• marviiu Marvio Leite
    2022-12-05 17:50:16 -0200 Thumb picture

    Meu vitinha vai ressuscitar

    Comprei no 11/11 no Aliexpress e chegou hoje aqui em casa meu touch do PS Vita. Tinha quebrado faz tempo, na verdade nem sei quando foi, descobri ao ligar uma vez o console e a tela estava preta.

    Agora só preciso de coragem para abrir o console, pois a quantidade de parafuso e coisa para desconectar é grande, demanda bastante atenção e cuidado.

    27
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-09-24 11:20:22 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: We Love Katamari

    Zerado dia 24/09/22

    Assim que finalmente terminei de jogar Killer7, tirei o pendrive plugado no PS2 em que o jogo se encontrava com o OPL, desbloqueio que roda os jogos direto do USB, e pluguei o outro que eu comprei recentemente apenas para deixar nesse console, com mais espaço e jogos. A verdade é que eu estava LOUCO para jogar um em específico, ignorando meu "dever" de terminar os jogos restantes no Switch e tudo: We Love Katamari!

    Eu AMO Katamari, de verdade desde que resolvi experimentar o tão famoso primeiro jogo no PS2 e desde então tenho jogado a franquia com alguma frequência desde 2014 ou por aí. Lembro que fui procurar mais títulos do mesmo criador/estúdio e descobri que haviam mais Katamaris. Até então eu acreditava que era só um!

    Curiosamente havia um jogo no Xbox 360, no PS3, PSP, PS Vita e outro ainda no Playstation 2. Ué!? Joguei os outros com o tempo e sobrou só esse daqui.

    Eu sempre falo que tenho alguma dificuldade em jogar cosias daquela geração e é verdade. Bate uma preguiça pois os visuais deram uma envelhecida, não tem muitas franquias que gosto (e as que gosto nem sempre ganharam versões tão interessantes nessas plataformas) e o fato de eu não ter como jogar portátil, o que facilitaria muito (detesto jogar no celular). Sendo assim, acabo jogando na plataforma original, dependendo de um TV e de muitas horas pois os jogos da época pareciam ser bem mais enrolados e demandavam mais tempo para terminar.

    Foi também uma geração que eu deixei de lado na época, que perdi vontade de jogar qualquer coisa e até larguei os consoles. Voltei anos depois e nem tudo desce muito fácil e um exemplo disso é o Mario Kart: Double Dash, que a galera ama mas depois de tanto jogar os mais recentes, eu simplesmente não consigo ver graça nele.

    Mas as vezes penso que é uma impressão meio aleatória que ficou na minha cabeça, talvez por ter me dedicado muito aos consoles em HD seguintes, pois há sim jogos que eu gosto para caramba, como o próprio Katamari Damacy!

    Tudo isso mudou com a aquisição do meu próprio PS2 depois de tanto depender dos consoles emprestados ou jogatinas nas casas dos outros. Agora eu poderia pegar um jogo e me dedicar "24/7" a ele, imersão completa. Finalmente poderia jogar Xenosaga, God Hand, Shin Megami Tensei: Nocturne (ainda não joguei nenhum deles). E com o desbloqueio que não dependo de gravação de DVDs fica melhor ainda!

    Mas mesmo no caso de voltar para uma franquia que eu gosto como esta, o buraco era mais embaixo: a franquia me cansou um pouco. Isso porque todos os jogos Katamari são muito parecidos e alguns ainda são um pouco abaixo da média. Eu estava mesmo preso na experiência original como favorita para sempre. O jogo do Xbox 360 adicionava uns desafios chatos que me faziam vencer ou perder a fase em segundos e eram irritantes. Já no PS3 não tinha nada de novo além do visual que ficou mais feio. O jogo do PS Vita foi super curto e mais aprece uma demo esquisita e no PSP curiosamente funcionou muito bem, mas realmente eu estava meio cheio de fazer o mesmo.

    O hype que sobrou foi o de que We Love Katamari (WLK) é o predileto de muitos fãs. De qualquer forma sabia que seria divertido e breve, então não tinha erro.

    Abrindo o jogo, ele é bem parecido com o seu antecessor e mesmo tendo menus e o próprio hub diferentes do Damacy, é um pouco difícil diferenciar qual é qual visto que o estilo é o mesmo. Sendo sincero, tendo jogado toda a franquia é bem difícil diferenciar cada um deles ou onde tem isso ou aquilo até porque os jogos mais recentes reciclam muitos desafios e estágios.

    Eu gostaria de dizer que WLK está para Damacy como Super Mario Galaxy 2 está para o 1, e é por aí mesmo, mas eu até consigo separar os jogos do bigodudo melhor nesse caso. Talvez se existissem DLCs no PS2 poderia ser um do primeiro Katamari.

    O jogo começa com o clássico tutorial. Muita gente acha a jogabilidade estranha, mas nunca tive dificuldades e com a minha experiência nem preciso mais ler os comandos, só fazer o que é pedido. Basicamente tudo acontece com os dois analógicos ao mesmo tempo, como se os seus polegares emulassem os braços do personagem na bola: os dois pra frente empurram para frente, os dois pro lado fazem você andar de lado, os dois para trás fazem você dar marcha ré. Um para frente e outro para trás fazem você girar em torno da bola e fazer curvas e apertar os botões L3 e R3 simultaneamente fazem você mudar para a direção oposta instantaneamente.

    O hub agora é uma tela com várias seções similares adjacentes. Você vê pessoas e casas e afins e pode andar até o limite direito ou esquerdo para ir para a próxima. São umas cinco no total.

    Quando uma pessoa aparece com um balão de fala é porque ela tem uma missão (e provavelmente é uma pessoa nova no mapa). A parte estranha é que não tem muita lógica sobre onde encontrar exatamente novas missões e as vezes você tem que ficar andando de seção a seção até achar alguém precisando de uma ajuda. Mais tarde esses mapas vão se enchendo de pessoas e algumas delas vão te pedir, opcionalmente, que repita os desafios na tentativa de melhor seu score (e dar aquela sensação de ter sempre muito conteúdo disponível). Cheguei a cair nessa umas vezes e refazer estágios ao invés de focar nos novos e que progridem a campanha. Enfim...

    As vezes você termina uns estágios e aparece uma tela de novo capítulo e uma historinha em cutscene. Tudo ok.

    O jogo em si é o clássico rola-bosta de sempre: você rola uma bolinha e tudo o que for menor que ela gruda nela ao contato. Conforme você coleta itens, seu katamari vai crescendo e você pode pegar coisas cada vez maiores. Há estágios que você inicia coletando clipes, borrachas, peças de mahjong e tal e termina coletando casas, aviões, prédios, países, continentes, entidades colossais!

    É uma maravilha de satisfação ir crescendo e e finalmente pegar aquelas coisas que tanto demoramos para conseguir, fora que é uma delícia limpar os cenário da quantidade gigantesca de itens que o jogo possui. Sério, é coisa demais pelos cenários!

    Nem preciso dizer que é uma experiência mega japonesa, com muito humor de lá, muito visual de lá. Eu amo esse tipo de coisa maluca de asiático. WLK ainda possui uma cara de que facilmente seria um jogo de consoles Nintendo, mas prova que há muita coisa de excelência na concorrência. Ótimo para todas as idades e o tipo de experiência que você não pode morrer sem conhecer (existe um remaster nos consoles atuais).

    WLK realmente segue a mesma premissa do primeiro Katamari, mas adiciona algo interessante: variedade nas missões, coisa que os demais jogos da franquia também tentaram fazer e chegaram a falhar.

    Basicamente o primeiro jogo consistia apenas em fases diferentes com tempos limites diferentes e tamanhos diferentes a serem alcançados dentro daquele período. Enfim, o jogo inteiro era apenas rolar e rolar e ficar maior e maior. Aqui há fases, volta e meia, em que seus objetivos são mais específicos como coletar a maior quantidade de vaga-lumes possível, ficar o maior possível com um limite de itens coletados e cenários que se encerram caso você colete algo em especial. E aqui tudo funciona bem.

    Mesmo em algumas missões mais chatinhas o jogo permite que você prossiga com a campanha, caso deseje, e o replay fica muito por conta de melhorar seus resultados. Isso é bem legal.

    Eu achei que WLK pecou um pouco no enredo e continuidade da campanha. Parece que as fases estão lá largadas de qualquer forma e isso ficou mais óbvio no final, que simplesmente aconteceu e foi isso. E reclamar disso num jogo com tanto nonsense é realmente algo a se pontuar.

    Mas ele acerta em tantos outros tópicos que nem dá para reclamar. Há um modo para dois jogadores (não lembro se o primeiro tinha), muitas coisinhas para te manter jogando, como desbloquear todos os personagens jogáveis e, mais uma vez, uma trilha sonora original e muito bem bolada!

    Quer dizer, a OST do primeiro jogo é insuperável e este daqui tem uma faixa ou outra bizarra, mas no geral são músicas sensacionais, incluindo uma da vocalista do Pizzicato Five, uma das minhas bandas prediletas dos anos 90 em diante e que sempre achei que poderia ter alguma canção nessa franquia. Que felicidade! Você talvez conheça a faixa Twiggy Twiggy ou alguma outra deles (vê aí no youTube hehe).

    Resumindo: We Love Katamari é realmente um jogaço e dá para entender o amor dos fãs por ele e muitos o considerarem seu predileto. O primeiro ainda é meu predileto por ter sido novidade e pela trilha sonora, mas esse daqui evoluiu sim e deixou a franquia mais completa. Para não ter erro, eu possuiria ambos em minha coleção e para ser sincero, são os melhores de toda a série, da mesma forma que na minha experiência os dois primeiros Yakuzas, de PS2, continuam sendo os melhores.

    De bom: mantém os lindos visuais, jogabilidade, humor e trilha sonora divertidos da franquia. Uma ótima pedida para quem queria mais na época, sem dúvidas. Bastante motivo para continuar jogando, incluindo desbloqueáveis e medalhas para quem conseguir scores mínimos em cada missão. Inclui modo multiplayer. Muito carismático e colorido, o tipo de jogo que merecia ter saído no Gamecube.

    De ruim: é mais do mesmo e age mais como fases extras do primeiro jogo mesmo. Continuidade meio estranha e ficar procurando fases para prosseguir é meio chato.

    No geral, gostei demais mesmo com um certo "burnout" da franquia depois de tantos títulos e mesmo os jogando com grande intervalos entre eles.Foi ainda um bom refresco depois do morno Wattam. Uma boa pedida para conhecer a série, embora atualmente deva valer muito mais a pena jogar o remaster Katamari Reroll em HD na plataforma que você desejar. Bom demais!

    We ♥ Katamari

    Platform: Playstation 2
    286 Players
    8 Check-ins

    13
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2022-09-05 20:49:03 -0300 Thumb picture

    148° Platina Primária

    Boa noite belas pessoas, segue a platina que tinha parado devido ao lançamento do Horizon Forbidden West, platinei o belo Far Cry Primal, foi o 1° Far Cry que joguei até o final, em breve devo jogar outros da franquia.

    @platinadores

    Far Cry Primal

    Platform: Playstation 4
    470 Players
    86 Check-ins

    15
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2022-08-10 09:18:45 -0300 Thumb picture

    147° Platina! Choque biológico

    Depois do Lollipop, eu achei que fosse voltar pro ps4/ps5, mas continuei na dodiera de rejogar jogos que não tinha feito 100%, e agora foi a vez do BioShock, o qual joguei pela 1° vez no ps3 em outubro de 2010, ou seja, quase 12 anos pra sair a platina 👀

    Aí você pensa (@igor_park) "mais uma tartaruga pro Diogo".... não 🤡 tem um cara que demorou 1 ano a mais que eu 🤣

    Agora essa é a platina que mais demorei pra fazer, dos jogos que joguei em 2010, acho que só falta gta 4, super street 4,littlebigplanet e final fantasy XIII, mas não sei se os farei, muito menos agora.

    Realmente Elden Ring não me pegou agora, eu joguei muito jogo extenso em seguida, quero dar um tempo e jogar jogos mais de boa.

    @platinadores

    BioShock

    Platform: Playstation 3
    2023 Players
    141 Check-ins

    14
    • Micro picture
      igor_park · 4 months ago · 2 pontos

      A Petrobras fica triste com o encerramento da parceria Diogo-Tamar

      1 reply
    • Micro picture
      denis_lisboadosreis · 4 months ago · 2 pontos

      Quando quiser fazer a do Street Fighter 4 e do GTA 4 e quiser ajuda nos online 'tamos' aí.

      1 reply
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2022-08-01 12:27:17 -0300 Thumb picture

    70° 100%!

    Novamente parei de postar aqui hahaha

    Mas depois de Hades, fui começar o Elden Ring... e bem... não foi o momento certo, apesar de ter amado o jogo, não consegui "ser pego" por ele, então estou jogando outras coisas como:

    - Jump Force

    - Lollipop Chainsaw (rejogando 9 anos depois, para platinar hahaha)

    - Quake (no PS5)

    - Stray (com a namorada)

    E no dia que o irmão da namorada veio, jogamos five nights at freddy (e todos os jogos de luta que tenho), ai me animei jogando e no dia seguinte fiz 100% nele hahahaha

    Talvez eu faça 100% nos próximos? Talvez.

    @platinadores

    Five Nights at Freddy's

    Platform: Playstation 4
    4 Players
    1 Check-in

    18
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2022-06-30 13:29:03 -0300 Thumb picture

    144° & 145° Platinas!

    Minha 144° foi a do maravilhoso Horizon Forbidden West, e o troféu de platina também foi o meu troféu 10k 😬

    Já minha 145° platina foi do surpreendente Hades, Hades foi um jogo que comecei, gostei, mas não estava muito engajado, quando percebi, estava me desafiando, jogando vendo aula, jogando ouvindo podcast, só jogando feito um doido, e assim como Returnal, sinto que me dei muito bem com o jogo, única coisa chata, mas isso é todo roguelike, que por ser aleatório, as vezes é complicado fazer algumas quests, mas o jogo em si, o gameplay dele é 10/10.

    @platinadores

    Hades

    Platform: Playstation 5
    16 Players
    8 Check-ins

    20
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2022-06-09 14:52:28 -0300 Thumb picture

    The Last of Us Part I para o PS5 e PC!

    Esse "remake" parece só o primeiro jogo com as texturas do The Last of Us Parte II, ou seja, texturas e efeitos de nova geração aplicados ao primeiro jogo. O que é muito bom, afinal se fosse feito do zero, os caras provavelmente iam cagar com o enredo como no segundo.

    Mas o mais importante, The Last of UsPart I foi anunciado em conjunto para o PS5 e PC, ainda que não cheguem ao mesmo tempo, aos poucos a SONY está caminhando para lançar seus jogos em simultâneo para o PC e PS5. Ainda mais agora que eles tem estúdios dedicados apenas para os ports de PC. Bem, queria mesmo o GOW3 no PC...

    The Last of Us Remastered

    Platform: Playstation 4
    4264 Players
    773 Check-ins

    6
    • Micro picture
      knight0kun · 6 months ago · 1 ponto

      Remaster do Remaster...

    • Micro picture
      santz · 6 months ago · 1 ponto

      God of War 3 e qualquer jogo do PS3 eu acho mais difícil sair para PC.

    • Micro picture
      tecnologgamer · 6 months ago · 1 ponto

      Jogo lixo, me traz Metal Gear 4 e ai conversamos.

  • gigahertz gigahertz
    2022-06-02 19:36:10 -0300 Thumb picture

    Pré-venda certa!!!

    Finalmente o Miranha chegou no PC! Esse eu compro na pré-venda sem sombra de dúvidas! E também curti demais o Street Fighter VI, tá lindão!

    Spider-Man

    Platform: Playstation 4
    1178 Players
    503 Check-ins

    14
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-12 14:21:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Watch Dogs

    Zerado dia 12/05/22

    Jogo de número 12 da minha lista de urgências terminado! Só mais 11!

    Quem lembra do anúncio de Watch Dogs há quase 10 anos? Eu me lembro de ter visto o jogo em alguma E3 da vida e ver muita gente comentando. Eu sempre fico meio perdido nos anúncios de jogos third party sobretudo em conferências da Microsoft e Sony porque tem muita coisa parecida, séria, metida a adulta, cinza e cheio de ação hollywoodiana e tiros. Voltei para ver esse tal de Watch Dogs que o povo tanto falava e curti demais! Que jogo lindo! Estávamos meio que saindo da geração PS3 e indo para o PS4 e o futuro muito prometia.

    E o marketing de WD estava forte! Além dos vídeos cheios de liberdade pela cidade, hackeando tudo e os visuais realistas, os cara ainda meteram umas propagandas do tipo "Dois meses são o bastante para curtir Los Santos. Venham à Chicago em Novembro". Basicamente os caras estavam falando para jogar o recém lançado GTA V até finalmente o abandonar para se dedicar à Watch Dogs, assim que fosse lançado.

    Bem, WD foi adiado para o ano seguinte e eu estava curtindo ainda meu primeiro console em alta definição: o Xbox 360! Sim, eu entrei bem tarde na geração pois esses consoles sempre pareceram um sonho distante, mas todos os meus amigos os tinham e eu joguei muito até ter o meu.

    No final de 2013, acabei olhando para os jogos que eu tinha no 360, os achando meio genéricos, e pensei: "porque não trocar o Xbox num PS3 e jogar seus exclusivos?" Acabei fazendo isso e foi bem fácil pois no console da Sony você tinha que pagar bem mais caro em jogos que na pirataria do rival.

    Um dia Watch Dogs foi lançado e a galera começou a falar mal e que o jogo não correspondia em nada com as expectativas mas eu ainda queria ver como era. Estava amando meu Playstation mas realmente não queria encarar o preço do lançamento desse título. Imaginei que demoraria bastante para entrar no jogo (até então) do momento.

    Em 2014 um amigo meu que morava sozinho num apartamento maneiro teve que viajar pros EUA por umas semanas e deixou a chave comigo para eu experimentar a vida independente (comi muito miojo e hambúrguer) e fazer festas ou levar garotas para lá. Gostei da ideia mas acabei fazendo apenas uma coisa: jogando MUITO video game. Eu geralmente ia para lá depois do expediente nas sexta-feiras e jogava como um louco! Inclusive sábado e domingo o dia inteirinho.

    Lembro que nessa época eu zerei três jogos de 360 num fim de semana e mais três no seguinte, aproveitando que eu os poderia piratear: Batman Arkham Origins, Mirror's Edge, Bioshock 2, Dante's Inferno, GTA IV: Lost and Damned e GTA IV: Gay Tony. Uau! Hoje em dia, mesmo quando tenho tempo, não tenho esse pique de maratonar as coisas.

    Quando ele chegou eu estava na verdade na metade do Sleeping Dogs e me lembro de ter feito o coitado assistir ao restante do jogo todo. Mas era tranquilo e eu mesmo o assistia jogar muito Skyrim.

    Foi nessas que um dia eu tive a ideia de gravar a mídia do jogo Watch Dogs. Comprei os DVDs, baixei as ISOs e levei para lá. Funcionou!

    Começamos a jogar em conjunto num espírito meio GTA, mas o jogo era realmente muito sem sal, muito genérico, e as críticas faziam sentido. Que jogo tosco, meus amigos! Abandonamos.

    Mais tarde (anos depois) eu resolvi que o jogaria até o final e pedi que ele trouxesse o jogo que deixei em sua casa, já que eu havia adquirido um novo 360, mas ele só encontrou um dos DVDs. Recentemente começou a saga de jogar isso 8 anos depois: comprei mídias, gravei, funcionou o primeiro DVD mas o segundo, que ele havia trazido, não. Baixei e gravei o CD 2 mas não funcionou. Saí para comprar mais mídias (e tá meio difícil de achar pois ninguém mais usa), comprei mais duas. Gravei uma e não deu certo, gravei a outra e fail também. Fui então a feira que tem aqui perto e comprei uns jogos (com dificuldade pois os piratas estão desaparecendo - duas gerações depois). Gravei novamente e mais uma vez não foi.

    Como eu estava no clima de jogar WD, fiz uma coisa que não fazia a anos: comprei a licença/conta do PS3 de uma loja dessas que vendem jogos digitais na internet. Achei um site que me vendeu por 10 reais e achei justo. Pelo menos agora foi!

    Revisitando Chicago depois de tantos anos, mas agora sozinho, concentrado e sem os diálogos críticos que meus amigos e eu temos durante as jogatinas sobre os defeitos do que está na nossa frente, bom, é meio que o que eu me lembrava mesmo.

    WD é meio que uma mistura de GTA com Assassin's Creed, mas não sei se acerta em ser um nem o outro. O jogo é metido a sério como muitos daquela geração lotada de Call of Duty e não tem muito carisma. O personagem principal é Aiden Pearce, um hacker/assassino que usa roupas velhas e sem cor e mais parece um mendigo com seu boné e lenço que usa para esconder seu rosto.

    Os visuais, de cara, não são tão legais no PS3 e dá para notar que WD foi comprimido para rodar nesse sistema pois a resolução beira os 720p, a taxa de quadros é baixa e as vezes cai ainda mais e há muitas texturas estranhas e serrilhados. Mas perceba que o jogo não é exatamente feio, não mesmo! Só acho que a imersão é um pouco difícil e que seu potencial não está sendo explorado nesse console.

    Cogitei gastar ainda mais grana com esse jogo e fui à OLX procurar pela versão de PS4. Havia um cara a vendendo por R$35. Felizmente fui ao Google e pesquisei o framerate de ambas as versões e descobri que no PS3 fica entre 25 e 30 (se me lembro bem) e no PS4 fica cravado nos 30. Puts! Eu queria jogar isso em 60 fps!

    Enfim, as primeiras missões são como tutoriais e na verdade resumem a aventura toda. Aqui eu quero dizer que WD é, nesse aspecto, igual os Far Cry que conheço (focando no que joguei mais recente, o 5): um mapa relativamente grande cheio de missões espalhadas e muita repetição da mesma fórmula. Basicamente há alguns tipos de missões e você as fará diversas vezes pela campanha (ou fora dela), mas em versões cada vez mais difíceis.

    Um desses tipos de missão envolve ter que entrar num local bem guardado, usar de stealth para não ser visto e hackear um terminal até finalmente poder ir embora. Não ser visto é opcional e você pode simplesmente dar uma de Rambo. Mas acredite, achei mais fácil e rápido ir me escondendo e usando das mecânicas originais do jogo.

    Pois é, a mecânica mais original e que o jogo toda se baseia é esse negócio de hackear. O Aiden carrega consigo um celular e pode acessar a rede pela qual toda a cidade de Chicago se conecta, a ctOS.

    É meio estranho, mas você pode interagir com tudo o que pode ser hackeado e está no seu campo de visão. Sendo assim é possível mandar uma caixa elétrica explodir quando um guarda passar por perto para o matar, por exemplo. O uso mais comum dessa mecânica são as câmeras pois você pode usá-las para muitas coisas, como hackear as coisas mesmo estando longe: hackeie uma câmera, mova sua visão  até encontrar outra e assim ir "saltando" de uma para a outra e interagindo com o que for possível, como explodindo as coisas, abrindo portas, disparando alarmes e tal para chamar atenção dos guardas e conseguir liberar caminho para você entrar andando em seguida.

    Outro tipo de missão muito comum é a de perseguir ou fugir de outros carros, que geralmente são missões em alta velocidade. Você pode interagir de dentro do carro com ícone que aparecem e fechar/abrir semáforos, levantar pontes, levantar bloqueios entre você e seus perseguidores, fazer canos de gás enterrados explodirem (?) para causar acidentes e mais.

    As primeiras missões são ok e servem para nos situar um pouco nas mecânicas de WD e apresentar alguns personagens fundamentais. São 8 capítulos no primeiro ato e levei algumas horas para os terminar. Mais especificamente a tarde e parte da noite do primeiro dia e mais algum tempo no dia seguinte. Cada missão pode ser meio longa e as vezes meio tediosa.

    o segundo ato tem 16 missões. Foi aqui que eu comecei a me cansar e arrastar o jogo. A história estava sem graça, a cidade é genérica e eu não aguentava mais hackear câmeras, entrar em lugares no stealth (as vezes é obrigatório não ser visto), ser encontrado por um motivo bizarro e ter que enfrentar muitos bandidos para então morrer com poucos tiros. Cansei da cidade cinza, do framerate. Não estava dando certo! Cheguei a ver, sem querer, um streamer que acompanho jogar GTA IV e puts, é muito mais agradável de jogar. Pra mim eu tinha abandonado o jogo bem no final lá em 2014, mas estava aqui, no final do capítulo 2.

    Felizmente o ato 3 foi mais curto com 6 missões que fiz rápido, o ato 4 foram 8 que também voaram (algumas são só ir até um lugar e já acaba) e o ato 5 é só o final, que é bem fácil e inclui um encerramento super sem graça.

    Resumindo: Watch Dogs é um jogo fraco, mas está longe de ser horrível. Eu consegui me envolver com os personagens, aprender bem as mecânicas e curtir o stealth. Ele passa longe do que foi prometido quando foi revelado, principalmente no quesito visual, mas é jogável e bem melhor que muitos outros GTA-like que joguei recentemente, como o True Crime LA e o próprio Far Cry 5, fora outros de outros gêneros que jamais jogaria novamente. Apesar de tudo, dá para jogar sem se estressar muito e dirigir por aí numa boa. Mas que eu preferiria estar jogando GTA V, isso não tenho dúvidas!

    De bom: algumas mecânicas de hack com stealth são legais. A ideia do jogo é boa e se ele ganhasse um remake na nova geração que fosse como aqueles trailers, poderia ser um ótimo jogo. Opção de jogar em Pt-BR (textos e/ou dublagem, sendo que essa última é muito boa). Gosto do sistema de level up com distribuição de pontos em novas habilidades e facilidades.

    De ruim: problemas de performance (ao menos na versão PS3). Missões repetitivas e genéricas/nada memoráveis. Os carros meio que não tem rádio, mas são como se você usasse aquele pendrive antigo com uma pasta com músicas de vários gêneros diferentes, e são poucas, desconhecidas e a maioria ainda é ruim. Algumas missões tem desafios artificiais e quase extremos de dificuldade, sendo que você perde, o jogo carrega um loading meio longo e logo você já fracassa novamente. Problemas de tradução. Não gosto da fórmula "filme do SBT das 23h" de como o enredo é contado. Inclusive, se fosse um filme, seria um filme bem genérico. Alguns usos do hack são falhos: você pode explodir um treco a sua frente durante uma fuga e começa um contador que você imagina que será para apertar o botão assim que o passar, aparece a chance, você aperta e o treco explode no seu carro. Deixa ele passar para isso não acontecer e a chance não vem. Helicópteros são chatos mas investi em os hackear, mas o jogo me impede de fazer isso de dentro do carro se ele estiver muito alto, já que a câmera não mexe para cima. IA sem noção. Downgrade grande e praticamente uma propaganda enganosa os primeiros trailers e todo o hype.

    No geral, eu não odiei a experiência e houveram até umas missões divertidas e diferentes (poucas), mas eu poderia fazer ainda mais críticas negativas sobre esse jogo em uma nova postagem. Ainda assim deu para engolir, mas não tenho muito ânimo para as sequências, que devo jogar um dia. Sobre Watch Dogs, se ele tivesse sido o primeiro "GTA" da minha vida, teria gostado mais. Completamente genérico, passável e esquecível.

    Watch Dogs

    Platform: Playstation 3
    1452 Players
    243 Check-ins

    16
    • Micro picture
      sergiotecnico · 7 months ago · 2 pontos

      Gosto bastante do Watch Dogs 1. Ele não consegue competir com os GTAs, mas o que mais gostei nele foi o personagem mais sério e a ambientação de Chicago.
      Jogar ele a 60fps só no PC ou Xbox Series X. Eu terminei ele, mais uma vez, há pouco tempo no Xbox, e faz mesmo bastante diferença jogar a 60fps.

      1 reply
    • Micro picture
      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Eu não acho o jogo fraco, pelo contrário, acho ele um jogo incrível. Até então, é meu jogo GTA Like favorito. Tudo nele funciona. Sem contar que é bonitão.

  • knight0kun Cristiano Cabral Monteiro
    2022-04-30 17:56:57 -0300 Thumb picture
    knight0kun checked-in to:
    Post by knight0kun: <p>Né... Parece que a dona SONY ataca novamente com
    Gravity Rush

    Platform: Playstation Vita
    1439 Players
    148 Check-ins

    Né... Parece que a dona SONY ataca novamente com suas práticas anti consumidor... Aparentemente, a mesma fechou a loja do PS VITA, impossibilitando a compra de games e addons pra quem ainda tem o portátil!

    Na minha opinião, se o portátil não vendeu bem, pra quê manter sua loja de games?? Pra quê ter que manter games antigos se estamos na "nova geração" de consoles? Mas, por outro lado, eu como colecionador de consoles, acho triste quem muitos que tentam ser "legal" e comprar games oficiais serem abandonados assim, do nada... Aí somos obrigados a partir pro modo "J4ck 5p4rr0w" e ter que desbloquear o console ou portátil pra poder continuar jogando seus games favoritos!! Pensei que a SONY teria esquecido isso de fechar loja de games antigos, mas parece que ela tá partindo pra a agressão mesmo e obrigando todo mundo a compra o ainda caríssimo PS5...

    3

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...