• anduzerandu Anderson Alves
    2022-08-18 17:49:58 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Magbot

    Zerado dia 18/08/22

    Há um tempo atrás o PayPal saiu distribuindo um cupom de R$50 gratuito para quase todo mundo e eu aproveitei para pegar uns jogos que queria. Na verdade anteriormente a dúvida seria de qual plataforma investir o dinheiro que resgatei no site da Nuuvem: Sony ou Nintendo?

    No Playstation 4 o Resident Evill 7 estava pelo valor exato de 50 reais e eu sou louco para jogá-lo um dia (queria  mesmo era ter o privilégio de o experimentar na versão VR). Esse bendito jogo entra pouco em promoção e esse é o menor valor, pqp! Nem o mercado de físicos usados tem cooperado.

    Já no Switch estava rolando uma promoção muito boa e muitos jogos ficaram baratos. Acebei optando por usar o cupom lá mesmo pois eu compraria mais jogos e realmente tinha tanta coisa boa barata que eu fiquei em dúvida no que gastar. Resultado: adquiri Blasphemous, UnderMine e sobrou um dinheirinho que acabei usando para pegar esse tal de Super Magbot.

    Eu nem sei porque tinha esse título na lista de desejos. Talvez tenha um  trailer na época, ou num Nintendo Direct, ou será que foi completamente aleatório navegando pela loja + screeshots + logo Team17?

    Enfim, estava tão barato que nem pensei duas vezes (fora que o troco que tinha sobrado não me deu tantas opções assim). Ótimo negócio para os 50 reais gratuitos e os outros dois jogos me deixaram tão feliz que até valorizei mais o Switch depois de uma grande onda de indies desconhecidos/fracos.

    Demorei para iniciar esses jogos, mas terminei todos proximamente um do outro recentemente e coincidentemente. O Super Magbot em específico eu joguei porque realmente os meus jogos nessa plataforma estão se esgotando e o desbloqueio vem aí (foi difícil não sucumbir à tentação do Quake e Dicey Dungeons baratíssimos nessas semanas).

    Bom, Super Magbot é um jogo diferente do que eu imaginava. Não é algo como Mario ou Panzer Paladin, mas sim um daqueles mega difíceis de jogar como um Celeste ou 1001 Spikes da vida. Daqueles de testar suas habilidades e paciência!

    Para completar, o jogo dificulta muito as coisas com sua mecânica de imãs em que um gatilho ativa o imã vermelho e o outro o imã azul. Todo mundo sabe toda a ideia por trás dos polos positivo e negativo, né? Se há uma parede vermelha na sua frente e você aperta o botão do imã azul, você será atraído até ela (opostos se atraem). Se apertar o botão do imã vermelho, você será repelido para o lado oposto.

    Sabendo disso, saiba que em SM você não tem um botão de pulo e deverá andar com o analógico esquerdo, mirar com o direito e usar os seus poderes de magnetismo. Por exemplo, na imagem acima o Magbot precisou pular um buraco para a esquerda, sendo assim ele andou, mirou na diagonal sentido sudeste e apertou o botão do imã vermelho (ZR) que o impulsionou para o lado oposto, fazendo o pular.

    Durante todo o jogo você vai ter que trabalhar seu raciocínio e reflexos para executar ações rápidas e usando os quatro botões: anda, mira em direção à algo de uma cor, aperta o botão desejado, já mira na próxima, ativa o próximo imã. É uma coisa louca!

    Na imagem acima: andar para a direita, mirar sentido sudoeste, usar o imã vermelho, mirar sentido nordeste, usar imã azul etc.

    A grande dificuldade é justamente conseguir fazer todas essas coisas, sobretudo em momentos de maior velocidade e que demandam precisão e isso somado com as novas mecânicas que vão sendo introduzidas com o passar da campanha. Tem uma que inverte a cor do objeto quando você interage com ele, tem outra que a inverte quando você interage com outro objeto ligado por um fio e por aí vai. Sério, dá muito nó na cabeça!

    Vale lembrar também que você não "gruda" nas cores quando usa o imã de cor oposta. Você só é puxado em direção a ela e depois que se vire! Não faz muito sentido, mas dentro da dinâmica do jogo é um fator importante e que te faz ter que se preocupar a cada movimento.

    Apesar dos apesares, SM tem seu lado piedoso. Ou talvez vários lados.

    A primeira coisa é que os estágios são curtos e rápidos. Você vai perceber que a maioria acaba com uns 9 segundos ou até menos. Porém, terminar o estágio geralmente pode exigir que você gasta muito mais tempo até conseguir aquela façanha. Digamos que seja possível gastar 20 minutos até conseguir fazer os 8 segundos corretos.

    Porém morrer significa um respawn tão rápido que você nem perde o pique.

    Outra coisa bacana é que é possível respirar na jogatina. As vezes você passa de uma parte depois de fazer alguns movimentos e cai em algum espaço que é possível parar, pensar e até mesmo tentar memorizar o que você fará em seguida ou quais imãs usará em que ordem.

    Além disso tudo, a aventura não é lá muito difícil por muito tempo, para ser sincero. As vezes você morre sim por quase 20 minutos, mas em seguida faz 10 estágios bem mais tranquilamente. A dificuldade é bem aleatória (ou será sorte?). Também há fases que introduzem novas mecânicas que são mais tranquilas do que as que as exigirão mais à frente.

    Conforme você jogar e falha acaba decorando os movimentos subconscientemente e muitas vezes eu jogava no mais puro instinto. Pensar demais aqui pode mesmo ser o seu maior inimigo.

    Um fator que não me agradou muito foi a falta de carisma do jogo. Ele até tenta por meio dos visuais em pixel, mas eles são genéricos como muita coisa tem sido e parece algo saído de jogos como Mutant Mudds e afins.

    Durante o gameplay mesmo é sempre uma sala de teste com obstáculos e é isso aí.

    Para me lembrar que eu estava jogando com o Magbot e de seu visual, há algumas cutscenes, geralmente uma ao iniciar um mundo e outra ao finalizar, em que a câmera dá um zoom nos personagens, que aproveitam para mostrar diferentes animações e sentimentos. Depois disso é aquilo: um bocado de pixels se movendo por um monte de coisas mortíferas e você focado em cores azul e vermelho e quais botões apertar na velocidade.

    No final de cada um dos quatro mundo, a fase 27, há um chefe e eles são até legais. Todos eles usam as mesmas mecânicas das fases regulares, mas com um "twist" de jogabilidade, além do inimigo gigante e ameaçador tentando te pegar.

    Na minha experiência, eu terminei o primeiro mundo tranquilamente. Você termina um estágio com o sangue correndo a mil por hora me suas veias e logo aperta para ir para o próximo, não consegue parar até fazer aqueles 10 segundos corretos, terminar e clica para o próximo. 

    Bom, esse primeiro mundo é mesmo mais tranquilo. Mas fiquei devendo os coletáveis opcionais. Cada estágio tem 2 ou 3 e o jogo não revela a vantagem de pegar todos senão o que parece ser um mundo extra que se abre se você coletar a todos, o que exige MUITO tempo, paciência e habilidade. Tá doido!

    Cada mundo ainda abre novas fases ao ser terminado. fases essas que utilizam das mesmas mecânicas vistas nas comuns, mas de forma mais brutal (eu realmente sinto que o jogo tem potencial de ser bem mais cruel).

    No segundo mundo temos chãos deslizantes. No terceiro temos chão que pega fogo logo depois que você anda nele. Foi nesse terceiro e no quarto que realmente comecei a sofrer com SM e as muitas mecânicas adicionadas. Começaram a vir também daquele tipo de fase que você olha e se pergunta como é possível passar pois parece não haver caminho, meio que como toda a dificuldade + um tiquinho de puzzle. O último chefe foi, surpreendentemente, disparado o maior desafio do jogo! Tenso demais!

    Resumindo: Super Magbot é o tipo de jogo para quem curte desafios velozes e que exigem muita habilidade. Eu ia dizer que é uma boa escolha para quem curtiu Celeste, mas na verdade é uma boa escolha para quem curtiu os Lado B ou C de Celeste, o que quer dizer muito mais. O jogo é legalzinho mas realmente martela o tempo todo nesse lance da jogabilidade e suas mecânicas e fica faltando algo, como personagens ou cenários ou ainda carisma.

    De bom: mecânicas introduzidas com o tempo evitam que o jogo caia na mesmice. Chefes bacanas. Boa quantidade de conteúdo para quem o curtir de verdade, incluindo os coletáveis do mal, desafios extras e o que deve ser um mundo desbloqueável. Gosto da premissa do jogo (mas nem tanto da execução). 

    De ruim: não há um checkpoint em todo o jogo e eu sinto que em algumas situações poderia muito bem ter sem estragar a experiência. O jogo as vezes exige velocidade e precisão mas parece um pouco exagerado ou que ele mesmo não consegue acompanhar os seus comandos (gravei um vídeo em um momento para saber o que tinha acontecido numa parte que usei o imã para repulsão e já mirei para outro lado e constatei que não registrou o hitbox da mecânica, apesar de a animação ter sido executada). O último chefe é chato demais e muito frustrante: uma batalha demorada demais que você morre no final e tem que refazer tudo só para poder praticar mais naquela mesma parte e morrer.

    No geral, foi uma experiência ok, mas não é lá um jogo que soma muito aos "conhecimentos gamísticos". Alguém aqui o conhece? Divertidinho, mas só recomendo mesmo para quem gosta de desafios de rapidez e precisão 2D. Passável.

    Super Magbot

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    11
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-15 23:11:51 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Blasphemous

    Zerado dia 15/07/22

    No final do ano passado tinha dito que queria jogar Blasphemous em 2022, assim como outros que nem sei se vou conseguir (tipo o Dark Souls 2), e aqui estamos nós!

    A verdade desse tipo de dúvida é que jogos com dificuldade mais alta parecem necessitar de uma maior atenção, maior cuidado. Veja bem, um jogo como Bayonetta, mesmo se eu não curtir, há a possibilidade de sair atropelando tudo numa boa e terminar em poucas horas. Já essa onda de Soulslike demanda que você aprenda as mecânicas, os timings, que explore os cenários, que vá e volte, que insista depois das mortes. E ainda tem um dos meus maiores medo que é ter muitos controles e mecânicas, eu cansar e ficar uma semana ou mais sem jogar e voltar sem lembrar de nada!

    Mas a vez de Blasphemous chegaria em breve com a minha ideia de terminar todos os jogos que tenho no Nintendo Switch. Sei lá, olhei aqui para as possibilidades e finalmente percebi que era a hora de mergulhar de cabeça e com o howlongtobeat.com indicando 12 horas, acho que daria para curtir numa boa. Fora que a possibilidade da portabilidade e jogar a qualquer momento e em qualquer lugar ainda ajuda demais (e por isso jogar Blasphemous nessa plataforma é a melhor escolha). Quem me dera poder jogar todos os títulos da From Software que me restam assim!

    Esse jogo ainda é um caso especial, sendo fruto dos Gift Cards que o PayPal deu há uns meses no valor de 50 reais. Na época eu fiquei na dúvida de como gastar esse dinheiro no PS4 ou Switch e na plataforma da Nintendo estava tendo uma promoção sensacional e com muitos jogos bons. Acabou que fiquei por lá mesmo e peguei esse jogo e Undermine de graça!

    Sobre Blasphemous em si, conheci o jogo quando ainda estava em campanha de arrecadação de dinheiro (crowdfunding). Lembro de tê-lo visto em anúncios no Facebook (que nem o tal do Dusk Diver) e parecia bom demais para ser verdade! Até duvidei que o jogaria pois parecia ser algo caro e exclusivo de PC. Quem diria que o jogaria sem pagar e no Switch?

    Enfim, as imagens era incríveis!

    Agora confortável com jogos mais "brutais" e que exigem mais do jogador, comecei a aventura numa boa e duvidei que pudesse ser tão difícil assim. Poxa, eu manjo de Castlevanias e depois do Order of Ecclesia nada pode ser tão pesado assim. Além do mais, Celeste é outro título muito conhecido pela dificuldade e achei que deu para terminar sem muita dor de cabeça (apesar de não ter ido tão a fundo nos desafios).

    O início da campanha me surpreendeu positivamente com os lindos visuais das cutscenes. A direção de arte é de ótimo gosto e remete um pouco às cinemáticas de jogos adventure antigos de PC, mas com aquela temática mais sombria e medieval. Gostei demais!

    Além disso todos os textos estão em Pt-BR, o que ajuda a todos curtirem 100% de seu enredo, menus e tutoriais.

    A primeira parte te ensina umas coisinhas básicas e logo se segue com um chefe, que é bem tranquilo. Até o Asylum Demon é mais difícil!

    Aqui vou aproveitar e adiantar o que sendo a minha impressão final: eu não achei que Blasphemous fosse um Dark Souls 2D fora a temática e ainda achei a aventura tranquila (com algumas exceções). No final das contas ele é mais um Castlevania mesmo, com algumas vantagens e desvantagens em relação ao clássico da Konami.

    Castlevania tem aquela temática renascentista/Transilvânia com um pouco de Conan, o Bárbaro e filmes da era de ouro de Hollywood (Franskenstein, Múmia etc) e o principal: a trilha sonora, que deixa a jogatina bem animada e até pop, mas de uma forma bacana. Quem não adora sair metendo a chibatada nos monstros ouvindo Vampire Killer ou Bloody Tears?

    Já no caso de Blasphemous, a experiência tem um teor mais sério, silencioso e com muitos detalhes até melancólicos nos cenários. E falando em cenários, não há lá uma grande variação de inimigos pelo jogo todo e seus diferentes mapas. Mas isso até faz sentido visto que cada batalha pode demorar um tempinho contra qualquer Zé e há sempre a sensação de que você pode morrer a qualquer momento. Sendo assim, não daria para encher se monstro como Castlevania as vezes faz e abusa e felizmente os criadores sabiam disso e deixaram as fases mais "vazias".

    A navegação do jogo também é tranquila e você não fica perdido, mesmo quando o mapa vai se abrindo. O que eu fazia era explorar todas as salas de cada seção, abrir seus atalhos dentro delas mesmo ou para outras áreas e enfrentar o chefe, que é sempre o maior desafio do jogo. Até achei a ideia boa também pois as vezes você morre aqui e ali e ninguém merece ficar procurando destino e morrendo toda hora durante o processo.

    Ainda no início da aventura um NPC menciona o seu objetivo de visitar 3 lugares e derrotar os chefes deles e fica meio óbvio onde esses três mapas se cruzam. Faça um, volte e lá e vá para outro e depois para outro. O seu desafio é mesmo sobreviver.

    E esse desafio pode ser tenso pois durante as primeiras horas você é fraco e lento, limitado sem habilidades e os pontos de save são escassos. Sendo assim você morre conhecendo novos inimigos das áreas e ficando sem frascos de cura, que também só se renovam no ponto de save.

    Uma coisa bacana do jogo é que você não perde suas "almas" ao morrer, mas vale a pena ir lá buscar seu "corpo" de qualquer forma pois quanto mais corpos seus você deixar abandonados, mais sua vida e mana são diminuídos do total. Bacana esse sistema! É ainda possível pagar para umas estátuas recuperarem todos os seus restos de uma vez, mas custa caro e é melhor melhorar seus atributos com ele.

    A minha escolha inicial foi a área de gelo por sorte depois que escolhi um dos caminhos que chegou lá, mas como era o primeiro mapa que o NPC tinha citado como objetivo, achei uma boa. Mas, poxa, como eu sofri nesse mapa, no mapa conectado a ele em seguida e finalmente no chefe. Acho que foi onde mais morri no jogo e o chefe apelava demais de uma forma até injusta quando estava com 1/3 da vida. Imaginei que os chefes das duas outras áreas seriam piores mas foram bem mais fáceis...

    O combate nesse jogo é mesmo estilo Castlevania, com espadas horizontais (mas você pode atacar para cima ou abaixado ou ainda para baixo caindo). A diferença é que o protagonista é meio engessado. Não chega a ser lentão como o Simon Belmont dos anos 80 nem tão ágil quanto o Alucard, mas apenas o bastante para confundir seu cérebro com seus delays.

    O jogo tem umas dificuldades meio forçadas nesse quesito, de forma que chega a ser meio frustrante, como como você é lançado para trás girando ao tomar dano ou o HP monstro que você perde ao tomar qualquer dano besta (como encostar num cara qualquer). Muitas batalhas, como contra os chefes das DLC (já inclusas aqui, para a minha surpresa - mas eu não sabia o que era conteúdo adicional ou não) acabam se beneficiando muito das limitações do seu personagem e fica meio chato (tipo tomar dano, cair no chão, o personagem se levanta e já toma outro dano e morre) e senti que muita coisa depende da sorte de ter se posicionado no lugar certa na hora certa.

    Mas vale a pena também explorar bem os mapas e coletar melhorias para agilizar e facilitar mais a sua vida. E são muitas abas no menu de upgrades e habilidades!

    Resumindo: Blasphemous é um jogo bacana e muito belo. Me deixou viciado por uns 3 dias pois eu sempre queria ver mais, conseguir mais dinheiro, entregar os itens da sidequest ou matar aquele boss super chato. Sua dificuldade é acima da média, mas nada exagerado no nível normal e isso foi até meio decepcionante pois dificilmente tive aquela sensação recompensadora de ganhar um duelo difícil. Também esperava um pouco mais me diversos quesitos, mas é sim um bom jogo.

    De bom: visuais lindos. Adorei o seu estilo visual Dark Souls e suas lindas cinemáticas. Muito conteúdo, inclusive eu não fiz tudo nas minhas pouco mais de 12 horas e ainda há mais coisa exclusiva no modo New Game+. Sistema de troféus ingame, sendo que achievements nesse estilo de jogo são bacanas e ajudam a acompanhar o seu progresso por diversos modos e dificuldades, fora que o Switch não tem isso em seu sistema. Jogo em Pt-BR.

    De ruim: achei muitos dos poucos chefes pouco inspirados, como aqueles que são simplesmente outros humanos, ou muito fáceis e previsíveis. Level design bem simples e pouco desafiador, dependendo muito apenas da parte visual. Gameplay as vezes não tão responsivo. Algumas chefes, como a tal da Isidora, tem golpes que mudam as "clues" e fica quase impossível não tomar dano ou ainda resulta em mortes injustas. Há poucas habilidades desbloqueadas pela história e muitas delas estão mais escondidas ou em sidequests e acaba que aquela ideia de "no futuro em volto aqui" pode nunca chegar.

    No geral, gostei bastante da experiência, mas ela não é perfeita como eu esperava. É um bom metroidvania com pitadas de soulslike e, ao meu ver, muito superior ao Hollow Knight, mas o recém jogado e mais curto Steamworld Dig 2 é mais divertido. Bom jogo se você curte algo mais difícil nessa geração de molezas. Bom jogo se você curte a temática. Não é o mais divertido do gênero mas ainda assim é muito bom. Recomendo!

    Blasphemous

    Platform: Nintendo Switch
    22 Players
    4 Check-ins

    12
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-06-22 10:26:18 -0300 Thumb picture

    CHEGOU!

    ... só não sei quando começo a jogar! 😬

    Afinal de contas meu HORIZON ZERO DAWN tá na fila há quase 1 ano...😣

    Mas como aprecio games plataforma e também por ser uma homenagem aos clássicos RARE...imagino que vou gostar!

    Trailer:

    REVIEW:

    Yooka-Laylee

    Platform: Playstation 4
    83 Players
    36 Check-ins

    32
    • Micro picture
      msvalle · over 3 years ago · 2 pontos

      Nem me fale, esse aí já deve ter esse tempo na minha fila... =/

      2 replies
    • Micro picture
      mateusfv · over 3 years ago · 2 pontos

      "só não sei quando vou jogar" penso eu todo dia quando olho pra minha pilha de jogo do PS3, fora mídia digital, Wii e DS hsushsh

      3 replies
    • Micro picture
      fabiorsodre · over 3 years ago · 2 pontos

      kkkk

  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-12-30 16:08:53 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Overcooked: Special Edition

    Zerado: 29/12/17

    Lembro que ouvia as pessoas falando sobre esse jogo há uns tempos atrás mas só me interessei de verdade quando ele foi anunciado pro Switch. Tanta gente no hype que eu fui dar uma leve olhada nele e acabei comprando no lançamento. afinal, quanto mais party games no console pra jogar em qualquer lugar, melhor.

    Experimentei o multiplayer cooperativo com vários grupos de amigos diferentes e o resultado foi muito melhor do que o imaginado, sendo que apenas uma pessoa ou outra achou a experiência mediana, enquanto a maioria deixou jogos como Mario Kart 8 Deluxe e outros de lado.

    Como eu já disse, Overcooked é um jogo cooperativo voltado para o multiplayer em que controlamos cozinheiros que devem preparar diferentes refeições dentro de um tempo específico.

    Toda a ação exige muito cuidado e atenção, além de estratégia, sobre tudo o que está acontecendo na cozinha, pois cada prato passa por diferentes etapas e descuido pode resultar em panelas queimando, falta de ingredientes, misturas incorretas, falta de louça limpa e por aí vai.

    Para exemplificar melhor o funcionamento do jogo, vamos usar a imagem abaixo, referente ao primeiro estágio.

    O cozinheiro de cima, de vermelho, está posicionado próximo ao ponto 1, que são as caixas com ingredientes. Nessa fase, nós temos que fazer apenas sopa de cebola, então é mais tranquilo. O papel desse jogador é pegar a cebola, mas o próximo passo para fazer a refeição é cortar o ingrediente, no ponto 2.

    Como esses pontos estão distantes e cortar leva cerca de 3 segundos, seria melhor que esse personagem apenas coletasse o ingrediente e colocasse em cima do balcão, onde a personagem de verde apenas os coletaria, cortaria e os devolveria para cima desse mesmo balcão. Isso é importante porque a próxima etapa é colocar 3 cebolas cortadas em uma panela (ponto 3) e esperar que a barra carregue, indicando que a sopa está pronta. Como o ponto 3 está próximo ao ponto 1, podemos deixar o personagem de vermelho tomar conta das duas tarefas, ou mesmo deixar que um terceiro personagem fique de olho no fogão com o intuito de impedir que a comida passe do ponto e queime.

    Coma  sopa pronta, é só despejar num prato limpo e entregar na esteira (ponto 4). Talvez a personagem de verde consiga fazer isso enquanto já tem muita cebola cortada e a única panela já está ocupada fazendo a refeição. Mas aí devemos também manter o foco ao lado da esteira, onde depois de um tempo que a refeição for entregue, o prato sujo aparecerá, e alguém deverá coletá-lo e lavá-lo no ponto 5, a pia (cada prato leva cerca de 5 segundos para ser lavado). TODOS os pratos devem ser entregues em pratos.

    A ideia do jogo é demais, né? É muito melhor do que parece e vai fazer você e seus amigos conversarem e gritarem como loucos numa cozinha de um restaurante de verdade!

    E quando você acha que é tranquilo, os estágios seguintes começam a trazer receitas mais complicadas e específicas, como hambúrgueres, que as vezes são completos com carne, alface e tomate num pão, as vezes sem o tomate e as vezes só pão e carne.

    Mas o maior desafio do jogo está definitivamente nos estágios em si, pois tem de toda maluquice possível, como uma cozinha num navio que fica mudando a posição dos balcões conforme ele bate nas ondas, uma outra no meio da rua que pedestres ficam passando pelo meio do seu trabalho, uma em que ratos roubam ingredientes parados nos balcões e até mesmo uma dividida em cima de dois carros, que você deverá esperar que se aproximem de tempos e tempos para poder terminar ou entregar os pedidos. Cuidado para não cair e ter que esperar 5 segundos para o respawn! Faz bastante diferença!

    Outra coisa que você pode imaginar é que quanto mais gente, mas fácil fica, mas na minha experiência foi justamente o contrario. Primeiro porque quanto mais gente, maior é a quantidade de pedidos a ser entregue. E a diferença é grande!

    Segundo que, a menos que todos joguem bem, você só vai se estressar mais e a bagunça de tanta gente na tela vai fazer todo mundo se confundir cometer erros brutais, incluindo mais de uma pessoa fazendo alguma coisa enquanto as panelas estão queimando.

    Pra ser sincero, achei que o jogo é perfeito para duas pessoas, isso para quem quiser fazer as 3 estrelas em cada fase. Com o número máximo, 4, o jogo vira uma bagunça, mas é perfeito para rir com as companhias, mas não muito bom para quem quiser a pontuação perfeita em cada estágio.

    Overcooked ainda permite que você jogue sozinho, alternando com o apertar de um botão entre dois personagens, mas eu achei bem ruim. Definitivamente é um jogo multiplayer.

    Achei muito interessante que exista um plot para a aventura, mesmo sendo fraco, e que vai sendo contado conforme avançamos na campanha, culminando num chefe final muito bacana, o mesmo que serve como tutorial (não é spoiler).

    São 6 mundos e cada um conta com cerca de 4 fases (as vezes mais), mas a jogatina dura bastante. Eu mesmo fiquei uns meses apenas nos dois primeiros mundos, jogando e rejogando as fases com pessoas diferentes. Recentemente que decidi ir até o final com um amigo (até deixamos outros amigos apenas assistindo para não atrapalhar) e a campanha rolou bem naturalmente e com um bom nível de desafio e curva de dificuldade.

    Mesmo tendo zerado, me vejo jogando Overcooked pra sempre e com diversas pessoas. E se você pensar que ainda existem outros modos de jogo, como o competitivo e DLC que nem acessei ainda...

    Resumindo: eu achei que Overcooked: Special Edition seria um jogo bom, mas ele me surpreendeu e surpreendeu a muita gente no meu círculo social de uma forma que eu não via há bastante tempo. Vou dizer que nenhum outro video game ou board game meu conquistou tanto as pessoas no quesito multiplayer e esse foi um dos dinheiros mais bem gastos no Switch até o momento (e não foi barato).

    De bom: colorido, bonito e carismático, de agradar fácil com sua simplicidade. Jogabilidade muito simples, bacana para qualquer um jogar. Estágios muito criativos e que combinam muito bem com as receitas e como fazê-las. Um ótimo jogo de comunicação que funciona muito melhor no local do que num online. Excelente nível de replay, tanto para tentar novamente aquela fase difícil quanto para não tem muito party game. Dá pra zerar fácil, mas fazer 3 estrelas em tudo exige um nível maior de dedicação, mas nada injusto também.

    De ruim: o jogo parece meio quebrado com suas mecânicas as vezes, como quando miramos em algo mas o personagem insiste em pegar o item ao lado, como se houvesse uma demora para ele identificar onde a sua face está mirando. Mesma coisa de vez em quando quando apertamos para pegar algo e o jogo parece não reconhecer que o botão foi apertado. Felizmente esses problemas não são constantes, mas podem atrapalhar quando você mais precisa. Achei ele meio ruim para se jogar no modo portátil do Switch (pelo menos de 3+ pessoas).

    No geral, amei o jogo. Zeraria de novo, inclusive e já até cogito pegar no PS4 (mas vou me segurar para não o fazer). Recomendo demais, ainda mais se você tem amigos que gostam de uma jogatina multiplayer de sofá, sem dúvida. Jogão!

    Overcooked: Special Edition

    Platform: Nintendo Switch
    81 Players
    10 Check-ins

    19
  • 2017-07-25 13:23:48 -0300 Thumb picture
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2016-07-04 19:07:11 -0300 Thumb picture

    YOOKA LYLLE

    Nos anos 80 os games de plataforma tiveram seu início, sendo popularizado nos anos 90. Porém de 2000 em diante houve um certo "esquecimento" desse gênero se comparado ás décadas anteriores onde 1/4 dos games eram do gênero plataforma. Sente saudades de bons games como MARIO 64, SPYRO, BANJO KAZOOIE, GEX, CROC, os games DISNEY, dentre outros? Então fique de olho em...

    Ficou curioso? Veja mais detalhes do game:

    PREVISÃO DE LANÇAMENTO:  MARÇO 2017

    Banjo-Kazooie

    Platform: N64
    4514 Players
    106 Check-ins

    8

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