• anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-03 23:34:57 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Final Fantasy XV

    Zerado dia 03/06/21

    Olha aí a primeira metade dos jogos que eu estava arrastando por um tempo graças aos fatores Vida Adulta + RPG. Poderia inclusive adiantar que não curti muito a minha experiência com Final Fantasy XV, o último jogo da série principal que termino, ignorando os MMOs FF XI e XIV. SIm, eu terminei todos os Final Fantasys principais!

    Inclusive, se alguém tiver curiosidade, os meus prediletos são: IV, VI, VII e IX. O que eu menos curti foi o III (joguei a versão de DS), mas também não curti muito o II nem faço questão do V e VIII. Os jogos do X pra frente mal podem ser chamados de Final Fantasy, mas acho uns legais, outros bem fracos e não vou entrar em detalhes agora.

    Sobre o XV, esse jogo é mítico! Deve ter sido anunciado antes mesmo de eu resolver ir atrás da série principal toda (influenciado por Dissidia e Theatrhythm FF). Faz um tempo isso, viu? Mesmo com seu lançamento, só comprei o jogo anos depois quando surgiu por uns R$18 numa promoção da PSN, e mesmo o tendo, só joguei mais uns anos depois, pois fazia questão de terminar os originais antes (ainda teria adiado mais, mas ele ocupa uns 80GB de HD que eu estava precisando.

    Eu não sabia muito o que esperar desse jogo. Cheguei a jogar uma demo especial antes de seu lançamento na casa de um amigo quando nem sonhava em ter um PS4 e não tinha curtido muito a jogabilidade (basicamente só lembro disso). Meu ânimo com um FF de nova geração tinha ido por água abaixo! Atualmente eu esperava algo do tipo Xenoblade (ou FF XII) em relação ao combate e liberdade. E, puxa, visuais da Square Enix, realistas em HD. Tinha tudo pra dar certo!

    Ao abrir FF XV pela primeira vez, me foi oferecido um tutorial de combate, e resolvi o fazer (um grande erro já que o tutorial é tedioso e o início da campanha te ensina a combater). Cara, é bizarro!

    Nesse jogo você segura o botão O para atacar. Um inimigo vai te atacar? Segure quadrado e o personagem se esquiva automaticamente. Acaba que as lutas se resumem, basicamente, a você segurando um botão até acabar. Horrível! A estratégia fica por conta da troca de armas entre as que você equipou em cada lado do d-pad, usar o menu de itens, que pausa o jogo e as vezes ir pra longe se esconder para se curar ou esperar sua mana de regenerar.

    Já no jogo de verdade, um bocado de cutscenes e enredo, ok. Logo me foi apresentado um mundo americanizado que me lembra até um pouco do Fallout, mas numa versão mais futurista e menos vanguardista (inclusive os NPCs são toscos do mesmo jeito, mas releva-se por seu um RPG).

    Foi bem rápido que comecei a usar o Regalia, o famoso carro que carrega os quatro protagonistas pelo mundo. Eu sempre quis saber como funcionava esse veículo, dirigindo pelo mato, talvez pulando de barrancos, subindo montanhas. Essa foi uma das maiores decepções de cara: o carro só pode ser dirigido nas pistas, nada de sair um centímetro!

    A coisa, porém, é mais bizarra que isso. Normalmente as vias tem duas faixas e se você mover o carro pra esquerda, a contramão, ele se reajusta de volta para a direita automaticamente. Resultado: apenas segure o acelerador que o carro se guia, pois controlá-lo para os lado é completamente inútil! Ah, e se você quiser manobrar a máquina e dar meia volta, é impossível. Para isso, aperte um botão que o carro faz isso automaticamente. Que saudades do meu Xenoblade Chronicles X!

    Na verdade, eu vou além e dizer que esse jogo é completamente linear, ao contrário do que as pessoas costumam dizer sobre ele ficar linear nos capítulos finais. Sim, ele fica ainda mais linear, mas a experiência como um todo é completamente limitada e travada, quadrada. Os visuais são lindos quando estamos dirigindo por aí, mas tudo pura ilusão.

    Nas primeiras quests você percebe que toda a movimentação pelo mapa se limita mais às estradas e tudo o que estiver ao redor pouco importa, inclusive porque os mapas são vazios, completamente mortos. Não há vida selvagem, apenas árvores e pedras. De vez em quando, andando por aí a pé, inimigos simplesmente aparecem do nada na sua frente.

    A graça das batalhas também foi algo explicado no início da campanha, junto as sidequests e é óbvio: fortalecer seu grupo, conseguir itens para cozinhas pratos e até AP, pontos para serem alocados em, geralmente, habilidades passivas.

    Acho que em 99% da aventura eu não sentia confiança no meu time. Eles sempre pareceram muito pouco resistentes a danos, fora o fato de que em batalha não dá para entender nada! Fica um monte de coisa amontoado e eu nunca sei quando serei atacado para apertar o botão de esquiva. Nem mesmo no um contra um! Imagine na batalha em grupo que sempre tem alguém te atacando.

    Bom, resolvi tentar entender melhor FF XV e suas mecânicas e fazer umas missões secundárias. "Caça: Mate 5 Lobos". Marcava a quest e ia até lá, geralmente no meio do mapa para me fazer andar umas milhas. Chegava lá, matava os bichos tranquilamente e tinha que voltar (depois descobri que havia a possibilidade de abrir o menu de pausa e pedir para voltar ao carro). Um tempão depois andando no meio do nada, completava a quest ao entregar os resultados onde a peguei e uma nova aparecia. Que sem graçaaaaaaa. Fiz algumas e não deu, muito chato.

    Não ter feito sidequests me deixou pobre e talvez fraco. Nada dá dinheiro! Acabei tendo que ficar vendendo itens especialmente feitos para isso. Será que era mesmo para fazer isso para conseguir dinheiro?

    Foquei nas missões principais mesmo a minha única recompensa sendo XP (que nem sei se fortalece os caras foi nenhuma informação é mostrada) e o avançar da história.

    "Vá até tal lugar e encontre uma espada". Ok.

    Em vários momentos assim o jogo sequer me deixar no controle do carro, ele só vai até a missão. Tanto faz.

    Chegando lá, você se encontrará numa caverna. É sempre uma caverna. As vezes uma caverna de gelo ou algo assim. Como os lugares são meio escuros, eles se comportam feito menininhas, morrendo de medo e sendo mega dramáticos. AAAARGH! Porque eu estou jogando isso? Não dá para acreditar que esse jogo não seja um spin-off. Não dá para acreditar que chamam isso de Final Fantasy.

    Drama, drama e muito drama otaku, que coisa mais boba os caras com medo de barulhos no escuro. Ah, e eu nem mencionei que meu grupo de personagens mal parecem pertencer a realidade do jogo. É quase como se eu estivesse jogando um MOD otaku cosplayer de outro jogo. Até troquei as roupas deles para deixá-los menos chamativos.

    Horas mais tarde eu ainda estava tentando entender como as coisas funcionavam e sem acreditar em como esse jogo continuava tão travado.

    Um exemplo disso são as muitas áreas de não retorno. As vezes você simplesmente não pode sair da área de uma missão que já aceitou. Tá com os equipamentos ruins, sem dinheiro, sem itens de cura? Só lamento! Esse motivo me deixou travado em uma missão pois a campanha estava indo tão tranquilamente fácil que ao chegar nesse ponto os monstros estavam me destruindo fácil! Felizmente havia um vendedor que me forneceu armas fortes contra os inimigos de lá.

    Uma coisa que nunca descobri era porque meus personagens morriam tão fácil, mesmo bem equipados e acima dos níveis das missões. Um ataque aqui e ali e lá se iam 2/3 do meu HP.

    Vale ainda reforçar que equipamentos são fundamentais, então sempre compre novos a cada cidade (caso você ache os locais de interesse, pois eles não ficam no mapa e você deverá acha rum bar para marcá-los na tela). Houve um momento que eu estava apanhando muito até perceber que a minha arma consumia minha vida. Outra diminuía a defesa do personagem para zero.

    No final da campanha eu tinha equipamentos bons das lojas, geralmente as melhores armas, mas dois dos quatro morriam super rápido.

    Outra coisa estranha é que quando você toma dano, uma barrinha cinza fica no lugar de onde seu HP estava e, caso você se esconda ou use um item de cura, é possível recuperar toda aquela parte da sua vida. Mas conforme você apanha, seu HP máximo diminui. Agora peguei um item como a Hi-Potion: "recupera seu HP completamente". Tentava usar mas o jogo não permitia, nem dentro nem fora da batalha. O fato é que as poções só recuperam esse espaço de barrinha cinza de dano que você tomou. Então se você tomou um golpe e ficou com 1 de vida mas a barrinha cinza ainda está no seu HP todo, use a Hi-Potion e recupere tudo! Agora se eu HP estiver a 1 mas a barrinha cinza tiver descido até 5, você só vai recuperar essa diferença de 4 HP. Se você tiver 1 de HP e nenhuma barrinha sobrando, nem poderá usar o item.

    Aí que entra o Elixir! Nesse jogo o Elixir, 4 vezes mais caro, recupera mesmo seu HP. E se você perder todo o seu HP o jogo te dá uns segundos de joelho para que use um Phoenix Down e volte a vida 100% saudável.

    Tudo isso é legal até do nada vir um inimigo que te derruba com um único ataque e te faz torrar suas poções e Phoenix Downs.

    Inclusive esse jogo é cheio desse lance de dificuldade esporádica. As última fase mesmo tinha um bichão que nos matava fácil e me fez consumir muitos itens. Já o chefe final eu matei tranquilamente.

    Resumindo: Final Fantasy XV é um jogo ok, mas não é um Final Fantasy. É um jogo complicado, bagunçado e muito sem graça. Eu nunca me sentia no controle e sempre sentia aquela sensação de estar fazendo tudo errado. Na minha opinião ele misturou vários elementos de várias séries e fracassou em todos eles. Não é divertido, não é positivamente diferente e há apenas o mínimo de imersão para um jogo de mundo aberto. Não há uma mensagem nem um apego. As coisas só acontecem por acontecer, eu não entendi nem a história, mesmo tendo jogado a primeira demo e o A King's Tale. Agora se o seu assunto é estética, aqui tem alguma, coisa que infelizmente a série tem se focado cada vez mais.

    De bom: visuais bonitos, sobretudo das CGs, como típico da Square Enix. Há bastante coisa para se fazer para quem gostar e quiser ir além. O zeramento foi legal, inclusive explicando a logo do jogo, algo que eu pessoalmente estava tentando entender. Há o idioma PT-Br para os textos. Campanha relativamente curta (levei 24 horas) me ajudou a sofrer menos.

    De ruim: combate sem graça, bagunçado e horrível no geral de segurar um botão aqui, outro ali. O jogo não libera dinheiro nem APs e fica meio difícil evoluir os personagens nas mil e uma árvores de habilidades. Cenários vazios. Bugs. Menus de compra confusos, com itens que aumentam algum status seu e baixa outros e acaba que nada parece valer a pena.  Os três personagens de apoio são fracos no enredo e mal contribuem pra campanha. Quer dizer, eles tem personalidade, mas mal fazem algo único cada um deles e você só se acostuma que eles estão sempre com você. Movimento muito travado, limitando o carro e até você, que não sobe nem umas pedrinhas nem pula umas cerquinhas. Jogo linear e repetitivo, sobretudo quando o assunto são os inimigos. Personagens pouco resistentes e até agora não sei o que havia de errado. Muito conteúdo preso à DLCs pagas. Houve uma caverna que joguei por dias pois os inimigos era fortes e a fase muito longa, bem na metade do jogo. Avançava um pouco cada vez que jogava, morria e voltava pro último sabe, super longe da caverna.

    No geral, eu não recomendo o jogo. Entre ele e o XIII, a batalha é tensa, mas se pá eu prefiro as aventuras da Lightning e amigos com as batalhas em turno. Mas eu diria que o XII do Vaan é muito superior a esse. Como o controle é limitado e a maior graça foi assistir as cenas e desenrolar da história, eu acho que esse deve ser um jogo bom para se ASSISTIR, pois duvido que você perde muito da experiência. Engraçado como estava recomendando o jogo à amigos antes mesmo de eu jogar pois imaginei que gostariam de algo estilo Xenoblade, mas vou avisar todos que era uma cilada. Uma grande decepção...

    Final Fantasy XV

    Platform: Playstation 4
    2429 Players
    606 Check-ins

    16
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Poxa .."jogo complicado, bagunçado e muito sem graça"

      Ainda assim na minha lista de "pra jogar"...

      4 replies
    • Micro picture
      kingsysiphos · 2 months ago · 1 ponto

      Bom relato. Senti o mesmo que você em muitos pontos e larguei o jogo em uma das primeiras cavernas de espada...

  • 2021-05-27 21:41:39 -0300 Thumb picture

    Novidades de Dragon Quest nos 35 anos da franquia

    Medium 3867358 featured image

    Em comemoração aos 35 anos de Dragon Quest, a Square-Enix fez uma live comemorativa na madrugada desta quinta-feira (27/05), para apresentar novidades para a franquia.

    O primeiro anuncio foi um jogo de puzzle para dispositivos moveis, onde no trailer, pode se ver que as peças serão as borrachas que devem "apagar" os inimigos do universo de Dragon Quest. Chamado de Dragon Quest Keshikeshi, o jogo chega ainda em 2021.

    Lançado em 2012, o MMO Dragon Quest X vai ganhar uma versão "Offline". Dragon Quest X Offline vai chegar ao Japão em 2022, e não foi revelado para quais plataformas o jogo será lançado. Além disso, a versão online de Dragon Quest X vai receber uma nova atualização.

    O principal destaque da apresentação foi o remake de Dragon Quest III, lançado originalmente para o Super Nintendo em 1988. Chamado de Dragon Quest III HD-2D Remake, o jogo usará o mesmo motor gráfico usado em Octopath Traveler, jogo de RPG mais recente da Square-Enix. A data de seu lançamento não foi revelada, mas será lançado para Nintendo Switch, Playstation e Xbox.

    Dragon Quest Treasures é mais uma nova spin-off de Dragon Quest. O jogo contará com os personagens Erik e Mia, de Dragon Quest XI: Echoes Of An Elusive Age, e pode se passar no mesmo universo do jogo original. Sua data de lançamento não foi divulgada.

    E para encerra com estilo, a Square-Enix anunciou que está em desenvolvimento o novo jogo principal de Dragon Quest, que vai se chamar Dragon Quest XII: The Flames Of Fate. A janela de lançamento não foi revelada.

    2
  • noyluiz Luiz Henrique Santos
    2021-05-27 01:02:21 -0300 Thumb picture
    Post by noyluiz: <p>Imagina um remake de Chrono Trigger no estilo do

    Imagina um remake de Chrono Trigger no estilo do Octopath Traveler...

    Chrono Trigger

    Platform: Nintendo DS
    2228 Players
    233 Check-ins

    12
  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-04-18 17:31:09 -0300 Thumb picture
  • 2021-04-13 09:01:36 -0300 Thumb picture

    Yasunori Mitsuda e os 20 anos de Chrono Cross

    Medium 770332 3309110367

    No final de 2019/início de 2020 o lendário compositor Yasunori Mitsuda organizou concertos comemorativos aos 20 anos de Chrono Cross, aquele pouco-famoso RPG lançado para o PS1 e que tinha como antecessor o também desconhecido Chrono Trigger. A partir de amanhã (14/4) porém um Blu-ray do último show deles estará disponível para venda, trazendo a performance do compositor e do grupo Millennial Fair com um total de 39 faixas desse título inesquecível. 

    Segundo o RPGFan a edição padrão sai pela bagatela de 56 dólares, o que pra nós, sem taxas de envio, dá hoje R$321. Quem quiser conferir mais detalhes é só passar lá na página oficial, ou então ir direto para o site CDJapan pra importar sua cópia. 

    E um remaster de Chrono Cross, cadê hein dona Square Enix?!

    [@jvhazuki]

    Chrono Cross

    Platform: Playstation
    5426 Players
    156 Check-ins

    23
    • Micro picture
      cypher · 4 months ago · 3 pontos

      Você não pode gostar do jogo, porem falar que a trilha é ruim é um sacrilégio. Um dos meus RPGs favoritos e trilhas nem se fala!!!!

    • Micro picture
      vithanks · 4 months ago · 2 pontos

      Remaster pela Square Enix?! Quem dera!!!

  • 2021-04-13 08:43:11 -0300 Thumb picture

    Lembrete de Octopath Traveler no Xbox/Game Pass

    Medium 770328 3309110367

    Originalmente lançado ao Switch em 2018 o retrô Octopath Traveler recebeu consecutivamente um release via Steam no ano seguinte. Contudo a jornada dos 8 heróis agora também está disponível na família Xbox e, novamente, no PC, seja por compra avulsa via Microsoft Store ou então como aluguel via Xbox Game Pass

    Se você estava esperando uma oportunidade para conhecê-lo essa pode ser a hora já que, diferente dos lançamentos físicos ou digitais, jogá-lo pelo Game Pass sai muito mais em conta do que comprá-lo pelos salgados R$227 de lojas digitais. Lembrando também que quem não for assinante do serviço da Microsoft garante o primeiro mês por apenas 5 reais.

    O terminei recentemente e levei 64h para finalizar as 8 histórias, e embora tenha deixado pendências eu gostei bastante do tempo que passei com ele. É nostálgico ao ponto do seu próprio detrimento? Sim! Mas uma jornada cativante ainda assim — e com uma trilha sonora deliciosa, devo dizer.

    [@jvhazuki]

    Octopath Traveler

    Platform: PC
    23 Players
    14 Check-ins

    15
    • Micro picture
      arthurdias25 · 4 months ago · 2 pontos

      Esse eu fiquei triste de ter entrado na Gamepass quando meu período de assinatura já tava acabando e não ia dar tempo de pegar 60h de jogo kkkk, mas provavelmente ele agora é o maior motivo que eu tenho pra renovar por pelo menos mais um mês em algum momento kkkk

  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-04-10 17:45:26 -0300 Thumb picture
  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2021-04-04 09:38:01 -0300 Thumb picture
    vithanks checked-in to:
    Post by vithanks: <p>Jogando pela primeira vez.</p><p><a href="https:
    Final Fantasy XIV Online

    Platform: PC
    287 Players
    44 Check-ins

    Jogando pela primeira vez.

    15
  • 2021-03-02 14:30:08 -0300 Thumb picture

    Forever responsável por Remakes de uma franquia da Square Enix Japan

    Galera, com o anúncio que a Forever vai cuidar de remakes de uma propriedade intelectual com vários jogos, ou seja, uma franquia da Square Enix Japan (detalhe importante), qual você imagina que vai ser ou gostaria que fosse?

    Lembrando que a Forever já fez remake do Panzer Dragoon e está cuidado da House of the Dead. 

    Eu pessoalmente gostaria de Front Mission, Parasite Eve ou mesmo os primeiros Star Ocean, mas não faço ideia de qual poderia ser.

    13
  • 2021-01-03 02:09:00 -0200 Thumb picture
    jvhazuki checked-in to:
    Post by jvhazuki: <p>Ah a história de <em><strong>Bravely Default</st
    Octopath Traveler

    Platform: Nintendo Switch
    204 Players
    61 Check-ins

    Ah a história de Bravely Default, como não lembrá-la? Infelizmente isso estará sempre vinculado ao quão enfadonha a mesma se tornou nos momentos derradeiros, uma repetição realmente cansativa. De qualquer forma o pacote completo do RPG sobrepõe essa que é a minha maior reclamação do mesmo, ele que traz bons sistema de batalha, trilha sonora e protagonistas. As músicas desse jogo são realmente fenomenais. Toda a fantasia em torno desse "FINAL FANTASY QUE NÃO É FINAL FANTASY" é apreciável, e essa pegada mais princesas e dragões, ou medieval, me fascina há décadas.

    Dito isso eu me empolguei com a possibilidade de jogar outro RPG de perfil retrô produzido por muito do mesmo pessoal, embora trate-se de outra desenvolvedora. Assim que anunciado em 2017 Octopath Traveler automaticamente entrou no meu radar, e agora, finalmente, o comecei.

    Tô há quase 15 horas jogando e já fiz ao menos o primeiro capítulo de cada um dos oito principais. Essa mescla entre 2D e 3D é realmente muito bonita e dá uma cara de um jogo que poderia ter sido lançado, talvez, ao 32-bit da SONY, ao PS1. Quando se trata de RPGs de turnos eu fico todo serelepe pra comentar algo sobre, já que são minha preferência, e por mais que esteja curtindo e muito as batalhas, que visam a exploração estratégica das fraquezas inimigas, é uma lástima que a interação entre os protagonista praticamente inexista... pense em Dragon Quest III onde temos o Herói, cuja trama gira toda em torno, e na sua volta personagens genéricos; a questão é que cada herói aqui faz o papel de Hero e coadjuvante ao mesmo tempo, onde não há muitas trocas de diálogos ou desenvolvimento entre eles. 

    Quando vejo um título como esse mais aberto, onde por exemplo você pode escolher com quem começar e para onde ir, fico na expectativa de presenciar inúmeras possibilidades. Por mais que existam tramas e desfechos a serem alcançados com cada um, e eu tenha interesse em vê-los, seria muito prazeroso se houvesse um elo maior entre o grupo e decisões que modificassem a história completamente — dando ainda mais razões para jogá-lo de novo.

    Bem, não vou me estender muito pois creio que ainda há muito a ver e fazer e, salvo os pontos antes citados, tenho gostado da experiência, visuais e trilha sonora

    11

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