• onai_onai Cristiano Santos
    2021-04-18 20:38:56 -0300 Thumb picture
    23
    • Micro picture
      jcelove · 19 days ago · 2 pontos

      Eu tbm.hehe

    • Micro picture
      fonsaca · 18 days ago · 2 pontos

      Pior que era uma febre na ciência da época essa coisa de mitocôndrias. Apesar de não ter precedentes por serem extremamente padronizadas, a galera citava essa pira de combustão espontânea e afins em várias obras audiovisuais.

  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-04-12 17:40:29 -0300 Thumb picture
    vithanks checked-in to:
    Post by vithanks: <p>Começando o meu jogo preferido pela quarta ou qu
    Chrono Cross

    Platform: Playstation
    5413 Players
    156 Check-ins

    Começando o meu jogo preferido pela quarta ou quinta vez... ou seria sexta vez?

    24
    • Micro picture
      salvianosilva · 25 days ago · 3 pontos

      Amo esse jogo tbm, mas nunca zerei. Ta na minha lista

      1 reply
    • Micro picture
      volstag · 25 days ago · 2 pontos

      Tô enrolando pra rejogar, joguei só quando lançou :(

      1 reply
    • Micro picture
      bobramber · 25 days ago · 2 pontos

      Aeeee. Um dos poucos RPGs que zerei três vezes.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-06 15:04:54 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Final Fantasy IX

    Zerado dia 06/02/21

    Olha aí o RPG que eu vinha jogando: Final Fantasy IX! Enrolei um bocado para terminar, principalmente por estar ocupado ultimamente, mas a vontade de voltar para esse jogo sempre esteve comigo, infelizmente muitas vezes vencida pelo sono e afins.

    No final das contas eu estava chegando tarde em casa, as vezes abria o jogo para upar uns personagens e desligava. As vezes pensava: "Caraca, não joguei ontem a noite nem hoje de manhã" ou "Tem uns dois dias que não jogo". 

    Por outro lado estava devorando o jogo e muito entretido com seu enredo quando tinha tempo. Mal dava para acreditar que as horas dos meus saves estavam aumentando tão rapidamente. Meu último RPG acho que foi Golden Sun e tinha curtido, mas esse FF mostra o poder da Square da época. Se comparar com o meu RPG anterior ao GS, Octopath Traveler, você vê como as coisas mudaram, e não exatamente para melhor.

    A minha história com FF vem desde lá pra 2009, com meu DS. Joguei FF III e IV nele e adorei esse último. Logo em seguida comprei um PSP e joguei muito Dissidia. Amava aquele jogo!

    Claro que dos personagens dali, eu não conhecia muitos: os relacionado ao FF IV eram destaque pra mim. Conhecia também o Cloud e Sephiroth pois sempre foram personagens famosos por aqui (mesmo que ninguém tivesse necessariamente jogado FF VII). Conhecia ainda o Squall (FF VIII) de revistas e do Kingdom Hearts e o Zidane (FF IX).

    No caso do Zidane eu conhecia o personagem, mas estava conhecendo seu nome só então. Lembro que meu primo e eu comprávamos muitas revistas de anime e jogos na pré-adolescência (2001 e por aí) e tirávamos os pôsteres e colocávamos nas paredes de um quarto da casa dele. Era lotado! Um desses pôsteres era do Zidane, em CG e na chuva (infelizmente não encontrei a arte). Eu sempre olhava para esse pôster e isso me marcou de alguma forma. Nunca esqueci dele!

    Lá pra 2010, na faculdade, um amigo disse que estava jogando toda a série em ordem até o final. Eu curti a ideia e acabei tentando fazer o mesmo. Nessa época eu não tinha muito essa coisa de finalizar jogos e conhecer as plataformas a fundo, era um pouco mais casual, mas ou já tinha jogado ou estava jogando os FF X e XII na casa de um amigo por vários fins de semana. Mas eu queria muito os personagens jogáveis do Dissidia e uma série tão popular como Final Fantasy.

    Cheguei a pesquisar na internet qual seria o melhor FF e me surpreendi com a maioria dos votos de tudo quanto era fórum sendo FF IX. Mas o quê? Eu acreditava que era mais fácil ser o VII visto que os personagens eram tão populares, ou talvez algum jogo mais recente.

    Comecei então a minha saga com o primeiro FF, versão de GBA. A maratona, que durou cerca de 6 ou 7 anos, não seguiu exatamente uma ordem. Como disse, já tinha terminado o III e IV, joguei o I e II, depois provavelmente o X, seguido pelo V, VI (um a cada muitos meses), XII, VI, XIII, VII. O 7 deve ter sido em 2014, o VIII eu postei aqui, acho que em 2017 e finalmente o IX, 4 anos depois.

    Uma coisa bem curiosa sobre a série é como os jogos são diferentes uns dos outros. A variedade é bem grande e a chance de você curtir poucos deles ou apenas um ou outra é grande, diferentemente de um Dragon Quest da vida, em que há uma certa "continuidade" e apenas evolução das mecânicas de jogo.

    E falando sobre isso, eu mesmo não jogaria novamente vários deles, principalmente o III, o que menos gostei. Também não sou muito fã dos sistema de profissões do V. Nem dos personagens e mesmice do II. Não curti a falta de originalidade e mecânicas do VIII. Não joguei quase nada do XI e XIV, por falta de interesse em MMOs. O sistema de batalha do XII é muito diferente da série. O XIII é super linear, como todos sabemos e o XV eu tenho, mas agora estou sem o PS4.

    Em resumo, meus prediletos são o IV (DS), VI, VII e IX!

    Eu finalmente entendi o porquê do IX ser tão adorado e entendo muito bem que disser que ele é o melhor, mas também entendo quem disser que prefere outros. Pra mim o melhor 2D fica sendo o VI e o melhor 3D fica sendo o IX.

    Mas voltando um pouco no tempo, só estava faltando esse IX para fechar a coleção (ao menos dos clássicos) e todo o hype em cima dele estava me comendo por dentro. O jogo entrou em promoção no Nintendo Switch e ficou por uns 50 reais, uma versão remasterizada e que eu poderia jogar na telona do console em qualquer lugar. Por outro lado, eu tinha o jogo no Vita.

    O problema é que meu Vita estava cheio, inclusive por causa desse FF e eu tenho um jogo na lista de urgências que não posso instalar por falta de espaço. Eu tinha duas escolhas: pagar o preço no Switch, deletar no Vita e baixar o outro jogo ou simplesmente adiantar logo e terminar o jogo, cortando fila e tendo jogado outros RPGs tão recentemente.

    Não estava planejado, mas acabou sendo isso, comecei FF IX!

    A aventura se abre lindamente com boas apresentações dos personagens e CGs. Que jogo lindo! A tela inicial diz que o jogo é de 2000. Soa tão recente! Mas pensa só: onde você estava em 2000? Só de lembrar do pôster, eu sinto que era uma criancinha, e deveria ser mesmo. Em 2000 eu tinha 10 anos e estava na quarta série. Julgando o tempo da revista e tal, eu deveria ter uns 11 ou 12 anos na época do pôster.

    Curiosamente, na época do lançamento do jogo já existia o PS2!

    Enfim, jogando pra valer, é um jogo que começa bem linear, assim como FF VII. Os cenários são pré-renderizados e muito bonitos e a temática deixou todo o estilo "edgy" e japonês para voltar ao estilo europeu medieval.

    Os personagens são muito vívidos e bem animados, e o enredo é excelente, inclusive em como o estopim para começar a história se dá e como os personagens jogáveis se encontram e se juntam. Há ainda uma direção de arte incrível com diversos ângulos de câmera com base em onde você estiver na cidade. A sensação é de estar jogando algo feito em parceria com filmes da Disney. Não é de se estranhar, com base nesse jogo, em como esse universo e o do Mickey se encaixariam tão bem.

    Cada personagem, de um total de 8, tem sua classe pré-definida, bem ao estilo de FF IV. O Zidane quase sempre vai estar incluso no grupo de forma obrigatória. Esse personagem é relativamente diferente de outros protagonistas da série, sendo mais engraçado, determinado, cometendo erros e até dando em cima das garotas. É mais ou menos como personagens de anime mesmo. O bacana é que o Zidane não usa magias e tem dois propósitos nas batalhas, bater bastante e roubar, como um bom ladrão que ele é.

    FF IX é um jogo fácil, assim como os demais FF de PS1, então dá pra deixar tranquilamente que o protagonista fique tentando roubar os itens raros dos chefes enquanto os demais se encarregam de causar dano e curar.

    Como você só pode usar 4 personagens por vez em batalha, teoricamente você deve trocá-los de vez em quando para nivelar bem ou mesmo para melhores estratégias de acordo com os chefes, mas não precisei fazer isso. Ainda assim gastei 40 e poucas horas para zerar (umas 7 acima do indicado pelo howlongtobeat.com), muitas delas upando skills dos personagens, coisa que é fácil de fazer, mas são muitas e a maioria nem usei. Teve uma hora que até me fiz parar pois estava duvidando que o jogo pudesse ficar difícil demais no fim (fora o medo de ficar overpowered).

    O jogo tem duas mecânicas bacanas que são:

    -Trance. Conforme você toma dano, uma barra se enche abaixo da sua vida e ao completá-las, o personagem entra no Trance, inclusive mudando um pouco a sua aparência. Durante essa fase, o personagem fica mais forte e poderá usar habilidades únicas. O Zidane mesmo pode usar um bocado de especiais que causam dano pesado. Já a Vivi, Black Mage, pode usar suas magias duas vezes por ativação;

    -Habilidades de equipamentos. Nesse jogo os equipamentos são habilidades quando equipados. Se você os trocar, as habilidades também serão trocadas. Porém há a possibilidade de usar os equipamentos diversas vezes em batalha para aprender essas habilidade e poder usá-las mesmo estando usando outros itens. Isso vai te fazer ficar lutando no mato até que os personagens aprendam o maior número de habilidades possível, inclusive ganhando vários níveis durante o processo.

    É importante notar que existem habilidades ativas e passivas. As ativas são mantidas pelo personagem, como a Vivi que aprende Fire, Fira, Firaga. Já as passivas devem ser equipadas, mas há um limite de AP a ser considerados, o que fará com que você planeje suas prioridades. Essas habilidades incluem coisas como ganhar mais experiência me batalha, mais dinheiro, fica imune a determinado status, ter mais HP ou MP, cortar o uso de MP pela metade e muito mais!

    Resumindo: Final Fantasy IX é sensacional! O jogo envelheceu incrivelmente e deve ser melhor ainda na versão remasterizadas para quem joga em telas maiores. Acredito que se alguém quisesse começar a série, essa seria a minha recomendação, até por ser uma experiência tranquila, mas sem deixar de ser Final Fantasy, fora suas mecânicas e personagens interessantes. Um grande salto do que foi a bomba do VIII.

    De bom: jogo positivamente cinematográfico e muito ambicioso, a ponto de requerer 4 CDs! Personagens incríveis. Enredo que me prendeu o tempo quase todo. Experiência mais tranquila do que a série já foi e menos punitiva (pra falar a verdade a única dificuldade em fechar os FF de PS1 é a batalha da Ultimecia, na minha opinião). Mecânicas que são divertidas de verdade. Inimigos com números menos de HP, o que quer dizer que as batalhas são mais curtas.

    De ruim: taxa de encontro de inimigos meio alta e irritante as vezes. As batalhas demoram muito para iniciar, inclusive com a câmera mostrando o cenário e afins (possivelmente o jogo carregando). Impossível pular cenas, o que é chato quando você morre e já assistiu aquilo ou durante as longas cenas de ataque dos summons. Senti que haviam muitas habilidades para ser aprendidas, mas o jogo, ao menos na campanha principal, não me deu muito motivo para ser estratégico, nem mesmo no chefe final.

    No geral, eu amei o jogo e não está só entre os meus prediletos da série, mas também do console e entre todos os jogos. Vi inclusive que ele está entre os melhores jogos no ranking do Alvanista, merecidamente. Gostaria apenas que a Square tivesse expandido um pouco o universo do IX como ela fez com outros, inclusive o VII no Advent Children. Agora resta sonhar com um remake no futuro, e que não mude muito como o VII Remake fez. Enquanto isso vou rejogar casualmente o Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call não só para celebrar o feito de terminar esses jogos, mas para relembrar músicas e momentos desse IX. Sensacional!

    Final Fantasy IX

    Platform: Playstation
    5764 Players
    150 Check-ins

    17
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-11-15 01:04:28 -0200 Thumb picture
  • 2020-11-02 21:41:40 -0200 Thumb picture

    Efeméride Gamer #51

    Medium 744452 3309110367

    2 de Novembro de 1999

    Há 21 anos atrás, Chrono Trigger era lançado no Japão para Playstation 1. Desenvolvido e publicado pela SquareSoft.

    Chrono Trigger

    Platform: Playstation
    3372 Players
    74 Check-ins

    7
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-10-15 11:16:59 -0300 Thumb picture

    Secret of Evermore | PARTE 1

    Comecei a gravar uns gameplays, sem voz por ausencia de mic mesmo, na medida do possível e quando dá. Tava afim de começar Secret of Evermore há séculos, então decidi começar em gameplay pra me motivar ir até o fim mesmo que jogo aos poquinhos.

    Quem puder dar uma moral, ou dicas mesmo lá nos comentários, são mais do que convidados.

    Secret of Evermore

    Platform: SNES
    563 Players
    7 Check-ins

    5
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-10-09 15:18:36 -0300 Thumb picture

    Chrono Trigger | Uma viagem no Tempo

    O que acham de relembrar um pouco esse clássico absoluto dos games de RPG, com esse artigo escrito pelo Rodolpho Galdini!

    Quem puder dar aquela força compartilhando, agradeço!

    https://arquivosdowoo.com.br/.../chrono-trigger-uma.../
    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13827 Players
    462 Check-ins

    7
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-10-04 23:44:04 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars

    Zerado dia 04/10/20

    Olha eu de volta! Caraca, como o tempo passa rápido as vezes! Os três últimos jogos que terminei foram no mesmo dia e já fazem 11 dias, sendo que na minha cabeça parece bem menos tempo!

    Por outro lado, eu vinha jogando Super Mario RPG à o que parecia ser bem mais do que esses dias. Tinha iniciado a aventura já sabendo que ela duraria menos de 20 horas, mas a rotina com trabalho e o fato de eu estar ficando cada vez mais lento com RPGs atrasou o término da jogatina um bocado. No final das contas nem sei quanto tempo joguei, mesmo tendo achado a dificuldade quase sempre baixa, mas não vou mentir que algumas manhãs e noites eu não liguei o videogame por pura falta de vontade.

    Acho que parte disso também foi causado pelo fato de eu ter emulado no PSP. Rodou bem, mas não perfeitamente (um pouco abaixo da velocidade certa), fato que eu só percebi quando vi um vídeo no Youtube de um chefe secreto e como chegar nele (depois que zerei e excluí o jogo). Até pareceu que a pessoa estava jogando de forma acelerada! 

    Super Mario RPG (SMRPG) ficou em primeiro lugar numa lista que criei depois que terminei meu milésimo jogo: a lista da vergonha. Essa lista basicamente tratava de jogos que eu nunca havia jogado ou terminado e que eram motivo de vergonha. Quer dizer, eu termino muito jogo bom, jogos ruins, jogos irrelevantes aqui e ali, mas nada de SMRPG?

    O problema era maior ainda quando você me conhece, já que eu gosto muito de videogames, conversar sobre eles e dar minha opinião até na vida real. Pra piorar, gosto muito da Nintendo e do Mario e já devo ter jogado tudo quanto é jogo importante dele e até além (Mario Golfs e afins eu passo).

    Jesus, todo mundo já jogou SMRPG, menos eu! Isso pelo menos até uns dias atrás.

    O jogo ainda entrou na minha lista de pendências pois cheguei a jogar cerca de 10 minutos dele em algum momento anos atrás o testando no PSP e sabendo da sua fama e dificuldades de o emular.

    Poderia ter jogado no meu antigo Wii U, mas já tinha essa mentalidade de jogar SNES nos portáteis (sem saber que era difícil nesse caso) e até recentemente fiquei esperando a boa vontade da Nintendo em o disponibilizar no Nintendo Switch Online, junto com os outros jogos da época. Veio Mario All-Stars e não veio esse. Cansei de esperar!

    Eu não sei muito da história do jogo e seu surgimento, mas é bem interessante ver a parceria da Nintendo com a Squaresoft que resultou basicamente no que seria Mario com a jogabilidade de Final Fantasy, apesar de ser um jogo bem mais simples e até acessível para todo tipo de público (Crianças a Adultos como a caixa do jogo deixa claro).

    Além de mais fácil, SMRPG é mais linear e demanda bem menos do jogador, seja com estratégia, seja com equipamento e mesmo o famoso "grinding", que pra mim não existiu. Até o mapa do mundo do jogo é diferente, sendo que você escolhe pra onde quer ir no menu que se abre ao sair de uma área e logo aparece lá, ao invés de ter que ir andando como os Final Fantasy clássicos. Acho que podemos dizer que é um sistema que lembra um bocado o do Final Fantasy X.

    Basta ir onde as pessoas mandam na campanha e é isso.

    As áreas são meio que divididas em dois tipos: cidades e mapas mais "exploráveis", como cavernas e florestas. As cidades são exatamente como já conhecemos do gênero: vários NPCs, hotel para se recuperar, loja de itens, loja de equipamentos. Tem até umas sidequests aqui e ali se você estiver disposto a conversar com todo mundo, inclusive dentro das casas e não se importar em voltar para mapas anteriores de vez em quando pra ver se algo mudou.

    Já os mapas de áreas mais perigosas e exploráveis, são aqueles com inimigos e diversas seções para você ir e vir, lutar contra oponentes, encontrar baús e inclusive encontrar algo que dará continuidade na história.

    A parte mais legal desse jogo é que as batalhas NÃO são aleatórias. Os inimigos ficam andando no mapa e se você os tocar, inicia-se o confronto! Cara, quais jogos faziam isso nessa época? Earthbound era um dos poucos que lembro.

    As batalhas são simples e dificilmente chegam a usar muita estratégia até as partes finais da aventura, quando o jogo começa a ficar notavelmente mais desafiador. Percebi ainda que muito dessas batalhas seria usado como base na série Paper Mario e Mario & Luigi.

    Até o final do jogo você terá um total de 5 personagens jogáveis, mas apenas 3 podem estar ativos na sua party por vez. Já em combate, cada botão ABXY do controle fica responsável por uma ação e escolhas de seus sub-menus. Por exemplo: A é o ataque normal. Aperte o botão e o jogo vai pedir para escolher um alvo. Aperta A novamente para selecionar e depois A no momento certo para causar um ataque crítico. O B é a defesa, basicamente. Aperte B e um menu será aberto com opções. Aperta B mais uma vez para defender. X são os itens e Y as habilidades especiais/magias. Selecione cada ação com o botão apertado inicialmente. Caso você aperte um botão diferente, tipo Y para abrir as magias e depois A para escolher, o personagem muda automaticamente pro ataque normal e pede para escolher o alvo. É um método ágil e bacana que veríamos, de certa forma, em jogos futuros.

    Na minha opinião o jogo pode não ter envelhecido tão bem assim, algo que eu já esperava do pouco que eu o conhecia. A paleta de cores, as piadas (parece coisa daqueles desenhos antigos, tipo Tartarugas Ninjas) e o visual no geral tem uma certa cara de jogo antigo e eu fico bem dividido quanto a isso. Quer dizer, jogar Superstar Saga hoje em dia é bem tranquilo e carismático, mas tenho minhas dúvidas de jogadores mais novos se interessariam por SMRPG. Eu mesmo as vezes cansava um pouco de todo o visual cheio de preto e sombras e da jogabilidade mais dura fora das batalhas, principalmente em relação perspectiva num RPG com partes de plataforma. Era comum tentar pular um inimigo que estava no caminho para evitar batalha e cair em cima da cabeça dele ou pular de plataforma para plataforma, errar o pulo mesmo me guiando pela sombra do Mario e cair direto na lava.

    Já no lado positivo, SMRPG foi sem dúvidas uma experiência bacana e até a frente de seu tempo (junto a outros jogos). Ele lembra bastante a geração do GBA e aquelas tentativas de fazer 3D no portátil, além dos próprios gráficos. Como o próprio GBA tinha vários ports e RPGs, chega a ser bizarro que esse daqui não tenha dado as caras por lá.

    Vale mencionar ainda algo que é óbvio desde a cutscene de abertura de SMRPG: os visuais. Os "gráficos" são pré-renderizados e simulam 3D bem como na série Donkey Kong Country. Definitivamente um jogo que chama a atenção sendo do mesmo ano do lançamento do Nintendo 64!

    Fora isso, o jogo é um grande diferencial pra série e seu público da época, sem dúvidas, mas pros jogos no geral e pra quem está jogando só agora, 24 anos depois (mas sem fator nostalgia) a sensação é de que eu joguei um Final Fantasy mais casual. Os últimos mapas e chefes eu passei apenas com a estratégia mais simples do mundo: dois personagens usando apenas seus ataques normais (que dava bastante dano) e outro apenas curando (havia uma magia que curava os três e efeitos de status de uma só vez).

    Para completar, gostei dos personagens originais, Mallow e Geno, mas tenho que dizer: quem puxa saco do Geno é um pouco sem noção. Usei o personagem no meu time mas ele não era grande coisa, foi substituído assim que os novos entraram e nunca mais voltou. Fora isso, o personagem quase não tem importância nenhuma na trama ou participa dos diálogos, coisa que o próprio Mallow fez bastante. Em resumo, ele aparece, fala que precisa achar umas coisas pelo mundo, entra no grupo e só participa novamente de novo no final, agradecendo...

    Resumindo: Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars é um jogo bacana e um bom início do bigodudo nesse mundo de XP, equipamentos e level ups, mas é um pouco repetitivo e simplório demais. Pra mim, a série Paper Mario e Mario & Luigi melhoraram bastante a fórmula e tem motivos para continuarem existindo (ou ao menos terem ganhado várias continuações). Sobre esse jogo, pra mim, fica no nível de alguns Final Fantasys, sendo memorável principalmente pelos visuais lindos (que gostaria de ver na TV) e por usar personagens de um universo que já conhecemos e tanto gostamos.

    De bom: gráficos diferentes, bonitos e a frente de seu tempo. Sistema de batalha simples e fácil de entender. Inimigos no mapa provém a possibilidade de apenas os ignorar ao invés das irritantes batalhas aleatórias, comuns na época. Aventura curta e na medida certa antes de ficar cansativa. Ao morrer você volta pro último save ativado, mas sem perder o progresso que foi feito depois disso. Gosto dos números baixos para níveis, HP, danos, o oposto do que acontece com a franquia Final Fantasy. Tem segmentos com jogabilidade diferente, como descer a cachoeira pegando moedas, quizzes e decifrar senhas baseado em pistas.

    De ruim: repetitivo e muito simples. Um chefe ou outro foram bem além da dificuldade que o jogo mantinha, inclusive mais difíceis que o próprio chefe final (mas também só depois que passei a usar uma combinação roubada de personagens). Achei o humor meio besta e sem sentido, bem coisa dos anos 90 mesmo. É um daqueles jogos que mesmo tendo 5 personagens, você só pode usar 3 e se esses 3 morrerem, é Game Over (e o resto da turma?). Inventário de itens mega limitado. O dano nesse jogo é completamente aleatório. As vezes você ataca e dá 195, depois o mesmo golpe dá 85. O inimigo dá num personagem 190  e no outro 22. Uns golpes dos inimigos são ridículos e não dão dano nenhum, mesmo no final do jogo e aí do anda ele usa uma habilidade e causa 200. Parte de plataforma tem problemas de perspectiva e são bem chatas. Como os personagens quase não passam de nível, as vezes tem muitas batalhas que só servem para te atrasar e dar nada de experiência (inclusive inimigos que te perseguem ou se amontoam de forma que não tem como evitar).

    No geral, eu recomendo o jogo sim, sobretudo se você curte Mario e esse tipo de RPG da época. O que é chato é a falta de acessibilidade à Super Mario RPG senão por emulação. Se você tem umas duas dezenas de horas disponíveis pra sentar na frente do PC, é uma boa, mas quem sabe com um pouco de paciência a gente não o vê bem bonito na tela portátil do Switch ou na TV por sua dock? No final das contas eu não sei se estou mais feliz de terminar uma pendência tão importante ou de ter me livrado de mais um RPG!

    Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars

    Platform: SNES
    5290 Players
    154 Check-ins

    17
    • Micro picture
      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Eu acho que esse jogo é simples de propósito, pois é perfeito para introduzir novos jogadores para o universo de RPG.

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-08-12 11:59:02 -0300 Thumb picture

    Cosmo Canyon

    Vejam o que descobri sobre o termo Nanaki...

    Guru Nanak foi o fundador do siquismo e o primeiro dos gurus siques. Seu nascimento é celebrado mundialmente no Kartik Puranmashi, o dia de Lua Cheia que cai anualmente em datas diferentes no mês de Katak, entre outubro e novembro no calendário gregoriano.

    Guru Nanak viajou por muitos lugares ensinando a mensagem do Deus único que vive em cada uma de suas criações e constitui a Verdade eterna. Ele assentou as bases para uma plataforma espiritual, social, e política baseada na igualdade, no amor fraterno, na bondade e na virtude.

    É parte da crença religiosa sique que o espírito de santidade, divindade e autoridade religiosa de Guru Nanak subsistiu sobre cada um dos nove Gurus subsequentes quando a condição lhes foi passada.

    Final Fantasy VII

    Platform: Playstation
    10160 Players
    302 Check-ins

    14
    • Micro picture
      fonsaca · 9 months ago · 1 ponto

      Referências! Hahahaha! Bacana.

  • onai_onai Cristiano Santos
    2020-07-14 14:04:55 -0300 Thumb picture

    Corridors of Time

    Corredores do tempo... Dedico essa música ao @speedhunter que atualmente está jogando esse belo jogo.

    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13827 Players
    462 Check-ins

    24
    • Micro picture
      speedhunter · 10 months ago · 2 pontos

      E vc acertou em cheio! Pois essa é minha trilha favorita!

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...