• salvianosilva Salviano Silva
    2022-12-04 15:29:53 -0200 Thumb picture

    2022, o melhor ano até agora da emulação

    2022 chegando ao fim, e esse foi um grande ano para a emulação, diversos emuladores receberam grandes atualizações, como o PCSX2 (PS2), Dolphin (Gamecube), Vita3K (PS Vita), PPSSPP (PSP), CEMU (WiiU), Ryujinx (Nintendo Switch), RPCS3 (PS3), Citra (3DS) e o Duckstation (PS1).

    O que mais recebeu novidades e desempenho foi o PCSX2, sem duvidas. Foi adicionado finalmente as conquistas do site Retroachievements, muitas customizações e ele teve um enorme ganho de perfomance em diversos jogos.

    Pra quem gosta de jogar no celular, teve a vinda dos emuladores AetherSX 2 de PS2, e os Egg NS e Skyline (Nintendo Switch), que ganham desempenhos a cada dia.

    Queria dizer que nesse ano tambem me tornei um retrogamer digital, fazendo uma lista enorme de clássicos pra jogar. Que venham muito mais coisas boas nos próximos anos, e viva a emulação!

    Vou deixar aqui um canal do YouTube recomendado sobre noticias da emulação, o do Senhor Linguica, sempre trazendo novidades.

    Link do canal: https://www.youtube.com/@SenhorLinguica

    God of War

    Platform: Playstation 2
    22353 Players
    155 Check-ins

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      murileza · 3 days ago · 2 pontos

      Eu nem sabia q tinha emulador de PS Vita! 😱

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      manoelnsn · 3 days ago · 2 pontos

      No caso do switch, eu só uso o Yuzu mesmo, e ele tá indo de vento em popa. Certamente é um ótimo ano pra se emular!

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      santz · 2 days ago · 2 pontos

      O Vita3K tá rodando alguma coisa interessante?

      2 replies
  • salvianosilva Salviano Silva
    2022-10-29 15:29:07 -0200 Thumb picture

    A Casa do Videogame em SP

    Muito bacana esse video do BRKsEDU fazendo um tour por essa loja, fica ai o sonho de um dia conhecer ela.

    Pra quem ama Retrogaming, é um prato cheio.

    Super Mario World

    Platform: SNES
    27687 Players
    400 Check-ins

    17
  • buthigor Higor Martins Rosado
    2022-10-24 09:53:32 -0200 Thumb picture

    Pokémon GO ↔️ Pokémon HOME

    Medium 846579 3309110367

    Descobri recentemente esse app da The Pokémon Company, onde você pode transferir seus Pokémons de outros jogos para uma espécie de "central" bem parecido com o PokeBank, e depois mandar para outros games compatíveis. Achei isso maravilhoso! Transferi alguns do GO para o Switch, trocar meus repetidos com treinadores do mundo todo 😍. Esses são alguns disponíveis para troca.

    Pokémon GO

    Platform: Android
    951 Players
    2749 Check-ins

    1
  • 2022-10-22 07:57:26 -0200 Thumb picture

    Salve a HORA do nosso DUELO POKÉMON!

    Medium 846225 3309110367

    Aventureiros,

    Ao decidir voltar a fazer lives resolvi migrar a jogatina para a Twitch, deixando o YouTube para outros tipos de conteúdos (como um vídeo especial que estou produzindo no momento). E ao nosso primeiro ROLE PLAYER vamos nos aventurar em Pokémon Trading Card Game (GBC), um dos jogos paralelos que mais gosto da franquia.

    As lives estão, inicialmente, programadas para todos os SÁBADOs às 20h então desde já espero vocês por lá:

    ▼ https://www.twitch.tv/daibokem

    Join the Party!

    [@jvhazuki]

    Pokemon Trading Card Game

    Platform: Gameboy Color
    1759 Players
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    5
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2022-10-17 17:33:26 -0200 Thumb picture

    Para Nintendo não existe mais homem e mulher...

    Eu já reclamei da Nintendo antes com o novo Pokémon Scarlet e Violet, e parece que realmente isso vai ser tornar padrão, em seus jogos, pelo menos na localização em inglês. Estou falando deles abolirem o termo "gender" (ou gênero/sexo) em jogos em que se pode ter a escolha do sexo do personagem, e substituírem por termos como "body A ou B", ou como no caso do novo Fire Emblem Engage, eles usam o termo "forms" (formas): 

    Na moral, olha o cabelo ridículo desses protagonistas... cara... que tosco... Parecem garotos propagandas da Pepsi!

    Como foi dito na matéria do Sankaku Complex sobre o assunto, isso gerou bastante controvérsia no Twitter, afinal pelo que parece, falar que um personagem fictício é homem ou mulher (mesmo claramente sendo, olhas o peitos da moça), se tornou algo muito ofensivo para alguns no ocidente, e a Nintendo da América tem endossado isso, e modificado o termo na localização de seus jogos. Praticamente validando aquela aberração chamada ideologia de gênero.

    E não apenas pelo uso destes termos na hora da escolha do sexo dos personagens, como eu disse em postagens anteriores, muitos dos falantes de língua inglesa tem se revoltado com a localização de jogos e VNs orientais, pois aqueles que querem uma tradução fiel tem se frustrado com jogos alterando termos "ofensivos" para se adequar ao ocidente (a grupos de doentes para ser preciso). E eu não estou falando apenas de termos sexistas, racistas ou coisa do gênero, tem jogos que eles aboliram a palavra mulher, por considerar ofensivo (olha o nível da loucura). Isso vem acontecendo a um tempo, inclusive alguns consultam o pessoal dos mil gêneros pra fazer as localizações.

    Não sei se essa loucura toda provém apenas da Nintendo americana (o que não importa muito, já que eles tem aval da do Japão) mas mostra bem o que eu venho falando a tempos, que as produtoras de jogos tem se rendido a agenda progressista, e a Nintendo, mesmo sendo japonesa não é exceção. Vamos ver onde isso vai levar...

    P.S.: Eu achei essas tirinhas interessantes no Twiiter e vou compartilhar:

    É o mundo moderno senhores, a gente esperava carros voadores e coisas do tipo, mas no lugar temos uma geração que nem sabe se é menino ou menina... complicado...

    Fire Emblem Engage

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players

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      _fernando · about 2 months ago · 8 pontos

      Para de fazer textao por besteira maluco, voce fica reclamando de mimimi quando tu que ta fazendo porque nada disso vai afetar nada na vida de ninguém e nem nos jogos

      2 replies
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      ersatzgott · about 2 months ago · 6 pontos

      Esse exemplo do Triangle Strategy aí não trocou a palavra "mulher" para não soar ofensivo. Eles amenizaram uma frase sexista, só. Não é só "o ocidente" que é "malvado" nisso. Se você comparar o texto da versão japonesa do mangá de Dragon Quest Dai no Daibouken com o do anime de 2020, vai ver que eles cortaram um monte de frase sexista assim também. No grande esquema das coisas, não muda absolutamente NADA.

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      xch_choram · about 2 months ago · 3 pontos

      Eu vi esses dias o remake de Urusei Yatsura e não teve como associar com essa ultima tira, agora não tem mais mamilos das personagens femininas como no original, mas as piadas continuam as mesmas, ainda com todas suas problemáticas de gênero, mas não mostra os mamilos, me pareceu só um retrocesso de liberdade.

      3 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-10-16 18:28:59 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Eternal Darkness: Sanity's Requiem

    Zerado dia 16/10/22

    Cara, que felicidade em terminar esse jogo! Eternal Darkness: Sanity's Requiem era um daqueles que dava até vergonha de dizer que eu mal conhecia e para quem termina tantos jogos, é bizarro ver tanta coisa desconhecida zerada e uns clássicos assim sequer tocados. Além disso, eu cheguei a iniciar Eternal Darkness (ED) há uns anos, mas larguei logo no início por falta de paciência até então finalmente me esquecer completamente do danado e nunca o adicionei à finada lista de pendências (mas eu realmente tinha jogado muito pouco para dar essa urgência à ele).

    Lembrei dele quando estava terminado Killer7 e a intenção foi mesmo ir para ele em seguida, mas a ansiedade pelo desbloqueio do Switch me fez focar apenas nele por umas boas semanas, seguindo com altas jogatina de jogos que eu queria assim que o desbloqueei.

    Eu não sabia muito sobre esse jogo senão das "troladas" que ele faz com o jogador (já eu falo delas) e aquilo que eu tinha visto.

    Tenho que mencionar também que jogos como ED, exclusivos de Gamecube, me fizeram adquirir um controle e memory cards (piratas, porém excelentes) para jogar aquela geração no Wii. Na época que fiz isso (chuto 2014) eu nem tinha essa coisa de jogar jogos a fundo e os terminar, eu só queria mesmo ver se era bom e possivelmente jogar umas coisas de GC. Desde então jogo esses títulos volta e meia, tanto de GC quanto os de Wii (assim como no caso do PS2). Tem jogos no HD USB do Wii dessas plataformas que eu baixei naquela época e até hoje não joguei, mas é porque são jogos de mais em muitas plataformas aqui em casa. E o pior que você baixa um jogo, deixa de lado um pouco e de repente lá se foram 5 anos.

    Liguei o Wii agora, peguei o controle de GC que estava na gaveta e fui conferir os jogos de GC. Cara, tem bastante coisa por lá (e ainda tem coisa que nem baixei porque só tive a ideia de jogar depois), como: Billy Hatcher, Rogue Squadron 3, Paper Mario, Fire Emblem e até mesmo o Killer7. Ainda tenho que baixar os Monkey Balls (se não valer mais a penas pegar os remasters), aqueles RPGs do Pokémon que até esqueço que existem, Tales of Symphonia etc.

    A primeira impressão de ED anos atrás foi muito parecida com a que tive agora: o jogo lembra um bocado Resident Evil. Você joga com a loira Alex Roivas por uma mansão, entrando e saindo de cômodos, o maior silêncio e explorando para descobrir o que fazer.

    É um pouco difícil descobrir o que fazer exatamente e como funciona a questão de interação e saber o que realmente dá para fazer nesse início pois parece que você fica indo e voltando e nada acontece. O que eu deveria estar fazendo? Inclusive muitas salas tem mecanismos que você mexe e mexe e nada acontece. Muitas dúvidas...

    Os comandos inicialmente são meio estranhos também pois você corre com o L e interage com o B ao invés do grande e principal A do controle de GC. Ao menos a jogabilidade não envolve "controles de tanque", mas acredito que eu teria preferido se fossem ou se houvesse a opção de ativar.

    Depois de alguma exploração finalmente avancei a campanha ao ler uma página de um diário que transporta o jogador para aquele conto. Isso é muito legal! Nesse caso deixamos a Alex de lado e jogamos com o centurião Pious, alguns anos Antes de Cristo.

    Pious possui uma espada para poder atacar eventuais "zumbis" que encontrar. Não sei bem se são zumbis ou criaturas bizarras ou corpos em decomposição. São todos bem fracos e não dão medo e mal representam alguma ameaça. 

    Com pouco tempo de jogo eu comecei a perceber que não se tratava exatamente de um jogo de terror com "jump scares" mas sim de algo mais voltando ao suspense. Ou pelo menos é a percepção que tenho o jogando agora, 20 anos depois de seu lançamento. Se você comparar com outros jogos de terror, verá que aqui é bem diferente. Os cenários são bem claros, silenciosos e há poucos inimigos.

    Os inimigos por sua vez na maioria são meio bobos, como escorpiões ou grandalhões que aprecem algo saído de Warcraft ou sei lá.

    Terminando o curtíssimo episódio de Pious, o enredo anda de verdade e começa a dar uma motivação boa para jogarmos. Graças a ele e suas experiências bizarras com magias após encontrar o Tomo da Escuridão Eterna uma espécie de maldição/revelação é dada aos membros de uma linhagem milenar.

    Várias pessoas dessa linhagem, todos ancestrais da Alex Roivas, encontrarão o tomo em algum momento e suas revelações mexem com suas mentes podendo as deixar completamente loucas, mas ao mesmo tempo sendo deles a única possibilidade de conhecer e tratar as forças bizarras desse mundo (que no caso é o nosso mundo).

    Sendo assim o jogo se baseia justamente nessas aventuras dessas pessoas e suas experiências com o Tomo da Escuridão Eterna em diversas épocas históricas em cada capítulo. São 12 deles e cada um conta com um protagonista único que inclusive pode ter experiências em cenários de protagonistas anteriores séculos depois!

    No final de cada capítulo retomamos o controle da Alex na mansão, de volta ao tempo atual e agora com alguma habilidade ou conhecimento que a permitirá acessar uma nova área. Essa descoberta levará ao encontro de uma nova página, que por sua vez iniciará um novo capítulo com uma pessoa diferente, em um lugar diferente e em um ano diferente (as épocas de cada capítulo não estão em ordem cronológica).

    Essa parte da Alex é possivelmente a mais difícil de todo o jogo, acredite se quiser. Ela mal chega a enfrentar inimigos na campanha mas saber onde ir em seguida as vezes não é muito óbvio (as vezes eu era burro mesmo). Cheguei a usar detonado uma vez ou outra pois mesmo a mansão sendo pequena, eu não conseguia entender o que eu tinha agora que poderia me ajudar.

    Os três primeiros capítulos foram bem curtos e no dia seguinte pensei em dar uma maratonada. Jogaria mais 3 de manhã, 3 a noite e os últimos 3 no dia anterior. Moleza! Só que não pois os estágios começaram a ficar mais longos e desafiadores. Logo a minha meta ficou de jogar um POR DIA (mas acabei jogando dois com algum esforço).

    A minha maior dificuldade e a parte que menos gostei foi a parte das magias. Você vai jogando e achando runas e pergaminhos que desbloqueiam magias. Parece simples, mas a explicação do jogo de como usá-las me deixou mega confuso nas primeiras horas. Eu tinha runas mas não sabia como usar nada.

    Há vários sub-menus na aba de magias no menu de pause e nada fazia sentido pra mim. Tentei combinar várias runas e... Nada! Mais tarde entendi como funcionava tudo, mas demorou um pouco demais.

    Fora isso, o uso das magias é meio zoado pois muitas vezes você precisa conjurá-las para, por exemplo, fazer uma porta ou ponte invisível aparecer ou criar um monstro que por sua vez deve usar sua habilidade para fazer um bloqueio desaparecer. Muitas vezes faz todo o sentido, mas as vezes era bem aleatório.

    A coisa piorou quando descobri formas mais fortes dessas magias pois para usá-las eu tinha que fazer todas as combinações novamente e adicionando mais runas na mistura. Além disso todas as magias demoram bastante para serem usadas e você não pode se mover durante o processo (o mesmo serve para recarregar as armas)  pois se o fizer, a ação é cancelada. Agora tente fazer algo como se curar quando estiver se arrastando perto da morte, como se curar, é tenso!   

    A maior graça do jogo está em dois fatores: o enredo e os efeitos da loucura.

    O enredo é sensacional e adulto, sério e bem criado, imersivo. Apesar de alguns momentos do final terem ficado bem "video game", o jogo em sua maioria é muito bem escrito e original. Daria um ótimo filme, inclusive. Essa seriedade e criatividade me deixou muito imerso e interessado em saber o que viria em seguida. ED ainda tomou cada vez mais o lado "terror" e deixou o suspense em segundo plano. Cheguei a ficar com o coração acelerado e tenso em momentos escuros, silenciosos e bizarros. E isso num jogo sem jump scare! Não se fazem mais jogos assim, principalmente tão maduros.

    Já os efeitos de insanidade se dão com mais intensidade conforme inimigos tem tempo de sugar a barra verde que cada personagem tem e muitas coisas podem acontecer durante a sua jogatina, quebrando a quarta parede: seu personagem morrer do nada, a tela desligar, o volume abaixar por completo, o personagem começar a crescer, você ficar preso numa parte em que não há o que fazer etc etc etc. Infelizmente não cheguei a ver a sequência que mostra que seu progresso está sendo deletado do memory card. Tudo isso é apenas visual e logo o jogo volta ao normal, mas é muito bacana, principalmente se você estiver jogando numa TV CRT, onde grande parte dos efeitos fazem mais sentido.

    Resumindo: Eternal Darkness: Sanity's Requiem é um jogo sensacionalmente bem bolado e interessante. A aventura é linear e até fácil, mas é muito imersiva tanto em seu enredo, cenários quando efeitos de insanidade que aparecem quando menos esperamos. Não existe outro jogo como esse! Gostei muito também como o jogo é maduro mesmo sem ser exatamente violento pois atualmente mesmo jogos de terror não me convencem mais por parecerem serem criados para todas as idades.

    De bom: acho muito legal que cada capítulo é com um personagem completamente diferente, armas diferentes, barras de HP, Mana e Sanidade diferentes, além de que cada um tem sua própria história, que normalmente termina de forma bem triste. Legal ainda como tudo meio que se conecta, como quando você joga com um padre em uma igreja estilo Dark Souls e uns séculos depois voltamos lá com outra pessoa, mas com várias diferenças naturais na arquitetura e coisas do tempo mesmo. Enredo bom demais e tem um gostinho de contos do Edgar Allan Poe, citado na abertura do jogo, H.P. Lovecraft, Inferno de Dante etc. Jogo positivamente sério, apesar de umas escorregadas (muito pela época em que foi lançado).

    De ruim: magias e seus usos são meio confusos. Há momentos que a continuidade não é tão lógica por parte da Alex na mansão e cheguei a consultar um detonado umas três vezes por conta disso (não só nas partes dela). Esse é um daqueles jogos que se você morrer, volta para o último save, então salve sempre! Porém nem sempre o jogo deixa você salvar, o que é tenso. No meu caso a morte era ainda pior pois o jogo me mostrava a tela de Game Over e depois o Wii desligava! E lá vai eu rezar para que as pilhas do wiimote ainda tenham carga para mexer no menu do console, acessar o aplicativo de GC, rezar para funcionar (tem uns bugs), abrir o jogo, rezar para funcionar e muitas vezes morrer novamente e o console desligar, Ouch! Muitas ações demandam que você fique parado por um bom tempo para serem executadas e as vezes isso é bem irritante.

    No geral, gostei demais do jogo. Apenas tenha em mente que ele possui muitos elementos de sua época (2002), mas ainda sim é bem tranquilo de jogar. Não é muito casual, inclusive. Foram mais de 15 horas aqui e realmente tô começando a achar que tenho que jogar GC e PS2 no PC para facilitar minha vida. Dito isso, jogão! Recomendo demais! 

    Eternal Darkness: Sanity's Requiem

    Platform: Gamecube
    538 Players
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      jcelove · about 2 months ago · 2 pontos

      Boa! Grande clássico do GC. Uma pena que ele é MGS TS ficaram presos zo console até hj.

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      mastershadow · about 2 months ago · 2 pontos

      Jogão! Foi um dos primeiros games junto como o Remake do Metal Gear, que eu zerei assim que lançaram o Nintendon't pro WII rodar games de cube sem precisar dos discos!

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      bobramber · about 2 months ago · 2 pontos

      Considerado um dos melhores jogos de todos os tempos, acredito que pela sua originalidade, afinal ele é bem único.
      Quando zerei me arrependi de usar excessivamente o save state, pois não deixava minha insanidade baixar e perdi os efeitos sensacionais dessa mecânica.

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  • raiden Raiden
    2022-10-15 16:06:17 -0300 Thumb picture

    Guia Oficial Zelda Botw!!!

    Depois de concluir as dlcs Trial of the Sword e mais recentemente A Balada dos Campeões, ainda tenho muita coisa pra fazer conforme mencionei no vídeo abaixo! 

    Não me lembro se já mostrei aqui o meu guia oficial do jogo então, vamos lá. Em algumas fotos abaixo coloquei o meu controle apenas para dar uma noção de tamanho do guia. Eis a capa:

    Capa dura, o material é excelente. O guia é dividido em várias seções. Mostrarei apenas algumas delas. Introdução:

    Guia para zerar o jogo base principal:

    E aqui atualmente a seção que mais me importa. Ir atrás das shrines que faltam resolver. Vem também no guia um mapa gigante com as marcações exatas de cada shrine. 

    Todas as sidequests:

    Curiosidades extras muito interessantes:

    Inclusive da Trial of the Sword que até tem algumas dicas interessantes mas outros bem idiotas do tipo, "Esquive nos momentos certos e ataque nas brechas mais convenientes"... Ah vá! Sério???? 

    E uma seção da Balada dos Campeões:

    Então bora pra jornada pós game que ainda tem chão! 

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild

    Platform: Nintendo Switch
    1153 Players
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      topogigio999 · about 2 months ago · 2 pontos

      Tenho um controle igual ^^

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      polarxenon · about 2 months ago · 2 pontos

      Caramba, eu vi esses seus posts e agora fui obrigado a comprar as DLCs....
      Vamos ver como q rola kkkkk

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      s7ephano · about 2 months ago · 1 ponto

      Tão fã de zelda que tem até o controle. Huehuehue

      3 replies
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-10-10 15:01:06 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Quando finalmente meu sobrinho largou o <strong>
    Wave Race 64

    Platform: N64
    1039 Players
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    Quando finalmente meu sobrinho largou o Duck Hunt, fomos jogar Nintendo 64, ele pela primeira vez no console real, e eu depois de uns 15 anos.

    Jogamos Wave Race 64, um jogo de corrida de jetski muito comentado, e que realmente tem efeitos bem legais na água pra época, mas cansou muito rápido.

    Uma pena o controle do N64 que usamos ter o analógico meio solto, e além de eu não ser muito fã de jogos de corrida na água.

    Espero emular esse futuramente pra ver se era o controle mesmo ou se falta mais alguma coisa nesse jogo.

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      bobramber · about 2 months ago · 2 pontos

      Joguei esses dias (emulado) e achei incrível como realmente sentimos o peso da água na direção.

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      saulovyny · about 2 months ago · 2 pontos

      Tenho recordação desse jogo porque quebrei o braço na época, e jogava ele só com uma mão no controle do N64 kkk

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      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é excelente para mostrar o poder do Nintendo 64. Quando joguei, achei muito bom de controlar. Vai ver o controle tava zuado mesmo.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-10-09 16:13:48 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Metroid Dread

    Zerado dia 09/10/22

    Quando o assunto era desbloqueio do Switch, muitos jogos vinham à mente. A maioria eram aqueles first party de 300 reais da Nintendo que eu tinha deixado passar simplesmente pelo fato de que eu não ache que nenhum título valha esse preço.

    Mas entre todos os motivos para recorrer a pirataria, acredito que Metroid Dread é o que eu pensava primeiro. Eu amo a franquia, sobretudo os dois de GBA, e queria ver como os eventos do Fusion se desenvolviam. Além disse, os Metroids costumam ser jogos rápidos e se desse algum problema no Switch hackeado, daria tempo de terminar antes, haha. Ser curto também é um dos motivos para eu não pagar os 300 reais.

    Normalmente eu pegaria emprestado com facilidade visto que todo mundo compra Metroid, porém o advento da pandemia afastou o pessoal e até hoje não voltaram a ter encontros de Switch no DF (acho que o pessoal se acostumou a se distanciar e não socializar), mas também acredito que a maioria já entrou na onda de pegar os jogos digitalmente no lançamento.

    O primeiro dia após um dia inteiro de downloads de jogos, Metroid Dread (MD) foi o primeiro jogo que testei. Que jogo LINDO! Sério, eu gostei tanto do que vi que até preferi dar um tempo para ficar mais no clima (estava meio cansado). Em seguida, por algum motivo, dei sequência jogando Bowser's Fury (mais feliz e ainda mais curto) e cedi à curiosidade de conhecer Link's Awakening completamente.

    Mas chegou a hora! Abrindo o jogo não tem muito o que ver no menu, que segue o mesmo padrão de sempre, mais sério e direto. A campanha se abre com cinemáticas explicando a história até então, incluindo os eventos das aventuras anteriores (Zero Mission, Samus Returns, Super Metroid e Fusion) e toda a terminologia, tipo o que é um metroid ou o parasita X.

    É óbvio que dá para curtir MD sem jogar os anteriores, mas a experiência fica 200% melhor se você estiver seguindo o storyline, entender o impacto de algumas informações e as referências.

    O enredo se passa no planeta ZDR de onde a caçadora Samus recebe informações da existência de mais unidades do ameaçador parasita X, inimigo primário do título anterior na história.

    Ao chegar no local, a protagonista é atacada e perde toda a sua tecnologia, se tornando fraca. Cabe a você então explorar o lugar, tentar voltar à sua nave, recuperar suas coisas e resolver os problemas originais. Além disso, o planeta ainda tem muitos indícios da história do povo que criou Samus, algo que desperta a curiosidade da caçadora e de nós, os jogadores.

    A sensação é mesmo de que Dread veio para trazer a experiência clássica da série e responder muitas das questões de quem se interessa pela história dela.

    Eu estava com medo por ser um jogo desenvolvido pela Mercury Steam, mesma de Samus Returns e Castlevania: Lords of Shadows - Mirror of Fate (ambos de 3DS), mas como eu me surpreendi!

    A primeira coisa que se nota é como esse jogo é lindo. Eu já mencionei isso, mas ele é mesmo LINDO! Eu não me lembro de outro jogo sidescroller que tenha cenários tão incríveis como esse! É tudo tão vivo e real. Os efeitos de luz passando por buracos e ventiladores vindo de encontro a tela e mudando de posição conforme andamos e trocamos a perspectiva. Cara, é muito legal mesmo!

    E se você comparar com o Samus Returns, de 2017, você vai perceber como a franquia evoluiu grandemente. Não há serrilhados nem texturas feias. As cores são mais adultas e futuristas, mas sem ser tedioso. Em muitos momentos o jogo tem cenários que me lembram Halo, tanto as partes mais naturais e alienígenas quanto as que parecem construções humanas de um distante futuro. Definitivamente um ótimo trabalho dessa galera.

    Já a jogabilidade é impecável: veloz e muito responsiva do jeito que eu gosto, do jeito extremos que costumo fazer no GBA e coisa que os próprios Metroids antes daquele portátil não tinham acertado ainda. Você também é obrigado a se movimentar com o analógico.

    Porém algumas coisas são mesmo diferentes dos jogos anteriores, mas numa tentativa de aprimorar a fórmula. Como o Fusion me marcou muito, ainda estava tendo dificuldades até hoje de acertar certos comandos em Dread sem os confundir. Até alguns power-ups são levemente diferentes e tem que pegar o jeito.

    Aqui você usa muito os botões L e R, um para mirar em qualquer direção enquanto se mantém parado e outro para ativar os mísseis. Mais pra frente ainda usamos ZR para ativar o grapple hook, chicote de energia para se pregar nas coisas e se balançar por aí. Quando você precisa se balançar, soltar o botão do gancho, mirar rapidamente no ar e lançá-lo novamente, eu achei meio confuso.

    A mecânica do cotra-ataque também voltou sendo que quando um inimigo está prestes a atacar, aparece um brilho nele indicando para você pressionar Y. Faça isso e você o executa instantaneamente e ainda consegue mais recursos, como cura e mísseis. Nunca fui muito fá dessa mecânica, mas até que dá pra esquecer de usá-la aqui.

    Muitos elementos são obviamente trazidos de Samus Returns, que por sua vez trazia bastante do Mirror of Fate, porém aqui realmente é tudo bacana e combina muito. Deu pra ver que a Nintendo foi cuidadosa com os detalhes.

    Ainda há também muito de God of War aqui e ali, em custcenes e partes de você deve usar o contra-ataque e que mais parecem os QTE do GOW III, mas até que não tem exageros e a Samus passa longe de ser "edgy", para a nossa alegria.

    Eu realmente fiquei procurando defeitos na aventura, mas ela é muito bem-feita. Deu até para entender a galera dizendo que esse é o melhor Metroid já feito. Ficou difícil argumentar contra, mas eu pessoalmente o deixaria no meu top 3, junto com aqueles de GBA, mas ele não tem algo que aqueles pixelados tinham: o fator nostalgia.

    Outra coisa é que os jogos anteriores chegavam a durar duas horas depois de pegar o jeito, mas esse daqui parece ter sido feito para durar bem mais. O meu tempo foi de 6 horas e 40 minutos (6 horas, pois eu deixei o jogo pausado um tempão ontem e fiquei na sala ajudando o pessoal de casa). Como é um jogo de alta velocidade, MUITA coisa acontece num minuto, então pareceu ser bem mais do que isso.

    Na verdade eu acho que a grande quantidade de informação para ser absorvida é tanta. São tantos poderes e lugares para voltar e áreas novas e vai e vem que meu cérebro cansa. Ontem joguei muito e até tentei ir até o fim em uma única sentada, mas não deu. Ainda faltava muito a ser feito. Voltei à tela título e só tinha 3 horas e pouco de jogo, WTF? Será que não conta o tempo entre um checkpoint e uma morte? Jamais saberei. Mas para ser sincero, quando voltei para jogar de verdade eu já tinha curtido um bocadão e quando vi só tinham 17 minutos. Bizarro!

    MD é bonito de diversas formas: personagens, detalhes, inimigos, incidências de sombra e luz, seus golpes etc, mas realmente o que me ganhou foram os cenários. Tem um em específico que parece aquele planeta d'água que o Obi-Wan visita no início do Episódio II de Star Wars: chovendo a noite, trovoando, ventando. Houve um momento que eu simplesmente parei ao lado de um janelão e fiquei curtindo o clima a noite no quarto, haha.

    Mas fora isso é tudo como sempre foi: explorar, explorar e explorar, procurar rotas secretas em paredes falsas até finalmente encontrar um chefe, vencê-lo e ganhar um novo poder. Onde ir em seguida? Nem sempre fica claro e cheguei a me perder bastante a ponto de andar por todas as grandes áreas do jogo até descobrir onde ir. Não é do tipo de jogo que pega na sua mão e te carrega, mas tem uma certa lógica.

    Uma coisa que achei meio estranho é o clássico sistema de aquisição de habilidades e upgrades. Aqui você basicamente só encontra mísseis toda hora e raramente melhoria de vida e até quando encontra alguns deles são como os piece of heart do Zelda (parte 1 de 4). Mas as vezes também é uma barra completa como sempre foi. Estranho isso.

    Achei legal que mesmo as habilidades mais básicas as vezes demoram para dar as caras na aventura, como a morph ball! Você passa boas horas sem se transformar em bolinha, sendo que geralmente é a primeira coisa.

    Ainda sobre isso, algo que não gostei é que você desbloqueia habilidade demais, sendo que algumas você usa aqui e ali ou mesmo se esquece completamente de usar porque é tão aleatório. Isso também é bem bizarro porque em certos momentos você desbloqueia uma arma e logo em seguida uma versão melhor, fazendo a anterior deixar de existir, e logo depois outra! Pra quê tudo isso? Põe só um que faz a diferença! Eu acho que nunca tinha sentido isso num Metroid antes, mesmo nos mais curtos.

    Resumindo: Metroid Dread prometeu trazer a experiência clássica de Samus Aran de volta ao mundo dos videogames e trouxe com força total! Duvidei que isso pudesse ser possível ou que a Mercury Steam pudesse fazer algo realmente bom, mas quebrei a cara. Que jogo sensacional! Lindos visuais, aquela atmosfera impecável, controles rápidos e aquela solidão estilo Alien, correndo dos E.M.M.I. (robôs caçadores que basicamente continuam o trabalho que a SA-X fazia no Fusion) e te fazendo quebrar a cabeça. Diria que esse é um dos melhores da série, senão o melhor, e um dos melhores do Switch, sem dúvidas.

    De bom: lindos visuais de tudo, incluindo os incríveis cenários. Grande variedade de inimigos. O jogo sabe manter e atualizar o nível de desafio. Muito conteúdo para coletar. Mapas grande e diferentes. Inclui níveis mais difíceis e mais fáceis que o padrão e o modo Boss Rush depois de terminar a campanha. Bom enredo e ótimo final que compensou não só as 6 horas e pouco de Dread como todos os anos envolvido com a franquia. Controles super responsivos. Tem save automático e checkpoints que ajudam em certos momentos.

    De ruim: achei que o jogo introduz habilidades e botões demais depois de um tempo, sendo que alguns poderes você mal utiliza e ele já é substituído poucos minutos depois. Os controles as vezes são meio confusos. Os E.M.M.I. são bem menos assustadores do que eu esperava e na verdade eles são é muito irritantes.

    No geral o jogo é sensacional como a galera vinha falando. Não estou ainda no hype do Prime 4 mas já estou louco por um Metroid 6! Super recomendo para qualquer pessoa que goste de metroidvanias! Jogaço!

    Metroid Dread

    Platform: Nintendo Switch
    145 Players
    35 Check-ins

    11
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-10-08 21:46:23 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Em meio aos clássicos em pequenas<em> tv</em>s d
    Duck Hunt

    Platform: NES
    2340 Players
    10 Check-ins

    Em meio aos clássicos em pequenas tvs de tubo do Museu do Videogame Itinerante, fomos apresentados pela primeira vez ao famoso Duck Hunt de NES, rodando em algum clone, com pistolinha e tudo.

    Achei legal conhecer num console com o acessório correto, mas não dei muita atenção. Já meu sobrinho, ficou fascinado pelo joguinho e gastou um bom tempo ali atirando contra a tela.

    Engraçado como os clássicos impactam de forma diferente cada um.

    9
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Quando eu era criança, também ficava fascinado com esse game. A ideia de atirar na televisão e realmente funcionar era algo de explodir cabeças.

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