• bruce_watterson Bruce S. Watterson
    2022-09-30 14:06:34 -0300 Thumb picture
    Post by bruce_watterson: <p>Comecei a jogar faz quatro dias, e tem sido bem

    Comecei a jogar faz quatro dias, e tem sido bem divertido e relaxante. Eu precisava de algo diferente que fosse mais envolvente.

    Jogando no servidor "Ultima"

    Phantasy Star Online: Blue Burst

    Platform: PC
    41 Players
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    4
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-09-23 14:26:49 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>No mesmo evento do <strong>Museu do Videogame It
    Virtua Fighter

    Platform: Sega Saturn
    345 Players
    2 Check-ins

    No mesmo evento do Museu do Videogame Itinerante, joguei pela primeira vez num Sega Saturn, e foi o Virtua Fighter com meu sobrinho.

    Ele não gostou muito, mas a luta funcionou melhor do que imaginei, baseado na minha lembrança de outros Virtua Fighter posteriores que achava confuso e travado, mas aqui foi até ligeiro, e num controle que não era tão estranho.

    Mais um pra lista de emulação pendente.

    12
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      fonsaca · 8 days ago · 2 pontos

      Sério que nunca tinha jogado o saturnão velho de guerra?

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      santz · 6 days ago · 1 ponto

      Jogos de luta 3D são bem mais de boa de jogar que os 2D, especialmente Virtua Fighter.

  • 2022-09-16 15:47:51 -0300 Thumb picture

    Estreia às 18:00! Unbox e conferindo a Shinobi Collection

    Mais um lançamento Mega ZDX, parceria da Retro X Eletronics com a ZEITDRIVE, trazendo a versão cortada da live com o unbox e mostrando um pouco os jogos.

    Quem quiser ver o VOD completo (incluindo os spoillers / segredos do cartucho) pode conferir aqui: 

    The Revenge of Shinobi

    Platform: Genesis
    1924 Players
    25 Check-ins

    8
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-08-21 10:31:51 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Comix Zone

    Zerado dia 21/08/22

    Pendência enorme essa! Mais um das sagas "Vergonha de Não Ter Terminado" e "Clássicos do Mega Drive que Demorei a Conhecer". Me lembro de ouvir amigos conversando sobre o console da Sega e falando sobre jogos que eles adoravam: Alex Kidd, Kid Chameleon, Quackshot, Shinobi etc. Cara, eu não manjava nada daquilo e ainda tinha uma preguicinha de Master System e Genesis. Precisava mudar isso!

    Fui pesquisando, jogando e conhecendo essas plataformas antigas e curtindo cada vez mais, porém não escondo que a maior parte dos jogos não correspondeu com as minhas expectativas. Basicamente eu esperava um irmão perdido do SNES cheio de pérolas perdidas, mas encontrei foi aquele primo feinho, mas cheio de histórias para contar.

    Esse Comix Zone sempre me despertou o interesse desde então. Se trata de um jogo de Mega em que você controla um personagem por páginas de uma história em quadrinhos de ação, como algo da Marvel dos anos 90.

    Não lembro exatamente como foi conhecendo esse título, mas sempre o vi em todos os lugares, esquecia, lembrava novamente, esquecia novamente. Cheguei a o iniciar quando comprei meu primeiro PSP e com ele veio a coletânea de jogos "Sega Genesis Collection" em mídia física (até hoje tenho ela), mas acabei deixando de lado e adivinha só...Me esquecendo!

    Não que não seja um jogo memorável mas por algum motivo não me lembrei de o adicionar à lista de pendências e nem o baixei para o PSP anteriormente, e acabo me focando muito lá quando o assunto é "jogos de Mega para jogar".

    Vi um cara aleatório jogando isso no Facebook e lembrei que tinha que liquidar essa pendência. Porém eu estava meio traumatizado com a primeira experiência até hoje, anos depois...

    Cheguei a cogitar pegar a versão de GBA ou simplesmente usar códigos de trapaça para dar uma ajudinha então resolvi dar mais uma chance à CZ!

    Ao iniciar o jogo, a apresentação da tela título é meio estranha. O chip de som do Genesis é muito estranho e até feio, ao meu ver. Parece que estou jogando um console de camelô. A música em si não é legal, feliz e parece algo super infantil e...Pera aí, ficou legal! Meio metal! Legal!

    O enredo conta como esse desenhista, Sketch, é puxado para dentro de sua própria HQ pelo vilão e lá ele enfrentará suas próprias criações em seus próprios cenários.

    Se tem algo que CZ não peca desde o começo é o seu visual. Lindíssimo e simula muito bem a sensação e os visuais de estarmos mesmo vendo uma HQ em nossa frente. Seja nos quadrinhos divididos na tela, seja nas cores usadas para colorir a tudo. Que jogo bonito!

    O gameplay em si é meio estranho. Você anda e mete a porrada ao maior estilo beat'em up só que muitas vezes a sensação é de estar num jogo de luta ruim, tipo um Shaq Fu já que muitas vezes o combate é 1x1 e a movimentação é em um único plano (sem permitir que você ande para cima ou baixo como em Streets of Rage). É possível pular, dar voadora e fazer uns combos.

    Existe uma boa diversidade de inimigos, geralmente criados pelo vilão que trocou de lugar com você e está criando os obstáculos de fora da revista. A grande maioria é só ficar apertando o botão de golpear sem parar e rezar para que eles não defendam, mas muitas vezes é inevitável, mesmo variando muito os combos que nada passe pelas defesas intermináveis e você ainda tome dano no meio da porradaria.

    É muito comum que você vença um inimigo e logo outro igual seja desenhado em seguida, e depois outro. Meh.

    Fora os socos e chutes é possível usar itens no combate. Alterne entre os três com o botão C e o uso com o mesmo dos golpes. Os itens são encontrados pelos cenários e causam muito dano aos monstrengos, mas não são tão comuns assim.

    Além de confrontar a galera na violência você anda pelas histórias de forma relativamente livre pois em diversos momentos você escolhe se segue para o quadrinho da direita ou desce para o de baixo. Apenas muitas jogatinas e experiência vão te ensinar o que te espera por cada caminho.

    Muitos quadrinhos tem puzzles ou coisinhas que devem ser feitas, como arrastar uma caixa para alcançar a saída. Alguns tem armadilhas e até segredos que podem ser encontrados ao usar seu ratinho amigo. Todos os cenários são legais e muito convincentes e alguns você pode interagir como os rasgando. Legal demais.

    Gosto ainda de como os personagens estão sempre conversando e interagindo entre eles por meio de balões na tela. Sério, eu não consigo enaltecer o bastante o visual e a premissa desse jogo. Definitivamente merecia uma sequência ou remake (mais do que muita coisa aí).

    Porém, nem tudo é incrível e para mim o jogo tem uma falha grande: a dificuldade alta (mais uma vez). Cara, qual o problema dos jogos de Genesis?

    Entenda bem: dificuldade alta não é necessariamente algo ruim, mas tem que ser bem feito. Eu não quero ter que refazer seções inteiras só porque sim. Só porque o jogo não oferece cura o bastante ou tomo muito dano com qualquer soco. E infelizmente esse é o caso aqui. Você está se divertindo e de repente morre e volta tudo e até aí ok, mas logo vem o Game Over e você estará de volta à tela título. Quanta maldade!

    A campanha tem apenas 3 cenários, sendo que cada um tem duas fases, totalizando 6 mini aventuras. O que mais te atrasa são as batalhas pois, como eu disse, criam inimigo atrás de inimigo muitas vezes, como se quisessem mesmo adicionar tempo e desafio ao jogo.

    A dificuldade está em sobreviver. Qualquer dano na batalha já remove bastante da sua vida. Depois você cai numa armadilha, explode uma bomba e pronto, 2% de HP restantes que você vai perder num combate próximo quando um inimigo decidir causar dano durante seu combo.

    E isso quando você não morre instantaneamente caindo num buraco, por exemplo. CZ seria sensacional com vidas infinitas (sendo que você volta mesmo ao início do estágio ao morrer) no estilo Castlevania: Rondo of Blood ou ao menos com menor perda de vida para qualquer dano. Jesus, até mais fontes de cura eu estou aceitando!

    Mas todo jogo da época tinha que te fazer perder e refazer estágios. Para durar muito tempo com você, né? Para compensar o valor pago e mascarar as curtas campanhas. A locadoras daqui adoravam ver você alugar o jogo vinte vezes para os terminar, haha.

    Um fator que me fez perder a paciência com o jogo foram as sacanagens dele mesmo. As vezes havia um alçapão que eu descer, eu morria e coisas assim. Tinha uma sala com lava entre você e outra plataforma com uma alavanca que abria a saída. Tentei pular de todo jeito mas não tinha como! O que eu tinha que fazer? Vi no YouTube: ou ter um item específico e o lançar para abrir a porta ou usar o meu amigo rato para abrir uma rota secreta no painel anterior (detalhe: não tem como retroceder painéis).

    Resultado: código para seleção de fases para não ter que re-jogar tudo só para chegar naquela fase. Zero arrependimento e recomendo o mesmo.

    Resumindo: Comix Zone é um jogo com uma premissa muito interessante, mas que não envelheceu bem na questão jogabilidade e experiência como um todo, fora os visuais. Infelizmente sem códigos fica muito complicado avançar pois os inimigos são imprevisíveis e mesmo com bastante experiência, há sempre um grande desafio à sua espera. Mesmo para quem for o jogar de forma justa, prepare-se para aprender os cenários e rotas depois de muita falha e saber como reagir em cada painel das fases.

    De bom: visuais lindos. Premissa sensacional. Gosto dos personagens e do mundo do jogo.

    De ruim: dificuldade meio sacana e injusta as vezes. Muito fácil morrer e dar Game Over. Sem opção de dar uma facilitada por padrão. A dificuldade esconde um jogo bem curto e pouco inovador dentro dele mesmo e que eu dificilmente jogaria novamente. Odeio as armadilhas e sacanagens no geral.

    No geral, acredito mesmo que CZ se beneficiaria muito de um remake com mecânicas mais modernas e fluídas e a tecnologia poderia inclusive fazer página mais realistas e belas sendo feito por um bom estúdio. Esse jogo merece! No mais, um bom jogo com uma experiência capenga. Vale a pena dar uma conferida!

    Comix Zone

    Platform: Genesis
    1966 Players
    55 Check-ins

    17
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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse também é uma pendência minha. Do pouco que joguei, achei difícil bagarai.

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      hyuga · about 1 month ago · 2 pontos

      eu só consegui brincar nele com código de vida infinita por que saporra é difícil

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      O mega tinha uma pegada de arcade caseiro e o lance de desafiar os jovens, dai quase todo jogo tinha alguma safadeza oculta pra ferrar o jogador, na maioria das vezes pra disfarçar a curra duração, o caso do CZ por sinal. Da pra zerar em 30min se tiver as manhas.

      Da uma olhada em Robocop vs terminator qq hora ja que curte contra. É um dos meus favoritosdo mega (mas bem dificil sem usar cheats tbm)

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-08-21 09:30:16 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Contra Hards Corps

    Zerado dia 20/08/22

    Na época do SNES vs Mega Drive a Konami fazia uma coisa bem curiosa: lançava jogos diferentes de grandes franquias ao invés de apenas portar um mesmo jogo para os dois hardwares. Foi assim com Turtles in Time versus Hyperstone Heist, Castlevania IV versus Bloodlines e Contra III versus Hard Corps.

    Que época louca, hein? Só coisa grande para ambos os lados! Será que alguém nesse período já chegava ao ponto de adquirir ambas as plataformas para desfrutar de tudo isso?

    O fato é que o Sega Genesis não fez tanta parte assim da minha vida. Na infância um primo meu era meio Seguista e falava muito bem de Sonic. Íamos nos fliperamas para jogar mas eu não achava essa Coca toda não. Em outras oportunidade cheguei a conviver com o console da Sega (mesmo sem saber o nome) e jogar um bocadinho de coisa bem por cima (como Altered Beast), mas eu realmente não via a graça de jogar essas coisas.

    Há poucos anos tenho me aberto à mais plataformas depois de eras focado na Nintendo e um pouco de Playstation e PC. No caso do Genesis era mais "complicado" pois era um console antigo e que exigia emulação. Fora que eu ainda tinha que descobrir que jogos como Contra Hard Corps (CHC) existiam. Por muito tempo não vi muito motivo para largar, sei lá, o meu Wii U, 3DS e PS3 e ir baixar um emulador.

    Felizmente vários amigos me abriram os olhos para clássicos tanto do Mega quanto do Master System e venho jogando e conhecendo as coisas a fundo com o tempo. O Genesis cresceu muito no meu conceito, mas não vou mentir que me decepciono bastante com vários jogos famosos. Muita coisa simplesmente não envelheceu bem.

    Resolvi ir atrás de CHC pois além de ser algo curto, eu já terminei a grande maioria dos títulos da franquia clássica (falta o Forces) mais alguns outros mais modernos (acredito que vou deixar passar os de PS1). Modéstia aparte, eu fiquei bom na franquia e muito confiante.

    Há uns poucos meses iniciei o jogo, joguei o primeiro estágio e simplesmente deixei para depois.

    CHC é bem o run 'n' gun esperado e com aquela temática futurística/alienígena da franquia naquela geração. Uma coisa que eu percebi cada vez mais é que ele tem um lado mais robótico ou Exterminador do Futuro/Robocop ao invés da clássica temática das Forças Armadas americanas em cenários de guerra como florestas e afins. O mundo aqui é mais cyberpunk ou sei lá. Os inimigos mesmo são mais máquinas.

    Os visuais são...Um pouco abaixo do esperado, bem mais simples do que eu lembrava quando joguei ontem. Na verdade eu acredito que estava com muito do Blazing Chrome na mente e acabei recebendo um jogo bastante aquém do SNES. A maior parte das vezes senti que seria algo que rodaria até num NES, para ser sincero. Não que isso seja um problema.

    Nessa minha nova jogatina, eu lembrei porque eu deixei o jogo de lado anteriormente: ele é bizarramente difícil! Ou seria injusto?

    Tem sempre aquele monte de inimigo entrando na tela enquanto você corre, atira pra frente, para e atira para trás, mira e atira diagonalmente num inimigo numa parte superior da tela. Porém esse jogo parece ter um foco maior em chefes. Você mata uns caras, acha um sub-boss, o derrota, anda mais um pouco, outro sub-boss e depois de um pouco de outros desafios, um boss. São muitos!

    E diferentemente de um Mega Man da vida, esses chefes demoram demais para serem destruídos quase sempre e mesmo quando aprece que finalmente acabou, vem uma nova forma. Cara, é tenso! E isso vindo de alguém que normalmente acha Contra até justo e que insistiu muito para terminar o 4 no DS, que é bem tenso também. CHC está em outro nível!

    Eu apanhei muito mesmo na primeira fase e mesmo sabendo o que fazer para derrotar seu chefe, que ainda assim era bem imprevisível! Lembrei que na época os jogos eram mesmo difíceis (talvez nem tanto) e que há uma necessidade GRANDE de experimentar, aprender, decorar os estágios e seus chefes. Infelizmente tive que apelar para o savestate pois não tenho mais paciência para dar Game Over a cada duas mortes e re-jogar mil e uma vezes a campanha. Na infância esse jogo teria durados muitos meses comigo e possivelmente nunca o teria terminado para voltar pro Donkey Kong Country 3 ou algo do tipo.

    Mesmo com o savestate não foi uma tarefa fácil, mas isso porque não os faço com frequência e esse primeiro chefe mesmo eu devo ter enfrentado umas 20 vezes! Será que eu sou tão ruim assim, haha?

    Tem momentos que o hitbox é bem duvidoso ou que você tem que se posicionar perfeitamente num lugar para não morrer. E olha que quando encostada num oponente te mata!

    Fora a dificuldade bizarra, CHC traz muitas novidades positivas para a franquia. Primeiro que há muito enredo no jogo desde o briefing das missões como  acontecimentos nas fases que geram diálogos e até escolhas. Escolhas essas que te levam para diferentes ramos da campanha e com diferentes consequências.

    Ir atrás do vilão ou ir defender o laboratório dos ataques? Você decide qual será a próxima fase. E olha que elas são bem diferentes entre elas, com chefes exclusivos para cada rota e tudo mais. Pelo o que eu entendi, pelo menos 3 jogatinas seriam necessárias para ver tudo!

    O jogo ainda introduz a possibilidade de escolher diferentes personagens (4 no total) sendo que cada um deles tem diferentes armas! Super legal!

    E nesse jogo você tem 4 slots de armas para cada personagem, ao contrário dos dois do Contra III, por exemplo. Normalmente você encontra armas nas fases e decide se as recolhe e substitui as que possuir, mas aqui não, você sempre poderá ter as 4 armas dos personagens (desde que as colete). Um dos três botões do controle do Mega Drive alterna entre elas e você decide qual usar com o risco de a perder caso morra.

    Na minha jogatina inicial eu joguei com o cara que apareceu primeiro e seu arsenal consistia no Laser, Spread, Homing e um lança-granadas. Depois que terminei a campanha e decidi jogar outra rota, fui com outro personagem (meio que um lobisomem) e suas armas eram completamente diferentes e aparentavam ser bem melhores!

    Infelizmente não cheguei a ir tão longe nessa segunda campanha (fiz duas de seis fases). Porém o caminho diferente que segui foi mil vezes mais interessante do que o que eu joguei inicialmente!

    Uma última diferença e algo que parece inicialmente bobo mas que é bem útil é que você pode rolar em CHC, uma mecânica que ignorei por muito tempo. Basta agachar e apertar o botão de pulo.

    No final da campanha uns chefes atacam e se moviam de um jeito que me fazia coçar a cabeça sem saber como evitar a morte e a resposta estava aí: rolar! As vezes eles atacam e só deixam espaço para ficar abaixado mas logo encostam em você se ficar parado ou se levantar. Se soubesse disso antes o jogo teria sido mais dinâmico e possivelmente mais fácil. Isso e o lance de escolher outros personagens, além de que jogar em dois jogadores deve sim ser mais tranquilo visto que não há estágios de rolagem vertical.

    Também tenho que mencionar que algo que me animou de recomeçar o jogo foi a possível existência de códigos de trapaça para vidas que vi no Gamefaqs.com, mas depois percebi que era para a versão japonesa. Tentei ainda o código Konami e não deu certo e o menu de opções só permite dificultar as coisas mais ainda. Fiquei com preguiça de procurar por mais ajudas na internet para a versão USA.

    Resumindo: Contra Hard Corps é legal e faz jus ao nome por ser bem HARD, mas não vi isso de uma forma positiva nesse jogo. Muitas adições foram feitas à simplicidade da franquia e tudo isso é bacana, mas a experiência em si demanda muita paciência para lidar com ataques inimigos imprevisíveis e frustrantes e muita decoreba para saber como lidar com os obstáculos, onde se posicionar numa situação de morte  instantânea e o quê pensar quando você morre porque o projétil inimigo desaparece dentro dos seus ou um tentáculo te acerta de longe e você sabe que o pulou.

    De bom: enredo e escolhas deixam o jogo mais vivo, variado e aumentam demais o fator replay. Personagens diferentes em estética e armas para você escolher. Para até dois jogadores. Mecânicas novas adicionadas como bifurcações no seguimento da história, armas exclusivas para os personagens e que você não tem que ficar decidindo quais duas levar, rolagem. Muitos chefes e eu sempre gosto de chefes.

    De ruim: Os chefes demoram demais para morrer e geralmente sempre apelam quando parece que você venceu. Dificuldade um tanto alta demais e frustrante pela quantidade de desafios e hitbox meio estranho. O jogo demanda muita tentativa e erro até pegar o jeito e se você o jogar sem savestate ou ajudas do tipo, pode preparar uns bons dias de jogo para cada rota até decorar tudo. Esperava mais da parte visual, que é bem simples.

    No geral, o jogo é maneiro mas não o colocaria entre os meus Contras prediletos. Por outro lado, com as diferentes rotas e personagens somados à possibilidade de jogar em dois jogadores fazem com que CHC continue no radar e seja atualmente o único que eu re-jogaria, inclusive com amigos. Jogo ok.

    Contra: Hard Corps

    Platform: Genesis
    766 Players
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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Caramba man, ok o visual do jogo nao te atradar tanto (normal pra quem ta acostumado com a paleta do snes) mas dizer que tem parte que lembra o nes foi exagerado. Os gaficis sao muito bons, gosto mais do edtilo visual dele do que contra 3 pra ser cincero.

      As decisoes alem de mudarem as fases alteram is finais tbm, tem 5 se me lembro, incluindo um galhofa e um q vc termina na fase 3. Replay gigante.Nunca zerei, nem com savestate XD

      A versao us é sinistra na dificuldade. Nao tem cheats e os continues sao limitados. A japa é muito mais amigavel. No switch da pra mudar a regiao da rom nao?

      O boss da fase 1 tem um macete ridiculo: basta ficar no meio da tela atirando pra cima que ele nao te acerta.hehe

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse se tornou meu Contra favorito depois que zerei ele. Ele é ultra apelão, mas é muito foda e super frenético.

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      realgex · about 1 month ago · 2 pontos

      Nessa 4a geração, vamos assim dizer, primeiro eu tive o Mega Drive. Daí, um tempo depois, eu comprei o Snes. Por que ? Porque eu queria jogar demais Jurassic Park no Super Nes que eu achava fantástico (que não sei como, eu acabei no videogame) e Starfox, que, apesar de não ser lá grande coisa, o Mega não tinha nada igual. Óbvio que cada videogame sempre teve seus exclusivos na época, mas era muito bacana, mesmo assim, ter os dois. Eu era rico e não sabia... kkk !

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-08-13 01:17:10 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Revenge of Shinobi

    Zerado dia 13/08/22

    Mais um jogo da saga Shinobi terminado esse ano! Terminei o III há uns meses achando que seria mesmo o terceiro lançado, mas depois descobri que havia pulado alguns outros, incluindo uns de Game Gear (que não devo jogar) e The Revenge of Shinobi.

    Eu nunca coloquei esse jogo na minha lista de pendências urgentes, mas de fato eu tenho uma história de longa data com TRoS pois eu o joguei um bocado na infância na casa do meu primo (que morava ao meu lado). Ele tinha um NES apenas com Super Mario Bros. 3 que amávamos e uma vez na vida e outra na morte emprestava o console em troca de ficar um tempo pelo que aparentemente seria um Sega Mega Drive/Genesis. Não lembro de muita coisa pois isso deve ter sido lá para 1995 ou 96, quando eu era bem molequinho, mas lembro que jogamos esse daqui e California Games.

    Eu achava o jogo do ninja maneiro, mas definitivamente não era um jogo para a nossa faixa etária. A temática era mais séria e o desafio bem mais alto do que estávamos acostumados. E na verdade eu não gostava muito daquele console. Achava as cores meio feias, os gráficos nada carismáticos e tudo mal feito, zoado demais. Visão essa que demorei para mudar (mas ainda acho o SNES muito superior em diversos quesitos).

    Apesar de não progredirmos muito, sempre dávamos mais uma jogada no Shinobi até finalmente pegar o NES de volta e passar a tarde zerando Mario 3 pela bilionésima vez.

    Depois disso eu acho que me esqueci completamente desse jogo até dar uma pesquisada na franquia Shinobi querendo ir atrás de terminá-la. Basicamente podemos dizer que o jogo ficou uns 24 anos em standby, haha.

    Voltando a jogar agora, fiquei bem contente em saber que duas horinhas eram o bastante para o terminar. Ainda dei a sorte de ter que pegar ônibus duas vezes por longos trajetos hoje e deu para ir atrás da pendência calmamente.

    TRoS se abre com uma animação bacana do ninja da tela título se mexendo e refletindo shurikens com a sua espada. Muito bacana! Vou dar uma olhada nas opções e havia a opção de baixar o nível de dificuldade (o que não fiz) e aumentar o número de kunais suas (esse eu aumentei ao máximo, 90). Nesse jogo você derrota os inimigos atirando essas kunais de longe como você atiraria em jogos como Super Metroid ou Super Turrican, diferentemente de Ninja Gaiden que é mais focado em ataques mais próximos através de sua katana.

    O problema é que esse número de ataques é finito por algum motivo e embora tenham mais pelos cenários para reabastecer, no final da aventura eu tive muitos problemas por causa disso (sem kunais ele só ataca com uma faquinha de perto).

    Já na primeira fase, dei uma testada nos controles. E eu sempre esqueço como era o controle do Mega Drive, com apenas 3 botões frontais e nada mais. A, B e C. Um para pular, outro para atirar as kunais e o último para ativar uma habilidade especial. Nada de Select, L ou R.

    O botão Start, além de pausar o jogo, ainda permite trocar a habilidade especial para poder ser usada já que por padrão ele usa a do raio, ficando invencível, mas há outras como pulos maiores e ataques que acertam a toda a tela.

    É perceptível como o jogo é um ponto de transição entre os dois primeiros jogos da franquia Shinobi com o que seria a ser o 3. A movimentação ainda é lenta e meio dura e muitos inimigos são meio injustos, mas os visuais são muito legais e a série ficou muito mais estilosa e boa de se olhar. O 3 basicamente adicionou mais movimentação e dificuldade.

    Mas TRotS não é um jogo fácil. O primeiro estágio mostra isso bem com inimigos que mal aparecem na tela e já te atacam e demandam rápidos reflexos do jogador. Mas a temática tradicional japonesa e a nostalgia de volta àqueles lugares estava muito confortável. E depois que você pega o jeito nem é tão difícil assim, só requer um pouco de decoreba para atacar rápido os inimigos com base em suas posições, tipo um Contra, mas sem o respawn infinito.

    Nesse jogo há apenas 8 estágios, sendo que cada um deles segue a seguinte lógica: 2 fases + 1 chefe.

    A primeira fase costuma ser um pouco mais light e a segunda está lá para testar sua paciência. Muitos inimigos e mortes injustas, como ser jogado no buraco ao tomar um dano qualquer, prometem arrancar boas vidas suas. É daqueles jogos para se jogar mil e uma vezes.

    Percebi que nunca havia terminado essa primeira fase. Acho que chegava no chefão e morria por lá mesmo.

    Passei, mas com um pouco de dificuldade de me adaptar à dificuldade do jogo e a jogabilidade mais lenta depois do 3. Deu até uma preguicinha de terminar e pensei em fazer isso ao longo de uma semana, mas eu realmente peguei o jeito e fui destruindo na campanha. Também não minto que usei do auxílio do savestate, mas não faço isso a cada pulo que dou, mas sim depois de passar de grandes desafios, como um checkpoint merecido que poderia muito bem ser do próprio jogo.

    As fases seguintes me decepcionaram um pouco ao deixar a temática ninja dos cenários para trás e embarcar em lugares nada a ver, como prédio de Nova Iorque, bases militares e assim por diante.

    O 3 tem um pouco disso, mas sempre me senti em lugares tecnológicos japoneses. Esse daqui parece seguir uma premissa mais Hollywood 80's, como um filme da Sessão da Tarde da época, e isso realmente quebrou bastante o clima da experiência pra mim.

    O jogo foi indo e foi ficando mais irritante. Inimigos posicionados em lugares inesperados e que já atiram a aparecer na tela, te dando pouco tempo de reação e sua vida é consumida muito rápido. Tenso.

    Mas é aquilo, não é ruim e está indo rápido. Chegaram momentos que parecia que eu estava enfrentando um chefe depois do outro!

    Uma coisa super bizarra é que um chefe é nada mais nada menos que o próprio Homem-Aranha! What? Matei ele e veio um demônio para eu enfrentar. Que coisa mais viajada!

    Mais tarde descobri que aparentemente esse demônio era originalmente o Batman. Que loucura! Mais louco que isso é que esses dois são justamente meus heróis favoritos, e olha que nem curto muito toda essa coisa de Marvel e DC.

    Logo cheguei na última. Até que foi rápido e mil vezes mais tranquilo que a campanha do 3.

    Porém essa última fase deu um trabalhão da preula! Ela é um labirinto da mesma forma que o 3 seria também em seu final. É um labirinto bem cruel, longo e cheio de portas que te voltam muitas posições em seu progresso, difícil de fazer um mapa mental.

    Já o último chefe é um chato! Cheio de ataques difíceis de prever e que te matam rápido enquanto ele demora a cair. Há ainda uma menina prestes a ser esmagada pelo teto que desce e você pode tentar salvá-la enquanto luta para conseguir o melhor final. Esse final eu não fiz por preguiça da batalha, mas acabei vendo na internet. Ambos consistem em uma imagem apenas e são sem graça, mas com certeza o dever moral e a curiosidade + desafio acendem aquela chama de ir tentar fazer o final definitivo!

    Resumindo: The Revenge of Shinobi é disparado o melhor da série até então e embora ele não seja tão caprichado e estiloso quanto o 3, achei que ele é uma experiência mais justa e totalmente jogável com pouco tempo de replay e costume, diferentemente de seu "sucessor" que é bem tenso as vezes.

    De bom: bons visuais. Jogabilidade simples e funcional. Gosto dos chefes, fora que alguns são famosos do cinema!

    De ruim: alguns momentos frustrantes. Odeio a mecânica de pulo duplo que as vezes sai e as vezes não da franquia. Achei que a temática ferra demais levando o personagem à ambientes americanizados.

    No geral, gostei bastante e chegaria a recomendar ele ao invés do 3 a depender da pessoa a quem eu estaria o recomendando. Curiosidade: há um jogo com quase o mesmo nome totalmente sem ligação com ele no GBA! Bom jogo.

    The Revenge of Shinobi

    Platform: Genesis
    1924 Players
    25 Check-ins

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      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Caramba, como assim recomendaria mais ele que o 3 homi? Shinobi 3 é facil top 3 de jogo de açao plataforma do mega. A evoluçao foi absurda e é muito mais legal de jogar mesmo sendo bem dificil no final.

      O pulo duplo frustra demais pq so aciona se apertar o botao no ponto exato. Eu sempre errava.

      Aqui na epoca ninuem jogava sem o cheat de shuriken infinita. Era bem simples de fazer e ficar sem elas era muito ruim.hehe

      O lance ee ninja americanizafo era moda nos anos 90.

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      jcelove · about 2 months ago · 1 ponto

      Caramba, como assim recomendaria mais ele que o 3 homi? Shinobi 3 é facil top 3 de jogo de açao plataforma do mega. A evoluçao foi absurda e é muito mais legal de jogar mesmo sendo bem dificil no final.

      O pulo duplo frustra demais pq so aciona se apertar o botao no ponto exato. Eu sempre errava.

      Aqui na epoca ninuem jogava sem o cheat de shuriken infinita. Era bem simples de fazer e ficar sem elas era muito ruim.hehe

      O lance ee ninja americanizafo era moda nos anos 90.

  • sociedadenerd Sociedade Nerd
    2022-07-31 19:38:29 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-18 13:01:00 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sonic Generations

    Zerado dia 18/07/22

    Quase terminando a minha lista de prioridades mas sigo insistindo em começar e zerar jogos por fora dela. Ao menos estou jogando o que quero ou gosto!

    Sonic Generations é um daqueles jogos que tinha vontade de jogar desde muito tempo mas com tantas outras coisas surgindo, acabo deixando para depois aqueles títulos que tenho certeza que vou gostar, não importa quando eu jogue (alguns jogos só começo mesmo quando bate a vontade). Cheguei a jogar a versão de 3DS de SG há quase 7 anos atrás e mal me lembrava da experiência! Fui até reler meu post da época e vi umas coisas na internet por não me lembrar MESMO (foi um jogo bem curto e rápido, como o Sonic gosta).

    Com o Xbox 360 agora na sala de estar pro filho do meu padrasto, que tem morado conosco, poder jogar, achei que passaria um bom tempo sem nem encostar nele. Mas fui ver o tanto de mídia pirata que comprei e não joguei, algumas são até muito bem produzidas, e me fez foi dar uma mega vontade de maratonar o console. Asura's Wrath, The Evil Within, Dead Rising, Lollipop Chainsaw etc etc etc. Mas poxa, eu também posso jogar a maioria dessas coisas no futuramente desbloqueado PS3 sem nem esquentar com os problemas que volta e meio tenho tido com jogos que a mídia não funciona e tals. Talvez eu devesse aproveitar e focar nos exclusivos e deixar o console pra lá em seguida. Mas também tem a questão de fazer o outro desbloqueio e poder jogar os títulos do primeiro Xbox! Muitas dúvidas!

    O Sonic Generations parecia brilha na minha frente. Tinha certeza que seria muito legal e até estava na caixa todo bonito, da época que as falsificações do 360 eram caprichadas e bem mais próximo do visual original (agora é uma mídia vagabunda toda branca dentro do encarte da pior qualidade dentro de um plástico estilo DVD de filme piratão mesmo).

    Fui iniciar essa lindeza que dá até vontade de deixar na estante e depois de jogar umas fases, o jogo fechou sozinho. Tentei novamente e novamente e até consegui ir além uma hora, mas fechava uma hora ou outra. Tive meus problemas com jogos físicos piratas no console recentemente e não sei se é o leitor (alguns parecem funcionar de boa), mas tô apostando mesmo em mídias antigas que ficaram esquecidas no armário e gravações ruins desses jogos. Ao invés de fazer como o Watch Dogs e comprar logo a mídia digital pirata, comprei duas mídias para gravar e, se desse certo na primeira tentativa, poderia ainda baixar um outro jogo qualquer. Bem, não funcionou em nenhuma das vezes, mas a segunda tentativa ao menos permitiu fazer algo que nenhuma outra fez e algo que eu esqueci que o Xbox fazia: instalar o jogo no HD.

    Pareceu dar certo, mas deu ruim bem mais pra frente e um erro diferente. Pesquisei na internet e bizarramente achei um vídeo de um cara resolvendo o erro tão específico e a solução consistia em por um CD de música no console, copiar uma faixa qualquer, por essa música para tocar (e deixá-la no mudo para não ficar ouvindo durante a jogatina) e finalmente iniciar o jogo. E como todos os demais relatos nos comentários do vídeo, funcionou!

    Bem, a aventura em SG é muito interessante desde o início, em que tudo quanto é personagem do bem da franquia (quase todos) estão fazendo um piquenique de aniversário do Sonic. Aqui você vai ver desde a galera clássica dos primeiros títulos da franquia, passando por aqueles dos Adventures, Heroes, Advance, Rush... Fan service do bom!

    Então o enredo se desenrola com a aparição de uma criatura que sequestra todos os personagens, fora o Sonic, por uma fenda de tempo-espaço e meio que une os "universos" do ouriço antigão barrigudinho com os do edgy protagonista do Dreamcast em diante.

    Em seguida você estará no primeiro mundo e com a opção de navegar pelo hub de seleção de estágios sidescroller e jogar o primeiro estágio, Green Hill Zone.

    Neste jogo você tem dois Atos para cada estágio sendo um com a jogabilidade sidescroller clássica e exclusiva do barrigudinho e outro que mistura todos os elementos que conhecemos dos Sonics 3D.

    Eu não me dei conta imediatamente mas esse primeiro mundo e suas 3 fases são todos baseados nos primeiros Sonics de Mega Drive. Acho que isso se deu por dois motivos: primeiro que eu confundo demais os Sonics daquela época, sobretudo o 2 e 3, e segundo porque os Atos 3D, do Sonic moderno, combinam bem com tudo.

    Mas é aquilo, os do barrigudo são um pouco mais lentos, as vezes demandam cuidados, muito platforming, paciência para que o cenários se movimente e te permita prosseguir, essas coisas. Já o moderno é uma loucura sem fim, correndo a mil por hora, homing attack, muitas habilidades, muitas vezes o jogo se joga sozinho. Mais pra frente tive um pouco de problema com algumas fases 3D, coisa típica da série, mas não chegou a estressar (até hoje estou traumatizado com os estágios finais do Heroes).

    Depois de terminar os dois Atos dos 3 estágios, aparecerão portas extras no hub com desafios.

    Essa parte é meio estranha. Cada estágio tem uns 4 desafios relativos a ele e você precisa fazer ao menos um de cada para desbloquear uma chave. Juntar 3 chaves é obrigatório para prosseguir no jogo, o que é esquisito pois depois de terminar as fases a aventura não continua mais.

    Existem vários tipos de desafios e são todos rápidos, mas nesse primeiro mundo eu fiz apenas os de corrida, que envolvem correr contra o outro Sonic até a linha de chegada. Outros desafios incluem: terminar a fase sem coletar anéis, coletar os chao mais rápido que a Cream e terminar a fase, usar um poder da Blaze para abrir paredes de fogo. Na prática são até legais e o melhor é que costumam ser versões menores dos estágios normais, então você não ter que fazer nada com aquela sensação de repetição.

    Para ser sincero, a maior parte das fases comuns são bem curtas e o jogo em si flui até rápido.

    Além dos desafios se abre um estágio opcional de Rival que é como um boss. O rival do primeiro mundo é o Metal Sonic e o estágio é bem ao estilo de que era na época: uma corrida com porradaria. Muito legal e vale a pena fazer por diversos motivos!

    Com as três chaves é possível abrir o estágio do chefe do mundo. Eu estava achando não ter nenhum chefe ao terminar ambos os Atos de cada estágio.

    Esse chefe é mesmo ao estilo antigo, batendo com o Sonic quando o oponente te dá a chance etc. Todos os chefes são remakes de jogos anteriores. Bem, eu já mencionei que SG é fan service, mas é muito mesmo e de uma forma incrivelmente bem feita!

    Se abriu assim o segundo mundo, com mais 3 estágios, agora com foco nos jogos da geração Dreamcast. Cara, como eu amei a versão de City Escape (mesmo com a OST sendo meio que cover)!! E eu tinha me esquecido de como a trilha sonora dessa franquia é sensacional (te amo, Seaside Hill e Open Your Heart).

    Por serem estágios da época 3D do Sonic a vontade era de jogar só com o Sonic moderno! Mas as versões sidescroller desses mapas ficaram bem bacanas também.

    E lá se foram mais 3 estágios e seus dois atos, cada. Depois 3 desafios quaisquer, uma batalha de rival e um chefe até finalmente abrir o terceiro e último mundo, baseado na fase mais moderninha (pelo menos até então) do Sonic 3D. Aqui o jogo me perdeu um pouco, mesmo sendo ainda bem bacana, pois o desafio aumentou, assim como a duração dos atos e eu não joguei nenhum dos jogos originais: '06, Unleashed e Colors!

    Mas gostei como a dificuldade foi aumentando pois o primeiro mundo chegou a ser bem besta enquanto aqui eu estava perdendo muitas vidas e algumas fases demoraram 10 minutos (antes mal chegavam a 3).

    Terminado o terceiro mundo é possível abrir o chefe final caso você tenha todas as Chaos Emeralds (que aqui são bem fáceis de conseguir). Esse chefe final é confuso e irritante, parecendo algo tirado do Heroes de tão zoado. A pior parte de SG, sem dúvidas, se não for a única ruim.

    Resumindo: Sonic Generations é uma baita de uma experiência e sua qualidade dobra se você for familiarizado com a franquia e, sobretudo, os jogos aqui abordados. O jogo é obviamente puro fan service, mas feito de uma forma muito bem pensada e saudável. É quase como uma recompensa por ter aturado o ouriço em tantos jogos frustrantes anteriormente e ainda estou me questionando se gosto mais dele ou do Mania como melhor da série.

    De bom: lindos visuais. Jogabilidade certinha com ambos os Sonics. Bom nível de desafio. Fan service de primeira e, para mim, as fases da geração Dreamcast já valeram toda a experiência. Sem muito diálogo. Bastante conteúdo. Jogo muito caprichado.

    De ruim: senti um pouco da irritação em algumas fases 3D, típico da franquia. Alguns chefes/desafios são confusos e o desafio final é bizarro demais.

    No geral eu gostei demais e tá ficando complicado decidir quem vai ou não para o meu Top 10 no final do ano. Eu tinha mencionado no post da versão de 3DS que havia conteúdo para um Generations 2, mas a verdade é que nessa versão principal de Generations já tem tudo o que eu precisava! Senti ainda que o Forces tentou reutilizar bastante dessa ideia, mas aqui é tudo melhor. Ótimo jogo! 

    Sonic Generations

    Platform: XBOX 360
    1536 Players
    59 Check-ins

    12
    • Micro picture
      xch_choram · 3 months ago · 2 pontos

      Gosto muito desse tbm, reuni muita coisa boa da serie em um jogo só, pena que eles insistem em ir pra um outro lado com o Forces e o Frontiers.

  • rotcivsette Victor
    2022-07-02 15:39:24 -0300 Thumb picture

    Teoria da Timeline de Alex Kidd

    Depois de zerar todos os jogos da série (pelo menos uma versão de cada), me deu vontade de teorizar uma timeline, já que quase não se encontra nada por aí sobre o folclore de Alex Kidd.

    Lembrando que é só uma teoria de como os eventos se desencadearam, até porque tem pouco material oficial. A seguir vou dar minha explicação para a teoria de forma resumida e casual. Mas pode comentar qualquer informação nova, talvez me ajude a polir mais ainda essa teoria.

    Algo que é dito no primeiro jogo (Miracle World) pelo próprio St. Nurari é que Alex Kidd foi sequestrado antes dele o adotar e o treinar na arte do Shellcore.

    Igul é o protagonista de Pit Pot , isso é oficial, visto que eles carregam o mesmo nome (inclusive a princesa Lora) e os acontecimentos do Miracle World são logo após Igul ter a resgatado e casado com ela nos eventos de Pit Pot.

    Em Miracle World, Alex descobre seu passado, salva seu irmão e cunhada (que já havia salvado sua mãe) e derrota o Rei Janken, impedindo a invasão e dominação dos Paperockianos em Áries. Se isso não bastasse, ele também desfaz a maldição do Rei Janken que transformou todos os cidadãos do reino de Radaxian em pedra.

    BMX Trial vai entre Miracle World e Enchanted Castle (o de Mega Drive) porque o Rei Thunder, pai de Alex, não havia sido resgatado ainda, dada sua ausência na sala do trono do final do jogo.

    The Lost Stars vem depois de Enchanted Castle porque na história o Alex foi em busca de novas aventuras depois de salvar seu pai. E eu teorizo que ele recrutou a Stella (player 2 da versão de Arcade) para aprender com ele. Ela se veste semelhantemente a ele e usa as mesmas técnicas. E eu também teorizo que o Alex abandonou o Shellcore depois de alcançar a paz e decidiu apenas usar a técnica de projeção de força sem precisar do anel. Visto que ele não dá socos com mãos gigantes nesse jogo.

    Agora é zona de teoria especulativa.

    Teddy Boy carrega várias semelhanças com o Alex, desde a animação de morte idêntica ao nome semelhante ("Nome + Criança": Alex / Teddy + Kidd / Boy) e principalmente ao Daruman, inimigo que aparece tanto em Teddy Boy quanto em Alex Kidd E Pit Pot. E como o Daruman é um inimigo que aparece em Aries (Pit Pot e Miracle World), o planeta natal de Alex, os jogos do Teddy precisam acontecer em Aries também. A Yohko, a protagonista mais importante de Teddy Boy Blues, tem uma boa condição de vida, já que ela possui muitos e muitos brinquedos (incluindo o próprio Teddy Boy é um deles!). E as famílias de melhor condição em Áries são as famílias reais de Radaxian e Niban. Então é possível especular que ela faz parte de uma delas no futuro ou no passado, visto que ela não é citada por nenhum dos reis em Miracle World. E dado que a coroação do príncipe Igul aconteceu ao redor dos eventos de Enchanted Castle, a minha hipótese é que a Yohko é filha do (atual) rei Igul e da princesa Lora, fortalecendo o legado dos dois desde Pit Pot.

    A história de Teddy Boy Blues do Mega Drive e Sega CD é que os brinquedos da Yohko estão a atacando e o Teddy Boy, o brinquedo favorito dela, está a protegendo os transformando de volta em brinquedos. O jogo tem uma temática bem noturna, já que a própria Yohko aparece de pijama nas fases bônus, o cenário está sempre de noite e os brinquedos saem de despertadores. Eu teorizo de que é tudo um sonho dela. Isso meio que se confirma com o final que diz que eles "realmente eram apenas seus brinquedos".

    Já na história de Teddy Boy do Arcade e Master System, a Yohko agora é uma cantora adulta pop famosa que acordou presa em um labirinto. Teddy Boy apareceu para protegê-la e tirá-los dali. Os monstros dessa vez são muito mais ferozes e saem de dados ao invés de despertadores. O jogo não possui uma resolução, mas possui fases bônus onde a Yohko já crescida explora seu próprio quarto em busca de tesouros (assim como no bônus de quando ela era menor). A minha teoria é que ela está tendo um pesadelo parecido com os que ela tinha quando era criança. Mas como ela não lembra bem dos brinquedos, eles aparecem da forma que ela os via: ferozes e mortais. Mas o favorito dela, o Teddy Boy, ela nunca esqueceu.

    "Mas por que insistir em enfiar Teddy Boy no meio de Alex Kidd? Não tem evidência concreta o suficiente pra sustentar essa ideia."

    Porque eu quero e porque é mais legal assim, me deixa em paz kkkkkkk

    Agora sobre a linha paralela. Essa foi uma oportunidade para colocar em uma continuidade só os jogos lançados exclusivamente no ocidente, mas além disso, acredito que ela faz sentido por si só.

    Alex é adotado pela família de James e vive em uma mansão feudal japonesa. Isso aliado do fato dele ser atacado por ninjas na caminhada ao fliperama me faz acreditar que ele está no planeta Shinobi. Nessa realidade ele nunca aprendeu a usar Shellcore e por isso apenas atira shurikens para se defender.

    Seguindo sua vida mais pacífica nesse planeta, um dia ele estava com sua namorada e o ninja Hanzo ressuscitou e a sequestrou para um sacrifício afim de recuperar seus poderes. Alex recebe os poderes do ninja branco para lutar melhor e ser capaz de salvá-la do Hanzo. O fato desse jogo também estar na linha paralela também explica o porquê dele não usar Shellcore nem projeção de força.

    https://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/2...(img)

    E é isso, obrigado se você leu até aqui. Eu sou fascinado por maratonar séries de jogos antigos e por folclore, teorias e linhas do tempo. Então com certeza pode esperar que farei mais dessas no futuro kkkkk

    Alex Kidd in Miracle World

    Platform: Master System
    3327 Players
    68 Check-ins

    19
  • cyberwoo Diogo Batista
    2022-06-15 17:50:40 -0300 Thumb picture

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