• denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2023-01-17 20:21:51 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>(Ainda no ano passado...)</p><p><strong>God of W
    God of War III

    Platform: Playstation 3
    19172 Players
    357 Check-ins

    (Ainda no ano passado...)

    God of War III platinado!!!

                                                                      18ª Platina

    Depois de terminar o desafio dos deuses deixei o resto pra depois e não ficar saturado, achei melhor terminar o jogo no modo Titan outra hora. E a hora veio quando quis mostrar pro meu sobrinho, que jogou God of War da nova geração, como era o visual grandioso e a jogabilidade fluída do jogo na era do PS3.

    Apresentei o começo do jogo pra ele, e então já sem meu sobrinho, pra não perder a viagem fui até o fim e peguei o que faltava.

    Não é inicialmente um jogo super fácil, mas depois de pegar mais armas, principalmente o arco e as manoplas, o jogo vai facilitando bastante, mas esse é um tipo de jogo que não perde a graça mesmo quando não te desafia tanto, e na verdade, quem jogou os anteriores em sequência está mais que calejado pra jogar em níveis mais difíceis.

    Agora falta fazer o mesmo com o primeiro jogo, que só preciso terminar outra vez pra pegar o troféu de platina.

    No caminho pra essa platina acabei pegando mais algumas Badges no myPSt:

    58 - 62 - 70 - 94 - 02 - ?? - Por conquistar pelo menos o mesmo número de troféus de bronze que o Brasil fizesse de gols durante Copa do Mundo (não foram muitos, rs.).

    Copa do Mundo - Catar 2022 - Por conquistar o mesmo número de troféus de ouro que títulos do Brasil durante a Copa do Mundo (Ia ser 6, e virou 5 depois da derrota. Hahaha!)

    MC - Aniversário do PS1 - Por platinar um jogo exclusivo na mesma data que o lançaram o primeiro PlayStation.

    24
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      thiones · 15 days ago · 2 pontos

      Dos jogos numerados, só né faltou esse. Não tive paciência de fazer os desafios.

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      zefie · 15 days ago · 2 pontos

      Essa foi a minha primeira platina no PS4. Apesar de eu achar o GoW III o mais fraco da trilogia original, ainda gosto bastante dele (mas é uma pena que o resto do jogo não tem o mesmo impacto dessa luta com o Poseidon).

      1 reply
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      igor_park · 14 days ago · 2 pontos

      Esse aí eu demorei dois anos para platinar e peguei a mídia com duas pessoas diferentes.
      Tempos do ensino médio.

  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2023-01-11 14:10:22 -0200 Thumb picture

    160° Platina! Com muito amor 💘

    Platinei depois de 11 anos e 1 mês, o maravilhoso Catherine 😁 (e ainda peguei a tartaruga e o Top 1 aqui no Alvanista).

    Um jogo que apesar de ser difícil, assim como o Velocity 2X entra nos jogos que me dei muito bem com a jogabilidade, já rasguei incontáveis elogios a este jogo que está no meu Top 10 do PS3.

    Em 2011 e 12, lembro que o jogo explodiu minha cabeça, fui totalmente surpreendido pelo jogo, fazer a platina é difícil, mas muito recompensador 😁

    @platinadores

    Catherine

    Platform: Playstation 3
    1393 Players
    106 Check-ins

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      zefie · 20 days ago · 2 pontos

      Parabéns, Catherine é um negócio que eu nem sonhava em fazer o 100% na época do meu 360 (e nem acredito muito que eu consiga platinar o Full Body também ahuauhahuah).

      1 reply
  • salvianosilva Salviano Silva
    2023-01-05 11:52:23 -0200 Thumb picture

    Gran Turismo, o filme em breve nos cinemas

    Um filme baseado na popular franquia de jogos de corrida da Sony, Gran Turismo, está em total produção e ontem a Sony Pictures Entertainment lançou um trailer, dando uma amostra do que o filme tem a oferecer.

    A boa notícia é que a adaptação cinematográfica do Gran Turismo chega aos cinemas no dia (11) de Agosto de 2023. O filme conta com nomes conhecidos no elenco: David Harbour, Orlando Bloom, Emelia Hartford e mais.

    Gran Turismo (1998)

    Platform: Playstation
    2715 Players
    22 Check-ins

    14
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      jcelove · 27 days ago · 2 pontos

      Da série, adaptações desnecessárias que ninguém pediu.
      Lembrei do filme de company of heroes que surpreendentemente parece razoável. Hehe

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      onai_onai · 25 days ago · 2 pontos

      Meia hora do filme vai ser só o camarada tirando a carteira.

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      thiones · 27 days ago · 1 ponto

      Será que no filme pelo menos vai ter como vender os carros?

      1 reply
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2023-01-04 11:04:15 -0200 Thumb picture

    Lista de Jogos Jogados Por Mim em 2022

    Assim como no ano passado, resolvi fazer uma lista com tudo que joguei/rejoguei/terminei/platinei/fiz 100% etc de jogos este anos =)

    Segue abaixo:

    PC:

    League of Legends (Jogando e está largado)

    PS5:

    Among Us (Jogando e Platinado)

    Elden Ring (Joguei e está largado)

    Fall Guys (Jogando daquele jeito)

    GhostRunner (Terminei e Platinado)

    God of War Ragnarok (Terminei e Platinado)

    Guardians of The Galaxy (Joguei e em breve volto)

    Hades (Terminei e Platinado)

    Horizon: Forbidden West (Terminei e Platinado)

    Hot Wheels Unleashed (Terminei e Platinado)

    KeyWe (Joguei e estou jogano daquele jeito)

    Klonoa 1 + 2 Remaster (Terminei e Fiz 100% no 1, falta o 2)

    Lost in Random (Joguei e está largado)

    Multiversus (Jogando daquele jeito)

    Overcooked: All You Can Eat (Terminado e Platinado)

    Quake Remaster (Terminado e Platinado)

    Returnal (Rejoguei a DLC e fiz 100%)

    Sakura Succubus (Terminado e Platinado)

    Sonic Origins (Terminado e Platinado)

    Stray (Joguei e está largado)

    Valkyrie Elysium (Joguei e em breve volto)

    PS4:

    Akane (Jogando daquele jeito)

    Among Us (Joguei e platinado)

    Cooking Mama: Cookstar (Jogando daquele jeito)

    Cuphead (Rejoguei a DLC e fiz 100%)

    Fall Guys (Joguei e platinei)

    Far Cry Primal (Terminei e Platinado)

    Five Nights at Freddy's (Terminei e fiz 100%)

    Hellblade: Shenua's Sacrifice (Terminei e Platinado)

    Jump Force (Joguei e está largado)

    Last Campfire (Terminado e Platinado)

    Mortal Kombat XL (Rejoguei e Platinei + 100%)

    One Piece: Pirate Warrios 3 (Jogando)

    PAC-MAN256 (Joguei e fiz 100%)

    Resident Evil 6 (Joguei e está largado)

    Ruined King: A League of Legends Story (Terminado, enrolando para a platina)

    Sakura Succubus 2 (Terminado e Platinado)

    Sonic Colors (Joguei e está largado)

    Sonic Origins (Terminado e Platinado)

    SpongeBob Squarepants: Battle for Bikini Bottom (Joguei e está largado)

    Streets of Rage 4 (Terminei e Platinado + 100%)

    Super Bomberman R (Joguei e está largado)

    Super Bomberman R Online (Joguei e fiz 100%)

    Superhot (Jogando daquele jeito)

    Tools Up! (Joguei e jogando daquele jeito)

    UNO! (Jogando daquele jeito)

    When Past Was Around (Terminei e Platinado)

    PS3:

    Batman Origins (Rejoguei e está largado)

    Bioshock (Rejoguei e Platinado)

    Catherine (Rejogando)

    Guitar Hero: Metallica (Rejoguei e está largado)

    Lollipop Chainsaw (Rejoguei e Platinado)

    One Piece: Pirate Warrios (Rejoguei e Platinei)

    PS Vita:

    Furmins (Joguei e está largado)

    PlayStation AllStar Battle Royale (Jogando daquele jeito)

    Salt & Sanctuary (Joguei e está largado)

    Sparkle 2 (Terminado e fiz 100%)

    Super Explooding Zoo! (Terminado e Platinado)

    Velocity 2X (Rejoguei e fiz 100% em uma DLC, falta a outra)

    God of War: Ragnarok

    Platform: Playstation 5
    157 Players
    86 Check-ins

    6
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-12-29 01:05:10 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>(Faz um tempo que...)&nbsp;</p><p><b style="back
    Call of Juarez: The Cartel

    Platform: Playstation 3
    70 Players
    2 Check-ins

    (Faz um tempo que...) 

    Call of Juarez: The Cartel finalizado e platinado!

                                                                     17ª Platina

    Após um longo tempo, terminar o jogo 3 vezes, jogar uma rodada no estranho multiplayer competitivo, e organizar boost pro modo cooperativo online, finalmente veio o último troféu.

    Em algum lugar entre sequência e spin-off da série Call of Juarez, esse jogo tenta ser um western moderno misturado com filmes policiais do tipo que seu pai alugaria na época das locadoras por ter um cara com arma na capa. Mas o que entrega é um jogo sem refino, cheio de ideias novas que não se concretizam. Não é muito velho-oeste, nem filme policial, e fica só com o tiroteio simples que diverte, mas com a proposta falhada de ser um jogo pra 3 pessoas online.

    Temos 3 personagens jogáveis, 1 a mais que de costume na série. Um policial latino da agência antidrogas dos EUA, especialista em submetralhadoras e com histórico de desvios. Uma agente do FBI especializada em rifles, e com um irmão envolvido em gangues. E o mascote do jogo, um detetive raivoso que é também veterano na guerra do Vietnã e caubói especialista em revolveres, pistolas e metralhadoras pesadas. Os 3 estão presentes nas fases, com cada jogador online controlando um deles, ou local com IA do jogo. Eles são escolhidos como força tarefa secreta contra um cartel de drogas mexicano acusado de fazer um atentado à bomba em Los Angeles, mas o desenrolar da história avança sobre conspirações de políticos e a possibilidade de uma invasão estadunidense no México.

    Os gráficos são simples, com cenários bem feitos, mas com bonecões de massinha datados e expressões exageradas. A movimentação é escorregadia, um pouco difícil de mirar, mas que depois de acostumar fica dentro do padrão de outros jogos de tiro mais famosos, e sem o sistema de cobertura esquisito de Call of Juarez: Bound in Blood. Os inimigos, são uma gangue de latinos genéricos não muito espertos, mas que te matam bem rápido se te pegam em campo aberto. E a música não é ruim, mas parece muito ser o mesmo rock spaghetti dos outros jogos. 

    Durante as missões existem algumas ações pra prestigiar a mistura policial-western, com situações em que somos orientados a avançar conforme aliados dão fogo de cobertura, e invasão de portas em câmera lenta para alvejar os inimigos. Como nos outros jogos, existe uma barra de concentração que, quando cheia e ativada, o jogo entra em câmera lenta e ganhamos precisão e velocidade nos tiros.

    O jogo possui um estranho sistema de níveis que libera novas armas, em que ganhamos experiência conforme se atinge objetivos extras durante as fases, onde se deve coletar itens ou fazer uma interação especial em segredo dos outros 2 policiais, enquanto tenta flagrar seus parceiros fazendo a mesma coisa.

    A maior falha do jogo é relacionada à tentativa de fazer um jogo cooperativo online. O que era uma falta e possibilidade interessante em Bound in Blood com 2 protagonistas, aqui é um excesso. A dificuldade parece feita pra se depender dos outros jogadores dando assistência, mas eles só podem entrar antes de cada fase, nunca durante, e em muitos casos o jogo online fica lento e cheio de bugs e impossível de avançar. Quando jogado solo, os aliados pouco ajudam, não pegam armas diferentes das pistolas iniciais e não usam de suas habilidades especiais, o que salva é que pelo menos são imortais e não te seguram em avançar de modo independente.

    Apesar de tudo, pesados os problemas, assim como quem vê filme policial na tv aberta em noite de domingo, ele entretém quem quer o velho tiroteio que descansa o cérebro. E claro, como todo jogo, tem mensagem política, sobre equilíbrio de moralidade cinzenta e sobre hipocrisia, racismo e xenofobia dos EUA e como fronteiras, leis e soberania não valem nada quando os interesses do mesmo estão em jogo. O jogo possui 4 finais, 3 individuais e um coletivo, o final "verdadeiro", mas todos os 4 com cara de Bad End.

    Não foi uma platina muito difícil, mas demorada, e dependente da boa vontade de outros 2 jogadores. Precisando terminar uma vez com cada personagem, sendo uma vez no Hard, além de algumas tarefas no cooperativo, e ironicamente jogar uma rodada inteira no competitivo online que pode ser feito sozinho.

    Com essa platina conquistei no myPSt a Badge MC - Lenda: Gabe Newell, por platinar um jogo de tiro no dia do aniversário dele.

    16
  • 2022-12-05 20:04:54 -0200 Thumb picture
  • 2022-12-01 01:34:44 -0200 Thumb picture
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-11-16 02:59:04 -0200 Thumb picture
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    Post by denis_lisboadosreis: <p>Em um momento do passado terminei a versão remas
    God of War

    Platform: Playstation 3
    4986 Players
    169 Check-ins

    Em um momento do passado terminei a versão remasterizada do primeiro God of War pro PS3 e coloquei na cabeça que tinha feito tudo, faltando apenas zerar o jogo em 5 horas.

    Mas na lista de troféus não constava o chatíssimo Challenge of the Gods, tinha feito uma parte mas não sabia que não salvava o jogo entre um desafio e outro, e acabei tendo que fazer tudo outra vez.

    Agora vou revisitar uns jogos antigos pra ver o que mais esqueci de fazer.

    13
    • Micro picture
      zefie · 3 months ago · 2 pontos

      Eu queria que lançassem o remaster do 1 e 2 pro PS4, mas pelo jeito vou ter que pegar a versão de Vita (ou esperar desbloquear ele, a essa altura é bem tranquilo).

  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-11-08 20:38:39 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>100% nas <i style="background-color: initial;">D
    Assassin's Creed III The Tyranny of King Washington

    Platform: Playstation 3
    38 Players
    2 Check-ins

    100% nas DLCs The Tyranny of King Washington Episode 1: The InfamyBenedict Arnold, The Battle Hardened Pack, e The Hidden Secrets Pack.

    Assassin's Creed III possui várias expansões, mas apenas algumas possuem lista de troféus. 

    Em Benedict Arnold, que faz parte da campanha principal, Comandante George Washington pede ajuda a Connor para descobrir quem é o traidor no forte de Westpoint. São 4 missões extras e uma nova lista de tarefas bem diretas e um pouco mais desafiadoras em uma nova localização, que não acrescentam muito à experiência do jogo e não geram troféus, mas mostra o primeiro atrito do protagonista com Washington. Já o cara do título é um famoso ex-herói e traidor da história dos EUA, mas não apresenta nada de destaque aqui.

    The Hidden Secrets Pack adiciona algumas armas e roupas para Connor, e missões navais extras, e conclui parte das missões do Capitão Kidd onde pegamos sua espada numa exploração de ruínas bem ao estilo das catacumbas que Ezio explorava em jogos anteriores.

    Já The Battle Hardened Pack adiciona mapas e personagens novos para o modo multiplayer online, e infelizmente uma lista de troféus envolvendo esse conteúdo, que alguns podem ser feitos sozinho, mas dois só com ajuda de outros jogadores online. Deu pra fazer, mas com os servidores fechando ninguém mais pega. 

    E em The Tyranny of King Washignton, temos uma campanha própria desligada da principal, num mundo paralelo, ou imaginado, ao estilo "What if... ?", em que o "pacífico" George Washingnton ao entrar em contato com uma Maçã do Eden ela cria um mundo em que ele se torna um tirano violento e maluco, o que preenche de certa forma o antigo buraco na história contada pela cobaia 16 nos jogos anteriores sobre Washington e a Maçã. Nessa versão, Connor detém suas memórias da linha principal, mas aqui ele ainda é Ratonhnhaké:ton um guerreiro indígena de sua tribo.

    Nesse primeiro episódio exploramos a área de fronteira coberta pela neve, onde os homens do rei louco capturam pessoas sob ordens de Benedict Arnold, e temos como objetivo libertar e ajudar essas pessoas enquanto buscamos uma fonte de poder sobrenatural de totens animais espirituais. Nesse cenário o protagonista conta com menos equipamento e os inimigos são sempre hostis, e o lugar está infestado de lobos, mas ao adquirir os poderes do lobo, tudo muda. Ratonhnhaké:ton pode invocar lobos e ficar invisível temporariamente ao custo da saúde, o que é bem satisfatório pro aumento de desafio, e mostra como seria Assassin's Creed se seguisse por outro caminho menos "realista".

    Os troféus dependem mais de tempo e paciência em cumprir tarefinhas, mas a exploração não chega a ser tão tediosa, e os novos poderes ajudam impulsionar pras conquistas, e fazer 100% nas missões não foi tão trabalhoso quanto na campanha normal. 

    Gostando mais do que esperava dessa DLC. Indo agora para os próximos 2 episódios.

    @platinadores

    16
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-10-28 15:10:17 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yakuza 5 Remastered

    Zerado dia 28/10/22

    Jogatina anual de Yakuza e dessa vez foi a vez do 5! Mal dá para acreditar que faz mais de um ano que joguei o 4! Parece que foi há uns três meses! Como o tempo tem passado rápido!

    Eu comprei esse daqui, na verdade, há pouco mais de um ano também Estava preocupado em como seria a questão dos preços na era do PS4 mas ele logo apareceu bem baratinho (acho que menos de 20 reais) e eu corri para comprar. Peguei o 0 (Zero) também nessa promoção. A preocupação logo ficou apenas sobre o 6, que perdi a chance de pegar de graça num bug da PS Store e por ser um jogo recente, mas não é que pouco depois ele também apareceu bem baratinho? Que ótimo!

    Yakuza 5 seria a minha primeira experiência com a franquia no Playstation 4, mas logo descobri que o jogo é na verdade originalmente do PS3, assim como o Zero ainda saiu por lá. Caraca, quantos jogos da série saíram por lá? 3, 4, Dead Souls, 5, Zero, uns dois ou três spin-offs samurais que nem vieram para o ocidente e fora mais uns outros dois da época no PSP. A Sega estava mandando ver, hein?

    Fui dar uma pesquisada no tempo de Yakuza 5 Remastered (Y5R) e ele era supostamente o mais longo da franquia. Na verdade, ele durava entre 2 a 2.5 vezes o tempo dos demais: 36 horas no How Long to Beat.

    Enfim, abri o jogo e é tudo bem familiar. Há aquela cinemática que compila várias outras de toda a aventura e que fora de contexto raramente dá algum spoiler, ao som de metal e tal.

    A primeira coisa que achei estranho foi a ausência do menu de recapitular todo o enredo da saga até então. Eu sempre assistia desde o 2, mas aqui não incluíram isso, uma pena. Tive inclusive que ir ao YouTube rever o final do 4 para lembrar como tinha terminado certinho. Acho que o restante eu ainda lembrava bem.

    Esse menu principal em si é bem diferente do padrão da série. Ele é todo escuro, com luzes azul claro ao selecionar as opções. Quase um "Dark Mode". Por lá também tinha a opção de jogar uns minigames para dois jogadores diretamente, mas nem me importei no momento.

    O início da campanha é meio estranho, sei lá. Tem muitas e muitas cenas. É beeeem extenso. Acompanhamos o Kiryu, agora motorista de taxi após largar a vida criminosa, enquanto ele dirige por aí. Logo uma cara familiar aparece, entra no veículo e começa a falar de sua vida por longos minutos. É bem diferente.

    Quando finalmente estamos no controle, a experiência é definitivamente sem igual: você controla o protagonista vivendo a sua vida numa nova cidade. Ele acorda, vai trabalhar, passa no restaurante, interage com os colegas de trabalho. Que estranho! Eu não me sentia jogando um Yakuza.

    Curiosamente mesmo com toda a coisa de vida normal, eu estava tendo exatamente o contrário da imersão esperada. É tudo chato e desinteressante, cheio de diálogos e tutoriais ensinando um novo minigame ou sidequest a cada 5 minutos.

    Agora você pode passar na lanchonete e ajudar a preparar comida comida num minigame bizonho, pode brincar de Crazy Taxi sem a parte "Crazy", pode ajudar a limpar a cidade coletando lixo por aí. Se der sorte até encontra uma luta aqui e ali.

    É tudo bonito no departamento de texturas e detalhes, como sempre, mas a série realmente seguiu um caminho meio estranho aqui. Ou ao menos nesse início.

    A cidade mesmo é meio desinteressante. Outros jogos da franquia trouxeram outros mapas além do clássico Kamurocho, mas aqui não deu muito certo para mim. Nada tem carisma! Nem o próprio Kiryu tem mais usando uma jaqueta de velho e parecendo um tiozão. Sua animação de corrida é super estranha. Que jogo estranho!

    Eu comecei a ignorar totalmente todos os minigames: pesca, corrida etc. Qualé a desse jogo, afinal?

    A coisa toda piorou quando meu chefe da firma me convidou para almoçar e eles foram conversando andando pela cidade. Cara, os NPCs desse jogo são muito zoados! Tinha gente que passava na frente deles e desaparecia simplesmente para não tapar a visão ou bugar a caminhada. Os demais pedestres são mega robóticos e não sabem para onde estão indo, ficam tropeçando uns nos outros. É uma festa de bug! Encheram a cidade de gente para isso.

    Como o começo do 3 também era chato, eu dei uma colher de chá. O enredo foi vindo também e talvez ficasse interessante. Porém uma coisa estava me incomodando além de tudo isso: a duração de cada capítulo. Eles são super longos e enrolados, como se fossem uns 3 em 1.

    Eu sabia que ainda teria outras partes com outros personagens, mas isso daqui tava tenso. Eu não conseguia ânimo para terminar nem a do Kiryu! Anteriormente na série era fácil terminar um capítulo e no 4 eu chegava a jogar os quatro de um personagem em um dia. Aqui, com sorte, eu jogava dois, mas muitas vezes foi só um mesmo.

    Quando terminei o jogo mudou para o segundo protagonista, o Saejima, originalmente apresentado no 4. Eu gosto muito dele e faz sentido o seu retorno!

    O bizarro é que ele retorna à prisão. Meu deus! No 4 a história do Saejima é justamente focada nesse ambiente, sendo que acaba sendo provado que ele era inocente e finalmente pode se vingar. Mas aparentemente decidiram que Saejima = prisão.

    Depois de um século na prisão e muito drama e situações exageradas até para o padrão Yakuza, o personagem agora se encontra numa vila de neve. Você briga com ursos na mão e até aprende a caçar meio estilo Monster Hunter com armas de fogo. É mais um minigame, na verdade.

    Eu não conseguia gostar de nada disso. Poxa, o personagem tem uma missão de chegar à um lugar e faz uma parada dessas, depois faz tutorial atrás de tutorial de caça e eu sei que ele não vai ficar aqui caçando para sempre. Cadê o espírito da série? O enredo que me pegava? A cidade grande? A trilha sonora com Jazz enquanto as situações acontecem? Porque eu tinha que estar num lugar chato desses? Aliás, o jogo inteiro tem um tom meio monótono super sem graça.

    Finalmente então o personagem vai para a cidade, mais uma cidade nova. Essa é a pior de todas sendo que há um monte de paredes invisíveis até no meio da rua e é um chato navegar por aí. A história em si não me cativava de forma alguma, parecia ser apenas sidequest com um monte de minigames bobos aqui e ali.

    Tava difícil me importar com alguma coisa. Passei a jogar no máximo 1 capítulo por dia. Tinha dias que ligava o jogo, lia um zilhão de diálogos enrolados falando e repetindo as mesmas coisas e simplesmente botava o PS4 no standby novamente. Isso quando os diálogos passavam e eu nem prestava atenção mais pois começava a viajar na maionese. Porém nunca parecia que eu perdia alguma informação.

    A sensação é que eles resolveram estender a duração da campanha e enxeram linguiça o máximo possível. Para quem conhece animes, Yakuza 5 me parece um grande filler!

    Com o final da maçante campanha do Saejima, a pior de todas, a parte 3 é focada em 2 personagens: a Haruka, "filha" do Kiryu, e o Akiyama, o agiota do 4.

    Se você parar para pensar, em Yakuza 4 a ideia era ter 4 protagonistas. Já em Y5R a ideia era ter 5. Que besteira, hehe.

    A parte da Haruka acendeu uma luz de esperança. Não que seja super legal, mas pelo menos eu estava navegando por uma cidade mais colorida e interessante. O enredo estava "ok" também. E a melhor parte é que ele não luta pois nesse jogo tem MUITOS brigalhões nas ruas. Você sai de uma luta e outro cara já aparece, te cerca e começa outra. Grande parte do meu ódio também são os pedestres, que abarrotam as calçadas e dificultam seu movimento pelo mapa e principalmente a fuga dos encrenqueiros.

    A história da Haruka é focada no fato de que ela agora quer ser uma "Idol" japonesa, daquelas meninas famosas por cantar música pop na TV. A maior parte do seu gameplay é focado na música, como se fosse um jogo da Hatsune Miko da vida (ou Audition se você conhecer). Enfim, aperte o botão quando ele aparecer dentro do círculo.

    A segunda metade dessa parte é com o Akiyama.

    A penúltima parte do jogo, que eu achei que seria a última, é com um personagem novo, o Shinada. Esse personagem, meio vagabundo, substituiu o policial Tanimura e curiosamente foi a parte que mais me divertiu e que pareceu Yakuza como era antigamente. Porém é um personagem quase irrelevante ao enredo e mal faz diferença para a trama.

    Resumindo: Yakuza 5 Remastered é um jogo bem estranho e diferente dos demais, focado numa ambientação mais lenta e séria por grande parte da trama, um monte de minigames e um enredo simples, mal escrito e com vários furos e exageros até mesmo para o que essa franquia é. Como eu disse anteriormente, a sensação é de que o jogo é um filler e foi a minha primeira decepção com a série. Sinto que se eu tivesse pulado esse jogo eu não teria perdido nada!

    De bom: os visuais e detalhes continuam caprichados, A direção de arte, incluindo as cinemáticas, fizeram um bom trabalho. Bom rever os personagens e como a vida deles se desenrolou desde o 4 (a Haruka mesmo está sempre mais velha com o passar desses jogos). Tem uns personagens bons e o Shinada é um deles.

    De ruim: enredo sem graça e superficial, como um filme C daqueles que passam de madrugada, cheio de furos e partes inúteis (que você só percebe quando lembra que elas aconteceram). Diálogos demaaaais e não vão direto ao ponto, fica difícil se manter acordado ou interessado numa história besta assim. Muitas brigas e muitas paredes na cidade, inclusive no meio das estradas e as vezes você tem que dar a volta sem motivo algum, só porque tem uma parede invisível com o sinal de proibido. Esse jogo introduz visuais que eu já tinha visto nos Kiwamis que não me apetecem muito, como áureas coloridas e efeitos especiais em socos e chutes. Muitos minigames obrigatório e parece que o jogo inteiro é isso. Jogo muito lento e arrastado, diferente do esperado para a série. O combate as vezes é mega difícil e injusto e seu personagem só apanha de hordas de inimigos, cai, se levanta, cai novamente e mal pode fazer alguma coisa.

    No geral, esse jogo pode não ser o pior já criado (e alguns até o adoram de alguma forma), mas está longe da qualidade Yakuza que me faz amar a série. Fiquei até preocupado com os seguintes, até porque vi que o Zero também dura na casa das 30 horas (normalmente são apenas umas 18) e espero que ao menos tenha motivos para justificar isso. Ano que vem tem ele, depois o 6 e aí fico satisfeito pois vou jogar o 7, 8, aquele medieval e os Judgment só quando bater a vontade mesmo. Sobre Y5R, ótimo jogo para quem tem insônia (no meu caso foram 42 horas de sono)! Passável.

    Yakuza 5 Remastered

    Platform: Playstation 4
    13 Players

    15
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      mastershadow · 3 months ago · 2 pontos

      Só zerei o 1 e o 2 no PS2.Mas adoro a série! Agora que peguei um PS3 que vou adquirir o 3 ,4 e 5 .

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      seufi · 3 months ago · 2 pontos

      terminei o 1, o 0 e o 2. Espero começar o 3 e platinar logo

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