• diogogi Diogo Rodrigues dos Santos
    2021-06-21 20:57:21 -0300 Thumb picture
    Post by diogogi: <p>Numa saga imensa para conseguir um Persona 4 Gol

    Numa saga imensa para conseguir um Persona 4 Golden que não custe Golden de verdade T_T

    Shin Megami Tensei: Persona 4 Golden

    Platform: Playstation Vita
    852 Players
    515 Check-ins

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      hanzy · about 1 month ago · 2 pontos

      Deve estar bem difícil de achar atualmente, mas boa sorte na busca

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-17 00:30:28 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Oddworld: Abe's Oddysee - New 'n' Tasty

    Zerado dia 16/06/21

    Caraca, que pendência mítica!

    Eu conheci o original Oddworld: Abe's Oddysee quando eu era moleque, pré-adolescente na casa de um primo mais velho que tinha um PC, algo bem avançado pra época. Era engraçado pensar que aquela pessoa, um policial militar, jogava algumas coisas no seu desktop. Lembro que ele era completamente viciado em Age of Empires e que conheci o jogo através dele, assim como foi com o Abe's Oddysee.

    Esses jogos eram bem diferentes das minhas experiências com videogame, que se limitavam ao NES e SNES. Eram jogos sérios, escuros e difíceis de avançar. Algo como jogos de adulto. Mas ao mesmo tempo tinha algo que me deixava bem curioso e até imersivo sobre assistir ele jogar aquilo. Sem igual!

    Aquele dia a noite me marcou bastante. Eu nunca esqueci daqueles jogos nem da cara do Abe, o protagonista do Oddworld

    Mais tarde o veria com alguma frequência em revistas de jogos e mídias relacionadas. Com os anos descobri que era um personagem conhecido daquela época (na verdade antes daquela época, pois foi bastante tempo já depois do lançamento do jogo). Hoje em dia percebo que houve uma época muito interessante de jogos de PC, que infelizmente não fiz tanta parte quanto gostaria pois mesmo jogando quando ia dormir na casa de primos que tinham um computador, focávamos em poucos jogos, mas tenho lembranças incríveis dos então já antigos Win95 e Win98 (a maioria dessas experiências devem ser lá dos anos 2000, 2000 e pouco, quando eu tinha 10 anos e mesmo o NES, primeiro console que joguei, já era bem antigo quando experimentei pela primeira vez).

    Os anos passaram e há mais de 10 anos atrás eu lembrei de Abe's Oddysee. Descobri sem nome de alguma forma, instalei no meu primeiro computador e resolvi jogar, mas infelizmente não fui tão longe. O jogo era confuso e tinha uma lógica bem estranha. Talvez tivesse envelhecido mal e eu não fosse seu público. Acabei deixando de lado.

    Agora com essas minhas loucuras de terminar jogos que considero relevantes (e mais uns que achei interessantes/baratos), é incrível como esse Oddworld passou batido por tanto tempo! Quer dizer, eu só lembrei dessa pendência ancestral há pouco, mesmo acompanhando os relançamentos da franquia e seus remakes por meio de notícias. Priorizei Abe's Oddysee graças a sua versão New 'n' Tasty, lançada para diversas plataformas, incluindo o PS Vita.

    Já tinha visto alguém falar mal dele, mas eu quis arriscar pois não queria jogar no PC e nem ter a mesma experiência zoada. Liberei um espaço fechando os últimos jogos que postei e corri para baixá-lo.

    A primeira coisa que tenho que dizer é que o remake é muito fiel ao original, ao meu ver, só um pouco mais modernizado. Quer dizer, de alguma forma tudo era como eu de alguma forma ainda lembrava. Até assisti no Youtube as partes que já tinha jogado mas no original para fazer a comparação e achei que fizeram um belo de um trabalho!

    Em segundo lugar, os visuais limitados do Vita deixaram o jogo ainda mais próximos do original. Vim uns vídeos do jogo rodando em plataformas HD e não curti os gráficos cheio de light bloom e outros efeitos. Sabe aqueles jogos ou vídeos cheios de efeitos de neon? É por aí. Nada a ver com a proposta do jogo e bem exagerado! Mas o Vita obviamente fica devendo em outros departamentos por conta de suas limitações e as minhas reclamações ficam por conta dos controles um pouco desconfortáveis e problemas de performance, como lags e afins que não só quebram a imersão como dificultam o timing de algumas ações em partes que demandam maior velocidade entre mil e uma coisas acontecendo na tela.

    Abrindo Oddworld pela primeira vez, olhei as opções mas não vi nada muito interessante de mexer. Algo interessante é a disponibilidade do idioma Pt-BR que traduz todos os textos, incluindo legendas, comandos e até painéis e afins nos cenários. Muito legal!

    Apesar de me lembrar muito das salas e desafios, tem algo que não havia entendido em nenhuma das vezes anteriores que o joguei: o jogo é linear! Quer dizer, eu estava esperando um adventure complexo, escuro e de quebrar a cabeça, mas acaba que são puzzles simples e bacanas em salas seguidas de mais salas.

    Outra coisa legal é o tom da aventura, algo bem típico da época mesmo. Há um clima de planeta alienígena mas de uma forma super bem-humorada. Algo como a cultura Star Wars da época do Episódio I. Quem viveu essa época vai se sentir em casa de uma forma ou outra!

    A parte que eu estava travado era ainda no primeiro capítulo, reconheci na hora! Meio que escapando de uma "prisão" cheia de guardas, minas terrestres e lasers. O esquema é que o jogo meio que não ensina muito bem suas mecânicas e você que tem que aprender, mas os comandos são poucos.

    Os comandos desse sidescroller contam com coisas desde os básicos andar, correr e pular, rolar, se pendurar em plataformas para subir ou descer e interagir com objetos como botões e computadores até algumas ações mais complexas de interação.

    Essas ações incluem vozes de comando com cada direção do d-pad e mais quatro segurando triângulo e apertando esses mesmos botões do d-pad. Você pode chamar NPCs do cenário e dar-lhes ordens simples com o intuito de levá-los à uma saída (inclusive o zeramento do jogo depende de quantos dos 299 você salvar). Há também como lançar objetos como pedras para distrair inimigos, bombas para explodir minas ou os próprios monstrengos ou quebrar certos obstáculos.

    A ação mais bacana do Abe é a de controlar os outros com os seus "poderes Jedi". Alguns inimigos são controláveis e tudo o que você precisa é de um tempo se concentrando ao segurar L e R e nenhum bloqueador de pensamentos na tela. Com um soldado em controle você pode movê-lo, atirar nos outros, se jogar em minas ou simplesmente se explodir. Muito útil e legal.

    Depois de avançar por umas salas, salvar um bocado de colegas e até fazer algumas conquistas da Playstation, eu alcancei um lugar que dá a impressão que o jogo te dá mesmo a liberdade de ir onde quiser, mas não é bem assim. Essa sala está lá só pra encher o saco e você não vai usá-la até o final da aventura. E o jogo até dá alguma liberdade de ir e vir em cada capítulo, mas geralmente não há motivo para isso senão salvar companheiros que tenham ficado para trás.

    Se não ficou ninguém ou você não tiver interesse, basta seguir para a próxima tela.

    Uma coisa que você deve saber é que em Abe's Oddysee você morre bastante, geralmente experimentando como lidar com algumas situações, as vezes fazendo tudo na correria sem paciência, mas nada chega a ser complexo e, pra ser sincero, os puzzles do jogo se repetem de formas similares com bastante frequência, então você acaba fazendo muita coisa da mesma forma. Os controles são surpreendentemente funcionais também, o que deixa toda a questão de testes com cada tela bem mais interessante.

    Quando o jogo está ficando cansativo, ele troca de mapa, muda os objetivos e adiciona bastante história, geralmente contada por cinemáticas muito legais.

    Se o jogo estava bom no mapa inicial, os seguintes, de floresta e desértico, acabaram me surpreendendo e me deixado super viciados no jogo. Foram 7 horas muito rápidas em dois dias.

    Eu estava amando a ambientação, os personagens, a jogabilidade, o humor e a saudade de jogos assim, mais originais. Sério, eu jurava que ia arrastar esse jogo, mas eu o adorei e entendo perfeitamente o porquê de ele ter ficado tão popular! Devorei mesmo!

    No final o enredo se fecha bem (fiz o final ruim e vi o bom no Youtube, pois nem sabia que teria isso). Inclusive os momentos finais da jogatina são bem legais. Tudo isso foi mais do que o bastante para me deixar mega curioso em jogar outros da mesma franquia!

    Resumindo: Oddworld: Abe's Oddysee - New 'n' Tasty é um jogão, sobretudo para quem conhece e gosta da cultura daquela época, mesmo falando dessa versão que é um remake. Os reajustes feitos nessa versão ficaram bons e o jogo envelheceu muito bem em seu conceito e jogabilidade. Eu estava esperando algo do tipo "Another World/Out of this World" mas encontrei um jogo carismático, bem feitinho, amigável e divertido. 7 horas muito bem gastas!

    De bom: todo o carisma dos personagens. Boa jogabilidade, imersivo, um remake fiel. Controles responsivos e mecânicas divertidas. Muitos coletáveis, segredos etc. Contém diferentes níveis de dificuldade, opção de jogar co-op e a linguagem Pt-BR. Mais casual do que eu esperava. Muitos checkpoints e a facilidade de salvar ou carregar a sua posição com o apertar de um botão!

    De ruim: algumas instabilidades com frames nessa versão portátil. As vezes meio repetitivo.

    No geral, foi legal demais! Infelizmente não é o tipo de jogo pra todo mundo, mas eu recomendaria uma jogatina pra quem ao menos já viu essas caras estampadas em alguma revista! Massa demais!

    Oddworld: New 'n' Tasty!

    Platform: Playstation Vita
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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Abe's é sempre uma boa escolha. Curto bastante!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-14 21:53:02 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Metagal

    Zerado dia 14/06/21

    Metagal é um daqueles jogos que você conhece ao vê-lo em tantas lojas de tantas plataformas. O nome, a arte, a logo, tudo entra na sua cabeça e logo você começa a achar que seria uma boa dar uma conferida nas screenshots etc. Pra piorar, eu vivia confundindo esse clone de Mega Man com outro clone de Mega Man chamado 20XX, um título mais popular no mundo dos jogos. Eu sabia que tinha um clone de Mega Man com uma protagonista feminina pra jogar.

    Eu cheguei perto de comprar esse jogo algumas vezes por entrar em promoções fantásticas e preços bem baixos no Nintendo Switch, mas felizmente descobri que o mesmo estava disponível para o PS Vita, onde posso baixar de graça graças ao desbloqueio, fora que o tamanho e peso do portátil da Sony apelam bem melhor ao fator 'portabilidade'.

    Baixei rapidinho, deixei no console por um século e resolvi jogar agora só por ser bem curto segundo o howlongtobeat.com e porque todos os jogos baixados no meu Vita ocupam uma tela, com exceção de um. Então eu PRECISAVA terminar qualquer coisa só para organizar tudo ao alcance dos meus olhos, haha.

    Como já mencionado, Metagal é um clone de Mega Man ou uma homenagem bem óbvia. Sua jogabilidade, cenários e inimigos remetem bastante ao clássico da Capcom em sua era no NES: você não carrega o tiro, não desliza no chão, não escala as paredes e nem tem aquele visual mais "edgy" da série X. Tudo tem um visual mais inocente, embora o jogo em si seja relativamente desafiador (mas pouco).

    Sua quantidade de estágios/conteúdo e a forma como o jogo se desenvolve ainda lembram bastante os Mega Mans de Game Boy e o mais recente Mighty Gunvolt. Bem legal!

    As homenagens aos jogos antigos vão bem além e são facilmente reconhecíveis para quem manja daqueles títulos. Há uma fase que é muito parecida com o estágio inicial de Mega Man X e há uma batalha contra um chefe que é idêntica a luta contra o robozinho verde da fase do Sting Chameleon.

    Os visuais ingame são até agradáveis, mesmo GRITANDO ser indie, sobretudo em relação aos sprites dos personagens. A fonte dos diálogos é meio estranha, acredito que seja um problema exclusivo do Vita.

    Mas o que estraga com os visuais de vez pra mim são os visuais dos personagens durante as cenas da história, com .jpegs de qualidade duvidosa e designs muito amadores. As vezes dá pra ignorar, mas as vezes eu gostaria que essas cenas não existissem. E nem vou mencionar o leve apelo sexual das personagens, que são em sua maioria femininas, que parecem crianças com silicone e roupas apertadas, cabeças grandes e corpos menores. Bem estranho.

    A imersão e gosto pela coisa toda ainda foram afetados por problemas de performance: loadings demorados, menus e determinadas partes com travadas ou lag. Eu tinha a impressão que o jogo congelaria e eu teria que o reiniciar, mas logo voltava ao normal.

    Mais uma vez, acredito que sejam problemas do port pro Vita.

    Após toda a apresentação dos personagens e enredo, pude escolher entre 4 cenários, mas vi que haviam mais, inacessíveis, abaixo na lista.

    Cada opção mostra o cenário, com seu bioma exclusivo, e o chefe e nome. Eu só fui em ordem mesmo.

    Finalmente jogando, é tudo relativamente familiar. Em relação a Mega Man as diferenças ficam por conta de um dash, que pode ser executado apertando duas vezes seguidas para um lado ou outro ou simplesmente apertando triângulo que permite que você alcance lugares mais distantes; e um botão exclusivo para um ataque especial, que é o equivalente a segurar o ataque normal do Mega Man e que causa bastante dano.

    O legal aqui é que esse golpe se regenera sozinho e você não tem que segurar botão nenhum e pode ficar usando o ataque básico com quadrado até que a barrinha esteja cheia novamente e usar o golpe mais forte com círculo. O ruim é que você não pode usar esse golpe com tanta frequência assim, mesmo que a barra se regenere bem rápido.

    As fases seguem toda a lógica de um Mega Man MESMO. Até os padrões de movimento dos inimigos e seus ataques não são originais, mas tá valendo. Jesus, até os itens que eles derrubam ao serem destruídos, como cura são copiados, haha.

    Enquanto isso você pula sobre buracos, plataformas que se movem (tem uma fase com uma seção muito parecida com várias partes do primeiro Mega Man, outra que é igual ao início do estágio do Storm Eagle), plataformas com temporizador que desaparecem depois de um tempo que você ficar em cima, seções na água etc. É uma grande mistureba, ainda mais nas fases finais, do vilão principal.

    Duas reclamações que tenho com Metagal é que o level design nem sempre é bom. Você pula numa plataforma que vais e mover, mas nunca se sabe pra onde e muitas vezes te levam para um caminho inesperado e esse erro te custa a vida. Tentativa e erro é algo recorrente aqui. Além disso, tudo é muito pequeno e certas coisas não chamam a atenção o bastante e o destaque disso vai para os espinhos, que te matam automaticamente ao encostar neles. Eu NUNCA via os espinhos no chão, parede ou teto e me matei mil e uma vezes. Eles são muito pequenos e se confundem muito fácil com o cenário!

    Mas esse jogo também conta com elementos que facilitam ainda mais uma experiência que já é tranquila. O destaque vai para os dois seguintes:

    -Checkpoints. De vez em quando você encontrará com eles e nunca mais vai ter que jogar aquela seção novamente! Adicione isso ao fato de o jogo ter vidas infinitas e terminar a aventura será uma garantia. Um checkpoint bem bacana é o que tem entre as duas portas que antecedem o chefe em todas as fases.

    -Engrenagens. Há um item que você colhe aleatoriamente derrotando inimigos ou pelo cenário em forma de uma engrenagem dourada. Quando você morre, pode optar por continuar o jogo desde o último checkpoint ou desde o início da última sala ao custo de uma engrenagem. Essas engrenagens ainda podem ser equipadas como uma armadura e serem suadas para curar uma porção do seu HP. É muito mordomia, ainda mais porque elas são bem comuns!

    Todas as fases tem um chefe na metade, geralmente um grandão e diferente, e mais um no final, que são as robôs como você, mas especializadas em elementos próprios (estilo Robot Masters). As lutas são como nos Mega Man clássicos também, com o inimigo andando na sua direção, pulando e atacando. Acho bem chato e robótico, mas é isso aí. Derrote as fáceis inimigas e você obterá os seus poderes.

    Uma coisa bem legal desses poderes é que eles podem ser usados como ataque e como meio de locomoção pelas fases. Por exemplo, há um poder que você dá um dash de fogo que pode ser usado após o seu dash normal para alcançar lugares ainda mais distantes. Há um poder de mina terrestre que se você pisar, será jogando para o alto e há um poder que você troca de lugar com um inimigo que acertar. 

    Tudo muito útil e de uso obrigatório nas fases do chefe final, onde inclusive descobri que esses poderes tem esses efeitos, pois mesmo nos Mega Man eu acabo preferindo usar apenas a arma principal mesmo (para economizar as outras e porque geralmente elas são meio esquisitas).

    No final, um estágio mais desafiador, sério e longo, dividido em partes. Nada original. Tive inclusive que enfrentar novamente os chefes principais!

    Voltei em uma fase antes de ir pro finalzão e percebi que graças as novas habilidades eu pude alcançar áreas antes inacessíveis (que fiquei tentando alcançar na primeira vez) e com isso consegui uns itens opcionais especiais, como um que regenerava meu poder especial mais rápido. Legal!

    Já o chefe final , dividido em duas lutas, foi disparado o maior desafio de combate de Metagal, embora não tenha me dado muita dor de cabeça (venci na segunda tentativa, pois aprendi bem fácil o padrão). Na verdade eu acreditava que ainda teria outra fase, mas logo os créditos subiram. Devo mencionar ainda que essa foi uma das platinas mais fáceis que já vi num Playstation.

    Após terminar a aventura, pude jogar começar novos saves e jogar com as chefes das fases, inclusive enfrentando a protagonista em sua fase.

    Resumindo: Metagal é um clone ok de Mega Man, ótimo para quem está viúvo ainda da série clássica da Capcom, mesmo ela tendo um milhão de jogos. Por ser um jogo de 1 hora e meia, eu recomendaria tanto para quem quer jogar algo do tipo e não for tão exigente quanto para quem quer começar a conhecer esse tipo de jogo mas não tem muita confiança, pois esse é o "Mega Man" mais fácil que existe. Por outro lado esse lado indie gritante e sua alta simplicidade as vezes são meio sem graça. Falta um pouco daquele profissionalismo e cuidado com detalhes.

    De bom: visuais coloridos e design pixelado bacaninhas. Jogabilidade simples. Nível de desafio tranquilo. Diversidade entre os estágios. Muitas conquistas facílimas.

    De ruim: falta polimento. Loadings longos. Pequenas travadas aqui e ali. Alguns desafios são meio sem noção e mal pensados. Artstyle bem feio. Indie gritante, clássico dos jogos da Ratalaika Games. Faltou mais originalidade.

    No geral, pelo tempo gasto e vários desafios ok, valeu a pena sim ter jogado Metagal. Existem jogos melhores, como os que o originaram e provavelmente esse 20XX etc, mas por ter sido de graça, a experiência são deixou nenhum gosto ruim na boca. Poderia ser melhor? Sim! mas é um jogo indie pequeno. No final das contas só não sou muito fã de jogos que copiam os outros, mas encarei mais como uma homenagem. Joguinho ok!

    METAGAL

    Platform: Playstation Vita
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  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-03-22 20:40:19 -0300 Thumb picture

    PS Store Fora do PS3 e PS Vita?

    É, parece que finalmente as lojas digitais do PS3 e PS VITA vão fechar, o que já era esperado, infelizmente. O ruim desses consoles da geração PS3 e Xbox 360 para frente, é que eles tem "data de validade", ou seja, você compra o vídeo game sabendo que um dia ele será descontinuado e quem comprou ou "ganhou" por meio da Plus as mídias digitais não poderá baixar mais, em outras palavras, perdeu o seu dinheiro. Pior que tem jogos que só podem ser comprados nas lojas online, pois não tem mídia física.

    E falando nela, nem adianta o povinho fã de mídia física, ficar se gabando que vai continuar jogando de boas. Primeiro que você não vai poder mais baixar updates, DLCs ou mesmo corrigir BUGs por meio de patchs, e alguns jogos mesmo físicos só funcionam com atualização. E segundo que não vai mais poder jogar online, e alguns jogos como CoD o destaque principal é o multiplayer. E claro tem o caso das mídias físicas subirem muito de preço agora. Por essas e outras eu prefiro jogar no PC, posso comprar e baixar jogos antigos na Steam a hora que eu quiser, e muitos deles tem servidores multiplayer ativos até hoje. Essa é a vantagem de não se ter gerações!

    Minecraft: Playstation Vita Edition

    Platform: Playstation Vita
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      sweet_lorelei · 4 months ago · 2 pontos

      wtf??? tem isso? como podem fechar uma loja? teoricamente se vc comprar um jogo ele é seu tipo pra sempre era pra ser pelo menos,a unica midia fisica que eu tenho é uma fita do mario all star do snes todo o resto são da steam ou da epic ou de algum site alternativo

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      molinsky · 4 months ago · 1 ponto

      Por isso priorizei a Steam de 2015 pra cá: pensei exatamente no problema de gerações.

      Em relação à mídia física, por mais bugado que o jogo estiver, ainda é o jogo que foi liberado para o gold, então tem seu valor mesmo.

      Mas mais ainda, deixa bem claro que não tem outra solução para esses consoles no futuro: jailbreak. Sem isso, possuem muito pouco valor.

      1 reply
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      seufi · 4 months ago · 1 ponto

      A mídia física sempre vai poder funcionar, mesmo sem baixar patches. Inclusive, em toda mídia física há a opção de jogar direto sem baixar nada, mesmo quando patches estão disponíveis. Pessoal da mídia física que tá certo. Claro, se você comprou uma mídia física de No Mans' Sky, por exemplo, isso é um grande problema. E se você gosta de multiplayer tb... Mas pra quem gosta de rpg, ou todos os outros, negócio é a mídia física...

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-06 15:04:54 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Final Fantasy IX

    Zerado dia 06/02/21

    Olha aí o RPG que eu vinha jogando: Final Fantasy IX! Enrolei um bocado para terminar, principalmente por estar ocupado ultimamente, mas a vontade de voltar para esse jogo sempre esteve comigo, infelizmente muitas vezes vencida pelo sono e afins.

    No final das contas eu estava chegando tarde em casa, as vezes abria o jogo para upar uns personagens e desligava. As vezes pensava: "Caraca, não joguei ontem a noite nem hoje de manhã" ou "Tem uns dois dias que não jogo". 

    Por outro lado estava devorando o jogo e muito entretido com seu enredo quando tinha tempo. Mal dava para acreditar que as horas dos meus saves estavam aumentando tão rapidamente. Meu último RPG acho que foi Golden Sun e tinha curtido, mas esse FF mostra o poder da Square da época. Se comparar com o meu RPG anterior ao GS, Octopath Traveler, você vê como as coisas mudaram, e não exatamente para melhor.

    A minha história com FF vem desde lá pra 2009, com meu DS. Joguei FF III e IV nele e adorei esse último. Logo em seguida comprei um PSP e joguei muito Dissidia. Amava aquele jogo!

    Claro que dos personagens dali, eu não conhecia muitos: os relacionado ao FF IV eram destaque pra mim. Conhecia também o Cloud e Sephiroth pois sempre foram personagens famosos por aqui (mesmo que ninguém tivesse necessariamente jogado FF VII). Conhecia ainda o Squall (FF VIII) de revistas e do Kingdom Hearts e o Zidane (FF IX).

    No caso do Zidane eu conhecia o personagem, mas estava conhecendo seu nome só então. Lembro que meu primo e eu comprávamos muitas revistas de anime e jogos na pré-adolescência (2001 e por aí) e tirávamos os pôsteres e colocávamos nas paredes de um quarto da casa dele. Era lotado! Um desses pôsteres era do Zidane, em CG e na chuva (infelizmente não encontrei a arte). Eu sempre olhava para esse pôster e isso me marcou de alguma forma. Nunca esqueci dele!

    Lá pra 2010, na faculdade, um amigo disse que estava jogando toda a série em ordem até o final. Eu curti a ideia e acabei tentando fazer o mesmo. Nessa época eu não tinha muito essa coisa de finalizar jogos e conhecer as plataformas a fundo, era um pouco mais casual, mas ou já tinha jogado ou estava jogando os FF X e XII na casa de um amigo por vários fins de semana. Mas eu queria muito os personagens jogáveis do Dissidia e uma série tão popular como Final Fantasy.

    Cheguei a pesquisar na internet qual seria o melhor FF e me surpreendi com a maioria dos votos de tudo quanto era fórum sendo FF IX. Mas o quê? Eu acreditava que era mais fácil ser o VII visto que os personagens eram tão populares, ou talvez algum jogo mais recente.

    Comecei então a minha saga com o primeiro FF, versão de GBA. A maratona, que durou cerca de 6 ou 7 anos, não seguiu exatamente uma ordem. Como disse, já tinha terminado o III e IV, joguei o I e II, depois provavelmente o X, seguido pelo V, VI (um a cada muitos meses), XII, VI, XIII, VII. O 7 deve ter sido em 2014, o VIII eu postei aqui, acho que em 2017 e finalmente o IX, 4 anos depois.

    Uma coisa bem curiosa sobre a série é como os jogos são diferentes uns dos outros. A variedade é bem grande e a chance de você curtir poucos deles ou apenas um ou outra é grande, diferentemente de um Dragon Quest da vida, em que há uma certa "continuidade" e apenas evolução das mecânicas de jogo.

    E falando sobre isso, eu mesmo não jogaria novamente vários deles, principalmente o III, o que menos gostei. Também não sou muito fã dos sistema de profissões do V. Nem dos personagens e mesmice do II. Não curti a falta de originalidade e mecânicas do VIII. Não joguei quase nada do XI e XIV, por falta de interesse em MMOs. O sistema de batalha do XII é muito diferente da série. O XIII é super linear, como todos sabemos e o XV eu tenho, mas agora estou sem o PS4.

    Em resumo, meus prediletos são o IV (DS), VI, VII e IX!

    Eu finalmente entendi o porquê do IX ser tão adorado e entendo muito bem que disser que ele é o melhor, mas também entendo quem disser que prefere outros. Pra mim o melhor 2D fica sendo o VI e o melhor 3D fica sendo o IX.

    Mas voltando um pouco no tempo, só estava faltando esse IX para fechar a coleção (ao menos dos clássicos) e todo o hype em cima dele estava me comendo por dentro. O jogo entrou em promoção no Nintendo Switch e ficou por uns 50 reais, uma versão remasterizada e que eu poderia jogar na telona do console em qualquer lugar. Por outro lado, eu tinha o jogo no Vita.

    O problema é que meu Vita estava cheio, inclusive por causa desse FF e eu tenho um jogo na lista de urgências que não posso instalar por falta de espaço. Eu tinha duas escolhas: pagar o preço no Switch, deletar no Vita e baixar o outro jogo ou simplesmente adiantar logo e terminar o jogo, cortando fila e tendo jogado outros RPGs tão recentemente.

    Não estava planejado, mas acabou sendo isso, comecei FF IX!

    A aventura se abre lindamente com boas apresentações dos personagens e CGs. Que jogo lindo! A tela inicial diz que o jogo é de 2000. Soa tão recente! Mas pensa só: onde você estava em 2000? Só de lembrar do pôster, eu sinto que era uma criancinha, e deveria ser mesmo. Em 2000 eu tinha 10 anos e estava na quarta série. Julgando o tempo da revista e tal, eu deveria ter uns 11 ou 12 anos na época do pôster.

    Curiosamente, na época do lançamento do jogo já existia o PS2!

    Enfim, jogando pra valer, é um jogo que começa bem linear, assim como FF VII. Os cenários são pré-renderizados e muito bonitos e a temática deixou todo o estilo "edgy" e japonês para voltar ao estilo europeu medieval.

    Os personagens são muito vívidos e bem animados, e o enredo é excelente, inclusive em como o estopim para começar a história se dá e como os personagens jogáveis se encontram e se juntam. Há ainda uma direção de arte incrível com diversos ângulos de câmera com base em onde você estiver na cidade. A sensação é de estar jogando algo feito em parceria com filmes da Disney. Não é de se estranhar, com base nesse jogo, em como esse universo e o do Mickey se encaixariam tão bem.

    Cada personagem, de um total de 8, tem sua classe pré-definida, bem ao estilo de FF IV. O Zidane quase sempre vai estar incluso no grupo de forma obrigatória. Esse personagem é relativamente diferente de outros protagonistas da série, sendo mais engraçado, determinado, cometendo erros e até dando em cima das garotas. É mais ou menos como personagens de anime mesmo. O bacana é que o Zidane não usa magias e tem dois propósitos nas batalhas, bater bastante e roubar, como um bom ladrão que ele é.

    FF IX é um jogo fácil, assim como os demais FF de PS1, então dá pra deixar tranquilamente que o protagonista fique tentando roubar os itens raros dos chefes enquanto os demais se encarregam de causar dano e curar.

    Como você só pode usar 4 personagens por vez em batalha, teoricamente você deve trocá-los de vez em quando para nivelar bem ou mesmo para melhores estratégias de acordo com os chefes, mas não precisei fazer isso. Ainda assim gastei 40 e poucas horas para zerar (umas 7 acima do indicado pelo howlongtobeat.com), muitas delas upando skills dos personagens, coisa que é fácil de fazer, mas são muitas e a maioria nem usei. Teve uma hora que até me fiz parar pois estava duvidando que o jogo pudesse ficar difícil demais no fim (fora o medo de ficar overpowered).

    O jogo tem duas mecânicas bacanas que são:

    -Trance. Conforme você toma dano, uma barra se enche abaixo da sua vida e ao completá-las, o personagem entra no Trance, inclusive mudando um pouco a sua aparência. Durante essa fase, o personagem fica mais forte e poderá usar habilidades únicas. O Zidane mesmo pode usar um bocado de especiais que causam dano pesado. Já a Vivi, Black Mage, pode usar suas magias duas vezes por ativação;

    -Habilidades de equipamentos. Nesse jogo os equipamentos são habilidades quando equipados. Se você os trocar, as habilidades também serão trocadas. Porém há a possibilidade de usar os equipamentos diversas vezes em batalha para aprender essas habilidade e poder usá-las mesmo estando usando outros itens. Isso vai te fazer ficar lutando no mato até que os personagens aprendam o maior número de habilidades possível, inclusive ganhando vários níveis durante o processo.

    É importante notar que existem habilidades ativas e passivas. As ativas são mantidas pelo personagem, como a Vivi que aprende Fire, Fira, Firaga. Já as passivas devem ser equipadas, mas há um limite de AP a ser considerados, o que fará com que você planeje suas prioridades. Essas habilidades incluem coisas como ganhar mais experiência me batalha, mais dinheiro, fica imune a determinado status, ter mais HP ou MP, cortar o uso de MP pela metade e muito mais!

    Resumindo: Final Fantasy IX é sensacional! O jogo envelheceu incrivelmente e deve ser melhor ainda na versão remasterizadas para quem joga em telas maiores. Acredito que se alguém quisesse começar a série, essa seria a minha recomendação, até por ser uma experiência tranquila, mas sem deixar de ser Final Fantasy, fora suas mecânicas e personagens interessantes. Um grande salto do que foi a bomba do VIII.

    De bom: jogo positivamente cinematográfico e muito ambicioso, a ponto de requerer 4 CDs! Personagens incríveis. Enredo que me prendeu o tempo quase todo. Experiência mais tranquila do que a série já foi e menos punitiva (pra falar a verdade a única dificuldade em fechar os FF de PS1 é a batalha da Ultimecia, na minha opinião). Mecânicas que são divertidas de verdade. Inimigos com números menos de HP, o que quer dizer que as batalhas são mais curtas.

    De ruim: taxa de encontro de inimigos meio alta e irritante as vezes. As batalhas demoram muito para iniciar, inclusive com a câmera mostrando o cenário e afins (possivelmente o jogo carregando). Impossível pular cenas, o que é chato quando você morre e já assistiu aquilo ou durante as longas cenas de ataque dos summons. Senti que haviam muitas habilidades para ser aprendidas, mas o jogo, ao menos na campanha principal, não me deu muito motivo para ser estratégico, nem mesmo no chefe final.

    No geral, eu amei o jogo e não está só entre os meus prediletos da série, mas também do console e entre todos os jogos. Vi inclusive que ele está entre os melhores jogos no ranking do Alvanista, merecidamente. Gostaria apenas que a Square tivesse expandido um pouco o universo do IX como ela fez com outros, inclusive o VII no Advent Children. Agora resta sonhar com um remake no futuro, e que não mude muito como o VII Remake fez. Enquanto isso vou rejogar casualmente o Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call não só para celebrar o feito de terminar esses jogos, mas para relembrar músicas e momentos desse IX. Sensacional!

    Final Fantasy IX

    Platform: Playstation
    5783 Players
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-01-12 02:56:18 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Knightin'+

    Zerado dia 12/01/21

    Volta e meia eu dou umas voltas na eshop do Nintendo Switch na seção de lançamentos. Por lá é possível ver absolutamente todos os jogos disponíveis na plataforma em ordem decrescente de lançamento, do mais recente até os primeiros. Vejo tudo o que foi lançado das últimas semanas e adiciono jogos que possivelmente comprarei na plataforma um dia assim como títulos que tenho interesse de jogar, nem que seja em outro console. Faço isso até chegar nos jogos que já adicionei como favoritos anteriormente, assim sei que na minha lista tem tudo o que tenho que lembrar.

    Foi numa dessas que vi esse jogo, Knightin'+. Acho até que já tinha ouvido falar nele na época de seu lançamento, mas não dá pra ter certeza visto que toda a sua arte promocional e o visual do jogo passam longe do original e minha mente vem confundindo inúmeros jogos indie recentemente.

    Me lembro de ter visto um vídeo do jogo dentro da própria loja da Nintendo e achado que valia a pena dar uma chance. Essa chance veio antes do esperado, quando o usuário @topogigio999 aqui da rede postou ainda ontem sobre Knightin'+, citando algumas de suas qualidades, inclusive a curta duração e o melhor: disponível no PS Vita!

    Eu tenho que me atentar a pesquisar sobre os jogos antes de comprá-los pois tenho notado que mais jogos do que eu imaginaria estão disponíveis no último portátil da Sony (e até outros consoles que tenho). De graça sempre é melhor, ainda mais quando a qualidade do jogo é completamente duvidável!

    Baixei logo os 37mb no Vita e parti pro abraço, até porque estava querendo algo mais "casual" visto que tenho jogado um RPG.

    Então, Knightin'+ é exatamente o que eu já imaginava e sabia pelo trailer: uma aventura completamente voltada à clássica experiência do primeiro The Legend of Zelda, lá do NES. Por outro lado, é um jogo milhares de vezes mais fácil, até porque toda a jogatina se passa nas masmorras e não há um overworld para se perder explorando. Além disso, os inimigos são tranquilos, os puzzles são bem limitados às mesmas fórmulas e não há segredos.

    Ao começar o jogo, fui direto nas opções e pus no idioma Português-Brasil, uma das muitas opções disponíveis. Em seguida o jogo tem uma leve (e até cômica) apresentação e fui levado à uma tela-mapa de seleção de estágio. São apenas 4 deles, mas apenas o primeiro era acessível.

    O início é um tutorial, ensinando os comandos básicos e te pondo para agir na prática, bem legal. Daí é isso, você anda pelas salas, destrói os inimigos, abrindo assim as portas, escolhe uma delas para prosseguir e vai abrindo mais rotas ou voltando para outras já visitadas quando chegar à algum lugar sem saída ou que você não pode continuar ainda por falta de algum item ou chave.

    Seus comandos iniciais se resumem a andar com o d-pad ou analógico, atacar usando a sua curta espada com quadrado, e defender com o escudo apertando L.

    Monstros derrotados podem derrubar ouro ou cura, com um pouco de sorte. O seu personagem suga automaticamente todo o dinheiro, mesmo trocando de sala, mas as orbes de HP (e futuramente MP) devem ser coletadas ao andar sobre elas.

    O ouro é de suma importância no jogo, pois com ele é possível comprar regeneração de vida, chaves para usar em portas trancadas (não consegui definir se eram extras ou obrigatórias, mas só é vendida uma por masmorra) e itens de melhoria, como aumento definitivo de vida.

    Logo os primeiros puzzles começam a aparecer, mas eles podem ser resumidos em dois:

    -Puzzles de empurrar caixas, como os clássicos do Zelda. Esses quebra-cabeças normalmente envolvem posicionar caixas em cima de pontos brilhosos movendo-as por espaços limitados;

    -Puzzles de acender painéis específicos. Esses geralmente demandam da atenção do jogados pelas masmorras para entender as dicas e saber quais painéis devem ser acesos numa determinada sala. No início as dicas costumam estar em uma única sala e são bem tranquilas, mas no final do jogo você vai ter que prestar atenção em mais lugares e até raciocinar um pouco. Pessoalmente eu odiei esses puzzles.

    Esses desafios geralmente resultam em portas abertas ou trechos liberados com baús previamente bloqueados com upgrades de vida e até armas e acessórios!

    Em cada uma das masmorras você acha diversas melhorias par ao personagem, desde aumento de vida até equipamentos, que são praticamente obrigatórios de serem coletados visto que são facilmente encontrados e alguns são mandatórios para prosseguir na campanha.

    O escudo mesmo é um deles, assim como um melhor que reflete projéteis mais pra frente. Você ainda ganhará uma espada melhor e mais forte e uma armadura vermelha de maior defesa próxima ao final do jogo.

    Outros itens coletados podem ser visos na parte superior direita da tela, como o anel que permite correr (como o Link em A Link to the Past), o cajado que solta magia e age como seu ataque de longa distância e a habilidade de mover pedras pesadas.

    Ao terminar um estágio, o próximo é desbloqueado e é possível revisitar fases anteriores, agora mais forte e mais rico, e talvez ir atrás de itens que não foram encontrados, mas dificilmente isso será o caso. Rejogar essas fases por puro prazer também é complicado, visto que todas elas são bem parecidas (apesar da temática diferente) e cansativas o bastante para você não querer as ver tão cedo.

    Depois que o jogo cai um pouco na mesmice, sobra no final de cada dungeon o chefe. Infelizmente eu acho que o jogo pecou um pouco nesse quesito e mal posso dizer que me diverti com essas batalhas.

    No Zelda mesmo, é possível bater indefinidamente nesses guardiões das masmorras a menos que eles protejam seus pontos fracos de alguma forma que você deverá desfazer. Em Knightin'+ esses inimigos simplesmente ficam piscando e você deve esperar para dar um próximo golpe e as vezes as lutas acabam por parecer que demoram demais. Fora que quando você entende o chefe, fica só no mesma coisa robótica até acabar. E quando acaba, é do nada! Nenhum indicativo de fúria ou cansaço deles, nem uma troquinha de cor? Enfim, não que os chefes sejam ruins, mas foram um pouco decepcionantes pra mim e, pra ser sincero, eu não os achei nada divertidos de enfrentar.

    Uma curiosidade é que eu platinei o jogo sem querer! Provavelmente a platina mais fácil da minha vida já que a maioria dos troféus exigia apenas fazer cosias simples do jogo e que todos fariam. Inclusive, todas são voltadas aos dois primeiros estágios. Eu comecei a fazer tudo que podia e cheguei a voltar na primeira fase pra comprar um upgrade de HP que fiquei devendo, mas ao ir na lista de troféus, tudo já estava feito, haha.

    Resumindo: Knightin'+ é um jogo legal, mas bem simples e que fico muito feliz de não ter dado o dinheiro pedido no Switch. O visual é pixelado, mas nada nostálgico, como os jogos indies atualmente e a sua jogabilidade é legal para quem curte explorar masmorras no estilo dos Zeldas top-down, principalmente o estilo do primeiro, de NES.

    De bom: simplicidade cativante. Gosto muito dos upgrades, que inclusive mudam a aparência. O jogo é bem piedoso e disponibiliza checkpoints em diversas partes. Visuais e animações ok, bem confortável no de se ver no Vita. Inclui o idioma Pt-Br.

    De ruim: as fórmulas do jogo se repetem com frequência, inclusive os puzzles e funcionamento das dungeons. Batalhas contra os chefes ficaram devendo mais. O jogo requer que você preste atenção em coisas do cenário e faça lógica para resolver quebra-cabeças e ter que ficar indo e vindo de sala em sala olhando isso as vezes é meio chato. Respawn de inimigos me incomoda um pouco, mas felizmente só acontece quando você muda de andar (preferiria que não acontecesse nunca). Não vi nenhum motivo para volta a jogar isso um dia. Algumas masmorras são bem confusas (a terceira mesmo é grandona, cheia de teletransportes e escadarias confusas).

    No geral, como um casual de umas 3 horinhas, valeu a pena, ainda mais por ser fã de Zelda, mas não dava pra cobrar muito desse indie. É um joguinho simples e é isso, não uma superprodução. Apesar de que acho que poderia ter sido melhor e não ter nenhum motivo pra voltar, eu curti enquanto durou. Legal!

    Knightin'+

    Platform: Playstation Vita
    3 Players
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      topogigio999 · 7 months ago · 2 pontos

      Quanto a biblioteca do Vita, estes dias eu fiz uma varredura da minha wishlist da steam para ver o que tinha no Vita, e assim poder jogar FREE, fiquei embasbacado como boa parte da wishlist estava disponível no Vita, agora é só alegria...

  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2020-12-27 12:35:13 -0200 Thumb picture

    Lista de Jogos Jogados Por Mim em 2020

    Bom, vejo um monte de gente fazendo isso, esse ano até para ficar fácil fazer outras listas e ver o que joguei, também fiz a minha, bom, segue a lista de tudo que joguei esse ano =)

    PC:
    League of Legends

    PS4:

    Death Stranding (Terminei e Platinei)

    Resident Evil 7 - Gold Edition (Termineie Platinei)

    Crash The Bandicoot 1 & 2 (N'sane Trilogy) (Terminei e Platinei)

    Shadows of Mordor - Game of The Year Edition (Terminei e Platinei)

    What Remains of Edith Finch (Terminei e fiz 100%)

    Strider (Terminei e Platinei)

    Call of Duty - Warzone (Joguei um pouco na zueira com amiguinhos)

    Spyro Reignited Trilogy (Terminei e fiz 100%)

    The Binding of Isaac (Joguei um pouco na zueira)

    Final Fantasy VII - Remake (Terminei e Platinei)

    Gris (Terminei e Platinei)

    Rayman Legends (Terminei e Platinei)

    Here They Lie (Terminado)

    The Last of Us (Rejoguei o Online e recomecei a história)

    The Last of Us - Part II (Terminado)

    Batman: The Enemy Within(Terminei e Platinei)

    Need for Speed Payback (Comecei e está largado)

    Cuphead (Terminei e Platinei)

    Fall Guys (Platinei e estou Jogando)

    Dark Souls 2 Scholar of The First Sin (Terminado)

    Midnight Deluxe (Terminei e Platinei)

    Borderlands 3 ("Jogando" com meu amigo)

    The Order 1886 (Comecei e larguei)

    Street Fighter 5 (Jogando as vezes)

    Mortal Kombat 11 (Pretendo levar a sério)

    Ultimate Marvel vs. Capcom 3 (Pretendo levar a sério)

    Untitied Goose Game (Terminei e Platinei)

    Type Rider (Terminei e fiz 100%)

    Horizon Chase Turbo (Terminei e Jogando)

    Mad Max (Comecei e Larguei)

    Diablo III - Eternal Collection (Terminei e Platinei)

    Metal Slug Anthology (Terminei e Platinei)

    Pac Man Championship DX 2 (Jogando)

    Crash 4: It's About Time (Jogando)

    PS3:

    Okami HD (Terminei e Platinei)

    Sonic 4 - Episode 2 (Rejoguei e fiz 100%)

    Pac Man DX Plus (Rejoguei e fiz 100%)

    Wolfenstein 3D (Terminei e fiz 100%)

    Senhora dos Anéis: Guerra do norte (Rejoguei e Platinei)

    Asura's Wrath (Rejoguei e Platinei)

    Rayman Legends (Rejoguei e Platinei)

    Splatterhouse (Terminei e Platinei)

    Altered Beast (Terminei e fiz 100%)

    The Revenge of the Shinobi (Terminei e fiz 100%)

    Mirror's Edge (Terminei)

    Tales of Xillia (Rejoguei e Platinei)

    Dark Souls 2 (Rejoguei para fazer umas coisas a mais)

    Jetpack Joyride (Rejoguei e fiz 100%)

    Remember Me (Rejoguei e Platinei)

    Prince of Persia Forgotten Sands (Rejoguei e Platinei)

    Poker At Inventory 2 (Rejoguei e fiz 100%)

    Playstation All Stars (Voltei e fiz tudo que era possível)

    Alex Kidd at Miracle World (Terminei e fiz 100%)

    Lightning Returns: Final Fantasy XIII (Rejoguei e Platinei)

    InFamous (Rejoguei e Platinei)

    Castlevania: Lords of Shadow 2 (Rejogando)

    Outland (Largado)

    Need For Speed Most Wanted (Jogando)

    Ar Nosurge (Largado por enquanto)

    PS Vita:

    Metal Gear Solid 2 HD (Largado por enquanto)

    Super Meat Boy (Voltei e terminei)

    One Piece Burning Blood (Joguei na zueira)

    Midnight Deluxe (Terminei e Platinei)

    Tales of Hearts R (Terminei e pretendo Platinar)

    Playstation All Stars (Jogando bem devagar)

    The Last of Us Part II

    Platform: Playstation 4
    894 Players
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      herics · 7 months ago · 2 pontos

      Ótima e gigante lista ^.^ Parabéns

      1 reply
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      msvalle · 7 months ago · 2 pontos

      Parabéns pela qualidade e quantidade de jogos!

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-30 17:16:23 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Cursed Castilla (Maldita Castilla Ex)

    Zerado dia 30/11/20

    -Versão de PS Vita não cadastrada no Alvanista-

    Desde que resolvi experimentar a série Ghouls 'n' Ghosts eu não conseguia acreditar como esses jogos nunca tinham chegado a mim na época do SNES e afins. Quer dizer, antes disso, eu era um dos muitos que sabiam de sua existência por causa da fama se sua alta dificuldade e tinha até um certo medo de experimentar essas aventuras e só me frustrar.

    A verdade é que são jogos sensacionais! Carismáticos e muito bem feitos, além de bem curtos e a dificuldade, que não é injusta ou quebrada, mais as suas habilidades é que ditam o tempo da campanha.

    Após terminar o jogo de NES, SNES, Mega Drive até o de PSP (que não curti tanto assim), eu assumo que fiquei um tanto órfão da série, mas não me via jogando esses títulos novamente tão cedo, até porque você morre tanto que memoriza cada pixel das fazes. Isso até descobrir casualmente que haviam jogos indies que eram como sequências espirituais (ou tributos).

    Dentre os jogos, que nem consegui memorizar os nomes e os confundo, estava Cursed Castilla, um jogo que obviamente é uma homenagem à Ghouls 'n' Ghosts de todas as formas possíveis, desde os visuais até a jogabilidade e inimigos (e temática). Passeando pela loja do PS Vita, o vi por lá e pus para baixar. 

    Não demorou muito para começar o jogo, assim que tive a chance e a vontade de jogar algo mais curto e voltado pro gênero plataforma. Eu ainda tenho alguma confiança nas minhas habilidades com jogos do tipo, então estava empolgado, além de que era mais provável que fosse uma experiência mais fácil do que a dos antigos jogos.

    Ao abrir o jogo, é estranho: a tela fica bem pequena no centro do touchscreen do PS Vita, como se estivesse emulando um console antigo (ou como os Pokémons antigos de GB e GBC oficiais ficam no 3DS com a resolução original).

    O restante da tela é preenchido com um wallpaper. Afinal, não seria esse um jogo recente? Mais tarde pesquisei na internet e li que se trata de um título de 2012, originalmente lançado pra Arcade etc.

    Dei uma olhada nas opções e felizmente haviam diferentes escolhas de exibição: tela pequena e wallpaper, tela 4:3 com um pouco de wallpaper nas laterais (imagem acima, minha escolha), 4:3 mas sem bordas e tela tocando as bordas do display (tela cheia). Esta última eu achei bem válida também pois acabei experimentando no final da minha jogatina e já acostumado com os visuais e não ficou feio nem senti esticado. Ainda voltei pro modo de exibição original (pequeno) e esse é o modo mais bonito em relação aos gráficos. Assim como o Pokémon Yellow no 3DS, a partir do momento que você aumenta a tela os visuais ficam um pouco borrados.

    Havia ainda a possibilidade de trocar os controles, sendo que basicamente só existem duas ações aqui: pular e atacar, distribuídas pelos botões quadrado, bola, triângulo e X.

    Iniciando o jogo, é mais ou menos o que a gente já esperava mesmo, e feito de forma super competente!

    A aventura começa depois de uma apresentação em que o rei manda um bando de cavaleiros, incluindo você, em busca de encerrar o mal que assola as terras.

    Agora com uma motivação, você se encontra na primeira fase, que lembra o início de Ghosts 'n' Goblins, com aquela tonalidade verde, matando zumbis e afins.

    Seus ataques são como os de Arthur, jogando lanças (espadas aqui) e os inimigos costumam morrer com apenas um hit, mas compensam em quantidade. Quer dizer, mais ou menos. A primeira fase é uma beleza de fácil, mesmo com respawn os inimigos são tranquilos, seu personagem não tem o pulo duplo do Ghouls 'n' Ghosts, mas nem faz falta e ao invés de morrer facilmente, você tem 3 corações para cada vida, além de uma quantidade justa de itens de cura aqui e ali.

    A grande maioria dos padrões dos inimigos também são bem tranquilos, mas sem sentir que o jogo é ridículo de fácil. Talvez esse seja o jogo perfeito para conhecer essa linha de títulos!

    Pelos cenários você ainda coleta certos itens, incluindo armas e habilidades. 

    As armas incluem a espada inicial, bumerangues, machados (estilo Castlevania), facas que voam em três direções etc. Vai de gosto mesmo, mas morrer no jogo resulta na perda desse equipamento e volta às espadas.

    Já os itens, que ocupam um slot específico do lado das armas na parte superior da tela, variam bastante de uso. Por exemplo, há um item "X2" que duplica os pontos que você ganha, há uma fada que atira conforme você ataca, tem botas de pulo duplo e até coisas que eu nem entendi o que faziam.

    Os estágios tem temas diferentes entre si e, pelo que vi na internet, tem como objetivo abordar diferentes épocas e localidades europeias e contos. Mais uma vez, nada tão diferente de jogos da Capcom e Konami que originaram a ideia deste.

    Ainda assim curto como essas fases trazem inimigos novos, desafios e mecânicas diferentes e novidades para conhecer e aprender. O segundo estágio mesmo é em cima de uma carroça em movimento e com NPCs te ajudando. Há outro que é um labirinto e assim por diante.

    Todas as 8 fases seguem a mesma lógica: um estágio comum, um chefe, mais estágio e plataforma, um chefe definitivo, que garante um coletável da campanha e a conclusão daquela parte. Depois disso o jogo salva e você pode até desligar o console.

    Ainda sobre fases, o jogo tem checkpoints a cada parte que você termina (depois da primeira parte do estágio, depois do "mid-boss", depois da segunda parte e depois do "chefão"). E mesmo acabando todas as suas vidas, você não retorna ao início, mas sim àquele checkpoint. É bem tranquilo em relação ao progresso.

    Mas volto a reiterar que o desafio existe mesmo com essas facilidades. Só fica menos frustrante ter que rejogar grandes pedaços das fases, mas você ainda morre muito!

    Grande parte dessas mortes é causada por mecânicas e limitações de movimentação, como quando um oponente te ataca e você é lançado de costas num buraco  ou está pulando de corda em corda (não pode atacar), erra uma espadada no ar e é jogado nos espinhos.

    Quanto mais perto do final, maior o desafio e chega à um ponto relativamente alto e irritante que me deixou bem chateado. O que me fez continuar mesmo foi a piedade de Cursed Castilla em me permitir continuar infinitamente e caso contrário eu teria deixado pra lá por hoje.

    Resumindo: Cursed Castilla é um jogo muito bem feito e muito gostoso de jogar. Ele tenta emular jogos antigos, como aquele que faz tributo, Ghouls 'n' Ghosts e faz isso de uma forma muito feliz. A jogabilidade e visuais, fora o som que parece sair direto de um Mega Drive, enganariam qualquer um que esse é um jogo da década de 90. Por outro lado ainda há um apelo muito bacana para jogadores novos, incluindo a possibilidade de jogá-lo em diferentes plataformas atuais, como PC, 3DS, PS4 e Switch (entre outras).

    De bom: visualmente incrível. Trilha sonora e demais sons que batem perfeitamente com o estilo do jogo e a nostalgia 16-bit. O jogo não é quase nada punitivo e o progresso é contínuo.

    De ruim: a fase final depende da coleta de 5 itens antes do final do jogo e eu recomendaria usar um guia para isso pois alguns beiram o impossível de serem achados (acaba que meio que terminei o jogo duas vezes por causa disso). Esperava visuais melhores e menos "emulados" no Vita, e não que sejam ruins, mas jogando com a resolução original você vê que poderia ter sido melhor. Não há conquistas nessa versão portátil.

    No final das contas, para quem curte jogos da época do SNES e Mega Drive, esse é um prato cheio, mesmo sem ter jogado nada parecido anteriormente. Eu quase queria que esse jogo fosse lançado em cartuchos para serem jogados nos hardwares antigos. Bom demais!

    Cursed Castilla

    Platform: Nintendo 3DS
    6 Players

    11
    • Micro picture
      santz · 8 months ago · 1 ponto

      Eu lembro de pegar esse jogo para tentar zerar uma vez, fui até bem longe, mas perdi as vidas e continues todos e larguei pra lá.

      4 replies
  • anikabonny Anika Bonny
    2020-11-04 19:22:43 -0200 Thumb picture

    Halloween Forever (PS Vita)

    Algo estranho está acontecendo na plantação de abóboras. Investigue o que está por trás disso, controlando um homem com cabeça de abóbora que cospe candy corn (um docinho tradicional de halloween dos Estados Unidos) e derrote criaturas sinistras que somente o dia das bruxas consegue trazer.

    Halloween Forever é um jogo de plataforma em estilo 8 bits.

    Esse jogo também está disponível para PC e PlayStation 4.


    Análise completa: https://bit.ly/3oXnxSZ

    11
  • drodro Dro Dro
    2020-10-13 19:18:59 -0300 Thumb picture
    Post by drodro: <p><strong>Desafio: Como se fosse a primeira vez</s

    Desafio: Como se fosse a primeira vez

    Fui marcado pela @miss_dani em mais um @desafio. Abaixo estão as regras

    ______________________________________________________

    - Citar pelo menos 3 jogos em que a primeira experiência foi muito impactante, devido à descobertas ou emoções que despertaram e que se você fosse jogar de novo, não teria a mesma surpresa de antes (é aquele jogo que dá até vontade de esquecer só pra ter a primeira experiência de novo).

    - Marcar alguns amigos pra participar também

    Vamos às minhas escolhas:

    Impactante na primeira vez que joguei TLOU no Playstation 3! 

    Na minha época de PS Vita, ouvi falar muito bem de Persona 4, decidi comprar e foi perfeito!

    The Witcher 3 ainda é meu vício até hoje! Iniciei no Xbox One, fui pro PS4 e joguei ele, voltei pro Xbox One e finalizei 100% e agora estou no PS4 e pretendo fazer 100% também. Se eu tivesse um Nintendo Switch e um PC decente iria fazer 100% também! kkkkkkkkkkkk

    Queria poder voltar no tempo e jogar esses games como se fossem a primeira vez...

    Quem quiser fazer o desafio, fique à vontade!!

    The Witcher 3: Wild Hunt

    Platform: Xbox One
    754 Players
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      miss_dani · 10 months ago · 2 pontos

      Ótimas escolhas!! ☺😍 The Witcher 3 é um dos meus favoritos também. Esqueci de citar!

      2 replies
    • Micro picture
      rax · 9 months ago · 2 pontos

      Witcher 3 to precisando voltar pra zerada.É muito jogo,ta foda aushuahsuahsuhas

      1 reply

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