• anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-12 14:21:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Watch Dogs

    Zerado dia 12/05/22

    Jogo de número 12 da minha lista de urgências terminado! Só mais 11!

    Quem lembra do anúncio de Watch Dogs há quase 10 anos? Eu me lembro de ter visto o jogo em alguma E3 da vida e ver muita gente comentando. Eu sempre fico meio perdido nos anúncios de jogos third party sobretudo em conferências da Microsoft e Sony porque tem muita coisa parecida, séria, metida a adulta, cinza e cheio de ação hollywoodiana e tiros. Voltei para ver esse tal de Watch Dogs que o povo tanto falava e curti demais! Que jogo lindo! Estávamos meio que saindo da geração PS3 e indo para o PS4 e o futuro muito prometia.

    E o marketing de WD estava forte! Além dos vídeos cheios de liberdade pela cidade, hackeando tudo e os visuais realistas, os cara ainda meteram umas propagandas do tipo "Dois meses são o bastante para curtir Los Santos. Venham à Chicago em Novembro". Basicamente os caras estavam falando para jogar o recém lançado GTA V até finalmente o abandonar para se dedicar à Watch Dogs, assim que fosse lançado.

    Bem, WD foi adiado para o ano seguinte e eu estava curtindo ainda meu primeiro console em alta definição: o Xbox 360! Sim, eu entrei bem tarde na geração pois esses consoles sempre pareceram um sonho distante, mas todos os meus amigos os tinham e eu joguei muito até ter o meu.

    No final de 2013, acabei olhando para os jogos que eu tinha no 360, os achando meio genéricos, e pensei: "porque não trocar o Xbox num PS3 e jogar seus exclusivos?" Acabei fazendo isso e foi bem fácil pois no console da Sony você tinha que pagar bem mais caro em jogos que na pirataria do rival.

    Um dia Watch Dogs foi lançado e a galera começou a falar mal e que o jogo não correspondia em nada com as expectativas mas eu ainda queria ver como era. Estava amando meu Playstation mas realmente não queria encarar o preço do lançamento desse título. Imaginei que demoraria bastante para entrar no jogo (até então) do momento.

    Em 2014 um amigo meu que morava sozinho num apartamento maneiro teve que viajar pros EUA por umas semanas e deixou a chave comigo para eu experimentar a vida independente (comi muito miojo e hambúrguer) e fazer festas ou levar garotas para lá. Gostei da ideia mas acabei fazendo apenas uma coisa: jogando MUITO video game. Eu geralmente ia para lá depois do expediente nas sexta-feiras e jogava como um louco! Inclusive sábado e domingo o dia inteirinho.

    Lembro que nessa época eu zerei três jogos de 360 num fim de semana e mais três no seguinte, aproveitando que eu os poderia piratear: Batman Arkham Origins, Mirror's Edge, Bioshock 2, Dante's Inferno, GTA IV: Lost and Damned e GTA IV: Gay Tony. Uau! Hoje em dia, mesmo quando tenho tempo, não tenho esse pique de maratonar as coisas.

    Quando ele chegou eu estava na verdade na metade do Sleeping Dogs e me lembro de ter feito o coitado assistir ao restante do jogo todo. Mas era tranquilo e eu mesmo o assistia jogar muito Skyrim.

    Foi nessas que um dia eu tive a ideia de gravar a mídia do jogo Watch Dogs. Comprei os DVDs, baixei as ISOs e levei para lá. Funcionou!

    Começamos a jogar em conjunto num espírito meio GTA, mas o jogo era realmente muito sem sal, muito genérico, e as críticas faziam sentido. Que jogo tosco, meus amigos! Abandonamos.

    Mais tarde (anos depois) eu resolvi que o jogaria até o final e pedi que ele trouxesse o jogo que deixei em sua casa, já que eu havia adquirido um novo 360, mas ele só encontrou um dos DVDs. Recentemente começou a saga de jogar isso 8 anos depois: comprei mídias, gravei, funcionou o primeiro DVD mas o segundo, que ele havia trazido, não. Baixei e gravei o CD 2 mas não funcionou. Saí para comprar mais mídias (e tá meio difícil de achar pois ninguém mais usa), comprei mais duas. Gravei uma e não deu certo, gravei a outra e fail também. Fui então a feira que tem aqui perto e comprei uns jogos (com dificuldade pois os piratas estão desaparecendo - duas gerações depois). Gravei novamente e mais uma vez não foi.

    Como eu estava no clima de jogar WD, fiz uma coisa que não fazia a anos: comprei a licença/conta do PS3 de uma loja dessas que vendem jogos digitais na internet. Achei um site que me vendeu por 10 reais e achei justo. Pelo menos agora foi!

    Revisitando Chicago depois de tantos anos, mas agora sozinho, concentrado e sem os diálogos críticos que meus amigos e eu temos durante as jogatinas sobre os defeitos do que está na nossa frente, bom, é meio que o que eu me lembrava mesmo.

    WD é meio que uma mistura de GTA com Assassin's Creed, mas não sei se acerta em ser um nem o outro. O jogo é metido a sério como muitos daquela geração lotada de Call of Duty e não tem muito carisma. O personagem principal é Aiden Pearce, um hacker/assassino que usa roupas velhas e sem cor e mais parece um mendigo com seu boné e lenço que usa para esconder seu rosto.

    Os visuais, de cara, não são tão legais no PS3 e dá para notar que WD foi comprimido para rodar nesse sistema pois a resolução beira os 720p, a taxa de quadros é baixa e as vezes cai ainda mais e há muitas texturas estranhas e serrilhados. Mas perceba que o jogo não é exatamente feio, não mesmo! Só acho que a imersão é um pouco difícil e que seu potencial não está sendo explorado nesse console.

    Cogitei gastar ainda mais grana com esse jogo e fui à OLX procurar pela versão de PS4. Havia um cara a vendendo por R$35. Felizmente fui ao Google e pesquisei o framerate de ambas as versões e descobri que no PS3 fica entre 25 e 30 (se me lembro bem) e no PS4 fica cravado nos 30. Puts! Eu queria jogar isso em 60 fps!

    Enfim, as primeiras missões são como tutoriais e na verdade resumem a aventura toda. Aqui eu quero dizer que WD é, nesse aspecto, igual os Far Cry que conheço (focando no que joguei mais recente, o 5): um mapa relativamente grande cheio de missões espalhadas e muita repetição da mesma fórmula. Basicamente há alguns tipos de missões e você as fará diversas vezes pela campanha (ou fora dela), mas em versões cada vez mais difíceis.

    Um desses tipos de missão envolve ter que entrar num local bem guardado, usar de stealth para não ser visto e hackear um terminal até finalmente poder ir embora. Não ser visto é opcional e você pode simplesmente dar uma de Rambo. Mas acredite, achei mais fácil e rápido ir me escondendo e usando das mecânicas originais do jogo.

    Pois é, a mecânica mais original e que o jogo toda se baseia é esse negócio de hackear. O Aiden carrega consigo um celular e pode acessar a rede pela qual toda a cidade de Chicago se conecta, a ctOS.

    É meio estranho, mas você pode interagir com tudo o que pode ser hackeado e está no seu campo de visão. Sendo assim é possível mandar uma caixa elétrica explodir quando um guarda passar por perto para o matar, por exemplo. O uso mais comum dessa mecânica são as câmeras pois você pode usá-las para muitas coisas, como hackear as coisas mesmo estando longe: hackeie uma câmera, mova sua visão  até encontrar outra e assim ir "saltando" de uma para a outra e interagindo com o que for possível, como explodindo as coisas, abrindo portas, disparando alarmes e tal para chamar atenção dos guardas e conseguir liberar caminho para você entrar andando em seguida.

    Outro tipo de missão muito comum é a de perseguir ou fugir de outros carros, que geralmente são missões em alta velocidade. Você pode interagir de dentro do carro com ícone que aparecem e fechar/abrir semáforos, levantar pontes, levantar bloqueios entre você e seus perseguidores, fazer canos de gás enterrados explodirem (?) para causar acidentes e mais.

    As primeiras missões são ok e servem para nos situar um pouco nas mecânicas de WD e apresentar alguns personagens fundamentais. São 8 capítulos no primeiro ato e levei algumas horas para os terminar. Mais especificamente a tarde e parte da noite do primeiro dia e mais algum tempo no dia seguinte. Cada missão pode ser meio longa e as vezes meio tediosa.

    o segundo ato tem 16 missões. Foi aqui que eu comecei a me cansar e arrastar o jogo. A história estava sem graça, a cidade é genérica e eu não aguentava mais hackear câmeras, entrar em lugares no stealth (as vezes é obrigatório não ser visto), ser encontrado por um motivo bizarro e ter que enfrentar muitos bandidos para então morrer com poucos tiros. Cansei da cidade cinza, do framerate. Não estava dando certo! Cheguei a ver, sem querer, um streamer que acompanho jogar GTA IV e puts, é muito mais agradável de jogar. Pra mim eu tinha abandonado o jogo bem no final lá em 2014, mas estava aqui, no final do capítulo 2.

    Felizmente o ato 3 foi mais curto com 6 missões que fiz rápido, o ato 4 foram 8 que também voaram (algumas são só ir até um lugar e já acaba) e o ato 5 é só o final, que é bem fácil e inclui um encerramento super sem graça.

    Resumindo: Watch Dogs é um jogo fraco, mas está longe de ser horrível. Eu consegui me envolver com os personagens, aprender bem as mecânicas e curtir o stealth. Ele passa longe do que foi prometido quando foi revelado, principalmente no quesito visual, mas é jogável e bem melhor que muitos outros GTA-like que joguei recentemente, como o True Crime LA e o próprio Far Cry 5, fora outros de outros gêneros que jamais jogaria novamente. Apesar de tudo, dá para jogar sem se estressar muito e dirigir por aí numa boa. Mas que eu preferiria estar jogando GTA V, isso não tenho dúvidas!

    De bom: algumas mecânicas de hack com stealth são legais. A ideia do jogo é boa e se ele ganhasse um remake na nova geração que fosse como aqueles trailers, poderia ser um ótimo jogo. Opção de jogar em Pt-BR (textos e/ou dublagem, sendo que essa última é muito boa). Gosto do sistema de level up com distribuição de pontos em novas habilidades e facilidades.

    De ruim: problemas de performance (ao menos na versão PS3). Missões repetitivas e genéricas/nada memoráveis. Os carros meio que não tem rádio, mas são como se você usasse aquele pendrive antigo com uma pasta com músicas de vários gêneros diferentes, e são poucas, desconhecidas e a maioria ainda é ruim. Algumas missões tem desafios artificiais e quase extremos de dificuldade, sendo que você perde, o jogo carrega um loading meio longo e logo você já fracassa novamente. Problemas de tradução. Não gosto da fórmula "filme do SBT das 23h" de como o enredo é contado. Inclusive, se fosse um filme, seria um filme bem genérico. Alguns usos do hack são falhos: você pode explodir um treco a sua frente durante uma fuga e começa um contador que você imagina que será para apertar o botão assim que o passar, aparece a chance, você aperta e o treco explode no seu carro. Deixa ele passar para isso não acontecer e a chance não vem. Helicópteros são chatos mas investi em os hackear, mas o jogo me impede de fazer isso de dentro do carro se ele estiver muito alto, já que a câmera não mexe para cima. IA sem noção. Downgrade grande e praticamente uma propaganda enganosa os primeiros trailers e todo o hype.

    No geral, eu não odiei a experiência e houveram até umas missões divertidas e diferentes (poucas), mas eu poderia fazer ainda mais críticas negativas sobre esse jogo em uma nova postagem. Ainda assim deu para engolir, mas não tenho muito ânimo para as sequências, que devo jogar um dia. Sobre Watch Dogs, se ele tivesse sido o primeiro "GTA" da minha vida, teria gostado mais. Completamente genérico, passável e esquecível.

    Watch Dogs

    Platform: Playstation 3
    1446 Players
    243 Check-ins

    16
    • Micro picture
      sergiotecnico · about 2 months ago · 2 pontos

      Gosto bastante do Watch Dogs 1. Ele não consegue competir com os GTAs, mas o que mais gostei nele foi o personagem mais sério e a ambientação de Chicago.
      Jogar ele a 60fps só no PC ou Xbox Series X. Eu terminei ele, mais uma vez, há pouco tempo no Xbox, e faz mesmo bastante diferença jogar a 60fps.

      1 reply
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu não acho o jogo fraco, pelo contrário, acho ele um jogo incrível. Até então, é meu jogo GTA Like favorito. Tudo nele funciona. Sem contar que é bonitão.

  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-05-04 23:31:30 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Assassin's Creed: Revelations</strong> f
    Assassin's Creed: Revelations

    Platform: Playstation 3
    4113 Players
    152 Check-ins

    Assassin's Creed: Revelations finalizado!!

    Sequência de Assassin's Creed: Brotherhood, esse jogo trás a mesma fórmula de antes, com alguns recursos novos, aumento do desafio, visual renovado, e um fim pra parte do coprotagonista Ezio na saga da série.

    Seguindo a história o fim do jogo anterior, Desmond fica preso no Animus, a realidade virtual que acessa memórias dos antepassados, onde encontra o "fantasma" de Clay Kaczmarek, o usuário anterior, e descobre que está em coma no mundo real. E então, o protagonista, que está mais feio a cada jogo, precisa consertar suas memórias fragmentadas  e misturadas pra poder voltar, enquanto acessa novas memórias deixadas por um Ezio de meia idade, que por sua vez está em busca da biblioteca com segredos deixada por Altaïr, o protagonista do primeiro jogo, antes que caia nas mãos dos templários.

    O mapa da vez é a antiga cidade de Istambul/Constantinopla do século 16, na atual Turquia. A cidade é menor que Roma, é dividida ao meio por uma faixa de água, não tem os imensos campos e é mais povoada. Aqui não tem cavalos, mas somos apresentados à tirolesa, que ajuda a cortar alguns caminhos por cima da cidade, além de contar ainda com os paraquedas do episódio anterior. Também existe uma passagem bem curta por uma cidade subterrânea na capadócia próximo ao fim do jogo.

    O visual e a jogabilidade mudaram pouco mais no geral, com adição de um gancho que permite novos movimentos de combate, escalada, e acesso às tirolesas. E também com a adição das bombas, que são divididas em três tipos de uso, entre letais, distração, e as de abertura de defesa. Isso compensa em parte que a dificuldade aumentou, com inimigos mais variados, que defendem melhor, e que também usam armas de fogo e bombas de maneira mais agressiva, com retorno de oponentes que lembram os cavaleiros templários do primeiro jogo, que só eram vencidos com muito contra-ataque e estratégia, e que em grandes números davam certo trabalho.

    E como no anterior, é possível recrutar novos membros pra ordem de assassinos e depois podem ser enviamos para missões ou chamados para  ajudar nas lutas. Foi criado também um novo tipo de missão que envolve a defesa das torres de assassinos que tomamos dos templários, onde comandamos assassinos administrando recursos pra melhor combater ondas de inimigos.

    Ao longo do jogo Ezio adquiri as chaves para a biblioteca em Masyaf, a sede dos assassinos do primeiro jogo, em cada chave abrimos uma missão em que voltamos para as memórias de Altaïr e vemos o que sucedeu aos eventos do após Assassin's Creed

    Desmond tem suas próprias missões no Animus, onde o controlamos em seções com câmera em primeira pessoa, acessando suas antigas memórias enquanto passamos por plataformas e quebra-cabeças num estilo que lembra jogos como Portal, ou Q.U.B.E. , e em nada com todo o resto da série de Assassin's Creed, mas que são bem fáceis.

    Apesar do desfecho da história de Ezio e Altaïr, e até mesmo do sem graça do Desmond no Animus serem bem legais, o jogo é meio perdido na construção, tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, e diferente dos anteriores, dessa vez nem tem um grande embate final, apenas um racha de carruagens. Mas ainda achei um jogo divertido.

    Esse aqui também possui modo online, que parece legal, mas não encontro outros jogadores pra participar, e com as recentes notícias da Ubisoft fechando servidores, os troféus e platina vão se perder eventualmente.

    12
    • Micro picture
      igor_park · 2 months ago · 2 pontos

      Esse eu platinei em 2013, confesso que não lembro nada da história.

  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-04-15 23:31:37 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Resident Evil: The Umbrella Chronicles</
    Resident Evil: The Umbrella Chronicles

    Platform: Playstation 3
    614 Players
    14 Check-ins

    Resident Evil: The Umbrella Chronicles finalizado!

    Esse Resident Evil foge do padrão da série, que normalmente é voltado pra survivor horror, ou ação. Aqui temos um jogo de tiro com câmera em primeira pessoa ao estilo de fliperamas antigos, como The House of Dead, onde a visualização é fixada como num trilho e a única preocupação dos jogadores é acertar os alvos na tela antes de serem atingidos, sem poder controlar movimentação dos personagens e com munição infinita pra arma básica, e indicado pra jogar usando o controle PlayStation Move, mas pode ser jogado normalmente com o DualShock.

    A história é uma releitura e resumo de vários trechos de quase toda a primeira parte da série da época em que ainda eram em grande parte sobre zumbis, com cenários de Resident Evil 0, pra mansão de Resident Evil "1", passando pro ambiente urbano de Racoon City em Resident Evil 3: Nemesis (pulando Resident Evil 2), e mais um cenário original desse jogo, onde mostra o desfecho da Umbrella num laboratório escondido na Rússia. A história é contada como um arquivo da perspectiva de Wesker, um dos principais vilões da série, e que também participa da ação em fases extras que são liberadas conforme o resultado nos cenários principais. 

    São nessas fases extras em que se tenta preencher algum espaço nas maluquices da série, com Wesker xeretando nas montanhas de Resident Evil 0, também mostrando como ele saiu da mansão no primeiro jogo, e de como ele arquitetou e deu fim na Umbrella e seu último obstáculo. Temos também uma fase mostrando Ada ferida fugindo de Racoon City, e uma com a fuga de HUNK mostrando pra quem ele trabalhava.

    Cada fase é dividida em duas partes, e em praticamente todas com um chefe no fim da segunda parte. No fim de cada fase recebemos uma nota de desempenho baseado no tempo, números de inimigos mortos, objetos destruídos, arquivos coletados , e acertos críticos. Com o resultado ganhamos estrelas que são gastas pra realizar melhorias nas armas já adquiridas.

     O jogo possui um vilão principal inédito, Sergei Vladimir, um russão gigante com sotaque carregado e mania de grandeza refinada, bem clichê. E que possui dois Tyrants guarda-costas que são o design mais ridículo que já vi na série. Dois gigantes com óculos coloridos e casacão branco brilhante (a ideia era serem "discretos"). E o que eles têm de ridículos também tem de apelões, sendo o chefe mais difícil do jogo e lutam em dupla. 

    Enquanto o russo é um dos chefes mais fáceis do jogo, e o último da campanha do Wesker, enquanto que Jill e Chris enfrentam T.A.L.O.S., um Tyrant equipado pra combate (o da primeira imagem). 

    É um jogo diferente e divertido, principalmente jogando em dupla e usando o PS Move, e pra quem é fã da série e gosta de revisitar o ambiente lá da época do PS1 ou ler os arquivos com a história. Já a platina vai ficar pra outra hora, me falta pegar o resto dos arquivos, e terminar todas as fases com Rank S no Hard, coisa que não farei tão cedo.

    9
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-03-29 20:36:55 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Depois de hibernar bastante.</p><p><strong>Assas
    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: Playstation 3
    6447 Players
    219 Check-ins

    Depois de hibernar bastante.

    Assassin's Creed: Brotherhood finalizado!

    Sem grandes mudanças em relação ao jogo anterior, Brotherhood segue ainda divertido, apesar de alguns problemas.

     A história parte exatamente do ponto onde Assassin's Creed II termina, após bater no papa e ter a revelação maluca do conteúdo do cofre, Ezio retorna pra sua vila sede dos Assassinos, onde eventualmente recebe um ataque dos Bórgias e seus aliados. Isso serve de justificativa para Ezio, agora mais velho, ferido, e tendo perdido todo seu equipamento e suporte comece pelo básico em uma nova localidade, pra reconquistar a Maçã do Eden e também sua vingança contra toda a família do papa, enquanto reconstrói a 'Brotherhood' dos Assassinos, agora em Roma.

    Roma é a única cidade disponível no jogo, fora algumas visitas bastante restritas para localidades próximas em algumas missões, e é a maior cidade da série até então. Com grande variedade de terrenos numa mesma cidade, vamos de centros urbanos às áreas rurais e ruínas do antigo império. Aqui tem novidades no uso dos cavalos, que até foram  usados de forma esporádica em jogos anteriores, se limitavam às viagens longas e tediosas de Altaïr no primeiro e curtas viagens de mudança de cidade no segundo. Agora existem mais variedades no comando dos cavalos e patrulhas inimigas montadas. 

    Também podemos comprar e fazer melhorias na cidade como acontecia em Monteriggioni, com a justificativa de minar o poder dos Bórgia, com muito mais prédios disponíveis, apesar de menos vistoso pra cidade.

    Ezio começa enfraquecido, mas com vários de seus equipamentos e movimentos anteriores já disponíveis, e passa a utilizar finalmente a besta como arma de distância, muito mais versátil que sua pistola escondida, que ainda está presente. E é possível também adquirir o paraquedas ao fazer as missões do Da Vinci, uma novidade que não muda muito a jogabilidade, mas que facilita em atravessar alguns pontos da cidade. 

    Ao longo do jogo passamos à recrutar assassinos para a causa, que podem ser enviados em missões pra adquirir recursos, ou convocados pra ajudar o protagonista em combates ou meio rápido de eliminar adversários. Assassinos progridem as habilidades e equipamento, e podem ser perdidos se morrerem em combate. Se acumulados em certo número, podem realizar uma chuva de flechas ocultas que eliminam instantaneamente a maioria dos inimigos presentes. Isso tudo diminui ainda mais a dificuldade do jogo, que já era fácil no anterior.

    Desmond, o protagonista paralelo e principal da série no momento, é jogável em alguns momentos, como no anterior, podendo dar uns passeios sem muito propósito na Villa Auditore contemporânea.

    Fora da campanha, o jogo possui um multiplayer online, mas que não consegui ninguém pra jogar e ver como é. No teste introdutório não me pareceu ruim, mas também não pareceu necessário.

    Terminei também as DLCs The Da Vinci Disappearance, onde Ezio faz uma investigação com ares de O Código Da Vinci, e enfrentamos um culto de "hemeticistas" que sequestram Da Vinci pra abrir o Templo de Pitágoras  e tentar revelar a "grande verdade". E Copernicus Conspiracy, onde salvamos Nicolau Copérnico e seus colegas de serem mortos pela igreja por espalharem que a Terra não é o centro do universo.

    No geral, os gráficos não mudaram muito, e o jogo possui mais bugs que o antecessor, mas nada que atrapalhe muito. Apesar de ter algumas missões diferenciadas e divertidas, como as das máquinas do Da Vinci que são mais difíceis, em geral é mais do mesmo, sem muita dificuldade, e também sem a empolgação do segundo jogo, num ritmo mais lento com as várias quebras de missões secundárias, e batalha final morna.

    Já com Desmond e sua turma, mais um final com reviravolta e incerteza, com gancho pra ir jogar o próximo Assassin's Creed e ver no que deu a trama de conspirações, fim do mundo, e "Eram os Deuses astronautas?".

    Por fim, peguei a maioria dos troféus, mas sem ninguém pra jogar online no momento a platina fica pra outra hora. Se alguém ainda quiser jogar online é só chamar.

    7
    • Micro picture
      jcelove · 3 months ago · 2 pontos

      Pegou a skin do raiden? É so terminar os treinos virtuais com qw tempo.

      1 reply
  • 2022-03-21 13:39:19 -0300 Thumb picture

    The Breeze at Dawn

    Eu odeio a campanha desse jogo em específico mas estaria mentindo se dissesse que não acho bonita essa melodia final. 

    Dá uma felicidade em ver Pyrrha sorrindo depois de toda porcaria que ela passou.

    Soulcalibur V

    Platform: Playstation 3
    913 Players
    25 Check-ins

    8
  • 2022-03-08 21:30:11 -0300 Thumb picture
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-02-22 00:16:51 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Baseado numa informação meio velha e jogada, fiz
    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: Playstation 3
    6447 Players
    219 Check-ins

    Baseado numa informação meio velha e jogada, fiz conta na PSN de Hong Kong e baixei as DLCs de Assassin's Creed Brotherhood e Revelations de graça no PS3, e funcionaram todas. Nem acredito que foi tão simples, e que eram tão caras na brasileira. The Da Vinci Disappearance estava por malditos 53 reais.

    Além disso, como a PSN gringa no PS3 é organizada e estável se comparada com a brasileira, e aqui a Sony cagou tudo que podia.

    8
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-01-12 23:04:54 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Voltei pra pegar o último troféu que podia no jo
    Burnout Paradise

    Platform: Playstation 3
    1607 Players
    72 Check-ins

    Voltei pra pegar o último troféu que podia no jogo, o de entrar em cada estacionamento vertical do mapa. Com o fim do servidor online deixei de pegar essa platina que era bem fácil.

    Troféu online é uma porcaria.

    13
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-01-09 00:56:35 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Saints Row: The Third</strong> finalizad
    Saints Row: The Third

    Platform: Playstation 3
    1212 Players
    63 Check-ins

    Saints Row: The Third finalizado e com platina!!! (atrasado pelo Natal)

                                                                      13ª Platina!

    Esse jogo maluco de ação em mundo aberto sem regras, ao estilo de GTA, dá sequência à Saints Row 2, e segue a história da gangue 3rd Street Saints agora expandida pra vários outros negócios comerciais na cidade de Steelport, onde controlamos novamente o líder da gangue, o Protagonista sem nome ou imagem definida dos jogos anteriores.

    Os gráficos e câmeras melhoraram pouco, mas as missões e a história estão mais interessantes e divertidas, com muito mais referências do cinema e de outros jogos, com tons mais leves e engraçados e menos psicopatia e autoafirmação do jogo anterior.

    Uma das coisas divertidas é como esse terceiro jogo abraça a loucura fazendo com que a escala de tudo não pare de subir. Vamos de guerra de gangues pra laboratórios secretos com vilão ao estilo de filmes de 007, disso pra surto de infecção de zumbis, seguindo pra inimigos cyberpunk e Matrix, que vai pra políticos fascistas com exército paramilitar futurista, e passamos pra lucha libre mexicana.

    Os troféus são simples e não exigem tanto, com exceção de duas missões com decisões de caminhos diferentes em que pode ser necessário salvar o jogo antes pra poder fazer o outro caminho não feito. E o pior de todos, um maldito troféu online, em que tive de fazer uma série de gambiarras (mas sem hack) nas configurações pra conseguir, pois o servidor foi fechado faz tempo.

    Estou longe ainda de ir atrás das DLCs por enquanto, mas louco pra jogar o próximo Saints Row.

    No caminho pra essa platina acabei conquistando duas Badges no myPSt. Um por conseguir 1 troféu de cada tipo comum no Dia da Consciência Negra, e outro por conquistar platina no início do verão.

    @platinadores

    18
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2022-01-03 18:30:18 -0200 Thumb picture

    Top 5: Jogos (RE) Jogados Por Mim em 2021!

    Igual o ano passado, achei interessantes fazer esse @desafio separado to Top 10 oficial, porque são jogos que eu já joguei e terminei (e normalmente apareceram em outro Top 10), mas decidi rejoga-los por algum motivo, esse ano menos que 2020, mas também rejoguei alguns jogos (principalmente de PS3), bora lá:

    5 - One Piece: Pirate Warriors (PS3)

    Um Musou muito competente que dá inicio a essa bela série de jogos, não tenho muito o que falar do jogo, já falei bastante dele na crítica que fiz a anos atrás, fui rejoga-lo para tentar a platina-la, ainda não saiu, mas dediquei um tempo bacana).

    4 - Journey (PS3 e PS4)

    Por algum motivo mágico, decidi rejogar ele no PS3, e por algum outro motivo mágico, fiquei tão feliz rejogando ele que já emendei e joguei também no PS4 hahaha.

    Sem muito o que dizer, um clássico, ainda acho um pouco super valorizado, mas não deixa de ser um jogo excelente e belíssimo.

    3 - Tales of Hearts R (PS Vita)

    Esse jogo já apareceu em outros Top's que fiz, provavelmente essa será a última vez, decidi pegar sério no jogo esse ano para platina-lo, terminei de novo, fiz os desafios, cheguei ao level máximo e matei o chefe na dificuldade mais difícil, é um tales of muito bom, o mais fraco dos que joguei, mas ainda bem bom, com um começo beeem morno mas que fica muito mais engajador de seus 30%/40% em diante.

    2 - Sonic & Sega All-Stars Racing

    Esse até poderia estar no Top 10 normal, mas como eu joguei ele consideravelmente no lançamento no PC, achei melhor colocar aqui.

    É um Mario Kart do Sonic muito, muito competente, bem gostoso e fluído de jogar. Em algum momento desse ano me deu uma vontade de jogar esses jogos de corridas descompromissados, ai fui atrás dessa (e outras) pendência do gênero.

    Ele é inferior ao Transformed (que é MA RA VI LHO SO), mas não deixa de ser um ótimo ponta pé inicial e um jogo muito competente.

    ---------------------------------------------------------------------------------

    1 - Rogue Legacy (PS Vita e PS4)

    Um dos jogos RogueLike que me prendeu fortemente, uma recomendação de um amigo do meu irmão, um jogo que eu devorei na época no PS Vita na época que ia no hospital durante o tratamento da minha mãe. Me acompanhou em momentos muito difíceis e tenho um grande carinho pelo jogo.

    Praticamente 6 anos depois, decidi rejoga-lo pois faltava o desafio de terminar com menos de 15 mortes (na época tinha feito com 16 ou 18, e fiquei beeem frustado).

    Mas não o rejoguei no PS Vita e sim a versão de PS4 no PS5, e como esse jogo ainda é uma delicia de ser jogado, fluído, extremamente divertido e bom, recomendo fortemente para todo mundo um jogaço.

    - Menções Honrosas:

    - Here They Lie

    Retornei ao jogo para fazer 100%, já havia falado dele ano passado, é uma experiência muito interessante e um jogo muito bom, que fico extremamente curioso para joga-lo um dia em VR.

    - Pac-Man Championship Edition 2

    Eu adoro esse e o 1° pac-man DX, o "pac-man neon das drogas", adoro a loucura e frenesi que esse jogo trás, ano passado havia feito tudo nele, menos uma fase que é considerada a divisora de águas se você faz 100% ou não no jogo, e como acabei mudando e tendo outros problemas na vida, acabei largando, um pouco antes de pegar o PS5, decidi retomar este jogo, e ainda é extremamente divertido.

    Rogue Legacy

    Platform: Playstation 4
    447 Players
    38 Check-ins

    18
    • Micro picture
      santz · 6 months ago · 2 pontos

      Rogue Legacy foi primeiro contato com o gênero e fiquei apaixonado pelo game. Trilha sonora foda demais.

      1 reply

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...