• 2022-11-23 03:33:04 -0200 Blank user
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-10-12 17:41:49 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Quase encerrando nossa visita ao <strong>Museu d
    International Superstar Soccer 64

    Platform: N64
    1332 Players
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    Quase encerrando nossa visita ao Museu do Videogame Itinerante, mostrei ao meu sobrinho, que é louco por futebol, o International Superstar Soccer 64, o ancestral de eFootbal, PES, e Winning Eleven. E dessa vez com controles funcionado perfeitamente.

    E lá se foi mais uma interminável partida de uns 10 minutos, e dessa vez eu que venci, pra revolta dele que costuma me vencer nesse tipo de jogo.

    Quando joguei esse jogo da última vez eu era mais jovem que ele. Não lembrava de tudo, mas lembro que, ao contrário de meus irmãos, não gostava muito desse jogo.

    Os gráficos em 3D eram legais pra época, um cenário com aquele "realismo" era um sonho pra quem gostava dos jogos do esporte, era como entrar num estádio e incarnar como um jogador de futebol iguais aos da tv, mas eu era mais da jogabilidade prática, e nisso os dois International Superstar Soccer de SNES eram muito superiores.

    10
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-10-10 15:01:06 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Quando finalmente meu sobrinho largou o <strong>
    Wave Race 64

    Platform: N64
    1041 Players
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    Quando finalmente meu sobrinho largou o Duck Hunt, fomos jogar Nintendo 64, ele pela primeira vez no console real, e eu depois de uns 15 anos.

    Jogamos Wave Race 64, um jogo de corrida de jetski muito comentado, e que realmente tem efeitos bem legais na água pra época, mas cansou muito rápido.

    Uma pena o controle do N64 que usamos ter o analógico meio solto, e além de eu não ser muito fã de jogos de corrida na água.

    Espero emular esse futuramente pra ver se era o controle mesmo ou se falta mais alguma coisa nesse jogo.

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      bobramber · 6 months ago · 2 pontos

      Joguei esses dias (emulado) e achei incrível como realmente sentimos o peso da água na direção.

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      saulovyny · 6 months ago · 2 pontos

      Tenho recordação desse jogo porque quebrei o braço na época, e jogava ele só com uma mão no controle do N64 kkk

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      santz · 6 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é excelente para mostrar o poder do Nintendo 64. Quando joguei, achei muito bom de controlar. Vai ver o controle tava zuado mesmo.

  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-04-17 22:42:46 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Mortal Kombat 4</strong> finalizado! (co
    Mortal Kombat 4

    Platform: N64
    1607 Players
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    Mortal Kombat 4 finalizado! (com o Kai)

    Fiquei indignado que meu sobrinho terminou esse jogo antes de mim, então fui lá resolver essa pendência no emulador.  Pesquisando se existiam coisas secretas no jogo acabei descobrindo que é possível mudar o visual dos personagens na tela de seleção.

    Diferentemente dos anteriores, o visual desse Mortal Kombat é em 3D, com jogabilidade ainda em 2D. Foram adicionados novos movimento de combate, como sacar uma arma, dar um passo para o lado rotacionando limitadamente ao redor do cenário, e arremessar objetos do chão como armas quando eles estão presentes. De resto, o jogo mantém os movimentos do jogo anterior, como a corrida.

    Acabei escolhendo o Kai, um dos novos personagens inexpressivos. Personagem esquisito, com magias de fogo verticais, de cima pra baixo, ou de baixo pra cima, além de um soco antiaéreo que costuma atravessar a posição do adversário, e um chute pra frente, semelhante ao de Jhonny Cage. Além disso, ele pode "plantar bananeira" e se movimentar com as mãos no chão, e fazer com isso alguns golpes únicos dessa posição, mas que achei desnecessários. Primeira vez que faço um Fatality nesse jogo, mas o Kai só pula e explode a cabeça do inimigo com uma bola de fogo.

    Entre uma luta e outra usei o Kai com  visual "motoca", que também muda a arma de adaga kukri pra um porrete.

    Os chefes são o clássico Goro e o novo deus malvado Shinnok

    Goro tem seus golpes tradicionais e as vantagens de força absurda quando acerta, mas fez tanta firula com poses pra câmera que nem deu tanto trabalho.

    Já Shinnok vem agressivo, sempre correndo feito louco, deu trabalho, mas achei mais fácil dar sequencias de golpes nele. No fim, quando derrotado tem uma animação bisonha da cara dele explodindo e ele caindo num abismo.

    No final, Kai desiste de virar monge Shaolin (?),  decide vagar pelo mundo pra achar a alma perdida dele, e recebe de presente o cajado do Raiden. Tudo numa cena com animação e com aquelas vozes bem amadoras que dão um pouco de vergonha hoje, mas talvez já tenham sido legais no passado. Isso tudo me fez sentir falta de quando terminava os jogos anteriores e recebia só uma imagem e um texto, mas nada é pior que os finais de Armageddon.

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      santz · 12 months ago · 2 pontos

      Na época que vi esse jogo pela primeira vez, ainda no PS1, achei ele feião e muito ruim de jogar.

      1 reply
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      jcelove · 12 months ago · 2 pontos

      Eu gostava bastante do mk4 na epoca, mas preferia de longe a versao ps1 ou pc com os finais em cgi https://youtu.be/a9_ooHwsi7c

      1 reply
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-03-31 10:15:03 -0300 Thumb picture
  • makalongplays Maka Longplays
    2021-11-09 13:30:04 -0200 Thumb picture

    Longplay "Batman Beyond: Return of the Joker"

    Ano de Lançamento: 2000

    Série: Batman Beyond

    Desenvolvedor: Kemco

    Distribuidora: Ubisoft

    Plataforma: Nintendo 64, PlayStation 1

    Gênero: Action-adventure, Beat 'em Up

    Batman Beyond: Return of the Joker

    Platform: N64
    214 Players
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    5
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      volstag · over 1 year ago · 2 pontos

      Nunca joguei, tenho um preconceito desse Coringa de Pistache que não tá escrito hahahaha

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-10-08 16:40:39 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Star Wars: Shadows of the Empire

    Zerado dia 07/10/21

    Depois de um tempo focado em terminar jogos aleatórios ou liberar espaço em alguns consoles, resolvi voltar à minha lista de pendências. Estranhamente a vontade foi não só de jogar algo no PC como ir pro Star Wars: Shadows of the Empire.

    Eu e Shadows of the Empire (SotE) temos um histórico de longa data: eu e meus primos éramos loucos por qualquer cosia relacionada à Star Wars durante a infância/pré-adolescência. Na época consumíamos tudo o que era relacionado, sobretudo jogos e Legos e os filmes do momento eram o Episódio I e II.

    Na minha casa só dava Star Wars - Episode I: Racer no meu N64 por muito tempo. Mais tarde cheguei a ter mais alguns jogos no console, incluindo Rogue Squadron. Ô tempo bom!

    O lance é que conheci SotE jogando aleatoriamente numa "locadora" e adorava o pouco que eu avançava na aventura! Ah, como eu queria ter aquele jogo! Essa locadora ficava em outra cidade, onde a família de um primo mora e eu sempre ia com ele por falta do que fazer em casa e sabendo que muito provavelmente jogaríamos na locadora.

    Muitas vezes nos separávamos: ele ia jogar algo no PS1 e eu sentava na mesa do N64 só para jogar esse Star Wars. A primeira fase, da clássica batalha de Hoth, ficou gravada no meu cérebro. Agora, anos depois, ainda consigo controlar a tudo como se tivesse jogado ontem!

    Aqui no DF era muito difícil achar jogos de N64, ou não sabíamos onde procurar. Então era difícil conhecer as coisas onde só dava Playstation. Eu ficava sonhando em ter esse Star Wars em casa, conhecer o Battle for Naboo, conhecer Zelda, jogar Mario 64 e tal, mas era tenso.

    Lembro que a minha avó me deu o console e ficou muito decepcionada ao saber que ele não vinha com jogos. Uma vez achei um Hexen numa loja aleatória e foi R$50 (isso deve ter sido em 2002 ou 2003. Enchi o saco da minha mãe para comprar (nem sabia do que se tratava), mas ao chegar em casa ele não funcionou.

    Por muito tempo esse Shadows of the Empire me assombrou, principalmente depois de mais velho. Eu queria o jogar, mas e a preguiça que tenho de emular jogos de N64 no PC?

    Cheguei a ver algumas partes aleatoriamente depois que um vídeo de um youtuber ficou passando aqui na TV e ele estava muito frustrado e cansado. Isso me distanciou ainda mais desse jogo.

    Anos depois descubro que existe essa versão de PC. Que felicidade! Talvez essa versão tivesse envelhecido melhor ainda e fosse mais próxima da minha experiência com jogos como os Jedi Knights.

    Bom, é um jogo antigo e meio zoado para abrir no Windows 10. Abriu tranquilo graças ao GOG, mas ele não inicia diretamente, mas sim abre uma janela para customizar a experiência, como nível de dificuldade, seu nome, resolução etc.

    O primeiro Level é muito simples e, assim como a maioria dos 10, é dividido em menores partes aqui chamadas de Stages.

    Percebi que esse Level é muito simples e age um pouco como tutorial. Você voa num Snowspeeder, destrói uns probe droids e o Stage acaba. Na nova sessão você deve destruir ainda AT-STs. Já na terceira e última Stage você ainda deve derrubar AT-ATs enroscando suas pernas em arames que a nave solta circulando suas gigantes pernas. Uma parte clássica dos jogos, que muitos conhecem e jogaram mesmo sem ter ido muito longe na aventura.

    Terminando essa primeira fase você assiste uma cutscene e já é transportado para o próximo Stage, agora a pé

    Nessa segunda fase você está numa base na neve, explorando-a, matando stormtroopers e por aí vai. Na grande maioria do tempo de Shadows of the Empire o gameplay será esse e lembra um bocado a ambientação e sentimento geral de um Jedi Knight da vida. Para a minha surpresa, SotE é muito mais leve, com fases mais curtas e lineares, sem aquele vai e volta clássico, sem botões escondidos. O foco está na ação e um pouco na plataforma.

    Experimentei conectar o Pro Controller do Switch para jogar e surpreendentemente funcionou sem o menor problema. Mas algumas configurações são estranhas, imutáveis no menu ou simplesmente não são atribuídas a nenhum botão até que você o faça manualmente.

    Bom, como as primeiras fases são mais tranquilas e no máximo você vaia tirar, pular, interagir com botões e talvez se agachar, não deve perceber falta de nada. Eu comecei a perceber que havia algo de errado com base na movimentação do protagonista, Dash Rendar: andando em linha reta para a frente é ok, mas virar para um lado e outro era meio lento. Tenha em mente ainda que o jogo era originalmente de N64, usando apenas um direcional analógico para se movimentar.

    Então apertar para a direita, por exemplo, vira o personagem para a direita e a jogabilidade lembra um pouco a dos "controles de tanque" clássicos, mas tem a vantagem de ter a câmera sempre atrás do seu personagem. Andar de lado requereu assimilar alguns botões que não estavam em uso. O mesmo se aplicou para a troca de armas e para ativar o jetpack nas fases em que ele está disponível.

    A qualquer momento você pode jogar no teclado mesmo e ver como o jogo é mais fluído, inclusive o personagem anda bem mais rápido e livre. Infelizmente as opções limitam demais a liberdade de customização (queria poder configurar o uso de dois analógicos) e muita coisa deve ser consertada com os mods da comunidade.

    O jogo ganhou ainda uma nova forma numa fase no espaço, mas sem controle da nave, apenas das torretas. A cosia mais sem graça do mundo e felizmente acabou rápido.

    Tava tudo bem tranquilo, até demais, até o estágio 4 ou algo assim, cheio de plataformas num cânion. Umas partes eu simplesmente ficava super rápido e era lançado nos buracos. Rampas escorregadias? O vento? Só deus sabe. Mas olha, estava tudo ok ainda assim pois o jogo tem bastante checkpoints e perder todas as vidas só te joga de volta ao início da fase.

    Digo ainda que a partir do momento que você aprende os cenários e deixa de ir para lugares para pegar munição ou coletáveis e foca em ir para partes mais interessantes ou simplesmente até o final, é sempre bem rapidinho. Progresso rápido demais, para o meu feliz espanto. No final do jogo eu pude constatar que cada Stage durou menos de 15 minutos (e ainda pareceu menos), com exceção dessa do cânion que levou 30. Para se ter noção, as duas últimas fases levaram 10 e 13 minutos.

    Há umas escolhas meio estranhas de design aqui e ali, como numa fase que o chão começa a se abrir e você deve pular de um lado pro outro. O problema é que eu não tinha certeza se estava mesmo se abrindo ou se era impressão minha. Quando tive a certeza, já era tarde demais.

    Enredo vem, enredo vai. As CGs em baixíssima resolução são até interessantes para quem curte jogos da saga desde os antigos e video games da época. Mas vou dizer que os modelos dos personagens são super feios e artificiais. É quase como algo vindo logo depois daquele clipe de Money for Nothing do Dire Straits. Ainda assim os caras fizeram um bom trabalho em tentar replicar o rosto de personagens conhecidos, como a Luke e a Leia. Só não envelheceu tão bem.

    Mais um pouco a frente, me deparo com essa fase em que você joga em cima de navinhas, speeders, no deserto e numa espécie de corrida. Cara, que fase estranha! O último competidor entre os bots sempre é super lento, mas se você o ultrapassa, ele fica no seu encalço e os seguintes ficam quase inalcançáveis. O design da fase é basicamente uma cidade e não foi feita para corrida. Muito irritante bater a todo momento e ver o lerdão freando e ficando lento na sua frente.

    Depois de muita frustração e fracasso, pois quanto mais você acelera, mais rápido a fase acaba, e a fase acaba assim que os inimigos alcançarem um certo ponto, acabei descobrindo que deveria os destruir um por um, bem devagar batendo contra seus veículos e indo pro próximo e assim por diante. Mais um estágio mega fácil.

    Shadows of the Empire ainda conta com vários chefes, no final de quase todos os Stages. O primeiro e mais notável no início é um AT-ST enquanto você está a pé. Você vai perceber que diferentes armas e posicionamento causam efeitos diferentes, sobretudo no dano. Como um AT-ST é alto, você acaba atirando nas suas pernas, causando pouquíssimo dano e resultando em uma provável morte de sua parte. O lance é adentrar o seu recinto, subir em plataformas mais altas e mirar na cabeça. Bem mais rápido!

    Em uma das fase finais o chefe é um robozão que quando você o vence, ele muda para a próxima fase, sem as pernas, e depois apenas a cabeça. Não é lá um chefe muito fácil e cheguei a jogar esse estágio umas 3 ou 4 vezes por causa dele. Depois venci cada forma com apenas um tiro de uma arma que coletei munição na mesma fase.

    Já pro lado fanservice, há uma batalha de chefe contra o ilustríssimo Boba Fett e sua nave, o Slave 1. Bacana e aceitável, já que prefiro que personagens relacionados aos filmes passem longe dos jogos.

    Resumindo: Star Wars: Shadows of the Empire é, para a minha surpresa, um jogo bom e divertido. Para quem terminou Jedi Outcast há pouco tempo, essa foi uma experiência super light e rápida, com cenários diferentes, raramente claustrofóbicos e ótima continuidade. A sensação é que o jogo dura o tempo de uma fase das aventuras de Kyle Katarn. Há elementos que não envelheceram bem e eventuais dificuldades com o gameplay, mas isso tudo deve poder ser consertado por mods.

    De bom: ambientação sensacional que jogos da franquia costumavam ter naquelas gerações. Trilha sonora muito boa. Jogabilidade simples. Fases diferentes, com mecânicas e objetivos bem distintos. Nível de dificuldade tranquilo. Diversos níveis de dificuldade. Curto muito o lance de mira automática.

    De ruim: controles importantes não são customizáveis no PC. O jogo chegou a dar problema duas vezes comigo, me obrigando a refazer a fase que me encontrava. Muitos personagens e veículos que nunca vi e que pareciam toscos, tipo o chefe robozão. Alguns obstáculos são irritantes, assim como algumas mortes bizarras. As cinematicas 3D são feinhas (achei as imagens estáticas no N64 bem mais bacanas e estilosas).

    No geral, me surpreendi e curti o jogo à beça. Queria que o Anderson do passado tivesse tido acesso ao jogo por completo em seu antigo N64. Um legítimo jogo Star Wars pé no chão, diferente dos mais recentes em que os Jedi são basicamente super heróis. Jogo legal e que aconselharia jogar no PC em resolução maior e pesquisar por mods que melhorem a qualidade de vida. Maneiro!

    Star Wars: Shadows of the Empire

    Platform: PC
    21 Players
    1 Check-in

    22
  • cyberwoo Diogo Batista
    2021-09-09 11:53:52 -0300 Thumb picture

    ​Minha Coleção de Jogos do Nintendo 64

    Publiquei ontem um vídeo mostrando um pouco da minha coleção de Nintendo 64, ou pelo menos como ela está até o momento. Quem quiser conferir:

    Super Mario 64

    Platform: N64
    15795 Players
    228 Check-ins

    7
  • 2021-07-24 13:06:49 -0300 Thumb picture
    Post by cleuber: <p>Game play do game Pokemon Stadium em português

    Game play do game Pokemon Stadium em português para Nintendo 64.

    Pokemon Stadium

    Platform: N64
    8638 Players
    34 Check-ins

    0
  • 2021-06-23 06:12:18 -0300 Thumb picture

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