• vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-01-14 17:29:49 -0200 Thumb picture
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    Shadow of the Colossus

    Platform: Playstation 2
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    Bora jogar pela segunda vez o segundo jogo do Full Mito Ueda!!

    25
  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-01-05 17:35:03 -0200 Thumb picture
  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2020-12-30 11:21:56 -0200 Thumb picture
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    Post by vithanks: <p>Jogando pela segunda vez o primeiro jogo do <em>
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    Platform: Playstation 2
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    Jogando pela segunda vez o primeiro jogo do Full Mito Ueda.

    19
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-01-31 11:24:45 -0200 Thumb picture

    TOP 05 SIDEKICKS🍻

    Mais um @desafio, dessa vez acerca os melhores parceiros/ajudantes nos videogames. Fui desafiado pelo carinha amigo dos cangurus, o @thecriticgames. Segue:

    5° lugar: YOSHI

    Yoshi é um simpático dino sempre disposto a ajudar. Ganhou tanta repercussão que sua presença é praticamente certa nos "Marios" da vida, e já ganhou inclusive uma série só para ele. Apesar de tanto amor ao parceiro, Mario não se importa em sacrificá-lo para salvar sua própria vida.😞

    A evolução do YOSHI:

    4° lugar: DOGMEAT 🐕🐶

    Se tem "doguinho", tá na minha lista. É incrível a realidade da representação desse cão nos games FALLOUT. Agora descobri o por que (veja vídeo). O seu fiel parceiro além de auxiliar em combate, pode farejar itens e inimigos escondidos ❤️

    3° lugar: ELLIE

    A gente tenta não falar dessa pequena valente e seu amadurecimento ao longo do game mas é inevitável. Uma sidekick que impressiona e emociona. E o mais importante: ajuda muito in game.

    2° lugar: ATREUS

    Por pouco não o coloquei em primeiro lugar. Essa criança possui uma veracidade e vivacidade incrível. Transmite muitos sentimentos. Essa dupla conseguiu superar facilmente a relação similar encontrada entre JOEL e ELLIE (The Last of US). Aliado a isso, é um extremo combatente e valente!

    1° lugar: TRICO

    A incrível relação, do início ao fim do game, entre essa estranha criatura e o menino é de arrepiar todos os pêlos do corpo enquanto jogamos. O bichinho se preocupa com você (como quando cada um precisa passar por caminhos distintos)

    ...e você instantaneamente se preocupa com Trico, imaginando se ele está com sede ou fome...

    ...ele te ajuda a escalar locais inalcançáveis...

    ...e você percebe rapidamente que nunca vai desejar que algum mal aconteça a essa encantadora criatura. É muito amor...❤️

    Além desse encanto todo, o "bichim" lhe protege também em combate. Pra mim, simplesmente o melhor sidekick ever, ao lado de ATREUS. 

    REGRAS 📖:

    Cite seus 03 sidekicks favoritos. Se desejar pode aumentar a quantidade que desejar...

    Marque a galera (eu em particular convido todos a participarem)

    Marque a persona @desafio.

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    1008 Players
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      hyuga · over 2 years ago · 2 pontos

      eu nunca ando com o cachorro em skyrim ou fallout por medo deles morrerem

      6 replies
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      mjdias · over 2 years ago · 2 pontos

      Dogmeat é o melhor! Só ando com ele.

      1 reply
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      thecriticgames · over 2 years ago · 2 pontos

      Esse trailer do Father and Son do GoW é tudo de bom.

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-01-20 12:27:58 -0200 Thumb picture

    DESAFIO 07 DIAS (SHARE)

    Fui desafiado pelo @thecriticgames e @gennosuke6 (acho que outros me mencionaram também...) acerca esse @desafio louco. A cada dia um tema com categorias.

    CATEGORIAS: Filme, Jogo, Animação, Menção Honrosa...

    DIA 01 - MELHOR INTRODUÇÃO

    DIA 02 - MELHOR BATALHA (,GUERRA)

    DIA 03: MELHOR LUTA

    DIA 04: MELHOR DUELO DE ESPADAS

    DIA 05: CENA MAIS TRISTE

    DIA 06: MELHOR DUELO FINAL

    DIA 07: MELHOR ENCERRAMENTO

    FILME: SAW (Jogos Mortais)

    O filme por completo consegue captar a atenção do espectador do início ao fim, mesclando elementos POLICIAIS -  SUSPENSE - TERROR. De baixo orçamento, conseguiu excelentes atores para o projeto e o melhor, receber a atenção de HOLLYWOOD e altas bilheterias. E o que é esse encerramento? PQP...

    Uma pena que suas sequências focaram somente no TERROR e na preguiça em inovar / impactar / criar.

    JOGOS: em se tratando dos créditos finais (e não necessariamente da conclusão da trama) curti (devido suas trilhas espetaculares)...

    DAYS GONE

    ALONE IN THE DARK INFERNO 

    Mas em se tratando de final mesmo, curto o THE LAST OF US (porém o vídeo também é da espetacular trilha de créditos):

    ...e vou me repetir citando RIME e THE LAST GUARDIAN (finais emocionantes em todos os sentidos...)

    ANIMAÇÃO: WALL-E

    Novamente os mesmos quesitos de seleção: criatividade, impacto, emoção!

    SÉRIES: AMERICAN HORROR STORY

    Gosto muito da série, da forma como os personagens são apresentados, os plot twists, a trama e, na maioria dos casos, suas conclusões. Seguem os trailers televisivos:

    Todos livres para participar. Sintam-se convidados

    Alone in the Dark: Inferno

    Platform: Playstation 3
    212 Players
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      gennosuke6 · over 2 years ago · 2 pontos

      E essa música tema do Saw... S2, doida demais! =D

      1 reply
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      lukenakama · over 2 years ago · 2 pontos

      O final de Saw e Wall-e são muito boas, pqp.

      1 reply
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      thecriticgames · over 2 years ago · 2 pontos

      A musica de creditos do LoUs é otima, mas eu detesto o final do jogo :v

      2 replies
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-12-28 14:42:27 -0200 Thumb picture
    45
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      _gustavo · over 2 years ago · 7 pontos

      Tenso mesmo é esses 3% que votou no Mobile kkkkkkkkkkkk

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      lukenakama · over 2 years ago · 5 pontos

      Moblie recebeu 3% de votos, já começa por aí.

      5 replies
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      kalini · over 2 years ago · 3 pontos

      Imaginando o que tem na cabeça dessas produtoras de games em fazer jogos de mobile. Querem transformar celulares em um faz-tudo mesmo, mas exepcional em nada, só pra telefonar :D

  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2019-10-18 23:31:37 -0300 Thumb picture

    Uma joia na indústria dos jogos eletrônicos

    Medium 3751949 featured image

    Lembro-me do primeiro trailer anunciando The Last Guardian para PlayStation 3 em 2009, ressaltando que o game começou a ser elaborado em 2007. Um jogo que teve tantos contratempos durante seu desenvolvimento que as pessoas se perguntavam se de fato algum dia The Last Guardian seria lançado. Honestamente, eu fiquei intrigado em jogar este game quando o vi, pois o trailer chamou minha atenção, haja vista a proposta, portanto, se aventurar em um local inóspito ao lado de uma grande criatura. Os dois devem se ajudar para obter sucesso em sua empreitada. Na época pensei que com certeza seria um jogo de meu agrado. Após quase uma década de espera, The Last Guardian finalmente foi lançado para PlayStation 4 e valeu a pena.

    Apesar de alguns problemas na jogabilidade e câmera, o game é belíssimo. Trata-se de uma joia na indústria dos jogos eletrônicos, um jogo com um diferencial enorme e claramente um game que talvez não seja para todos infelizmente. Possivelmente as pessoas não compreenderão totalmente este incrível jogo e sua abordagem. Espero que eu esteja errado. O enredo, parte que mais busco em games, é espetacular e o ponto principal. Uma estória que envolve amizade, confiança, persistência, um vínculo profundo e fortes emoções. Impossível não se preocupar com Trico, a criatura amável e atrapalhada em certos momentos. O vínculo entre Trico e o garoto cresce conforme o jogo avança. Inúmeras vezes me preocupei com ele, cuidei dele e quis acariciá-lo para demonstrar que tudo ficaria bem.

    O comportamento de Trico me lembrou um gato o que me fez pensar em meus gatos, Lúcifer e Sophie. Devido a isto, possivelmente criei um carinho muito especial por este jogo. Confesso que pensei que The Last Guardian jamais seria lançado. Recordo-me de mencionar este game em um podcast há alguns anos no qual o tema era sobre jogos que emocionam os jogadores. Tanto eu quanto os participantes daquele podcast concordamos que The Last Guardian, apesar da existência de alguns trailers, demonstrava uma carga emocional enorme e a vontade em jogá-lo só aumentava. Além disto, a trilha sonora deste jogo é tão incrível que palavras não descrevem os momentos de tensão, felicidade e preocupação que senti ao longo do game.

    Outro fator que me impressionou foi o gráfico deste jogo. As penas do Trico reagindo ao vento, assim como as roupas do garoto. Sem mencionar a iluminação, dentre outros detalhes.

    The Last Guardian é mais um exemplo de que os jogos eletrônicos são verdadeiras obras de arte. Penso que um jogo é muito mais que uma jogabilidade impecável, um bom enredo, uma trilha sonora impressionante ou gráficos belíssimos. Para mim, cada jogo possui uma abordagem, um foco, e isto muda tudo, pois o sentimento e a experiência que cada jogador obtém é única. É como assistir um filme, ler um livro ou escutar uma música que transforma a vida ou pensamentos da pessoa. O objetivo do jogo é o entretenimento, levar o jogador a outro mundo e diverti-lo/emocioná-lo, cada um à sua maneira. Isto sim é o verdadeiro propósito dos games.

    Muito obrigado Fumito Ueda e todos os envolvidos na elaboração deste jogo por esta experiência maravilhosa. Certa vez, em uma entrevista para a Edge, Fumito disse que estava realmente triste pela demora da conclusão do jogo. De fato, demorou. Demorou muito, mas valeu a pena.

    Por favor, joguem The Last Guardian!

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    1008 Players
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      speedhunter · almost 3 years ago · 2 pontos

      Compartilho de suas palavras! Jogo que me deixou com uma crise existência depois que finalizei!

      1 reply
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      andre_andricopoulos · almost 3 years ago · 2 pontos

      Definitivamente uma jóia na indústria.
      A construção dos personagens antagônicos (o belo...e a fera...o bom...e o mau), sua dependência e a crescente relação de amor e amizade é uma experiência que nunca irei esquecer.
      ...
      Sensacional mesmo.😍🤩

      2 replies
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      artigos · almost 3 years ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-10-08 19:04:50 -0300 Thumb picture

    (meio) OFF TOPIC

    Esporadicamente irei comentar de algum filme interessante que eu venha a assistir...

    Atari Kobayashi é um garoto japonês de 12 anos de idade. Ele mora na cidade de Megasaki, sob tutela do corrupto prefeito Kobayashi. O político aprova uma nova lei que proíbe os cachorros de morarem no local, fazendo com que todos os animais sejam enviados a uma ilha vizinha repleta de lixo.😭

    Mas o pequeno Atari não aceita se separar do cachorro Spots. Ele rouba um jato em miniatura e parte em busca de seu fiel amigo. A aventura vai transformar completamente a vida da cidade.

    Este é um filme extremamente prazeroso para assistir do início ao fim. Divertido e emocionante.

    Recomendo conferir🤩

    Data de lançamento: 14 de junho de 2018 (Brasil)

    .

    Direção: Wes Anderson

    .

    Bilheteria: 64,2 milhões USD

    Indicações: Oscar de Melhor Trilha Sonora Original, Oscar de Melhor Filme de Animação,

    Prêmios: Urso de Prata de Melhor Diretor, Satellite Award de Melhor Filme de AnimaçãoADG Excellence in Production Design Awards- Animated Film

    2019 para Adam Stockhausen, Paul Harrod

    The Dog Island

    Platform: Nintendo Wii
    3 Players

    33
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      wcleyton · almost 3 years ago · 2 pontos

      muito bom esse filme, muito bom mesmo

      3 replies
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      onai_onai · almost 3 years ago · 2 pontos

      Eu também sempre falo dos filmes que assisto aqui na Alvanista. No Facebook ninguém comenta nada...

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      santz · almost 3 years ago · 2 pontos

      O nome do moleque é Atari?

      1 reply
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-04-09 10:15:04 -0300 Thumb picture

    30 DIAS DE GAMES!

    DIA 11: COMPANION FAVORITO

    Vou ter que escolher 2... um deles é o simpático e amável TRICO, que lhe dedica a própria vida em prol da sua. Luta pelo que ama, ou seja, você!😍

    O mesmo vale para ELLIE: uma pré adolescente extremamente madura e valente, que tenta ser divertida (vide aquelas piadas bestas que vive contando...)

    DIA 12: PERSONAGEM CRUSH.

    Bora fazer MALE and FEMALE. Uma eterna CRUSH seria...

    E o que dizer do homem maduro e sexy JOEL de THE LAST OF US? Sempre quando vejo essa cena eu me imagino em seus braços...😎

    DIA 13: JOGO MAIS ASSUSTADOR

    Não adianta, apesar do "mi mi mi" envolto desse game, ele definitivamente é assustador com seus gráficos aprimorados...

    Mas gostaria de deixar registrado que qualquer passeio por SILENT HILL também é assustador...😈

    DIA 14: DARIA UM BOM FILME.

    DIA 15: PIOR JOGO QUE JÁ JOGOU.

    Vamos parar de falar mal "do gatinho"? Se você achava o game de luta WAY OF THE WARRIOR para o 3DO ruim, experimente SHADOW - WARRIOR OF SUCCESSION também para o 3DO.

    A cada dia, um POST. Todos convidados a participar do @ desafio. Eu em particular estou adiantando 5 dias = um POST.

    The Last Guardian

    Platform: Playstation 4
    1008 Players
    136 Check-ins

    33
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      lipherusyt · over 3 years ago · 3 pontos

      Que Sillent Hill é aquele? Huheue só deu pra TLOU xD

      6 replies
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      bebessauro · over 3 years ago · 2 pontos

      Ellie nossa paixão, quero ver ele matar todo mundo no The Last of Us 2.

      1 reply
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      fabiorsodre · over 3 years ago · 2 pontos

      Tu és uma bandida. Traiu Leon! Kkkkkk

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-06 23:02:57 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shadow of the Colossus (2018)

    Zerado dia 05/01/19

    Seguindo as jogatinas dos jogos emprestados pra devolver rápido, fui de Shadow of the Colossus, o remake do jogos de Playstation 2 exclusivo do PS4, pois pareceu ser a escolha certa entre os demais, ainda mais depois de jogar The Last Guardian.

    Quero deixar claro duas coisas de antemão: eu joguei a versão original de duas gerações atrás, mas há apenas uns 6 anos atrás eu realmente terminei o jogo. O fato é que eu conheci SotC por volta da sua época de lançamento, mas não dava a mínima pro jogo ou pro console que um amigo próximo tanto gostava. Eu realmente só o joguei depois quando resolvi experimentar todos os jogos relevantes de videogame e descobri que esse título era importante (mas não tinha noção de que as pessoas o amam tanto).

    Em segundo lugar, o meu primeiro playthrough durou cerca de 8 horas na época, na casa de um outro amigo e depois de fechar a aventura, eu achei a experiência bem "ok". Cheguei a jogar o começo da versão HD do PS3 porque a Sony o deu pra mim, mas logo larguei por não ver nada demais.

    Bom, eu provavelmente teria até ignorado esse jogo (e mesmo esquecido pois não vejo ninguém mais falar desse remake) mas um vídeo que a Sony soltou no Facebook na época de seu lançamento: lindo!

    A verdade é que eu acredito que SotC tem uma ambientação bacana e que os visuais gráficos definitivamente fazem diferença pra imersão e aproveitamento de seu mundo.

    O começo se abre com uma cena que me deixou em dúvida se era uma CG ou realmente uma cena renderizada na engine do jogo. Não que seus visuais tenham me confundido com a realidade, mas a forma como essas cenas foram dirigidas parece bastante com as cinemáticas de jogos do passado que nos faziam sonhar em como os jogos seriam um dia.

    A estória é obviamente a mesma, e contada do mesmo jeito. Wander carrega uma donzela em seu cavalo até um santuário repleto de estátuas com o intuito de conseguir a alma dela de volta e assim, trazê-la de volta à vida. A voz do santuário explica que para conseguir fazer seu desejo realidade, o nosso protagonista deverá derrotar todos os Colossus do vale e que isso custará um preço alto (que só descobriremos qual é nos momentos finais do jogo). Wander concorda imediatamente e segue sua aventura para derrotar os gigantes inimigos.

    Nesse ponto do enredo eu já até havia esquecido que estava jogando um remake. Sabe quando você só percebe a diferença quando compara as duas versões de algo? Pois é, e eu me vi constantemente me fazendo lembrar que o jogo era um remake e prestar atenção em cada detalhe para poder falar sobre a experiência.

    Para encontrar seu alvo, segure o botão R1 e Wander apontará sua espada aos céus no maior estilo He-Man. Uma luz sairá da espada em direção ao seu alvo, mas sem especificar rotas para lá chegar, mas dando uma ótima noção (e geralmente é bem tranquilo de chegar em cada Colosso).

    Saindo do santuário e tendo um pouco de dificuldade com os controles (mais diferentes de The Last Guardian do que eu lembrava), o jogo demonstra mais da sua beleza. Cavalgar pelos campos, com a câmera descentralizada do personagem em direção à montanhas e construções grandonas é super cinematográfico e passa aquela sensação de inferioridade do personagem afrente um mundo tão grande e com oponentes que naturalmente tem toda a vantagem de te derrotar em batalha.

    Eu tava um pouco preocupado em enfrentar os Colossus por medo de ter dificuldade em descobrir como os derrotar e pelos traumas com a jogabilidade de SotC. Eu lembro do perrengue que tinha em ficar agarrado a oponentes que ficam se mexendo constantemente enquanto a sua estamina acaba e você tem que o escalar novamente com o personagem mais molenga e controles que não gostavam tanto de responder.

    Pra minha surpresa, eu derrotei o primeiro super rápido, assim como o segundo e só demorei um pouco no terceiro e dali em diante foram quase todos bem rápido. Eu levei 5 horas para fechar a campanha de SotC dessa vez.

    Outra surpresa foi que, de 16 Colossus, eu ainda lembrava de 14 e me cérebro só apagou duas batalhas da minha memória: uma cobra marítima elétrica e um javali que tem medo de fogo (me refiro aos designs dos inimigos e cenários mesmo, pois tive que descobrir como matar quase todos do zero).

    Pois é, cada Colosso é diferente, baseado em criaturas diferentes, com movimentos e fraqueza únicas. As vezes você precisa esperar um ataque deles para achar uma brecha de escalar ou os acertar e fazer com que se aproximem, as vezes você tem que achar uma fraqueza com sua movimentação ou atacá-los quando estiverem em uma posição específica ou ainda usar do mapa contra eles.

    Basicamente, cada luta é um puzzle e varia de duração de acordo com o seu raciocínio e habilidade, até porque a grande maioria exige que você os escale em determinado momento e os ataque em um ponto específico e as vezes isso demora para acontecer e enquanto você sobe o se mantém agarrado em seus pelo, o monstro está fazendo de tudo para que você o deixe em paz e sua estamina acabe. Demorar um pouquinho na luta faz com que a voz dê uma dica de como prosseguir.

    Saber poupar energia e recarregá-la quando possível é essencial, mas logo isso fica óbvio, como a maior parte do jogo fica.

    Apesar da aventura ser curta e rápida, logo eu comecei a a achar repetitiva, sensação que não tive quando joguei no PS2. Você mata um Colosso, é transportado de volta ao santuário, a estátua daquele inimigo se destrói, a voz fala alguma coisa sobre seu próximo objetivo e em seguida você estará cavalgando de novo em direção à luz da sua espada e enfrentando outro Colosso.

    Aquela coisa de achar o cenário bonito começou a desaparecer na metade do jogo pra mim, pois você anda tanto pelos mesmos lugares ou outros parecidos que acaba perdendo um pouco da graça. O mapa em si não é muito grande e é bem limitado. Além disso, é tudo meio morto, ainda mais depois de jogar Breath of the Wild e Xenoblade Chronicles 2, entre outros. Nada acontece, árvores só numa floresta ou outra, várias áreas desérticas, nenhuma vila ou outro personagem. Sei que tudo isso é pra reforçar a sensação de solidão mas acredito que o cenários poderia ser um pouco mais vívido e imersivo enquanto pra mim foi mais como se o mapa fosse um intervalo ou descanso para a próxima batalha.

    Sinto que muita coisa do PS2 se deu por conta de limitação de hardware e que eles poderiam ter aprimorado além dos visuais. Lembra quando eu falei sobre o visual da propagando ter me convencido? Era uma floresta e passando por lá no meu humilde PS4 Slim, não achei nada demais e só jogando pra você perceber que não tem muita graça fica parado pela fase fazendo anda ao invés de ir jogar de verdade.

    Resumindo: Shadow of the Colossus é um remake bacana e que não saiu muito do que o jogo era no PS2, sendo exatamente o que eu esperava quando joguei a versão HD do PS3. Pra quem curte o jogo original, esse remaster é uma boa pedida, mas vou lembrar que eu definitivamente me senti jogando o mesmo jogo, como se eu já tivesse o jogado sem mudar nada 6 anos atrás. Comparando as versões, esse aqui humilha o outro, mas por si só, não é nada exuberante (como achei que seria).

    De bom:  agradável aos olhos. Eu senti bastante o fim da estória e meu amigo me disse que é porque essa versão tem legendas e a gente entende melhor o enredo, coisa que não tinha no PS2 (não tinha mesmo não? Não me lembro). Fiel ao original. Batalhas diferentes e exigem que você explore os chefes e os cenários.

    De ruim: jogabilidade meio zoada, como já esperado. Me estressei muito com isso e com o personagem não escalando pro lado desejado, não pulando pra onde eu queria e tal.  Outro exemplo disso é que o d-pad pra esquerda equipa o arco e pra direita a espada. Por quê não simplesmente apertar qualquer um pra mudar visto que não há outros equipamentos e nem a possibilidade de tirá-los da mão? Em várias batalhas eu tinha que trocar rápido e eu acabava "trocando pro mesmo" e as vezes você nem percebe a confusão porque o corpo do personagem escondeu a arma ou no calor do momento e a falta de um ícone dizendo o que você está usando não permitem distinguir bem. A câmera não gosta de responder aos seus comandos, muitas vezes em troca da cinematografia do jogo. Cenários meio vazios e nada impedindo você de chegar ao próximo inimigo, nem um puzzle, um inimigo, sei lá, reforçando o boss rush que SotC é.

    No geral, o jogo é legal, nem fede nem cheira, apesar de um curtir o conceito e a ambientação e odiar a jogabilidade. Ele começa e termina meio do nada e não me pareceu muito memorável. Bacana, mas vou deixar aqui as palavras de um amigo que me viu matar os 3 últimos Colossus ontem: "Esse povo era muito carente pra ter um Zelda no PS2".

    Shadow of The Colossus

    Platform: Playstation 4
    751 Players
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      lipherusyt · over 3 years ago · 3 pontos

      Parabéns pela finalização @anduzerandu!

      1 reply
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · over 3 years ago · 3 pontos

      Encaixe perfeito dos games engatados pra jogar...
      ...

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      jcelove · over 3 years ago · 2 pontos

      Putz, não lembro como mata praticamente nenhum dos colossus mais.hehe
      Sobre a sensação de vazio e de "tudo morto" faz parte do conceito do jogo mesmo, a idéia é passar a solidão da jornada loka do Wander. Gosto muito do conceito e história dele, mas não rejogaria o remake tão cedo.

      1 reply

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