• 2022-06-21 19:56:07 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-17 14:00:01 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Teenage Mutant Ninja Turtles

    Zerado dia 17/06/22

    Ontem um amigo me chamou para ir jogar o nome jogo das Tartarugas Ninjas, Shredder's Revenge, na casa dele, mas acabei recusando de forma dolorosa o convite por um motivo: eu queria jogar alguns outros títulos da franquia anteriormente! Até então a minha experiência se resumia ao grandioso Turtles in Time (SNES), o primeirão do NES e Tournament Fighters (SNES).

    Recentemente baixei um bocado de jogos TMNT, inclusive alguns que nunca pensei em jogar, como os de GBA e talvez do DS e por aí vai. Depois de fechar a primeira aventura no NES, cheguei a dar uma conferida em sua sequência, na mesma plataforma, chamado de The Arcade Game, que também é o primeiro beat'em up das Tartarugas (acho), mas deixei de lado por enquanto por tê-lo achado meio limitado.

    Meu amigo questionou a recusa visto que são jogos independentes e criados por diferentes desenvolvedoras ao longo dos anos, e faz sentido, mas ele sabe como sou. Gosto de ver a evolução desses jogos, como as coisas foram sendo reaproveitadas, melhoradas. Imagina só jogar Shredder's Revenge, todo bonitão e caprichado, e depois voltar para jogos de NES! Isso poderia me desmotivar muito a os terminar pelo fator envelhecimento. Ou não! Quem sabe?

    Mas poxa, o novo jogo aí é cheio de referências também, inclusive aos clássicos, que fizeram muito sucesso na época. Além do mais, eu aprendi a lidar com o "hype" de jogar um jogo pelo simples fato de ele ser novo. Esse conceito não me engana mais e, claro, sair um novo título de uma série que eu amo e espero sequência a anos me desperta muito mais interesse do que um novo jogo de uma franquia que pouco conheço.

    O meu amigo ficou meio decepcionado/com raiva, mas não julgo a quem joga apenas lançamentos. Inclusive recomendei que ele jogasse logo e não esperasse por mim. Isso se ele não já tivesse feito isso. Eu também não queria experimentar um título lançamento como esse pela primeira vez com ele já ter até zerado e não me contado. Queria jogar com alguém que definitivamente estaria vendo tudo pela primeira vez e aprendendo junto comigo!

    Depois de muita conversa, acabei cedendo aos pedidos dele. Já tínhamos combinado de passar a sexta-feira juntos jogando (um jogo indie multiplayer de Switch que não estou conseguindo avançar sozinho) e provavelmente terminaríamos rápido, então pelo favor eu jogaria o Shredder's Revenge pois, afinal, qual seria o problema?

    Com essa decisão em mente, decidi ainda que terminaria dois títulos fundamentais antes da jogatina multiplayer: The Arcade Game e Hyperstone Heist (talvez o The Manhattan Project), mas ele ficou frustrado e resolveu que era melhor não jogarmos. Não é fácil ser meu amigo, amigos!

    Mesmo assim fui em frente com o plano de avançar nos TMNT pois parece que uma eventual jogatina de Shredder's Revenge a qualquer momento é inevitável na casa de qualquer pessoa. Só se fala nisso! E só se joga isso nas plataformas aqui!

    Hoje de manhã me bateu uma curiosidade: será que The Arcade Game, o segundo jogo dos TMNT, tem esse nome por ser originalmente de Arcade? Como não pensei nisso? 

    Verifiquei e era isso mesmo, mas lá ele se chama apenas Teenage Mutant Ninja Turtles. Duração: 40 minutinhos! Ótimo! 

    De início os visuais são muito bacanas e reconheci a primeira fase que joguei no NES, um prédio em chamas. É bem legal também a dublagem e animações e tudo envelheceu bem, como de costume nos jogos de Arcade. É ainda possível jogar de 4 pessoas, o que infelizmente não foi possível hoje!

    Taquei 50 fichas no emulador online para nem me preocupar com isso e resultou em 100 vidas pois cada uma te dá dois 1-ups.

    Uma coisa que estranhei de cara é que não é possível escolher uma tartaruga e cada uma fica trancada a um jogador, sendo assim o Player 1 sempre será o Leonardo, o azul das katanas. Eu queria jogar como o roxo do bastão mas ele fica para o jogador 3. Se não me engano era assim também com outro jogo da Konami, o dos Simpsons (ou não?).

    A forma que os estágios são apresentados, os sprites, cores, combate e inimigos obviamente são muito parecidos com o que viria a se tornar o Turtles in Time que conheço e isso é muito legal! De cara sabia que gostaria do jogo e o terminaria com gosto!

    Mas também vários detalhes ainda seriam melhorados apenas depois, pois The Arcade Game peca bastante em diversos quesitos que só deixam a cosia toda mais frustrante mas bem, é Arcade, né?

    A primeira reclamação que eu teria seria o combate em si. Parece muito familiar e é simples já que só há um botão para isso (o outro é para pular) mas você não sente que seus golpes tem efeito, não há gosto em bater nos ninjas. Fora isso, é comum que você esteja surrando um inimigo e do nada ele comece a te surrar, ignorando o final do seu combo.

    O problema aumenta exponencialmente quando há vários inimigos e pelo fato de você basicamente não ter frames de invencibilidade. As vezes os caras te jogam de um lado pro outro, interrompem seus golpes com tiros ou ataques de longa distância de armas como lanças e rapidamente você perde uma vida.

    Você também pode agarrar os oponentes e os jogar, mas não contra a tela e nem contra outros inimigos. Isso é estranho pois estamos acostumados a derrubar os outros quando lançamos os caras contra eles. Lembra daquele lance de jogar um jogo antes dos anteriores, muita coisa que só evoluiu depois acabou me confundindo bastante.

    Nos chefes é que o bicho pega. Há uma mistura estranha de justiça e injustiça. As vezes seus "socos" e voadoras causam stagger e fazem um combo simples, legal e funcional e as vezes o chefe contra-ataca depois de 3, 2 ou 1 hit. A sensação é de que ainda não haviam descoberto ainda como fazer esse tipo de gênero de jogo corretamente. Também fiquei com a sensação de que não é um jogo para apenas um jogador.

    Mas é aquilo: vidas infinitas, saber que é um jogo de Arcade e os visuais e até a jogabilidade convencem tão bem. Eu não conseguia odiar o jogo e sabia que a fórmula seria melhorada nos títulos seguintes. Fora que comparado com o primeiro jogo de NES, isso daqui é uma maravilha em muitos sentidos!

    Conforme você avança, conhece novas fases, novos inimigos, obstáculos e o enredo avança. É legal!

    Logicamente as coisas vão ficando mais difíceis também e lá se vão muitas fichas. Comprovei também que muitas ideias foram reformuladas para o futuro da franquia

    São apenas 5 estágios, mas alguns são meio longos ou com diferentes seções que mais parecem fases diferentes, mas também é como se tudo fosse baseado num "arco" do desenho animado em que você tem que resolver algum problema grande em cada mas tem que passar por contratempos até chegar ao final de cada. Com certeza um prato cheio para quem acompanhava a super cultura das TMNT na época!

    É bacana ver alguma diversidade nas fases, mas é estranho ver chefes repetindo ou inimigos fortes que mudam um pouco o visual. O final da aventura também é meio estranho e até súbito, mas tenho certeza que pela dificuldade poucos chegariam lá, e só depois de muitas tentativas dispersas por muitos meses da vida.

    O final da minha campanha me custou 54 vidas. Ou seja, 27 fichas a cerca de 25 centavos de dólar daria uns 7 dólares. Bastante coisa para se gastar em Arcade na época!

    Resumindo: Teenage Mutant Ninja Turtles (The Arcade Game) é muito bacana e divertido, mas sofre da maldição comum de muitos jogos de fliperama, tendo uma dificuldade meio apelativa e a dependência de por mais fichas na máquina. Achei muito melhor que o primeiro jogo de NES, mas aquém do que a franquia se tornou em seguida, como um título de transição e quase que como um protótipo. Vi ainda que aquele port de NES dele deva ser melhor no final das contas, apesar dos visuais, já que tem sistema de vidas normal e até estágios a mais (fora que é um port muito caprichado).

    De bom: lindos visuais como a Konami costumava fazer em seus jogos. Boa trilha sonora. Multiplayer para até 4 pessoas. Cinemáticas bacanas. Jogo dublado. Boa continuidade nas fases.

    De ruim: combate esquisito e meio injusto pois inimigos são se paralisam com os golpes enquanto você é jogado de um lado pro outro a qualquer dano. Muitos e muitos inimigos na tela deixam a experiência meio cansativa e repetitiva e reforçam que TMNT foi feito para ser jogado com o maior número de pessoas possível.

    No geral, gostei bastante do jogo. De início eu imaginei que ele fosse ser melhor, mas não chegou a ser ruim e só me deu vontade de jogar os próximos! Rejogaria com amigos ou mesmo se alguém animasse com a versão de NES, que se duvidar pode até ser melhor! Jogo legal!

    Teenage Mutant Ninja Turtles

    Platform: Arcade
    353 Players
    16 Check-ins

    11
  • 2022-06-11 00:00:37 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-08 12:11:32 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Earthbound Beginnings

    Zerado dia 08/06/22

    Jogo número 5 da minha lista terminado! Só mais 4!

    Lá para 2008 eu resolvi conhecer Earthbound do SNES emulando no PC por algum motivo (provavelmente para conhecer o tal do Ness que estava em tudo quanto era Smash Bros.) e curti demais o jogo! E desde então não voltei a ele, mas seu conceito parece ficar cada vez mais interessante conforme conheço outros jogos, sobretudo RPGs, tanto da época quanto atuais, desde as experiências com Final Fantasy e Undertale até mesmo por reviews como o AVGN fez para ele. Que jogo maneiro!

    Anos depois de terminar o jogo de SNES e enrolar de conhecer Mother 3 do GBA fiquei sabendo que na verdade Earthbound era o segundo jogo da franquia e que existia um título anterior no NES, chamado apenas de Mother, e que nunca tinha dado as caras no ocidente. As imagens pareciam bem legais!

    Já lá para 2014 e acompanhando a cena do meu até então atual Wii U, a Nintendo resolveu lançar o jogo em inglês na eshop. Uau! Não sei se ele já tinha dado as caras por aqui pelo Virtual Console do Wii anteriormente, mas fiquei muito contente.

    Por outro lado, tinha muitas dúvidas sobre jogar um RPG da época e não chegava a hora de comprar e jogar o que veio para cá com o nome de Earthbound Beginnings. Acho que até me esqueci com o tempo e mais tarde troquei meu Wii U num Xbox One (e então num PS4).

    Mais recentemente eu vinha me lembrando como eu queria conhecer esse jogo, até porque os jogos de NES do meu interesse parecem estar acabando e eu só iria jogar Mother 3 depois de finalizar Mother 1. Não queria emular nos PSP da vida pois tinha fé que ele viria no serviço de emulação oficial do Switch, que daria um gás à experiência. E não é que finalmente veio?

    No dia que saiu eu já comecei de tanta curiosidade e vi o início. Você começa dando nomes aos personagens como em Earthbound e como eles não tem um por padrão no jogo tive que pesquisar na internet do que deveria os chamar para deixar a coisa original: Ninten é o garoto que parece o Ness e seus companheiros são Ana, Lloyd e Teddy. Tive que dizer qual era minha comida predileta e afins. Acho estranho tudo isso mas vamos entrar no clima.

    Já no jogo, começa bem parecido com a de seu sucessor com o Ninten em casa, um pouco de enredo e lutas contra objetos inanimados como abajures e afins. Tinha me esquecido como no mundo dessa franquia os inimigos são coisa bem diferentes e divertidas, fora que tudo acontece num mundo bem contemporâneo, ao contrário da enxurrada de RPGs de fantasia medieval (que já até me cansaram um pouco).

    Depois de conhecer a família, o clássico "pai-telefone" e coletar uns itens, parti na minha aventura rumo à...algum lugar. Segui o caminho que tinha.

    Inclusive essa coisa de não saber exatamente o que está acontecendo ou para onde ir é um defeito que me perseguiu a aventura quase toda. Eu simplesmente ia para onde podia, falava com todo mundo e tentava resolver problemas com base em direções e contexto. Felizmente o início até ajuda bem e você tem que ir ao sul em busca de uma garotinha que desapareceu e levá-la de volta ao prefeito.

    Fui para lá e você anda e anda e anda e aí comecei a perceber um segundo grande defeito de EB: a bizarramente grande taxa de encontros aleatórios com inimigos! Você mata um monstro, volta ao controle do Ninten e as vezes mal dá um passo e já se inicia outra batalha! Haja saco!

    Você pode pensar que ao menos ficaria bem forte rapidamente, mas o level up é muito lento e muitas batalhas são...estranhas, mas já entro em detalhes. Enfim, para se ter uma noção, eu terminei a campanha com um personagem mais forte no nível 28!

    Mas também me equipei rápido e a coisa toda fez diferença: os inimigos ficaram uma piada. Aparentemente esse jogo é famoso por ser extremamente dependente de "grinding" ou seja, ficar mais e mais forte ganhando níveis ao invés de usar estratégia e pude comprovar que é exatamente isso. E é aquilo: mil e uma batalhas para passar um nível.

    Salvei a garota e completei a missão. Estava curtindo. Segui caminho e haviam guardas bloqueando caminhos até que eu resolvesse algo no zoológico que eu não fazia ideia de onde era, então andei e andei e andei. Andei tanto que pensei que não podia estar certo pois era muito longe da cidade mas adivinha só! Cheguei no zoológico.

    Aqui que o jogo começou a ficar chato pois além de muitas batalhas os inimigos eram muito fortes mesmo e a cura é muito limitada. Vencia algumas lutas, morria e felizmente você não perde progresso, apenas uma pequena quantidade de dinheiro e tem que andar tudo de novo desde o hospital. Tudo isso pra ganhar mais umas batalhas e quem sabe um nível até morrer novamente.

    Depois de algum tempo comecei a perceber que Earthbound Beginnings se assemelha bastante à um gigante da época: Dragon Quest! Os visuais são parecidos, as batalhas em primeira pessoa, o estilo de arte e até as magias.

    Eu não nego que gosto demais de DQ, mas alguns jogos envelheceram mal e eu não jogaria, como os primeiros jogos da franquia que vacilei em não jogar os remakes de celular e tive muita dificuldade de me interessar mesmo em suas versões de Game Boy há quase 10 anos atrás. EB segue essa mesma linha de ser difícil de digerir e diria que os DQ ainda trabalham muitas coisas de forma muito superior, como o enredo, continuidade, level up, equipamento, mapa e interações em NPCs. Aqui é tudo tão básico e limitado, sem direcionamento algum, cansativo. E cá estou eu, o jogando (arrastando) em 2022.

    Enfim, cheguei num lugar psicodélico e com os famosos birdmen que vejo nos Smash Bros. Bacana! Descobri então um fundamento para a minha jornada: encontrar as 8 melodias para uma rainha.

    Uma cidade nova e diálogos completamente sem noção. Eu estava muito perdido na história e contexto, mas estava indo para frente. E digo isso sendo uma pessoa que adora Earthbound!

    Uma coisa que ODEIO nesses RPGs da época é que toda ação é feita abrindo um menu e escolhendo uma ação. Por exemplo, você quer falar com uma pessoa então anda até ela e aperta A, mas se abre um menu e você escolhe Talk pressionando mais uma vez A. As vezes você vai até a pessoa, abre o menu e escolhe Talk mas ela se move antes de você conseguir então você tem que fechar o menu, andar até sua nova posição, abrir o menu e rezar para que ela não ande mais uma vez.

    O problema da lentidão se estende por toda a aventura já que muitas vezes um toque do botão não é o suficiente para fazer o Ninten reagir e há sempre muito delay nos comandos. As vezes você aperta o menu, depois para baixo para a opção de verificar o inventário e A para confirmar, mas o jogo não registra direito e confirma na primeira opção, Talk e você fica falando com ninguém. Haja paciência!

    Outra coisa muito irritante é que, por exemplo, você quer equipar um personagem com 3 itens, ou usar diversos itens ou mesmo mandar algo do inventário de um para outro, mas cada vez que você faz uma ação, o menu confirma e depois se fecha! Sendo assim você tem que abrir o menu, navegar até o inventário e usar o que quiser para cada item, um por vez. Deus do céu!

    Além de não ter indicação de nada do que fazer, não há sequer comparativos dos itens nos mercados ou o que eles fazem ou quem pode os usar. Com um inventário mega limitado, fica difícil administrar o que é ou será útil, o que jogar fora, o que pode ser equipado ou o que devo comprar. Que bagunça!

    Cheguei a ir para mapas futuros antes da hora e sem saber se deveria ter mais gente no grupo pois é muito fácil sequer estrada sem encontrar os demais personagens e o mapa se abre demais, fora que alguns lugares são difíceis de ver ou alcançar e tem cara quase de segredo ou opcionais. Cheguei a conclusão de que você tem que jogar EB com algum guia nem que seja para saber seu próximo rumo, e foi assim que fiz.

    Resumindo: Earthbound Beginnings foi um jogo que me deixou na vontade por anos, mas infelizmente não chegou a cumprir com a expectativa e não passa nem perto de sua sequência no SNES. Vi muita gente comentado que ele é como um protótipo do que seria o Mother 2 e essa é a descrição perfeita! Sabe aquele papo do Demon's Souls ser um rascunho para Dark Souls? É o mesmo sentimento, com a diferença de que Demon's Souls é um jogo muito bom.

    De bom: visuais legais. Trilha sonora fantástica. Muitas boas ideias que felizmente foram levadas e aprimoradas em sua sequência.

    De ruim: pouquíssima informação para o jogador. Gameplay dependente de level up. Ganhar níveis é muito lento. Muitas batalhas são aleatoriamente difíceis e um inimigo simplesmente usa magia que causa, sei lá, 180 de dano e dizima seu personagem (o último chefe causa entre 30 e 40 de dano por ataque). Delays de comando e jogabilidade lenta demais. Muitas dúvidas, tempo perdido e confusões desnecessárias se você não tiver o mínimo de ajuda de um guia te dando ao menos uma dica do seu próximo passo.

    No geral, fiquei decepcionado com o jogo, mas ao menos valeu conhecer a fundo um pouco mais das origens da série Mother, coisa que eu poderia ter feito vendo um vídeo no Youtube ou um speedrun ou sei lá. Jogo ruim, não recomendo.

    EarthBound Beginnings

    Platform: Wii U
    18 Players

    9
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2022-05-25 05:08:17 -0300 Thumb picture

    Mesen-X, o melhor emulador de NES voltou!

    Parece ser uma semana feliz para os amantes de emulação, já que o PCSX2 está recebendo diversas melhorias depois de anos, e o DeSmuME também voltou, e agora o melhor emulador de NES o Mesen voltou, depois do criador ter abandonado o projeto, finalmente outra pessoa começou a tocar ele para frente, e ele retorna com diversas melhorias.  E quem quiser saber todas e baixar o Mesen-X, pode fazer isso nesse link!

    4
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      O uso o Mesen 0.9.9 aqui e já estou extremamente satisfeito.

      2 replies
  • 2022-05-06 22:33:54 -0300 Thumb picture
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2022-04-17 15:15:04 -0300 Thumb picture

    ​🎮 Macross (Nintendo) Gameplay

    #Viciogame #Macross #Gameplay #マクロス #NES #Walkthrough #マクロスシリーズ #Bandai #Playthrough #ニンテンドー #Shmup #Namco #Longplay #ファミコン #Shooter #Famicom #LetsPlay #ファミリーコンピュータ #ShootEmUp #Nintendo

    Choujikuu Yousai Macross

    Platform: NES
    70 Players
    1 Check-in

    0
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2022-04-06 16:40:34 -0300 Thumb picture

    ​🎮 Journey to Silius (Nintendo) Complete Gameplay

    #Viciogame #JourneyToSilius #Gameplay #ラフワールド #Walkthrough #Nes #ニンテンドー #Playthrough #Famicom #ファミコン #Longplay #ファミリーコンピュータ #Nintendo #LetsPlay

    Journey to Silius

    Platform: NES
    93 Players
    6 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-03-27 20:58:54 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Journey to Silius

    Zerado dia 27/03/22

    Ei! Quem lembra de mim? Duas semanas sem postar nada e nem parece! Como a vida adulta VOA, meus caros! Grande parte da culpa é o grande número de responsabilidades: trabalho demais, estudando programação, ukulele e até violão agora, perrengues com o carro, eventuais jogatinas de Apex Legends algumas noites com os amigos, distribuindo amores para os meus gatos e, claro, jogando os meus jogos multiplayer quando posso. Ufa! É bastante coisa, mas anda até organizado, um tempo para cada coisa. O lado ruim é que a hora passa e eu mal percebo, normalmente. Agora mesmo mal dá para acreditar que já fazem 24h que eu estava me preparando para dormir!

    Sobre a pouca frequência dos posts aqui, é mais por conta de eu estar jogando uns trecos longos. Tem um RPG grande que tenho arrastado à meses (quase sempre menciono isso aqui nos meus posts nesse tempo) e estou próximo do final. Junto a ele, outras coisas que demandam ainda mais tempo, mas que devem mesmo ser jogadas lentamente. Bom, pelo menos eu estou progredindo bem.

    Olhando aqui a minha lista, fico sempre pensando se o perrengue com esses jogos está próximo do fim quando terminar esses atuais, mas tem coisas complicadas de diversas formas. Exemplos disso são os jogos Watch Dogs e Final Fantasy XIII-2, jogos que avancei muito há cerca de 8 anos atrás num Xbox 360 desbloqueado e atualmente nem tenho os jogos, o save e ainda tenho pouca vontade de os jogar, entre outros.

    Apesar de ter uns 14 jogos nessa lista, ainda começo e termino uns jogos aqui e ali por fora. Seria isso um erro? Ao mesmo tempo que procrastino as maiores pendências e atraso a lista, ao menos estou jogando algo que me dá vontade sem perder o ânimo, apesar do custo de bagunçar ainda mais as coisas.

    E foi assim que comecei Journey to Silius do NES no Nintendo Switch Online! Esse jogo estava destacado no app oficial como algo de interesse, mas eu realmente nem sabia do que se tratava além do fato de que muita gente estava falando bem quando foi lançado por lá. Curioso. O NES sempre me traz umas surpresas bacanas.

    Diferentemente do SNES em que a Nintendo parece ter grande dificuldade de lançar jogos licenciados de grandes desenvolvedoras, o NES parece ter te tudo o que importa, ainda mais levando em consideração que é uma biblioteca bem mais fraca, ao meu ver (fica devendo só em Konami e Capcom).

    Essa semana um canal que sigo do Youtube jogou em live esse jogo e eu sem querer acessei o vídeo (pois não goto de spoilers de jogos que planejo jogar no futuro) e, cara! Journey to Silius (JtS) é um sidescroller platformer run 'n' gun!

    Na verdade eu já tinha visto o jogo em algum lugar, mas não me lembrava disso e podia jurar que o safado era um RPG junto com os Startropics e Crystalis da vida. Assisti um pouco, achei maneiro e fácil e resolvi jogar em breve. Agorinha fiquei sem nada para fazer e lembrei dele. Descobri que durava apenas uma horinha! Aaaah, bora jogar!

    Bom, JtS é basicamente um Mega Man, apesar de possuir uma abertura meio séria e belas artes desde a sua capa. É meio que bem aquele tipo de coisa da época mesmo: americanos traziam jogos japoneses pro ocidente e os vendiam como algo mais "cool" e "macho", mas os jogos me si continuavam sendo a mesmíssima coisa, carregados de humor e cultura anime.

    Enfim, nota-se de início que é um jogo relativamente colorido e animado. Legal!

    As limitações do NES limitam também os controles: um botão para pular e outro para atirar. O Start abre o menu onde você pode trocar de arma (novas armas são desbloqueadas conforme você passa das fases). Nesse menu, use o Select para alternar entre as armas. Apertar Select durante o jogo o pausa.

    E aí é isso: você corre atirando no que vir. Há uma boa diversidade de robôs para serem destruídos e para aprender seus padrões de ataque. É bem Mega Man mesmo, mas sem a escolha de estágios.

    No final da fase, depois de pular muitos buracos, destruir robôs, coletar itens que regeneram a munição das armas secundárias e, com muita sorte, alguma regeneração de vida, há um chefe à espera. Destrua esse chefe e você terá que enfrentar o verdadeiro chefe, numa tela exclusiva para ele, de fundo preto e... é bem estilo Mega Man.

    Vença uma fase e você ganha uma nova arma, como uma que atira laser ou que lança mísseis teleguiados. Uma pena que o jogo nem te avise das novas aquisições e as vezes eu até me esquecia de usar ouras armas, mas fica o conselho: use-as nos chefes.

    E a boa notícia é que, mesmo se você falhar e perder todas as vidas, você só volta para o início do estágio. Bem melhor que um Game Over!

    Resumindo: Journey to Silius é um jogo simples, mas bem legal para passar o tempo. A internet acusa que a sua duração é de uma hora apenas, mas isso porque você vai morrer umas vezes até conseguir terminar suas quatro fases. Jogando com um pouco de cuidado ou só o conhecendo, acredito que possa ser bem menos!

    De bom: simples e funcional, preto no branco, corra, atire e destrua os robôs e os chefes. Trilha sonora muito boa. Visuais agradáveis e bem animados. Gosto das cutscenes. Boa variedade de armas que podem ajudar em diversas situações. Jogo piedoso e curto e que dá para terminar sem sair puxando os cabelos da cabeça.

    De ruim: tem muitos desafios e armadilhas injustas/sem noção, como quando você desce uma plataforma para o único lugar possível e cai em cima de um inimigo. O enredo contado no início não chegou a lugar nenhum!

    No geral, jogo muito bacana  eu provavelmente o teria jogado inúmeras vezes na infância. Atualmente, não vejo nenhum motivo para um replay futuro. Não diria que é um jogo obrigatório da plataforma, mas é sim um jogo bem bom. O famoso Hidden Gem. Recomendo!

    Journey to Silius

    Platform: NES
    93 Players
    6 Check-ins

    11
  • viciogame VICIOGAME Retro Games
    2022-03-25 09:22:29 -0300 Thumb picture

    ​🎮 Felix the Cat (Nintendo) Complete Gameplay

    #Viciogame #Felix #Nintendo #Gameplay #ニンテンドー #Nes #Walkthrough #Hudson #ファミリーコンピュータ #Playthrough #Famicom #Longplay #ファミコン #FelixTheCat #LetsPlay

    Felix the Cat

    Platform: NES
    292 Players
    7 Check-ins

    0

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