• 2021-09-02 13:22:48 -0300 Thumb picture

    Jogo de graça na Epic Games Store (02/Set - 09/Set)

    Medium 789768 3309110367

    Nesta quinta-feira (2/Set), o jogo Yuko's Island Express está de graça na Epic Games Store para resgate.

    Publicado pela Team17 (Automachef, Worms), o jogo coloca você na pele de um simpático besouro, que deve entregar cartas em uma ilha tropical cheia de mistérios. Esse metroidvania tem um diferencial de possuir alguns elementos de pinball, já que o personagem passa o jogo inteiro com uma bola, o que traz uma jogabilidade curiosa e divertida.

    Yuko's Island Express estará de graça até o dia 9 de Setembro. O próximo jogo será Sheltered

    Yoku's Island Express

    Platform: PC
    23 Players
    4 Check-ins

    18
    • Micro picture
      santz · 22 days ago · 2 pontos

      Achei que ele só se movia pelos elementos de pinball.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-05-02 18:07:55 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yoku's Island Express

    Zerado dia 01/05/21

    Olha a capa desse jogo, que bonita! Esse é um daqueles que eu via na loja do console e ficava curioso, mas ao mesmo tempo era só mais um indie (que eu inclusive confundia com Yonder: The Cloud Catcher Chronicles por algum motivo). Tempos depois via sempre bastante gente falando bem de Yoku's Island Express e alguns chegando ao ponto de adorá-lo! "Uma mistura de pinball com metroidvania". 

    Pera aí! Como assim?

    Revisitando o jogo na eshop do Nintendo Switch eu reparei que na capa tem "bumpers" de pinball, aquelas coisinhas que acionamos para jogar a bola pra cima. 

    A ideia era absurda, mas acabei adicionando o jogo à wishlist.

    Para quem me segue, já sabe: esperei entrar em promoção e um dia desses ficou baratíssimo! Tive que comprar! Depois ficou um tempo no console e resolvi experimentar para ver de qual era. Na verdade, eu já havia iniciado YIE uma vez e tinha adorado a cinemática de abertura e a arte, que muito me lembra o visual de Rayman Legends.

    A aventura se inicia com o personagem navegando em alto mar em direção à uma ilha, onde se passa todo o jogo, para fazer entregas, como um bom carteiro que ele é.

    Agora no controle, você controla esse personagem, uma espécie de besouro rola-bosta andando por aí empurrando a bolinha. Por um tempo YIE é um sidescroller, embora você só possa andar mesmo.

    Logo você conhecerá outros personagens e a aventura toma um tom de Alice no País das Maravilhas, um pouco viajado e psicodélico, mas nada de muito diferente do que os jogos e cultura pop em geral tem apresentado à algum tempo.

    Rapidamente também o título mostra a sua mecânica principal de gameplay: seu lado pinball. O mapa tem um bocado de bumpers em diferentes formatos e cores. Todos os amarelos que você vir pelo mapa sempre serão ativados com o gatilho direito, enquanto os azuis são acionados com o gatilho esquerdo. Qualquer um dos botões para bumpers de ambas as cores.

    Em determinadas partes, em sua exploração, você vai entrar em salas que se enquadram à tela como em jogo de pinball mesmo, para você focar em todos os elementos e não num personagem central.

    Essa telas de "mesa" de pinball são a parte mais bacana e o desafio real de YIE pois geralmente seu objetivo é coletar frutas, acionar botões, cumprir tarefas dentro de um tempo limite ou simplesmente acertar a bola num ponto que representa a saída e continuação para o próximo mapa e fase da campanha.

    Sendo assim, o jogo se resume a andar por aí, ativar bumpers para alcançar lugares mais altos ou poder interagir com NPCs fora de alcance e essas "mesas" de pinball que geralmente estão dispostas entre as áreas, ligando-as, ou mesmo são missões obrigatórias para obter elementos necessários para a campanha.

    Sobre as frutas, elas estão por toda parte. Você pode acertar a bola num ponto específico do mapa e consegui-las ou ao acertar um ponto específico de uma mesa diversas vezes ou fazer a bola andar por um caminho diversas vezes. Por muito tempo elas são bem importantes pois é com elas que você destranca bumpers que te levam para lugares específicos e um sistema de transporte que agiliza muito a até então lenta caminhada de um ponto do mapa à outro. Ou seja, é o dinheiro.

    Logo no início de YIE, um personagem pediu para entregar algo para três personagens importantes e os marcou no mapa. Esse é o objetivo geral de toda a aventura. Faça isso e o jogo acaba.

    Porém, como você vai alcançar esses personagens fica ao seu critério, pois o mapa é grandinho em comparação com a sua movimentação e as rotas você que deve explorar e descobrir! Tentei focar no mais próximo e deixar o mais distante por último, mas não foi bem o que aconteceu e eu fiquei na dúvida se havia uma linearidade para alcançar esse povo ou se eu que fiz assim por fazer.

    A dúvida se deu pelo fato de que nesse jogo você coleta habilidades, desde aumento de capacidade de inventário até poder se balançar por certas flores como o Homem Aranha ou mergulhar pelas águas, conforme você cumpre mini missões ao explorar e ajudar NPCs para poder prosseguir com o jogo.

    Além disso, a última área que visitei terminou com um super chefe que acabou sendo mesmo o final do jogo.

    Apesar da premissa bacana, esse jogo passa longe da perfeição que alguns tentaram pregar, infelizmente (e rezo que a ideia seja melhor trabalhada numa eventual sequência).

    O primeiro ponto é mais besta: é um jogo que exige paciência, demais. Algumas mesas de pinball requerem uma mega precisão para conseguir coletar itens ou mesmo atingir a saída. Algumas vezes eu tinha que parar e pensar como chegar lá, outras vezes eu tinha que usar o máximo das minhas habilidades e timing. Fora isso, as vezes a bola fica quicando demais ao invés de cair nos bumpers ou fica caindo apenas no bumper errado e você depende do acaso para uma hroa chegar ao outro (se que pinball é isso, mas aqui pareceu bem pior, ainda mais em comparação com outros video games de pinball). Paciência também é exigida em partes que você deve subir e subir, jogando a bola mais e mais alto, usando vários bumpers e timing para acertar ligações para as próximas áreas. As vezes é tranquilo, as vezes demora um pouco acertar e a bola cai uns andares para "mesas" mais baixas.

    As vezes a bola cai de volta pro início e lá vai você repetir vários segmentos de pinball só para ver se agora acerta aquele buraquinho (ou se ela cai novamente por descuido).

    Agora a pior parte é a exploração/movimentação. A bola tem uma certa física (sendo meio difícil rolar em subidas e desce muito rápido em descidas, por exemplo) e o inseto tem uma certa dificuldade de a empurrar. Tem um monte de terra na sua frente, será que ele consegue subir? Será que não?

    Agora, olhe só, é um jogo que pouco ajuda em onde ir e como chegar aos destinos, então fica tudo por sua conta, ok. Mas em algumas partes você vai chegar em obstáculos e não saber se tem que fazer algo ou voltar depois (geralmente a segunda opção), então você resolve ir para outro lugar só para descobrir que também não é lá.

    Será que é algo óbvio? Será que tem a ver com aquela sidequest lá do início do mapa que não fiz? Bom, isso rola muito no gênero metroidvania, mas aqui esses "e se?" custam caro pois ir de um lugar ao outro leva uma eternidade! O jogo dificulta para subir e para descer, sempre cheio de caminhos mirabolantes e você terá que refazer aquelas mesmas mesas de pinball mil vezes, indo ou voltando.

    Daí vem aquela pergunta novamente: Será que há uma ordem de ir de encontro aos NPCs principais ou posso ficar aqui já que estou perto de um?"

    O mapa, que você curte, começa a ficar um saco. Indo e vindo nos mesmos lugares e desafios, Vendo as mesmas paisagens, tudo verde. Ter que fazer um caminho chato para cima só para tirar uma dúvida ou matar uma curiosidade. Cair, subir, cair, subir. Agora consegui! Ah, mas não tinha nada lá...

    Depois de um tempo você vai desbloqueando uma linda que te transporta rapidamente em cada área, e todas convergem num só lugar também. Legal, mas você terá que descobrir a área dessas linhas e pagar um pouco caro para desbloquear cada uma.

    Enfim, legal que tenham pensado nisso, mas é um sacrilégio para ter algo tão básico. Na verdade bastaria ter pontos de interesse no mapa para você teletransportar quando quisesse e isso deixaria tudo tão melhor!

    Resumindo: Yoku's Island Express é um perfeito exemplo de um jogo que ou é 8 ou é 80. Ou eu me divertia, ou achava super monótono. A ideia de juntar dois gêneros completamente diferentes, metroidvania e pinball bizarramente dá certo, mas a execução aqui não é das melhores e eu quase que gostaria que o jogo fosse completamente focado no pinball mesmo.

    De bom: visual muito bonito. No final, com atalhos e rotas mais rápidas, o jogo fica bem mais interessante. Muitos coletáveis. Chefes legais. Jogo curto (5 horas). Muito legal quando você tem mais habilidades e liberdade de fazer as sidequests e exploração. Bastante recompensador ao fazer boas jogadas e combos, fora que é uma delícia pegar muitas frutas assim!

    De ruim: o lado metroidvania de exploração é muitas vezes chato e frustrante graças a movimentação do personagem fora das "mesas" de pinball (sidescroller). Muita cosia vaga e que sobra pra você ficar andando sem rumo, pois as possibilidades parecem quase infinitas de aquisição de itens obrigatórios e onde achá-los. Não tem o idioma português, sendo que a língua é importante no jogo. Partes arrastadas e frustrantes de subidas e você constantemente voltando ao início. Achei que YIE acabou abruptamente sua campanha.

    No geral, eu até curti bastante o jogo e ele quase entrou para uma nova lista de jogos preferidos, mas infelizmente as expectativas não foram completamente correspondidas. Ainda assim recomendo bastante a experiência, sobretudo se você curte pinball! Bacana!

    Yoku's Island Express

    Platform: Nintendo Switch
    14 Players

    13
    • Micro picture
      msvalle · 5 months ago · 2 pontos

      Esse estava na minha lista para jogar com os filhotes, mas já vi que não vai dar por várias questões que você apontou.

      1 reply
  • arthurluna_95 Arthur Luna
    2020-10-11 16:40:14 -0300 Thumb picture
  • arthurluna_95 Arthur Luna
    2020-08-21 19:07:47 -0300 Thumb picture
    Post by arthurluna_95: <p>O que ando jogando nessa quarentena.</p>

    Medium 731349 3309110367

    O que ando jogando nessa quarentena.

    Blasphemous

    Platform: PC
    90 Players
    36 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-22 01:43:10 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Beyond Eyes

    Zerado dia 21/11/19

    Eu via esse jogo aqui e ali há uns anos atrás e fiquei interessado principalmente pelo seu estilo de arte e cores. Até o nome do jogo me chamava a atenção. eras depois, há mais de um ano atrás, o jogo apareceu numa promoção da PS Store e foi hora de adquiri-lo e agora a noite, sem muito ânimo de jogar umas coisinhas que estou devendo, joguei uns jogos de PS4 no howlongtobeat.com e Beyond Eyes era o mais curto. Então partiu!

    Amigos, quem me segue aqui e lê o que eu escrevo, sabe que raramente falo mal de um jogo e sempre tento entender o que cada desenvolvedor tenta passar e jogo tudo como se fosse o último jogo do mundo (ou o único jogo do mundo) e geralmente tenho ótimas experiências, mas vou dizer: QUE JOGO RUIM!

    Em Beyond Eyes você controla uma menina que perdeu a visão e que sai em busca de um gatinho que conheceu ao acaso. É isso. Até aí eu estava bem curioso com as possibilidades que o jogo traria.

    Como a garota é cega, ela anda bem lento e o cenário é todo branco até que você se aproxime das áreas não visitadas, quase como se você estivesse jogando a vida de um personagem de Age of Empires.

    O jogo não segura a sua mão e você nunca sabe pra onde ir, mas acaba chegando em paredes e arbustos que limitam o espaço até onde você pode andar e por eliminação, você chega à algum lugar.

    O maior problema é que muitas vezes, mesmo nas ocasiões que há um rastro de caminho no chão, você não chega a lugar nenhum e as cosias as vezes demoram pra carregar, então você caminha até um lugar onde você acha que poderá prosseguir para então a personagem ficar andando sem sair no lugar e um ou dois segundos depois carregar uma cerca no seu caminho.

    Não demorou muito pros cenários verde, marrom, branco e com uns detalhes em roxo se tornarem repetitivos, pois essas são as cores dos sempre iguais cenários. A personagem anda TÃO LENTO que chega a ser um absurdo que esse jogo seja real. E isso mesmo em trechos quando você praticamente só anda reto.

    Ande, ande, ande, ande, ande, ande.

    Em algumas partes, meu dedo cansava só de segurar o analógico pra uma direção enquanto nada acontece no jogo senão andar e andar. Cheguei até a apoiar minha cabeça no controle que estava em uma das minhas mão pra cima.

    O próprio início do jogo é meio sacana e é uma área meio aberta que te obriga a ir para pontos específicos até achar o gato e depois andar pela área até achar o bichano no próximo lugar. E não há nenhuma indicação!

    Com 10 minutos de jogo (das 2 horas prometidas pelo howlongtobeat) eu já estava achando tudo feio. As texturas são simples, os modelos são toscos e acabam com a imersão, não só da menina como também dos cães, sapos e outros e as plantas são cheias de serrilhado como algo vindo do PS2. Tive que verificar em quais sistemas o jogo está disponível: apenas videogames de última geração como PS4, Xbox One, e PC. Nada de Vita ou geração passada!

    Em determinadas partes você anda, anda, anda, atravessa uma ponte, dá de cara com muros que não aparecem a 1 metro de distância, mas apenas 10 cm da garota e chega em lugar nenhum. Parabéns, jogo. Estou me divertindo demais.

    E cadê a música? Cadê mecânicas ou puzzles a serem explorados com a limitação de visão? NADA! O jogo começa e termina do mesmo jeito.

    com 1 hora de jogo eu já não aguentava mais andar em direção ao branco. AAAAAAAAH!

    As coisas pioram ainda mais quando você é impedido de continuar caminhando por algum motivo, como a garota que pede pra pegar a bola que ela jogou por cima da cerca. Ok, foi algo diferente. Fui lááá na frente pra achar um espaço entre a cerca, depois voltei tudo e peguei a bola que quase não vi no chão. Depois voltei tuuuudo de novo até a entrada da cerca e ao menos aí o jogo me deu uma folga e a garota já estava lá perto.

    Em outra situação a coisa foi mais chata: pombos impediam que eu passasse e eu não sabia o que fazer. Resolvi voltar e explorar a área e achei umas casas e tal, com mais animais que não permitem que eu me aproxime, como cães e no fim de uma caminhada, achei pães. A garota disse que eu deveria pegar pois seria útil ou algo do tipo e eu achei um caminho alternativo mais rápido até os pombos. Joguei os pães e achei que eles sairiam, mas nããããão! Eles saíram em direção a essa rota alternativa e eu tive que voltar o caminho todo para poder passar pelo caminho original.

    Eu já mencionei que a garota anda a 2 km/h? Só jogando pra saber como isso é tedioso e qualquer motivo pra andar só me fazia querer fechar o jogo. É sério, a ideia do jogo foi mal executada e a imersão na temática é zero...

    Mais pra frente, depois das raras vezes que aparece a silhueta do gato, indicando que você está no caminho certo, além de textos e cortes entre as partes para indicar mudanças de capítulo, eu cheguei num cão.

    Até então sempre houveram cães no jogo e eles servem como barreiras que impedem seu progresso, mas esses veio atrás de mim. Eu tive que andar de costas fugindo dele e a personagem chegou a escorregar e cair. Adivinha o que veio em seguida? Essa era a chance perfeita de algo acontecer e me salvar ou mesmo a garota fazer alguma coisa, mas sabe o que aconteceu?

    A garota se levantou, deu meia volta (e de costas pro cão, que ficou lá parado) e continuou a andar como se nada tivesse acontecido! Hahaha, esse jogo é muito amador, senhor!

    Mais perto do final teve uma parte meio que no cais e com muita chuva. Essa parte foi tensa pois ela permitia maior exploração e uma área mais fechada ao invés de uma linha reta, mas o que piorou mesmo foi que a chuva meio que limpava toda a minha exploração (até então tudo o que eu me aproximava se mantinha na tela e ficava mais fácil de visualizar cada área conforme eu andava).

    Uma coisa bacana é a parte levemente sensorial que o jogo proporciona com os sons dos seus passos saindo do controle. Sons de pisadas na grama, na terra, na ponte.

    No começo eu estava achando o uso dessa função bem legal (apesar que isso me fez jogar sem headset), mas logo eu enjoei pelo fato de que você ANDA O TEMPO TODO.

    Além disso, os sons nem sempre coincidiam com o terreno que eu estava andando, como numa parte de terra que saía sons tipo andando no metal (?) e numa parte que ela está atravessando o rio pulando de pedra em pedra e os sons eram de pegadas no mato e na terra.

    Enfim, chegando ao fim do jogo, capítulo 6, eu estava aliviado de estar próximo de terminar e a conclusão da estória foi bacana, não vou mentir. Não valeu a pena jogar por tal cena, mas poderia ter terminado ruim e eu ter odiado o jogo 100%.

    Resumindo: Beyond Eyes é um indie com uma proposta diferente, e até aí tudo bem, mas sua execução é bem fraca e parece mentira que um jogo possa ser tão monótono e repetitivo. No final das contas, você não tira nada do jogo senão um leve arrependimento de ter gastado algum dinheiro nele.

    De bom: o final da estória é legalzinho. Sons saindo dos controles são maneiros.

    De ruim: muito lento! Lento a ponto de eu ficar apertando outros botões pra ver se ela se apressava um pouco. As coisas demoram para aparecer e você se vê constantemente andando sem sair do lugar em cercas e arbustos. Jogabilidade simples, porém sem graça. Cenários repetitivos. A estória se desenvolve sempre da mesma forma: com você chegando em algum lugar e vendo que o gato esteve por lá. Faltaram variações na jogatina ou mesmo puzzles ou sei lá, qualquer coisa que não fosse andar e andar mais. Esse jogo faz Death Stranding parecer Devil May Cry 7 de tão chato. Os troféus exigem interação com poucas coisas que são "interagíveis", então cuidado e use um guia, pois acredite, você não vai querer jogar duas vezes!

    No geral, eu não recomendo o jogo de forma alguma. Cadê a diversão? Cadê a mensagem? Não há motivos pra jogar Beyond Eyes e perder duas horas frustrantes da sua vida. Como diria o Reggie: "If the game is not fun, why bother?"

    Beyond Eyes

    Platform: Playstation 4
    32 Players
    5 Check-ins

    20
    • Micro picture
      msvalle · almost 2 years ago · 2 pontos

      Essa lentidão ao andar me lembrou Everybody's Gone to the Rapture - é ruim demais em um jogo onde o jogador só faz isso.

    • Micro picture
      santz · almost 2 years ago · 2 pontos

      Walking Simulator de fato.

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · almost 2 years ago · 2 pontos

      Jogo lento é foda.
      Lembro de ter visto o game no lançamento...
      É produção brasileira?

  • 2018-06-12 13:32:06 -0300 Thumb picture
  • 2018-04-21 10:43:16 -0300 Thumb picture
  • 2018-04-10 11:02:38 -0300 Thumb picture
  • 2018-03-16 12:01:11 -0300 Thumb picture
  • 2018-03-12 14:48:13 -0300 Thumb picture

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...