• usoppbr João Carlos
    2022-01-09 10:57:12 -0200 Thumb picture

    Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2021? [11ª Edição]

    Medium 3895866 featured image

    Fala galera, beleza? Já faz um tempo que não venho mais conseguindo conciliar meu dia-a-dia com o Alvanista, mas quando chega a época do Meme a gente não pode deixar passar. 2021 foi um ano bem difícil pra mim, especialmente pra conseguir um emprego certo, mas entre isso tudo eu consegui terminar uma boa quantidade de jogos - só não tive aquele fôlego extra de vir aqui antes pra compartilhar.

    Como sempre, vou falar das minha experiências mais marcantes, sejam por terem sido positivas ou negativas, e no final vou citar a lista completa do que joguei em 2021 e pretendo continuar jogando em 2022. Vamos lá.

     Assassin's Creed: The Ezio Collection (2016, Xbox One)

    Esse aqui eu comecei a jogar assim que o comprei, em Janeiro de 2019, mas me levou uns bons 2 anos e meio pra aceitar o fato de que ou eu encarava aquela campanha super chata do AC Revelations de uma vez por todas ou ficaria pra sempre com o jogo em aberto. É a campanha mais curta da série e o jogo em si é muito bonito se comparado aos anteriores, mas mesmo assim os objetivos secundários pra conseguir 100% de sincronização acabam estragando a "diversão". No Brotherhood já acontecia um pouco disso, mas em Revelations eles conseguiram deixar isso pior ainda. Ficaram faltando 2 Conquistas das 149 que eu acho que nunca vou pegar, mas o resto do jogo tem Conquistas bem aceitáveis. No geral, é uma coletânea que só vale o preço por vir com 3 jogos e 2 animações em disco, a qualidade geral da própria coletânea deixa um pouco a desejar. Os gráficos são "lisos" e não tem aquela gama de efeitos bonitos de luz e sombra que eles usavamm no Xbox 360/PlayStation 3. Se algum dia o III estiver por uns 50 reais eu penso em jogar, se não, essa foi a minha última interação com a série.

    LEGO Batman: A Trilogia (2008-2014, Xbox 360/One)

    Depois de umas férias cuidando do sobrinho da esposa, voltamos pra casa com uma grande vontade de jogar LEGO. Começamos pelo MARVEL SUPER HEROES mas foi com BATMAN que tivemos as melhores experiências. O primeiro e o segundo jogo são simplesmente sensacionais, mas o terceiro já deixa um pouco a desejar. As fases são muito longas, a história tenta se levar a sério enquanto é cheia de piadinhas sem graça e o que sobra mesmo é uma grande quantidade de tarefas longas e repetitivas pós-game. Aquela essência de jogo simples e divertido que qualquer criança poderia jogar se perdeu com o tempo e talvez esse seja o maior erro aqui. O sobrinho não conseguia terminar os jogos sozinho, apenas o primeiro Batman. E pelo que parece os jogos da série vão ficando mais e mais complexos, é realmente uma pena. São experiências marcantes, mas nem a pau uma criança de 7 anos consegue jogar sozinho mesmo com tudo traduzido e dublado.

    Banjo-Kazooie & Banjo-Tooie (2008-2009, Xbox 360)

    Dava pra escrever um livro sobre a minha experiência conturbada com Banjo-Kazooie no passado, mas em 2021 eu finalmente conseguir colocar um ponto final nela. Joguei a maior parte do jogo sem guia, pois lembrava quase tudo ainda das jogadas passadas mas a última fase é realmente de uma dificuldade um pouco acima do restante do jogo. Já Banjo-Tooie é uma experiência um tanto frustrante porque é um jogo recheado de mapas gigantes, interações com NPCs e tipos de jogabilidades diferente devido as transformações que acontecem durante a jornada mas de certa forma a experiência geral é um pouco abaixo do brilhantismo do primeiro jogo. Não quer dizer que é uma experiência ruim, é só muito trabalhosa pra conseguir se divertir da mesma forma que o primeiro jogo. Cheguei a iniciar o Nuts & Bolts mas não deu tempo de ir muito longe ainda Fica para o próximo Meme (se tudo de certo não der errado.

    Forza Horizon 2 (2014, Xbox One)

    Esse aqui foi outro caso de jogo que levei alguns anos pra encarar de vez e terminar. Mas o que fez a experiência ser um tanto "vazia" é o fato de que o jogo sem as DLCs parece um tanto vazio e repetitivo demais. Assim como todos os jogos da Microsoft na plataforma, a dificuldade das Conquistas é insana, então se estiver procurando aumentar o Gamer Score é melhor deixar passar mesmo com as DLCs. Esse é daqueles jogos que você precisa terminar mais de uma vez até desbloquear tudo (pelo menos 2x pra garantir a vitória definitiva do torneio, 15x pra pear as Conquistas completas). Acho que em caso de jogos como esse, que o licenciamento foi encerrado e o conteúdo adicional não pode mais ser vendido, eles deveriam atualizar pra remover as propagandas desses conteúdos. Pelo menos você não ficaria sabendo quais partes do jogo estaria perdendo assim.

    Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas (2015, Xbox One)

    Quando saiu o anúncio que Oceanhorn 2 estaria chegando à consoles, aquela pequena chama no meu coração acendeu novamente. Tanto que eu comprei Oceanhorn novamente, agora no Xbox One, pelo preço completo só pra repetir a excelente experiência que já havia tido com ele nos PCs. Essa é uma daquelas experiências simples e satisfatórias baseadas em franquias de sucesso que duram pouco mais de 20h caso você queira completar todas as Conquistas que vale a pena cada minuto investido. Que venha o 2 que me parece estar muito melhor que esse.

    LEGO City Undercover (2015, Xbox One)

    Como não podia deixar de fazer, acabei comprando esse jogo original LEGO ainda antes de terminar o BATMAN 3 e tive uma experiência parecida... É um jogo que apoia na história pra mostrar essa grande cidade que pode ser explorada a medida que você vai chegando perto de capturar o "cara mau" mas ao mesmo não dá pra levar nada a sério e os personagens não são muito legais - isso sem citar a gama de referências à filmes dos anos 1980 e piadinhas super sem graça que completam a experiência mediana. O problema é que esses jogos são ótimos de jogar, mas eles não decidem se o público alvo é infantil ou adulto - e acaba falhando em agradar ambos porque o jogo é difícil demais pra uma criança e fácil demais pra um adulto.

    Flashback: The Quest for Identity (2020, Xbox One)

    O meu jogo favorito de todos os tempos. Isso sozinho é razão pra eu procurar esse jogo em todas as plataformas que já tive acesso nessa vida, mas a razão da vez é que a Microids, empresa responsável por essa versão "2020" vai produzir uma continuação 2D em 2022 que substitui FADE TO BLACK na continuidade da "série". Tudo que já joguei da empresa achei legal, inclusive esse port que mistura o melhor das versões PC que eu joguei muito pouco com algumas modernices que acho cafona e são totalmente opcionais. Que a continuação siga o mesmo caminho e será sucesso garantido.

    Outros jogos que terminei em 2021: LEGO Marvel Super Heroes, Zup! F, Zup! Z, Zup! XS, Zup! 9, Grand Theft Auto IV, Monument Valley+.

    Ficou pra 2022: Mass Effect 3, Banjo-Kazooie: Nuts & Bolt, Life is Strange 2, Hitman! Go, LEGO Star Wars: The Complete Saga, Doom 64.

    LEGO Batman: The Videogame

    Platform: XBOX 360
    627 Players
    76 Check-ins

    15
    • Micro picture
      marvox · 11 months ago · 2 pontos

      Muito legal mesmo carinha! Da sua lista os Banjos, FH2 e Oceanhorn me trouxeram boas lembranças de quando conheci esses jogos, inclusive você mesmo que me indicou Oceanhorn, e que venha a continuação porque tá amarrado faz um tempo. Seus jogos de 2022 quero ver o carinha zerando Doom 64. LiS2 ainda chegarei nele \o/

      1 reply
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      rafaelssn · 11 months ago · 2 pontos

      Acho que é isso que me desanimou nos LEGOS de uns tempos pra cá, a complexidade deles, isso que eu já não tinha gostado muito do LEGO Batman 2, o 1 é perfeito mesmo.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 11 months ago · 2 pontos

      Mano...eu adoro as piadinhas sem graça dos LEGO...e esse LEGO CITY achei o melhor de todos os LEGOS que já joguei...

      4 replies
  • vaojogar Vão Jogar!
    2020-01-27 14:51:35 -0200 Thumb picture

    O que eu joguei em 2019 - Tchulanguero

    Fechando a rodada de retrospectivas do site, agora é o @tchulanguero que conta o que jogou no meme "O que você jogou em 2019?". Hora de conferir mais uma lista! [link]

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    Mass Effect 2

    Platform: PC
    2614 Players
    136 Check-ins

    5
  • vaojogar Vão Jogar!
    2020-01-20 16:55:47 -0200 Thumb picture

    O que eu joguei em 2019 - sucodelarAngela

    Em meio a videogame estragado, jogatinas na casa dos amigos e títulos mobile, é a vez da @sucodelarangela no meme "O que você jogou em 2019?". Bóra conferir a lista dela! [link]

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    The Last of Us Remastered

    Platform: Playstation 4
    4259 Players
    773 Check-ins

    23
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      lukenakama · almost 3 years ago · 2 pontos

      Caralho, agora que entendi o apelido dela, achei que era referência ao Jailson kk

      3 replies
  • vaojogar Vão Jogar!
    2020-01-16 19:05:57 -0200 Thumb picture

    O que eu joguei em 2019 - Somari

    E finalmente começamos a nossa retrospectiva, com a participação do @somari no meme "O que você jogou em 2019?". Hora de conferir a lista! [link]

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    The Legend of Zelda: Breath of The Wild

    Platform: Wii U
    873 Players
    553 Check-ins

    8
  • usoppbr João Carlos
    2018-01-04 15:40:34 -0200 Thumb picture

    O Que Você Jogou em 2017?

    Medium 3584824 featured image

    Fala galera! É fim de ano e o "MeMe Gamer: O Que Você Jogou em 2017?" está no ar mais uma vez, se tornando uma tradição de final de ano pra mim. Esse ano, assim como foi em 2012, foi um ano no qual eu acabei terminando uma quantidade de jogos muito maior do que eu esperava, inclusive pude concluir alguns jogos que eu já estava enrolando há bastante tempo pra fazê-lo e infelizmente deixei passar alguns para 2018... Mas acontece, né?

    No final do ano passado eu acabei ganhando um Xbox One e como eu já tinha bastante jogos na conta Live Gold da minha esposa acabei aproveitando bastante desses jogos e peguei muitas promoções interessantes ao longo do ano também. Foi muito difícil fazer um TOP 5 apenas com um único título ou uma série, então eu vou fazer um apanhado de tudo que eu achei interesse ou não que eu joguei no ano e espero que não seja uma leitura entediante pra vocês!

    Sem mais delongas, vamos aos jogos!

    FPS Clássicos de PC

    Continuando com a minha incansável saga de jogar (quase) todos os FPS de MS-DOS, eu continuei essa jornada em 2017 começando por Blake Stone: Aliens of Gold e Blake Stone: Planet Strike da JAM Productions. Enquanto o primeiro jogo era quase que inteiramente uma cópia de Wolfenstein 3D com interações com NPC's e máquinas que vendem lanches, o segundo se mostrou um jogo bem convincente, embora seja bem curto. Foi interessante ver como essa pequena empresa que foi formada por 2 ex-funcionários da Softdisk e participaram de quase todo o ciclo de Catacombs-3D conseguiram se sobressair com suas próprias ideias originais embora a Wolf 3D Engine limitasse muito isso. Uma pena que a empresa durou pouco mais de 1 ano e só lançou 2 jogos.

    Seguindo Blake Stone, eu joguei Rise of the Triad: Dark War e foi um dos jogos mais difíceis que eu já encontrei pra fazer uma análise! Tom Hall, produtor do jogo, saiu da id Software logo após o lançamento do primeiro Doom para se juntar à Apogee Software e desenvolver um jogo com todas as mecânicas e ferramentas que foram rejeitadas pela id. O resultado é um FPS lançado no final de 1994 ainda com a Wolf 3D Engine porém com vários recursos gráficos considerados impossíveis para uma Engine tão datada quanto essa, um desafio muito alto que gira em torno de vários aspectos que vão desde a escolha de personagem (que muda o dano causado/obtido, velocidade de movimentação e alcance do pulo) até mesmo o sistema de botões secretos necessários para avançar pelas fases. O jogo com certeza foi um dos mais desafiadores que eu já joguei e gostei bastante, mas não sei se retornaria pra ele depois de tanto trabalho!

    Pra fechar a lista, um apanhado da Build Engine: terminei Shadow Warrior Classic Redux (muito bom, mas se encaixa na categoria do Rise of the Triad), Duke Nukem 3D: Megaton Edition (melhor que a nova versão 20th Anniversary World Tour, diga-se de passagem) e BLOOD da Monolith Software, um jogo com temática bem sombria que faz várias homenagens à filmes de terror e outras parafernalhas sobre cultura gótica em geral que eu não entendo nem um pouco. Todos esses jogos são bem longos e tem um desafio bem diferente dos jogos que eu havia jogado antes e foi bem interessante ver que embora as mecânicas sejam até parecidas, a Engine funciona muito bem com diferentes temáticas! Fiquei com muita vontade de comprar Redneck Rampage depois disso tudo, espero que consiga ano que vem!

    (Ah, eu também terminei Quake e seus 2 Missions Packs e curti pra caramba!)

    Life is Strange (Xbox One, 2015)

    Peguei esse jogo numa promoção online por R$9,24 e valeu cada centavo investido! Eu já tinha jogado The Wolf Among Us ainda no final do ano passado e cheguei a terminar 3 The Walking Dead (Season 1, 2 e Michonne) no console antes de começar esse aqui mas achei Life is Strange muito melhor do que qualquer coisa criada pela Telltale até agora! Gostei muito da história, da maneira como o enredo se desenvolve e se eu fosse reclamar de alguma coisa é que depois de tantas escolhas, o último episódio acaba sendo bem linear comparado com o resto do jogo.

    O que resta saber agora é o que eles vão fazer na verdadeira continuação do jogo, já que o final deixou bastante coisa em aberto... Além da dúvida: qual dos 2 será o verdadeiro?

    Wonder Boy: The Dragon's Trap (Xbox One, 2017)

    Uma das gratas surpresas do ano na minha opinião, a série Wonder Boy sempre foi uma velha conhecida minha mas com a versão "Turma da Mônica" da TecToy. Faziam mais de 15 anos que eu não jogava esse clássico e foi muito bom ter adquirido o jogo assim que pude e aproveitado esse que eu considero o melhor remake que eu já tive o prazer de jogar! Os gráficos ficaram simplesmente sensacionais e a possibilidade de jogar tanto com os gráficos quanto com as músicas antigas pra mim só fazem o pacote vir ainda mais completo. E ainda mais teve uma atualização até recente pra trazer de volta o menu clássico também. Os caras não deixaram passar nenhum detalhe...

    Espero muito que o jogo tenha arrecadado fundos o suficiente para eles trabalharem no remake ou do antecessor (Wonder Boy in Monster World) ou na continuação (Wonder Boy in Monster World), que são igualmente excelentes.

    Ace Attorney Investigations 1&2 (Nintendo DS)

    Em 2013 eu havia acabado de terminar os 4 jogos de Phoenix Wright que haviam sido lançados para Nintendo DS mas como Gyakuten Kenji 2 ainda não havia sido traduzido, eu decidi esperar mais um pouco pra jogar os 2 de uma vez. E minha opinião se dividiu totalmente quando eu terminei os 2 jogos... Não sei se gostei, não sei se odiei, mas uma coisa eu não posso negar sob nenhuma circunstância: ambos os jogos são muito mais bem escritos e detalhados do que os jogos da série PW lançados no Nintendo DS.

    Ambos tem suas próprias mecânicas de investigação e exploração, mas eu acho que ficou difícil de entender aonde é que esses 2 jogos se encaixam na cronologia oficial (se é que se encaixam, isso nunca deixaram claro in-game). A parte legal é tentarem conectar eventos do jogo com o passado de Edgeworth e mostrar claramente porque ele tinha desejo de ser advogado mas acabou virando um promotor. Não sei explicar, o jogo me dividiu inteiramente e pelo menos posso dizer que entendi porque nunca lançaram um terceiro.

    Agora resta arrumar um 3DS pra jogar o Phoenix Wright 5 e 6.

    Phantasy Star (Master System, 1987)

    Sempre na última semana do ano, eu costumo fazer uma maratona para terminar algum jogo que eu sempre joguei na minha infância mas nunca tive a sorte ou a habilidade necessária para terminá-lo. Em 2017 eu estava sem ideias até que eu "trombei" com uma velha notícia que haviam retraduzido a versão japonesa de Phantasy Star e que todos os bugs da tradução haviam sido removidos (quando joguei, travava o jogo numa certa batalha contra o Mestre de Lutz), então decidi começar o jogo pela quarta vez e finalmente cheguei ao fim!

    Eu tive uma certa ajuda dos meus antigos guias que eu escrevi até a parte que consegui chegar no jogo na época, que foi a Torre da Medusa, mas em 7 dias eu consegui finalmente terminar esse jogo, que já era um dos meus favoritos de todos os tempos e agora que eu vi o final e o restante do jogo só me faz confirmar isso mais uma vez! Os gráficos são simplesmente sensacionais para a época, os personagens são bem carismáticos e a trama embora seja até simples te prende até o fim e faz você querer explorar cada caverna e possibilidade do jogo pra ter certeza que você fez tudo antes de zerar.

    Adoro Dungeon Crawlers e também como o sistema do jogo é bem simples de se subir de nível, sem a necessidade de se ficar pagando pontos ou escolhendo classes e outras coisas que eu sempre acho complicado de decidir e acabo fazendo merda. Enfim, já comecei a jogar Phantasy Star II e espero terminar pelo menos ele em 2018, visto que a série deu um grande salto de dificuldade a partir do II (sim, eu gosto de Phantasy Star III, me julguem).

    Phantasy Star

    Platform: Master System
    757 Players
    87 Check-ins

    14
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      marvox · almost 5 years ago · 2 pontos

      Carinha sempre presente no Meme Gamer, pior que acompanhei você falando dos FPS clássicos, e tem muita coisa que a gente acaba remexendo por conta do Canal. Agora que você jogou Life Is Strange, vê se passa no Oxenfree hehe. Dos jogos que você citou você sabe que gosto de todos não preciso nem falar, mas esse lance de você jogar Phantasy Star, muito legal. E o que será que 2018 nos espera hein, mais um FPS? XD!

      1 reply
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      roro_borges · almost 5 years ago · 2 pontos

      Ver Phoenix Wright na lista me fez lembrar da minha experiência com a série: clicar em 'Objection' em 100% das oportunidades sem ter a menor ideia do que está acontecendo hahaha
      Agora, mais velho e entendendo inglês, preciso voltar para uma nova tentativa.

      Que 2018 seja um ano de muita (e boa) jogatina! Abraço

      1 reply
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      santz · almost 5 years ago · 1 ponto

      Phantasy Star eu nunca tive contato quando criança, mas também zerei ele no ano passado. Jogo bonito, charmoso e difícil pra cacete.

      4 replies

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