigáveis" aos jogadores de primeira viagem e que podem ser um pontapé inicial para conhecer a serie, que são eles: Ys VIII: Lacrimosa of Dana , Ys Origin e Ys IV: Memories of Celceta, além do mais recente Ys IX: Monstrum Nox. Mas para aqueles que querem seguir a ordem cronológica, basta seguir o texto.

    Os primeiros jogos usavam o que é comumente chamado de “Bump Combat”,  isso quer dizer que para atacar o inimigo ou ser atacado, devemos empurrar o inimigo enquanto caminhamos. Dependendo da forma que tocamos no inimigo, podemos tomar ou dar dano, é meio difícil explicar mas na hora de fazer é bem intuitivo e esse logo de cara é um dos motivos que podem afastar jogadores a primeira vista. Apesar disso, os jogos posteriores evoluíram para sistemas de combate de ação mais completos, repletos de habilidades especiais, mecânica de esquiva e outros recursos ao qual estamos mais acostumados.

    Ys Origin (2006)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox One, Nintendo Switch

    Embora o Ys Origin não tenha feito tecnicamente sua estreia como o primeiro jogo da franquia, em termos de cronologia e acessibilidade, ele pode ser listado primeiro. Ele é um dos únicos jogos da série em que o jogador assume o papel de alguém que não seja o aventureiro Adol.

    Se passando 700 anos antes do nascimento do nosso herói ruivo, a história de Ys Origin é contada a partir de três perspectivas distintas, com cada personagem usando um estilo de combate diferente. Combinando o estilo plataforma com seus combates cheios de ação, o game tem várias opções de dificuldade para permitir que jogadores de todos os níveis de habilidade entrem na história. 

    Aqui, os jogadores têm a tarefa de subir pelos vinte e cinco andares de uma torre misteriosa com um dos três personagens e descobrir os eventos que eventualmente levaram a uma série de aventuras com nosso protagonista Adol. Como uma prequel, a história é naturalmente limitada, mas faz um excelente trabalho por ter um ótimo fator replay graças a diferença entre seus personagens jogáveis. 

    Para os jogadores que querem ter um gostinho do "Action Combat" da série, Ys Origin é uma escolha barata e de fácil acesso para qualquer novato e é uma viagem na memória para aqueles que começaram com Ys I e II .

    Originalmente localizado pela XSEED Games, seu script foi comprado pela DotEmu, que desde então o publicou em vários consoles modernos.

    Ys  I e II

    Ys I & II Chronicles+ (2013)
    Disponível em: PC (Steam/GoG)


    Ys I e II (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, PC, PlayStation 2, Nintendo DS, PlayStation Portable, iOS, Android


    Ys I: Ancient Ys Vanished (1987)
    Disponível em: Nintendo Famicom, Sega Master System, MS-DOS


    Ys II: Ancient Ys Vanished – The Final Chapter (1988)
    Disponível em: Nintendo Famicom, MS-DOS

    Embora originalmente lançados em 1987 e 1988 respectivamente, os dois primeiros jogos da franquia são normalmente vistos como um título único interligado atualmente e tendem a serem vendidos juntos, com a versão mais atualizada dos dois jogos sendo Ys I e II Chronicles +,  disponível exclusivamente no PC.

    O jogo começa com Adol chegando às terras de Esteria completamente sem memória. Sua busca para reunir os seis livros de Ys o leva numa jornada cheia de altos e baixos. O segundo jogo começa imediatamente após a conclusão do primeiro, onde Adol se encontra em Ys, a ilha flutuante acima do mundo (e a casa dos heróis apresentados em Ys Origin).  A história de Adol rapidamente se entrelaça com personagens vistos em Origin, incluindo as Deusas gêmeas e descendentes dos sacerdotes de Ys que serviram a dupla.

    A característica mais memorável sobre esses primeiros títulos é o sistema de batalha, que foi citado anteriormente). Ao contrário de seu primo distante, Legend of Zelda , Ys abandona os movimentos do combate de ação para adotar o “Bump”, onde Adol precisa esbarrar em um inimigo para causar dano. Embora pareça simples a primeira vista, o combate pode ser complicado de dominar. Os jogadores se encontrarão em um turbilhão sem fim com os inimigos, tentando aprender os padrões de ataque e encontrando a oportunidade certa para dar o "bump". 

    O jogo também dá ao jogador várias ferramentas para compensar a curva de aprendizado. Enquanto estiver do lado de fora de dugeons e outros ambientes, Adol lentamente regenera a saúde quando está parado, permitindo que os jogadores se recuperem de tentativas equivocadas de bater com um pouco de paciência. Mais tarde, os jogadores receberão um anel que também recupera a saúde dentro de casa, além de acelerar o processo de cura anterior fora de locais. Adol também ganha experiência ao derrotar inimigos, o que por sua vez significa armas mais fortes à medida que o jogo avança, como todo bom RPG. No final do jogo, os inimigos regulares explodem no segundo em que Adol os toca, uma sensação que é sempre satisfatória e nos transmite toda aquela sensação de poder que adquirimos ao conseguir nossos níveis mais altos.

    Para os jogadores que querem começar onde a série começou e não se intimidam com o combate de ação no estilo bump, Ys I & II é o ponto perfeito para começar uma jornada na franquia Ys .

    Ys (III): The Oath in Felghana

    Ys: The Oath in Felghana (2005)

    Disponível em: PSP, PC (Steam/GoG)


    Ys III: Wanderers de Ys (1989)

    Disponível em: TurboGrafx-CD, Famicom, Super Nintendo, Sega Genesis, PlayStation 2

    Três anos se passaram desde que Adol libertou o continente flutuante das garras do mal quando sua aventura em Oath in Felghana começa. Junto com seu companheiro fiel Dogi, Adol é rapidamente encarregado de recuperar várias estátuas para libertar o amigo de infância de Dogi de um antigo demônio despertado quando as estátuas foram perturbadas. O jogo original termina com uma nota bastante azeda, mas promete mais aventuras para Dogi e Adol. Foi-se o combate de colisão dos dois primeiros jogos; agora os jogadores devem escolher atacar pressionando um botão em um estilo de jogo de rolagem lateral que lembra Zelda II . Quase todo o resto do jogo, incluindo a interface do usuário, permanece o mesmo dos dois primeiros títulos.

    As diferenças entre o Ys III original e o remake de Oath in Felghana são como a noite e o dia. O jogo original de 16 bits sofre de controles desajeitados e picos de dificuldade brutais. Os jogadores podem se esforçar para ganhar experiência matando insetos nas minas apenas para passar pelas áreas de abertura. Como sua inspiração, Zelda II , o combate de rolagem lateral de Ys III faz parecer que o esmagamento de botões realiza mais do que habilidade. Isso é especialmente verdadeiro para algumas das lutas contra chefes. Embora os jogadores possam facilmente conseguir uma cópia da versão SNES por um preço baixo, eles enfrentam um desafio frustrante que ainda não vale o preço baixo.

    O remake de Oath in Felghana resolve todos esses problemas. Ele oferece uma dificuldade selecionável desde o início, tornando-o acolhedor para quem não está acostumado a RPGs de ação. Mesmo que um jogador selecione a dificuldade normal, os encontros com inimigos e as lutas contra chefes são bem equilibrados. Itens de cura também caem de inimigos abatidos, ao contrário de Ys III , onde os jogadores estavam limitados a uma erva de cura em seu inventário. The Oath in Felghana também expandiu bastante a história básica do jogo original, tornando-se a versão definitiva para quem acompanha a jornada de Adol. A versão original de 16 bits só vale a pena caso você queira passar bastante raiva e sair bem frustrado de sua experiência com YS...Sério, nem mesmo como curiosidade vale a pena.

    Ys (IV): Memeories of Celceta

    Ys: Memories of Celceta (2012)
    Disponível em: PlayStation 4, PlayStation Vita, PC (Steam)

    Apesar de ser o quarto jogo da série, Memories of Celceta se passa um ano após Ys II , e um ano antes de Ys III e é um reboot do Ys IV original. Ok, meio confuso? Eu sei...Mas vai fazer sentido.

    Previsivelmente, Adol chega a uma nova cidade chamada Casnan, que é uma cidade à beira de uma floresta desconhecida chamada Celceta. Um homem chamado Duren encontra Adol que está completamente esquecido de suas memórias, e afirma conhecê-lo e o arrasta até o governante de Casnan. É lá que a Governadora-Geral Griselda contrata Adol e Duren para explorarem a grande floresta de Celceta e desvendar seus segredos. Ao longo do caminho, os jogadores encontrarão uma infinidade de cidades, masmorras e missões secundárias para enfrentar. O jogo também inclui um sistema de criação robusto, dando aos jogadores a oportunidade de criar novos equipamentos e personalizar armas, algo muito bem vindo na franquia.

    Adol consegue trazer outras duas pessoas em suas aventuras, embora o sistema de parties seja introduzido pela primeira vez em Ys Seven, Celceta aprimora esse recurso para brilhar. Continuando a tendência dos Ys modernos, os jogadores podem apreciar a ação em ritmo acelerado, com os inimigos sendo fracos para um dos três tipos de armas em que cada personagem é especializado, seja perfurar, cortar ou bater, por isso é crucial saber qual personagem usar no momento e trocá-los conforme necessário. Ao longo do jogo, os personagens vêm e vão e, no final, um total de seis personagens completam o grupo. 

    Adol e seu grupo recebem um ataque padrão e ataques especiais que permitem aos jogadores encadear combos perfeitamente para destruir a população de monstros de Celceta. Esses ataques especiais aumentam de nível à medida que cada um é usado e desbloqueiam habilidades adicionais à medida que o jogo avança. Tudo isso mantém a ação a todo instante, permitindo que o jogador combine habilmente seus movimentos favoritos para derrotar inimigos difíceis. Cada personagem também recebe um ataque especial capaz de "limpar a tela", matando tudo ao seu redor.

    Como muitos  Ys modernos , o Celceta permite que os jogadores selecionem a dificuldade no início do jogo, o que o torna perfeito para os recém-chegados à série. Sua ação em ritmo acelerado também o torna uma venda fácil para os fãs de outros RPGs de ação como Kingdom Hearts ou que estão acostumados com RPG's ocidentais. Com uma versão para PC e uma port para o PS4,  Celceta também é de fácil acesso.

    Para aqueles que preferem jogar em movimento, uma versão no PSVita também está disponível, embora infelizmente os salvamentos não sejam transferidos entre as versões Vita e PS4. Cada versão do jogo é idêntica, então os jogadores podem simplesmente escolher a plataforma preferida sem se preocupar em perder um ou outro detalhe.

    Ys VI: The Ark of Napishtim (2003)

    Disponível em: PlayStation 2, PlayStation Portable, PC (Steam)

    Após um hiato de quatorze anos no ocidente após o lançamento de Ys III, já que todas as versões de Ys IV e V ficaram no Japão, a Konami trouxe Ys VI: The Ark of Napishtim para o PlayStation 2 em 2005, além de um lançamento para PSP anos depois. A XSEED Games deu aos jogadores de PC a chance de jogar The Ark of Napishtim em 2015, mas valeu a pena esperar tanto?

    Mais uma vez, Adol aparece na costa de uma praia depois que um ataque de uma frota de navios Romun levou seu barco a uma tempestade. Ele é resgatado por duas garotas da ilha, que o acompanham quando ele parte em uma aventura para desvendar os mistérios das Ilhas Canaã. Embora Napishtim inclua muitos rostos e personagens familiares da série principal de Ys, ainda é considerado um título independente, para que os jogadores ainda possam seguir a história sem se perder. The Ark of Napishtim usa o mesmo mecanismo visto mais tarde em Origin e The Oath in Felghana, fazendo com que o combate pareça semelhante a esses dois jogos. Os movimentos de Adol e os balanços de espada parecem mais lentos, e as partes em plataforma passam uma sensação estranha, tornando saltos mais precisos uma tarefa árdua.

    Em vez de magia, Adol pode escolher entre diferentes espadas elementais para atacarem Napishtim . Uma espada de vento rápida permite que os jogadores cortem e dilacerem seus inimigos em um redemoinho. Já a pesada espada de fogo pode ser carregada para liberar uma bola de fogo devastadora, derrubando tudo em seu caminho. Finalmente, a elegante espada relâmpago acumula estática, liberando uma bola relâmpago que quica várias vezes, derrubando inimigos em todos os lugares. Além das vantagens de combate, cada espada desempenha um papel fundamental na resolução dos quebra-cabeças das Ilhas Canaã.

    A versão definitiva de The Ark of Napishtim é sem dúvida a versão para PC. Não só oferece mais polimento, mas também dá aos jogadores uma vantagem significativa sobre as versões de console com a Asa de Alma Aprimorada, permitindo o teletransporte para qualquer save point visitado anteriormente. Dada a quantidade de idas e voltas que existem nos jogos Ys , este item por si só torna a versão PC uma escolha fácil, já que as versões de PS2 e PSP só permitem o teletransporte para fora das masmorras.

    Embora não seja um jogo terrível, os recém-chegados à série seriam mais bem servidos experimentando Origin ou Oath antes de encararem Napishtim . As espadas elementares fazem com que ele se destaque dos outros dois títulos, mas está bem claro que esse foi um primeiro rascunho para a Falcom. A versão PSP, disponível apenas via UMD, também possui telas de carregamento espetacularmente ruins, demorando bastante para concluírem. Pegue a versão para PC em uma promoção se qualquer curiosidade por Napishtim precisar ser saciada ou se você quer ter o prazer de jogar toda a franquia.

    Ys Seven (2009)

    Disponível em: PSP, PC (Steam)

    Embora o combate em grupo parecesse uma blasfêmia em um Ys no final dos anos 2000, isso claramente teve um impacto, pois a Falcom continuou a tendência para cada lançamento e remasterização de Ys desde então. Ys Seven marca a estreia deste sistema de parties, tendo sido lançado em 2009 no PSP no Japão, o jogo estreou no ocidente em agosto de 2010 como parte de um acordo de localização de seis jogos entre a Falcom e a XSEED Games para localizar os jogos das franquias Ys e Trails .

    Este conto começa com Adol e Dogi chegando à cidade de Altago, embora a dupla rapidamente caia na prisão após uma briga com os Cavaleiros do Dragão locais. O Rei de Altago, impressionado com a reputação da dupla, libera-os para investigar os misteriosos terremotos que assolam o continente. Como essa história ocorre no final da linha do tempo oficial de Ys, ela se destaca do resto, tornando-a facilmente acessível para os recém-chegados.

    Os fãs de longa data da série vão gostar de ter Dogi como um personagem jogável pela primeira vez, completo com uma habilidade chamada “Crusher”, homenageando seu legado de destruidor de paredes. O sistema de party oferece a ação em ritmo acelerado que os fãs modernos de Ys esperam. Como este foi o primeiro jogo a implementá-lo, falta o polimento de títulos posteriores como Memories of Celceta ou Lacrimosa of Dana .

    Mesmo que Ys Seven seja um ponto de entrada viável para recém-chegados, a escolha de plataforma para este jogo é extremamente limitada. Originalmente exclusivo para o PSP, uma versão para PC chegou em 2017 com gráficos atualizados, otimizações incluindo tempos de carregamento significativamente reduzidos e novas conquistas do Steam. 

    Ys VIII: Lacrimosa de Dana (2016)

    Disponível em: PC (Steam), PlayStation 4, PlayStation Vita, Nintendo Switch

    Marcando sua entrada no mundo HD, Ys VIII oferece aos jogadores a maior aventura de Adol até hoje. Este jogo reformula bem a série, trazendo um estilo de gameplay muito mais atual, sendo totalmente 3D e em terceira pessoa, algo muito mais similar aos demais RPG's que estão sendo lançados. Anteriormente os títulos da série tinham um ângulo de câmera fixo, o que podia incomodar alguns jogadores, mas agora, tudo está diferente. Ele usa um sistema de combate semelhante ao Memories of Celceta e Ys Seven , com três membros do grupo e uma série de movimentos especiais para desbloquear.

    Lacrimosa of Dana começa com Adol em um navio. Sem surpresa, este navio afunda e Adol é levado para uma ilha aparentemente deserta, com sua memória aparentemente intacta. O grupo encharcado parte para encontrar o resto dos sobreviventes do naufrágio e uma maneira de sair da ilha. Procurar os sobreviventes não apenas aumenta a vila central, mas desbloqueia novas áreas, além de ter vínculo direto com o final do jogo. Cada nova pessoa aumenta a emoção do jogo e cada indivíduo tem uma personalidade que brilha à medida que o jogo avança e os sobreviventes se unem em uma comunidade.

    A exploração é uma parte fundamental do charme de Ys VIII , o que é bom, já que Adol passará bastante tempo explorando a Ilha de Seiren. O mapa do mundo é enorme, com muitos segredos para descobrir. À medida que novos poderes são desbloqueados, o grupo vai querer voltar para as muitas áreas ocultas inacessíveis na primeira vez. Cada aldeão também tem várias missões para completar, aumentando seus pontos de reputação e preenchendo seu background. Adicione a pesca, o mini-jogo de ataque e as missões da história de Dana ambientadas em um passado distante, e isso se soma a um jogo Ys cheio de conteúdo,

    Ys VIII foi lançado originalmente no PlayStation Vita, embora esta versão não tenha todos os recursos listados acima. Um port aprimorado com conteúdo adicional logo chegou ao PS4, com lançamentos posteriores para Switch e PC. A versão inicialmente ideal é a de PS4 por ter adições em relação ao PSVita, e uma vez que a versão do Switch tem alguns problemas de desempenho e o lançamento original da versão para PC foi atormentado por problemas, embora muitos tenham sido corrigidos. Logo, fica a cargo do jogador escolher onde jogar (ainda que a versão de PS4 ou PC seja a mais recomendada. Vale dizer ainda que a versão para PC, é a única que possui multiplayer local, para quem quer jogar lado a lado com um amigo.

    Em termos de jogabilidade, Ys VIII é provavelmente a escolha definitiva para os recém-chegados. Com combate rápido, uma história independente e uma enxurrada de conteúdo, é um jogo obrigatório para qualquer jogador de RPG que queira entrar na série, ou que ainda queira apenas jogar um RPG cheio de conteúdo, mesmo que não queira se aprofundar na série (já que ele funciona muito bem como jogo solo também, ainda que conhecer todo o background e aventuras de Adol torne tudo melhor).

    Ys IX: Monstrum Nox (2019)

    Disponível em: PlayStation 4, Switch, PC (Steam) 

    Ys IX: Monstrum Nox se passa na “cidade-prisão” de Balduq, onde Adol se vê incapaz de escapar. Enquanto está lá, uma misteriosa mulher chamada Aprilis o transforma em um Monstrum, um ser com Dons sobrenaturais e o poder de exorcizar monstros. Adol se une a outros Monstrums para lutar contra as criaturas que emergem de uma dimensão chamada Grimwald Nox e investigar a maldição de Monstrum e sua relação com Balduq.

    O último capítulo da franquia lançado até então mantém a incrível fórmula de sucesso de Lacrimosa of Dana, com poucas alterações e até mesmo com poucas melhorias gráficas, mas ainda assim fica abaixo do título anterior e não ocupa o posto de melhor jogo da franquia. O que não significa que seja um jogo ruim, muito pelo contrário, pois o jogo é um excelente RPG, seja para pessoas que apenas buscam um jogo divertido sem necessariamente terem que conhecer todo o passado de Adol e seus jogos, ou ainda para pessoas que jogaram todos os jogos em sequência.

    Outros títulos 

    Ys Strategy (2006)

    Disponível em: Nintendo DS

    Strategy é, sem surpresa, um título de estratégia, em tempo real desenvolvido e publicado fora da Nihon Falcom. Semelhante à série Heroes of Might & Magic , os jogadores devem utilizar heróis, gerenciar seus recursos, construir estruturas e recrutar unidades. Apesar de ser traduzido para o inglês, o jogo teve um lançamento limitado em territórios fora do Japão. O game não é considerado cânone, ou seja, não faz parte da história principal de Ys, podendo ser completamente ignorado pelos fãs...Ainda que o mesmo seja bem divertido e possa agradar fãs de jogos de estratégia em geral. 

    Ys Online - The Call of Solum (2007)
    Não está mais disponível

    Originalmente lançado na Coreia do Sul no final de 2007, o jogo estava disponível em coreano, chinês, japonês e inglês, embora o último estivesse limitado à Europa. Ys Online apresentou as três raças de jogadores (Eresians, Afrocans e Kimoans), cada uma com suas próprias escolhas de classe, embora todas as raças incluíssem o triângulo Tank-Healer-DPS. Por exemplo, os eresianos podem se tornar clérigos, cavaleiros ou magos, enquanto os afrocans podem ser guardiões, wiccas ou feiticeiros, e os quimoanos podem se tornar arqueiros, protetores ou xamãs. Como a maioria dos MMORPGs, o loop principal de jogabilidade incluía missões, criação, masmorras, bem como um sistema de aprimoramento baseado em cartas que os jogadores podiam usar para fortalecer equipamentos, aprender habilidades e convocar animais de estimação. Além disso, o jogo ofereceu vários modos PvP, incluindo guilda versus guilda. Os assinantes da região européia também receberam a trilha sonora completa do jogo como um download gratuito.

    Infelizmente, todas as versões do Ys Online foram fechadas em outubro de 2012, porém, o jogo não acrescenta em nada a história principal de Adol e servia mais como curiosidade  aos fãs da franquia.

    Títulos exclusivos do Japão

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    Ys IV: Mask of the Sun (1993)

    Disponível em: Super Famicom


    Ys IV: Mask of the Sun – A New Theory (2005)
    Disponível em: PlayStation 2, telefones celulares


    Ys IV: The Dawn of Ys (1993)
    Disponível em: TurboGrafx-16


    Impulsionada pelo sucesso dos três primeiros títulos Ys , a Nihon Falcom optou por licenciar dois títulos da série Ys . Mask of the Sun foi desenvolvido pela Tonkin House, uma desenvolvedora e editora agora extinta de títulos licenciados. O título retorna à perspectiva da visão isométrica e ao combate de colisão dos dois primeiros títulos da série, com uma nova adição: espadas elementares, que permitem que Adol conjure magia do mesmo elemento que sua arma. The Dawn of Ys , desenvolvido pela HudsonSoft, também anuncia um retorno ao sistema de combate de Bump, mas usa o sistema mágico de Ys II em vez de criar um novo sistema. Ambos os jogos acontecem em Celceta, embora cada um tenha diferenças sutis na história.

    Nenhuma versão desses Ys chegou de forma oficial ao ocidente, portanto, adquiri-los e jogá-los pode ser um pouco desafiador, mas provavelmente você encontra alguma versão feita pelo Fandom por aí. A Nihon Falcom afirmou que esses jogos não são mais considerados parte do cânone principal da série, tendo sido substituídos pelo remake moderno, Memories of Celceta, então você não precisa ficar tão preocupado assim em encontrar esse jogo por aí.


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    Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand (1995)

    Disponível em: Super Famicom, PlayStation 2


    A quinta entrada da série Ys continua sendo a ovelha negra da família Ys como o único jogo principal que não possui uma tradução em inglês ou um remake moderno. Também marca uma lacuna notável na série, já que a Falcom pulou completamente a quinta geração de console, esperando até o PlayStation 2 para lançar The Ark of Napishtim em 2003. Então, o que torna Ys V um título tão obscuro?

    O jogo abandona o sistema de combate que marcou o início único da série, embora isso possa parecer um benefício para aqueles que preferem empunhar uma espada, não foi uma melhoria. Adol balança sua espada como se estivesse bêbado, tornando o combate frustrante. O jogo também possui um sistema de magia que permite aos jogadores misturar elementos para criar novos feitiços. Depois que um feitiço é carregado, ele pode ser desencadeado balançando a espada de Adol. Embora isso pareça legal em teoria, feitiços nunca causam dano adequado em comparação com apenas bater em coisas sem nenhuma carga mágica. Enquanto uma excelente história pode compensar um sistema de batalha medíocre, a história de Ys V é tão emocionante quanto um pedaço de madeira. Na verdade, é tão sem graça que a linha do tempo oficial nem reconhece este jogo, atualmente criando uma lacuna entre o tempo de Adol em Felghana e Canaan.

    Ys V é um jogo medíocre na melhor das hipóteses, então some isso ao fato da dificuldade de encontrar uma versão oficial e a barreira ainda maior imposta pelo idioma e localização, aliado ao fato de não ser mais um canon da série, você tem um jogo completamente esquecível até para os maiores fãs da franquia.

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    Ys vs. Sora no Kiseki: Alternative Saga (2010)

    Disponível em: PSP


    Ys vs. Sora no Kiseki é um jogo de luta 3D no formato ARENA,  que mistura personagens dos jogos Ys com a série Sora no Kiseki (mais conhecido por aqui como Trails in the Sky). Existem dois modos diferentes para jogar: modo história e multiplayer local. O multiplayer local usa a conexão ad-hoc do PSP para permitir que dois ou quatro jogadores lutem um contra o outro. No modo história, existem vários personagens diferentes para escolher - como Adol de Ys e Estelle de Trails– e cada personagem acorda em um mundo misterioso e continua encontrando personagens de sua respectiva franquia que estão agindo de forma estranha. O personagem escolhido resolve esse problema literalmente batendo nesses personagens conhecidos e trazendo seus sentidos de volta. Após cada batalha, há segmentos de histórias curtas que se ligam a uma história geral do jogo, embora não seja surpresa que não seja considerado cânone para nenhuma das franquias.

    A jogabilidade se parece com os outros jogos da franquia Ys para o PSP  - ele usa a mesma engine em que Ys Seven foi feito - por isso é rápido e divertido. Além disso, como esperado de um jogo da Falcom, a trilha sonora é fantástica, entrelaçando as séries de ambas as franquias, além de fornecer muitos novos remixes. Apesar de nunca ter sido localizado para o ocidente, por causa do conceito simples e menor quantidade de história em um jogo de luta, é uma experiência acessível para os fãs que querem se divertir um pouco e pode ser encontrado traduzido por fãs, podendo até valer a experiência para os fãs mais apaixonados da franquia.

    _______________________________________________________________________________

    E aí, curtiu esse guia? Ficou ansioso para conhecer ainda mais dessa franquia simplesmente espetacular, que não possui o devido valor aqui no ocidente? Espero que sim!

    Pra você que já conhece, diga aí qual é o seu game preferido da franquia e o por que! 

    Comente também, qual próxima franquia você gostaria de um guia de por onde começar a jogar!

    Ys III: Wanderers from Ys

    Platform: Playstation 2
    47 Players

    49
  • 2022-04-02 03:55:05 -0300 Thumb picture

    Especial Ys - Part I

    Medium 3907703 featured image

    No incrível jargão dos RPGs japoneses, Ys pode se considerar uma joia rara. Esperando para ser lapidada e apreciada. Embora hoje em dia as barreiras da informação e dos meios de comunicação – vulgo Internet – sejam bem mais abrangentes do que era há alguns anos atrás, ainda assim a série é pouco conhecida e apreciada fora de seu país de origem.

    Por mais que a X-Seed tenha feito um excelente trabalho, diga-se de passagem na localização e distribuição dos games (afinal, quem um dia iria imaginar ver Ys sendo vendido na Steam?), ainda assim, o interesse da “massa” ocidental pelo o mesmo é relativamente pequeno! O que torna a saga coisa de nicho, aonde apenas os mais puritanos e fãs do estilo acabam sendo atraídos por esse game “simples”, porém de extrema beleza e carisma aos olhos dos saudosistas. Um dos pontos mais fortes da série ao menos em minha opinião!

    Os anos se passaram, os consoles evoluíram mas a saga ainda continua com aquele apelo retro, os pixels aos poucos foi dando lugar aos polígonos, enquanto o sistema de combate por colisão (algo extremamente simplificado, porém “diferente” para a época) cedeu lugar as batalhas frenéticas e a um Adol bem “berserker”, por assim dizer. Mas a trilha sonora e a essência que tanto consagrou a série permaneceram inauteradas! Arrebatando os corações de fãs até mesmo em seus títulos mais recentes.

    ► Matéria by Richer Belmont (ou SOMA como preferir) escrita originalmente em 07/02/2014.

    Ys, assim como seu "primo" mais velho Dragon Quest é uma série de tradição e coincidentemente ou não, são as minhas séries favoritas de RPG de todos os tempo.

    The Red Hair Sword Man:

    O protagonista principal de Ys é Adol Christin – um exímio espadachim de cabelos vermelhos. Adol pode-se considerar o bom samaritano dos RPGs. Ele viaja pelo mundo descobrindo antigas civilizações, ajudando os moradores locais e envolvendo-se mesmo que indiretamente em praticamente todos os problemas que assolam a região. E é obvio que ele irá até o fim para fazer justiça com sua espada, salvar aquela pobre garotinha que aparentemente possuí uma queda pelo guerreiro e porque não salvar toda a humanidade? Para depois simplesmente ir embora sem ao menos pedir nem um tostão em troca.

    Adol é o típico cara “azarado” que SEMPRE vai estar no lugar errado e na hora errada. (Ou seria no lugar certo e na hora certa? Vai saber!) Quase como se sua chegada já fosse premeditada, basta ele colocar os pés em alguma região e pronto!

    Como em muitos RPGs tipicamente japonês, Adol Christin praticamente não fala uma única palavra durante o jogo todo. Ao menos não diretamente. Adol é praticamente um “messias” da lendária terra de Ys!

    E lógico que não podemos falar de Adol sem mencionar seu fiel amigo: Dogi, o destruídor de paredes que o salva em uma dungeon no final de sua primeira aventura.

    Aparentemente Dogi é apenas um personagem secundário nos dois primeiros games, mas sua importância vai ganhando foco em Ys III – quando ele guia Adol por sua cidade natal: Redmont, aonde lá adivinhem? Ambos acabam se envolvendo novamente com os problemas locais e mais uma longa e deliciosa aventura tem início.

    Uma curiosidade interessante é que nas primeiras ilustrações, lá no começo da saga nos computadores da época, o concept inicial de Adol possuía cabelos tendendo para o marrom/castanho claro. Enquanto Dogi se chamava Colin na versão americana de Ys Book I & II lançada para o TG-16.

    A Saga:

    O nome Ys (pronuncia-se Is, ou Īsu – Segundo a Wikipédia) eu de fato não sei ao certo a pronuncia disso – Se refere à um continente, que há muito se elevou aos céus de Eresia a fim de selar um terrível mal.

    Os primeiros dois jogos, originalmente lançados para o NEC PC-8801 em 1987, sob a direção de Masaya Hashimoto e Tomoyoshi Miyazaki – focam principalmente na estória desse continene, embora nos jogos subsequentes Adol ocasionalmente acaba indo explorar outras terras, mas quase sempre ligado direta ou indiretamente à essa lenda.

    Eresia – aonde a maioria dos jogos da saga se passam, está analogamente ligado ao Velho Mundo, ou seja o continente europeu. É interessante notar que os games mais recentes se passam ao redor de um território aonde pertence atualmente a França.

    Esteria do primeiro jogo – a julgar por sua localização, pode-se dizer que ela talvez seja a Île d’Yeu – mas os outros jogos se passam em vários lugares análogos a realidade.

    Como por exemplo: Ys V que se passa em Afroca (África) e apresenta a cidade de Xandria (Alexandria).

    Já em Ys VI Adol vai parar no “Great Vortex of Canaan” que é basicamente uma alusão ao triangulo das bermudas com uma pitadinha do mito de Atlântida.

    Por toda a saga Adol persegue (ou acaba sendo perseguido) por um império maligno que é claramente uma alusão ao Império Romano. E o próprio nome Ys, é uma referência a mítica cidade Ville d’Ys – que embora não flutuasse ar, foi construída na costa da Bretanha e tragada pelo oceano.

    Já em outras variações deste mesmo conto, Ys foi construída abaixo do nível do mar pelo rei da Cornualha, sob o pedido de sua filha Dahut, que era apaixonada pelo oceano.

    Apesar de toda a saga se passar em várias regiões e apresentar elencos de personagens diferentes para cada aventura, todos os jogos são basicamente continuações direta ou indireta do anterior. Ao contrário de Final Fantasy por exemplo no qual cada game apresenta conceitos, enredos e plots totalmente diferentes de seu antecessor.

    Em Ys tudo está conectado, por exemplo: Dogi que é um personagem secundário no primeiro jogo, mas em Ys III o personagem acaba ganhando maior destaque, tornando-se peça fundamental no enredo do mesmo, para depois lá em Ys Seven se tornar um personagem jogável juntamente com Adol.

    Outro exemplo clássico está em Ys II, no qual Adol precisa coletar a “Celceta Flower” para preparar um elixir e curar Lilia de sua doença. Sendo que em Ys IV, Adol faz uma visita ao país de Celceta, aonde lá ele também retorna a Esteria e reencontra vários NPCs dos primeiros dois jogos.

    Apesar de tudo estar conectado, não é necessariamente (embora aconselhável) jogar os games na ordem certa ou correr atrás dos títulos mais obscuros. Até porque alguns são bem difíceis de encontrar. Como por exemplo o próprio Ys IV: Mask of the Sun, que até agora não consegui encontrar o cartucho japonês do Super Famicom para a minha coleção!

    Mas felizmente apesar das conexões diretas com os títulos anteriores, os jogos acabam funcionando de maneira individual em seu contexto.

    O Jogo:

    A princípio Ys se difere de praticamente qualquer outro RPG em seu sistema de batalhas, que perdurou durante alguns anos nos jogos subsequentes da saga.

    Tudo se passava em tempo real na tela, com a diferença de que Adol não possuía um botão de ataque. Sim, isso mesmo! Ele matava seus inimigos simplesmente se chocando contra eles.

    Ys I: Ancient Ys Vanished (PC-88)

    Confesso que no meu primeiro contato com a série, lá na época do SNES, (se eu não me engano era um cartucho japonês do Ys IV) eu não entendi lhufas de como lutar e morri um sem fim de vezes no primeiro inimigo que topei. Eu sequer sabia como equipar a espada. Não preciso dizer que tirei o jogo do console e o encostei num canto até o dia de devolver na locadora.

    Parecia ridículo, mas de fato há bem mais estratégia nesse sistema de combate que se possa imaginar a primeira vista.

    Ys I (Sega Saturn)

    Primeiro que você deveria acertar o inimigo em ângulo (o que podia ser algo extremamente difícil nas primeiras versões do jogo, visto que Adol só se movia em 4 direções), um ataque mal calculado ou um encontro frontal direto, poderia resultar em morte instantânea.

    Segundo que a chave da vitória (ou do fracasso), dependiam justamente do quão evoluído você está em relação ao inimigo (attack, strength, armor, etc.). Uma dica que vale, não só para os primeiros jogos mas sim para paticamente a saga inteira é: SEMPRE evolua o máximo possível enquanto estiver em campo aberto. Apenas avance para a próxima área ou dungeon quando sentir que já está forte o suficiente para tal.

    Ys I&II Chronicles Plus (Windows-PC)

    A experiência ganha nas batalhas sempre será proporcional ao level de Adol, ou seja, quanto mais alto for, menos experiência irá ganhar.

    Assim em que estiver em campo aberto o HP de Adol irá se regenerar gradativamente enquanto o mesmo estiver parado. Mas uma vez dentro de alguma dungeon, essa mamata acaba! A única maneira de se recuperar é sair e correr até a cidade mais próxima ou usar algum item de cura.

    Sempre deixe algumas ervas equipadas quando for lutar contra chefes, pois você não poderá acessar o inventário durante a batalha. Sim, Ys era (e ainda é) páreo duríssimo!

    E isso vale para a maioria dos jogos da série (principalmente os mais antigos), portanto, explicando um eu estou automaticamente explicando todo o resto, valendo ressaltar apenas uma ou outra diferença entre eles.

    Aqui tudo é muito simples, mas é justamente isso que tanto consagrou a saga Ys no Japão. Esqueça The Legend of Zelda com seus puzzles complicadíssimos e labirintos enormes. Em Ys é tudo é relativamente linear, mas isso não o torna inferior ou aquém a outros jogos do gênero citados.

    Os gráficos podem parecer simplíssimos e de fato são até hoje. Até mesmo nos jogos mais atuais, nota-se que Ys parece sempre estar uma ou duas geração abaixo do “padrão” da época. Mas as suas artworks, trilha sonora echaracter design são de extrema beleza e bom gosto.

    A versão para o TurboGrafx-16, possuí uma introdução animada e impressionante para a época, apresentando os personagens no estilo anime, tudo bem trabalhado e desenhado. Outra característica que por muito foi marca registrada da saga é que todo o jogo se passa em uma bela moldura decorada, que apesar de apresentar uma visual mais interessante e artístico ao jogo, o campo de visão foi um tanto quanto afetado.

    Uma das características do PC Engine eram as famosas cutscenes (precursoras das atuais CGs) animadas. Como mostra essa cena de Ys IV

    O pontapé inicial de Ys, se deu nos computadores japoneses PC-88, entretanto com o passar dos anos o jogo foi portado e refeito para as mais diversas plataformas. Como já foi dito anteriormente, a maioria dos jogos compartilham do mesmo conceito e mecânica, variando obviamente o enredo e o elenco de personagens.

    Em Ys II foi implementado um sistema de magias, no qual Adol é capaz de utilizar ao equipar os cajados que o mesmo irá receber no decorrer de sua aventura. Tal sistema é essencial nas lutas contra chefes. Mas a nata do sistema de combates prevalece.

    Em Ys III: Wonderers from Ys – a perspectiva do jogo mudou para uma visão típica dos games de ação side-scrolling, ao invés da clássica visão de águia, presente na maioria dos RPGs. Enquanto que nos jogos subsequentes, o mesmo voltou a ter uma visão aérea (graças à Deus).

    Ys III: Wonderers from Ys (PC-88)

    Ys V mudou drasticamente a formula do jogo, ok, não tão drasticamente assim! Adol apenas ganhou um botão de ataque – finalmente – e também o mesmo agora era capaz de pular.

    Ys VI introduziu a saga ao universo 3D, assim como em Ys Seven, Adol perdeu o status de “lobo solitário”, sendo possível controlar uma party de até 3 personagens. Mas não se preocupem que a essência dos jogos anteriores permaneceram inauteradas. Fazendo de Ys, uma das séries mais conservadoras juntamente com Dragon Quest (que um dia também abordaremos aqui!)

    https://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/2...(img)

    Ys VI: The Ark of Napishtim (PC/PS2/PSP)

    Temos também o Ys Origin que se passa 700 anos antes do primeiro jogo. Obviamente que Adol não é o protagonista principal e ironicamente é um dos episódios mais “fracos” da serie, sendo basicamente um Dungeon Crawler. Falaremos em um especial dele mais adiante. Assim como Ys: Memories of Celceta (um remake/reboot de Ys IV).

    Nota do Autor:

    Na época em que escrevi essa matéria lá em 2014, Ys VIII: Lacrimosa of Dana e Ys IX: Monstrum Nox obviamente ainda não existiam, mas estarei incluindo eles nesse especial, assim que possivel!

    É obvio que eu não vou comentar detalhadamente sobre cada jogo lançando, até porque são muitos, fora os remakes e ports (que irei mencionar bem superficialmente e os mais importantes). Mas irei fazer um breve resumo e apontar suas principais características e diferenças dos demais. Até porque tudo o que eu tinha de falar a respeito da saga já foi dito nestepost inicial!

    Eu já possuo praticamente a segunda metade pronta, digitada em meu computador (ou possuía, vai saber. Já tem bastante tempo que escrevi isso), mas vou optar em ir liberando aos poucos (dependendo da repercussão), para a leitura não se tornar muito cansativa ou demasiadamente longa!

    Ys I & II Chronicles

    Platform: PC
    47 Players
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    21
    • Micro picture
      artigos · 8 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      _gustavo · 8 months ago · 2 pontos

      Adoro YS, tenho o 100% de todos eles na Steam, pena que a Falcom nunca quis tocar no V por algum motivo que desconhecemos kkkk, sempre que eles anunciam estar trabalhando em um novo jogo da série fica aquela esperança de ser um remake do V

      1 reply
  • richterbelmont Ricardo Henrique
    2022-04-01 18:45:34 -0300 Thumb picture
    richterbelmont checked-in to:
    Post by richterbelmont: <p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nQpFhX2
    Ys VIII: Lacrimosa of DANA

    Platform: PC
    43 Players
    36 Check-ins



    Se tem uma coisa que a série Ys nunca decepciona é com certeza sua trilha sonora, e com Ys VIII: Lacrimosa of Dana não é diferente!

    5
  • 2022-01-09 17:46:13 -0200 Thumb picture
    11
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      santz · 11 months ago · 3 pontos

      Ys tem sempre umas músicas da hora. Essa aí tem um climão meio Castlevania.

      1 reply
  • iuritoadstool Iuri Patias
    2021-12-01 12:03:34 -0200 Thumb picture
    Post by iuritoadstool: <p>#img#[800816]</p><p>Hoje completa exatamente doi

    Hoje completa exatamente dois anos e meio desde que finalizei, com toda glória possível, YS VIII: Lacrimosa of Dana, um dos melhores títulos da minha série favorita de Action RPG (e também a responsável pela criação deste gênero).

    Foi um prazer enorme cada segundo das quase 200 horas investidas, apreciando uma história sempre rebuscada, banhada por uma trilha-sonora incrível e, claro, o ponto mais alta da série, a jogabilidade altamente fluída, funcional e dinâmica.

    Sempre que posso, recomendo conhecer a série YS. São jogos majoritariamente incríveis, mas que infelizmente seguem sendo de nicho.

    Não há nada igual à YS além de YS, e eu estou em vias de iniciar o nono capítulo da série, Monstrum Nox, cuja mídia física está há alguns meses do ladinho do meu Nintendo Switch aguardando para ser utilizada.

    Ys VIII: Lacrimosa of DANA

    Platform: Nintendo Switch
    31 Players
    1 Check-in

    16
    • Micro picture
      cris_ds · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse não joguei, aliás só joguei/zerei o Ark of Napishtim e o Seven (e também contaria o Nayuta no Kiseki que achei mais com cara da série Ys do que da série Trails/Legend of Heroes) e achei eles incríveis, é uma pena de fato ser de nicho já que a maioria se jogasse curtiria.

      3 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-01-27 19:30:15 -0200 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Olha a cronologia dos jogos da série <strong>Ys<

    Olha a cronologia dos jogos da série Ys, bem como a idade de Adol em cada um dos jogos da cronologia oficial!

    Ai não inclui o Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand (SNES e PS2), que não se sabe se ainda faz parte de cronologia, ou se será relançado e/ou terá um remake, mas até a ultima ordem, os acontecimentos contam sim. Pena que a versão de PS2 é pouco acessível, até hoje esses jogos, tanto o de SNES quando o de PS2, ficaram apenas no Japão, mas a versão de SNES tem tradução por fãs, mas o remake de PS2 não!

    Ys IX: Monstrum Nox

    Platform: PC
    13 Players
    20 Check-ins

    10
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-07-11 16:34:11 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Três empresas para localizar uma franquia... Ten

    Três empresas para localizar uma franquia... Tenso!

    Ys IX: Monstrum Nox

    Platform: Playstation 4
    20 Players
    2 Check-ins

    13
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      emphighwind · over 2 years ago · 1 ponto

      A publisher do Ys Origin no Steam é a Xseed, a tradução em si é da Falcom porém tanto que a dotemu usa a mesma tradução nos ports dela, bem qualquer forma jogo novo da Falcom provavelmente vai ser pela NIS America, jogos que a Xseed trouxe continuarão sendo por ela, única incógnita seria os jogos de Crossbell de Kiseki e os jogos mais antigos da empresa.

  • tassio Tassio Pinheiro
    2020-07-09 22:04:57 -0300 Thumb picture
    tassio checked-in to:
    Post by tassio: <p>Esse tem um pequeno "plus" no final, é diferente
    Ys: Memories of Celceta

    Platform: PC
    33 Players
    50 Check-ins

    Esse tem um pequeno "plus" no final, é diferente dos outros "Y'ses" (Principalmente do Ark of Naphitism, que é bem óbvio e fácil o final)

    E mais um Y's terminado.

    15
    • Micro picture
      tassio · over 2 years ago · 1 ponto

      Depois vou continuar olhando assim de vez em quando, tanto esse quanto o SEVEN, afim de coletar materiais pra criar armas que ficaram faltando pra ficar com o set completo, mesmo sem elas deu pra terminar tranquilo no modo normal.

  • tassio Tassio Pinheiro
    2020-07-08 10:08:19 -0300 Thumb picture

    Y's SEVEN finalizado.

    Comprei no dia 25, primeiro dia que ele entrou em oferta no steam, e consegui finaliza-lo antes da sale acabar hehe

    Já poderia ter finalizado o Memories of Celceta também, mas to revezando 3 jogos ao mesmo tempo (O My Summer Car me prende por várias horas também)

    Outra screen que achei maneirinha ter tirado ainda quando tava no começo do jogo.

    Jogar com outros personagens além do Adol foi uma coisa bem legal que fizeram.

    Uma pequena alusão ao primeiro Y's, citando a Reah:

    Ys Seven

    Platform: PC
    45 Players
    11 Check-ins

    17

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