• 2021-06-16 23:53:15 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-11 00:03:41 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yo-kai Watch Blasters: White Dog Squad

    Zerado dia 10/06/21

    Aqui está o outro jogo que estava jogando paralelamente ao Final Fantasy XV, mais um Yo-kai Watch. Nem preciso dizer que não curti muito nenhum dos dois e por serem RPGs, cerca de 20 horas em cada foi tão arrastado que pareceram muito mais!

    Eu comecei a jogar o famoso Yo-kai Watch há cerca de um ano e curti demais o primeiro! Há alguns meses atrás passei pro segundo, que infelizmente não renovou muito bem a fórmula e acabou sendo meio cansativo, mas ainda haviam outros dois ainda no Nintendo 3DS: o 3, que jogarei no futuro, e esse tal de Blasters, uma espécie de spin-off baseado num minigame do YW 2.

    Aparentemente a ideia desse modo adicional deu tão certo que resolveram lançar um jogo inteiro baseado naquilo e se aprofundar um pouco.

    A ideia original por minha parte era dar um tempo da franquia pois, bem, são RPGs e eu canso fácil do gênero que demanda tantas horas de dedicação e repetição (coisa que poucas séries fazem corretamente, ao meu ver). Mas eu tive duas motivações para jogar Blasters: um pouco de saudades  e ânsia de ficar mais próximo de jogar o 3, que parece bem legal, e liberar um bocado de espaço no meu SD do 3DS já que o jogo pesa um bocado e fui passar uns jogos pro portátil que não couberam.

    O que eu esperava de Blasters? Bom, já que a série principal é meio que para bater de frente com Pokémon, eu esperava que esse daqui fosse um rival de Pokémon Mystery Dungeon. Mas ao mesmo tempo achava que a  cosia toda poderia ser uma espécie de beat'em up e o lance de jogar diretamente com os yo-kais, batendo livremente pelos mapas ao invés de batalhas de turno me deixou bem interessado.

    Pois bem, iniciei a aventura. Há duas versões de Blasters: Red Cat Corps e White Dog Squad. Fui de Dog pois sou apaixonado por cães (embora eu tenha adotado dois gatos há pouco e tenho os adorado!). Esse lance de versões é a mesma malandragem que a Gamefreak faz com Pokémon também.

    Após o desenho de abertura, haviam duas opções no menu principal: White Dog Squad e Moon Rabbit Crew, com um coelho de roupa espacial. Mas o que diabos é isso? Pesquisei mais tarde e essa parte do coelho é uma DLC que fora lançada adicionando missões, desafios e novos monstrinhos. Cheguei a acessar depois de terminar o jogo principal e pude transferir meu save para ela, inclusive mantendo o meu progresso exatamente de onde havia parado. Porque não simplesmente adicionar isso ao jogo base eu não sei.

    Enfim, a aventura conta a história de um grupo de yo-kais que resolve problemas na cidade, como um grupo de heróis. Há um tom e estética que muito parecem com Ghostbusters (inclusive o nome desse jogo é originalmente Yo-kai Watch Busters, no Japão).

    no seu quartel general você tem diversos andares e a opção de escolher uma missão e ser transportado para ela.

    O jogo é dividido em diferentes capítulos, e cada um deles tem várias fases principais e missões secundárias. Cada um desses capítulo conta uma história diferente e tem um caráter bem anime, incluindo uma prévia do próximo quando você termina o atual. É bem legal, não dá pra negar.

    Já cada fase tem um objetivo próprio dentro da história, como encontrar algum NPC, derrotar certos inimigos e coletar itens.

    Dentro de uma missão você vai se sentir bem familiarizado caso tenha jogado os YW 1 e 2 pois a engine é a mesma e os mapas são os mesmos desses jogos, porém limitados (não há a opção de ir de um para outro adjacente, mas dentro do seu quadrante a liberdade é total).

    Além dos visuais e localidades conhecidas, como a cidade inicial que tem a escola, a parte comercial da mesma cidade e até a vila do passado de YW 2, os próprios yo-kais são conhecidos já da série, inclusive com participações importantes daqueles que tiveram destaque anteriormente, sejam heróis que reaparecem na história, sejam chefes que estão todos de volta.

    E falando em chefe, a última missão de cada capítulo é sempre um desses chefes. As vezes você deve derrotar uns inimigos para que ele possa ser acessado. As vezes ele já anda no mapa e você pode meter a porrada e ao finalizar seu HP, ele fugirá, abrindo uma nova área onde o combate será mais sério numa pequena arena que muitas vezes vai exigir mais estratégia dos eu time e até interação com objetos do cenário para se dar bem.

    Um coisa meio decepcionante sobre Blasters é justamente o combate. Tem uma parte visual ok e é legal poder atacar diretamente ao invés do clássico dar prioridades e girar uma roleta de yo-kais. Mas a parte da porrada é muito simples e envolve um botão de ataque normal fraco e mais dois de habilidades equipadas. Como essas habilidades tem cooldown entre cada uso, acaba que você fica só apertando A a maior parte do tempo, com exceção de inimigos mais fortes que exigirão maior cuidado, uso de itens e tal (ou pelo menos até você ficar bem forte para nem se preocupar mais com isso).

    Os inimigos comuns são ridiculamente fácil e os chefes chegam a ser bem chatos e demorados, dois extremos completos no assunto dificuldade.

    Pelos mapas você encontra, além dos inimigos, itens (você pode ter no máximo dois no inventário de uma vez, então as vezes nem compensa pegar algo inútil ou use algo sem motivo para coletar algo melhor) e orbes, que também são derrubadas ao derrotar inimigos.

    Essas orbes são como o dinheiro do jogo e são mega importantes. No seu QG, é possível gastar essas orbes para "upar" níveis dos yo-kais (é a única forma), comprar itens e equipamentos, melhorar itens e por aí vai.

    O lance é que essas orbes são sempre bem poucas e você fica frequentemente sem nada, ainda mais se for como eu que foquei em fortalecer cada membro do meu time. Sendo assim, prepare-se para repetir missões várias vezes para conseguir mais e mais. No final do jogo eu acabei cedendo a fazer isso por um tempo para conseguir terminar o jogo.

    Agora imagine o caso: você termina uma missão com seu time nível 25 (cada monstro tem um nível independente), ganha 2000 orbes e resolve gastar num yo-kai para lhe dar níveis já que a próxima missão tem nível recomendado 28. Um yo-kai ganha dois níveis e vai para o nível 27, aprende um anova habilidade inútil. E aí? Vai pra próxima assim mesmo ou volta e refaz alguma missão? E agora que recrutei um novo yo-kai muito melhor e vou ter que fortalecê-lo para usar no time ao mesmo tempo que devolver o que suava e que investi tantas orbes para o "banco". E esses equipamentos super úteis? E essas melhorias? Fusões etc? Prepare as suas habilidades com administração de recursos ou a paciência em refazer missões.

    Resumindo: Yo-kai Watch Blasters: White Dog Squad é um jogo ok. Ele não traz novidade nenhuma para os olhos, apenas a jogabilidade diferente, mas nada muito divertido, para ser sincero. O jogo se resume a andar pelo mapa da missão em direção a seta e ficar apertando um botão ou outro até o inimigo morrer e nenhuma sensação de dever cumprido ao terminar as fáceis e repetitivas missões, coisa além de infantil. A minha aposta é que o jogo brilha mais no modo multiplayer e nas fases extras do pós-game e desafios altos. Mas em questão de campanha principal, o jogo é fraco e fica atrás dos anteriores quando o foco é o single-player.

    De bom: visuais bacanas, principalmente nas cinemáticas. Muitas missões principais com história bacana, missões secundárias e conteúdo extra garantem que o dinheiro investido vá ser compensado, ainda mais por seu lado "Monster Hunter" de farmas e repetir missões. Muitos yo-kais para serem capturados. Inclusão do modo multiplayer e conectividade até com YW 2.

    De ruim: eu desgosto demais dessas dublagens americanas de animes e jogos do tipo, meu deus! Alguns personagens tem a voz mega irritante! Jogabilidade muito simples e repetitiva. Tudo é feito com as orbes e é caro, garantindo um progresso meio lento e te obrigando a voltar e refazer fases, que nem sempre são rápidas. Perder numa missão significa perder todas as orbes coletadas, o que atrasou bastante meu progresso nas últimas fases. Algumas animações repetem demais, como entrar e sair de missões, mas felizmente há a opção de pular tudo. IA estúpida fazia com que meus aliados não evitassem ataques óbvios, demorassem para curar e morressem com frequência. Achei que faltou mais novidade em relação a estágios e chefes, que pareciam apenas reciclar elementos dos jogos anteriores. No seu QG, cada NPC de cada andar faz algo, como fortalecer seus yo-kais, trocar yo-kais no time e aceitar missões, o que te obriga a ficar subindo e descendo escadas muitas vezes. A repetitividade arrasta muito o jogo na mesmice e 13 horas pareceram 60.

    No geral, eu achei o jogo ok, mas definitivamente o pior da série até então, e olha que nem curti muito YW 2 depois de jogar o primeiro. Por outro lado, pode ser um forma legal de conhecer esse universo para quem não curte jogos de combate por turno e eu super recomendaria para jogar multiplayer simultaneamente entre até quatro amigos. Fora isso, passável.

    YO-KAI WATCH BLASTERS: White Dog Squad

    Platform: Nintendo 3DS
    4 Players

    6
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-05-04 15:15:29 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Witch and Hero 3

    Zerado dia 04/05/21

    Todo ano eu termino um jogo dessa série, mas cheguei ao último, infelizmente. Apesar de ser indie, bem simples e besta, é uma franquia divertida. Bizarramente dos raros jogos hoje em dia que curto mais enquanto estiver durando, diferente do normal que seria conhecer o início, meio e fim. Esse é um jogo que, de certa forma, só tem o "meio".

    Para quem não conhece Witch and Hero, tudo bem, não são jogos conhecidos senão por quem acompanhou bem a cena do 3DS na época. Lançaram a demo do primeiro jogo e uns amigos e eu curtimos e pagamos os pequeno valor. Valeu a pena!

    Com o passar do tempo a série foi aumentando com o lançamento do 2, do 3 e dos dois primeiros jogos no Switch (acredito que originalmente eram jogo de PC), mas acredito que seja questão de tempo para o terceiro também ser lançado na plataforma mais recente da Nintendo.

    WaH é a coisa mais simples do mundo: no meio da tela, a bruxa, petrificada, está indefesa e seu objetivo é derrotar os monstros antes que eles a alcancem e acabem com sua barra de vida.

    Seus ataques são deferidos apenas ao andar contra os monstros e quanto mais forte seu oponente, mais você perde de uma barrinha de stamina e, ao perder toda essa stamina, você fica incapacitado por alguns segundos. Gire o analógico rapidamente para se recuperar mais rápido!

    Existem os mais variados tipos de inimigos, grandes, pequenos, rápidos, lentos, fortes, fracos, os que atacam de longe ou apenas encostando na bruxa e por aí vai. Tudo costuma se encaixar com a temática do mapa que você se encontra!

    Monstros derrotados derrubam diversas coisas, dependendo da sua sorte:

    -Dinheiro. É comum ver dinheiro no chão para todo lado, visto que, como tudo, você tem que andar por cima e coletar. O dinheiro, que também é gerado ao terminar as fases, pode ser usado na loja para comprar upgrades para os personagens, cavaleiro ou bruxa. Os upgrades do cavaleiro incluem ataques mas fortes, defesa maior (perder menos stamina em combate) e botas que te fazem andar cada vez mais rápido.

    -Globos de experiência. Essas bolinhas verdes se somam e garantem mais níveis para o personagem no final das fases. Maiores níveis resultam em atributos melhores, como ataques e tal. Eu realmente não me importei muito com níveis no jogo, apenas melhores upgrades.

    -Gotas de sangue. Conforme você coleta sangue, uma barrinha vermelha abaixo da sua stamina vai enchendo e, a qualquer momento, você pode encostar na bruxa petrificada para lhe dar a quantidade que você tiver. Quando ela estiver com a barra cheia, quebrará o feitiço de petrificação por alguns segundos e usará magias bem úteis contra os inimigos na tela. Você pode alternar entre bolas de fogo em linha reta (é possível deixar que ela ataque automaticamente os inimigos mais próximos dela ou você mesmo mirar usando L e R para mover um mira, como um ponteiro na tela, para lançar as magias em linha reta), ou mini tornados que saem em espiral atacando a tela toda.

    O dinheiro também pode ser usado para melhorar as magias da bruxa. Eu foquei mais no herói mesmo, mas investia nos furacões quando sobrava um troco, até porque até onde fui as magias ainda estavam baratas, enquanto os upgrades do cavaleiro estavam caríssimos!

    Para se ter uma noção, um aumento de espada chegava a custar 12 mil e eu ganhava uma media de 4 mil em fases já terminadas que pagavam bem, mas que levavam uns minutos para serem terminadas, contavam com muitos inimigos e foco completo em coletar o loot antes que ele desapareça (como eu disse, a tela fica cheia de inimigos com frequência e, consequentemente, cheia de coletáveis conforme você e a bruxa atacam e nem sempre é possível andar para pegar as cosias pois você está defendendo a estátua).

    Acho que podemos resumir esse jogo assim: derrote mil e um inimigos, passe de fase até chegar em uma difícil, retorne aos estágios terminados e os refaça para "farmar" dinheiro e melhorar o personagem. As vezes você vai fazer isso várias vezes. Agora continue até não conseguir mais. Mais para a frente, você passa uma fase, repete outras 10 para conseguir passar da próxima. Mas até que é legal!

    Uma coisa legal também é como algumas mecânicas são introduzidas de um bioma para o outro (geralmente graças aos inimigos exclusivos, como os magos, que ficam distantes e você ainda tem que defender suas magias).

    Alguns cenários tem novidades que não lembro dos simples jogos anteriores terem, como areia movediça no deserto te jogando para longe ou perto da bruxa o tempo todo ou o chão bizarramente escorregadio das fases de neve, o maior desafio de toda a franquia, na minha opinião.

    A dificuldade desse tipo de terreno se dá graças à mecânica de te lançar um pouco para longe a cada ataque aos monstros ou baús que eles derrubarem. No gelo, você vai para longe e em algumas fases mal tem chão normal para parar esse movimento, te deixando sempre no pior lugar possível na pior hora e dificultando muito se mover a tempo de ajudar a bruxa, coletar itens que estão desaparecendo ou mesmo alcançar inimigos específicos.

    Para te ajudar nessa empreitada, WaH3 tem um auxílio bem bacana, o Little Hero, protagonista e seu salvador em Witch and Hero 2 como personagem jogável simultâneo! Pois é, você controla o Hero com o analógico esquerdo e o Little Hero. Nessa parte jogar no New 3DS foi bom pois pude usar c-stick dele para mover o personagem, sendo que o controle originalmente era feito pelos botões ABXY na linha comum de 3DS (tentei jogar assim e achei bem ruim).

    Há ainda poções que caem eventualmente de baús dos inimigos que regeneram completamente sua stamina! Só cuidado para não coletá-las quando estiver com a barra cheia!

    O jogo ainda traz de volta o ataque especial que te deixa forte, rápido e com stamina infinita ao encher uma outra barra, batendo nos inimigos e uma novidade bem útil: uma magia que faz uma triangulação entre os três personagens (não caídos por falta de stamina) e expele todos os inimigos que estiverem dentro da área ou próximos dela. Como é uma habilidade que enche muito rápido, você pode a usar constantemente nas batalhas quando os monstros estiverem perto da estátua.

    Resumindo: Witch and Hero 3 é legal como seus antecessores e um ótimo passatempo despreocupado. Você avança, vê novas fases, fica mais forte, farma dinheiro e volta e meia vê novas habilidades se desenrolarem na história. Tudo isso dá aquele gosto de continuidade que todos precisamos. E apesar de sua simplicidade, gosto como os desenvolvedores evoluem esses jogos. Como eu mencionei, eu não me importo se o jogo vai acabar ou não pois quero me fortalecer e avançar, não ver o seu final, que infelizmente chega. Agora entre os três títulos da franquia, é difícil decidir entre um só, mas acredito que ficaria com WaH2.

    De bom: pixel art legal. Trilha sonora nostálgica e bonita. Jogabilidade simples. Evoluir os personagens é divertido. Diversos tipos de inimigos e biomas, incluindo mecânicas exclusivas em cada. É notável a diferença a cada upgrade adquirido.

    De ruim: sua simplicidade e repetitividade pode não ser atrativa para todos. Sempre espero ainda mais diferença entre esses jogos da franquia. Controlar dois personagens ao mesmo tempo é confuso e pode ser bem pior para quem não tem coordenação. Um modo multiplayer com download-play no 3DS resolveria essa questão e deixaria o jogo ainda melhor (quem sabe no Switch).

    No geral, joguinho legal e uma boa recomendação, sobretudo para quem jogou os anteriores. Dá para começar por esse? Sem problemas, mas porque não começar do primeiro já que você vai jogar mesmo? Jogo divertido!

    Witch & Hero 3

    Platform: Nintendo 3DS
    4 Players

    15
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-16 01:17:02 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D

    Zerado dia 15/02/21

    Quando eu era moleque, via The Legend of Zelda em toda revista de games. Revistas novas, velhas, revistas focadas em Nintendo ou não. Eu acabei conhecendo os personagens de tanto vê-los pelas páginas, mas nem imaginava exatamente qual seria a sensação de jogar a série, e curiosamente não era louco para jogá-los, apenas bastante curioso, até porque eu era criança e sem dinheiro. Não conseguia me imaginar comprando esses jogos e as plataformas mais modernas da época.

    Eu finalmente conheci o famoso Ocarina of Time graças a uns primos que já pareciam entender tudo sobre o jogo enquanto eu só admirava a riqueza de coisas para fazer num jogo e sua complexidade! O jogo era incrível em cada detalhe e muito além do meu mundinho de Super Mario World e mais uns títulos que ninguém liga de SNES.

    Graças a influência deles eu conheci também a série Pokémon dos jogos. Eu era louco pelo anime naqueles tempos que era uma super febre, mas jamais imaginei como poderia curtir ainda mais os monstrinhos graças aos jogos, que estavam na segunda geração até então.

    Quando voltei para Brasília, acabei indo correndo atrás de Pokémon Crystal, que comprei falsificado na feira (mas curiosamente nunca deu problema, nem de save). Meses depois achei Zelda: Oracle of Ages e o comprei também, e foi aí que começou o meu amor pelo que se tornaria a minha franquia favorita de video games. Joguei demaaaaais no meu velho GBC roxo transparente!

    Na minha volta a visitar meus primos no ano seguinte, lembro que fomos a uma locadora (que parecia o paraíso pra mim) e eles alugaram uns jogos de N64 e me lembro vividamente de eles terem trazido Donkey Kong 64 e The Legend of Zelda: Majora's Mask para casa.

    Nessa época eu já amava Donkey Kong pelo DKC3 e curti bastante o de 64, mesmo seguindo um gameplay bem diferente. Já o Majora's Mask foi um misto de amor e decepção. Ele parecia um bocado com o Ocarina of Time, mas não conseguíamos dar continuidade ao jogo pois andávamos e andávamos pela cidade e depois de um tempo o mundo acabava  e era isso. Eles deixaram o jogo meio de lado mas eu insistia em jogá-lo quando a TV estava livre pois o jogo era carismático e bonito, fora que era uma chance de jogar N64 pra mim!

    No final do período de aluguel de Majora's Mask, eu finalmente fiz algum progresso! Para quem conhece o jogo, eu cheguei até a parte que o Link recupera a ocarina. Eu era horrível com inglês e lembro que o jogo fez uma pergunta (que agora sei que era "Deseja voltar no tempo?"), eu escolhi "Yes" e estávamos de volta ao início do jogo, eu e meus primos, todos em frente à TV. Mas o quê? Foi aí que eu desisti do jogo, nada fazia sentido e eu não queria ter que fazer tudo só para chegar naquela parte e escolher a outra opção (o certo é escolher "Yes" mesmo).

    Anos depois, com meu primeiro computador, consegui emular o jogo e outros, uma grande novidade pra época. Resolvi então voltar a jogar Majora's Mask e ver se eu o terminaria, agora sabendo bastante inglês. Consegui e curti muito! Lembro ainda que em seguida fui para o Ocarina o Time (não tinha menor noção de ordem de lançamentos) e, olha só, nem achei tão legal como o Majora's!

    Agora, mais uma porrada de anos depois, voltei a jogar Majora's, mas a versão do 3DS, lançada em 2015 (eu lembro tanto da revelação do remake numa E3 que parece muito mais recente). O jogo está no meu portátil há séculos, mas resolvi jogar agora para liberar um espaço legal no cartão de memória e contando que eu o terminaria rapidamente.

    Eu estava empolgado em jogar MM. Primeiro que eu amo o jogo, segundo que o remake do Ocarina of Time, também de 3DS, é sensacional (joguei em 2012) e até pelo fato de usar funcionalidades extras do New 3DS que ainda não tive a oportunidade de testar de verdade, como aquele segundo "analógico".

    Pois bem, começando a aventura, percebe-se que MM ganhou uma modernizada nesse remake. O jogo tem uma roupagem mais "pop" e colorida e menos medonha que a versão original do N64, o que dá pra entender visto o que a série se tornou e por ser um jogo de 3DS com um público até meio diferente.

    É um jogo bonito sem dúvidas. E se você comparar as duas versões me vídeo, vai ver que o salto era bem maior do que imaginávamos.

    O efeito 3D é legal. Não tanto quanto um A Link Between Worlds da vida, mas ainda assim bacana e charmoso e com o cuidado que os jogos mais relacionados a Nintendo tem.

    A jogabilidade é excelente já de cara e tudo parece muito familiar. O c-stick permite controlar a câmera, mas ainda é possível jogar usando o L para trazê-la para trás do Link. Acabei me acostumando bastante à usar apenas o c-stick.

    Já na cidade inicial, eu fiz tudo aquilo que levamos dias para descobrir na época da locação em minutos! Em parte porque eu já sabia o que fazer (mas não lembrava de tudo) e em parte por agora saber inglês. Os personagens deixam bem claro o que fazer em diálogos.

    Definitivamente é um jogo para quem sabe a língua pois a sua missão as vezes é tão simples mas pode levar muitas horas para fazer algo específico por não ler uma caixa de diálogo.

    Agora a parte ruim de saber sempre o que fazer e já conhecer o jogo é que a exploração de uma primeira jogatina não existe mais. Digo isso pois esse jogo se passa em três dias e os NPCs da cidade seguem uma rotina nesse tempo e é muito legal acompanhá-los e seus diálogos e ações na preparação do Carnaval/Fim do Mundo, algo bem Shenmue. Pra dizer a verdade, a cidade é a minha parte predileta do jogo até hoje e é tanta coisa acontecendo/para se fazer que é fácil entender que alguém que não saiba ler os textos infelizmente acabe se perdendo, da mesma forma como eu me perdia e que achava que poderia estar próximo do final da aventura quando consegui fazer alguma coisa.

    A minha jogatina estava programada para ser casual. Eu não iria atrás de itens desnecessários nem das mil e uma sidequests e máscaras que conseguimos indo e voltando no tempo, sendo que algumas coisas são exclusivas de dias ou horários específicos, inclusive as vezes tendo que obter algo no último dia e levar para a pessoa no primeiro. Sei que muitas dessas sidequests devem ser acompanhadas mais de perto e com mais foco, o que eu não queria ter que fazer de novo (o ruim é que fiquei sem ver o Fierce Deity Link).

    Assim que consegui a Ocarina, toquei logo uma das músicas que não são ensinadas pelo jogo: Song of Reverse Time. Essa música faz com que a passagem de tempo fique muito mais lenta e que você tenha muito mais tempo para jogar sem se preocupar com fim do mundo. Essa é obrigatória (nem lembrava do relógio)!

    Assim que fiz as coisas iniciais, parti em direção a primeira dungeon das quatro do jogo. No meio do caminho rolam sempre vários desvios, a necessidade de ter itens conseguidos em outros lugares e até mesmo mini dungeons. Foi tranquilo. Lembrava que a primeira dungeon era grande (para compensar serem apenas 4 contra as tantas de OoT), mas foi bem rápido.

    As coisas começaram a desandar no mapa da segunda masmorra. A entrada do mapa era cercada por gelo e procurei uma forma de derretê-lo, explodi-lo ou sei lá. Não achei.

    Dentro do próprio jogo, lá onde você inicia, há uma pedra que te dá dicas, então fui lá. Não sei se tinha isso no original, mas essa pedra dá dicas detalhadas de como prosseguir no jogo. Quer dizer, nem sei se podemos chamar de dicas pois ela abre um menu separados por diferentes seções (como uma seção apenas do mapa da segunda dungeon) e lá ordena os eventos que devem ser feitos para prosseguir na campanha. No caso da parte que eu tinha, era o primeiro evento, algo como "Adentre as geleiras!"

    cada evento desses é um botão e ao apertar A em cima deles, o jogo reproduz um vídeo resumindo com quem falar, o que comprar, onde ir, o que coletar e o que usar. No meu caso ele mostrou o Link saindo da cidade, depois subindo a rampa para o local onde estava, depois mirando com o arco-e-flecha e atirando numa espécie de estalactite, que caía e quebrava o gelo da entrada. Eu nunca iria lembrar disso, que bizarro!

    Mas esses vídeos estão aí para facilitar e muito a vida de qualquer um e fazer até uma criancinha terminar Majora's Mask. Há ainda dicas de conseguir itens opcionais, como os de aumento de vida etc.

    E falando em dicas, eu não lembro como era originalmente, mas o diário de missões que você consegue detalha muito bem as sidequests conseguidas, o que fazer e até em quais dias eles estão disponíveis etc. Ou seja, qualquer um consegue fazer 100% no jogo, se assim desejar.

    Nos mapas seguintes a minha jogatina foi mais fluída, apesar de ter usado a pedra mais umas duas vezes em que eu realmente não tinha ideia do que fazer. Mas foi bem legal reviver várias coisas do jogo, muitas que eu realmente não lembrava (como o mapa da quarta dungeon que é tão demorado e eu lembrava como se não tivesse quase nada para fazer).

    O finalzão foi bacana, bem bonito nessa versão do 3DS. O último chefe me deu bastante trabalho, mesmo sendo uma das partes que eu mais lembrava do jogo, pois da última vez que o zerei, salvei antes e refiz a batalha inúmeras vezes por achar legal, mas meio fácil demais. Dessa vez eu apanhei bastante mesmo na primeira forma, o que foi até legal e acho que por não ter o Fierce Deity

    Esse chefe não tem nem jarros de recuperação de vida e se você morrer e voltar para a batalha, voltará com apenas 3 corações. Tive até que voltar no tempo, me preparar e tal.

    Resumindo: The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D é um bom remake com muitas melhorias e que ainda me faz lembrar de como eu amo a série nessa época do N64/GBC. Mas é a versão definitiva? Eu não saberia responde exatamente, mas eu diria que não, ao contrário de OoT 3D. O fato é que eu sinto que MM foi feito para ser muito imersivo com toda a sua temática e exploração e que nesse caso, jogar na televisão grande faz a diferença, inclusive com mais calma e aproveitamento do que como joguei. Além disso, os visuais desse remake me pareceram meio estranhos as vezes, quase como aqueles vídeos de remakes de fãs que tiram um pouco da ideia e essência originais , fora o fator nostálgico. Fiquei me perguntando se recomendaria à um amigo que amou Breath of the Wild mas não jogou títulos pré-Switch e fiquei bem dividido. Os visuais, mecânicas facilitadoras e portabilidade são muito bem-vindas, mas acho que algumas mudanças podem tirar um pouco da experiência, inclusive toda essa coisa mais casual e acelerada ao invés de exploração com calma e imersão. As vezes sinto que seria como a diferença entre avançar por conta própria num point-&-click ou RPG depois de um bom tempo perdido, mas determinado, e jogar os mesmos jogos acompanhado vídeos ou textos de detonado depois de não saber o que fazer por 5 minutinhos.

    De bom: visuais melhorados (só não curti umas cores e texturas aqui e ali). Não deixou de ser Majora's Mask. Jogabilidade muito boa, inclusive coma adição da possibilidade de usar o outro analógico e usar controle de movimentos para facilitar a mira dos itens. Pequenas mudanças foram feitas e que são bem-vindas, como a localização do banco de rupees e a batalha dos Twinmold. Jogo muito interessante de todas as formas. Muitas coisas para fazer e conhecer. Conteúdo demais!

    De ruim: algumas ações para dar continuidade no jogo me parecem meio sem lógica nenhuma. Senti que parte da imersão se perde por jogar esse jogo em específico numa tela pequena. Ter que tocar a música de deixar o tempo devagar sempre que voltar pro primeiro dia. perder certos itens ao voltar no tempo sempre atrapalha um bocado. Requer entendimento da língua para uma jogatina decente.

    No geral, foi uma delícia reviver esse jogo, que na minha opinião complementa muito bem o OoT. Tem gente que reclama do "limite de tempo", mas acho isso bem infundado pois o jogo tem muitas mecânicas baseadas em acontecer em 3 dias e ter que ir e voltar no tempo, e se o problema for o fato do mundo acabar, basta deixar o tempo mais lento com a música certa e volta e meia voltar pro primeiro dia (tipo quando terminar uma dungeon). Jogaço!

    The Legend Of Zelda Majora's Mask 3D

    Platform: Nintendo 3DS
    1142 Players
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    • Micro picture
      fonsaca · 4 months ago · 1 ponto

      Interessante mesmo esse negócio da cidade ter vários detalhes e ser bem viva. Como vc mesmo comparou, lembra Shenmue nesse aspecto. Todo mundo paga pau pro Zelda BoftW, mas ele têm um grande defeito para mim: o mundo aberto padrão GTA. Ali o cenário é grande, mas não existe essa imersão tão grande, com personagens progredindo e afins. Não que sejam ruim as situações (são melhores do que outros jogos de mundo aberto), só não é tão grande quanto de um Majora's. Apesar de mais recente, parece que a série regrediu nesse aspecto.

      Outra coisa engraçada é que na época desciam o cacete pelo jogo ser feito na mesma engine do Ocarina. Engraçado como hj em dia quase todos jogos são feitos nas mesmas engines e, agora, "não dá nada".

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-19 03:22:01 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dragon Quest Heroes: Rocket Slime 3

    Zerado dia 19/12/20

    Eu amo Dragon Quest desde que dei uma chance para a série no DS, bem atrasado, lá em 2010 e começando pelo DQ IV. Desde então fui jogando periodicamente outros títulos tanto da série principal (só não joguei o X, o MMO) quanto spin-offs (como um tático de DSi e um de motion control do Wii).

    Lembro que na época eu buscava muito sobre jogos de DS pela internet atrás de jogos bons ou hidden gems da plataforma para por no meu cartão R4, e foi assim que descobri um jogo relativamente famoso: Dragon Quest Heroes: Rocket Slime.

    Cara, que jogo bom! Ao invés das clássicas batalhas de turno, esse spin-off focava em um Slime como protagonista, coletando itens por diversos mapas e batalhas de tanque de guerra. Eu não sabia na época, mas esse DQ era na verdade a continuação de uma série secundária que começou no GBA, mas que nunca veio pro ocidente.

    Quando pesquisei sobre primeiro jogo no GBA, descobri ainda que existia um terceiro título, lançado para o Nintendo 3DS e que há cerca de um ano atrás finalmente ganhou uma tradução feita por fãs. Que alegria os fãs sempre traduzindo jogos que tanto quero no DS e 3DS!

    Baixei e deixei no console um tempo até que chegou a hora de liberar um pouco de espaço no cartão de memória do portátil. Olhei tudo o que tenho disponível (e é muita coisa) mas apenas Dragon Quest Heroes: Rocket Slime 3 - Pirate & Platywag (nome dado por fãs à Slime Mori Mori Dragon Quest 3: Daikaizoku to Shippo Dan, mas que chamarei apenas de MoriMori3) se encaixava no combo tranquilo de jogar + não muito longo + ocupava um espaço considerável, regras que jogos como Codename S.T.E.A.M, Fire Emblem: Fates e Witch & Hero 3, por exemplo, não se adequavam, respectivamente.

    Ah, e convenhamos: eu amo DQ! Sei que já disse isso, mas com certeza daria para jogar isso casualmente e eu PRECISAVA reviver o mundo daquele spin-off. Até fui atrás do original de GBA mas realmente não existe tradução.

    MoriMori3 é sem dúvida um jogo simples e com um enredo simples em que esferas mágicas foram roubadas de seu reino por dois vilões e você deve os caçar e trazê-las de volta.

    O jogo conta, basicamente, com dois estilos de jogabilidade: na terra e nas água, por navio. O início é mais focado em andar por aí e essa parte terrestre, por sua vez se divide em andar pela cidade, conversar com NPCs, comprar equipamentos pro navio e explorar masmorras.

    As masmorras são parte importante da aventura pois é por lá que você encontra diversos monstros recorrentes na série e usa a sua habilidade de se esticar e se lançar para jogá-los para o ar e apanhá-los antes que caiam no chão. Tendo agarrado os inimigos (e itens), você pode jogá-los nos carrinhos que passam por diversos trilhos em cada fase para enviá-los ao seu inventário.

    No final de cada masmorra há ainda um chefe grandão e 3D (inclusive com grande apelo aos efeitos 3D do portátil) pronto para ser derrotado em ferozes batalhas!

    Já a outra parte, marítima se resume a controlar o navio pelo mapa 3D do mundo, indo de cidade a cidade, descobrindo novos biomas e coletando itens largados pelos mares. Mas além da exploração, é no navio que acontecem as batalhas marítimas, que usam os itens coletados pelas masmorras como munição e os monstros podem ser recrutados como aliados para ajudar nas guerras, além de que partes compradas depois de serem aprendidas ao terminar embates pelas águas podem ser equipadas para melhorar seu veículo.

    Essas batalhas acontecem frequentemente conforme você cruza pelos mares depois das primeiras horas iniciais apenas na terra. Elas são muito importantes para a aquisição de novas melhorias e dinheiro. Mas há também um bocado de batalhas navais obrigatórias da campanha e que irão por a teste a resistência e poder de fogo da sua equipe. No final mesmo tem uma que joga o nível de dificuldade nas alturas e que quase me fez gastar mais umas horas em busca de mais melhorias e sidequests.

    As batalhas navais são provavelmente o ponto alto do jogo e que reúne todo o resultado de seus esforços e os põe a teste. Funciona assim: ao navegar pelos mares, as vezes navios te avistam e vão com tudo em sua direção. Você pode também iniciar batalhas contra navios distraídos ou contra aqueles que só ficam velejando em um padrão (geralmente indo e voltando na entrada de algum lugar importante).

    Ao se tocarem, a batalha se inicia em uma nova tela com ambos lado a lado.

    A partir daí, seu navio disponibilizará aleatoriamente de tempos em tempos os itens que você equipou como arsenal. Seu dever é usar seu ataque para jogá-los ao ar e pegá-los na queda, coletando-os, e assim os jogando em um dos dois canhões disponíveis. Um deles é considerado como ataque de longa distância (atira o objeto para cima, que por sua vez cai em arco) e ataque de curta distância (atira em linha reta).

    Cada objeto tem status diferentes e isso deve ser levado em conta, fora que alguns tem efeitos específicos. 

    Imagine que eu atire um barril em arco e meu oponente o mesmo. Ambos se chocam no ar e quebram. Agora se eu lançasse, em vez no barril, um escudo, ele quebraria o barril inimigo e continuaria voando em direção ao navio inimigo.

    É importante equipar bem seu navio de acordo com a sua estratégia, sendo que é possível escolher que o jogo o faça automaticamente focando em ataque, defesa ou um misto dos dois com base nos seus melhores itens. Lembre-se: você só terá o número de cada item que for coletado pelo jogo, então se só pegar um barril, só poderá equipar um deles. Se tiver 30, poderá até preencher todos os slots com barris, caso queira.

    Verifique sempre os atributos de cada item de seu arsenal, como a velocidade para chegar ao inimigo e o dano causado. Quanto mais pra frente na campanha, mais HP os navios tem e mais defasados itens antigos ficam. Se atente a renovar seu arsenal sempre que terminar as masmorras e adquirir boas quantidade de itens. O mesmo vale para novas partes de navio.

    Ao baixar o HP do inimigo para zero, automaticamente uma corda será amarrada entre os dois e você poderá andar por ela até ele. Antes era possível chegar aos inimigos e atrapalhá-los com seus planos de ataque e lançamentos de itens, mas agora uma sala está aberta, onde o "coração" do inimigo se encontra. Basta acertá-lo com um hit e a batalha estará vencida! Mas a regra também vale para o seu navio. Defenda-o e tente equipar itens que curam a você também!

    Alguns navios inimigos ainda exigem que você passe por vários desafios para chegar ao seu coração, como pular espinhos, desviar de bolas de fogo, quebrar paredes de vidro e corredores sem saída (além de inimigos de atacando a pé).

    Resumindo: Dragon Quest Heroes: Rocket Slime 3 - Pirate & Playwag nunca foi oficialmente trazido para o ocidente e eu só pude jogar graças ao trabalho dos fãs (algumas partes requerem o entendimento da língua para não ficar perdidão pelo mundo), mas ao mesmo tempo não é um jogo que faça a diferença. Eu me diverti? Sim. Muito? Acho que não. Na verdade foi uma experiência bem linear e repetitiva (apesar de não ter sido cansativa). O jogo é ok, tem seus defeitos e fica muito atrás de seu antecessor no DS, que era muito mais criativo, bonito e interessante. Sinto que esse jogo é meio que para quem curtiu aquele e gostaria de mais, mas suas diferenças não caíram tão bem assim.

    De bom: mudaram a temática de tanques para navios, o que diferencia bem os jogos ao invés de apenas repetir o que o outro fez. As ilhas tem temáticas diferentes, incluindo monstros e itens exclusivos. Os chefes são legais. Efeito 3D bacana. Tem um bom fator replay graças ao extenso conteúdo opcional e com muitas sidequests e melhorias a serem desbloqueadas, além de modo multiplayer local e online, mas tudo isso em pleno 2020 (ou desde que a tradução saiu) meio que perdeu o timing. Gosto de como o jogo exige que você administre as batalhas nas duas telas em batalhas navais.

    De ruim: repetitivo. Muito fácil (apenas a batalha final que deu muito trabalho e gastou umas horas da minha vida, até porquê eram três fases longas e perder significava voltar ao início delas). Trilha sonora muito limitada a poucas faixas. Não senti que o jogo foi muito estratégico na campanha, bastava jogar tudo o que aparecia nos canhões, mas isso deve mudar um pouco num PvP (mas quem ainda jogaria isso com alguém?). Os visuais 3D quase todos são muito tediosos, mas vamos dar uma colher de chá por ser um jogo de 2011 (ano de lançamento do 3DS).

    No geral, valeu a pena experimentar a continuação de um jogo que tanto curto, mas me decepcionei um bocado com o que fizeram com a série. Ruim? Não! Mas fraco e bem desnecessário senão para os fãs mais assíduos da série Dragon Quest. Mais uma vez: recomendo o jogo de DS, daí então talvez dê uma olhada nesse e pense se vale as 12+ horas que gastei na campanha. Passável.

    Slime MoriMori Dragon Quest 3: Taikaizoku to Shippo Dan

    Platform: Nintendo 3DS
    18 Players

    20
  • bmark B - Mark
    2020-12-02 13:15:45 -0200 Thumb picture

    Nova aquisição: Ridge Racer 3D (02/12/2020)

    Hoje chegou em minha casa o jogo Ridge Racer 3D no site Meu Game Usado que estava sendo vendido sem caixa e manual por R$ 34,89 com desconto de 5% (R$ 5,23) e frete de R$ 11,70 por uma transportadora chamada Pot Speed.


    Recebi um e-mail no dia 10 que meu pedido foi enviado e chegaria em um prazo de 15 dias e no dia 25 ainda não chegou e resolvi mandar um e-mail para a loja relatando o que aconteceu e ontem recebi a resposta de uma funcionária da loja dizendo que entrou em contato e soube que meu pedido foi extraviado e me perguntou se eu não queria outro jogo porque eles não tem outro igual.

    Felizmente o jogo chegou e já avisei a loja. Com isso o problema foi resolvido.

    Folhetos que vieram com o jogo

    Ridge Racer 3D

    Platform: Nintendo 3DS
    110 Players
    18 Check-ins

    12
    • Micro picture
      game_zone · 7 months ago · 1 ponto

      Foi honesto, eu ja comprei muito do ebay e não chegaram ate hoje kkkkkkkkkk

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-25 01:14:52 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Starship Damrey

    Zerado dia 24/11/20

    Há alguns anos atrás o 3DS era, praticamente, o único videogame que eu jogava. Tinha perdido um bocado do interesse no Wii (e provavelmente nem o tinha mais), e jogava ocasionalmente no PS2 e PC. Mas tudo bem, eu AMAVA o portátil da Nintendo mais do que nunca e ficava de olho em seus lançamentos. Eu sempre tive uma grande queda por portáteis.

    Quem acompanhou de perto essa época provavelmente lembra dos jogos da Guild01 e Guild02, coletâneas de 3-4 jogos pequenos de desenvolvedores famosos que foram lançadas no Japão, e logo depois cada título foi trazido separadamente pela eshop aqui no ocidente e lançados pela Level-5.

    Dentre esses jogos, a gente sempre ficava interessado em um ou outro e sempre tinha aquele que ninguém queria. A verdade é que eram títulos muito diferentes entre si.

    Lembro que nos últimos anos de poder do 3DS, eu finalmente comprei The Starship Damrey, um dos jogos dessas coletâneas que ainda não tinha comprado pois era meio caro e as reviews sempre o davam notas medianas. Veio uma promoção e comprei o dito cujo (provavelmente o último título que comprei pro portátil).

    Eu tinha curtido Liberation Maiden, Attack of the Friday Monsters e Crimson Shroud e resolvi ir além. Até verifiquei aqui quais eram os jogos e me espantei: fechei 4 dos 7. Um dos que falta inclusive está no meu 3DS e agora provavelmente irei atrás de todos com o tempo.

    Agora que estou jogando uma aventura gigante no Switch, me pego volta e meia recorrendo a outros jogos enquanto o mesmo carrega (sei que poderia jogar na TV enquanto isso, mas o tal jogo tem me cansado bastante e tenho visto essa coisa de recarregar como um "descanso", além de que é um jogo bom para ser jogado assistindo Youtube).

    7 anos depois de seu lançamento, eu posso dizer que finalmente terminei The Starship Damrey! Para ser sincero, ele nem estava nos planos para agora, mas assim como o jogo anterior que terminei, Witch & Hero 2, ele constou como sendo um jogo curtíssimo no howlongtobeat.com, justamente o que eu precisava.

    A aventura em si é o que eu já sabia e esperava do jogo e do que falavam dele na época: apreensivo, escuro e fortemente baseado em atmosfera. 

    Tudo começa com alguns textos que situam o jogador e logo você estará jogando, sem explicação nenhuma de como encarar a campanha. Você se movimenta em primeira pessoa como em clássicos dungeon crawlers (e me lembra bastante o mais atual Shin Megami Tensei: Strange Journey nesse quesito).

    Você deve explorar uma nave escura, bem ao estilo de Dead Space, enquanto controla robôs de dentro de uma apertada cápsula que mais parece um caixão. É sinistro e definitivamente você vai querer saber ler inglês para entrar no clima.

    Há bastante limitação no início. Você não pode ir a muitos lugares pois a maioria das salas está trancada e a exploração é obrigatória. Eu mesmo travei no jogo bem no começo pois não sabia o que fazer com o pouco que eu tinha e estava indo e vindo nos mesmos corredores o tempo todo.

    A sua movimentação é feita com o d-pad: para cima anda para a frente, para baixo, para trás. Direita e esquerda giram o personagem naquela direção. Há a possibilidade de olhar ao redor com uma boa limitação ao usar o analógico do portátil e isso será obrigatório muitas vezes para, por exemplo, coletar itens do chão ou interagir com botões na parede.

    Volto a reiterar que tudo é muito escuro e que com um pouco de vacilo ou não andar para detrás de algo que parece inútil muitas vezes resulta em oportunidades perdidas de visualizar ou interagir com algo importante.

    A movimentação ainda é um pouco dificultada pelo movimento dos robôs. Imagine que que as paredes são divididas em quadrados (já que você anda num grid) e cada uma representa um número, 1, 2, 3. Onde seria a parede 4 tem uma porta, depois mais paredes, 5, 6. O personagem não anda do espaço 1 para o 2, mas sim do 1 para o 1,5, depois 2, 2,5 e assim por diante. Esses espaços no meio só atrapalham pois todas as interações são feitas nos espaços de números inteiros, como entrar em portas. Para completar, você não anda de lado, então é comum andar em linha reta, virar para entrar na porta e estar no espaço entre a parede e ela, só para ter que virar, dar mais um passo, encarar novamente a porta e poder entrar (isso de você não andar um pouco mais sem querer e passar do ponto).

    Voltando no segundo dia e depois de tanto tempo preso no início, vi que era besteira. Eu só tinha que ficar na frente de uma porta em específico, usar a mira e interagir com ela para me darem a opção de destrancá-la com um cartão que havia achado.

    Inclusive, o jogo se resume bem a isso: andar, achar alguma coisa que poderá abrir uma nova porta e tudo de novo. As vezes tem uns puzzles, como um cara que pediu água e eu tive que interagir com o corpo dele, pegar um frasco, levar na cafeteria, enchê-la e devolver pro dono. A verdade é que mesmo sem ler você acaba eliminando as possibilidades uma hora ou outra e quase sempre é bem óbvio.

    Depois de algum tempo de jogo ele começou a ficar bem mais tenso e com "jump scares". Eu finalmente havia imergido na aventura e estava nervoso de acontecer novamente, mas o climão vai sumindo com o tempo e Starship Damrey só fica mais e mais fácil, com menos sustos e a eterna impossibilidade de morrer ou perder. No final o jogo ainda trouxe uns momentos meio engraçados e bestas que quebraram bem rapidamente a imersão.

    Resumindo: The Starship Damrey é bem o que eu esperava por sua fama da época, sendo um jogo atmosférico, com jogabilidade meio lenta, uns jump scares aqui e ali e exploração. Eu comecei achando chato, passei para a fase de entendimento na segunda jogatina e terminei achando legal, mas nada mandatório para minha coleção de jogos terminados.

    De bom: os visuais e clima do jogo são legais, assim como todo o conceito de parecer estar sozinho dentro de uma câmara minúscula controlando robôs para tentar sair dali e entender o que está acontecendo. Há um leve quê dos Resident Evil clássicos, como os textos, atmosfera e puzzles. Curti o final. Apesar do jogo ser bem curto, ele tem integração com os demais jogos da coletâneas, caso você tenha seus saves no console, além de coletáveis escondidos por todo o mapa (faltou 1 só pra mim), dois finais e mais umas coisinhas.

    De ruim: a jogabilidade meio travadona enche o saco as vezes, como tentar acertar quando parar para virar e entrar de vez numa porta ou olhar em volta, que depende muito da direção que você estiver encarando e distância para poder interagir com as coisas. Algumas ações são bestas demais: você interage com as personas de um corpo, ele avisa que há uma chave ali, mas não pega ou te dá a opção. Você deve então interagir de novo e agora vai ter mais uma opção além de verificar, que será a de pegar a chave (isso me fez não pegar itens sem querer aqui e ali por achar que obviamente já pegaria).

    No geral, esse é um jogo bem de nicho. Os reviews dão no máximo notas de 50% de recomendação. A galera que jogou e curte, parece amar o jogo. Minha recomendação fica pela duração do jogo, mesmo sendo lerdo as vezes, durou pouco mais de 2 horas, mas principalmente para quem curte jogos com essa jogabilidade e visuais. Bacana!

    The Starship Damrey

    Platform: Nintendo 3DS
    22 Players

    6
  • bmark B - Mark
    2020-11-22 17:06:34 -0200 Thumb picture
    bmark checked-in to:
    Post by bmark: <p><strong>Mais um terminado hoje</strong></p><p><s
    Project X Zone 2

    Platform: Nintendo 3DS
    106 Players
    85 Check-ins

    Mais um terminado hoje

    Jogo: Project X Zone 2

    Sistema: Nintendo 3DS

    Data: 22/11/2020

    Depois de 3 anos consegui terminar o Project X Zone 2 para Nintendo 3DS. Essa demora aconteceu devido a faltade tempo quando comecei a jogar e pela dificuldade em algumas fases.

    E em relação ao Project X Zone 1 adicionaram lojas para comprar items essenciais as batalhas.

    O jogo é um Crossover com personagens da Bandai Namco,Capcom e Sega além de personagens da Nintendo como convidados especiais.

    O último chefe chama-se Byaku Shin e ele foi bem dificil devido aos seus golpes muito fortes,tanto que passei um tempo subindo meus personagens de Nível.

    Gostei do jogo pela inclusão de personagens clássicos da Sega como Axel Stone de Streets of Rage,Ryo Hazuki de Shenmue e até do Segata Sanshiro, que foi criado para fazer propagandas do Saturn.

    Segue abaixo algumas imagens do final que tirei do próprio 3DS com meu celular.

    Ryo Hazuki (Shenmue) e Segata Sanshiro. Curiosamente Hiroshi Fujioka,ator que interpretou Segata Sanshiro nos comerciais vinculados no Japão e dublou a versão em game de seu personagem também dublou Iwao Hazuki,pai de Ryo.

    Axel comentando sobre os relançamentos de games antigos em plataformas mais recentes. Por muito tempo os jogos de Streets of Rage foram relançados em coletâneas e em mídia digital para os mais diversos sistemas.

    Axel e Ryo Hazuki falando para Kite da série .Hack sobre a improtância dos Retrogames

    Créditos

    Meu registro de jogo

    13
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      mastershadow · 7 months ago · 1 ponto

      Esses demoram mesmo! Esse 2 eu zerei em 3 semanas, pq tava empolgadaço,tinha comprado o 3DS praticamente por causa desse game...

      Ai o primeiro Project X Zone joguei depois, esse enrolei 1 ano e meio mas zerei meses atrás.

      O Namco X Capcom do PS2 é gigante tbm, meu save deu 74 horas.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-20 02:42:17 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Witch & Hero 2

    Zerado dia 20/11/20

    Eu poderia estar jogando qualquer coisa que estou devendo jogar um dia, tipo...Dino Crisis ou sei lá, mas aqui estou eu, zerando um daqueles jogos irrelevantes. O escolhido da vez foi Witch & Hero 2, um jogo indie que eu tinha achado bacana no 3DS e ganhou duas sequências, incluindo este daqui.

    A verdade é que estou tentando terminar um RPG meio maçante no Nintendo Switch e quando cheguei do serviço o console estava quase descarregado. Como é um jogo que envolve bastante grinding e eu estava afim de fazer isso assistindo Youtube, acabei desanimando e procurando alguma coisa para zerar antes de ir dormir no portátil que veio antes. Escolhi uns 4 ou 5 candidatos, joguei os nomes no howlongtobeat.com e Witch & Hero 2 aparentemente era o mais curto.

    O estranho é que no site eu acabei vendo dos dois outros jogos, o 1 e 3, e eles eram bem maiores. Me lembro mesmo de ter jogado o 1 por um bocado de tempo, mas esse aqui era menos da metade: 2 horas. Estranho, mas escarei mesmo assim.

    Para quem não conhece a série (a maioria das pessoas), Witch & Hero é um jogo bem simples, seja na jogatina, seja na arte pixelada e nas animações. Durante uma partida do jogo, a bruxa, sua amiga, fica no meio da tela e você deve destruir os monstros conforme eles vão aparecendo pela bordas.

    Você mata os inimigos simplesmente andando contra eles, o que conta como ataque, mas há uma barra de stamina que acaba conforme você ataca (e ainda mais rápido se o inimigo for forte). Caso essa barrinha se esgote, seu herói cai no chão e você deve mexer rápido com o analógico até que ele se levante, novo em folha.

    Acertar os inimigos por trás dos sprites também os causa mais dano, evitando que você gaste tanta stamina por atacar demais.

    Há ainda outra barra que você enche conforme coleta os itens vermelhos que os monstros derrubam ao morrer. Leve até a bruxa até preencher sua barra e ela começará a atacar por um pequeno período de tempo.

    Já no caso dos monstros a alcançarem, eles a atacam e vão arrancando rapidamente seus pontos de vida. Se a bruxa morrer, é Game Over e você terá que recomeçar aquele estágio (mas mantendo a experiência e dinheiro adquiridos).

    O jogo tem uma grande variedade de sprites inimigos, sistema de upgrades, um enredo simples e bons motivos para matar o tempo.

    Witch & Hero 2 pega a ideia do jogo original e dá uma pincelada em suas mecânicas, deixando o jogo mais interessante.

    Agora a bruxa, ao invés de ser uma estátua no meio da tela, pode ser movimentada usando os botões ABXY como direcionais (ou o segundo "analógico" do New 3DS). Isso facilita bastante a experiência pois é possível levá-la para longe dos inimigos e seus ataques, além de coletar os itens com ela. Graças a isso ainda é possível ficar matando os monstros com tranquilidade desde que você tenha espaço para mantê-la segura enquanto o herói faz o trabalho sujo e coletar todo o dinheiro de todos os inimigos, feito tenso no jogo anterior pois chegava um momento que você tinha que terminar a fase pois os monstros se amontoavam no final junto ao chefe e o risco de fracasso era gigante.

    O sistema de usar o dinheiro adquirido para comprar força, stamina e movimentação maiores, além de magias mais fortes para a bruxa, ainda existe, e a própria campanha ainda adiciona melhorias aos seus personagens em determinados pontos, como poder defender magias inimigas que enchem sua barra da bruxa.

    Resumindo: Witch & Hero 2 é um jogo bacana que joguei no 3DS, mas sei que existem versões no PC e até no Switch que foram lançadas sem alarde nenhum. O jogo ficou mais completo e fácil que seu antecessor, o que o fez melhor de certa forma, mas casual e descartável de outra. Ainda assim, acho justo dizer que o jogo evoluiu e ficou ainda mais divertido.

    De bom: melhorar seu personagem agora é bem mais rápido e fácil e todo aquele tempo de grind do primeiro jogo praticamente não existe. Fiz isso na fase 2, bem no começo da minha campanha, melhorei bastante os itens logo de cara e nunca mais precisei fazer isso, foi fase após fase. Gosto da jogabilidade simples, ainda mais que ultimamente tenho esquentado demais a cabeça com jogos complexos. O jogo é charmosinho. Sistema de upgrades deixam seu personagem mais forte, resistente e ágil. Gosto da ideia geral do jogo e da jogabilidade. O jogo tem um post-game bacana e motivos para continuar jogando, como modos infinitos e campanha mais difícil. Sei que na versão de Switch tem até modo co-op (não é o caso aqui no 3DS). O último chefe foi surpreendentemente divertido.

    De ruim: os cenários são só estéticos (apesar de que os inimigos mudam de acordo com eles) e muitas coisas que poderiam parar seu personagem, não param e estão lá apenas como uma foto no background, como árvores, o mar e mesmo outros personagens da história. O jogo é razoavelmente repetitivo. Gostaria que os inimigos tivesse mais identidade em movimentação e ataques. A tradução é meio esquisita.

    No geral, curti o jogo, apesar de ele ser substancialmente mais fácil e treinar ter se tornado algo quase irrelevante. Foi um ótimo passatempo, sem dúvidas e as 30 fases passaram bem rápido. Por outro lado, mesmo tendo suas melhorias e continuar o enredo do primeiro, ambos os jogos são parecidos e não há muito porque jogar ambos, mas a minha recomendação até agora seria começar pelo 2 mesmo. Fiquei até com vontade de começar o terceiro e último. Maneiro!

    Witch & Hero 2

    Platform: Nintendo 3DS
    10 Players
    1 Check-in

    21
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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      Eu joguei a demo do primeiro no 3ds anos atras, so pq me lembrava de alguma firma o modo knight do Half minute hero.hehe

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      topogigio999 · 7 months ago · 1 ponto

      gostei hem, apesar de me parecer demais para a minha coordenação motora movimentar dois personagens ao mesmo tempo, vou experimentar.

      1 reply
  • 2020-11-13 19:29:05 -0200 Thumb picture

    Efeméride Gamer #68

    Medium 746126 3309110367

    13 de Novembro de 2011

    Há 9 anos atrás, Super Mario 3D Land era lançado na América do Norte para Nintendo 3DS. Desenvolvido e publicado pela Nintendo.

    Super Mario 3D Land

    Platform: Nintendo 3DS
    5115 Players
    446 Check-ins

    5

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