• anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-11 12:02:35 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Panzer Dragoon (Remake)

    Zerado dia 10/04/21

    Eu amo a Nintendo mas não vou negar que o Switch tem caído um pouco no meu conceito. É um videogame muito bacana, mas não tenho visto mais motivos para ter um. Quer dizer, o que aconteceu com aquele videogame que chegou a todo o vapor e trouxe Breath of the Wild, Xenoblade 2 e muitos outros?

    Em relação aos jogos exclusivos, joguei a grande maioria e não tenho muito interesse em Fire Emblem Three Houses nem a coragem de pagar caro pelo remake de Link's Awakening. Fora isso, tenho sentido que o console quase não tem mais identidade nem funcionalidades como o 3DS tinha. Sinto que estou jogando jogos num tablet da Samsung e é isso.

    Acaba que o Switch pra mim acabou se transformando numa máquina indie. Apaguei tudo o que tinha nele e deixei apenas o que faltava jogar ou um ou outro multiplayer online e o resultado é que só sobrou jogo indie. Poderia estar jogando tudo isso em qualquer plataforma (apesar de terem sido bem baratos).

    Recentemente pensei em passar o console e talvez o faça assim que precisar de dinheiro, mas resolvi ir atrás dos jogos bons ao menos que já havia adquirido, inclusive foi o motivo de ter jogado Hollow Knight. Mas tem muita coisa também que se eu nunca jogar, não faz diferença.

    Ontem a noite quando estava na cama, resolvi jogar algo mais casual e rápido e lembrei que peguei esse remake do Panzer Dragoon há pouco tempo atrás numa promoção bem bacana (menos de 20 reais). Eu sempre quis jogar PD!

    A verdade é que o clássico do Sega Saturn (e outras plataformas, pelo que vi) sempre foi meio inacessível pra mim mas eu me mordia de curiosidade em conhecer desde a época da faculdade, quando a galera vivia falando dele (e de outros jogos que ainda não conheci).

    Ao abrir o jogo, me deparei com inúmeras configurações interessantes para customizar a experiência e deixá-la mais próxima do original ou mais pro lado moderno. Controles, sons, tipo de retícula, esconder o HUD, controles de movimento e até a opção de ativar um modo desempenho, que diminui a resolução para deixar o jogo mais fluído. Voltei a essas opções inúmeras vezes durante a minha jogatina pois a jogabilidade sempre parecia pecar de alguma forma, mas pelo menos dava pra configurar no meio das fases.

    O título se abre com uma cinemática bem tosca pros tempos de hoje, coisa de jogo barato (ou como se estivesse jogando algo de PS2), mas tentei lembrar que originalmente o jogo era de Saturn (depois comparei e vi que era mais tosco ainda, mas eram limitações da época, e não sei se a tosqueira desse remake ajuda com o fator nostalgia ou seria respeitado para novos jogadores como eu). Enfim, tentei dar atenção ao enredo naquela cinemática bizarra sem FX, apenas música genérica.

    No capítulo 1, tudo parece bacana e até bonito apesar daquele ar e texturas dessas engines populares atualmente.

    O jogo é um Star Fox, e pra mim isso é um grande ponto positivo pois amo SF 64 e sinto que existem pouquíssimos jogos no mesmo estilo.

    Em PD você voa num dragão num mundo que mistura fantasia medieval com máquinas futurísticas. Nesse início eu ainda senti um ar de Star Wars nas criaturas e planetas.

    Os comandos são mais limitados do que eu esperava. No modo clássico de controle, você move o dragão e a mira se move de acordo. Há um botão de tiro que você pode manter pressionado e selecionar vários inimigos para deferir raios que os seguem (tive a impressão que esse ataque é mais fraco do que ficar apertando o botão como um louco).

    Curiosidade: normalmente eu só jogo esses jogos de "nave" com o eixo Y invertido (pra cima faz a nave descer e pra baixo, subir), mas aqui simplesmente não pareceu natural (acho que pela movimentação do dragão). Acabei mudando esse controle.

    Há ainda o uso do L e R para trocar a visão em volta do dragão. Um clique e você olhará para aquele lado até apertar de novo para voltar. É possível ainda apertar uma vez adicional e olhar para trás. Isso faz sentido pois quem atira é na verdade o garoto em cima do dragão.

    Por outro lado essa mecânica é bem esquisita. Quando você não estiver olhando pra frente, não é possível mover o dragão e você fica super vulnerável aos ataques. Tentei ver os projéteis na minha direção, trocar a câmera e desviar, mas não dá tempo pois eles são rápidos e sempre próximos e mesmo conseguindo trocar a câmera, ainda recebia o dano (acho que o certo nesse caso é atirar mesmo nos projéteis inimigos e destruí-los).

    Fora que você deve ficar sempre de olho no radar para saber se não tem inimigos de algum outro lado enquanto tenta enxergar as coisas distantes na tela. Eu mesmo só ficava carregando os tiros e tentando destruir tudo o que era selecionado.

    Em relação ao Star Fox 64, esse jogo fica devendo em tantos quesitos que fica até difícil descrever. Primeiro que os comandos são apenas esses aí e se você quiser jogar de uma forma mais "profissional", não tem jeito. Nada de "barrel roll", voar de lado, dar pirueta.

    Não há upgrades de tiro, bombas, turbo, coletáveis como recuperação de HP, argolas, upgrades. Não há caminhos alternativos ou segredos. Jesus, não tem nem mesmo um contador de inimigos destruídos e as vezes fico na dúvida se destruí um deles ou se está apenas esfumaçando. E daquele grupo de 7 inimigos, será que selecionei todos quando atirei e eles voaram pra fora da tela? É um jogo de atirar numa pequena variedade de inimigos e sobreviver.

    No final de todos os estágios há um chefe, que geralmente é uma nave bizarra que não dá pra distinguir nada.

    Depois da rápida e simples batalha contra o chefe, o estágio termina e você ganha um número de vidas de acordo com a porcentagem de inimigos destruídos. Eu fases que fiz aí entre 75 e 85%, a maioria, ganhei uma vida. Nas que fiz 95%, ganhei duas.

    Vidas são importantes pois se você perder todo seu HP, você tem que refazer toda a fase do início (o que é bem tedioso), mesmo cada uma delas durando cerca de 5 minutos apenas. Como são apenas 6 fases, em 30 minutos você termina o jogo por completo se não morrer (o que é bem capaz), e um pouco mais se morrer aqui e ali. Eu terminei minha jornada com apenas uma morte, se não me engano.

    Depois das cenas finais e créditos, o jogo revelou um código que eu tentei usar de toda forma mas não deu certo. Pesquisei na internet e era aquilo mesmo, só não funcionava por algum motivo.

    Seria um bom motivo pra dar mais uma jogadinha em PD...

    Resumindo: Panzer Dragoon (Remake) é um jogo ok, mas bem sem graça, ao meu ver. O jogo se passa em 6 cenários vazios e com inimigos iguais. Os chefes ainda dão um "up" na jogatina, mas nem tanto. Controles simplórios, estratégia, dificuldade e emoção quase zero no Normal, além da falta de satisfação em destruir inimigos ou ir atrás de todos eles, fizeram com que esse jogo fosse uma experiência bem sem sal pra mim, e  uma grande decepção pelo seu nome. Não valeu nem o preço que paguei na promoção.

    De bom: fico feliz de ter podido jogar algo que é meio difícil de acessar. É um bom passatempo. Apesar dos pontos negativos, ao menos o jogo é curto. Muitas opções de customização da experiência. Curti as músicas e ambientação.

    De ruim: zero replay. Mega linear e fácil demais. Nenhuma compensação por nada. Cenários vazios e inimigos irrelevantes. Cinemáticas feias. Códigos de trapaça não funcionam (que o próprio jogo dá pra uma sobrevida dele mesmo). Controles muito limitados e poucas mecânicas mal utilizadas. Seria bacana se o jogo original pudesse ser acessado.

    No geral, conheci o jogo e isso foi legal, mas eu não recomendo pra ninguém. Sério, até os Star Fox mais toscos são melhores. Jogar isso ou não, qual a diferença? Olhei um pouquinho do original e me pareceu bem fiel, mas talvez seja melhor do que esse remake. No final os desenvolvedores ainda dizem para esperar mais jogos deles em breve. Naaaah, não precisa não! Jogo fraquíssimo.

    Panzer Dragoon: Remake

    Platform: Nintendo Switch
    12 Players
    3 Check-ins

    16
    • Micro picture
      jcelove · over 1 year ago · 3 pontos

      É, PD foi um jogo que marcou época no Saturn, mas tem muito da filosofia arcade que não agrada hoje em dia, o remake tentou ser bem fiel pelo que vi. Levando em consideração o contexto do original era um jogo topper e o remake a posta na nostalgia da galera da época.

      O 2 ja da uma evoluida legal no gameplay, mas ainda tem muito dos esquemas do original tbm. Talvez vc curtisse o Orta do primeiroo xbos que pelo que vi trazia mecanicas mais modernas a receita clássica, ou Omega Boost no PS1 que da uns picos de dificuldade absurdos do nada apesar de ser curtinho tbm.

      3 replies
    • Micro picture
      santz · over 1 year ago · 1 ponto

      Esse primeiro Panzer Dragoon é um espetáculo. Esse remake tá bonitão. Olha esse deserto! No original, não tem nada além de areia.

      3 replies
  • thraphik Vitor Marques
    2019-08-14 22:22:21 -0300 Thumb picture

    Desafio: Uma semana de música - Dia 7: RODADA BÔNUS!

    Nessa rodada bônus vou colocar algumas trilhas sonoras que pontuaram minha vida como gamer, de acordo com o momento em que eu puder descobrir e jogar cada um destes jogos.
    Com certeza vão faltar muitas trilhas, mas depois desse desafio, vou postando elas aos poucos.


    1 -  Super Mario 64 - Title Theme
    Quem não ficou atormentado o Mario, enquanto puxava as orelhas dele na tela inicial?


    2 - Mario Kart 64 - Intro
    Provavelmente o jogo onde passei mais horas jogando multiplayer local com meu irmão e meu pai.
    Pra não citar as 216 mil vezes que eu fiz os 4 campeonatos, nas 50,100,150 e reverse.


    3 - Wave Race 64 - Main Title
    Uma das trilhas mais imersivas que já vi em um jogo, ainda mais sendo do gênero de corrida.
    Esse jogo era sensacional, também joguei muito! Anos 90 S2

    4 - Banjo Kazzoie - Gobi's Valley
    Acho sensacional como o tema do jogo é adaptado para cada uma das fases e momentos do jogo, mantendo aquele tema do Banjo na sua cabeça, porém criando a imersão dentro de cada fase.

    5 - Star Fox 64 - Mission Accomplished
    Quando era criança sempre viajava ouvindo esse tema no final das missões.

    Abria a janela do quarto do meu primo (ficava jogando no n64 dele, pois eu não tinha XD ), e ficava olhando para o horizonte pensando que Fox e sua trupe estavam voando em algum lugar longe da minha visão.

    A ideia era falar citar trilhas sonoras de toda minha vida como gamer e não consegui nem sair do meus primórdios.

    Bom, vou postando ao longo do tempo, valeu!

    Regras:

    1 - Postar uma musica por dia, durante uma semana, seguindo a seguinte lista:
    Dia 1: Música tema de uma franquia;
    Dia 2: Música tema de jogos específicos;
    Dia 3: Música tema de alguma área/momento aleatório de um jogo;
    Dia 4: Música tema para chefões;
    Dia 5: Música tema de final boss;
    Dia 6: Músicas de encerramentos;
    Dia 7: RODADA BONUS: Música completamente a sua escolha, tema de personagem, tela inicial, save room, tela de pause: VOCÊ ESCOLHE!

    2 - Comente em cada um dos dias o por que de estar escolhendo essa música!
    3 - Marque uns três amiguinhos para eles fazerem também.

    Quem quiser pode participar também!

    @desafio

    Super Mario 64

    Platform: N64
    15717 Players
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-06-19 10:36:20 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Starlink: Battle for Atlas

    Zerado dia 18/06/19

    Na época que a Ubisoft revelou Starlink: Battle for Atlas (SL), um monte de gente ficou curiosa, principalmente pelo fato de você acoplar uma nave ao controle e trocar suas parte. Eu sou um dos que ficaram "como isso vai funcionar?"

    O fato é que o jogo parecia ser algo muito complexo e personalizável, talvez com um multiplayer baseado em como você monta a sua nave e que meio que funcionaria como amiibo ou sei lá. Eu boiei muito 

    O maior choque acho que foi a inclusão dos personagens e naves do Star Fox na versão do Switch. Uma versão do jogo físico vinha inclusive com uma Airwing e uma miniatura do Fox pra por dentro dela! Interessante! Eu poderia mesmo ter uma navinha de Star Fox no meu quarto. Fiquei curioso, mas deixei pra me preocupar com SL mais pra frente.

    Quando o jogo foi finalmente lançado, vi uma galera internet afora interessada. Amigos compraram edições especiais e o escambau. Engraçado que os jogos da Ubisoft geralmente fazem a galera torcer o nariz, mas só de ter o Fox McCloud no jogo (além do sucesso que foi Mario & Rabbids: Kingdom Battle) o pessoal já saiu comprando sem pensar.

    O tempo foi passando, vi gente adorando o jogo (como adoram qualquer lançamento em sua época) em grupos do Facebook. Mais tarde eu só vi gente dizendo que o jogo é enjoativo de tão repetitivo. Os amigos da edição especial incluíram essa e outras reclamações sobre SL quando conversávamos sobre ele. O fato é que ninguém parecia o odiar, mas aparentemente era só um jogo qualquer.

    Recentemente um cara anunciou esse jogo por apenas R$100 e eu não pensei duas vezes. Estava querendo jogar e mesmo se fosse fraco, poderia passar pra frente por no mínimo o mesmo preço!

    Resolvi começar a aventura logo que comprei pois amigos se interessaram (e quero pegar jogos deles também).

    O jogo abre cheio de instruções sobre ele mesmo e os usos das miniaturas e logo te dá a tela inicial e a possibilidade de escolher entre o esquadrão principal ou do grupo Star Fox, que são os personagens clássicos da série. Eu, que sou um grande adorador de Star Fox 64, fui com o grupo do Fox, até porque são eles que fazem a diferença na versão do Switch.

    Logo depois de umas cinemáticas legais, o jogo começa te ensinando os comandos e mecânicas básicos. Você viaja pelo espaço e por planetas, batalha alienígenas, carrega coisas que acha por aí, voa de um lado pro outro etc. É aí que você começa a perceber que Starlink não é Star Fox, de jeito nenhum, apesar de toda a óbvia influência e mesmo se usar a nave clássica do N64.

    Primeiro que seu veículo não acelera sozinho. Você tem que segurar pra frente no analógico pra ele se manter indo pra frente ou segurar A pra ele ficar usando o boost. Nesse jogo as naves tem a tendência de ficar paradas onde estiverem e o analógico esquerdo meio que as movimentam  enquanto o analógico direito move a mira e a direção que a nave está apontando. Cada gatilho do controle atira com um lado da nave (você pode mudar as armas, sendo que elas se diferem por tipo de ataque, como fogo, gelo etc, padrões de ataque e cadência de tiro).

    Não demorou pra eu achar a jogabilidade bem ruim. Imagine você no meio do espaço com naves te atacando por todos os lados. No Star Fox 64, por exemplo, sua movimentação é mais horizontal e mesmo nas fases de movimentação livre, você sempre tem noção de onde está. Já em SL, você tem 100% de liberdade de movimentação mesmo em seu próprio eixo e é comum você perder o senso de direção. As vezes eu encontrava uma estação espacial e queria coletar algo mas apareciam inimigos. Nos batalhávamos e logo em seguida eu fica rodando a câmera como doido pra ver se a encontrava novamente. As vezes eu tinha até voado pra longe e nem tinha percebido.

    Mas o ruim mesmo é o fato de o boost ser com A e a mira com o analógico direito, pois ou você faz um ou outro e a aceleração básica (analógico esquerdo) dá a impressão de que você está parado no meio da confusão toda.

    O maior foco, entretanto, é a jogatina nos planetas. Nessa parte o jogo me lembra muito Destiny pelo visual e a paleta de cores geralmente usada, com aqueles filtros que deixam a cor preta meio que azulada.

    A jogabilidade nos planetas é mais horizontal e consiste em dois modos: voando baixo e voando alto. Você pode trocá-los segurando R. Voar alto é o que eu esperava do jogo. Você curte a paisagem, tem liberdade, mas não tem muito o que fazer voando alto senão ir mais rápido para alguma missão. Além disso, o combate geralmente é pior porque você está rápido demais.

    Já perto do chão você pode ficar mais parado e mirar melhor, coletar loot que demanda que você puxe com um raio e execute umas manobras evasivas simples. Você vai acabar jogando muito mais assim. É dessa forma que você curte o cenário mais de perto e interage com estruturas, geralmente para aceitar sidequests ou construir bases aliadas.

    São cerca de 10 planetas numa galáxia e você pode ir e vir como quiser, como num mini No Man's Sky (mas até que deu certo) e todos meio que com as mesmas coisas para se fazer.

    Cada mundo tem diversos ícones espalhados pelo mapa. São missões que servem para remover a influência do mal naquele lugar e aumentar a sua própria. As missões são coisas como:

    -Base de vermes. Você as destrói e pode construir algo no lugar, como uma mineradora que fica gerando dinheiro ou achando partes para equipar na sua nave;

    -Chefões, que são batalhas legais (mas sempre a mesma);

    -Extrator. É meio que uma base gigante e cheia de inimigos que requer que você destrua certas coisas na localidade antes de poder atacá-la. Geralmente dá boas recompensas;

    -Nave caída. Você está a escaneando e deve sobreviver dentro de um pequeno espaço até que o "download" termine;

    -Mais alguns outros.

    Em determinados momentos o jogo vai te obrigar a cumprir esse tipo de missão para aumentar sua influência ou conseguir grandes quantidades de certos recursos incomuns. É aí que o jogo parece estar de sacanagem (perto do final). Do anda eu tenho que sai colonizando todo lugar e construindo coisas caras só pra estória poder continuar. Sinto que o jogo deu uma brecada nessas partes e eles quiseram estender o jogo de uma forma forçada. Ainda assim, levei menos de 6 horas de jogo para terminar a aventura (mas pareceu no mínimo o dobro), apesar de terem faltado missões extras para serem feitas e acho que teve até planeta inexplorado (mas as missões são as mesmas de qualquer jeito).

    Resumindo: Starlink: Battle for Atlas é um jogo dividido em três partes: primeiramente você acha o jogo ok, depois começa a achar um saco, mas depois de o entender melhor, acaba sendo um jogo legal. Ele peca em diversos critérios e poderia ter sido algo bem maior (e não duvidaria se houvesse um SL2 no futuro), mas não me arrependi nem da compra nem da jogatina pelos R$100, principalmente sabendo que ele valerá a troca por outro jogo.

    De bom: visualmente incrível. Cutscenes muito legais. A trilha sonora é legal, apesar de parecer coisa dos Avengers no geral. Liberdade de exploração da galáxia muito bacana. É possível trocar de nível de dificuldade a qualquer momento, e isso pode ser útil em partes mega frustrantes.

    De ruim: tudo meio vazio pelo mapa do jogo. Missões repetitivas para poder terminar o jogo (me senti jogando sidequests). Tudo é muito caro, tanto para fazer upgrades e comprar habilidades quanto construir qualquer coisa. Jogabilidade esquisita e grande falta de um sistema de lock-on-target. Um monte de naves e partes que só podem ser abertas comprado pela eshop ou com as navinhas físicas (fica tudo a mostra no seu inventário). O enredo e personagens são super clichês e infantis, quase como naquelas séries 3D como Hot Wheels (mas duvido que uma criança curtiria esse jogo). Esperava maior vantagem em jogar a versão do Switch. Mesmo Fox e seu time não fizeram diferença nenhuma.

    No geral, eu não recomendaria o jogo senão por um preço muito baixo. As miniaturas são bem mais legais do que a experiência em si. Se tiver a oportunidade e curtir jogo de nave, jogue sim, mas lembre-se: não é Star Fox! Definitivamente uma experiência que não fede nem cheira e nada memorável.

    Starlink: Battle for Atlas

    Platform: Nintendo Switch
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    • Micro picture
      roberto_monteiro · over 3 years ago · 2 pontos

      Li tudo, mas estava procurando por isso aqui: "No geral, eu não recomendaria o jogo senão por um preço muito baixo. As miniaturas são bem mais legais do que a experiência em si. Se tiver a oportunidade e curtir jogo de nave, jogue sim, mas lembre-se: não é Star Fox! Definitivamente uma experiência que não fede nem cheira e nada memorável."

      Obrigado por uma ótima e direta análise do jogo!

      1 reply
  • noblenexus Rafael
    2019-06-18 15:55:17 -0300 Thumb picture
  • 2017-05-12 19:23:42 -0300 Thumb picture
    31
    • Micro picture
      guitardreamer · over 5 years ago · 2 pontos

      Gostaria de ver essa pedra preciosa remasterizada com gráficos mais do que atualizados. E também uma versão arranged... rs Esse é de longe um dos meus jogos favoritos de nave. Sensacional!

  • vaojogar Vão Jogar!
    2016-12-16 18:09:31 -0200 Thumb picture
    19
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      danilodlaker · almost 6 years ago · 3 pontos

      Daytona USA joguei muito no pc kk

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      ogawara · almost 6 years ago · 2 pontos

      Daytona e Sega Rally! :3 Meus jogos de corrida favoritos. :3

  • dantedias Dante
    2016-07-20 05:06:14 -0300 Thumb picture

    Especia Nintendo 64 20 anos em 10 imagens belíssimas

    Seleção de 10 imagens belíssimas de jogos que marcaram época no N64. 

    Confira uma das imagens:

    Confira as 9 restantes hoje na @ssa

    O Nintendo 64 foi lançado no dia 23/06/96 no Japão.

    Star Fox 64

    Platform: N64
    4821 Players
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    29
  • jonathasb_h_7 Jonathas Barbosa Hernandes
    2015-06-23 17:04:12 -0300 Thumb picture
  • lonlon Marlon Montesso
    2015-04-10 14:15:05 -0300 Thumb picture

    O que vocês acham ?

    Aumentando minha coleção do N64 !

    Super Mario 64, Star Fox 64

    ED64plus...

    - Apesar de ver muita gente falando mal do ED64plus, ele é um bom flashcard.

    emulou bem todas as roms que testei ! o grande problema dele e ter que colocar um cartucho em cima. fora isso ele funciona super bem !

    Super Mario 64

    Platform: N64
    15717 Players
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    1
  • dannimad Danielle Salim
    2014-09-20 01:53:25 -0300 Thumb picture

    Análise "Star Fox 64"

    Depois de tanto tempo sem jogar, foi hora de relembrar bons momentos. Análise de Star Fox 64.

    Confira: http://migre.me/lMFfJ

    Star Fox 64

    Platform: N64
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    7
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      seufi · about 8 years ago · 0 pontos

      Do a barrel roll...

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      fabianofranco77 · almost 8 years ago · 0 pontos

      Demaissss...

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