• denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-09-25 19:52:11 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Joguei também com meu sobrinho no <strong>Museu
    Samurai Shodown

    Platform: Neo Geo
    660 Players
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    Joguei também com meu sobrinho no Museu do Videogame Itinerante o velho Samurai Shodown, numa versão de mesa do Neo Geo, mas não sei dizer qual, tinha um controle estranho compatível que lembrava os de Mega Drive e me causou confusão.

    Meu sobrinho apanhou muito e ficou revoltado por não entender direito os comandos, e também com o loanding chatinho a cada luta, então passamos pro próximo videogame que ele tanto aguardava e tinha sido liberado (por isso a falta de detalhes).

    8
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      fonsaca · 1 day ago · 2 pontos

      Neo Geo, eis um console que tbm queria por as mãos algum dia, hehe!
      Samurai Shodown é muuuito massa, pena que serve mais só para multijogador pq a IA de todos jogos é um inferno.

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      santz · about 7 hours ago · 2 pontos

      No Museu do Videogame eu só peguei esse game para sentir o controle de Neo Geo na mão. Aliás, esse controle é bem ruim. Eu não curti aquele analógico.

  • onai_onai Cristiano Santos
    2022-07-24 18:17:01 -0300 Thumb picture

    Magatama (Kyoshiro Senryo Theme)

    Doido pra jogar o Samurai Shodown mais novo que saiu, mas não tem nem perigo meu PC rodar. Triste... Hehe...

    Samurai Shodown

    Platform: SNES
    2523 Players
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    19
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-01 12:52:56 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Shock Troopers

    Zerado dia 01/06/22

    Dia primeiro de Junho, o dia em que Diablo Immortal foi liberado e Knockout City finalmente virou Free-to-Play, mas também o dia em que terminei Shock Troopers, um clássico de Arcade da Saurus/SNK.

    Na verdade eu conheci primeiro o segundo ST graças à internet. Achei o jogo bem legal e o comprei no Switch, pois imaginei que seria bacana ater mais multiplayers no console. O terminei rapidamente numa tarde com meu primo lá para 2017 ou 2018 e achei o jogo bem bom, mas logo descobri que muita gente torce o nariz pro coitado e que o primeiro seria muito superior.

    Eu mesmo não tem muita mentalidade de ir atrás de jogos de fliperama, mas acabo jogando casualmente essas coisas. Por exemplo, mesmo curtindo o segundo ST, eu não via motivo para jogar o primeiro  até que alguém me convencesse. E assim aconteceu!

    Atualmente tenho jogado umas coisas um pouco complicadas ou que ainda estou tentando entender/não fazem meu meu estilo, mas são as últimas da lista de pendências. Com isso, tenho me aventurado nesses títulos de Arcade pelo navegador por serem rápido e dependentes apenas de fichas, que no caso acabam sendo infinitas.

    Para ferrar as coisas mais ainda ainda iniciei uma jogatina de Fallout Shelter e devo voltar para o Knockout City com os amigos agora.

    De volta ao Shock Troopers, ao iniciar a campanha me foi dada a opção de escolher entre 8 personagens. Oito! Curioso.

    Resolvi ir com o primeiro da lista depois de conferir os demais e ele até parece um pouco o Axel do Streets of Rage! O jogo ainda me deu a opção de jogar nos modos "Lonely Wolf" (Lobo Solitário) ou "Team Battle" (Batalha de Time). Eu imaginei que faria mais sentido jogar no primeiro visto que estou sozinho.

    O segundo ST era uma espécie de Metal Slug top-down. Você andava, atirava e até pulava e os personagens, gráficos (mesmo os projéteis) e desafios muito lembravam o grande clássico da SNK.

    Já esse primeiro nem tanto. Aqui você é colado ao chão e só anda, atira, rola e joga bombas. Se mantiver o botão de tiro pressionado e mover o personagem, ele firmará a arma naquela direção enquanto você anda e se esquiva das balas inimigas.

    No meu limitado conhecimento eu diria que ST está bem mais para Ikari Warriors ou Gun Smoke. Me lembra também bastante aqueles estágios alternativos de Super Contra (NES) em que a câmera era de cima e você se movia em oito direções.

    Enquanto você segue para o fim do estágio, há muitos tipos de inimigo para derrotar antes de prosseguir, incluindo soldados, tanques  e obstáculos como pedras e barreiras, todos destrutíveis.

    Ninguém morre como dano de um único projétil! Nem você nem os inimigos. Então se vir um soldado, certifique-se de ver sua animação de morte ou ouvir seu grito. Soldados mais fortes resistem mais e até rolar para longe de suas balas.

    Já você tem a vantagem da barra de HP grande (embora não dure muito) e a possibilidade de coletar itens de cura. Mas vale lembrar que, embora não seja lá o jogo mais difícil ou complicado do mundo, há sim momentos tensos e não deixa de ser um jogo de Arcade ou seja, feito para arrancar dinheiro de você.

    Entretanto, os coletáveis mais importantes, comuns e legais são as armas: metralhadora giratória, lança-chamas, metralhadora pesada etc. Essas armas tem ataques muito mais fortes e de maior alcance e acabam com os oponentes, mas em compensação tem munição bem limitada e logo logo você estará de volta com sua arma inicial.

    Outro fator que ajuda a acabar com essa arma é que é comum (ou foi para mim) andar com o botão de tiro segurado, principalmente para manter a direção da mira travada e nessa mania acabava perdendo valiosa munição das armas especiais até enquanto andava por aí sem um único inimigo.

    As bombas também são legais e muito fortes, além de variar de personagem para personagem (alguns jogam granadas, mísseis, bombas de fogo etc etc etc). Como eu morri bastante, deu para escolher um por um e testar seus poderes. Ainda cheguei a descobrir que o modo "Team Battle" na verdade faz com que o jogador escolha três personagens e possa trocar entre eles a qualquer momento, mas a barra de HP é compartilhada (só as bombas que não, então deixa a campanha um pouco mais fácil).

    Cada fase conta com diversos mini-chefes e um outro principal no final, mas nada é apelativo ou exagerado. Porém, juntando todas as pequenas dificuldades até chegar lá, o desafio é até alto, sobretudo se depender de fichas. Eu mesmo gastei 19 para fechar a aventura.

    Por outro lado saiba que joguei 100% no teclado, modo que detesto jogar e acabei nem focando em usar a rolagem por conta disso. Basicamente fiquei apenas no tiro e bomba e mesmo assim foi um pouco desconfortável. Mas não duvido que teria morrido um bocado de qualquer forma.

    Também acredito que jogando de dois jogadores seria bem mais fácil caso o jogo não eleve a dificuldade nesse caso (o que eu duvido).

    Para fechar, a campanha tem três caminhos distintos (cada uma com 5 fases diferentes que convertem no mesmo estágio final). Inicialmente a ideia era jogar tudo, mas no final da primeira playthrough fiquei inclinado a jogar apenas aquele caminho. Iniciei o segundo e a primeira fase era nova, mas nada de mais e o chefe era o mesmo que tinha visto em algum estágio do outro caminho. A segunda fase era mais diferente, mas a ideia toda ainda era a mesma. Cheguei a conclusão de que era melhor deixar para lá e que seria uma boa ideia ver os demais caminhos com os amigos já que curti bastante Shock Troopers e isso manteria a sensação de novidade para mim nas próximas vezes.

    Resumindo: Shock Troopers é um jogo muito legal e que envelheceu super bem, apesar dos típicos problemas em jogos à base de fichas. Diria que é um bom mesclado entre oldschool com títulos mais modernos (mesmo ele sendo antigo) já que a jogabilidade é ok e os sprites são bonitos. Por muito tempo achei que ele era na verdade inferior ao segundo ST, mas a coisa foi melhorando e agora o acho mais interessante (embora o 2 seja mais carismático e tenha a mecânica de pulo).

    De bom: belos visuais. Jogabilidade de poucos botões mas mantendo o nível de desafio alto. Diversas rotas que rendem ao menos três jogatinas distintas. 8 personagens jogáveis e com diferenças entre eles. Há momentos com jogabilidade ou mecânicas diferentes, como a fase na moto.

    De ruim: armas secundárias de pouquíssima duração. Muitos elementos que contribuem para a sua morte fácil. Muitos momentos é só repetição da mesma coisa sem parar. Personagens poderiam sim ser ainda mais diferentes ou ter habilidade passivas. Todos os personagens são meio "soldado genérico", incluindo os seus, sendo que no 2 acaba sendo tudo mais carismático. Final ruim. Papa-fichas, como tudo de Arcade.

    No geral, gostei bastante da experiência com ajuda das fichas infinitas e gostaria de saber se outras versões do jogo tem dificuldade mais justa e sistema de vidas para um desafio melhor. Jogo legal!

    Shock Troopers

    Platform: Arcade
    74 Players
    5 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-30 21:22:08 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: King of the Monsters 2 - The Next Thing

    Zerado dia 30/05/22

    Estava pensando em jogar alguma coisa online de Arcade e resolvi dar uma conferida no King of the Monsters 2 já que terminei o 1 há poucos dias. A verdade é que a intenção era comprá-lo, mas achei o primeiro tão ruim que resolvi jogar o 2 de qualquer forma mesmo.

    Eu conheci esse jogo através do canal do Angry Video Game Nerd, mas numa outra série que eles mantinham lá até um tempo atrás: James & Mike Mondays. Essa série era bem mais simples e simplesmente envolvia o James (o próprio AVGN fora do personagem) e seu amigo de longa data sentados no sofá e jogando alguma coisa e ia ao ar todas as segundas-feiras.

    Era definitivamente uma ótima motivação para começar e começar a semana, mas infelizmente depois de alguns anos o J&MM foi cancelado pois eles estavam ocupados e queriam focar na atração principal do canal, que são os vídeos do AVGN.

    Em um desses episódios eu conheci King of the Monsters (2) e achei o jogo muito legal! Uma espécie de beat'em up ao estilo de Final Fight mas ao invés de brigar nas ruas, jogamos com monstros gigantes clássicos da cultura pop, destruindo as ameaças e a própria cidade e uma espécie de primo de Rampage (o de N64 é minha única referência). Que ideia genial!

    Como mencionei no meu post do primeiro KotM, corri para a eshop do Switch já imaginando as jogatinas com os amigos mas acabei comprando o jogo errado! De quebra eu odiei o 1, mas não jogaria o 2 até o terminar agora que já tinha comprado.

    Resolvi dar uma olhadinha agora no 2, mas não ia muito longe pois o plano era jogar com os amigos! Mas, eu achei o jogo fraco também e acabei indo até o final logo.

    A aventura se abre com um enredo meio aleatório contando que o planeta foi invadido e só sobraram 3 monstros daqueles 6 originais: o Godzilla, o Herói Gigante e o King Kong. Logo tive que escolher um deles para jogar e a minha escolha foi a mesma do jogo anterior: o macacão. Isso porque queria ver o quão diferente esse KotM 2 era.

    Já na tela de escolha você vai perceber os redesigns. O macacão mesmo agora é uma espécie de "Cyber-King Kong". O visual do jogo é muito mais bonito e apelativo aos olhos e lembra mesmo um jogo da Capcom com um tico de Konami. Dá para imaginar que muitos copiavam os estilos dos títulos de sucesso da época.

    Uma coisa que me assustou de cara é que a primeira fase era chamada de "Battle 1". Hummm, estranho. Vai ser só uma batalha? E o beat'em up?

    A primeira fase infelizmente é isso mesmo: uma batalha ao estilo do primeiro KotM. Decepção e medo me consumiram. Que jogo era aquele que eu tinha visto e gostado tanto?

    Bom, pelo menos a jogabilidade era um pouco mais fluída e os visuais realmente eram interessantes. Fui dando continuidade.

    O segundo estágio te deixa mais livre pela fase e aparecem umas naves e tanques para destruir e...outra batalha contra o chefe. Caraca, eu mal fiz alguma coisa e já estou no chefe! Fiquei na esperança que o derrotando continuaria o estágio mas não! Acabou mesmo!

    Em seguida houve um estágio bônus em que dois monstros ficam em cima de uma montanha e quem empurrar o outro para fora ao apertar como louco os botões, vence e ganha pontos. Uau.

    Fase 3 e foi meio que o mesmo: andar um pouco, bater nuns monstrengos voadores, evitar umas armadilhas do cenário e lá vem o chefe. Foi aqui que tive certeza que KotM 2 não era mesmo um beat'em up e que eu não queria voltar para ele nunca mais! Em parte pela decepção, parte por ser mesmo um jogo fraco!

    Assim como seu antecessor, o jogo é difícil e muito roubado para a CPU e as batalhas são esquisitas sendo que você tem um botão de pulo (que nem usava), um de soco e outro de chute. O dano também continua sendo baixo para o lado do oponente e o macete continua sendo dar agarrões, mas quando você consegue o fazer, muitas vezes o oponente simplesmente inverte as coisas e é você quem se dá mal.

    Poucos hits e você já era. Bote mais fichas!

    E os chefes foram ficando cada vez mais apelões! Tipo, já eram tensos, mas ficaram roubados de uma forma clássica para te fazer gastar no fliperama. Por isso não sou muito fã dessas máquinas e entendo porque os jogos de luta dominavam.

    Lá pela terceira ou quarta fase o chefe é uma espécie de marisco numa concha que te congela e tal. Normalmente quando você derruba os oponentes, é possível ficar batendo neles no chão para tirar um HP extra, mas não nesse safado! Ele entra na concha e é isso!

    Para piorar, o malandro tem diversos golpes que envolvem entrar na concha e girar. Em resumo: bata um pouco e mantenha a paciência até ele resolver te deixar bater mais um tiquinho. ô saco!

    Para ser justo, todos os combates de chefes são um verdadeiro pé no saco. Você dá soco, chute, sem parar, o inimigo quebra seu "combo" e te ferra e logo você perdeu uma vida.

    Uma mecânica que voltou foi a evolução do personagem mas aqui você consegue fazer isso derrotando inimigos regulares nos cenários ao invés dos bosses. Alguns derrubam uma letra P gigante que te fazem mudar de cor ao coletá-la. Pegue mais uma para mais uma mudança de cor e upgrade.

    Mas, também assim como no primeiro KotM, eu nem sei que diferença isso faz. Talvez você cause um pouco mais de dano ou sofra menos. Não dá para saber. Sei, porém, que há um "P" invertido que basta um ser coletado para te voltar à cor e forma básicas/iniciais. Cuidado para não pegá-los!

    Inimigos ainda derrubam blocos de pontos e bombas que explodem caso você encoste nelas.

    Outra forma de coletar essas coisas é através de minigames que rolam de vez em nunca durante as fases, como quando você está caindo do céu e deve evitar armadilhas. Mas volto a reiterar que as fases normalmente duram uns 30 segundos e se há uma seção dessas no meio, ela dura uma pequena parte desse tempo.

    Quando eu achava que só tinha que aguentar essa experiência monótona mais um pouco, as coisas pioraram ainda mais.

    Os chefes eram chatos. Ok. De repente vieram chefes que se dividem e são o dobro da chatice. Ok. Chefe que só toma dano em determinados momentos. Tá valendo mesmo sendo muito mal executado. Agora vieram estágios que nem tinha mais aquela coisa de andar e simplesmente era um chefe (estágio 6, penúltima fase). O chefe mal te deixa reagir e vive te agarrando/revertendo seus agarrões.

    A última fase então, um Boss Rush contra cada um dos chefes do jogo, inclusive o pé no saco que você matou agorinha na fase anterior! Haja ficha, tempo e paciência! O último chefão foi ainda pior do que tudo e uma verdadeira esponja de dano.

    Resumindo: King of the Monsters 2 não é nada do que eu imaginava. Ele tenta enganar um beat'em up curtinho aqui e ali mas o foco ainda são as batalhas bizarras contra os chefes. Desenganado, até voltei naquele vídeo do canal do AVGN para me certificar e era isso aqui mesmo, mas o video foi editado de uma forma tão bacana e com tanto foco nas conversas dos jogadores (além de que eles morreram antes da metade da aventura no Neo Geo) que realmente faz, sem querer, o jogo parecer muito melhor.

    De bom: visuais bacanas. Jogo para até duas pessoas simultâneas e isso provavelmente deixa a experiência mais bacana. Fichas infinitas na versão de Arcade o deixaram "terminável".

    De ruim: repetitivo. Combate frustrante. Injusto em diversos momentos. Vários personagens jogáveis de seu antecessor foram cortados. Sistema de evolução duvidoso. Tudo conspira para o seu fracasso e exige muita paciência para ir até o fim.

    No geral, não curti o jogo. Ele é uma versão melhorada do anterior, mas não quer dizer que ele seja bom. Diria até que ambos são ruins de maneiras distintas. Uma pena visto que a ideia é muito boa e os gráficos são um colírio para os olhos. Fico imaginando como serão as versões de consoles no quesito "jogo justo" visto que não há fichas. Pior do que comprar KotM 2 só eu que comprei o primeiro KotM. Jogo ruim.

    King of the Monsters 2

    Platform: Arcade
    14 Players
    2 Check-ins

    13
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-28 11:16:48 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: King of the Monsters

    Zerado dia 27/05/22

    Há uns bons meses atrás eu vi um cara jogando um beat'em up muito bacana em que os personagens eram os monstros gigantes clássicos do cinema, brigando por cima das cidades e destruindo tudo pelo caminho. Que jogo massa! Como eu não conhecia aquilo? Descobri então que se tratava de King of the Monsters e inclusive estava disponível no Nintendo Switch nesses ports ACA Neo Geo e pouco tempo depois acabei comprando para jogar com os amigos.

    Feliz da vida avisei um deles sobre a existência desse KotM e como era o jogo. Ele, por sua vez, procurou no Youtube mas não pareceu muito entusiasmado e ainda questionou se seria mesmo um beat'em up. Eu tinha certeza que era e resolvi jogar o comecinho e putsssssss...comprei o jogo errado.

    O porquê do erro é bem simples: o jogo que eu queria era na verdade o King of the Monsters 2! O 2! Eu realmente deixei esse pequeno detalhe escapar e sequer imaginava que existiam mais de um título desses.

    Para terminar de ferrar, esse primeiro jogo é na verdade um jogo de luta ao estilo "Wrestling". Quem já jogou algum desses WWF da vida das antigas pode ter uma noção do que seja e não que seja um gênero ruim, mas eu realmente queria aquele promissor beat'em up. Agora o jeito era jogar e esperar uma promoção do 2.

    E eu tentei, viu? Esse jogo é fraco, lento e sem graça. Talvez funcione melhor jogando em co-op. Deixei de lado por muitos meses até descobrir que ele duraria em média 1 horinha. O fato de poder colocar fichas infinitas também ajuda demais a digerir. Resolvi o jogar de verdade (também estou dando um gás no Switch para ver se o desbloqueio em breve).

    Começando a campanha, me foi dado a opção de escolher entre 6 personagens:

    -Godzilla;

    -King Kong;

    -Típico herói gigante;

    -Monstro besouro;

    -Monstro de pedra;

    -Monstro de lama.

    Baseado nos designs, não me interesse por nenhum, haha, mas fui de King Kong por ter alguma afinidade e imaginar que ele teria alguma agilidade e muitos socos e chutes.

    O gameplay é simples: há botões para soco e para chute. Acho que é isso. Apertava um e ele socava, no outro chutava, no outro nada, no outro nada também, no outro soco também e no último chute também, mesma animação e tudo. 

    Quer dizer, na loucura eu pressiona alguns botões simultaneamente e ele pulava ou dava uma bundada enquanto corria. Eu não sabia fazer nada exatamente, mas meio que pressionava os botões de uma forma específica e saía o que eu queria na sorte.

    Vi ainda os adversários usando golpes especiais uma vez ou outra mas nunca consegui nada do tipo.

    O bizarro dos combates é que esses chutes e socos praticamente não causam dano, então não vi muito motivo para usá-los. O esquema mesmo é sair dando agarrão e jogando o oponente no chão (ou para longe). Aí sim sua barra de HP desce!

    Mesmo os agarrões são complicados pois é comum que o oponente simplesmente inverta as coisas e do nada é você quem toma o golpe.

    Sério, esse jogo é muito irritante. Você não causa dano direito, você se dá mal quando tenta alguma coisa, muitos golpes parecem inúteis, há barras elétricas que limitam o campo de luta que não causam dano e só enchem o saco e os inimigos começam os confrontos  com barras de HP de cores diferentes, indicando que tem muito mais HP até chegarem no amarelo comum.

    E os combos que você leva? O oponente te agarra e te joga para longe, você fica no chão sem poder fazer nada por vários segundos, ele vai até você na maior calma, te dá outro agarrão e assim por diante. Sabe aquela sensação de não ter poder nenhum?

    Seu objetivo é mais do que reduzir a barra do oponente à zero: você deve fazer o clássico "pin", que consiste em derrubar seu oponente e depois o imobilizar. Aqui no jogo um contador de 3 segundos é iniciado assim que você interage com um oponente caído sem HP e o mesmo vale para você.

    Em resumo, a luta é: o inimigo destrói seu HP e começa a te dar agarrão e te jogar no chão, te imobilizando em seguida. Você aperta os botões loucamente para se levantar e isso acontece por algumas vezes até você ficar sem força e perder sua vida/ficha. Tendo outra ficha é possível continuar a luta, quando um raio cai em você e seu HP se regenera completamente.

    Já do meu lado era bem mais complicado: eu dando bundada nos outros até eles ficarem sem HP para então dar o agarrão e depois o pin. Alguns monstros se levantam várias vezes do pin e você terá que reiniciar o processo desde o agarrão. É comum perder 2 ou 3 fichas mesmo indo bem (nas duas últimas batalhas eu devo ter perdido umas 5 em cada).

    (Não joguei no modo para 2 jogadores).

    Conforme você avança na campanha, pior a experiência fica. As batalhas ficam mais difíceis e longas e a IA mais zoada. A todo momento há aquela sensação de estar jogando aqueles primeiros jogos de luta já criados e não há equilíbrio, estratégia ou habilidades envolvidas. É uma verdadeira bagunça. E a sensação de estar jogando um título bootleg chinês? Sensação gigante!

    Quando você termina uma fase e avança para a próxima, é mostrado um mapa indicando o próximo cenário. É possível notar que existem 7 pontos neste mapa e eu imaginei que enfrentaria os 6 personagens mais um chefe final especial, mas depois da sexta luta, o indicador me voltou para uma cidade anterior para enfrentar uma versão mais forte do Godzilla (inclusive esqueci de mencionar que você se fortalece conforme coleta esferas que os inimigos derrubam quando você dá agarrões - encha a barrinha e você sobe de nível e troca de cor e no total cada monstro tem 3 cores).

    Super cansado da mega repetitiva e sem graça campanha, fui ao Youtube ver um Longplay para saber quantos estágios seriam. No caso acabei vendo um vídeo do port de SNES e eram 8 fases. Eu estava na sete e fiz uma forcinha para continuar.

    Passei da sétima fase, da oitava, da nona, da décima e o jogo continuava. Comecei a achar que seria infinito enquanto você e suas fichas aguentassem no fliperama, mas como todos os oponentes estavam se repetindo em suas versões de cores mais fortes, resolvi ver se seria enfrentar a todos duas vezes. 

    Na décima segunda fase finalmente o indicador mostrou o pontinho mais distante e chamativo. Será que seria um personagem diferente? Que nada! Foi só a segunda batalha contra a minha contraparte King Kong. Venci, veio um encerramento bem meia boca e acabou. Obrigado a deus pelas fichas infinitas, mas esse deve ter sido o pior dinheiro gasto com jogos da minha vida. Que jogo horrível!

    Resumindo: King of the Monsters é um jogo de luta wrestling bem meia boca e repetitivo e simplesmente não consigo imaginar um motivo para o jogar sendo que existem tantas coisas disponíveis aí hoje em dia. Pediria um reembolso se pudesse, mas ainda assim estou de olho na diferentíssima sequência beat'em up.

    De bom: visuais legais. Opção multiplayer. Vários personagens temáticos.

    De ruim: jogabilidade travada. Golpes e movimentos que não surtem efeitos. Muito repetitivo. A campanha consiste em derrotar todos os participantes duas vezes e é super genérica. As fases são muito parecidas. Difícil entender os controles. Punitivo como quase tudo de Arcade. Jogo todo em japonês (ou chinês, não me atentei a isso).

    No geral, fraquíssima experiência e não só recomendo passar longe como ainda correr em caso de contato visual. Talvez o pior jogo que já registrei no Alvanista.

    King of the Monsters

    Platform: Arcade
    15 Players

    17
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      jcelove · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns pela perseverança. O primeiro KoM e muito ruim. Nem com ficha infinita compensa pra mim.hehe

      1 reply
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      bobramber · 4 months ago · 2 pontos

      Era melhor ter ido ver o filme do Pelé... Ou jogado Rampage
      Kkk

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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 1 ponto

      É tudo muito simples mesmo mas...de alguma forma...eu me divertia.

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-04-25 18:47:47 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Waku Waku 7

    Zerado dia 25/04/22

    Não sendo o maior manjador de jogos de Arcade, sobretudo sobre o mar de jogos de luta desse tipo de plataforma, acaba passando um monte de coisa batido, até porque nessa época eu jogava coisas bem diferentes e, assim como a maioria das pessoas, fui deixando o passado para trás e focando nas plataformas atuais por muito tempo.

    Waku Waku 7 é um perfeito exemplo disso. Não é o tipo de jogo que tem apelo para a molecada da minha época. A galera queria saber era de Street Fighter, Mortal Kombat e The King of Fighters, todos ports pro SNES e PS1.

    Eu mesmo só fiquei sabendo de sua existência através de uma notícia de seu lançamento no Nintendo Switch, eras atrás.

    Como sempre curti a ideia desses relançamentos para os consoles mais modernos, fui dar uma pesquisada no jogo graças ao seu curioso nome, sem pretensão alguma.

    Foi aí que, graças ao Google Imagens e talvez um pouco de Youtube, eu descobri um jogo muito belo e que parecia ser super divertido e colorido. Como assim ninguém fala desse jogo?

    Sei lá, meus amigos e eu estávamos curtindo muito alguns jogos de fliperama até então desconhecidos por nós, como o Shock Troopers 2 e até Garou: Mark of the Wolves. Nos últimos anos tenho inclusive jogado aleatoriamente outros títulos famosos ou não e tenho descoberto uns bem legais.

    Nesse época eu ainda procurava mais e mais experiências multiplayer para a plataforma pois foquei muito nisso por bastante tempo (até a pandemia vir e grande partes deles sequer terem sido jogados).

    O curioso Waku Waku 7 tem um quê de Capcom, apesar de ser na verdade da Sunsoft, e animações muito bonitos e humor bem japonês.

    Legal porém caro até então, quando era lançamento. Depois deixei de lado e cheguei a esquecer. O jogo está na minha lista de desejos da Nintendo Eshop, mas eu quase nunca olho essa lista e uso-a mais como lembrete. Quando eu quero jogo barato vou direto na seção de promoções ou simplesmente fico navegando no site eshop-prices.com.

    Para me lembrar de sua existência, a rede Alvanista posta sobre ele volta e meia e a galera costuma falar mal do jogo e tratá-lo como algo bizarro. Será que é pelo estilo dele ou o jogo é ruim mesmo? Aproveitei e adicionei o jogo como "Quero" aqui no site recentemente e cheguei a ver uns vídeos dele na internet.

    Mas pera aí! Porque eu não jogo esse jogo online pelo navegador como geralmente faço com Arcade? Botei essa coisa de tê-lo na biblioteca do Switch mas é bem provável que nem valha a pena mesmo. Fora que, como disse, tenho muitos outros às espera aqui já!

    Como terminei o Oxenfree e fiquei sem ter o que fazer até mais tarde (hoje é meu aniversário), resolvi ir atrás do malandro!

    Conectei o Pro Controller do Switch para não sofrer no teclado como no Red Earth, ele reconheceu na hora e caí matando!

    E as primeiras impressões são bem boas! WW7 é bonito!

    Como de costume, dei uma olhada no roster e são 7 personagens. Normalmente eu escolheria primeiro o que parece ser o protagonista, mas resolvi ir com o cara da espada, o Slash. Esse jogo tem uma fama de ter a dificuldade alta e por algum motivo esse personagem me convenceu que poderia ter ataque a maiores distâncias etc. Sei lá.

    Primeira fase e eu já fui com um pouco de medo. Resultado: humilhei o oponente mesmo sem jogar bem e fazendo uns golpes nada a ver, errando os ataques e tal. De fato, eu cheguei a largar o controle uma vez e o cara quase não me batia!

    Segunda fase também bem tranquila e o mesmo com a terceira e a quarta. Ué, não entendi o que o povo fala desse jogo. Mesmo jogando bem mal, eu tava vencendo numa boa! Não mexi no nível (nem sei como faz isso) e estava no 4, que acredito ser o médio.

    Cheguei na batalha 5 e puts! Do nada WW7 apelou FEIO! O meu oponente, Mauru, era simplesmente o inimigo mais diabólico possível, como se previsse todos os meus movimentos com o controle. Na sorte eu vencia um round da luta e chegou a ficar irritante. Cheguei a conclusão de que seria o último inimigo antes do chefe final (que já conhecia).

    O lado bom de perder é que eu comecei a experimentar com os demais personagens. Experimentei o protagonista, o robô roubado da luta anterior, as meninas etc. Por último, resolvi experimentar jogar com o próprio Mauru. Nesse caso, o jogo impossibilita que o personagem jogue contra ele mesmo e trocou para o próximo da lista (e foi aí que percebi que não havia lutado com todos e de fato ainda teriam 3 lutas antes do último chefe).

    A luta agora era contra a Tesse. Impossível do mesmo jeito!

    O maior problema é que, além dos inimigos preverem seus movimentos e lançarem contra-ataques, aparentemente há uma espécie de "handicap" que faz com que seu dano seu diminuído um bocado enquanto o do oponente ou fica normal ou é aumentado. É uma coisa louca!

    Perdi várias vezes e resolvi fazer a CPU trocar novamente escolhendo a Tesse. Agora o oponente era o espadachim que usei no início, o Slash. Se antes tava ruim, agora eu estava sendo puramente humilhado! Escolhi o Slash e ele voltou para o Mauru.

    Foi aqui que a coisa ficou boa. o Slash estava causando muito dano sobretudo com seus chutes aéreos. Eu me aproximava e causava bom dano a ponto de eu vencer com tranquilidade. Ótimo!

    Em seguida veio a luta contra a Tesse, que não havia vencido e foi na primeira tentativa. Depois o Slash e foi um pouco tenso, mas venci depois de umas três tentativas. O cara era apelão mas achei sem querer um macete ridículo e aproveitei: dê uma rasteira nele e assim que ele cair, pule pro lado oposto. Isso é importante porque nesse jogo você pode se levantar normalmente, rolar para um lado ou outro ou se levantar com um golpe, coisa que as CPUs mais avançadas sempre fazem (te obrigando a distanciar sempre que os derrubar). Ele vai levantar atacando para o lado que você estava e é aí que você dá outra rasteira, pula pro outro lado, rasteira etc etc etc. Um tanto roubado, mas não me arrependo.

    Em seguida veio a "Final Stage" e o famoso Fernandez, uma bola preta gigante e com um sorrisão que mais parece um inimigo comum de Dragon Quest. Ô criatura odiosa! O verdadeiro comedor de fichas!

    Tem round que você chega na metade da vida dele, mas muitas vezes nem perto disso pois ele tem golpes destruidores de HP, prevê seus movimentos e é completamente quebrado. Foram muitos Game Overs, mas adaptei a técnica da rasteira nele e foi só questão de tempo e um pouco de sorte de ele não usar uns golpes aleatórios roubados para vencer na boa. Pareceu até fácil!

    Resumindo: Waku Waku 7 é um jogo bem diferente. Colorido, bonito e com visual divertido, mas gameplay bem zoado e lutas bem injustas contra a CPU. Vale a pena jogar casualmente com os amigos e conhecê-lo, mas tem tanta coisa melhor de Arcade que não há motivos para gastar dinheiro com isso.

    De bom: visuais coloridos e divertidos. Humor bacana japonês, carismático.

    De ruim: meio difícil de conseguir fazer combos e os ataques são meio esquisitos. Dificuldade absurda depois que você alcança certo ponto da campanha e muitos oponentes zoados demais nesse quesito. Roster pequeno.

    No geral, fico feliz por ter conhecido algo que sempre me interessou, mas esse não é, de forma alguma, um jogo sério ou que merece respeito a ponto de ser usado num campeonato, por exemplo. Sinto ainda que WW7 poderia ter sido bem melhor. Fico feliz por nunca o ter adquirido no Switch. Recomendo passar longe.

    Waku Waku 7

    Platform: Arcade
    85 Players
    1 Check-in

    17
    • Micro picture
      anduzerandu · 5 months ago · 2 pontos

      Sobre como matei o final boss, caso seja útil para alguém:
      Usando o Slash, eu começava o round dando uma rasteira, que tem um alcance bacana. Quase sempre ele cai e perde bastante HP. A rasteira é a melhor arma contra ele e meu foco foi esse. Depois ele vai levantar defendendo ou atacando e o melhor era esperar ele levantar e se aproximar com uma voadora que as vezes acertava, as vezes ele defendia. Em seguida, uma rasteira. Pule novamente para trás, espere ele levantar a ponto de não poder usar o ataque que se levanta, voadora e rasteira e assim por diante. Caso você se mantenha perto, ele vai se levantar atacando e se você usar a voadora cedo demais, a mesma coisa, então é importante que ele esteja em pé, mas cedo o bastante para ele não começar a fazer cosias como o especial. Vale lembrar ainda que a maior parte dos especiais dele pode ser cancelado com a mesma rasteira, então vale a pena experimentar e saber quando atacar.
      As lutas então ficaram assim: quase sempre vencia um round e no outro eu perdia faltando muito pouco. Continuei perdendo mas sabia que a qualquer momento venceria pois as vezes me afobava também. Houveram vários rounds que venci quase sem tomar dano nenhum. Também vale a pena lembrar que sempre que ele acertar um golpe você deve pressionar um botão rapidamente para se levantar e não tomar dano de graça. Dano esse que pode decidir a luta para você ou ele.

    • Micro picture
      manoelnsn · 5 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é muito maluco, eu tenho vontade de jogar ele mais. Porém o gameplay dele é muito insano, ahuahauhauahua

      Aliás tem como liberar o Fernandez pra jogar, chegou a lutar com ele?

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · 5 months ago · 2 pontos

      Esse é um dos jogos undergrounfs feogos por third pafties no nro geo. É bem divertido e muito japones.

      Outro que merecia msis reconhecimento é o Kabuki Clash, que é um dpin of da serie de rpg Tengai Makyou

      1 reply
  • onai_onai Cristiano Santos
    2022-04-06 20:56:45 -0300 Thumb picture

    Imagens aleatórias de jogos aleatórios

    A luta do século!

    Estava jogando ontem contra um amigo meu quando me deparei com esse lutador de nome peculiar. Ô louco meu!

    Real Bout Fatal Fury 2 The Newcomers

    Platform: Arcade
    114 Players
    2 Check-ins

    22
  • 2022-03-17 05:42:52 -0300 Thumb picture

    Dia 2

    Música: Last resort (arranged)

    Game: Neo Geo Battle Coliseum

    Compositor: SNK sound team

    Data de lançamento: 27 de julho de 2005

    Empresa: SNK Playmore

    NeoGeo Battle Coliseum

    Platform: XBOX 360
    60 Players
    2 Check-ins

    10
  • 2022-03-15 20:01:01 -0300 Thumb picture

    Dia 1

    Música: Opening

    Game: The King of Fighters  XI

    Compositor: SNK sound team

    Data de lançamento: 26 de outubro de 2006

    Empresa: SNK Playmore

    Créditos reservados apropriadamente ao canal SNK Brasil e à empresa SNK

    The King of Fighters XI

    Platform: Playstation 2
    743 Players
    25 Check-ins

    14
  • onai_onai Cristiano Santos
    2022-02-25 14:04:57 -0300 Thumb picture

    ONAI ONAI VS Mandaloriano 95

    E a pancadaria rolou solta ontem! Enquanto tentava dar um jeito no meu PC eu e @mandaloriano_95 fomos algumas lutas no The King of Fighters 98!

    Já fazia um bom tempo que eu não jogava e basicamente fui apenas com Benimaru, Clark e Kim!

    Fomos ao todo vinte lutas o que levou pelo menos uma hora e depois disso combatemos no Street Fighter III...

    No começo eu estava meio lerdo por ainda estar com os comandos do The King na cabeça mas depois de umas três ou quatro lutas lembrei como jogava. Hoho...

    Só joguei com o Remy, um dos meus personagens favoritos de Street, e duas ou três vezes com o Ken. E isso aí! Vamos combater mais galera!

    The King of Fighters '98: The Slugfest

    Platform: Arcade
    700 Players
    13 Check-ins

    35
    • Micro picture
      rafaelbarbosa · 7 months ago · 3 pontos

      Street III faz um tempo que não jogo, preciso rejogar. Já KoF, é quase todo dia, haha!

    • Micro picture
      ersatzgott · 7 months ago · 2 pontos

      O Remy é muito bacana mesmo

    • Micro picture
      mandaloriano_95 · 7 months ago · 2 pontos

      Apanhei pra caramba, mas foi divertido! Agora tenho que aprender os inputs dos personagens do KoF, hehe.

      4 replies

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