• 2022-07-30 17:35:35 -0300 Thumb picture

    Tradução do Ninja Blade – X360 [PT-BR]

    Tradução do jogo Ninja Blade para Português do Brasil.

    Informações:

    ● Plataforma: Xbox 360
    ● Versão: 1.00
    ● Idioma: Português-BR
    ● Versão Suportada: 1.00
    ● Idioma Suportado: Inglês
    ● Lançamento: 22/07/2018
    ● Tamanho: 396 KB
    ● Créditos: GameVicio e Brazilian Warriors

    Download: Central de Traduções

    Ninja Blade

    Platform: XBOX 360
    419 Players
    2 Check-ins

    15
    • Micro picture
      centraldetraducoes · about 2 months ago · 2 pontos

      Tradução à pedido do @christciamn .
      Infelizmente não conseguimos testar a tradução, mas segundo os membros da Brazilian Warriors, está funcionando perfeitamente.

      1 reply
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      eikesaur · about 2 months ago · 2 pontos

      Show! Por mais traduções para o Xbox

  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-18 13:01:00 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sonic Generations

    Zerado dia 18/07/22

    Quase terminando a minha lista de prioridades mas sigo insistindo em começar e zerar jogos por fora dela. Ao menos estou jogando o que quero ou gosto!

    Sonic Generations é um daqueles jogos que tinha vontade de jogar desde muito tempo mas com tantas outras coisas surgindo, acabo deixando para depois aqueles títulos que tenho certeza que vou gostar, não importa quando eu jogue (alguns jogos só começo mesmo quando bate a vontade). Cheguei a jogar a versão de 3DS de SG há quase 7 anos atrás e mal me lembrava da experiência! Fui até reler meu post da época e vi umas coisas na internet por não me lembrar MESMO (foi um jogo bem curto e rápido, como o Sonic gosta).

    Com o Xbox 360 agora na sala de estar pro filho do meu padrasto, que tem morado conosco, poder jogar, achei que passaria um bom tempo sem nem encostar nele. Mas fui ver o tanto de mídia pirata que comprei e não joguei, algumas são até muito bem produzidas, e me fez foi dar uma mega vontade de maratonar o console. Asura's Wrath, The Evil Within, Dead Rising, Lollipop Chainsaw etc etc etc. Mas poxa, eu também posso jogar a maioria dessas coisas no futuramente desbloqueado PS3 sem nem esquentar com os problemas que volta e meio tenho tido com jogos que a mídia não funciona e tals. Talvez eu devesse aproveitar e focar nos exclusivos e deixar o console pra lá em seguida. Mas também tem a questão de fazer o outro desbloqueio e poder jogar os títulos do primeiro Xbox! Muitas dúvidas!

    O Sonic Generations parecia brilha na minha frente. Tinha certeza que seria muito legal e até estava na caixa todo bonito, da época que as falsificações do 360 eram caprichadas e bem mais próximo do visual original (agora é uma mídia vagabunda toda branca dentro do encarte da pior qualidade dentro de um plástico estilo DVD de filme piratão mesmo).

    Fui iniciar essa lindeza que dá até vontade de deixar na estante e depois de jogar umas fases, o jogo fechou sozinho. Tentei novamente e novamente e até consegui ir além uma hora, mas fechava uma hora ou outra. Tive meus problemas com jogos físicos piratas no console recentemente e não sei se é o leitor (alguns parecem funcionar de boa), mas tô apostando mesmo em mídias antigas que ficaram esquecidas no armário e gravações ruins desses jogos. Ao invés de fazer como o Watch Dogs e comprar logo a mídia digital pirata, comprei duas mídias para gravar e, se desse certo na primeira tentativa, poderia ainda baixar um outro jogo qualquer. Bem, não funcionou em nenhuma das vezes, mas a segunda tentativa ao menos permitiu fazer algo que nenhuma outra fez e algo que eu esqueci que o Xbox fazia: instalar o jogo no HD.

    Pareceu dar certo, mas deu ruim bem mais pra frente e um erro diferente. Pesquisei na internet e bizarramente achei um vídeo de um cara resolvendo o erro tão específico e a solução consistia em por um CD de música no console, copiar uma faixa qualquer, por essa música para tocar (e deixá-la no mudo para não ficar ouvindo durante a jogatina) e finalmente iniciar o jogo. E como todos os demais relatos nos comentários do vídeo, funcionou!

    Bem, a aventura em SG é muito interessante desde o início, em que tudo quanto é personagem do bem da franquia (quase todos) estão fazendo um piquenique de aniversário do Sonic. Aqui você vai ver desde a galera clássica dos primeiros títulos da franquia, passando por aqueles dos Adventures, Heroes, Advance, Rush... Fan service do bom!

    Então o enredo se desenrola com a aparição de uma criatura que sequestra todos os personagens, fora o Sonic, por uma fenda de tempo-espaço e meio que une os "universos" do ouriço antigão barrigudinho com os do edgy protagonista do Dreamcast em diante.

    Em seguida você estará no primeiro mundo e com a opção de navegar pelo hub de seleção de estágios sidescroller e jogar o primeiro estágio, Green Hill Zone.

    Neste jogo você tem dois Atos para cada estágio sendo um com a jogabilidade sidescroller clássica e exclusiva do barrigudinho e outro que mistura todos os elementos que conhecemos dos Sonics 3D.

    Eu não me dei conta imediatamente mas esse primeiro mundo e suas 3 fases são todos baseados nos primeiros Sonics de Mega Drive. Acho que isso se deu por dois motivos: primeiro que eu confundo demais os Sonics daquela época, sobretudo o 2 e 3, e segundo porque os Atos 3D, do Sonic moderno, combinam bem com tudo.

    Mas é aquilo, os do barrigudo são um pouco mais lentos, as vezes demandam cuidados, muito platforming, paciência para que o cenários se movimente e te permita prosseguir, essas coisas. Já o moderno é uma loucura sem fim, correndo a mil por hora, homing attack, muitas habilidades, muitas vezes o jogo se joga sozinho. Mais pra frente tive um pouco de problema com algumas fases 3D, coisa típica da série, mas não chegou a estressar (até hoje estou traumatizado com os estágios finais do Heroes).

    Depois de terminar os dois Atos dos 3 estágios, aparecerão portas extras no hub com desafios.

    Essa parte é meio estranha. Cada estágio tem uns 4 desafios relativos a ele e você precisa fazer ao menos um de cada para desbloquear uma chave. Juntar 3 chaves é obrigatório para prosseguir no jogo, o que é esquisito pois depois de terminar as fases a aventura não continua mais.

    Existem vários tipos de desafios e são todos rápidos, mas nesse primeiro mundo eu fiz apenas os de corrida, que envolvem correr contra o outro Sonic até a linha de chegada. Outros desafios incluem: terminar a fase sem coletar anéis, coletar os chao mais rápido que a Cream e terminar a fase, usar um poder da Blaze para abrir paredes de fogo. Na prática são até legais e o melhor é que costumam ser versões menores dos estágios normais, então você não ter que fazer nada com aquela sensação de repetição.

    Para ser sincero, a maior parte das fases comuns são bem curtas e o jogo em si flui até rápido.

    Além dos desafios se abre um estágio opcional de Rival que é como um boss. O rival do primeiro mundo é o Metal Sonic e o estágio é bem ao estilo de que era na época: uma corrida com porradaria. Muito legal e vale a pena fazer por diversos motivos!

    Com as três chaves é possível abrir o estágio do chefe do mundo. Eu estava achando não ter nenhum chefe ao terminar ambos os Atos de cada estágio.

    Esse chefe é mesmo ao estilo antigo, batendo com o Sonic quando o oponente te dá a chance etc. Todos os chefes são remakes de jogos anteriores. Bem, eu já mencionei que SG é fan service, mas é muito mesmo e de uma forma incrivelmente bem feita!

    Se abriu assim o segundo mundo, com mais 3 estágios, agora com foco nos jogos da geração Dreamcast. Cara, como eu amei a versão de City Escape (mesmo com a OST sendo meio que cover)!! E eu tinha me esquecido de como a trilha sonora dessa franquia é sensacional (te amo, Seaside Hill e Open Your Heart).

    Por serem estágios da época 3D do Sonic a vontade era de jogar só com o Sonic moderno! Mas as versões sidescroller desses mapas ficaram bem bacanas também.

    E lá se foram mais 3 estágios e seus dois atos, cada. Depois 3 desafios quaisquer, uma batalha de rival e um chefe até finalmente abrir o terceiro e último mundo, baseado na fase mais moderninha (pelo menos até então) do Sonic 3D. Aqui o jogo me perdeu um pouco, mesmo sendo ainda bem bacana, pois o desafio aumentou, assim como a duração dos atos e eu não joguei nenhum dos jogos originais: '06, Unleashed e Colors!

    Mas gostei como a dificuldade foi aumentando pois o primeiro mundo chegou a ser bem besta enquanto aqui eu estava perdendo muitas vidas e algumas fases demoraram 10 minutos (antes mal chegavam a 3).

    Terminado o terceiro mundo é possível abrir o chefe final caso você tenha todas as Chaos Emeralds (que aqui são bem fáceis de conseguir). Esse chefe final é confuso e irritante, parecendo algo tirado do Heroes de tão zoado. A pior parte de SG, sem dúvidas, se não for a única ruim.

    Resumindo: Sonic Generations é uma baita de uma experiência e sua qualidade dobra se você for familiarizado com a franquia e, sobretudo, os jogos aqui abordados. O jogo é obviamente puro fan service, mas feito de uma forma muito bem pensada e saudável. É quase como uma recompensa por ter aturado o ouriço em tantos jogos frustrantes anteriormente e ainda estou me questionando se gosto mais dele ou do Mania como melhor da série.

    De bom: lindos visuais. Jogabilidade certinha com ambos os Sonics. Bom nível de desafio. Fan service de primeira e, para mim, as fases da geração Dreamcast já valeram toda a experiência. Sem muito diálogo. Bastante conteúdo. Jogo muito caprichado.

    De ruim: senti um pouco da irritação em algumas fases 3D, típico da franquia. Alguns chefes/desafios são confusos e o desafio final é bizarro demais.

    No geral eu gostei demais e tá ficando complicado decidir quem vai ou não para o meu Top 10 no final do ano. Eu tinha mencionado no post da versão de 3DS que havia conteúdo para um Generations 2, mas a verdade é que nessa versão principal de Generations já tem tudo o que eu precisava! Senti ainda que o Forces tentou reutilizar bastante dessa ideia, mas aqui é tudo melhor. Ótimo jogo! 

    Sonic Generations

    Platform: XBOX 360
    1536 Players
    59 Check-ins

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    • Micro picture
      xch_choram · 2 months ago · 2 pontos

      Gosto muito desse tbm, reuni muita coisa boa da serie em um jogo só, pena que eles insistem em ir pra um outro lado com o Forces e o Frontiers.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-07 23:57:40 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Hitman Absolution

    Zerado dia 07/07/22

    Jogo número 3 da minha lista terminado! Só mais dois!

    Apesar de já fazerem 10 anos desde o seu lançamento, Hitman Absolution por algum motivo parece algo super recente para mim e sempre que vejo outros jogos da franquia, sempre penso "mais um?" como se Absolution fosse o jogo definitivo, haha. Vai entender o porquê.

    Na verdade eu não conheço praticamente nada dessa série (nem de Splinter Cell) e nem sou o mais fã de jogos de stealth (muito embora eu seja louco pela franquia Metal Gear Solid) e um dos motivo disso é que costumo duvidar que as empresas possam fazer jogos imersivos, justos, divertidos e com boa IA nesse gênero. Não é fácil!

    Hitman mesmo eu nunca joguei nada. Tenho até a HD Trilogy de PS3 da estante mas não bateu a vontade ainda. Eu comecei esse daqui por acaso para testar o Xbox 360 há um bom tempo depois que me mudei para a atual residência e esqueci o console, junto de outros, dentro de uma caixa por mais de um ano.

    Tudo o que eu conhecia de Hitman era do Absolution pois lembro que houve um tempo que todos falavam dele e até uns amigos mais casuais o terminaram há anos. Me lembro ainda que assistia bastante Nerdplayer, do Jovem Nerd, e o jogo foi o escolhido de alguma semana na época.

    Basicamente HA me parecia com algo que eu gostaria e deveria jogar.

    Comecei a aventura no nível Normal, como sempre, mas estava meio intimidado e com medo do jogo exigir muita estratégia e paciência.

    O primeiro estágio é aquele que conheço bem de todo lugar, inclusive da minha primeira e única jogatina de HA, que durou só até aqui mesmo. É durante essa parte que você aprende os básicos desde a movimentação, se esconder, abater inimigos na surdina, coletar itens e armas, chamar a atenção dos guardas para algum lugar, interagir com o cenário aos eu favor e o principal: trocar de roupas e passar despercebido por áreas proibidas.

    Na segunda seção do primeiro estágio o jogo já me mandou eu me virar na missão e foi o que eu fiz. É bacana saber que você tem muitas formas de avançar nessas missões incluindo o modo ninja ou o modo carniceiro, matando a todos e sem se preocupar em ser visto.

    De início eu achei que eram muitos comandos, mas você vai pegando o jeito bem rápido. Enquanto isso fracassei uma vez no primeiro estágio ao atirar num cara de longe e chamar a atenção de todos que me mataram. Felizmente no início de cada seção há checkpoints e a exploração te recompensa tanto com objetos que podem te auxiliar com o progresso quando coletáveis opcionais e até mesmo checkpoints ativáveis.

    O protagonista, Agente 47, é durão e pode não só tomar muitos tiros para morrer enquanto os inimigos morrem fácil como ainda tem uma habilidade de enxergar pessoas e objetivos pelas paredes se você segurar o botão RB ao maior estilo Batman Arkham.

    Esse poder ajuda demais e chega a ser roubado. Para ser sincero, a campanha inteira é bem tranquila e rápida.

    Logo depois desse início o enredo é apresentado e isso me surpreendeu de diversas formas, positiva e negativamente. Primeiro que eu não esperava um roteiro mais trabalhado assim nesses Hitman, mas pode-se dizer que é basicamente um filme do Jason Statham e beeeeem hollywoodiano. Muito mesmo, incluindo os clichês, o fato de que todo mundo é bobão menos o super másculo protagonista e as próprias cutscenes. O jogo não transpira Tela Quente e me pareceu muito com uma resposta ocidental à série Metal Gear, que por sua vez tem muitas esquisitices e enredo mais confuso.

    Em segundo lugar, eu não esperava que o Agente 47 fosse tão expressivo! O cara fala bastante nas cenas e demonstra muito seu lado humano. Eu esperava algo como uma máquina de mortes sem alma!

    Inclusive durante a campanha ele chega a ser capturado algumas vezes mas os vilões, que sempre agem com tanto sangue frio, preferem apenas zoar quando estão com ele. O poder do protagonismo, certo?

    Entre os contos da história você joga as fases, geralmente focadas em matar alguém ou chegar à algum lugar.

    Matar alguém demanda cuidado pois muitas vezes você terá que sair do local e a saída fica fechada se estiver sendo perseguido. Muitas vezes compensa mais recarregar o último checkpoint do que ficar lutando contra mil e um capangas porque você vacilou em ser visto. Fora que é um jogo de stealth e tudo bem ser visto ou matar um bocado aqui e ali, mas isso é uma baita dor de cabeça demorada e acho que você perde um bocado da experiência por não jogar numa boa, explorando e decidindo simples táticas.

    Como sempre a melhor tática é trocar se roupas. Tente ficar a sós com um cara, o derrube e pegue ruas roupas, que darão acesso ao local de seu trabalho e facilitam muito as coisas. Na minha jogatina eu chegava a trocar de roupas três vezes numa missão de acordo com a necessidade de cada local! Mas vale dizer que os trajes não garantem que você não será visto!

    Outra coisa é que o jogo te penaliza por usar a violência, seja com armas de fogo ou simplesmente pondo a galera para dormir e seus pontos são reduzidos, e com eles as recompensas do jogo. Mas jogar só com o seu terno exige grandes habilidades, sem dúvidas, inclusive conhecer bem as missões.

    HA conta com 20 missões na campanha (e servidores multiplayer desligados) e essas missões variam muito de uma para a outra: algumas são curtas, outras longas para caramba. Algumas são uma cena e um tiquinho de gameplay e outras tem seções e mais seções. Algumas são chatas já no início da aventura e outras são moleza já perto do final. E foi graças a isso que joguei metade do jogo só hoje à tarde/início da noite.

    Depois que peguei o jeito, o jogo começou a me cansar justamente pelas missões mais longas e atividades injustas da IA combinados com ações mega robóticas também da IA. E toda aquela balela americana também não me desce fácil, aquele estilo 2010 da cultura audiovisual inclusive os visuais desse título que são muito cinzas, o preto é na verdade um roxo escuro e aquele bloom que faz parecer que é sempre 17h. Mas não se engano pois é sim um jogo bem bonito até hoje em dia.

    Resumindo: Hitman Absolution é um jogo legal, apesar da leve envelhecida no roteiro e personagens, e atesta bem ao teste do tempo na jogabilidade e visuais. É um jogo divertido mesmo não fazendo o meu estilo em gênero e temática, fora que ele só melhorou conforme me distanciei do início. Infelizmente ele tem muitos fatores clichês da época, mas valeu a pena tê-lo jogado apesar dos apesares.

    De bom: bons visuais. Gameplay funcional. Muitas formas de abordar as situações. Bem tranquilo e rápido no nível Normal. Como como chefes podem morrer com um tiro (no Metal Gear Solid você descarrega pentes e mais pentes em chefes, mesmo os humanos). 

    De ruim: o Agente 47 é meio chato com a personalidade dele. As vezes a IA te encontra/vê de forma injusta. Roteiro besta e quase infantil. Alguns bugs. Sem mais o modo multiplayer. Produção super americanizada. Algumas partes são meio confusas e difíceis como uma fuga de um helicóptero que me matava rápido.

    Gostei até do jogo mas não sei quando vou continuar com a franquia. O Xbox 360 agora volta à sala de estar para entreter o filho do meu padrasto que está morando conosco (inclusive vi que tenho vários jogos interessantes nele que ainda tô devendo (Evil Within, Darksiders 2, Dead Rising, Asura's Wrath etc etc etc). Jogo legal!

    Hitman Absolution

    Platform: XBOX 360
    1394 Players
    100 Check-ins

    13
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-16 12:40:24 -0300 Thumb picture

    Dark Void - FINAL - PC

    William Grey (Nolan North) é um piloto de avião de carga que cai no misterioso triângulo das bermudas, em uma espécie de fenda dimensional. Lá, ele se junta a uma força de resistência contra uma raça de alienígenas que ameaça toda a vida na Terra. #darkvoid#capcom#pcgaming#tps#ps3#xbox360

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    Dark Void

    Platform: PC
    103 Players
    3 Check-ins

    1
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-14 09:42:47 -0300 Thumb picture

    Dark Void - #2 - PC

    William Grey (Nolan North) é um piloto de avião de carga que cai no misterioso triângulo das bermudas, em uma espécie de fenda dimensional. Lá, ele se junta a uma força de resistência contra uma raça de alienígenas que ameaça toda a vida na Terra. #darkvoid#capcom#pcgaming#tps#ps3#xbox360

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    Dark Void

    Platform: PC
    103 Players
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    2
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-12 12:54:56 -0300 Thumb picture

    Dark Void - #1 - O início - PC

    William Grey (Nolan North) é um piloto de avião de carga que cai no misterioso triângulo das bermudas, em uma espécie de fenda dimensional. Lá, ele se junta a uma força de resistência contra uma raça de alienígenas que ameaça toda a vida na Terra. #darkvoid#capcom#pcgaming#tps#ps3#xbox360

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    Dark Void

    Platform: PC
    103 Players
    3 Check-ins

    1
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-09 10:30:18 -0300 Thumb picture

    Lost Planet: Extreme Condition - #3 - PC

    Em um futuro distante, o homem começou a conquistar outros planetas para estabelecer colônias e perpetuar a espécie. Um desses locais é um planeta coberto de neve e gelo, onde habitam alienígenas semi-insetos hostis. #LostPlanet #Capcom #Steam #ps3 #xbox360 #pcgaming

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    Lost Planet: Extreme Condition

    Platform: PC
    427 Players
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    1
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-05 14:45:50 -0300 Thumb picture

    Lost Planet: Extreme Condition - #1 - O início - PC

    Em um futuro distante, o homem começou a conquistar outros planetas para estabelecer colônias e perpetuar a espécie. Um desses locais é um planeta coberto de neve e gelo, onde habitam alienígenas semi-insetos hostis. #LostPlanet #Capcom #Steam

    Broadcasted live on Twitch -- Watch live at https://www.twitch.tv/renegadoomgames

    Lost Planet: Extreme Condition

    Platform: Playstation 3
    178 Players
    5 Check-ins

    2
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      eikesaur · 4 months ago · 1 ponto

      Esse é top, já joguei o 3 e o 2 e curti bastante

      1 reply
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-01 11:49:48 -0300 Thumb picture

    Alice: Madness Returns - #5 - PC

    Madness Returns nos coloca no controle de uma Alice anos mais velha, perambulando pelos corredores do asilo e as ruas de Londres no período vitoriano. Com o auxílio profissional do psiquiatra Dr. Angus Bumby, ela recebe sessões de hipnotismo que ajudam a esquecer a traumática noite do incêndio #Alice #MadnessReturns #PC #EAGames

    Broadcasted live on Twitch -- Watch live at https://www.twitch.tv/renegadoomgames

    Alice: Madness Returns

    Platform: PC
    2117 Players
    87 Check-ins

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-29 00:59:39 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Army of Two: The 40th Day

    Zerado dia 28/05/22

    Jogo de número 7 da minha lista! Só mais 6!

    Que loucura esse dia! Acordei meio tarde e fiquei de preguiça na cama, depois peguei o Switch e fiz as últimas fases de Doom 64. Levantei, peguei o café da manhã e sentei em frente ao computador para escrever dois textos no Alvanista: um sobre o Doom e outro sobre o King of the Monsters (levo cerca de 1 hora para cada). Depois fiz umas coisinhas e comecei a jogar Army of Two: The 40th Day e assim o fiz por um tempo até almoçar um pouco tarde. Dei uma descansada e a tarde saí para correr no parque e gastei um total de 2 horas e meia desde que saí até a hora que voltei. Em casa, comi e voltei pro AoT e o terminei. Tanta coisa em tão pouco tempo!

    E eu definitivamente esperava jogar esse jogo por uns dias. Nem parece que o iniciei ainda hoje. Que doidera essa sensação!

    A verdade é que conheço esse jogo há muitos anos, e é por isso que ele está aqui na lista de pendências. Eu o conheci na casa de um amigo que nem tenho mais contato graças aos desvios da vida. Jogamos bastante lá para 2010 ou 2011, época que saíamos da faculdade e íamos para a casa dele, muitas vezes com mais um ou mais amigos, já com a intenção de ir para jogar muito, comer besteira, ficar acordado e quem sabe até encarar um cinema no meio do caminho.

    O Xbox 360 era o console do momento e ele tinha um bocado de jogos (piratas, claro) e o AoT teve uma temporada em alta pelo motivo de ter campanha cooperativa. Lembro que jogávamos muitas horas até cansar e o deixar de lado até uma próxima vez. Muitas vezes uma pessoa ia lá para a casa dele e se interessava em jogar, então começávamos outro save desde o início da campanha.

    Acredito ainda que posso ter jogado esse título com pelo menos mais uma pessoa por fora desse grupo. Em resumo: eu já o joguei demaaaais, mas bizarramente nunca havia o terminado.

    Mas ao mesmo tempo não é de se espantar tanto já que Army of Two: The 40th Day é só mais um jogo de tiro com poucas cores, se esconder atrás de obstáculos, atirar, recarregar e esperar a vida regenerar. O jogo se resume a atirar em hordas e mais hordas de inimigos, se mover até a próxima área e repetir o processo.

    A verdade é que a fórmula é mesmo um pouco repetitiva e cansativa, sobretudo quando tipos mais fortes de oponentes começam a aparecer e você começa a cair pelo dano a todo momento e tem que esperar seu amigo te ressuscitar, além de que a morte de um dos dois significa missão falhada para ambos e os checkpoints as vezes são meio cruéis e requerem que você reiniciei combates longos já terminados previamente.

    Uma jogatina de horas assim era comum acabar sempre por volta do mesmo ponto, que agora sei que era a penúltima fase. Basicamente chega um momento que fica tenso e você avança para o próximo estágio, onde sabe que terá que fazer o mesmo tipo de coisa e possivelmente com desafio maior.

    Para quem não conhece o jogo (não vou dizer a série porque só conheço esse), ele é uma espécie de Gears of War third party, e isso é muito legal! Você joga com os machões Rios e Salem em terceira pessoa e faz basicamente o mesmo que o Marcus Fenix faz com os alienígenas: atira escondido, caça mais munição, levanta seu amigo caído e até a corridinha é idêntica.

    A diferença aqui é que AoT tem um teor um pouco menos sério mesmo tendo esse lado mais "Call of Duty" de jogos mais americanos.

    A campanha consiste em seguir a lógica e ir avançando pelos cenário, de vez em quando parando para a trocação de chumbo, se posicionar atrás das barricadas e se preparar para derrotar os mais durões e quem sabe pegar uma arma diferente? Muitos inimigos derrubam ainda dinheiro que pode ser usado para comprar armas melhores ou melhorias para as mesmas.

    No espírito cooperativo, é comum que um tenha que dar pezinho ao outro para alcançar locais mais altos e muitos combates são mais fáceis quando trabalhamos em equipe. Um exemplo disso é que há inimigos especiais que tem como fraqueza equipamentos nas costas. Você pode chamar a atenção do inimigo para que seu amigo atire no ponto fraco e vice-versa ao invés de ambos ficarem atirando de frente.

    Aqui um sistema de "Aggro" criado para o jogo entra em jogo e faz toda a diferença: quando mais você atira e mata inimigos, mas a barrinha brilha para o seu lado e menos pro lado do seu companheiro. Quando mais Aggro você tiver, mais os inimigos miram em você, o que também permite que ele aproveite e se posicione melhor enquanto ninguém o percebe.

    Dessa vez eu joguei sozinho (até porque os servidores online dele foram desativados e ninguém liga mais para aquela geração), mas posso dizer com toda a certeza que a maior graça dessa aventura é a compartilhar com um amigo no famoso "couch co-op", ou simplesmente multiplayer de sofá (lembram quando isso existia?).

    Apesar de jogar com um bot e tela só para mim (ao invés de dividida), o jogo fluiu muito bem e meu parceiro parecia mesmo ser alguém jogando online comigo. Definitivamente é uma IA muito bem feita, apesar de que houveram raros momentos que o personagem parecia não saber o que fazer e acabava ficando parado tomando tiros.

    Você ainda pode dar ordens ao coleguinha como andar com você ou avançar de forma independente. Algumas ações também, como abrir uma porta ou dar o pezinho para você subir. O ruim de jogar com o bot é que algumas vezes a campanha nos faz ir por caminhos diferentes e numa tela única não dá para saber o que passa com nosso amigo.

    Diferente disso é a IA dos oponentes, que são 99% das vezes estúpidos e só fazem algo por estarem em grande número e no "instinto animal" ao qual foram programados. E isso no nível Normal. Imagina no Easy! Mas não se engane! Houveram partes desafiadoras aqui e ali e cheguei a perder muito na penúltima fase, que é quase um tormento.

    Para ser sincero, esse é um jogo bem tranquilo e mais rápido do que eu imaginava, mesmo com eventuais falhas. Eu realmente esperava uma experiência mais pesada de memória, mas tudo correu super rápido!

    Agora se tem uma cosia que não gostei são as partes com gameplay e objetivos diferentes do comum, como jogar em stealth e tentar salvar reféns dos bandidos. É estranho porque mesmo pegando um cara na surdina, os outros eram alertados. Mas pegar os caras de surpresa e os amarrar ao invés de matar significa ganhar pontos positivos de bom samaritano, o que não sei se traz algum benefício.

    Já uma coisa que achei legal são as decisões que temos que tomar em certas partes, como matar alguém que pode ou não ser do mal. Após tomar a decisão o jogo passa um filme mostrando no que a sua decisão resultou no futuro, e quase sempre é algo cruel ou triste, mesmo nas boas escolhas que preferi fazer!

    Como eu salvei poucos reféns por ser muito difícil entender o que fazer para os salvar a tempo, o jogo no final deu a entender que se eu tivesse um número mínimo dele salvos, eles me ajudariam. Mas só vou saber como era isso se pesquisar na internet mesmo.

    O final da campanha foi como de qualquer fase, mas com uma escolha interessante. E ficou no ar a dúvida de como seria se eu tivesse escolhido todos os outros lados das moedas. Sinceramente, eu até jogaria novamente se algum amigo topasse.

    O mais legal de terminar a história é que foi liberado um menu de trapaças onde eu podia ativar munição infinita e até o modo de cabeças gigantes ao maior estilo 007 Goldeneye! O jogo tinha meu respeito, mas ver o bom trabalho dos desenvolvedores me empolgou mais ainda! 

    Resumindo: Army of Two: The 40th Day envelheceu muito bem e foi uma experiência que entregou tudo o que a proposta prometia, mesmo jogando sozinho. Eu realmente esperava algo tedioso e genérico, mas curti bastante voltar ao jogo depois de muitos anos e o terminar! Já até cogito jogar os demais da franquia.

    De bom: bons visuais e animações. Gameplay fluído graças aos bons controles (só acho estranho que não há um botão de se escorar e é difícil se acostumar com isso). Muitas armas e upgrades para comprar e ficar ainda mais forte. Modo co-op muito legal, mas funciona bem sozinho também. Adoro as escolhas e resultados delas.

    De ruim: tudo relacionado ao online não funciona mais. Jogo sem a linguagem Português do Brasil. Pouquíssimas opções no menu de configuração e há problemas que poderiam ser resolvidos lá, como o fato das vozes serem baixas demais e os tiros muitos altos. Sem opção nem de legenda, eu não ouvi nada do enredo e tive que deduzir o que acontecia, o que não deu certo (mas jogar a noite com o volume normal estava impossível graças a barulheira dos tiros). Alguns problemas com frames. No final fica um pouco difícil demais e a penalidade é re-jogar seções grandes.

    No geral, gostei bastante do que vi e joguei e essa é uma bela pedida para passar o tempo com um amigo localmente. Infelizmente a série não viu caminho para as gerações seguintes nem mesmo com ports, Jogo bom!

    Army of Two: The 40th Day

    Platform: XBOX 360
    699 Players
    9 Check-ins

    7

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