• ssa
    2016-09-02 13:43:52 -0300 Thumb picture

    O passado e o presente dos super-heróis.

    O passado é uma cortina de vidro. Felizes os que observam o passado para poder caminhar no futuro.

    Augusto Cury

    Essa coletânea de imagens só poderia ter sido feita por: Khoa Ho figura sempre presente nas postagens da @ssa.

    Batman: Arkham Asylum

    Platform: Playstation 3
    7719 Players
    231 Check-ins

    56
  • 2016-07-24 20:05:34 -0300 Thumb picture

    50 Cent : Bulletproof (PlayStation 2)

    Pause o jogo, selecione OPTIONS e depois CHEATS

    Invencibilidade : ny'sfinestyd

    Músicas I'm a Rider e Maybe : 50bexclusives

    Música So Seductive : killa1

    Vídeo My Buddy : sayhellotomylittlefriend

    Vídeo Tony Yayo : yayoshome

    Munição infinita : grillzspecial

    Todas as armas : gotthemrachels

    Tiro perfeito : #1stunna

    Mais armas : thehubsisbroken

    Counter Kill Wanksta : aingotnotthin

    Counter Kill Guillotine : gettingdropped

    Counter Kill G'd Up : gooddieyoung

    Counter Kill Bloodhound : gunrunner

    Counter Kill Southside : hardcore$hit

    Counter Kill Mountain Climber : timetothrowdown

    Counter Kill 26' : orangejuice

    Todas as músicas : graballthat50

    50 Cent: Bulletproof

    Platform: Playstation 2
    396 Players
    1 Check-in

    2
  • ssa
    2016-01-19 19:23:43 -0200 Thumb picture

    Passado vs Futuro

    Mega Man (NES) e Mega Man (3DS/Wii U)

    Lara Croft (Tomb Raider 2013) e Lara Croft (Tomb Raider)

    Chun-Li (Street Fighter IV) e Chun-Li (Street Fighter II)

    Polícia (GTA III) e Polícia (GTA IV)

    Kid Icarus (NES) e Kid Icarus (Super Smash Bros)

    Mario (NES) e Mario (Nintendo 3DS/Wii U)

    Sonic (Mega Drive) e Sonic (Wii U)

    Solid Snake (MGS 1) e Solid Snake (MGS 4)

    Samus (NES) e Samus (Gamecube/Wii U)

    Fonte: criticalhits.com.br

    Criador: Eric Arraché

    Street Fighter II: The World Warrior

    Platform: SNES
    4843 Players
    51 Check-ins

    86
  • bakujirou Rafael P. Alexander
    2015-03-06 10:37:19 -0300 Thumb picture
    Post by bakujirou: <p>Revivendo um pouco do passado. Quando Shinies er

    Revivendo um pouco do passado. Quando Shinies eram raros de se encontrar e eles tem um espaco muito bem guardado na nossa memoria.

    http://www.pokemonmythology.org/t94p480-a-historia-de-um-menino-e-um-jogo-pokemons-shinies#811383

    Pokemon Gold Version

    Platform: Gameboy Color
    4461 Players
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    9
    • Micro picture
      emphighwind · about 6 years ago · 2 pontos

      tfw quando se captura um shiny num cartucho piratão que nem consegue salvar

  • marcusmatheus Marcus Vinicius de Paula Matheus
    2015-01-29 22:44:47 -0200 Thumb picture

    Desenho animado ensinando humildade...

    "De certa forma o trabalho de um critico é fácil , nos arriscamos pouco e temos prazer em avaliar com superioridade  os que submetem seu trabalho e reputação.
    Ganhamos fama em criticas negativas (que são divertidas de escrever e ler) mas a dura realidade que nós críticos devemos encarar é que, no quadro geral, a mais simples porcaria talvez seja mais significativa do que a nossa critica. (...)
    O mundo costuma ser hostil aos novos talentos e as novas criações, o novo precisa ser incentivado! (...)"

    Por Anton Ego

    Da animação Ratatouille

    21
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      marcusmatheus · over 6 years ago · 2 pontos

      Pois é, esse desenho é super bacana.
      Eu fui assisti-lo pela primeira vez na semana passada... Só um pouquinho atrasado!

  • 2014-12-05 23:39:53 -0200 Thumb picture

    Final Fantasy - Uma franquia desnorteada?

    Medium 2928524 featured image

    Eu sou um fã de longa data de Final Fantasy. Comecei a jogar ainda na época do SNES e não parei desde então. Cresci jogando, continuei jogando durante a adolescência e não parei na fase adulta. FF sempre teve seu espaço na minha vida. No entanto, cá estou, olhando para trás, refletindo sobre como eram os jogos e tentando entender o que está se passando pela cabeça da SquareEnix (antiga SquareSoft). 

    Antigamente, todo Final Fantasy (exceto spin offs) compartilhava de um grupo de elementos comuns. Todo jogador estava familiariazado com certos elementos e sabia que, mais cedo ou mais tarde, eles surgiriam na história. Uma guerra ou disputa como pano de fundo para uma história mais complexa e profunda, um sistema de batalha em turnos, summons (ou aeons ou qualque outro nome), chocobos, moogles, um mapa a ser explorado, airships, gráficos excelentes, personagens marcantes (tanto os NPCs quanto os jogáveis), trilha sonora com composições lindas - todo jogador sabia que qualquer lançamento de FF traria isso.

    Ao ler o paragráfo anterior, talvez você fique com a impressão de que FFs são jogos repetitivos, que pouco se reinventaram ao longo dos anos. Acredite: este não é o caso - cada jogo tinha características únicas, trazia inovações, personagens diferentes, melhorias no sistema de batalhas, músicas novas, mundos novos que podiam tanto te remeter à uma época estilo medieval quanto à uma idéia futurista... cada FF era um jogo único - não há como olhar, digamos, para o Final Fantasy IX e enxergar um Final Fantasy VIII reciclado. Não. Cada jogo tinha um um individualismo pungente. 

    O quê eu (e acredito qualquer outro fã de FF) gostava era da idéia de sempre saber o quê esperar de um novo lançamento da série: um jogo com elementos familiares, porém único, marcante e fantástico. Uma experiência inesquecível. Era como uma zona de conforto para os fãs: nós sabíamos que podíamos confiar na SquareEnix para entregar um jogo decente, digno de carregar o nome Final Fantasy. Era simples assim. 

    No entanto, a chegada de Final Fantasy XIII causou agitação na nossa zona de conforto...

    Final Fantasy XIII e o início de alguma coisa

    FF XIII foi chocante. Alguns elementos tradicionais da série foram descartados - a começar por aquele que talvez seja o mais notável: o sistema de batalhas. FF XIII não tem batalhas baseada em um sistema de turnos, mas em um sistema chamado sinergia de comando (Command Synergy Battle - CSB*). Nós, fãs, não fomos pegos de surpresa pelo jogo porque já havíamos assistidos à trailers e previews, porém houve várias discussões à época sobre se mudar o sistema de batalhas era mesmo uma boa ideia. Houve quem torcesse o nariz e abandonasse a franquia. 

    *Não vou explicar como esse sistema funciona porque não é relevante para o artigo, basta saber que não é um sistema baseado em turnos.

    O tempo passou e os ânimos se acalmaram. Hoje, boa parte dos fãs (eu inclusive) reconhece que o novo sistema é muito bom e que foi uma mudança bem vinda.  

    No entanto, nem só o sistema de batalha mudou em FF XIII - ele também não tem airships, tampouco tem um mapa livre para exploração e, embora decente, a história é extremamente linear. O próximo jogo da saga Nova CrystallisFF XIII-2, resolveu o problema da linearidade, mas não de maneira tradicional: ao invés de ter um mundo livre para exploração, você pode viajar no tempo. É bacana? É, mas não é "FF típico". 

    FF XIII: Lightning Returns continua acentuando as mudanças na série com uma história que tem momentos mais sombrios que o normal. Além disso, o jogo não tem um conflito ou uma guerra como pano de fundo, tampouco tem mais de um de personagem jogável: em Lightning Returns, você joga tão somente com a Lightning. Por fim, LR é totalmente aberto: você pode fazer as missões principais da maneira como bem entender, algo que até então não existia nos principais jogos da franquia.

    Agora, o que realmente me motivou a escrever este artigo foi o vídeo abaixo:

    O vídeo é um trecho de Final Fantasy Type-0 e foi um dos vídeos mais impactantes que já assisti de FF. Violência, sofrimento, guerra, sangue, dor, desespero e, o mais chocante para um fã de FF, o assassinato de um chocobo (que tipo de criatura desnaturada assassina um chocobo?!). Como mencionei antes, guerras e conflitos sempre estiveram no coração da franquia, porém eram usados apenas como pano de fundo para uma história que ia muito além do combate. A guerra em si era apenas a motivação dos personagens e era não era explorada de maneira visceral como em Type-0. O lado cruel e sanguinário não era mostrado nos jogos. Não havia necessidade para isso e, honestamente, tenho minhas dúvidas que agora exista. 

    Para onde agora?

    Está claro que FF está mudando, tentando criar uma nova identidade para si próprio - mas por que? 

    As vendas de FF sempre foram boas, o quê descarta as mudanças como medidas para corrigir um problema comercial. Mudanças envolvem riscos - elas podem tanto funcionar bem como causar um rombo no orçamento da empresa se não houver aceitação de público. Ou seja, mudanças são perigosas, mas a SquareEnix resolveu correr o risco mesmo assim. Por quê? Como não havia um problema de venda, pode-se descartar a ideia de que a SquareEnix está tentando resolver um problema imediato - em outros palavras, ela não está fazendo isso como uma medida comercial de curto prazo. 

    No entanto, a SquareEnix talvez não seja adepta da ideia de em time que está ganhando não se mexe porque ela entende que time que está ganhando um dia perde. Logo, ela pode estar preparando a franquia para o futuro dos video games - um futuro onde talvez um jogo com o estilo tradicional de FF não tenha espaço. Essas mudanças estão sendo introduzidas em doses homeopáticas para não assustar os fãs mais velhos. Desta maneira, os planos são parte de uma medida comercial de longo prazo e refletem o amadurecimento da franquia. 

    Amadurecer a série faz sentido. Na época do SNES, não era comum encontrar adultos que gostassem de video games, o público era predominantemente infantil ou, no máximo, juvenil. Era compreensível, afinal jogos de 8 ou 16 bits eram simplicista demais devido à limitações técnicas e muito da diversão propiciada pelo jogo dependia de quão facilmente o jogador se divertia. Olhar para vários pixels gigantes e conseguir enxergar ali um carro de corrida, um monstro, um chocobo, ou um whatever, demandava imaginação dos jogadores e - como bem sabemos - normlamente apenas crianças têm imaginação fértil.  

    A chegada do Playstation e outros consoles da chamada geração 32-bits começou a mudar esse cenário. Os jogos passaram a ser mais bonitos e as limitações ténicas finalmente não impunham tantas restrições aos desenvolvedores - logo, video games começaram a se tornar atraentes para o público adulto.

    Tempo continou passando e, hoje em dia, há uma quantia relevante de adultos que jogam video games. Logo, as desenvolvedoras têm o desafio de agradar tanto aos mais novos quanto aos mais velhos. E, talvez, esta necessidade de se adaptar à uma nova realidade seja o fator motivacional para as mudanças. 

    Possivelmente após alguma análise de mercado, a SquareEnix chegou a conclusão que um jogo nos moldes clássicos de FF não agradará as próximas gerações e, para reverter esse cenário, será necessário tornar a série mais violenta, mais dinâmica, menos fantasiosa, com histórias que, de certa maneira, se identifiquem um pouco com o mundo real. 

    Mas será que não agradará mesmo? 

    Não consigo me convencer que não haverá espaço para jogos mais tradicionais no futuro. Jogadores de gerações antigas sempre vão gostar do formato clássico... mas será que a geração mais nova não irá também? Creio que há a possibilidade de gostar porque, de um modo geral, RPGs sempre encontram um mercado mais restrito que jogos de franquias populares, como Call Of Duty ou Assassin's Creed - no entanto, o mercado RPGsista parece estar sempre disposto a consumir vários tipos de jogos, desde algo com um visual mais perculiar como o fantástico Ni No Kuni ou um jogo mais enérgico como Dragon's Dogma. Isso demonstra que jogadores de RPG estão abertos - logo, será mesmo que não há espaço nessa abertura para jogos estilo FF clássico? Será mesmo que a Square irá abocanhar uma fatia maior de mercado com o amadurecimento da franquia? 

    Existe uma outra possibilidade para explicar as mudanças:

    Pode ser que a Square esteja simplesmente tentando definir uma nova identidade para a franquia pelo simples desejo de mudar, de dar vazão à criatividade das pessoas que trabalham no desenvolvimento do jogo. Neste caso, as mudanças teriam que ser feitas da maneira como estão sendo feitas, ou seja, lentamente para reduzir os riscos de não-aceitação. 

    Embora a possibilidade acima seja válida, ela é pouco provável de ser verdadeira. Empresas grandes têm aversão à qualquer coisa que traga risco desnecessário - então, um argumento como "nossos funcionários desejam ter mais liberdade criativa para desenvolver um jogo" certamente não seria suficiente para convencer os diretores a liberarem o dinheiro para financiar o projeto de desenvolvimento. 

    Seja quais forem os planos, hoje me parece que FF é uma franquia que perdeu sua identidade e está tentando desperadamente se redefinir. Parece que a SquareEnix está dando tiros no escuro, tentando encontrar uma fórmula que conduzirá os jogos à uma nova glória.

    Honestamente, eu gostaria muito de ver uma entrevista com algum dirigente da Square na qual ele ou ela fosse questionado sobre o futuro da franquia e quais são os planos exatamente.  Enquanto isso não acontece, só nos resta especular sobre o quê o futuro nos reserva.

    Só de uma coisa eu tenho certeza: 

    Apesar do futuro de FF ser nebuloso e os jogos recentes da franquia terem deixado muito a desejar em vários aspectos, eu estou absurdamente ansioso por FF XV. 

    Fã não faz sentido, né? 

    ----------------------

    Fonte:

    A carismática imagem do Moogle nas costas de um Chocobo eu kibei daqui ó http://fav.me/d6d629x

    Final Fantasy XV

    Platform: Playstation 4
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    • Micro picture
      seufi · over 6 years ago · 4 pontos

      "Seja quais forem os planos, hoje me parece que FF é uma franquia que perdeu sua identidade e está tentando deseperadamente se redefinir. Parece que a SquareEnix está dando tiros no escuro, tentando encontrar uma fórmula que conduzirá os jogos à uma nova glória."

      Fato... perdeu a identidade, o que RPG nenhum que sustente o mesmo nome pode.

      Apesar de cronologicamente ser verdadeiro que os FF deixaram de ter a mesma competência desde a fusão com a Enix, não acho que a fusão em si seja o problema. To mais propenso a imaginar que seja a mudança nos times de criação.

      Que eles tentem mudar, tudo bem. Acho válido, justo e certo. mas muda com outro nome. Nâo usa o estandarte de FF, porque vai nos fazer esperar um jogo e nos dar outro sem as mesmas características.

      Enix continua fazendo jogos excelentes. O último Star Ocean (PS3) é excelente, traz elementos típicos da série, sem contudo mudar a abordagem ou apelar para a violência.
      Não acho que a Squareenix deva mudar tanto para agradar o grande público. No fim, o maior erro de uma empesa é tentar agradar a todos. Taí os Tales da Namco que sempre tiveram seu público fiel, e sempre com os mesmos elementos; Taí Persona, que mudou um pouco mas traz as mesmas características. São nichos. Não digo nunca, mas é quase impossível agradar um público como nós, que conheceu Cecil, o Dream team de Chrono Trigger e Final Fantasy VI, tanto quanto o que conheceu somente o mais novo Call of Duty. Agradar os dois vai resultar em não conquistar efetivamente nenhum.

      1 reply
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      lavosierbarbosa · over 6 years ago · 4 pontos

      a Questão não foi a união da Square com a Enix foi a saída de um dos mestres .Hironobu Sakaguchi, somente ele sabe fazer um final fantasy que tanto amamos.

      2 replies
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      fabiomoreira · over 6 years ago · 2 pontos

      então galera, eis aqui um empasse, pois somos todos fãs da série (com excessão do @zir0 ), eu nasci no ano do game, mais necessariamente no mesmo mês, me identifico demais com ele, e não vejo as mudanças atuais como ruins, pois o mercado infelizmente está forçando muitos games a se adequarem ao público, para buscar mais vendas, pois caso contrário, as empresas entram em falência.

      Sobre FF13, gostei muito do n ovo sistema de batalha, o game parece mais vivo, pois os personagens ficam se movendo pela tela e tal. Concordo piamente sobre a falta de mundo aberto no primeiro 13, e também a falta de airships. Porém, gostei muito da história e do desenrolar que aborda crítica politica e religiosa.
      Já o LR ficou lindo demais, em vários sentidos, concordo que não parece nada com final fantasy além dos elementos que usam. Gostei da personagem Lightning (Claire), não é carismática, mas tem seu valor, heróica, corajosa, aquele dever que ela quer cumprir e tal.

      Já no final de seu post @jrcld , você falou que o Type Zero lhe chocou.
      Vejamos... este game eu joguei quando foi lançado para psp em 2009 se não me engano, também usando a mesma abordagem politica e tal.
      Acho que o port e remasterização deste game é uma boa jogada deles, pois com certeza vou comprar novamente para a geração atual, pois o jogo lhe permite muita ação, batalhas que você não espera os turnos (eu gosto dos turnos, mas o tempo mudou e precisamos entender que as coisas vão mudar em nossos games preferidos e que devemos ao menos entender o pq disto) dando assim mais vontade da galera em geral jogar.

      Type Zero leva você ao comando de um exercito que lembra um pouca as Gardens de FF8, você escolhe entre os soldados disponiveis e joga com eles os evoluindo e tal. Recomendo a todos ;)

      6 replies
  • maironw Mairon S. Wolniewicz
    2014-07-18 15:45:04 -0300 Thumb picture
    Post by maironw: <p>Aproveitando o cartão de memória novo do meu 3DS

    Aproveitando o cartão de memória novo do meu 3DS resolvi baixar tudo (exceto as demos) que já tive no portátil um dia e tive de deletar para caber outras coisas, além de atualizar meus jogos de NES de embaixador que ainda estavam sem o menuzinho do Virtual Console.

    Não é muita coisa, mas queria dar destaque para esses vídeos "3D". Eles são trailers de diversos jogos da E3 2011, a Nintendo na época liberou para download e retirou da loja no ano seguinte, só podendo baixar novamente quem já havia feito o download enquanto estava liberado. 

    Destaque para o trailer de Ocarina of Time, com a mesma música já usada para mostrar Majora's Mask e Twilight Princess nas suas devidas E3. Esse trailer me machucava os olhos ao ver em 3D, eu ficava todo vesgo e não conseguia focar em nada uhash Hoje em dia vejo tranquilo, com perfeição. Curioso como o olho se adaptou...

    Outro ponto interessante, é o Mario Kart, Animal Crossing, Luigi's Mansion, Super Mario 3D Land e Paper Mario ainda não terem subtítulos, aparecia apenas o primeiro nome desse jogo. Nesses trailers dá pra notar também que a princípio a trilha sonora do SM3DL era digital, tendo mudado para uma orquestrada logo em seguida. Fora Resident Evil e Metal Gear Solid esbanjando o poderio gráfico do 3DS. Saudade desse tempo de hype para coisas que tenho hoje.

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D

    Platform: Nintendo 3DS
    6231 Players
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    21
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      mach · almost 7 years ago · 0 pontos

      CARA, QQ ISSO.

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      harrylee · almost 7 years ago · 0 pontos

      e eu achando que meu 3ds tinha muita coisa, parabéns pelo jogos

    • Micro picture
      maironw · almost 7 years ago · 0 pontos

      @mach eu não sei explicar uhasha
      @harrylee já vi 3DS com mais coisas, muito mais jogos aliás. Mas obrigado xD

  • mateusmassa Mateus Melo Massa
    2013-11-07 11:18:05 -0200 Thumb picture

    From "Call of duty" to "Child online daycare"

    Comentário no YouTube hehe

    Essa semana bateu uma vontade de rejogar esse que foi o FPS que fez eu gostar de FPSs, Call of Duty 1 foi épico no período do seu lançamento e pessoalmente nunca superado, nem o CoD 2 nem o CoD 4MW, eram tão memoráveis quanto esse jogo.

    Call of Duty

    Platform: PC
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      mateusmassa · over 7 years ago · 0 pontos

      Eu jogava ele na casa de um amigo porque na época não tinha um PC em casa! Quando finalmente comprei um ele foi um dos primeiros jogos que zerei, foi o meu primeiro FPS single player, antes só jogava Quake II e Half-Life Multiplayers no colégio

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