• 2022-08-01 21:52:42 -0300 Thumb picture
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      rafa9000 · 16 days ago · 2 pontos

      Um dos meus Marios favoritos! <3 Amo essa musica.

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      santz · 15 days ago · 2 pontos

      Só de ouvir essa música, sou teleportado imediatamente a época que joguei essa obra prima.

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  • 2022-06-28 21:44:45 -0300 Thumb picture
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2022-06-09 23:18:05 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p>É... deu ruim, o <strong>Dolphin </strong>vai ab

    É... deu ruim, o Dolphin vai abandonar o suporte para os Windows antigos, e consequentemente eu não vou poder jogar as versões mais recentes, pois ainda uso Windows 8.1. Na moral, é melhor eu me preparar pois os emuladores mais recentes vão começar a usar versões mais novas da interface QT, que precisam de recursos que as versões mais antigos desse sistema operacional não tem. Em todo caso, não vou mudar de sistema ainda, não vale a pena para mim, com meu atual sistema defasado. Bem, o Dolphin já é um emulador muito bom, e que possui poucas falhas em poucos jogos, vou usar as versões antigas (ou seja, as disponíveis agora) por muito tempo, realmente dá para jogar tudo com ela sem problemas.

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      santz · 2 months ago · 4 pontos

      Mesmo a versão antiga do Dolphin já funciona muita coisa. Pelo título, achei que o Dolphin tinha fechado as portas total.

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      tassio · 2 months ago · 1 ponto

      Eu vejo muita gente optar por continuar no Windows 7. Tem os motivos e tal. Mas o 8.1!?!

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-30 23:07:13 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Jett Rocket

    Zerado dia 30/12/21

    Caraca, esse jogo já é nostálgico pra mim! Na época do final do ensino médio para a faculdade eu dei uma afastada do mundo dos jogos. Estava cansado dos meus jogos de GBA, tinha um PC fraco e também não tinha nenhum jogo em mente para jogar nele. Foi uma época de transição muito importante para a vida adulta, namoros, dias cheios de compromissos com escola, estágio e cursos que, juntos, consumiam os meus dias inteiros. Uma época muito social e muito bacana.

    Quando eu pensava na nova geração de consoles, sobretudo PS3 e Wii, parecia um sonho distante. Uma época de video games caros e cheios de tecnologia. Controle de movimento? Uaau! Mesmo a geração anterior aprecia fora de cogitação. Ficar comprando jogos e tal. Também não tinha muito interesse no PS2, que muitos amigos tinham. Sentia falta da magia Nintendo dos consoles. Daquela sensação que era jogar os Zeldas 64, Pokémon no GBC, os Marios. Sentia falta da cultura japonesa em jogos, que agora pareciam tomados pelos Call of Duty, Need for Speed, Def Jam, aaaarrrgh.

    Porém duas coisas salvaram o mundo dos jogos pra mim: a aquisição de um Nintendo DS com flashcard e um amigo. Ele tinha um Wii! O famoso console cheio de movimentos blá blá blá.

    Outros amigos me apresentaram esse cara e nos aproximamos bastante, de irmos uns nas casas dos outros e jogar Wii volta e meia. Que video game divertido! Graças a esse amigo eu redescobri muito da magia dos jogos. Me divertia jogando os single players e mais ainda nos multiplayers. E os jogos que sempre sonhei em jogar na infância e tinha me esquecido? Twilight Princess! Aaaah, como eu queria ter um video game daquele! Um sonho distante e eu nunca imaginaria que hoje em dia um Wii seja quase dado nas Olx da vida (até o PS3 que vi um essa semana novinho com dois controles por 350 reais e quase comprei só pelos dualshocks, haha).

    Um dos jogos mais antigos que tenho como lembrança, principalmente quando o assunto é WiiWare é esse Jett Rocket. Só de vê-lo lá na tela inicial de seu console eu queria jogar.

    A curiosidade aumentou conforme eu conheci e acompanhei a série FAST, da mesma produtora no próprio Wii, Wii U e Switch. Baixei JR no meu Wii há um século e por lá ele ficou.

    Acho até que cheguei a jogar a demo de sua sequência no 3DS e ficar de cara que aquele joguinho tinha realmente ganhado uma continuação.

    Anos se passaram e nada mudou. Isso até dois dias atrás quando descobri graças ao howlongtobeat.com que a aventura duraria apenas 3 horinhas e meia. Sensacional!

    Fiquei surpreso ao descobrir que JR é na verdade meio que um Mario Galaxy da vida. A jogabilidade, animações, texturas, cores. Tudo parece, mas vi isso como algo interessante. Não é como se fosse uma cópia, mas sim mais um jogo do gênero para quem precisasse de mais jogos do gênero.

    Inclusive, assim como no primeiro Mario Galaxy, você tem uma espécie de hub principal de onde escolhe os estágios e, adivinha só, é uma nave também!

    Entretanto, JR tem bastantes características próprias para sentir como um jogo original, inclusive sendo tudo em menor escala, principalmente as próprias fases.

    Como uma experiência de 3 horas e meia, saiba que são apenas 3 mundos, praia, neve e selva, + um chefe final. Cada mundo tem 4 fases e, diferente dos jogos do Mario, você não fica voltando nos mesmos estágios, explorando novas possibilidades e diferentes objetivos. Aqui a ordem é simples: chegar ao final.

    Porém, não dá para sair correndo. As fases geralmente exigem que você explore, colete itens ou pressione botões para abrir portas e poder prosseguir. Sempre tem cosias te atrasando e te fazendo demorar mais e se você for como eu, acaba perdendo ainda mais tempo coletando todas as "moedas" e afins.

    O movimentos do protagonista, o próprio Jett, se resumem a pular, atacar e usar o jetpack.

    Atacar nesse jogo é no clássico estilo Wii: fazendo um movimento rápido com o controle. Nesse caso o personagem rola e destrói os robôs. Nem pense em pular em cima deles! Faça esse movimento no ar e o personagem desce ao chão atacando rapidamente, obrigatório para ativar botões.

    O jetpack é bem menos comum do que eu esperava e você só pode ativá-lo por um breve momento ao apertar o botão de pulo no ar, mas para isso você deve ter combustível, que é sempre bem limitado, fora que os pontos de recarga são bem raros. Acaba que você só o usa onde o jogo quer: atravessar um rio, ir de uma plataforma para outra.

    As fases contam com uma boa diversidade de inimigos por toda a campanha. A maioria basta você atacar quanto estiver ao alcance, mas alguns requerem fazer isso na hora certa ou mesmo nem atacar.

    Já as fases costumam focar em alguma mecânica simples cada e incluem cerca de 100 "moedas" coletáveis, raríssimos corações que recuperam seu HP e até uns segredos de vez em nunca.

    Hoje em dia daria até pra dizer que JR tem bastante cara de jogo de smartphone. Simples, divertidinho, mas nada marcante.

    Resumindo: Jett Rocket é um bom título mesmo hoje em dia para quem curte plataforma 3D. Há um quê de Mario Galaxy com um nível de desafio nem sempre tão justo de Rayman 2. A experiência é curta e tem lá sua diversidade de mecânicas, cenários e inimigos, mas acaba se estendendo artificialmente com dano aleatório, pouca cura e jogando o jogador para o início da fase ao morrer sem nem contar tudo o que você fez ou coletou, como se tivesse dado Game Over. Isso me fez arrastar a curta aventura por dias por simples preguiça e frustração.

    De bom: visuais bacanas e framerate alto são um colírio para os olhos. Comandos funcionais e bem responsivos. Chefes ok. Boas variações nas fases, com algumas mecânicas exclusivas aqui e ali. Várias coisinhas coletáveis são o motivo para voltar a jogar (mas saiba que ao entrar numa fase você não mantém o progresso prévio e terá que fazer tudo de uma única vez em cada uma delas). Embora o jogo requeira o uso do motion aqui e ali, ele felizmente não necessita do uso do pointer senão no menu.

    De ruim: se você perder uma vida, volta a estaca zero do estágio, inclusive com as "moedas" coletadas zeradas e isso é muito cansativo e frustrante. Você acaba tomando dano explorando e conhecendo novos inimigos e quase não há cura e ela faz muita falta! O jogo teria um nível de desafio bom mesmo se melhorasse nesse quesito. Sair do jogo volta as vidas para "3".

    No geral, gostei do jogo e por pouco eu não super recomendo ele a todos e lamento por ter ficado preso num console do passado. Se você tem um Wii e gosta desse gênero, eu recomendo a curta experiência. Só não espere algo grandioso! Esse foi na trave! Agora é jogar o 2 quando der na telha. Bacaninha!

    Jett Rocket

    Platform: Nintendo Wii
    21 Players

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-27 23:49:14 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castlevania: The Adventure Rebirth

    Zerado dia 27/12/21

    Caraca, o que eu não zerei em semanas estou zerando nos últimos dias. Legal! Não vou mentir que é mais ou menos de propósito: por um lado tenho aproveitado folgas para me adiantar nos jogos, por outro tenho dado preferência por experiências mais breves justamente para não deixar nada esperando, além do fato de eu já estar jogando um AAA daqueles bem longos a conta-gotas.

    Ontem quando liguei o Wii para fechar o Mega Man 10, vi Castlevania: The Adventure Rebirth na tela inicial do console. Tinha vontade de jogá-lo a bastante tempo, mas esse ano a cota dos Castlevanias já tinha dado. Terminei  dois do Game Boy, o de Mega Drive e daqui uns dias fará um ano que terminei o Harmony of Despair. Sem mencionar outros títulos semelhantes recentes.

    Mas poxa, não custa jogar um curtinho e um dos últimos 2D da franquia. Infelizmente todos os "metroidvanias" da série também já se foram.

    Abrindo o jogo, há um enredo sendo contado e tal. Em seguida fui mexer nas opções. Você pode aumentar ou diminuir o número de vidas e mudar o nível de dificuldade entre Easy, Normal e Hard.

    Deixei no Normal mesmo e comecei o jogo que é supostamente um remake do primeiro Castlevania de Game Boy, jogo esse que joguei bastante na pré-adolescência no meu GB Color!

    Eu já conhecia seus visuais, mas vale a pena mencionar que eles são muito bonitos, coloridos e animados. Infelizmente eu uso um cabo AV no meu Wii, o seu original, ao invés de um componente. Isso nunca me afetou muito na minha TV, que faz milagres, mas nesse jogo eu senti um pouco a necessidade de fazer o upgrade (complicado também pois o PS2 já ocupa essas entradas no meu televisor).

    A sensação é levemente de estar jogando algo de PS1, como uma sequência do Symphony of the Night, mas principalmente de nostalgia. Que saudades dessa época do Wii! Tinha me esquecido da boa sensação que era conhecer o console anos atrás!

    A jogabilidade é a mesma de muitos outros Castlevanias de fases: andar, pular, subir e descer escadas, destruir velas e monstros com seu chicote, coletar sub-armas como os clássicos machado, faca, cruz, água benta etc.

    Por outro lado é bem mais gostos e menos frustrante que os antigões. Você pode controlar o personagem a vontade no ar ao invés de, por exemplo, pular e esperar ele aterrissar no chão para retomar o controle. Isso faz uma grande diferença!

    Enquanto você anda pelas fases, diversos tipos de inimigos aparecem e geralmente te atacam conforme você se aproxima deles. Grande parte do desafio do jogo se resume a conhecer e aprender os padrões de movimento e ataque desses inimigos e saber como os vencer tomando o menor dano possível. Outro desafio é justamente conhecer as armadilhas das fases, como saber pular buracos, esperar o momento certo para passar por lanças que sobem e descem do chão etc.

    Todos os estágios tem rotas alternativas. Muitas vezes várias delas. Talvez uma seja mais fácil para você do que outra, mas infelizmente só conhecendo The Adventure Rebirth a fundo para saber, já que avançar nas telas impossibilita voltar e conhecer esses outros caminhos.

    O que aconteceu comigo foi de perder todas as vidas, ter que reiniciar a fase de seu início (há checkpoints para onde você volta quando perde uma vida) e acabar escolhendo outros caminhos só para ver. Também tentei sempre pegar os mais difíceis de serem alcançados sempre que podia, mas sem padrão de comparação, muitas vezes eu não via nada demais. As vezes encontrava vários itens também.

    Independente do caminho, o jogo é desafiador! Você perde muito HP ao ser atacado pelos inimigos e achar um único item que cura 50% da sua vida é um verdadeiro parto. Ou seja, não dependa disso. Eu mesmo chuto que devo ter encontrado uns 4 ou 5 em toda a campanha, e isso porque procurava atacar paredes na esperança de encontrar segredos com bastante frequência.

    No total são cinco fases mais uma do chefe final. Essas fases comuns seguem a mesma lógica: exploração, conhecer inimigos novos e mecânicas novas. No meio do estágio há sempre um miniboss e no final um chefe verdadeiro. As vezes um deles é difícil, as vezes ambos. As vezes ambos são fáceis. É bem aleatório.

    Com checkpoints em vários pontos estratégicos, tudo depende mais de quantas vidas você ainda tem disponível quando alcançar as salas de chefes. Achei a grande maioria bem previsível para evitar dano, então o meu conselho seria não se afobar enquanto você os conhece e experimenta atacar. Muitos deles te dão muito espaço para desviar dos golpes e observar ao invés daqueles clássicos que ficam tentando colar o tempo todo no jogador.

    Vale lembrar também que, assim como no Mega Man 10, depois que você dá Game Over, as próximas tentativas serão muito mais simples pois você se acostuma rápido com os cenários e inimigos, além de focar mais em avançar e coletar o que importa ao invés de ficar explorando e quebrando cada vela.

    Lembre-se que as vidas não são infinitas, mas os Continues são. Ou seja, você vai avançar! Sei que vários jogos clássicos da franquia seguem essa lógica de apenas voltar do início da fase ao perder todas as vidas, mas The Adventure Rebirth não chega a ser tão irritante e frustrante como a maioria dos anteriores.

    Por outro lado também não espere muita facilidade! Minha experiência com a série e jogos da época do SNES, por exemplo, definitivamente ajudam muito aqui, além da minha paciência em continuar tentando depois de alguns Game Overs. Mas volto a reiterar que não chega à dificuldade do primeiro Castlevania ou de um Rondo of Blood da vida.

    Uma coisa que achei que não facilitou muito também foi jogar apenas com o wiimote (não testei se esse título funcionaria com o nunchuk acoplado). Em alguns estágios finais que demandavam ação e reflexos mais rápidos, eu senti que o d-pad do controle poderia ser um pouco melhor. Talvez só esteja acostumado com controles diferentes, mas gostaria de testar naquele Pro Controller do Wii, se eu o tivesse.

    Resumindo: Castlevania: The Adventure Rebirth é muito legal e talvez a melhor experiência atual para quem quiser conhecer um jogo por fases da franquia, ao invés do consagrado "metroidvania", e isso vindo de alguém que também ama o IV. Porém, vale a pena lembrar que esse título continua sendo exclusivo de WiiWare. Vale também mencionar que senti estar jogando algo novo, não um remake e nem mesmo uma reimaginação. Inclusive me lembro de vários desafios do clássico que sequer ganharam versões aqui e até mesmo algumas mecânicas. Nada disso impede que a experiência seja divertida, embora não tenha muita novidade ou atrativos originais.

    De bom: visuais bacanas e animações sensacionais. Jogabilidade simples. Aventura na medida certa, sem ser muito curta ou muito longa. Possibilidade de trocar níveis de dificuldade antes de iniciar a campanha e até o número de vidas para até 9. O jogo explora diversos cenários e inimigos da franquia.

    De ruim: deve ser terminado numa única sentada e não há sequer um "quick save" ou Password. Achei que o personagem poderia tomar um pouco menos de dano, em muitas ocasiões, ou poderia ao menor ter um pouco mais de cura pelas fases. Odiei que o nível máximo do chicote (que solta bola de fogo) agora é por tempo e logo ele volta ao nível anterior.

    No geral, um bom jogo e colírio para os olhos, mas depois de tantos Castlevanias, senti que foi mais do mesmo e tenho esperanças do 2 e 3 (NES) sejam um pouco diferentes dessas fórmulas. Só não dá pra esperar uma versão atualizada do jogo de Game Boy, caso você goste dele por algum motivo (eu até gosto) pois é algo bem diferente, ao meu ver. Se você estiver atrás de jogar Castlevania e já cansou do IV, Bloodlines e Rondo of Blood, The Adventure Rebirth é o ideal. Muito bacana!

    Castlevania: The Adventure ReBirth

    Platform: Nintendo Wii
    172 Players
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      santz · 8 months ago · 2 pontos

      Nem parece que é um jogo original de GameBoy.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-27 02:32:22 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mega Man 10

    Zerado dia 26/12/21

    Feliz por ter terminado mais um jogo ainda em 2021 e ter aumentado um pouco mais a conta. Será que ainda consigo mais um ou dois nos 4 dias que restam? E que zerada mais aleatória! Tenho um jogo grandão a minha espera (que inclusive estou jogando a conta-gotas), mas do anda resolvi ligar o Wii depois de séculos e terminar o último Mega Man clássico (ignorando o 11 pois ele é mais moderninho e ainda não o tenho).

    Não dá para acreditar que esse jogo é de 2010! Onze anos atrás! Nessa época estava na metade da faculdade e morrendo de jogar Nintendo DS. E você?

    Carreguei as pilhas pro wiimote, abri o jogo e só fui. Rapidamente dei uma olhada no howlongtobeat.com para ver quanto duraria a jogatina até o finalizar: 2 horas. Só isso?

    Em seguida pesquisei o Mega Man 9, que terminei lá em 2016 (precisei pesquisar aqui no Alva). Segundo o site, o 10 seria bem mais curto. Até lembrei mesmo que o povo costuma dizer que a dificuldade do 9 é bem mais alta. Que ótimo, terminaria o jogo com alguma tranquilidade e rapidez.

    Iniciando a aventura, vejo aquela logo da Inti Creates. Sempre esqueço que eles estavam por trás desses jogos.

    Há uma cutscene bacana contando a trama de MM10, em que um vírus assola o mundo, consome os robôs e os torna maus. A própria Roll é afetada e sobra para o nosso herói ir atrás da cura. Gosto muito das cenas desse jogo que alternam entre os personagens interagindo ingame com texto e animações e "slideshows" muito bem feitos que mostram os personagens grandes e bem detalhados. Um outro título da série que faz isso é o Mega Man Xtreme 2, do GBC, que terminei recentemente.

    Fora isso, é a mesma coisa de sempre. Você escolhe entre 8 fases/chefes  para jogar e pode usar os poderes adquiridos dos chefes de cada estágio tanto para acessar partes opcionais em outros lugares, derrotar os chefes que tenham fraqueza com mais facilidade ou mesmo passar de obstáculos ou inimigos comuns mais tranquilamente.

    Eu iniciei o jogo, como sempre, sem saber quem escolher. Sendo assim, fui no chefe que parecia ser mais fofinho e simples: Sheep Man. A temática desse chefe e sua fase é basicamente a eletricidade, chips de computador etc.

    Cara, eu morri demais nessa fase! Não sabia se estava enferrujado com Mega Man, se o jogo era tenso ou o que eu mais acreditava: eu tinha escolhido uma fase chatíssima.

    Quando finalmente passei, o jogo me trouxe um menu com a possibilidade de selecionar o próximo estágio, acessar a loja ou salvar. Tinha me esquecido que a partir de certo ponto, os MM começaram a salvar seu progresso. Bem legal para quem cansar de sua dificuldade e quiser dar uma pausa ou voltar outro dia.

    A existência de uma loja é algo que também não me recordava na série. Dei uma olhada lá depois de tanto morrer na fase do Sheep Man e coletar muito dinheiro. Você pode comprar vidas, itens que te auxiliam a não morrer instantaneamente em espinhos e buracos, mais umas coisinhas e os meus prediletos: os tanksE, W e M.

    Bizarramente as mecânicas do Mega Man X continuam marcadas no meu cérebro, mas aqui as coisas são diferentes com esses tanks. Você pode coletar pelas fases ou comprar um bocado deles e muitas vezes acaba os usando com alguma frequência. Lembro que cheguei a usar 5 deles (cada um regenera a vida completamente) num estágio aí só para não morrer, perder minha última vida e ter que recomeçar a fase do zero.

    Agora com a arma elétrica em mãos, escolhi a fase de quem parecia ter fraqueza contra ela: o chefe d'água. Não sei se já estava no espírito e acostumado com a jogabilidade ou se a fase é mesmo mais fácil, mas passei com certa facilidade. Inclusive, ele tinha mesmo fraqueza contra eletricidade.

    Uma coisa curiosa sobre os Mega Man é que os estágios são curtos, mas perdemos muito tempo explorando, tentando entender os padrões de ataque e movimento dos inimigos ou mesmo como passar das armadilhas. Fato é que cheguei várias vezes sem ou quase sem vidas no chefe, dava Game Over e tinha que refazer toda a fase. Mas já estava tão bom nela que fazia tudo bem rápido.

    Vale lembrar que esse Mega Man é cruel em dois quesitos: poucas vidas (a menos que você colete ou compre mais) e checkpoints as vezes bem distantes, o que se mostrou verdade principalmente nas últimas fases, onde eu chegava a passar de várias telas, matar minibosses, passar de desafios chatos e, ao morrer, voltava tudo isso, para um checkpoint distante. Super bizarro.

    Conforme eu fui jogando, fui juntando mais itens, que raramente usava e a jogatina também foi ficando mais rápida, com fases sendo terminadas com maior tranquilidade. Essa é a vantagem de jogar tudo num mesmo dia e, de alguma forma, continuar motivado.

    O enredo também foi sendo contado conforme eu avançava com mais cutscenes. Legalzinho e convincente.

    Dei uma cansada e larguei o jogo ligado, como costumo fazer. Fui comer, o wiimote logo desligou e fiquei no celular um tempo com a música do jogo tocando bem baixinho. Ops, me esqueci do jogo!

    Sabendo que os chefes estavam terminando, o final do jogo se aproximava. Isso sempre me motiva bastante (com alguns amigos é o contrário).

    Logo estava na fortaleza do Willy. Beleza!

    Como sempre eu jogo bem essas partes finais. Além da já mencionada motivação, gosto do fato de elas não se apegarem muito à um tipo de tema ou mecânica como os cenários dos chefes. Muitas vezes acho até os desafios bem tranquilos e muitos deles ainda são apenas versões diferentes de outros já conhecidos anteriormente.

    O primeiro estágio do Willy foi chato pelos vários chefes que enfrentei, inclusive de outros jogos da série. Foi bem legal rever o Slash Man do MM7 em 8bits!

    Os estágios seguintes foram mais chatos e eu morri um bocado em cada. Como eu disse, os checkpoints ficam super distantes e morrer por besteira te joga muitas telas para trás. Que preguiça! Porque eu tenho que refazer esses desafios chatos e matar minibosses assim?

    Morri bastante e dei vários Game Overs (mas felizmente volta pro início daquela fase e não pro início da fortaleza do Willy). Por outro lado eu fiquei mestre bem rápido nesses estágios. Cheguei na parte final!

    Essa última parte é aquela clássica de enfrentar todos os robôs do jogo novamente. Chatisse, mas agora com todos os poderes, é moleza.

    Mas o pior que nem foi. Alguns chefes morrem rapidamente e mal conseguem reagir às armas a que tem fraqueza enquanto outros mal parecem sentir o dano. Em alguns caso as armaduras acabam rápido demais e me deixam na mão com o chefe com metade da vida restante.

    Pior que eu cheguei a esse ponto utilizando tanksW para recarregar determinadas armas e tanks E para recarregar meu HP. Talvez tenha abusado um pouco a ponto de chegar no chefe final e não ter muitos deles para usar.

    Depois de dar Game Over, resolvi voltar à fase do Sheep Man e coletar dinheiro. Joguei várias vezes e comprei o máximo que deu das coisas da loja: 9 vidas, 9 tanks E, 9 tanks W, 1 tank M e demais auxílios menores.

    Agora imagina a minha cara ao perceber que deixar a fortaleza do Willy significa ter que refazê-la completamente! Puts, lá fui eu rejogar as 3 primeiras fases. Que sacooooo!

    No final das contas, prolonguei bastante a jogatina, que ficou registrada como 3 horas e 40 minutos. 2 horas de jogo, 1 hora coletando dinheiro e refazendo a última fase e 40 minutos que deixei o jogo parado, haha.

    O último chefe foi bem mais fácil do que de costume. Levei coisa demais e nem precisei, mesmo refazendo toda a fortaleza.

    Resumindo: Mega Man 10 é meio que mais do mesmo. Não sei se repetir a mesma fórmula por tantas vezes é tão interessante assim, fora a volta ao estilo visual do NES como foi com o 9. Felizmente o 11 deu uma revolucionada nisso e em mais, até onde sei. MM 10 é quase como uma expansão para a fórmula criada há tantas décadas atrás e apenas adiciona novos estágios e desafios enquanto mantém a mesma jogabilidade, só que sem poder carregar o ataque de sua arma principal e sem poder deslizar.

    De bom: o espírito Mega Man está aqui. Jogo muito menos estressante que seu antecessor. Muitos desafios prometem prolongar a re-jogabilidade e aumentam o seu fator replay. Possibilidade de jogar também com o Proto Man. Felizmente o jogo é mais acessível agora por meio dessas coletâneas atuais. O uso dos tanks e a própria loja facilitam bem a campanha, que já não é muito tensa.

    De ruim: mesmice de sempre, mas com certos comandos retirados. Aparentemente não há segredos pelos estágios. Conteúdo trancado atrás de DLC. Alguns estágios tem checkpoints estranhamente distantes, mesmo após vencer desafios complicados e minibosses. Cadê o Buster carregado e deslizar por baixo das coisas?

    No geral, gostei do jogo e agradeço por ele ser curto (embora o Wii tenha registrado mais de 6 horas de jogatina dele hoje). Acho bizarro como a série perdeu tanto do que construiu em MM7. Talvez fosse trabalhoso demais continuar de onde o 8 chegou. Fico feliz em ter terminado todos os MM clássicos em bits da série principal e fico de cara como as pessoas ainda possam querer mais. Essa franquia tem um zilhão de jogos! Sobre o 10, bom para quem é fã e quer mais, mas não espere nada novo. Como mais um Mega Man, totalmente passável.

    Mega Man 10

    Platform: Nintendo Wii
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  • onai_onai Cristiano Santos
    2021-07-21 18:40:20 -0300 Thumb picture

    Águas de março

    Eita que já fazia um tempinho que eu não jogava esse Mario com minha jovem padawan! Chegamos agora ao mundo da água!

    Desde o Super Mario Bros. eu gostava dessas fases aquáticas por causa da musiquinha relaxante mas aqui havia momentos da dava era um nervosismo e aperreio, como se diz no Ceará.

    Por sorte que os desafios continuam no esquema de levar três pancadas e serem derrotados mas aqui após derrotar duas vezes essa maluca era ainda necessário jogar outra fase e lutar contra o Copinha. Sim, inventei o nome!

    Pegar três moedas em casa fase está se tornando cada vez mais complicado e estamos deixando isso bem pra depois mesmo. Ao menos quando tudo parece ruim dá pra voltar as fases anteriores e recuperar os itens perdidos.

    Que terminou Super Mario World do Super Nintendo deve lembrar desse aparelho voador!

    New Super Mario Bros. Wii

    Platform: Nintendo Wii
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  • 2021-07-09 20:10:29 -0300 Thumb picture
  • onai_onai Cristiano Santos
    2021-06-18 23:02:54 -0300 Thumb picture

    Nas areias da ampulheta

    Meu amigo, minha amiga, que jogo mais divertido e engraçado! Tem toda aquela pegada do Super Mario World, apesar de aparentemente possuir menos fases.

    Chegamos agora no segundo mundo onde tudo é desértico! Descobrimos que se voltarmos ao início do jogo, no castelo da princesa, ao preço de algumas moedas é possível ver os segredos das fases, ao menos alguns deles.

    O jogo também pelo visto tem continues infinitos pois como minha filha morre muito sempre o Luigi fica sem vidas e ao invés de mostrar um contador regressivo aparece é indicando quantos continues já foram usados.

    Lembrei também que os desafios de cada fase são aqueles personagens sem graça que eu liberava jogando o Mario Kart 8 do Wii U! Aqui até que eles são interessantes mas continuo achando que foi uma bobagem ter colocado eles ao invés de personagens mais legais da Nintendo.

    E por falar nos desafios até que eles estão se mostrando bem fáceis, bastam três pulinhos em cima de cada um para serem derrotados! E vamos ao terceiro mundo!

    New Super Mario Bros. Wii

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      mastershadow · about 1 year ago · 3 pontos

      O ultimo chefe desse jogo é bem dificil!

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      vante · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse eu tenho que continuar jogando. Eu tinha travado no primeiro boss pq eu não sabia que tinha que mexer o controle

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      tiagotrigger · about 1 year ago · 2 pontos

      Só o chefe final que dá uma variada mesmo, pois o resto é tudo praticamente o mesmo esquema.

  • onai_onai Cristiano Santos
    2021-06-13 13:42:28 -0300 Thumb picture

    Mama mia!

    Quem me acompanha aqui sabe que além de jogar sozinho vez ou outra pego uns jogos legais pra jogar com minha filha e dessa vez escolhemos esse Mario Bros. do Nintendo Wii.

    A adição mais legal dessa versão do Mario é a possibilidade de se jogar com quatro pessoas ao mesmo tempo mas como somos só dois fomos de Mario e Luigi mesmo.

    Visualmente o jogo é muito bonito e só demorei mesmo pra configurar os controles nesse jogo. Como sempre a princesa é sequestrada por uns malucos que parecem ser mais os filhos do Kopa!

    Aqui há basicamente três poderes, a florzinha de fogo, uma que congela e uma roupa que faz o personagem dar pequenos voos. O engraçado é que muitas vezes os personagens atrapalham uns aos outros, visto que não dá para atravessá-los.

     Nessa fase era necessário um certo sincronismo para o amiguinho não ficar muito pra trás! Hehe... Enfim, terminamos o mundo um e achei esse Mario muito interessante! E agora o mundo dois!

    New Super Mario Bros. Wii

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      mateusfv · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse acho que foi o ultimo da série New a realmente trazer algo novo infelizmente, depois virou só um ctrl + c, ctrl + v com pequenas adições.

      Realmente os personagens terem colisão um com o outro atrapalha as vezes, mas se quiser da pra segurar o outro personagem na cabeça como se fosse um item (nas fases fora da agua e.e), ai em alguns momentos atrapalha um pouco menos.

      Os Koopalings originalmente eram os filhos do Bowser mesmo, mas hoje em dia a Nintendo diz que são os generais dele, o único filho mesmo é o Bowser Jr.

      1 reply
    • Micro picture
      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      No final, se tu curtir a experiência, jogue a hack Newer Super Mario Bros. Wii. Esse sim é um jogão, consegue superar com folga o original.

      2 replies

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