• anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-27 23:49:14 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castlevania: The Adventure Rebirth

    Zerado dia 27/12/21

    Caraca, o que eu não zerei em semanas estou zerando nos últimos dias. Legal! Não vou mentir que é mais ou menos de propósito: por um lado tenho aproveitado folgas para me adiantar nos jogos, por outro tenho dado preferência por experiências mais breves justamente para não deixar nada esperando, além do fato de eu já estar jogando um AAA daqueles bem longos a conta-gotas.

    Ontem quando liguei o Wii para fechar o Mega Man 10, vi Castlevania: The Adventure Rebirth na tela inicial do console. Tinha vontade de jogá-lo a bastante tempo, mas esse ano a cota dos Castlevanias já tinha dado. Terminei  dois do Game Boy, o de Mega Drive e daqui uns dias fará um ano que terminei o Harmony of Despair. Sem mencionar outros títulos semelhantes recentes.

    Mas poxa, não custa jogar um curtinho e um dos últimos 2D da franquia. Infelizmente todos os "metroidvanias" da série também já se foram.

    Abrindo o jogo, há um enredo sendo contado e tal. Em seguida fui mexer nas opções. Você pode aumentar ou diminuir o número de vidas e mudar o nível de dificuldade entre Easy, Normal e Hard.

    Deixei no Normal mesmo e comecei o jogo que é supostamente um remake do primeiro Castlevania de Game Boy, jogo esse que joguei bastante na pré-adolescência no meu GB Color!

    Eu já conhecia seus visuais, mas vale a pena mencionar que eles são muito bonitos, coloridos e animados. Infelizmente eu uso um cabo AV no meu Wii, o seu original, ao invés de um componente. Isso nunca me afetou muito na minha TV, que faz milagres, mas nesse jogo eu senti um pouco a necessidade de fazer o upgrade (complicado também pois o PS2 já ocupa essas entradas no meu televisor).

    A sensação é levemente de estar jogando algo de PS1, como uma sequência do Symphony of the Night, mas principalmente de nostalgia. Que saudades dessa época do Wii! Tinha me esquecido da boa sensação que era conhecer o console anos atrás!

    A jogabilidade é a mesma de muitos outros Castlevanias de fases: andar, pular, subir e descer escadas, destruir velas e monstros com seu chicote, coletar sub-armas como os clássicos machado, faca, cruz, água benta etc.

    Por outro lado é bem mais gostos e menos frustrante que os antigões. Você pode controlar o personagem a vontade no ar ao invés de, por exemplo, pular e esperar ele aterrissar no chão para retomar o controle. Isso faz uma grande diferença!

    Enquanto você anda pelas fases, diversos tipos de inimigos aparecem e geralmente te atacam conforme você se aproxima deles. Grande parte do desafio do jogo se resume a conhecer e aprender os padrões de movimento e ataque desses inimigos e saber como os vencer tomando o menor dano possível. Outro desafio é justamente conhecer as armadilhas das fases, como saber pular buracos, esperar o momento certo para passar por lanças que sobem e descem do chão etc.

    Todos os estágios tem rotas alternativas. Muitas vezes várias delas. Talvez uma seja mais fácil para você do que outra, mas infelizmente só conhecendo The Adventure Rebirth a fundo para saber, já que avançar nas telas impossibilita voltar e conhecer esses outros caminhos.

    O que aconteceu comigo foi de perder todas as vidas, ter que reiniciar a fase de seu início (há checkpoints para onde você volta quando perde uma vida) e acabar escolhendo outros caminhos só para ver. Também tentei sempre pegar os mais difíceis de serem alcançados sempre que podia, mas sem padrão de comparação, muitas vezes eu não via nada demais. As vezes encontrava vários itens também.

    Independente do caminho, o jogo é desafiador! Você perde muito HP ao ser atacado pelos inimigos e achar um único item que cura 50% da sua vida é um verdadeiro parto. Ou seja, não dependa disso. Eu mesmo chuto que devo ter encontrado uns 4 ou 5 em toda a campanha, e isso porque procurava atacar paredes na esperança de encontrar segredos com bastante frequência.

    No total são cinco fases mais uma do chefe final. Essas fases comuns seguem a mesma lógica: exploração, conhecer inimigos novos e mecânicas novas. No meio do estágio há sempre um miniboss e no final um chefe verdadeiro. As vezes um deles é difícil, as vezes ambos. As vezes ambos são fáceis. É bem aleatório.

    Com checkpoints em vários pontos estratégicos, tudo depende mais de quantas vidas você ainda tem disponível quando alcançar as salas de chefes. Achei a grande maioria bem previsível para evitar dano, então o meu conselho seria não se afobar enquanto você os conhece e experimenta atacar. Muitos deles te dão muito espaço para desviar dos golpes e observar ao invés daqueles clássicos que ficam tentando colar o tempo todo no jogador.

    Vale lembrar também que, assim como no Mega Man 10, depois que você dá Game Over, as próximas tentativas serão muito mais simples pois você se acostuma rápido com os cenários e inimigos, além de focar mais em avançar e coletar o que importa ao invés de ficar explorando e quebrando cada vela.

    Lembre-se que as vidas não são infinitas, mas os Continues são. Ou seja, você vai avançar! Sei que vários jogos clássicos da franquia seguem essa lógica de apenas voltar do início da fase ao perder todas as vidas, mas The Adventure Rebirth não chega a ser tão irritante e frustrante como a maioria dos anteriores.

    Por outro lado também não espere muita facilidade! Minha experiência com a série e jogos da época do SNES, por exemplo, definitivamente ajudam muito aqui, além da minha paciência em continuar tentando depois de alguns Game Overs. Mas volto a reiterar que não chega à dificuldade do primeiro Castlevania ou de um Rondo of Blood da vida.

    Uma coisa que achei que não facilitou muito também foi jogar apenas com o wiimote (não testei se esse título funcionaria com o nunchuk acoplado). Em alguns estágios finais que demandavam ação e reflexos mais rápidos, eu senti que o d-pad do controle poderia ser um pouco melhor. Talvez só esteja acostumado com controles diferentes, mas gostaria de testar naquele Pro Controller do Wii, se eu o tivesse.

    Resumindo: Castlevania: The Adventure Rebirth é muito legal e talvez a melhor experiência atual para quem quiser conhecer um jogo por fases da franquia, ao invés do consagrado "metroidvania", e isso vindo de alguém que também ama o IV. Porém, vale a pena lembrar que esse título continua sendo exclusivo de WiiWare. Vale também mencionar que senti estar jogando algo novo, não um remake e nem mesmo uma reimaginação. Inclusive me lembro de vários desafios do clássico que sequer ganharam versões aqui e até mesmo algumas mecânicas. Nada disso impede que a experiência seja divertida, embora não tenha muita novidade ou atrativos originais.

    De bom: visuais bacanas e animações sensacionais. Jogabilidade simples. Aventura na medida certa, sem ser muito curta ou muito longa. Possibilidade de trocar níveis de dificuldade antes de iniciar a campanha e até o número de vidas para até 9. O jogo explora diversos cenários e inimigos da franquia.

    De ruim: deve ser terminado numa única sentada e não há sequer um "quick save" ou Password. Achei que o personagem poderia tomar um pouco menos de dano, em muitas ocasiões, ou poderia ao menor ter um pouco mais de cura pelas fases. Odiei que o nível máximo do chicote (que solta bola de fogo) agora é por tempo e logo ele volta ao nível anterior.

    No geral, um bom jogo e colírio para os olhos, mas depois de tantos Castlevanias, senti que foi mais do mesmo e tenho esperanças do 2 e 3 (NES) sejam um pouco diferentes dessas fórmulas. Só não dá pra esperar uma versão atualizada do jogo de Game Boy, caso você goste dele por algum motivo (eu até gosto) pois é algo bem diferente, ao meu ver. Se você estiver atrás de jogar Castlevania e já cansou do IV, Bloodlines e Rondo of Blood, The Adventure Rebirth é o ideal. Muito bacana!

    Castlevania: The Adventure ReBirth

    Platform: Nintendo Wii
    172 Players
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      santz · 5 months ago · 2 pontos

      Nem parece que é um jogo original de GameBoy.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-27 02:32:22 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mega Man 10

    Zerado dia 26/12/21

    Feliz por ter terminado mais um jogo ainda em 2021 e ter aumentado um pouco mais a conta. Será que ainda consigo mais um ou dois nos 4 dias que restam? E que zerada mais aleatória! Tenho um jogo grandão a minha espera (que inclusive estou jogando a conta-gotas), mas do anda resolvi ligar o Wii depois de séculos e terminar o último Mega Man clássico (ignorando o 11 pois ele é mais moderninho e ainda não o tenho).

    Não dá para acreditar que esse jogo é de 2010! Onze anos atrás! Nessa época estava na metade da faculdade e morrendo de jogar Nintendo DS. E você?

    Carreguei as pilhas pro wiimote, abri o jogo e só fui. Rapidamente dei uma olhada no howlongtobeat.com para ver quanto duraria a jogatina até o finalizar: 2 horas. Só isso?

    Em seguida pesquisei o Mega Man 9, que terminei lá em 2016 (precisei pesquisar aqui no Alva). Segundo o site, o 10 seria bem mais curto. Até lembrei mesmo que o povo costuma dizer que a dificuldade do 9 é bem mais alta. Que ótimo, terminaria o jogo com alguma tranquilidade e rapidez.

    Iniciando a aventura, vejo aquela logo da Inti Creates. Sempre esqueço que eles estavam por trás desses jogos.

    Há uma cutscene bacana contando a trama de MM10, em que um vírus assola o mundo, consome os robôs e os torna maus. A própria Roll é afetada e sobra para o nosso herói ir atrás da cura. Gosto muito das cenas desse jogo que alternam entre os personagens interagindo ingame com texto e animações e "slideshows" muito bem feitos que mostram os personagens grandes e bem detalhados. Um outro título da série que faz isso é o Mega Man Xtreme 2, do GBC, que terminei recentemente.

    Fora isso, é a mesma coisa de sempre. Você escolhe entre 8 fases/chefes  para jogar e pode usar os poderes adquiridos dos chefes de cada estágio tanto para acessar partes opcionais em outros lugares, derrotar os chefes que tenham fraqueza com mais facilidade ou mesmo passar de obstáculos ou inimigos comuns mais tranquilamente.

    Eu iniciei o jogo, como sempre, sem saber quem escolher. Sendo assim, fui no chefe que parecia ser mais fofinho e simples: Sheep Man. A temática desse chefe e sua fase é basicamente a eletricidade, chips de computador etc.

    Cara, eu morri demais nessa fase! Não sabia se estava enferrujado com Mega Man, se o jogo era tenso ou o que eu mais acreditava: eu tinha escolhido uma fase chatíssima.

    Quando finalmente passei, o jogo me trouxe um menu com a possibilidade de selecionar o próximo estágio, acessar a loja ou salvar. Tinha me esquecido que a partir de certo ponto, os MM começaram a salvar seu progresso. Bem legal para quem cansar de sua dificuldade e quiser dar uma pausa ou voltar outro dia.

    A existência de uma loja é algo que também não me recordava na série. Dei uma olhada lá depois de tanto morrer na fase do Sheep Man e coletar muito dinheiro. Você pode comprar vidas, itens que te auxiliam a não morrer instantaneamente em espinhos e buracos, mais umas coisinhas e os meus prediletos: os tanksE, W e M.

    Bizarramente as mecânicas do Mega Man X continuam marcadas no meu cérebro, mas aqui as coisas são diferentes com esses tanks. Você pode coletar pelas fases ou comprar um bocado deles e muitas vezes acaba os usando com alguma frequência. Lembro que cheguei a usar 5 deles (cada um regenera a vida completamente) num estágio aí só para não morrer, perder minha última vida e ter que recomeçar a fase do zero.

    Agora com a arma elétrica em mãos, escolhi a fase de quem parecia ter fraqueza contra ela: o chefe d'água. Não sei se já estava no espírito e acostumado com a jogabilidade ou se a fase é mesmo mais fácil, mas passei com certa facilidade. Inclusive, ele tinha mesmo fraqueza contra eletricidade.

    Uma coisa curiosa sobre os Mega Man é que os estágios são curtos, mas perdemos muito tempo explorando, tentando entender os padrões de ataque e movimento dos inimigos ou mesmo como passar das armadilhas. Fato é que cheguei várias vezes sem ou quase sem vidas no chefe, dava Game Over e tinha que refazer toda a fase. Mas já estava tão bom nela que fazia tudo bem rápido.

    Vale lembrar que esse Mega Man é cruel em dois quesitos: poucas vidas (a menos que você colete ou compre mais) e checkpoints as vezes bem distantes, o que se mostrou verdade principalmente nas últimas fases, onde eu chegava a passar de várias telas, matar minibosses, passar de desafios chatos e, ao morrer, voltava tudo isso, para um checkpoint distante. Super bizarro.

    Conforme eu fui jogando, fui juntando mais itens, que raramente usava e a jogatina também foi ficando mais rápida, com fases sendo terminadas com maior tranquilidade. Essa é a vantagem de jogar tudo num mesmo dia e, de alguma forma, continuar motivado.

    O enredo também foi sendo contado conforme eu avançava com mais cutscenes. Legalzinho e convincente.

    Dei uma cansada e larguei o jogo ligado, como costumo fazer. Fui comer, o wiimote logo desligou e fiquei no celular um tempo com a música do jogo tocando bem baixinho. Ops, me esqueci do jogo!

    Sabendo que os chefes estavam terminando, o final do jogo se aproximava. Isso sempre me motiva bastante (com alguns amigos é o contrário).

    Logo estava na fortaleza do Willy. Beleza!

    Como sempre eu jogo bem essas partes finais. Além da já mencionada motivação, gosto do fato de elas não se apegarem muito à um tipo de tema ou mecânica como os cenários dos chefes. Muitas vezes acho até os desafios bem tranquilos e muitos deles ainda são apenas versões diferentes de outros já conhecidos anteriormente.

    O primeiro estágio do Willy foi chato pelos vários chefes que enfrentei, inclusive de outros jogos da série. Foi bem legal rever o Slash Man do MM7 em 8bits!

    Os estágios seguintes foram mais chatos e eu morri um bocado em cada. Como eu disse, os checkpoints ficam super distantes e morrer por besteira te joga muitas telas para trás. Que preguiça! Porque eu tenho que refazer esses desafios chatos e matar minibosses assim?

    Morri bastante e dei vários Game Overs (mas felizmente volta pro início daquela fase e não pro início da fortaleza do Willy). Por outro lado eu fiquei mestre bem rápido nesses estágios. Cheguei na parte final!

    Essa última parte é aquela clássica de enfrentar todos os robôs do jogo novamente. Chatisse, mas agora com todos os poderes, é moleza.

    Mas o pior que nem foi. Alguns chefes morrem rapidamente e mal conseguem reagir às armas a que tem fraqueza enquanto outros mal parecem sentir o dano. Em alguns caso as armaduras acabam rápido demais e me deixam na mão com o chefe com metade da vida restante.

    Pior que eu cheguei a esse ponto utilizando tanksW para recarregar determinadas armas e tanks E para recarregar meu HP. Talvez tenha abusado um pouco a ponto de chegar no chefe final e não ter muitos deles para usar.

    Depois de dar Game Over, resolvi voltar à fase do Sheep Man e coletar dinheiro. Joguei várias vezes e comprei o máximo que deu das coisas da loja: 9 vidas, 9 tanks E, 9 tanks W, 1 tank M e demais auxílios menores.

    Agora imagina a minha cara ao perceber que deixar a fortaleza do Willy significa ter que refazê-la completamente! Puts, lá fui eu rejogar as 3 primeiras fases. Que sacooooo!

    No final das contas, prolonguei bastante a jogatina, que ficou registrada como 3 horas e 40 minutos. 2 horas de jogo, 1 hora coletando dinheiro e refazendo a última fase e 40 minutos que deixei o jogo parado, haha.

    O último chefe foi bem mais fácil do que de costume. Levei coisa demais e nem precisei, mesmo refazendo toda a fortaleza.

    Resumindo: Mega Man 10 é meio que mais do mesmo. Não sei se repetir a mesma fórmula por tantas vezes é tão interessante assim, fora a volta ao estilo visual do NES como foi com o 9. Felizmente o 11 deu uma revolucionada nisso e em mais, até onde sei. MM 10 é quase como uma expansão para a fórmula criada há tantas décadas atrás e apenas adiciona novos estágios e desafios enquanto mantém a mesma jogabilidade, só que sem poder carregar o ataque de sua arma principal e sem poder deslizar.

    De bom: o espírito Mega Man está aqui. Jogo muito menos estressante que seu antecessor. Muitos desafios prometem prolongar a re-jogabilidade e aumentam o seu fator replay. Possibilidade de jogar também com o Proto Man. Felizmente o jogo é mais acessível agora por meio dessas coletâneas atuais. O uso dos tanks e a própria loja facilitam bem a campanha, que já não é muito tensa.

    De ruim: mesmice de sempre, mas com certos comandos retirados. Aparentemente não há segredos pelos estágios. Conteúdo trancado atrás de DLC. Alguns estágios tem checkpoints estranhamente distantes, mesmo após vencer desafios complicados e minibosses. Cadê o Buster carregado e deslizar por baixo das coisas?

    No geral, gostei do jogo e agradeço por ele ser curto (embora o Wii tenha registrado mais de 6 horas de jogatina dele hoje). Acho bizarro como a série perdeu tanto do que construiu em MM7. Talvez fosse trabalhoso demais continuar de onde o 8 chegou. Fico feliz em ter terminado todos os MM clássicos em bits da série principal e fico de cara como as pessoas ainda possam querer mais. Essa franquia tem um zilhão de jogos! Sobre o 10, bom para quem é fã e quer mais, mas não espere nada novo. Como mais um Mega Man, totalmente passável.

    Mega Man 10

    Platform: Nintendo Wii
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  • vaojogar Vão Jogar!
    2017-10-02 19:44:37 -0300 Thumb picture

    Wii Shop Channel será encerrada em 2019

    Provavelmente a maioria das pessoas nem se lembra mais que ela existe, mas fica o lembrete do encerramento da Wii Shop Channel.

    Nos acompanhe também pelo Telegram, acesse https://t.me/vaojogar e inscreva-se!

    Final Fantasy Crystal Chronicles: My Life as a Dark Lord

    Platform: Nintendo Wii
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      ermeson · over 4 years ago · 3 pontos

      Quem tem jogo comprado, tem que deixar instalado pra não perder?

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      zir0 · over 4 years ago · 3 pontos

      midia digital e tao bom... uma merda

  • mhanolloghames Mhanollo Ghames
    2017-03-14 09:46:58 -0300 Thumb picture
    Post by mhanolloghames: <p>Tutorial bem simples e rápido show de bola. Veja

    Tutorial bem simples e rápido show de bola. Vejam o vídeo e compartilhem para ajudar a galera aí pessoal. Valeuzzz.

    1
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-01-18 11:48:23 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: World of Goo

    Zerado dia 17/01/17

    Cara, tô curtindo transmitir as minhas jogatinas pelo Twitch! Tanto que deveria ter feito esse post aqui ontem a noite mas acabei deixando pro tempo livre aqui no serviço.

    Pra dizer a verdade, comecei esse jogo há algumas semanas e muito antes de alguns dos jogos que postei aqui recentemente, já fazendo parte do meu plano de terminar toda a lista de Wii e Gamecube como fiz com o Wii U (plano esse que ainda não engatou ainda). 

    Quando comecei World of Goo já tinha noção que o amado indie é um puzzle que jogamos apenas com o pointer, o casual que eu queria.

    A ideia do jogo é simples: você geralmente começa os estágios com uma caixinha cheia de goos e tem em alguma parte uma espécie de cano, que seria a sua saída. O negócio é que você tem uma quantia limitada de goos e um mínimo para chegar a essa saída e os puzzles envolvem quase sempre usar esses bichinhos para construir torres, pontes, cordas etc.

    Um goo usado para se juntar aos outros não poderá mais ser utilizado e em alguns estágios usar mais do que o necessário resulta em chegar ao ponto de chegada com um número insuficiente das criaturinhas que ainda estão percorrendo livres pela sua construção.

    Não precisa nem dizer, mas WoG demanda bastante engenharia e noções de física, principalmente quando outros elementos são introduzidos, como goos que podem ser retirados de onde você os grudou e reutilizados, balões para carregar ou levantar partes da sua construção (imagine criar uma ponte grande sem qualquer pilar embaixo, por exemplo), uns que tem mais do que os normais dois pontos de ligações (se juntam com mais goos e deixam a construção mais fortinha), outros que grudam, que podem ser atirados etc.

    São 4 mundos tematizados com cerca de 10 estágios cada e mais um final com poucas fases.

    É engraçado como no final do mundo 3 um cenário me desmotivou por ser mais difícil, mas assim que passei o mundo 4 foi bem fácil e diferente. Aliás, é normal a dificuldade ficar variando assim até dentro de cada mundo.

    Cada estágio varia bastante de tempo, levando de segundos a 5-6 minutos em fases mais complicadas, até porque o gameplay é bem rápido (ainda mais se você tem um plano ou sabe o que está fazendo).

    Geralmente um desafio só é difícil até você entender o que deve ser feito. Alguns deles nem parecem ter lógica ou parecem impossíveis até você tentar um pouco de tudo ou entender o que as placas com dicas dizem (nunca ajudam muito). Eu sofri mais com fases que introduziam novas mecânicas.

    A jogabilidade é bem simples: mover o cursor com o sensor do wiimote, pegar os goos com A e soltar o botão para deixar onde achar melhor (há uma distância mínima para grudar um bichinho a outros dois). Sempre que você se arrepender de uma ação, basta clicar em uma das moscas voando no cenário para desfazê-la, mas isso fica bem limitado a cerca de 5 movimentos e leva mais um tempo para elas irem reaparecendo.

    Resumindo: World of Goo é um puzzler bem interessante e ainda mais curto do que eu imaginava. Simples e com uma proposta muito legal pra quem curte o gênero ou de coisas mais engenhosas. Pra mim, cada estágio ou era muito divertido ou era tedioso, mas graças a duração de cada um, deu pra jogar numa boa.

    De bom: jogabilidade simples mas o jogo mantem um bom nível de desafio. Mecânicas novas aqui e ali com objetivos diferentes, goos diferentes e elementos do cenário originais, que não só mantem o nosso interesse em WoG sempre atualizado como deixam cada estágio único. Tem um pouco de estória viajada indie e com cinemáticas (inclusive, alguns cenários são puramente curtição, sem ter que usar um neurônio sequer). Existem coisas pra te fazer continuar jogando, como um número mínimo alto de goos para terminar cada estágio ou usar os extras de cada fase para numa parte específica do jogo fazer uma torre o mais alto possível e participar de uma competição com leaderboards.

    De ruim: algumas pessoas gostam, mas a trilha sonora é quase sempre bem séria ou triste (parece que eu tô assistindo um documentário sobre o nazismo ou Segunda Guerra Mundial). Num jogo com seres animados e felizes, eu definitivamente gostaria de algo mais convidativo a me manter jogando. Em situações que há muitos goos num espaço pequeno e você quer um específico, é quase impossível pegá-lo. a menos que eles consiga fica afastado dos outros por meio segundo, tempo bastante pra você deixar o pointer em cima e o pegar em seguida. Os goos são gelatinosos e acabam produzindo construções molengas e instáveis, mas acho que isso se adiciona ao desafio do jogo...

    No geral eu me diverti bastante, mesmo tendo odiado alguns poucos cenários. A experíencia no Wii foi legal por conta do wiimote, mas pra quem tem um dedo menos gordo, pode tentar no celular (ou no PC).

    World of Goo

    Platform: Nintendo Wii
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      sandrotoon · over 5 years ago · 2 pontos

      Esse era um dos meus favoritos do wii!
      Ótima analise

  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-11-20 00:28:36 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mega Man 9

    Zerado dia 19/11/16

    Tinha jogado esse jogo umas duas vezes casualmente há vários meses atrás e quando liguei o Wii atrás de alguma coisa, lembrei desse fato e me senti obrigado a jogar de verdade. Mega Man 9 segue a mesma linha da série original lá da época do NES, de Mega Man 1 ao 6. O 7 e 8, de SNES e PS1 respectivamente, mudaram um pouco essa fórmula, com gráficos mais modernos e um gameplay um pouco mais fácil.

    A primeira vez que eu vi que MM9 voltaria para as origens tanto visualmente quanto em relação ao desafio, fiquei muito interessado e isso foi inclusive um dos motivos pra eu ter jogado todos os jogos originais há uns 2 anos atrás.

    É muito bom também saber que agora só tem o 10, além do Xtreme 2, X6 e X8 pra jogar. Depois vou pros Battle Networks e aqueles do DS e penso se encaro o Command Mission e outros que ninguém se importa ou se finalmente dou como terminado tudo o que importa do azulão aí.

    A fórmula é a mesmíssima dos jogos originais: oito inimigos principais em estágios tematizados com seu poder. Um chefe tem fraqueza a do outro.

    A diferença mais notável de cara é que uma das fotos dos chefes é de uma mulher! Antes só existiam "Alguma-coisa Man", mas isso mudou, e deu super certo.

    Mas fora isso, é o de sempre mesmo, com fases cheias de espinhos e inimigos chatos, uma busca infindável em recuperar o HP ou conseguir mais vidas ou ganhar um dinheiro pra comprar alguma coisa na loja fora das fases.

    É um jogo bem desafiador, então requer bastante paciência pra falhar e aprender a todo momento. Tanto que nos últimos estágios eu jogava velozmente de tanto ter morrido e dado Game Over (ao menos volta pro início da fase, só perdendo o checkpoint).

    Quem está acostumado com a série X, pode achar o jogo frustrante, já que Mega Man não agarra nas paredes, não dá dash e nem segura o tiro forte e muitas partes são cheias de buracos que exigem timing perfeito de pulo ou os mortais espinhos e checkpoint mesmo só na metade do estágio ou na sala de entrada do chefão. É bem tenso, mas dá pra se acostumar em pouco tempo também.

    A prova disso é que eu fechei o jogo em 3 horas e vários dos estágios eu fiz e refiz várias vezes.

    É também difícil de se acostumar com a falta de itens comuns de outros jogos do Mega Man, como a falta do tank de energia extra que se enche conforme recolhemos itens de recuperação e outros. Esses auxílios existem, mas devem ser comprados e cada um só tem um uso.

    O jogo também tem suas modernidades, como um sistema de conquistas ingame que chega a ser absurdo, contendo coisas como "termine o jogo sem morrer", "termine o jogo sem cair em buracos" ou "termine o jogo sem tomar dano". Existem algumas conquistas de zerar dentro de tempos ou matar chefes rápidos e etc, mas no final eu só consegui 20 e poucos por cento (sem tentar) e percebi que nunca faria essas conquistas.

    Há também a possibilidade de baixar DLC e a possibilidade de salvar o seu progresso quando quiser (fora das fases) sempre que quiser descansar.

    Há uma considerável quantidade de cenas e textos durante o jogo narrando o enredo que acaba deixando o jogo mais interessante.

    Resumindo: Mega Man 9 é mais um jogo da série clássica, mas que traz os clássicos gráficos em 8-bits de volta, assim como o alto nível de desafio, coisa que a maioria dos jogadores mais modernos não conseguiria jogar. Eu mesmo estava meio frustrado por conta da fase das nuvens, mas peguei o jeito e o resto andou mais fácil, mesmo quando eu morria bastante. No final, ao fechar o jogo, a sensação de dever cumprido é muito satisfatório e o zeramento é tão legal, que me faz lembrar porque amo tanto jogos japoneses.

    De bom: gráficos, jogabilidade e nível dos jogos antigos. Gráficos simples e bonitos e que dão certo com as nossas TVs modernas. Cenas com imagens e texto muito bonitas. Bastante conteúdo e espaço para exploração nos estágios, geralmente com itens opcionais para serem coletados. A adição da Splash Woman. Enredo e zeramento bem bacanas. Jogar com apenas o wiimote é confortável e remete um pouco a jogabilidade do NES.

    De ruim: impossibilidade de mudar o nível de dificuldade como na versão de PS2 dos primeiros jogos, o que poder ser intragável para jogadores mais novos. Jogo impiedoso em relação a juntar vidas ou se manter com o life cheio, pois você perde bastante com ataques bobos. Essa versão do Wii, ao menos, requer que você aperte "+" para abrir o menu e trocar de armadura. Bizarramente o botão "-" é mais fácil de ser apertado, mas ele só mostra as conquistas.

    No geral é um jogão para quem gosta de Mega Man, do clássico mesmo. Tem um poderes bem legais e originais, assim como os elementos das fases. Jogão que já me deixou com vontade de ir logo pro 10!

    Mega Man 9

    Platform: Nintendo Wii
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      katsuragi · over 5 years ago · 3 pontos

      Jogo LINDO demais! Foi a primeira coisa que comprei e joguei no meu Wii! Fiz quase 100% nele e estou trabalhando nisso ainda, me faltando so o achievement de concluir sem levar dano.
      Passei todas as fases mas a ultima Wily Stage esta do capeta. XD

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      italo_bandeira · over 5 years ago · 2 pontos

      Parabéns ô corajoso, tou com o 9 e 10 aqui no Wii mas não zerei nenhum (cheguei bem longe no 10 com o Bass mas não zerei também).

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      colt47 · over 5 years ago · 1 ponto

      dá para mudar de dificuldade nos antigos ?

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-05-14 21:49:20 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Chronos Twins DX

    Zerado dia 14/05/16

    Ah! Aqueles jogos ruins que eu jogo até o final. Eu não tinha nenhum plano de jogar Chronos Twins DX, até porquê ele nem está no meu Wii e a minha experiência com o outro jogo da série no Nintendo DS foi super descartável. O fato é que hoje vai ter jogatina na casa de um amigo e enquanto ele e eu estamos sozinhos (ele está desbloqueando 3DS's), eu acabei ficando jogado ao único videogame acessível no momento, o Wii.

    Na falta do que fazer e querendo jogar algo casual, iniciei CTDX.

    De início se percebe o nível de amadorismo da EnjoyUp Games, com imagens e traços toscos dos personagens, que remetem MUITO a aqueles aliens mais genéricos do universo de Dragon Ball. Nesse começo é só andar e atirar e assistir umas cenas com imagens estáticas e falas clichês até que o jogo finalmente começa, de forma simples (como um tutorial), a apresentar a sua característica principal: jogar em duas telas ao mesmo tempo.

    Pois é, você está em dois tempos diferentes passando pelos mesmos cenários e o que você faz em um, se reflete no outro.

    Um exemplo é que se você estiver em uma plataforma em uma das telas e na outra não tiver nada, o personagem vai ficar "flutuando".

    Inicialmente é bem simples, mas depois o jogo começa a requerer que você fique trocando o seu foco de uma tela para a outra e em algumas partes mais próximas ao fim chega a te obrigar a olhar para o todo de uma vez para conseguir passar por vários obstáculos/inimigos sem morrer.

    Os comandos do personagem, que nem faço questão de lembrar o nome, se resumem a pular, atirar (e carregar o tiro), usar rasteira para passar por baixo de partes menores e uma habilidade em que você congela uma das telas enquanto executa ações na outra. Claro que o jogo tem vários puzzles e alguns até chatinhos de se passar e que usam e abusam de todas essas habilidades e raciocínio.

    As fases são sempre bem curtas, mas na primeira jogada podem demorar algum tempo, pois alguns puzzles não fazem muito sentido e alguns desafios requerem ações específicas e não deixam isso muito claro, resultando em várias mortes. 

    Felizmente, perder todas as vidas não resulta em game over, mas em voltar ao início daquela fase.

    Aliás, são apenas 5 áreas, sendo que quatro delas são cinco fases e uma apenas 3. O jogo todo ocorre bem rápido e só o último mundo que me fez dar vários retries. A aventura totalizou umas 2 horas (quase metade só no último mundo).

    Resumindo: Chronos Twins DX é mais um jogo super meh e descartável da face da Terra. O conceito é até legal, mas a produtora ainda não achou um jeito tão legal de usá-lo (aliás, nenhum jogo do gênero conseguiu e nem deve conseguir). Essa versão de Wii ficou menos genérica e mais interessante que a de DS, mas ainda assim....

    Felizmente o jogo ainda tem um "quê" de jogo da época de SNES.

    De bom: simples e fácil de entender, com cenário até legaizinhos. O jogo flui bem 80% do tempo, mas o final requer paciência e um pouco de lógica. Jogabilidade diferenciada (duas telas simultaneamente) que vimos mais tardes em jogos como Fractured Soul.

    De ruim: partes confusas, desafios chatos e vários retries no final. Gráficos sem graça e personagens genéricos copiados de Dragon Ball. Jogo sem cerimônia nenhuma, acaba do nada, sem desfecho. Nada compensador. Enjoativo.

    Vale a pena? Não! Dá pra passar o tempo, mas existem mil opções melhores e mais interessantes, claro.

    Chronos Twins DX

    Platform: Nintendo Wii
    7 Players

    2
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-24 17:26:26 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Bit. Trip Runner

    Zerado dia 24/03/16

    Yay! Depois de terminar o 2, fiquei me coçando pra terminar o primeiro Bit. Trip Runner, mas deixei pra depois. E agora que terminei o The Witcher, fui atrás de jogos mais tranquilos de jogar, e fui direto nele. Bom, eu já conhecia as primeiras fases do jogo e as mecânicas que já dominava no segundo, então fui com tudo pra cima e pra ver se terminava em uns dois dias no máximo.

    Caraca! Que surpresa! Mesmo jogando tudo tranquilamente enquanto os meus amigos jogavam horrivelmente as primeiras fases, o nível de dificuldade sobe absurdamente a partir de certo ponto na aventura!

    BTR é um jogo sidescroller "on rails", onde o seu personagem, Commander Video, corre automaticamente da esquerda para a direita durante todo  trajeto da fase e o jogador deve pular, bater, se abaixar ou defender, dependendo dos obstáculos em sua frente. No começo, é tudo tranquilo, mas conforme o jogo anda, exige-se muito timing, pra você não apertar o botão muito cedo ou muito tarde ou executar várias sequências seguidas.

    O jogo é quase rítmico, já que durante todo o trajeto, toca-se uma base que é complementada com cada ação feita ou item coletado, porém, isso é mais um resultado do que é feito do que uma ajuda ou objetivo do jogo.

    Além das barras de ouro para serem coletadas, existem os "+" rosas, que deixam a música mais animada e mudam o rastro do personagem até ficar um arco-íris.

    São apenas 3 mundos, coisa que BTR já deixa claro já na tela inicial, cada um com seu tema, 11 estágios e mais um chefe no final. Cada fase é até tranquila e dura em média 2 minutos ou até menos, porém, os erros podem fazer com que você demore muito mais para avançar.

    É basicamente um jogo de decorar conforme você avança e volta a todo momento, o que felizmente é instantâneo e sem corte de tela. Morreu, voltou na hora.

    Dá pra zerar bem rápido, mas eu realmente fiquei preso em algumas fases durante a aventura e principalmente no final do jogo, onde as fases eram bem compridas e CHEIAS de obstáculos super tensos que requeriam timing perfeito, uma única brechinha para passar entre pedras e uma lata de lixo. Isso é meio tenso, pois, diferentemente de BTR2, aqui não existiam checkpoints e passar por desafios tensos e morrer no final da fase e reiniciá-la cansa bastante.

    Uma outra diferença aqui é que o personagem é 2D e o cenário 3D, mas com cores meio sem graça e confusas. Tudo lembra muito um gráfico de Atari "modernizado".

    Resumindo: Bit. Trip Runner é um jogo bem bacana e com gráficos charmosos, mas acho que fico com o segundo, embora prefira o personagem em 2D.

    De legal: é um jogo simples e divertido e muitas vezes desafiador. Pra quem quiser fazer 100%, o gameplay deve triplicar, o que também não é muito tempo, mas que exigiria bastante paciência para coletar tudo nas fases sem deixar nada passar. As músicas são bem legais, embora sejam apenas umas duas. Achei muito legal o segundo boss, enquanto o primeiro é um saco de chato (em ambos os sentidos) e o terceiro, e final, é quase inexistente.

    De ruim: falta de checkpoints, pelo menos um nas fases. Quem jogou u jogar as últimas fases sabe do que eu tô falando, passei muita raiva. Cenários de fundo confusos demais! Ainda mais no segundo mundo onde tudo é amarelo e bizarro. Eu não conseguia ver os ouros nem alguns obstáculos. Sem contar que essa confusão no cérebro me deixou um pouco tonto umas duas ou três vezes por uns segundinhos. Exige muita paciência as vezes.

    Vale muito a pena jogar BTR e sua sequência. Sei que tem outros jogos da série, e que não são Runners, que eu vu pensar em dar uma conferida. Valeu a rápida jogatina e os múltiplos replays em algumas fases para conseguir terminar!

    Bit.Trip Runner

    Platform: Nintendo Wii
    77 Players
    4 Check-ins

    7
    • Micro picture
      darleysantos676 · about 6 years ago · 2 pontos

      Mais um texto que... ah, deixa pra lá... kkk

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      anduzerandu · about 6 years ago · 2 pontos

      Hahaha @darleysantos676 eu lembro de você em cada texto

    • Micro picture
      darleysantos676 · about 6 years ago · 2 pontos

      Cara, cê não é algum colunista de site de games disfarçado aqui não né?!? Brinks! Mas sério, seus textos são bem fluidos, são bacanas de ler.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-04 10:38:19 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Muscle March

    Zerado dia 04/03/16

    Caraca! Há quanto tempo eu não ligava o Wii. O coitado tá cheio de jogo pra ser jogado mas tenho dado prioridade pra outros títulos, embora eu esteja na louca pra jogar muita coisa no meu branquinho.

    Bom, quem acompanha minhas postagens no Alva talvez lembre que eu sempre digo que estou jogando um jogo grande. E ainda estou...

    Como o meu jogo principal requer que eu me entregue a ele e bastante paciência, acabo tentando não jogar nada mais, senão eu desanimo com o dito cujo. Hoje, porém, tava na sala, vi o Wii e lembrei de Muscle March! Um joguito de WiiWare baseado em movimentação e pose. Resolvi mais uma vez tentar terminá-lo, e acabei conseguindo! Feliz também em saber que eu vou postar mais algo aqui enquanto não zero o outro jogo, que ainda vai levar um tempo.

    MM é um daqueles jogos beeeeem japoneses. Com um humor diferenciado. O plot é que alguém roubou um pote (que acredito ser de Whey) e você deve escolher entre um dos personagens para perseguir o larápio. Entre as possíveis escolhas, temos homens de algumas etnias, uma mulher e um urso polar. Todos super bombados, claro.

    A fase é "on rails", onde os personagens correm em fila automaticamente, sendo que o primeiro é o vilão, obviamente fugindo dos outros. Conforme ele corre e paredes aparecem, ele faz uma pose, que você deve imitar antes de atingir  obstáculo. Caso contrário, você perde um coração.

    São apenas quatro poses: dois braços pra cima, dois braços pra baixo, braço direito pra cima e esquerdo pra baixo e vice-versa. Nós executamos as poses com o wiimote e nunchuk, apontando para cima ou para baixo. O feeling é mais ou menos o de Just Dance, sendo mais divertido jogar em pé e imitar a pose dos marombeiros (muito engraçado pra jogar coma  turma).

    Parece moleza, mas conforme a fase anda, uma pessoa da fila acaba escorregando e caindo fora e você fica cada mais perto do ladrão, exigindo maior reflexo na hora que ele cria a pose.

    Depois de ficar apenas você e ele, é uma questão de tempo até o jogo mandar você sacudir os controles o mais rápido possível para finalmente alcançar o cara e terminar a fase.

    São apenas três mapas: cidade, vila e espaço. Cada um com três fases, sendo que a última é sempre o mesmo vilão. A primeira delas é sempre um "warmup", como o próprio nome do estágio diz, a segunda média e a terceira de alta dificuldade (em alta velocidade e quase impossível acertar as poses a tempo).

    É isso, não é um jogo com muita profundidade, mas sim voltado a exercício e movimentação do jogador. Ao terminar as três fases de um mapa, aparece um tela com "jogo terminado" e "volte depois", como se fosse pra você dar uma jogadinha todo dia de manhã antes de sair pro trabalho ou escola.

    A dificuldade de um mapa pra outro também é a mesma. u seja, a primeira fase da cidade e a primeira do espaço são de mesmo nível, assim como a terceira de cada, sempre difícil da mesma forma.

    Os personagens também são basicamente apenas skins. Escolha o que achar mais engraçado. Rola uma diferença de vozes só pra não dizer que foi um trabalho preguiçoso.

    Resumindo: Muscle March é um jogo super divertido e que te faz suar um pouco. O humor japonês faz com que o jogo seja um sucesso nas jogatinas com os meus amigos. Um deles até comprou um Wii porquê "esse tipo de jogo só rola nas plataformas Nintendo".

    De bom: engraçado, efeitos especiais e sonoros bem típicos. É bem estilo Arcade mesmo. Fases rápidas (duram sei lá, um minuto?). Colorido e com cenário típicos do Japão. Curva de aprendizado legal com o aumento de dificuldade de uma fase pra outra, e mesmo ao falhar, é possível continuar dela, ao invés de voltar ao início. Ladrões diferentes  que influenciam levemente na percepção das poses. Legal também que além da pose ficar marcada na parede, cada uma das quatro tem sua cor própria de contorno, então mesmo não enxergando perfeitamente é possível saber o que fazer.

    De ruim: dificuldade meio tensa nas terceiras fases. Além de mil poses em pouco tempo e as vezes com um leve delay do reconhecimento dos controles, você chega no chefe, balança muito os controles e não o alcança! Daí tem que resistir há mais um bocado de poses. Essa mesma dificuldade me fez desistir do jogo algumas outras vezes. Poucas fases também, o que fez a coisa durar 30 minutos. Queria poder liberar novos personagens, como os vilões. Um macete: se a coisa tiver tensa, pause o jogo quando ver a pose, fique na posição, volte ao jogo. Com isso seu personagem já vai ficar do jeito necessário e você não vai mais bater, muito útil nas fases finais.

    Bom, é um passatempo de WiiWare, não dá pra cobrar muito. Mas o jogo é espetacular em sua simplicidade. Explique pros amigos como funcionam os controles e caia na festa. Diversão garantida por um bocado de tempo, além das risadas.

    Muscle March

    Platform: Nintendo Wii
    15 Players
    1 Check-in

    5
    • Micro picture
      jcelove · about 6 years ago · 2 pontos

      Caraca vei, esse é um dos jogos do Wii que eu mais queria jogar, é alto nivel de qualidade hueristica.hehe

      1 reply
  • luansilva2000 Luan Silva
    2015-01-24 01:15:39 -0200 Thumb picture
    luansilva2000 checked-in to:
    Post by luansilva2000: <p>#img#[57741]</p><p>Comecei e finalizei, o @flavi
    LostWinds

    Platform: Nintendo Wii
    121 Players
    5 Check-ins

    Comecei e finalizei, o @flaviometal me recomendou esse jogo.
    Esse jogo é muito bom, fiquei surpreso com a qualidade dele, não esperava muita coisa, é um jogo simples e criativo.
    Os gráficos são muito lindos, a direção de arte do jogo é ótima.
    A jogabilidade é bem simples, utiliza o Wiimote + Nunchuk. Apontando para a tela você usa o poder de controlar o vento, que é ai que o jogo brilha.
    A física do jogo é impressionante, praticamente tudo do cenário você interage com o vento, as plantas, fumaça, fogo, água, as folhas das árvores e até se você usar o vento em uma pessoa tem uma reação, é genial. E com esse poder do vento você passa dos puzzles.
    E a trilha sonora do jogo é ótima, bem relaxante...
    A história é bem interessante, eu curti.
    O único ponto negativo do jogo é sua duração, eu zerei ele com 2h e 52min, pegando quase tudo.
    Ele tem uma continuação, e pretendo jogar logo!


    Pequenos spoilers abaixo.





    14
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      taironecass · over 7 years ago · 3 pontos

      Parabéns, meu amigo charlie brown XD ahuahauha

      1 reply
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      mastershadow · over 7 years ago · 2 pontos

      Esse ai eu nunca vi,isso só me lembra que faz tempo que não jogo nada de WII mesmo, to usando ele mais pra emuladores...sei que tem muita coisa boa de WII pra eu descobrir e jogar ainda, mas agora to no Hype do Saturn hehe.

      2 replies
    • Micro picture
      flaviometal · over 7 years ago · 2 pontos

      Jogão mesmo! Jogue logo o segundo!

      1 reply

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