• onai_onai Cristiano Santos
    2022-06-24 17:50:29 -0300 Thumb picture

    Anor Londo

    Não sei se eu já disse isso mas Dark Souls entrou pra minha lista de jogos favoritos, daqueles foda pra caramba que nunca esquecerei de ter jogado e morrido tanto!

    Esse cenário é bem amplo e bonito, aqui havia uns cavaleiros gigantes e bem fortes, porém bastante lentos. Não fosse meu escudo de pedra eu estaria lascado. Entenderam a piada? Pedra, lascada! Ba, tum! Hehe...

    Encontrei mais um NPC misterioso e que parecia bem despreocupado da vida.

    Enfrentei esse inimigo que achava que era forte mas foi molezinha, apesar de que eu batia e corria.

    E parei aqui! Só pode ser um desafio muito doideira mas não tenho a chave pra abrir, E NÃO ME DIGAM ONDE ENCONTRÁ-LA!

    Dark Souls: Prepare to Die Edition

    Platform: PC
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      thiones · 5 days ago · 2 pontos

      Eu tô com o 3 parado aqui tem um ano quase, bicho. Esse ano eu retomo ele.

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      fonsaca · 5 days ago · 2 pontos

      Essa chave tá embaixo do tapete da entrada da casa.

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      mateusfv · 5 days ago · 2 pontos

      Esses guarda grande eu só passo rolando por debaixo das perna, todo inimigo grande costumo fazer isso kk

      Mesmo que eu quisesse dizer aonde tá a chave, nem tem como pq não me lembro, acho que pega naturalmente em algum momento mais pra frente no jogo, pelo oque me lembro é fácil de acessar ai, difícil é um lugar que tem um dragão pra achar lá é um trabalho XD

  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-05-06 10:54:40 -0300 Thumb picture

    DRAGON BALL Z: KAKAROT Demo Version - PS4

    Viva novamente a história de Goku e outros Guerreiros Z em DRAGON BALL Z: KAKAROT! Além das batalhas épicas, sinta como é a vida no mundo de DRAGON BALL Z lutando, pescando, comendo e treinando com Goku, Gohan, Vegeta e outros. Explore novas áreas e aventuras: avance pela história e forme vínculos com outros heróis de DRAGON BALL Z. #DBZ#Kakaroto #PS4 #DEMO #BandaiNamco

    Dragon Ball Z: Kakarot

    Platform: PC
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  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-02-09 13:37:59 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: J-Stars Victory Vs+

    Zerado dia 09/02/21

    Olha aí, a minha última pendência com alguma urgência da minha lista! Não que não tenham mais jogos na minha lista "Para Priorizar", pois restam ainda 7 deles, mas como são títulos que joguei a séculos ou mal saí do início, dá pra deixar cada um deles para quando bater a vontade numa boa.

    No caso do J-Stars Victory Vs+ (vou me referir apenas como J-Stars daqui pra frente), é um daqueles que tem história comigo. Eu tinha até me esquecido que joguei ele no passado, mas quando lembrei, fiquei agoniado e isso me fez até ir atrás de jogar todo o Final Fantasy IX para liberar espaço no Vita e poder instalá-lo!

    A verdade é que eu curtia os jogos de crossover de séries famosas da revista Jump, como Jump Ultimate Stars no Nintendo DS  (mesmo eu não conhecendo boa parte dos mangás envolvidos). Cheguei até a ir atrás de outros similares, da mesma produtora ou não e mais tarde descobri pérolas como jogos exclusivamente de One Piece até no 3DS, assim como grandes decepções como Battle Stadium D.O.N.

    Lembro da época que lançou J-Stars e um amigo tinha um PS4. Parecia muito legal ver um jogo de crossover desse tipo em 3D e com todo o poderio da até então nova geração. Um dia, navegando pela PS Store na casa dele, vi que o jogo estava em promoção (cerca de 40 reais) e botei um hype em cima. Acabou que ele comprou.

    Lembro que ficou baixando e tive que ir embora. Na reunião seguinte de amigos, ele mencionou que o jogo era estranho e meio sem graça. Jogamos o início da campanha em modo splitscreen e era verdade: que jogo mais sem sal!

    No final das contas, largamos na primeira jogatina, depois de poucas missões. Eu fiquei mal tendo feito alguém comprar um jogo tão sem graça. Mas simplesmente não falamos mais dele, nem mesmo mal.

    Em outras ocasiões esse meu amigo até tentou animar de terminarmos o jogo, como terminamos tantas coisas juntos, mas eu simplesmente não tinha vontade de voltar. Um dia quem sabe?

    Pois bem, anos depois lembrei da existência de J-Stars no Vita e, como passei o ano de 2020 inteiro limpando backlog, esse foi dos poucos que sobraram. Seria assim tão ruim mesmo? Talvez fosse curtinho. Enfim, liberei espaço no portátil e pus para baixar seus quase 2GB.

    Abrindo o aplicativo no Vita, há uma abertura muito legal mostrando os personagens ali inclusos. Essa abertura é definitivamente um dos pontos altos de J-Stars. Vi muitas faces conhecidas de mangás e animes, outras que vejo corriqueiramente nesses jogos, algumas inéditas pra mim e até umas bem genéricas que nem sei como alguém consegue diferenciar (tipo meninas de uniforme escolar e coisas parecidas sem nada de mais).

    Já no menu principal há um bocado de opções. Vou destacar aqui a J-Aventura (o jogo tem seus textos traduzidos para o PT-Br), que funciona como campanha, um modo de torneio, um modo "Free Battle" e a opção de jogar multiplayer local ou online.

    Selecionei a campanha e ele me deu quatro opções de time: One Piece, Naruto, Bleach e Toriko. Como sou quase que obcecado por One Piece, essa foi a minha escolha (mas talvez não tenha sido a melhor ideia).

    A partir daí a aventura se inicia como um tutorial e se desenvolve por um enredo bem raso. É perceptível como tudo é uma grande desculpa para motivar batalhas e o grande fanservice. Quanto mais obras daqui você conhecer, um pouco melhor será a sua experiência.

    Logo você estará num barco navegando pelo mundo, cheio de ilhas, continentes, navios inimigos e criaturas andando por aí. Geralmente o jogo é bem simples em relação ao seu progresso: navegue até onde está marcada a estrela no mini-mapa e a campanha se desenrola. Porém, há motivos para deixar isso para depois, principalmente as marcações amarelas no mapa, que são sidequests que se recompensam com XP, itens e até personagens desbloqueáveis pro seu time.

    Essas missões secundários se resumem a batalhar contra alguém ali mesmo ou em outro lugar e coletar itens para alguém, sendo que alguns ficam marcado e outros não.

    Navegar pelos mares é meio lento e as batalhas, inclusive contra navios que aparecem do nada, podem demorar um pouco, então tudo depende do quão paciente você é. Eu mesmo me foquei em fazer tudo até cansar de tantas lutas e enfrentar sempre os mesmos personagens.

    Já as batalhas em si lembram um pouco as dos jogos do Naruto que conheço (tipo o Ultimate Ninja Storm 3), mas bem menos fluídas, estratégicas ou versáteis e em arenas maiores, com a possibilidade de subir em prédios e quebrar o cenário.

    Há liberdade de movimento, inclusive de rotacionar a câmera com o analógico direito, mas acaba que você vai querer estar sempre cara-a-cara com o oponente.

    Os comandos são esquisitões e fáceis de se confundir ou esquecer:

    -O analógico move o personagem, ok. O d-pad dá ordens aos NPCs parceiros (a lutas são de até 3x3);

    -Quadrado é o ataque fraco e triângulo o forte, ok;

    -X pula e círculo é o ataque especial, ok;

    -L corre em direção ao oponente e R é a defesa. Aqui eu já começava a me confundir um pouco, mas ok;

    -Segure R e aperte X para carregar sua barra de especial. Já com círculo é outro ataque especial. Com triângulo você quebra a defesa do oponente;

    -Há comandos na tela ao tocar em partes específicas, incluindo: por uma mira no inimigo, chamar o personagem de assistência e ativar um ataque ultimate quando se carrega uma barrinha específica.

    A coisa toda piora quando você tem que saber usar combos e comando de acordo coma  necessidade. Acredite: é muito estranho as vezes.

    Para piorar, J-Stars é meio lento e tudo tem um certo delay para a próxima ação. Por exemplo: se você correr em direção a alguém, saiba que terá que parar um pouco antes para pode atacar ou defender. Se o oponente vier correndo na sua direção, bata esperar para lhe dar um belo golpe. Não pense que você pode cancelar ações para defender também.

    Outra coisa chata é tomar um golpe e ter que esperar bastante tempo para poder se levantar ou defender. Reze pro seu oponente ser bonzinho e parar de atacar ou fique assistindo um combo enorme de muitos segundos.

    Até pro oponente isso é irritante pois você faz um combo, ele cai no chão e começa a piscar, ficando invulnerável por mais uns segundos e inclusive podendo te atacar numa boa. Em sumo: ataque até derrubar, depois defenda ou fique longe até ele parar de piscar, chegue perto e ataque novamente.

    Ao vencer, você ganha experiência e "upa" seus personagens. Quer dizer, apenas os três iniciais, pois os outros por algum motivo não contam com a mecânica de níveis, mesmo os personagens jogáveis. Mas olha, eu nem notei diferença em melhorar esses lutadores. Passei o jogo inteiro fazendo os mesmos ataques nos mesmos caras.

    Fora das batalha sé possível acessar um menu de lojas, mas é bem estranho: você compra personagens, mas para usar em outros modos, aparentemente. Porém, não dá para comprar a vontade, há um limite de espaços que não entendi. Enfim, eu voltava à loja de vez em quando, tinha mais uns espaços, comprava quem dava e esperava aparecer mais espaços. Zerei o jogo e não pude comprar todos.

    É possível ainda comprar personagens de apoio (não jogáveis), itens de cura, de experiência e moedas que dão cartas numa máquina caça-níquel. Essas cartas podem ser equipadas para habilidades passivas.

    E falando em personagens, a escolha deles aqui é bem estranha. Cada série tem, pelo o que eu entendi, de 1 a 4 personagens disponíveis. No caso do One Piece tem o Luffy, Ace, Boa Hancock (?) e Akainu(?). Do Naruto tem ele, Sasuke e Madara. Do Bleach o Ichugo e Aizen. Do Hunter x Hunter tem o Gon e Killua. Tem o Hisoka, mas apenas como assistência.

    O jogo conta ainda com vários personagens em 2D quando você visita ilhas e faz sidequests (apenas conversam e contextualizam).

    Resumindo: J-Stars Victory Vs+ é levemente melhor do que eu lembrava e talvez até funcione um pouco mais zerando em cooperativo ou Versus com os amigos, mas ainda assim é um título fraco, e aposto que a versão do PS Vita também não facilita muito. A ideia desses crossovers é sempre legal, mas a execução varia de estúdio para estúdio, fora que ser em 3D sendo que as obras originais são em 2D, ao menos pra mim, só piora!

    De bom: legal rever caras conhecidas. Os ataques ultimate são bem legais. Textos em português, um diferencial para quem costuma consumir essa cultura otaku.

    De ruim: jogabilidade estranha. Lutas meio lentas e cheias de pequenas pausas e delays. Roster no mínimo esquisito. Modelos de personagens são meio toscos no Vita. Parte do navio e enredo superficiais demais, incluindo diálogos terríveis e trilha sonora na guitarra digna de menus dos jogos do Sonic. Muito repetitivo e não recomendaria nem de longe fazer sidequests. O jogo praticamente não tem zeramento, apenas os créditos. Todas as quatro campanhas são quase idênticas, então escolha o personagem que mais te agrade (a jogabilidade do Naruto e as fases são bem melhores que a do Luffy). Traduções ao pé da letra e mal formatadas (inclusive teve uma tela de carregamento com dicas em FRANCÊS).

    No geral, ainda bem que me toquei e comecei a pular mais os diálogos e ignorar as sidequests para deixar a experiência um pouco mais curta, porque já estava cansado com poucas horinhas. Não recomendo, não só pela jogabilidade tediosa, mas também porque séries mais recentes não estão inclusas e as que continuam existindo já estão muito a frente, mas sabemos como esses jogos de anime te data de validade quando são lançados. No final das contas foi um ótimo lembrete para nunca pagar para jogar Jump Force. Super passável.

    J-Stars Victory Vs+

    Platform: Playstation Vita
    25 Players
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      xch_choram · over 1 year ago · 2 pontos

      A Boa Hancock parece que é mt popular no japão, tanto que ela ta no Jump Force tbm.
      Esse eu peguie no Vita mas não aguentei não dropei, ja o Jump Force é passavel tbm mas achei mais legal, talvez seja porque tem o Yugi e talvez seja pq eu joguei muito mais com ele no versus que eu gostaria de admitir seila vai saber kkkk, mas foi legal jogar versus com amigos ele, fora que o roster é bem mais interessante são personagens mais de anime de luta mesmo não esse monte de anime de comedia. Mas joguei pirata tbm, não sei se pagaria por ele não.

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      spider · over 1 year ago · 2 pontos

      Esse foi um dos pouquíssimos jogos que comprei no meio Hype quando saíram, e mesmo assim foi depois do preço cair. Após toda a campanha de lançarem ele no Ocidente. Eu endosso o que vc escreveu e adiciono que o modo Versus também é muito problemático, com grande espaço da tela comprometido. Esse jogo tinha tanto potencial e foi infelizmente muito desperdiçado.

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-05-30 17:35:14 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Digimon Story: Cyber Sleuth

    Zerado dia 30/05/20

    Caraca, finalmente eu terminei esse jogo! Depois de tantas semanas me arrastando, a coisa finalmente andou e eu posso continuar os próximos em paz!

    Quando eu desbloqueei o Vita, um dos primeiros jogos que pensei em baixar foi Digimon Story: Cyber Sleuth. Ainda estava apanhando com toda a coisa de hackear o video game, mas fiquei muito feliz depois de passar um jogo tão grande pro meu portátil e ver que ele funcionava. Eu tinha finalmente um Vita propriamente desbloqueado e funcional!

    Desde então o jogo ficou lá, esperando a minha paciência de jogar longos RPGs hoje em dia. Cheguei a deletar ele umas vezes pra caber outros títulos no meu humilde cartão de 8GB, mas sempre o colocava de volta, pois sentia que ele merecia ficar por lá e ser jogado quando desse.

    Lembro que na época esse jogo era popular, e a vontade de jogá-lo cresceu um pouco quando soube que ele vinha pro Switch e quando vi pessoas o jogando e debatendo. Mas o fato é que eu queria liberar bastante espaço no Vita pra por outro jogo, então pulei de cabeça!

    O quão difícil pode ser jogar um RPG de colecionar monstrinhos? E eu amava Digimon na sua primeira temporada lá pra 2000, sabia todos os nomes, gravava os episódios em VHS diretamente da TV e chorava pra minha mãe comprar bonecos que se transformavam!

    Comecei esperando me animar um pouco mais e devo dizer que joguei umas 4 horas e deixei o Vita em modo de descanso. Estava curtindo. Mas no dia seguinte o meu save havia corrompido, o que se não em engano é um defeito de Vitas desbloqueados: nunca deixe jogos no sleep mode por horas!

    Recomecei e foi um pouco mais rápido. No início você escolhe entre 3 digimons pra ser o seu inicial e tal, as as semelhanças com Pokémon não vão muito além disso.

    Apesar de não estar achando o jogo lá muito interessante, duas coisas me incomodavam no momento: serrilhados, exclusivos da versão Vita. Os modelos são bonitos e tudo mais, mas quando condensados na telinha do portátil, algumas coisas ficam esquisitas, como linhas de prédios, escadas e até roupa e calçadas e árvores. Em segundo lugar, o protagonista é uma bagunça de estilos, roupas e cores, enquanto os demais personagens são normais (com exceção de alguns personagens secundários). Parece que você tá jogando com uma pessoa fazendo cosplay!

    Acho que meio que todo mundo sabe, mas Cyber Sleuth é meio que uma mistura de Digimon com Persona. Fica meio óbvio que a Bandai deu uma leve copiada na fórmula da Atlus, mas também sabemos que toda série de sucesso ganha versões por outras empresas.

    O lado Persona do jogo envolve o seu cotidiano como assistente numa agência de detetives. As pessoas vão lá e deixam casos pra você resolver, tanto relacionados a campanha principal quanto sidequests. "Houveram sumiços de pessoas em Akihabara. Quero que você vá lá e descubra o que pode ter acontecido". Você vai lá, fala com as pessoas de interesse e as vezes resolve rapidinho, as vezes mandam pra outros mapas, e pra outros e outros.

    Porém, diferentemente da Atlus, a Bandai fez essas situações super desinteressantes e nada imersivas. Pessoas sumiram? Poderia ser algo pesado ou ao menos com um clima mais tenso e misterioso, mas acaba que você procura as pistas num dia feliz qualquer sem menor contexto e chega na conclusão do caso de forma mais sem sal possível. Me fez sentir que eu estava lendo aqueles diálogos pra nada e que poderia ignorar tudo sem perder nada da experiência.

    E eu nem cheguei a falar nas sidequests, que envolvem coisas idiotas como achar um item perdido de um digimon, que está praticamente ao lado dele.

    Não tem como defender nem a campanha quase nunca, pois em pelo menos metade do jogo, cada capítulo do jogo se baseia em casos independentes, com começo, meio e fim, ao invés de terem algo em comum para um mal maior. Houveram situações em que eu deveria explorar o mundo digital (que é meio que uma dungeon de 4 andares que você fica revisitando o jogo inteiro), enfrentar uns inimigos chatos e um chefe forte e quando achava que a coisa iria decolar, o próximo episódio da campanha era levar os monstrinhos para comer em diversos restaurantes.

    Cyber Sleuth é um verdadeiro mestre em cortar o seu barato, te obrigando a deixar o lado RPG de lado para andar nas limitadíssimas cidades ou ficar re-explorando mil vezes cada canto dos 4 andares do shopping onde fica a agência de detetives atrás da pessoa que vai te permitir continuar a campanha.

    Agora, pra mim, o pior eram os diálogos. O texto do jogo é terrível em ir direto ao ponto e toda conversa se estende demais! Definitivamente não souberam contar uma estória.

    Rodeios, enrolações e verdadeiras viagens dos personagens fazem com que cada diálogo seja arrastado e muito sem graça. Em diversos momentos eu acabava apertando X como louco pra voltar a jogar, mas os parágrafos não paravam de vir e tudo isso pra te dizer pra ir pra certo lugar. Chegando lá, mais uma porção de parágrafos, dezenas de palavrinhas com aquela fonte branca e, com sorte, a cada mil uma verde ou vermelha pra chamar a atenção ou dublados em japonês, coisa que não acontece com muita constância.

    Pra complementar isso, os desenvolvedores optaram por raramente fazer cutscenes, então fizeram assim: os heróis vêm o vilão e andam até ele, daí a tela congela e vira background enquanto os modelos aparecem na frente, um do lado esquerdo da tela, outro do lado direito. Eles conversam meia hora, batalham e tudo e a "print screen" congelada continua lá! As vezes a câmera ainda tenta mudar a perspectiva e gira em volta dos personagens durante a conversa, mas a imagem estática continua lá. Em certas partes, ao invés de fazer a cutscene com a engine do jogo, os desenvolvedores optaram pela imagem estática com o personagem 3D interagindo como se estivesse lá. Super estranho!

    Logo me ficou óbvio o quanto Cyber Sleuth é um jogo de otaku/adolescente. O enredo é de uma temporada ruim de Digimon, mais numa versão não necessariamente para criança já que o fanservice é muito apelativo nas personagens femininas, com roupas curtas e decotadas, se insinuando e etc. Pra mim, uma tentativa bem imatura de prender otaku no jogo.

    O outro lado do jogo, é o do Digimon em si. Colecionar, treinar, batalhar. Essa parte é bem legal e eu ficava rezando pra voltar pra ela sempre que pudesse. Na real, poderiam acelerar toda a parte "social" do jogo cortando um bocado dos diálogos bestas.

    As batalhas funcionam como de muitos RPGs, mas diferente de Pokémon, por exemplo, conseguir mais digimons é mais fácil, de certa forma, e mais difícil de outras.

    pra começar, são cerca de 250 deles, e isso é bastante! Eu mesmo terminei a campanha com uns 150 e poucos capturados e mais uns 180 vistos, e olha que casualmente tentei pegar o máximo possível!

    Cada vez que você encontra um digimon, sua porcentagem individual cresce cerca de 15%. Ao chegar em 100%, você pode sintetizá-lo e trazê-lo pro seu time desde o nível 1 e treiná-lo para ficar mais forte, aprender novas habilidades e coisas do tipo, além de adicioná-lo à sua "pokédex". Apesar de 100% ser o mínimo necessário para criar um digimon, a porcentagem vai até 200%, o que garante um digimon melhor do que numa porcentagem mais baixa.

    A parte que eu mais curti de criar digimons, senão do jogo inteiro, foi o processo evolutivo, coisa que pra mim sempre foi meio confuso na série, desde o Greymon virando Skullgreymon ou Metalgreymon no anime ou o meu Agumon virar um ovo com duas pernas lá na época do Digimon World de PS1.

    No mesmo lugar em que você confecciona digimons, você pode os evoluir ou involuir. Diferentemente de Pokémon, onde todo mundo tem sua árvore genealógica fixa, aqui você tem várias opções tanta para subir na linha evolutiva quanto para voltar como o Greymon, por exemplo, que tem 4 evoluções possíveis, cada uma dependendo de níveis e atributos mínimos. Dependendo do seu time, pode ser que você possa evoluir para todos, então basta escolher o que preferir (eu geralmente tinha digimons em mente pro time, mas pros outros que ficavam treinando na fazenda eu priorizava aqueles que não tinha.

    Voltar também é sempre possível para todos os digimons que você já tiver ao menos visto. Imagine na imagem acima que o Patamon tem 4 evoluções possíveis. Uma delas é o Birdramon, que tem mais 4 e assim por diante. O Patamon ainda pode involuir pra outros, o que faz com que as possibilidades cheguem longe!

    Alguns digimons requerem níveis altos ou mesmo dois digimons de altos níveis na cadeia evolutiva e em níveis altos e atributos para serem conseguidos, como é o caso do Omnimon, que é a fusão do Wargreymon com o Metalgarurumon. Vale ainda dizer que apenas evoluir diretamente pode não fazer o digimon possível, pois o jogo recompensa digimons que evoluam e involuam e herdem habilidade de diferentes linhas evolutivas. Inclusive, há um atributo, ABI, que é obrigatório para conseguir certos digimons de alta patente. Para aumentar a ABI do seu monstrinho, evolua-o ou involua-o para conseguir pontos.

    A parte cruel é que ambos os casos o digimon volta pro nível 1, o que me fez jogar muitas horas no final pra treinar um monstro até o nível mínimo pra evoluir, só pra depois ele voltar pro nível 1 e eu ter que treiná-lo até o nível desejado novamente.

    Resumindo: Digimon Story: Cyber Sleuth é um jogo ok e uma verdadeira montanha-russa de sentimentos. Quando eu treinava meus monstrinhos, evoluía, revisitava memórias do anime e das criaturas que já havia esquecido e todo o fanservice e me sentia no mundo digimon, eu curtia, porém, quando eu andava pela cidade conversando sem fim os papos mais desinteressantes do mundo, eu cansava muito rápido e chegava a desligar o Vita 10 minutos depois de tê-lo ligado, para então passar dias sem voltar à aventura.

    De bom: as batalhas são bonitas e os modelos dos digimons e suas muitas animações de ataque são super legais. Sistema muito legal de conseguir digimons e te fazer continuar insistindo a ir atrás de mais, muito melhor do que o do Pokémon e ficar jogando pokébola ou esperando criaturas chegarem nos níveis. Demorei pra perceber, mas tinha um NPC que ajudava a saber o que fazer em seguida, pois em muitos momentos eu simplesmente passava as dezenas de páginas de conversa e perdia o próximo passo. O fanservice é bacana (no final mesmo tem uma torre que praticamente só aparecem os vilões da primeira temporada (Piedmon, Pinocchimon, Metalseadramon e Machinedramon). Depois de muito tempo descobri que poderia ter cortado umas boas horas eliminando as animações de batalha repetitivas nas opções.

    De ruim: estória sem graça e muito arrastada. Diálogo demais pra falar nada (menos é mais)! Fanservice sexualmente apelativo tosco. As batalhas raramente dependem de estratégia e de fato eu zerei o jogo quase todo literalmente só apertando select pra ativar o auto-battle (os digimons apenas usam seu ataque mais forte e raramente curam). O jogo só começou a parecer uma coisa só encorpada depois da metade, sendo que antes eu era basicamente um estagiário resolvendo problemas toscos. A versão do Vita tem uns probleminhas visuais com texturas e serrilhados (vi o trailer da versão do Switch e o jogo é muito mais bonito). Odeio como não tem atalhos para coisas que usamos constantemente, como abrir as mensagens que as pessoas e digimons ficam te mandando a todo tempo, que além de serem tosquíssimas, me fazem abri um menu, mover até o ícone e o abrir (o d-pad mesmo só serve pro seu personagem andar super lento, coisa que não tem o menor sentido e desperdiça várias possibilidades). O jogo em si é super repetitivo em todos os quesitos, desde as batalhas até os personagens, diálogos, cenários e temáticas.

    No geral, gastei 50 e poucas horas no jogo (umas 12h a mais do que o howlongtobeat.com dizia) e com umas 10 eu já estava cansado, mas os últimos capítulos foram mais interessantes e eu acabei os maratonando quase que sem querer. Cyber Sleuth não é o pior jogo do mundo, mas me decepcionou um bocado e só deu sabe quando jogarei sua sequência agora. Eu só recomendaria o jogo pra quem é bem otaku e fã de Digimon, mas não espere o melhor jogo do mundo!

    Digimon Story: Cyber Sleuth

    Platform: Playstation Vita
    147 Players
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      santosmurilo · about 2 years ago · 2 pontos

      eu jopgguei esse game no lançamento no PSVitta. De fato ele é bem enfadonho ee desinteressante a maior parte do tempo, fica melhor a partir do capitulo 10. só pra quem é fã msm. Como sou um dessess fãs, finalizei no Vita em 2016 e salvei meu save na nuvem pra rejogar no pss4, coissa q fiz aggora em 2020, há um mes attras...

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      xch_choram · about 2 years ago · 1 ponto

      Eu tinha jogado umas 3 4 horas, isso do exesso de dialogos sem graça me desanimou bastante. Assim como não saber pra onde ir depois de sair pulando os dialogos.
      Quem é esse NPC que te ajuda com pra onde ir?

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      fonsaca · about 2 years ago · 1 ponto

      Pior que eu curto Digimon e sempre quero jogar os jogos, mas eles sempre tem essas sacanagens de resetar leveis. O World Re:Digitize do PSP estava bem legal, mas é triste o digimon morrer por culpa do tempo e ter que evoluí-lo tudo de novo. Muita ansiedade nesses Worlds (que resolveram manter a dinâmica do World 1 do PS1).
      Sidequests inúteis é um "mal" dos RPGs que começaram desde, sie lá, a época do PS2 e vieram importados de MMOs. Não suporto isso, hahaha!
      A evolução dos monstrinhos é uma loucura nos jogos mesmo. Não sei se é canônico isso ou só pros jogos, mas realmente eles evoluem para "coisas nada a ver". Hahaha! Lembro disso do Digimon World 2 e 3.
      Bem, lendo sua análise noto que não jogarei esse Digimon, mas ainda fico interessado eu achar algum jogo mais novo da série para encarar.

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-10-20 18:13:39 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Dragon Ball Z: Extreme Butoden

    Zerado dia 20/10/16

    Bilionésimo jogo do Dragon Ball, esse mais focado na saga Z. Esse jogo saiu há umas eras pro 3DS e trazia a questão de personagens 2D similares aos que víamos nas épocas do SNES e PS1, o que agradou a muita gente, incluindo eu. Mas de qualquer forma, Extreme Butoden jamais passaria batido por mim, já que ele representa alguma (pouca) relevância no portátil da Nintendo.

    Algum amigo me disse que zerou ele rapidinho e na hora de ir esvaziar um pouco o 3DS, esse relato ajudou muito. Mas também, como um jogo de luta pode ser longo?

    De cara o jogo já parece bem amador, com uma abertura em anime sem 3D e de baixa resolução, além de menus com cores meio antigas e fontes meio borradas. Definitivamente levaram esse papo de jogo antigo a sério.

    A tela principal tem vários menus, como jogar versus, jogar livre contra a máquina, opções e todas aquelas coisas de jogos de luta. Os modos interessantes são três, sendo que dois estão bloqueados de cara: campanha, mapas e torneio, por assim dizer.

    A campanha conta toda o enredo do DBZ em dez lutas, começando pelo Raditz até chegar no Boo. Entre as lutas, temos vários diálogos que resumem até bem a coisa toda. Ao terminar essas lutinhas, são abertas novas opções de campanha: estória do Goku, Trunks, Gohan, vilões etc. Todos são bem semelhantes (com exceção da parte que jogamos com os vilões) e seguem a linha principal da estória do anime/mangá, mas te obrigam a usar aquele personagem. O Kuririn, por exemplo, eu odiei de jogar.

    É comum que nessas campanhas você ganhe diferentes assists em cada luta. Esses assists, assim como personagens secundários, são usados/trocados quando tocamos em suas imagens na tela de baixo. Jogou Jump Ultimate Stars? A ideia é a mesma, assim como a bagunça que pode ficar.

    O modo dos mapas, você tem um cenário e move o ícone de jogador de fase pra fase. Alguns dos estágios são lutas e outros são conversas e cada mapa libera outro ao ser terminado: planeta Namek, torneio do Cell etc. Cada mapa continua a estória do anterior e mais uma vez seguindo a narrativa do anime (embora você sempre escolha seus personagens e tenha também eventos a mais, como enfrentar o Raditz ou o Nappa aqui e ali). Ao fechar esse modo, o jogo acaba e os créditos sobem. O terceiro modo, torneio, é só pra sair porrando, aparentemente.

    Claro que cada modo e seus sub-modos contam com várias lutas e por seguir mais ou menos a mesma linha, DBZ:EB fica rapidamente repetitivo. Nem os gráficos legais, cores bonitas, assists e poderes especiais livram o jogo de cair na chatisse. Cada luta tem apenas um round e dura poucos segundos! Você entra e sai de lutas a todo momento.

    Pra completar, é tudo muito fácil. Dá pra ganhar quase todas as lutas apenas apertando Y. Sério. Ficar apertando repetidamente Y ou X faz com que o personagem combe e, além de ir pra frente, é normal que o oponente não defenda ou se jogue em seus ataques (deu até pra ficar mexendo no celular enquanto ganhava batalhas). Tive algum desafio no finalzão do jogo, principalmente em lutas contra Nappa ou Broly, mas não cheguei a perder uma luta sequer.

    Resumindo: Dragon Ball Z: Extreme Butoden é apenas mais um jogo de luta nesse mundo. É muito legal ver todos aqueles personagens e abrir vários outros, mas a maioria nem é controlável! O jogo cai fácil na repetição, mas o modo multiplayer é 100x mais interessante, exigindo muito mais habilidade ao atacar, defender, combar e escolher seu personagem. Infelizmente os modos principais que vão abrir tantos personagens.

    De bom: visualmente agradável e fluído. Vários personagens e variações, como super saiyajin e formas. Grande elenco de assists. Várias fases, sempre em 3D e de mapas memoráveis. Bem curto, o que é bom num jogo tão repetitivo e nada inovador. Trilha sonora estilo Guilty Gear (embora repetitiva também).

    De ruim: muitos personagens repetidos enquanto alguns mais diferentes são apenas assists (a maior parte). Modos contra CPU muito fáceis MESMO e só no finalzão que deu alguma graça de verdade. Combar, defender, voar, usar especial? Tudo bem inútil e quase nunca fiz nada disso. Fases com sub-desafios e Ranks, mas zero vontade de repetir estágios. Fases pequenas, sendo que de movimento mesmo só um pouquinho mais pra frente ou voar, mas nem sei fazer isso até agora.

    No geral eu fico feliz de não ter pagado pelo jogo, mas tenho certeza que dá pra se divertir um bocado contra amigos. Se for depender dos modos offline, pode esquecer.

    Dragon Ball Z: Extreme Butoden

    Platform: Nintendo 3DS
    101 Players
    21 Check-ins

    4
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-09-27 23:51:41 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Gods Eater Burst

    Zerado dia 27/09/16

    Aí outro jogo que me segurou por um bocado de tempo e fez os intervalos entre as minhas postagens no Alvanista serem maiores: Gods Eater Burst, de PSP. Pra falar a verdade, venho o jogando há vários meses, desde que terminei o último jogo no mesmo portátil, que deve ter sido Megaman Powered Up. O fato é que o jogo caiu rapidamente na repetição e a minha maratona de últimos jogos de Wii U deixou alguns poucos jogos de lado.

    Eu conheci GEB lá perto de seu lançamento, cheguei até a jogar multiplayer com amigos mas a falta de uma jogatina online também matou a empolgação. O motivo de eu começar a jogar a sério? Bom, em parte porque o jogo tinha deixado boas lembranças e ver seu avatar no PSP me atiçava, mas principalmente pela presença dos personagens da série em Project X Zone, que jogou o jogo lá pra cima na minha lista.

    GEB é um 'monster hunter', gênero que meio que já deu pra mim, mas bem mais japonês que outros similares. Aqui você tem personagens  com roupas descoladas, cabelos bagunçados e coloridos, personagens cartunizados e muito mais mobilidade, incluindo a habilidade de pular, e um monte de ataques sendo deferidos na tela. É um jogo menos estratégico que os similares.

    Diria que ele me lembra bastante a minha experiência com Freedom Wars no Vita, mas bem mais legal.

    O jogo segue aquelas premissas de ter um lobby com NPCs, onde você pega as missões, compra os equipamentos e itens e etc.

    Além desse diferencial do pulo, o jogo conta ainda com a possibilidade de trocar para uma arma de longa distância com o apertar de um botão, incluindo a  possibilidade de atirar cura em seus amigos, sendo outros jogadores ou os bots que o jogo disponibiliza para escolha antes de iniciar as missões (e são personagens importantes).

    Ao segurar o botão de ataque, a espada vira uma espécie de boca monstruosa e devora os inimigos, roubando uma habilidade especial. Pra isso, é claro, deve-se esperar por uma longa abertura do inimigo para que ele não te ataque enquanto a "habilidade de morder" carrega.

    Uma coisa legal também é o enredo do jogo, bem feito e com bastante profundidade, coisa que jogos do gênero costumam pecar. Graças a essa estória, temos ainda várias cutscenes feitas com a engine do jogo, cheias de diálogo e ação.

    Os Aragamis (monstros) das missões e os estágios disponíveis, que são sempre apenas uma área, e não várias pequenas como em Monster Hunter, são poucos, o que deixam o jogo meio repetitivo rapidamente. Pra tentar renovar as coisa e aumentar o desafio, o jogo cria color swaps dos monstros com um ataque ou outro a mais e muda seu nome pra dar a sensação de algo novo, embora alguns monstros originais ainda apareçam até certa parte do jogo.

    Mas o que ferra mesmo são missões com vários monstros, dois, quatro! Se um já leva muitos minutos, imagine quatro! E parece que eles gostam de se defender, pois é quase impossível todos não se juntarem e combarem em você, principalmente quando você estiver desprevenido atacando ou se curando com as poções.

    Pois é, é um jogo que demanda paciência tanto pros monstros que se agrupam ou atacam que nem doidos em fúria e te derrubam toda hora quanto para esperar que seus amigos venham e te ressuscitem antes que o tempinho acabe e você perca uma "vida".

    O macete do jogo é trocar de armas e criar novas conforme coletamos itens dos cenários ou de monstros que matamos e escolher quais usar na missão de acordo com a fraqueza dos monstros. Além do mais, bater nas partes certas é sempre importante (o que é demonstrado pelo efeito laranjado quando batemos). Algumas partes, que variam de monstro pra monstro, fazem com que ele perca mais HP, como a cabeça, ou pernas, ou como na maioria das vezes, no rabo,

    Acontece ainda de quebrarmos partes que exibem novos pontos fracos ou fraquezas que não são anuladas mesmo quando eles estão em fúria. Senti falta de uma coisa do MH: quebrar partes que fazem com que o monstro não use mais um golpe que era com ela.

    Resumindo: Gods Eater Burst é um jogo bem legal pra quem curte o gênero. Cheguei a enjoar logo no início mas acredito que não estava vendo a coisa toda com os olhos certos, e agora tô bem animado de jogar o segundo. Os bots seus amigos são até espertos e fazem com que as caçadas sempre pareçam multiplayer. O jogo original, sem o Burst no nome, contava com seis níveis de dificuldade, cada um com várias missões 'Story' e várias sidequests, mas a versão Burst adicionou mais quatro níveis e uma continuação da estória, apesar de ainda contar com dois chefes finais e créditos, um depois do nível 6 e outro depois do 10. Ainda assim, acho que se tivesse abandonado o jogo no primeiro último chefe, provavelmente não teria perdido muito (mesmo com um pouco de enredo interessante e maiores desafios depois, que dão maior satisfação ao zerar)

    De bom, jogo bem tranquilo, embora estresse em algumas situações. Gráficos legais (se soubesse que sairia i hack pro Vita, teria jogado a  versão dele). Jogo divertido sozinho ou em grupo. Várias armas, roupas e diversos jeitos de jogar. Personagens legais. Amei as cutscenes. Jogo de 35 horas, ótimo pra quem não tem mais o saco de jogar um MH de 80 horas, no mínimo. Cheio de movimentação que permite atingir onde quiser seus inimigos, mesmo ele sendo bem grande. Estória envolvente.

    De ruim: muito fácil de desmaiar, já que a defesa aumenta muito pouco e você tem que aprender a esquivar e defender, mesmo contra inimigos chatíssimos. Repetitivo, com poucos cenários e monstros. Fases nos primeiros níveis com até quatro monstros, coisa que não se vê mais perto do final. Progressão lenta do personagem que demanda maior progressão do jogador em relação a prender com erros contra os monstros.

    No geral o jogo é bem legal, meio desbalanceado, meio justo. Ficou devendo um segundo último chefe melhor, mas tá valendo. No final acabei gostando bastante e fico muito feliz de ter terminado um jogo que arrastei bastante. Doido pelo 2!

    Gods Eater Burst

    Platform: PSP
    432 Players
    61 Check-ins

    10
    • Micro picture
      nakero · almost 6 years ago · 2 pontos

      Caraaa, quando der joga o de vita!@ Ele tem bastante conteudo novo, ate um que muda o proprio estilo de devorar, fazendo ficar mais acrobatico.
      O 2 (que ja tem para vita e ps4) ainda não terminei, mas nele tu pode 'mudar' alguns golpes e upar eles, sem contar as balas que tem mais formas de editar...

      5 replies
    • Micro picture
      jcelove · almost 6 years ago · 1 ponto

      A quanto ao conteudo de enredo do burst adciona o suficiente pra encarar missoes muito mais dificeis que as do original. curti bastante a expensão e o verdadeiro final do jogo.

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-06-22 01:15:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Project X Zone

    Zerado dia 21/06/16

    Pensa num alívio! Finalmente deu na telha a vontade de iniciar esse jogo (em parte por ter amigos que já o terminaram e estão jogando o 2) depois de tanto tempo e ter comprado o jogo e o vendido antes mesmo de jogar.

    Bom, quando saiu a demo de Project X Zone pro 3DS, eu gostei bastante do que vi: um grande crossover com várias séries que gosto e conheço e gráfico meio pixelados bem legais, ao mesmo tempo que moderno e bonito. Eras depois a internet se encheu de posts de gente falando que a aventura era super repetitiva e monótona, enquanto alguns conhecidos diziam chegar a 80 horas de jogo!

    Bom, agora eu posso confirmar essas coisas, com exceção de que durou "apenas" 40 horas pra mim. Bom, perto do Namco X Capcom que publiquei aqui há meses, PXZ chega a ser rápido e super tranquilo. O título de PS2 começava com fases de uma hora e no final chegava a quase três, enquanto esse começa com várias fases de 30 minutos e a última talvez tenha durado umas duas. Além disso, personagens e referências a jogos mais populares e o visual deixa tudo bem melhor (o fato de ser portátil também).

    O jogo em si é um tactics, onde vários personagens de séries famosas da Namco Bandai, Sega e Capcom unem forças para enfrentar inimigos desses vários universos, desde monstros fracotes até grandes inimigos clássicos em busca de prevenir que o mal prevaleça.

    Apesar do estilo de andar no grid e etc, o jogo requer muita pouca tática em si. É mais sobre a porradaria fanservice que os japoneses tanto amam.

    Você anda, usa habilidades e itens e ataca os inimigos que estiverem ao alcance. Nesse ponto cada direção que segurar e apertar o botão A resulta em um combo diferente. Se usarmos todos eles, ganhamos um combo extra para ser usado.

    É sempre bom aprender o timing para juntar os golpes antes que o monstro caia no chão e quebre a corrente de golpes ou defenda. Quanto maior a porradaria, mais cheia ficará a sua barra de especial. E pra te ajudar com isso, alguns personagens do jogo são exclusivamente suportes, que podem ser chamados a atacar a qualquer momento. Além disso, outras duplas que estiverem ao alcance também podem ser convocadas no meio da luta para ajudar com a porradaria, que vira uma enorme bagunça de efeitos especiais, falas e números pulando aqui e acolá. Quando golpes de dois ou mais personagens acertam ao mesmo tempo, o inimigo fica com o status "Cross", em que fica estático na posição que levou o golpe duplo até que uma das partes pare de bater.

    Conforme batemos e apanhamos, ganhamos XP, que nesse jogo serve para executar ações específicas, como defender um golpe e receber menos dano, dar counter ou anular qualquer golpe que receberia.

    Essa barra de XP também serve para soltar os ataques especiais, lindos e muito fortes. A chave para matar inimigos fortes.

    Deve-se levar em conta que os inimigos principais também soltam golpes especiais e dão counter (a maioria das vezes são outros golpes especiais fortes e animados).

    Felizmente, morrer mesmo só as vezes lá no final, quando eu já estava cheio de itens e isso dificilmente acarreta em alguma coisa, como Game Over. Esse tipo de penalidade fica reservado a um herói em cada fase, que se morrer, falha a sua missão. Os outros, ao perderem, ficam verdes e inutilizados até que alguém com alta XP se aproxime e o ressuscite pagando destes pontos.

    As séries são bem conhecidas, como Megaman X, Tekken, Street Fighter, Devil May Cry, .Hack, Shining Force etc. Eu gosto desse tipo de jogo porque ele me lembra de coisas que ainda tenho que jogar, como Dead Rising. No caso de eu esquecer, só pego uma lista de jogos que participaram do crossover. Achei legal ter a participação de jogos como Resonance of Fate e Gods Eater, entre outros, pois eu realmente não esperava e isso já até os adiantou na fila.

    Muitos heróis voltaram, como a Tron Bonne, Dimitri e Chun Li, enquanto novos deram as caras, como a Jill Valentine, Frank West e mais uma grande quantidade de personagens. Séries mais antigas e menos populares foram deixadas de lado, como a galera do Tower of Druaga ou Bravoman, o que acaba sendo muito bom.

    Resumindo: Project X Zone é um jogo legalzinho. Viciante no início mas eventualmente acaba caindo na repetitividade e monotonia. O jogo consiste em andar num grid em estágios baseados nos jogos participantes do crossover e juntar um bocado de combos e repetir isso a todo momento. Ainda assim, há algum carisma na aventura e não cheguei a cansar nem perto de como cansei em Namco X Capcom. Pra dizer a verdade, até começaria o 2 agora.

    De bom: bonito e com combos fantásticos. Animações dos golpes especiais perfeitas. Dublado em japonês. Várias séries bacanas juntas. Possibilidade de passar animações de golpes especiais ao apertar B, o que economiza muito tempo de jogo.

    De ruim: plot fraco, repetitivo, apesar de você ganhar novos golpes conforme ganha níveis e aumenta seus combos. Pouca variedade nas missões, que quando tem algum desafio, é bem chatinho e sem graça. Fases que chegam a demorar quase duas horas as vezes e pra quem tem o dia corrido, acaba passando o dia todo jogando de pouco em pouco pequenas partes e vivendo de quicksave. Inimigos que fogem e voltam nas próximas fases, odeio isso. Parece que lutar é inútil. Repetição de algumas fases também. Acho que seria mais legal se os golpes especiais fossem ficando maiores e fortes com o tempo. Ao invés disso, você começa o jogo dando um especial super longo e os verá mil vezes até fechar PXZ.

    Vale a pena jogar? Acho que sim, ainda mais se o estilo de jogo te agrada. Mas são 41 fases da mesma coisa, então vale a pena tomar cuidado. Gostaria que o 2 tivesse elementos mais interessantes, mas só descobrirei isso no futuro.

    Project X Zone

    Platform: Nintendo 3DS
    761 Players
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    • Micro picture
      jcelove · about 6 years ago · 2 pontos

      Excelente Análise!! Eu fui um dos que quase chegam nas 80 horas. as batalhas se arrastam demais no final.hehe

      3 replies
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      bakujirou · about 6 years ago · 2 pontos

      parabens champs

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      katsuragi · about 6 years ago · 2 pontos

      Sou o único que é apaixonado no geral por essa linha de Cross Overs ? </3
      Eu sempre pedia mais inimigo quanso acabava. ;_;
      As Stages que vinham 20 de início já me agradavam HAUAUAAHAJHAHA

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2016-03-04 10:38:19 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações - Muscle March

    Zerado dia 04/03/16

    Caraca! Há quanto tempo eu não ligava o Wii. O coitado tá cheio de jogo pra ser jogado mas tenho dado prioridade pra outros títulos, embora eu esteja na louca pra jogar muita coisa no meu branquinho.

    Bom, quem acompanha minhas postagens no Alva talvez lembre que eu sempre digo que estou jogando um jogo grande. E ainda estou...

    Como o meu jogo principal requer que eu me entregue a ele e bastante paciência, acabo tentando não jogar nada mais, senão eu desanimo com o dito cujo. Hoje, porém, tava na sala, vi o Wii e lembrei de Muscle March! Um joguito de WiiWare baseado em movimentação e pose. Resolvi mais uma vez tentar terminá-lo, e acabei conseguindo! Feliz também em saber que eu vou postar mais algo aqui enquanto não zero o outro jogo, que ainda vai levar um tempo.

    MM é um daqueles jogos beeeeem japoneses. Com um humor diferenciado. O plot é que alguém roubou um pote (que acredito ser de Whey) e você deve escolher entre um dos personagens para perseguir o larápio. Entre as possíveis escolhas, temos homens de algumas etnias, uma mulher e um urso polar. Todos super bombados, claro.

    A fase é "on rails", onde os personagens correm em fila automaticamente, sendo que o primeiro é o vilão, obviamente fugindo dos outros. Conforme ele corre e paredes aparecem, ele faz uma pose, que você deve imitar antes de atingir  obstáculo. Caso contrário, você perde um coração.

    São apenas quatro poses: dois braços pra cima, dois braços pra baixo, braço direito pra cima e esquerdo pra baixo e vice-versa. Nós executamos as poses com o wiimote e nunchuk, apontando para cima ou para baixo. O feeling é mais ou menos o de Just Dance, sendo mais divertido jogar em pé e imitar a pose dos marombeiros (muito engraçado pra jogar coma  turma).

    Parece moleza, mas conforme a fase anda, uma pessoa da fila acaba escorregando e caindo fora e você fica cada mais perto do ladrão, exigindo maior reflexo na hora que ele cria a pose.

    Depois de ficar apenas você e ele, é uma questão de tempo até o jogo mandar você sacudir os controles o mais rápido possível para finalmente alcançar o cara e terminar a fase.

    São apenas três mapas: cidade, vila e espaço. Cada um com três fases, sendo que a última é sempre o mesmo vilão. A primeira delas é sempre um "warmup", como o próprio nome do estágio diz, a segunda média e a terceira de alta dificuldade (em alta velocidade e quase impossível acertar as poses a tempo).

    É isso, não é um jogo com muita profundidade, mas sim voltado a exercício e movimentação do jogador. Ao terminar as três fases de um mapa, aparece um tela com "jogo terminado" e "volte depois", como se fosse pra você dar uma jogadinha todo dia de manhã antes de sair pro trabalho ou escola.

    A dificuldade de um mapa pra outro também é a mesma. u seja, a primeira fase da cidade e a primeira do espaço são de mesmo nível, assim como a terceira de cada, sempre difícil da mesma forma.

    Os personagens também são basicamente apenas skins. Escolha o que achar mais engraçado. Rola uma diferença de vozes só pra não dizer que foi um trabalho preguiçoso.

    Resumindo: Muscle March é um jogo super divertido e que te faz suar um pouco. O humor japonês faz com que o jogo seja um sucesso nas jogatinas com os meus amigos. Um deles até comprou um Wii porquê "esse tipo de jogo só rola nas plataformas Nintendo".

    De bom: engraçado, efeitos especiais e sonoros bem típicos. É bem estilo Arcade mesmo. Fases rápidas (duram sei lá, um minuto?). Colorido e com cenário típicos do Japão. Curva de aprendizado legal com o aumento de dificuldade de uma fase pra outra, e mesmo ao falhar, é possível continuar dela, ao invés de voltar ao início. Ladrões diferentes  que influenciam levemente na percepção das poses. Legal também que além da pose ficar marcada na parede, cada uma das quatro tem sua cor própria de contorno, então mesmo não enxergando perfeitamente é possível saber o que fazer.

    De ruim: dificuldade meio tensa nas terceiras fases. Além de mil poses em pouco tempo e as vezes com um leve delay do reconhecimento dos controles, você chega no chefe, balança muito os controles e não o alcança! Daí tem que resistir há mais um bocado de poses. Essa mesma dificuldade me fez desistir do jogo algumas outras vezes. Poucas fases também, o que fez a coisa durar 30 minutos. Queria poder liberar novos personagens, como os vilões. Um macete: se a coisa tiver tensa, pause o jogo quando ver a pose, fique na posição, volte ao jogo. Com isso seu personagem já vai ficar do jeito necessário e você não vai mais bater, muito útil nas fases finais.

    Bom, é um passatempo de WiiWare, não dá pra cobrar muito. Mas o jogo é espetacular em sua simplicidade. Explique pros amigos como funcionam os controles e caia na festa. Diversão garantida por um bocado de tempo, além das risadas.

    Muscle March

    Platform: Nintendo Wii
    15 Players
    1 Check-in

    5
    • Micro picture
      jcelove · over 6 years ago · 2 pontos

      Caraca vei, esse é um dos jogos do Wii que eu mais queria jogar, é alto nivel de qualidade hueristica.hehe

      1 reply
  • danilodlaker Danilo Rodrigues
    2014-12-02 17:39:16 -0200 Thumb picture

    Por onde começar? Pode ser por aqui mesmo?

    Então galera eu estava procurando sobre alguns JRPG's e me deparei com uma enorme franquia conhecida como "Tales of", decidi pesquisar mais sobre os jogos e me interesse pelo Tales of Symphonia mas ai eu queria saber se posso começar diretamente por esse ou se tenho que jogar algum antes pra não ficar boiando na história do jogo.  E então eu posso começar por esse mesmo ou devo começar por outro ?

    Tales of Symphonia Chronicles

    Platform: Playstation 3
    356 Players
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    6
    • Micro picture
      alternateblue · over 7 years ago · 3 pontos

      Eles n tem relaçoes entre eles, pode começar por qualquer um! ^^ e eu indico o tales of the abyss e o tales of phantasia!

      2 replies
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      anne · over 7 years ago · 2 pontos

      quando fiz a msm pergunta me disseram q podia começar por qualquer um :3

      6 replies
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      lucas_martinstursi · over 7 years ago · 2 pontos

      Ei cara, muito obrigado por fazer essa pergunta, eu tinha exatamente a mesma dúvida, eu sempre vi os JRPG's por aí mas nunca soube se valiam a pena (symphonia, Xilia etc geralmente 'tales') acabei me interessando mas não sabia quais eram bons

  • katsuragi Jefferson Trindade
    2014-11-14 19:27:39 -0200 Thumb picture
    11
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      wilhelm · over 7 years ago · 2 pontos

      WTF!?!?!?!?!?!?

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      sakuraba · over 7 years ago · 2 pontos

      Eu vou assumir que ele está falando com a KOS-MOS... Ela tem um Stalker... Quem diria?

      11 replies
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      kanata · over 7 years ago · 2 pontos

      @sakuraba acredito que seja no Super Robot Taisen

      7 replies

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