• viciogame VICIOGAME Retro Games
    2022-01-29 11:52:55 -0200 Thumb picture

    ​🎮 Wonder Boy (Master System) Complete Gameplay

    #Viciogame #WonderBoy #MasterSystem #Gameplay #ワンダーボーイ #Walkthrough #Sega #マスターシステム #Playthrough #TecToy #Longplay #セガマークIII #AdventureIsland #株式会社セガ #LetsPlay

    Wonder Boy

    Platform: Master System
    393 Players
    3 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-01-14 18:10:02 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Aggelos

    Zerado dia 14/01/22

    Conheci esse tal de Aggelos em anúncios no Facebook. Que bizarros! Outros casos similares foram o Panzer Paladin e Dusky Diver (não joguei nenhum ainda). Na verdade, o trailer ou imagem ou sei lá o que vi, muito me agradou e a vontade de o experimentar sempre voltava assim que a propaganda passava.

    Um dia descobri que o danado estava disponível no Nintendo Switch, para a minha comodidade. Adoro jogos pixelados em portáteis!  Apenas o adicionei à lista de desejos pois o preço estava salgado. Estava, já que surgiu uma promoção recentemente e o danado estava custando uns 7 reais! Nem acreditei!

    Comprei, baixou e tive que experimentar logo!

    À primeira vista, já que não tinha visto muito sobre ele, é que o jogo estilo Zelda II: sidescroller, ganhando níveis, metendo a espadada nos monstros, visitando cidades e melhorando meu equipamento. Não estava errado, mas não associei ao óbvio: Aggelos é um clone de Wonder Boy! Fui bem lerdo nessa, haha.

    A minha experiência com Wonder Boy e afins se limita aos 3 primeiros jogos da franquia, o remake e a demo do Monster Boy. Até então tudo é muito legal, mas e esse Aggelos? Mais um daqueles jogos super mega ultra inspirados em outros clássicos e que acabam sendo bem mais ou menos?

    O início do jogo nos situa bem no enredo e nos guia para onde ir. É legal coletar dinheiro, comprar espada, armadura, explorar os cenários, vencer chefes. Além disso, o visual de Aggelos é sensacional! Muito fiel aos consoles da época não só em gráficos como também em som. Os caras fizeram um trabalho muito competente mesmo em cada detalhe, coisa que geralmente me perde em jogos como Battle Princess Madelyn e similares.

    Logo o jogo foi se encaixando em seus trilhos e mostrando mais o seu lado "metroidvania light".  Digo light porque você não fica indo e vindo como barata tonta e é até simples saber para onde ir em seguida, mas a exploração é compensadora com itens e tesouros muito úteis por aí, e tentar gravar pontos para voltar no futuro, com novas habilidade, é importante para agilizar a sua vida.

    Ainda assim, se você não conseguir juntar os pauzinhos para saber para onde ir, basta visitar um NPC no castelo principal da aventura e se informar sobre o sue próximo passo. Inclusive o jogo pode ser jogado em Pt-BR (mas sério, vale muito a pena explorar).

    Eu deveria estar jogando outras coisas, mas o Aggelos me segurou FORTE. A aventura é muito fluída e prazerosa. Eu queria ficar mais forte, ganhar novas habilidade e explorar ainda mais os cenários. E aquele item que alguém na cidade pediu, caso eu o encontrasse? Pode estar em qualquer lugar.

    O negócio se reforça conforme você abre mais e mais do jogo. Mais cidades, mais lojas, mais habilidades. É muita coisa! Com a exploração eu fiquei mais rico, aumentei os meus corações e até ganhei habilidades opcionais de melhora de qualidade de vida, como uma que permite teletransportar de um ponto de save para outro (eu perdia muito tempo andando o mapa).

    Um grande prazer também foi jogar a primeira dungeon do jogo. Esses desafios exigem exploração, coleta de itens, como chaves, desbloqueiam novas habilidades e contam com um chefão no final. A trilha sonora parece algo saído dos Zelda Oracles. Que jogo gostoso!

    Fui me tornando mais e mais forte, novas mecânicas apareceram, mais do jogo se revelou e a coisa foi se desenvolvendo. Quando você acha que já entendeu toda a lógica do funcionamento da aventura, ela te surpreende missões que quebram a rotina, inimigos diferentes e habilidades que você não sonhava conseguir.

    Fora a sensação contínua de missões secundárias ou segredos só esperando você os decifrar por aí. Seja aquela porta que agora você pode atravessar, mas não lembra onde exatamente, seja aquele lugar que agora faz sentido como vencer. E aquele item que entreguei pro cara e ele me deu outro? O que eu faço com isso? E aquelas portas meio escondidas com símbolos estranhos. De repente aquele inimigo chato ficou fácil! Opa, hora de ir para a próxima dungeon!

    Eu queria fazer 100%! E queria que o jogo não acabasse e que tivesse mais e mais para explorar. Infelizmente isso não é possível, mas ainda assim ele me entregou muito conteúdo nas quase 6 horas de jogo!

    Se você gosta desse tipo de jogo, definitivamente é uma grande recomendação! Mas não pense que ele é perfeito! Quer dizer, isso é difícil de falar.

    Em alguns momentos a dificuldade é meio irritante e o hitbox parece meio injusto, inclusive contra obstáculos dos cenários. Por outro lado, grande parte da graça talvez esteja ligada à essa dificuldade um pouco acima do normal, ao contrário da moleza dos jogos atuais. Não chega a ser irritante e no final da campanha eu morri menos de 30 vezes. Os checkpoints são muito bondosos, inclusive.

    Outra coisa que não curti muito é que mesmo com armaduras fortalecidas e tal, as vezes eu parecia morrer um pouco mais fácil do que deveria. Enquanto isso alguns inimigos demoravam demais para morrer e isso é ainda mais recorrente nos cenários finais da campanha.

    Uma coisa que fiz, e não escondo, foi dar uma olhada na internet sobre alguns coletáveis, sobretudo habilidades opcionais conseguidas por pergaminhos. Basta achar o "professor" e pegar com ele. No final do jogo me faltavam dois e eu procurei onde estavam. Não era muito escondido, mas fiquei com um pouco de preguiça de sair por aí sem rumo.

    Uma coisa que percebi é que ainda ficaram faltando coisas, inclusive um inimigo ou outro ser derrotado, já que ficaram apenas como silhuetas nos créditos finais. Ainda assim consegui alcançar 90% dos itens. Já o meu Rank foi um desastre: D. Não sei se isso está relacionado também ao tempo que levei para terminar o jogo, mas sei que o número de mortes fez a diferença na conta.

    Resumindo: Aggelos é um ótimo jogo "Wonder Boy-like" e uma exceção em tempos de clones e homenagens tão fracas. Completo, fluído e muito caprichado. Um lembrete de como video games podem ser divertidos e como o estilo oldschool ainda funciona muito bem. Tenho certeza que o jogo deve entrar no meu top 10 no final de 2022, e olha que o ano apenas começou!

    De bom: visuais muito bonitos e fiéis aos de décadas atrás. Gameplay funcional. Desafiador na medida certa, sem ser besta como a maioria dos jogos contemporâneos e sem parecer forçado para te matar ou mal feito. Muito para se explorar, coletar e melhorar, mas você pode se limitar apenas ao caminho principal (mas deve ficar super difícil). Trilha sonora fenomenal. Muita variedade de inimigos, biomas, poderes, chefes e temas. Gosto dos segredos e missões secundárias. Sensação nostálgica. Não dá para acreditar que seja um jogo de 2018!

    De ruim: alguns momentos de dificuldade alta demais. Chato como você só pode carregar uma poção por vez, e olha que elas são caras! Bom enquanto durar. Sei que muitos curtem rejogar os jogos várias vezes, mas eu gostaria de um motivo para me manter jogando Aggelos depois das 6 horas. Odeio a arte do ícone, que não faz jus ao jogo (a mesma daí de baixo).

    No geral, um baita indie que eu só não zerei antes porque arrastei o Golf Story por uma semana. É bom jogar algo tão legal assim no meio de tanta coisa dispensável. Recomendo!

    Aggelos

    Platform: Nintendo Switch
    4 Players

    14
    • Micro picture
      seufi · 4 months ago · 2 pontos

      Boa recomendação. Vou ficar de olho!

    • Micro picture
      bobramber · 4 months ago · 2 pontos

      Rapaz, ou tá ganhando um por fora pelo merchan ou gostou mesmo do jogo!!! Rs
      Mas se já tá achando que vai estar no top 10 deve ser muito bão mesmo.

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-06-29 12:42:01 -0300 Thumb picture

    Wonder Boy Asha in Monster World Vale a Pena?

    Esse jogo está custando R$ 65,99 (muito para um jogo curto), e na moral não vale a pena, ainda mais pelo port esquisito que nem suporta teclado, e apesar do visual 3D ser bonitinho eu preferia que fosse em 2D como os outros remakes de Wonder Boy! Bem que a versão PC poderia ter vindo com a versão antiga inclusa pelo menos...

    "Análise review de Wonder Boy Asha in Monster World, desenvolvido pela G Choice e Monkey Craft, um remake do clássico Monster World IV do Mega Drive. O jogo está disponível para PC, PS4, PS5 e Nintendo Switch."

    Página do jogo na Steam: https://store.steampowered.com/app/1420080

    Wonder Boy: Asha in Monster World

    Platform: PC
    4 Players
    3 Check-ins

    5
    • Micro picture
      _gustavo · 11 months ago · 1 ponto

      To jogando e gostando bastante, joguei o original do Mega no VC do Wii

  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-06-12 18:37:57 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Já subiu o alerta de port feito com a bunda, com

    Já subiu o alerta de port feito com a bunda, com essa mensagem na página da loja do jogo:

    Página do jogo na Steam: https://store.steampowered.com/app/1420080

    Wonder Boy: Asha in Monster World

    Platform: PC
    4 Players
    3 Check-ins

    12
    • Micro picture
      luchta · 11 months ago · 1 ponto

      Até no emulador de Nintendo Switch eu consigo jogar com teclado e mouse, e no PC não?

    • Micro picture
      noyluiz · 11 months ago · 1 ponto

      Que coisa idiota vei...

    • Micro picture
      reasel · 11 months ago · 1 ponto

      cada vez mais to vendo aos poucos jogos que n tem suporte pra mouse e teclado huehue

  • game_zone Dante Gaze
    2021-02-05 02:02:07 -0200 Thumb picture
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2020-11-12 12:25:06 -0200 Thumb picture

    🎮 Adventure Island (Nintendo) Complete Gameplay

    #Viciogame #AdventureIsland #Nintendo #高橋名人の冒険島 #HudsonSoft #株式会社ハドソン #WonderBoy #ワンダーボーイ #Konami #株式会社コナミホールディングス #NES #ニンテンドー #Famicom #ファミコン #Gameplay #ファミリーコンピュータ #LetsPlay

    Adventure Island

    Platform: NES
    460 Players
    11 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-10-16 10:36:44 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wonder Boy : The Dragon's Trap

    Zerado dia 15/10/19

    Que dia louco! Terminei 3 jogos! Sério, mesmo pra mim isso é muito! Ainda mais em tempos de tanta correria e zeramentos em maiores intervalos. Eu basicamente tinha jogado um pouco desse daqui uns dias atrás e resolvi voltar pra ele logo visto que o mesmo é emprestado e acabei o terminando super rápido. Mais tarde, um amigo veio me visitar e me aproveitei de seus jogos pra jogar umas coisas curtas e economizar uma grana não tendo que comprá-los, o que irei descrever nas próximas duas postagens a seguir.

    Mas de volta a este título, Wonder Boy and the Dragon's Trap. É fato que há cerca de um ano atrás foi quando eu realmente resolvi conhecer a série e que eu não manjava nada e mal tinha interesse quando uns amigos recomendavam este aqui no Switch. Eu não conseguia me animar pelo fato de que eu ignoraria tudo o que veio antes dele.

    Mal sabia eu que Dragon's Trap é um remake do terceiro jogo da série, lá da época do Master System!

    Dragon's Trap (DT) é a sequência direta de Wonder Boy in Monster Land que originalmente se chamava Wonder Boy III: The Dragon's Trap. Eu e uns amigos entramos no clima de jogar a série completa juntos e chegamos até este daqui em sua versão original, mas não estávamos num dia muito animado e meio cansados depois de jogar o primeiro e o segundo jogo semanas antes e o 3 acabou caindo meio que num esquecimento. Depois de tanta informação e um mapa meio grande explorado, voltar não parecia muito fácil e eu jurei fechar o jogo um dia, em casa e sozinho provavelmente.

    Agora, graças à uma amiga, eu pude jogar este remake que inclusive possibilidade que você jogue com os visuais e trilha sonora originais com o apertar de um botão!

    Em vários momentos eu ia e vinha no quesito visual para comparar duas épocas tão diferentes e, embora o original seja incrível pra sua época, o visual desenhado do remake é incrível e acabou levando a melhor disparado. É tudo muito charmoso e os sons são incrivelmente carismáticos!

    DT é um action RPG com bastante plataforma. Você explora cenários, coleta dinheiro e upgrades, fica mais forte, consegue novas habilidade e pode explorar mais ainda. Basicamente, a experiência é um metroidvania, mas de uma forma mais simples e linear, mas muito gostosa justamente por ser mais simples, mas ainda interessante e desafiadora.

    Acho que a forma mais fácil de imaginá-lo é pensar que o jogo é uma mistura dos Mario e Zelda da época 8-bits. Me odeio o quanto quiser, mas achei que o jogo sobreviveu muito bem aos tempos e eu prefiro o jogar muito mais do que os primeiros Zeldas, de NES, ou o primeiro Metroid.

    Esse é um jogo muito caprichado!

    A simples estória conta como um jovem herói foi amaldiçoado após derrotar um grande mal e que parte em busca de proteger uma cidade e voltar à sua forma humana.

    Diferente dos Wonder Boy anteriores, nesse jogo você joga quase que sempre em forma de alguma criatura com habilidades exclusivas, usadas para alcançar novas áreas, onde você enfrentará uma espécie de dungeon com um chefe dragão, que te transformará numa nova criatura e permitirá que você siga para novos destinos. O jogo é basicamente todo assim, até o momento que você pode trocar para de forma para forma em determinados lugares e começa a não saber exatamente para onde ir, o que é bem raro.

    No meio do caminho você encontra diversas lojas onde poderá usar todo o ouro coletado para a aquisição de espadas, escudos e armaduras melhores, deixando seus ataques mais fortes e seu corpo mais resistente aos diversos tipos de ataques inimigos.

    Conforme você avança no jogo, percebe que coletar todo e qualquer dinheiro ou mesmo "farmar" um pouco dele faz toda a diferença. Isso ficou ainda mais óbvio pra mim durante a última dungeon e batalha, em que a forma que fui obrigado a usar era muito fraca e morria muito fácil, mas com um upgrade aqui e outro ali, as coisas ficaram bem mais fáceis.

    Explore os cenários, encontre segredos e os memorize o máximo que puder para voltar quando adquirir novas habilidades. Você será recompensado com melhores equipamentos, muito dinheiro e aumentos permanentes de vida.

    É bem divertido ver seu inventário completo com todas as coisas, além de magias de combate e poções que te trazem de volta à vida caso morra. O jogo em si fica mais e mais fácil conforme você se equipa e a deliciosa jogabilidade fica ainda mais fluída quando você derrota tudo em um único golpe!

    Resumindo: Wonder Boy: Dragon's Trap é um jogaço incrível que conseguiu ainda ser melhorado graças ao poder de um remake feito com muita atenção a cada detalhe, modernizando-o e o deixando super carismático, mas ainda no tom certo de desafio e com a duração perfeita. É uma delícia jogar esse jogo!

    De bom: visuais incríveis, seja no estilo que você preferir. Trilha sonora nota 10. Possibilidade de alternar visuais e músicas entre antigo e moderno com o apertar de um botão. Fácil de entender. Jogabilidade fluída e muito boa. Mapa simples e pequeno. Conteúdo extra para quem quiser fazer 100%. Em vários idiomas, incluindo Português do Brasil.

    De ruim: as vezes pra onde ir é meio aleatório. No final o jogo sobe bastante de nível, o que afastaria jogadores casuais que até então levariam tudo numa boa. Trocar de formas exige subir e descer do pedestal até chegar naquela desejada.

    No geral, eu curti muito a experiência e já queria que toda a série recebesse o mesmo tratamento. Seria incrível! Poucos remakes recebem tanto carinho como esse e seguem o jogo original tão fielmente. É incrível e um prazer ter vivido essa experiência. Super recomendo!

    Wonder Boy: The Dragon's Trap

    Platform: Nintendo Switch
    71 Players
    1 Check-in

    20
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-08-20 09:34:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wonder Boy in Monster Land

    Zerado dia 19/08/18

    Zerando um jogo aqui e outro ali enquanto estudo, trabalho e curto um Fortnite a noite, Wonder Boy in Monster Land é o segundo jogo da série que mal conhecia até pouco tempo (não que eu entenda muito dela até agora) e foi o jogo escolhido para a jogatina com amigos depois de uma noitada de Tekken 7, Nine Parchments, Towerfall e outros. Aliás, a ideia da jogatina só surgiu mesmo com o intuito de dar continuidade a esses jogos e aparentemente o lance de se reunir para zerar jogos é algo que está voltando pra gente, mas com experiências mais breves e menor frequência (chegamos a zerar FF X, XII, Dragon Quest VIII e muitos outros longos há alguns anos).

    Acho que dá pra dizer que terminaremos a série inteira nos próximos meses já que eu estou bem animado pro 3 e um amigo pelo 6 e a experiência foi muito boa com o 2. Os planos já incluem também títulos que não animo de jogar só, como Toejam & Earl.

    Assim que fechamos o primeiro jogo, joguei um rápido vídeo sobre esse aqui e fui pulando pra se ter uma noção de como ele era. Essa parte foi muito importante, pois se eu imaginasse que todos fossem similares ao primeiro Wonder Boy, dificilmente teria ânimo de continuar assim tão cedo.

    A primeira coisa que se percebe ao iniciar a aventura é que a ideia do garoto indígena na floresta jogando pedra e andando de skate enquanto enfrenta aranhas e outros animais foi deixada de lado em prol  de algo mais sério e melhor trabalhado: WB virou um RPG.

    O protagonista agora possui uma armadura, espada e escudo, adquiridos já no início da aventura. Conforme você avança o jogo, é possível usar o dinheiro coletado pelos cenários ou ao matar monstros para comprar equipamentos melhores, como armaduras, botas e escudos. Esse sistema ficou maravilhoso!

    Seus equipamentos não são quebráveis e só evoluem, coisa que pode ser vista pelo inventário, apertando Start. Maaaas, saber se equipar é importante pois usar uma armadura muito forte te deixa mais pesado e se estiver combinado com um par de botas ruins, você fica lento!

    Vale lembrar que esse é um jogo de plataforma e alguns inimigos tem padrões chatos. Mobilidade é super importante e facilita muito a sua vida! E evolução do personagem é uma coisa que você já percebe no começo do jogo já que lá você está lento, bate fraco e toma muito dano e a cada par de botas você fica mais rápido, cada armadura menos dano você leva etc.

    Infelizmente o dinheiro pode ser curto, vai de sorte, e isso pode requerer que você saiba administrá-lo bem. Ainda mais porquê cada loja só pode ser adentrada duas vezes e depois disso fica bloqueada!

    Além desses upgrades com equipamento, o próprio personagem evolui ao chegar à uma certa quantidade de pontos. Eu não sei exatamente se isso afeta os atributos, mas você sempre ganha mais um coração de HP, que faz a diferença.

    Sinceramente, acho que esse é o jogo mais antigo (1987) que conheço a ter sistema de equipamento e level up, sobretudo em algo não top-down.

    E, diferente do anterior, é um jogo que envelheceu super bem, tanto no quesito visual quanto na jogabilidade e em usar bastante de coisas que amamos em RPG até hoje. Claro que ainda existem defeitos típicos da época, mas é uma ótima experiência, que eu fui amando cada vez mais!

    Diferentemente de outros RPGs daquele tempo, WB2 não trabalha com diferente golpes e magias e mana mas mistura o platforming do anterior com um pouco da complexidade de um Final Fantasy, maaaas, por fases!

    Não existe a liberdade de ir e vir. Terminou a fase? Já era. Não entregou um item opcional? Não vai mais entregar nessa jogatina.

    É muito legal porque você mede exatamente o tamanho da curta aventura e suas 12 fases. Por outro lado, existem muitas cosias escondidas e fáceis de passarem despercebidas. Lojas ocultas, missões secundárias não muito claras, itens etc. Eu mesmo deixei passar algum upgrade de espada pelo jogo (eles nunca são comprados, só encontrados) e fez um pouco de diferença contra os inimigos finais, sobretudo o último chefe. Não foi fácil.

    Resumindo: Wonder Boy in Wonder Land é um excelente jogo, apesar de cometer seus pecados também. A evolução em todos os quesitos em relação ao título anterior e a adição do sistema de melhoria do personagem deixou o jogo super interessante e sinto que eu jogaria mais vezes.

    De bom: visual e música agradáveis. Sistema de level up e equipamento que resultam numa evolução muito bacana do personagem. Fases se distinguem bem. Chefes legais. Possibilidade de se curar e se equipar pelas lojas encontradas pelos cenários. Esquema de fases deixa o jogo relativamente linear, mas em troca de uma ótima fluidez.

    De ruim: algumas coisas são confusas, como uma missão opcional de entregar um item numa fase e quando chego lá, não consigo entregar a ninguém. Cuidado! Esse é um daqueles jogo de apenas uma vida! Morreu? Há uma poção gratuita que te dá outra chance mas depois disso já era, volta pra tela título. Existe a chance de achar mais delas, mas é bem raro e algo feito para ser incomum mesmo. Odeio sistema de tempo: conforme você joga, uma ampulheta vai correndo e caso a areia desça completamente, você perde um coração e depois começa a contar novamente. Que coisa chata e desnecessária! Como o jogo original era de Arcade, isso pode explicar as coisas. Portas só podem ser adentradas duas vezes. Basicamente você pode entrar pra ver os preços, sair, arranjar ouro, voltar e comprar e acabou. Voltou com menos dinheiro que o necessário? Sinto muito. O final do jogo é difícil, com um labirinto e um chefe tenso. Agora junte isso ao fator tempo limitado e uma só vida e veja a qualidade do jogo cair bem no final.

    No geral, esse WB é um excelente jogo, mas eu mudaria o sistema de tempo e deixaria vidas, que poderiam ser compradas e achadas como noutros jogos e definitivamente esse seria um dos melhores do gênero! Recomendo esse que rendeu até versão da Turma da Mônica por aqui!

    Wonder Boy in Monster Land

    Platform: Master System
    154 Players
    6 Check-ins

    16
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-07-30 20:13:08 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wonder Boy

    Zerado dia 29/07/18

    Das séries que eu tenho vergonha de dizer que nunca joguei nada, Wonder Boy sempre esteve entre os maiores destaques. É incrível como meus amigos jogaram e tem tanta nostalgia por jogos da SEGA da época, enquanto eu jogava um Sonic ali, um Golden Axe lá ou um jogo desconhecido no meio. A verdade é que meu contato de verdade com os consoles da empresa só veio com o Dreamcast e que só de poucos anos pra cá venho correndo atrás de conhecer o que ela tinha a oferecer, como foi o caso do Quackshot.

    O Wonder Boy (WB) por outro lado é do tipo que todo mundo conhece e jogou e lançamentos recentes, como o Dragon's Trap ou o concorrente Monster Boy, estão aí pra lembrar que esses jogos são relevantes.

    Um amigo em especial vem tentando marcar jogatinas desses títulos em grupo, mas o Switch, PS4, Lans de PC e board games não tem dado muita chance. Pelo menos não até sábado a noite, quando a ideia surgiu do nada.

    WB é um platformer sidescroller, mas bem diferente de tudo que eu já tenha experimentado (apesar de me lembrar um pouco Alex Kidd). Você anda e pula e se coletar uma machadinha, poderá jogar infinitas mata matar seus oponentes. Segurando o botão desse ataque, você corre.

    Parece simples, mas o jogo compensa isso com inúmeros detalhes que o deixam BEM difícil. Primeiro que você não pode pular em cima dos monstros, coisa que eu acabei fazendo mais do que eu imaginaria até o final do jogo. Nunca encoste em ninguém!

    Depois que o protagonista morre com apenas UM HIT. Eu odeio isso.

    Pra complicar ainda mais as coisas, o controle do personagem é horrível! Cair num espaço entre duas chamas ou rochas é um sacrifício pois qualquer toque a mais no controle faz com que você se mova demais, tanto no ar quanto no chão. Os pulos são piores ainda: muito baixos se você não segurar o impulso e difíceis de serem controlados quando estamos correndo.

    O jogo ainda tem um sistema que sua vida vai se acabando sozinha por fome e você tem que se preocupar em coletar frutas para se recuperar e evitar a morte.

    Pensa que acabou? Encontrar o machado não é algo muito comum e o perder significa que sua próxima vida será sem nada!

    Ah, parece óbvio. Se no Mario você cair num buraco, na próxima vida virá pequeno, não é? Mas imagine o seguinte: você passa de fase com o machado e por um vacilo encosta numa abelha e morre e volta ao início da fase. O jogo não quer nem saber e logo vira um inferno de pular e se esquivar de muitos inimigos e fazer comandos muito precisos e isso num jogo onde a jogabilidade é definitivamente ruim.

    Agora imagine tudo junto: uma fase de gelo deslizante com duas aranhas penduradas e um pequeno espaço entre elas pra você pular, inimigos vindo na sua direção, tentar controlar o personagem e procurar um espacinho seguro e pronto, você encostou num foguinho porque o personagem tem mais graxa nos pés que o Luigi dos primeiros Marios (mais a adição de um pulo pior que Ice Climbers).

    Não faltaram telas de Game Over, já que por default você só tem 3 vidas e dificilmente consegue outras adicionais. Felizmente os continues são infinitos e você só volta do início da fase (todos os estágios tem placas numerada de 1 a 5 que quando alcançadas funcionam como checkpoint).

    As vezes o controle passava mais rápido do que o esperado com três mortes consecutivas de forma ridícula e isso por descuido. Descuido de não se lembrar de algumas armadilhas safadas que aparecem muito rápido na tela ou de não ter freado antes de algo cair na sua cabeça. Pois é, esse é um daqueles de muita tentativa e erro já que algo pode surgir do nada ou ser tão parecido com o fundo que você mal consegue ver.

    Você vai agradecer quando aparecer um skate pra te levar rápido, um presente pra sua namorada ou sei lá te fazer pular partes do estágio ou um anjinho que serve como a estrela do Mario.

    Odiei como alguns inimigos esperar você se aproximar demais pra agir, como os morcegos que ficam no teto e despencam pro chão quando próxima e te obrigam a pular. Mas vou dizer que amei que bugs gráficos mostram coisas como plataformas que caem ou se movem haha.

    O jogo tava legal até os cenários começarem a ficar muito repetitivos. Você tem floresta, praia, caverna e palácio de gelo a todo momento, com os mesmos inimigos e pouca variedade de frutas e itens para te ajudar. Até os chefes são praticamente a mesma coisa! Tudo bem que é coisa da época, mas aqui é mais exagerado.

    Mas você só vai começar a desgostar de WB quando perceber que os layouts das fases começam a se repetir, incluindo a posição dos inimigos e de mais obstáculos e com um pouco de sorte, uma pequena diferença aqui ou ali pra pior, só pra deixar tudo mais frustrante.

    Progredir e mesmo terminar o jogo não foi nada compensador. Nada muda a não ser a dificuldade. Surge uma fase ou outra diferente aqui e ali, mas nas raras vezes, a gente pouco se importava pois a monotonia tomava de conta.

    WB conta com 9 mundos e cada um com 4 estágios. Há um décimo com o último chefe de verdade se você coletar todas as bonecas escondidas do jogo, mas não vale a pena. O zeramento é uma porcaria de qualquer jeito e nem créditos tem!

    Resumindo: Wonder Boy pode ser um passatempo bacana e conter um sentimento nostálgico para alguns, mas definitivamente esse primeiro jogo é algo que eu dificilmente digo sobre qualquer jogo: RUIM.

    A série com certeza deve ficar muito boa depois já que a partir do dois ela já fica do jeito como imagino um Wonder Boy: um menino com uma espada explorando cenários por aí. Ao menos deixo uma curiosidade: esse jogo deu origem a série Adventure Island (percebe-se a gigante similaridade).

    De bom: rendeu risos e um tempo relativamente bom de conversa com os presentes. Checkpoints nas fases e continues infinitos.

    De ruim: deu problema até pra emular. Muito repetitivo. Sem carisma. A música é um looping infernal 90% do jogo. Level design super amador. Muita punição por nada. Poucos power-ups. Chefes sempre iguais também. Jogabilidade das piores possíveis. Frustrante e nada compensador.

    No geral, jogar isso foi uma perda de tempo pra mim, mas valeu a pena o tempo com os bros e sobretudo, valeu a pena terminar um jogo que um deles sonhava e não conseguia quando mais jovem. Se recomendo? Obviamente não!

    Wonder Boy

    Platform: Master System
    393 Players
    3 Check-ins

    13
    • Micro picture
      lipherusyt · almost 4 years ago · 2 pontos

      Muito bom, parabéns!

  • bbl Bruno Lima
    2017-12-05 20:31:41 -0200 Thumb picture
    14
    • Micro picture
      carlospenajr · over 4 years ago · 2 pontos

      Caraio, isso foi desenterrado XD
      Pior que esses jogos da Monica são excelentes (Wonder boy, os jogos originais, são ótimos jogos XD)

      2 replies

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