• anduzerandu Anderson Alves
    2021-09-04 18:09:03 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mario Tennis Open

    Zerado dia 04/09/21

    Nos primeiros tempos do Nintendo 3DS, fazíamos encontros quase que mensais e por muito tempo só dava Mario Kart 7 no quesito multiplayer enquanto jogávamos o mesmo online quando sozinhos em casa, além de um Resident Evil Revelations aqui, um Theatrhythm Final Fantasy ali e um Spirit Camera acolá. Quem sabe um Pushmo ou Mighty Switch Force? Alguns corajosos se arriscavam em território pouco popular com Street Fighter IV 3D, Ridge Racer ou Splinter Cell.

    Com os multiplayers a conta-gotas e não veríamos Pokémon ou Smash Bros. tão cedo no portátil, ficamos muito ansiosos ao ver a mais nova aposta da Nintendo: Mario Tennis Open!

    OPA! Um multiplayer para até 4 pessoas numa única partida e com o selo de qualidade dos jogos do Mario? Legal! Mais um para os concorridos campeonatos que fazíamos.

    Lançado e com vários entusiastas com eles em mãos, pudemos conferir do que se tratava: mais um Mario Tennis. Eu não manjava quase nada da série nesse época. Havia jogado e amado o jogo do GBA e curtia muito as festas com a versão de Wii, mas será que valia mesmo a pena gastar os R$150 na época nesse de 3DS?

    Quer dizer, o jogo era lindo e tudo, mas bem menos pessoas o compraram em relação do que eu esperava. Sim, eu esperava algo para no mínimo bater de frente com o já manjado Mario Kart, mas não chegou nem perto (na verdade o MK bizarramente rendeu jogatina a geração inteira).

    Além de menos amigos o terem adquirido e a febre ter logo passado, o jogo tinha umas mecânicas que não me agradavam tanto (mal sabia eu que seria ainda pior com os jogos posteriores).

    Agora estou aqui, quase 10 anos depois (mal dá para acreditar que já faz tanto tempo), terminando um jogo que foi notório na minha vida de jogador.

    Ao iniciar o jogo, você verá diversos modos na tela inicial, muitos até inúteis hoje em dia. A "campanha" do jogo é o modo de torneios, e eu ponho entre aspas porque esses torneios são meio que genéricos: termine um e abra o próximo. Não há um enredo nem interação fora das quadras, como era no meu amado Mario Tennis de GBA, coisa que muitas pessoas passaram anos e anos pedindo que voltasse.

    Há um modo estilo Free Play, a opção de jogar multiplayer (não sei se apenas Versus, pois no modo torneio há a opção de jogar em duplas, então é lógico que exista essa opção cooperativa). Há ainda um modo de jogo online, provavelmente completamente vazio hoje em dia. Tem também um modo de minigames bacana.

    Pra fechar, há um menu de customização, onde você pode acessar uma loja e comprar itens cosméticos que são desbloqueados conforme você joga e os equipar no seu Mii, que pode ser usado em jogo.

    Já no modo torneios, há várias "copas", assim como no Mario Kart, mas você deve as jogar de forma linear, terminando a única disponível e desbloqueando a próxima.

    Cada torneio representa um nível de dificuldade e apenas 3 partidas, que também crescem em dificuldade de uma para a próxima.

    O primeiro torneio é o do cogumelo (Mushroom) e a minha primeira partida foi contra o Luigi, mas aparentemente é sempre aleatório. Eu joguei com o Mario o jogo inteiro e nem sequer cheguei a testar meu Mii (não curto as vozinhas no MK, haha).

    Para quem não manja nada de tênis ou não se lembra, funciona mais ou menos assim: você pontua e ganha 15 pontos. Mais uma vez e fica com 30. Na próxima, 40. Pontue mais uma vez e você vence um Game. Vença dois Games e você vence um Set, basicamente. Vença dois Sets e você vence a partida.

    O lance é que a regra do jogo te obriga a ter uma certa vantagem para pontuar. Por exemplo: se eu tenho 40 pontos e meu oponente também faz os 40, ficamos empatados e quem pontuar NÃO vence, mas sim ganha uma vantagem (Advance) e agora sim se fizer um ponto, ganha. Mas se o oponente pontuar novamente, ficamos empatados novamente. Isso vale para cada Game e até Sets. Se empatarmos muitas vezes, a regra do jogo muda para quem fizer 7 pontos primeiro (pontuar 7 vezes).

    Essa primeira partida contra o Luigi só requeria que alguém ganhasse um Set. Ou seja, pontue 4 vezes para ganhar um Game, o jogo troca os personagens de lado da quadra, pontue mais 4 vezes e você terá um Set, significando vitória!

    No início os oponentes são bestas e rapidamente eu vencia cada torneio e suas três partidas. Acho que menos de 10 minutos.

    Conforme você avança num torneio, a pontuação mínima necessária para a vitória aumenta e os bots ficam mais espertos. Logo você vai ter que fazer 2 sets e isso se torna o novo normal.

    Após terminar as 4 copas do modo Singles (1x1), Mushroom, Green Shell, Fire Flower e Banana, achei que teria acabado o jogo, mas logo se abriu o modo Star e 4 novas copas diferentes, ainda mais difíceis e com diferentes quadras.

    Quem joga a série já sabe que diferentes quadras tem efeitos diferentes na jogabilidade, embora eu quase não perceba. Aparentemente isso afeta principalmente a bola, sua velocidade, como ela quica etc.

    Eu sofri demais principalmente na última quadra da campanha, que ficava mudando e afetando a bola. Acho que passei rápido demais das demais copas para perceber, mas no final foi sofrível: quadras que escorregavam, que a bola quicava para fora como se fosse um trampolim e uma maldita quadra de buraco negro. Meus deus, esse buraco negro! Basicamente é como se houvesse um vórtice no meio da quadra e depois que a bola quicava uma vez, ela era jogada para o lado menos esperado, totalmente bizarro.

    O grande macete do jogo é se posicionar dentro dos círculos coloridos na quadra e apertar o botão correspondente, como B no azul, A no vermelho, Y no roxo etc. Quando jogar, memorize isso (ou aperte o comando na tela de toque)! Isso fará com que o efeito seja muito ampliado e a bola faça a ação com muita velocidade. Nem isso ajudava no vórtice, até porque nas últimas fases os círculos coloridos não aparecem tanto assim.

    Bom, não sou muito fã dessas frescuras, mas ao menos não bagunçam tanto assim o jogo e ele continua bem estratégico. Fato comprovado no final da campanha contra IA bem difícil em partidas bem longas e que necessitavam de vários Sets para serem vencidas.

    Ruim mesmo foi o que veio nos jogos seguintes, com itens bagunçados, ficar gigante, salvar a bola como o The Flash, tiros fortíssimos que quebram raquetes etc.

    Não ter itens e especiais já é algo bem bacana e cada personagem tem especialidades próprias, o que já configura um bom jogo.

    Então eu tenho que dizer que Mario Tennis Open é bacana, mas essa campanha é como um longo tutorial. É divertido? É sim, mas sem enredo e nada além de partida atrás de partida, o objetivo aqui parece ser mesmo te deixar bom. Conseguiu terminar todas as copas? Legal, agora você pode jogar contra jogadores de verdade que tenham um 3DS!

    Resumindo: Mario Tennis Open é um bom jogo e bastou algumas horinhas quase sempre tranquilas para o terminar, mas a sensação foi de que joguei algo bem arcade, em busca de melhorar minhas habilidades ou ganhar pontos. Tudo bem que desbloqueei um bocado de cosméticos e a campanha me treinou bem, mas para quem está jogando com atraso, parece que todo o esforço foi em vão. O foco ficou até demais no multiplayer, mas quem jogaria isso hoje em dia, ainda mais que a franquia ganha um novo título a cada nova plataforma?

    De bom: bons visuais. Gameplay estratégico e não zoado. Campanha com boa dificuldade. Inclui uns modos extras e muita coisa para desbloquear e comprar. Campanha Single e Duos que possibilitam muitas horas sozinho, apesar de sempre mais do mesmo. Personagens e quadras desbloqueáveis. Legal que na época permitisse até jogar online.

    De ruim: sem enredo ou possibilidade de andar e interagir como em jogos anteriores da série. Desabilite o controle de movimento, pois jogar com o console em pé deixa o jogo numa perspectiva meio que por cima do ombro do personagem, mais imersiva e difícil de enxergar a quadra, enquanto o video game mais deitado mostra uma visão aérea (desligado o motion, fica apenas a câmera normal). Mesmo jogando várias copas eu não ganhei nenhuma moeda para usar na loja e até onde sei, a forma de as conseguir é ficar jogando indefinidamente os (poucos) minigames. Achei o jogo muito superficial para quem vai jogar só.

    No geral, foi uma experiência ok, mas nada caprichada para um modo solo. É legal que finalmente tenha jogado um jogo que quis na época e que nunca me esqueci, mas sinto que ele não adicionou e nada aos meus jogos. Recomendo se você tem com quem jogar, pois é bem legal e melhor que outros da franquia, mas em caso negativo e tendo apenas um console para jogar com amigos, há Mario Tennis melhores. Jogo ok.

    Mario Tennis Open

    Platform: Nintendo 3DS
    952 Players
    70 Check-ins

    12
    • Micro picture
      bobramber · 23 days ago · 2 pontos

      Parece bem meia boca mesmo pela tua descrição...

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-11 00:03:41 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yo-kai Watch Blasters: White Dog Squad

    Zerado dia 10/06/21

    Aqui está o outro jogo que estava jogando paralelamente ao Final Fantasy XV, mais um Yo-kai Watch. Nem preciso dizer que não curti muito nenhum dos dois e por serem RPGs, cerca de 20 horas em cada foi tão arrastado que pareceram muito mais!

    Eu comecei a jogar o famoso Yo-kai Watch há cerca de um ano e curti demais o primeiro! Há alguns meses atrás passei pro segundo, que infelizmente não renovou muito bem a fórmula e acabou sendo meio cansativo, mas ainda haviam outros dois ainda no Nintendo 3DS: o 3, que jogarei no futuro, e esse tal de Blasters, uma espécie de spin-off baseado num minigame do YW 2.

    Aparentemente a ideia desse modo adicional deu tão certo que resolveram lançar um jogo inteiro baseado naquilo e se aprofundar um pouco.

    A ideia original por minha parte era dar um tempo da franquia pois, bem, são RPGs e eu canso fácil do gênero que demanda tantas horas de dedicação e repetição (coisa que poucas séries fazem corretamente, ao meu ver). Mas eu tive duas motivações para jogar Blasters: um pouco de saudades  e ânsia de ficar mais próximo de jogar o 3, que parece bem legal, e liberar um bocado de espaço no meu SD do 3DS já que o jogo pesa um bocado e fui passar uns jogos pro portátil que não couberam.

    O que eu esperava de Blasters? Bom, já que a série principal é meio que para bater de frente com Pokémon, eu esperava que esse daqui fosse um rival de Pokémon Mystery Dungeon. Mas ao mesmo tempo achava que a  cosia toda poderia ser uma espécie de beat'em up e o lance de jogar diretamente com os yo-kais, batendo livremente pelos mapas ao invés de batalhas de turno me deixou bem interessado.

    Pois bem, iniciei a aventura. Há duas versões de Blasters: Red Cat Corps e White Dog Squad. Fui de Dog pois sou apaixonado por cães (embora eu tenha adotado dois gatos há pouco e tenho os adorado!). Esse lance de versões é a mesma malandragem que a Gamefreak faz com Pokémon também.

    Após o desenho de abertura, haviam duas opções no menu principal: White Dog Squad e Moon Rabbit Crew, com um coelho de roupa espacial. Mas o que diabos é isso? Pesquisei mais tarde e essa parte do coelho é uma DLC que fora lançada adicionando missões, desafios e novos monstrinhos. Cheguei a acessar depois de terminar o jogo principal e pude transferir meu save para ela, inclusive mantendo o meu progresso exatamente de onde havia parado. Porque não simplesmente adicionar isso ao jogo base eu não sei.

    Enfim, a aventura conta a história de um grupo de yo-kais que resolve problemas na cidade, como um grupo de heróis. Há um tom e estética que muito parecem com Ghostbusters (inclusive o nome desse jogo é originalmente Yo-kai Watch Busters, no Japão).

    no seu quartel general você tem diversos andares e a opção de escolher uma missão e ser transportado para ela.

    O jogo é dividido em diferentes capítulos, e cada um deles tem várias fases principais e missões secundárias. Cada um desses capítulo conta uma história diferente e tem um caráter bem anime, incluindo uma prévia do próximo quando você termina o atual. É bem legal, não dá pra negar.

    Já cada fase tem um objetivo próprio dentro da história, como encontrar algum NPC, derrotar certos inimigos e coletar itens.

    Dentro de uma missão você vai se sentir bem familiarizado caso tenha jogado os YW 1 e 2 pois a engine é a mesma e os mapas são os mesmos desses jogos, porém limitados (não há a opção de ir de um para outro adjacente, mas dentro do seu quadrante a liberdade é total).

    Além dos visuais e localidades conhecidas, como a cidade inicial que tem a escola, a parte comercial da mesma cidade e até a vila do passado de YW 2, os próprios yo-kais são conhecidos já da série, inclusive com participações importantes daqueles que tiveram destaque anteriormente, sejam heróis que reaparecem na história, sejam chefes que estão todos de volta.

    E falando em chefe, a última missão de cada capítulo é sempre um desses chefes. As vezes você deve derrotar uns inimigos para que ele possa ser acessado. As vezes ele já anda no mapa e você pode meter a porrada e ao finalizar seu HP, ele fugirá, abrindo uma nova área onde o combate será mais sério numa pequena arena que muitas vezes vai exigir mais estratégia dos eu time e até interação com objetos do cenário para se dar bem.

    Um coisa meio decepcionante sobre Blasters é justamente o combate. Tem uma parte visual ok e é legal poder atacar diretamente ao invés do clássico dar prioridades e girar uma roleta de yo-kais. Mas a parte da porrada é muito simples e envolve um botão de ataque normal fraco e mais dois de habilidades equipadas. Como essas habilidades tem cooldown entre cada uso, acaba que você fica só apertando A a maior parte do tempo, com exceção de inimigos mais fortes que exigirão maior cuidado, uso de itens e tal (ou pelo menos até você ficar bem forte para nem se preocupar mais com isso).

    Os inimigos comuns são ridiculamente fácil e os chefes chegam a ser bem chatos e demorados, dois extremos completos no assunto dificuldade.

    Pelos mapas você encontra, além dos inimigos, itens (você pode ter no máximo dois no inventário de uma vez, então as vezes nem compensa pegar algo inútil ou use algo sem motivo para coletar algo melhor) e orbes, que também são derrubadas ao derrotar inimigos.

    Essas orbes são como o dinheiro do jogo e são mega importantes. No seu QG, é possível gastar essas orbes para "upar" níveis dos yo-kais (é a única forma), comprar itens e equipamentos, melhorar itens e por aí vai.

    O lance é que essas orbes são sempre bem poucas e você fica frequentemente sem nada, ainda mais se for como eu que foquei em fortalecer cada membro do meu time. Sendo assim, prepare-se para repetir missões várias vezes para conseguir mais e mais. No final do jogo eu acabei cedendo a fazer isso por um tempo para conseguir terminar o jogo.

    Agora imagine o caso: você termina uma missão com seu time nível 25 (cada monstro tem um nível independente), ganha 2000 orbes e resolve gastar num yo-kai para lhe dar níveis já que a próxima missão tem nível recomendado 28. Um yo-kai ganha dois níveis e vai para o nível 27, aprende um anova habilidade inútil. E aí? Vai pra próxima assim mesmo ou volta e refaz alguma missão? E agora que recrutei um novo yo-kai muito melhor e vou ter que fortalecê-lo para usar no time ao mesmo tempo que devolver o que suava e que investi tantas orbes para o "banco". E esses equipamentos super úteis? E essas melhorias? Fusões etc? Prepare as suas habilidades com administração de recursos ou a paciência em refazer missões.

    Resumindo: Yo-kai Watch Blasters: White Dog Squad é um jogo ok. Ele não traz novidade nenhuma para os olhos, apenas a jogabilidade diferente, mas nada muito divertido, para ser sincero. O jogo se resume a andar pelo mapa da missão em direção a seta e ficar apertando um botão ou outro até o inimigo morrer e nenhuma sensação de dever cumprido ao terminar as fáceis e repetitivas missões, coisa além de infantil. A minha aposta é que o jogo brilha mais no modo multiplayer e nas fases extras do pós-game e desafios altos. Mas em questão de campanha principal, o jogo é fraco e fica atrás dos anteriores quando o foco é o single-player.

    De bom: visuais bacanas, principalmente nas cinemáticas. Muitas missões principais com história bacana, missões secundárias e conteúdo extra garantem que o dinheiro investido vá ser compensado, ainda mais por seu lado "Monster Hunter" de farmas e repetir missões. Muitos yo-kais para serem capturados. Inclusão do modo multiplayer e conectividade até com YW 2.

    De ruim: eu desgosto demais dessas dublagens americanas de animes e jogos do tipo, meu deus! Alguns personagens tem a voz mega irritante! Jogabilidade muito simples e repetitiva. Tudo é feito com as orbes e é caro, garantindo um progresso meio lento e te obrigando a voltar e refazer fases, que nem sempre são rápidas. Perder numa missão significa perder todas as orbes coletadas, o que atrasou bastante meu progresso nas últimas fases. Algumas animações repetem demais, como entrar e sair de missões, mas felizmente há a opção de pular tudo. IA estúpida fazia com que meus aliados não evitassem ataques óbvios, demorassem para curar e morressem com frequência. Achei que faltou mais novidade em relação a estágios e chefes, que pareciam apenas reciclar elementos dos jogos anteriores. No seu QG, cada NPC de cada andar faz algo, como fortalecer seus yo-kais, trocar yo-kais no time e aceitar missões, o que te obriga a ficar subindo e descendo escadas muitas vezes. A repetitividade arrasta muito o jogo na mesmice e 13 horas pareceram 60.

    No geral, eu achei o jogo ok, mas definitivamente o pior da série até então, e olha que nem curti muito YW 2 depois de jogar o primeiro. Por outro lado, pode ser um forma legal de conhecer esse universo para quem não curte jogos de combate por turno e eu super recomendaria para jogar multiplayer simultaneamente entre até quatro amigos. Fora isso, passável.

    YO-KAI WATCH BLASTERS: White Dog Squad

    Platform: Nintendo 3DS
    4 Players

    6
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-01 01:16:03 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Magical Drop 2

    Zerado dia 30/05/21

    Será que eu já conhecia esse jogo até antes de ontem? O nome me soa muito familiar mas eu o abri aleatoriamente ao verificar os jogos recém adicionados ao plano do Nintendo Switch Online na minha falta do que fazer. Cheguei até a verificar sem o primeiro estaria disponível para os assinantes desse plano, mas não havia nada!

    Será que algum canal que sigo jogou? Será que li alguma notícia de que esse jogo seria lançado como Virtual Console nas plataformas atuais (o que de fato aconteceu, mas provavelmente a versão de Arcade, julgando que exista uma).

    Para quem não tem um Switch ou não assina o plano online, a plataforma conta com um aplicativo que, ao abrir, mostra uma tela com diversas capas de títulos de SNES (há outro também de NES) que dá acesso àqueles jogos lá disponíveis e a possibilidade de jogar online com um amigo!

    O problema desse programa para assinantes é que as adições de jogos acontecem esporadicamente, sendo que antes eram mensais. Fora que sempre são poucos títulos e a maioria trata-se de coisas desconhecidas e nada populares. O fãs pedem Earthbound há muito tempo, por exemplo, mas ganhamos jogos de companhias menores, como Jaleco, Natsume e Data East, que nesse caso foi a que possibilitou a vinda de Magical Drop 2 para o console, mesmo tendo uma versão monetizada na loja.

    Por outro lado, várias companhias maiores inviabilizam, imagino eu, a vida de outros clássicos e preferem lançar suas próprias coletâneas na eshop, como é o caso de todos os Castlevanias de NES e SNES da Konami, vendidos digitalmente.

    Adicione também a lista os jogos da Square, Enix, Capcom e por aí vai...

    Acostumado com a avalanche de jogos desconhecidos, resolvi encarar esse tal de Magical Drop 2 e de cara eu já curti bastante! Os visuais são lindos, coloridos e bem animados. Daqueles jogos que envelheceram perfeitamente bem!

    O gameplay me lembra muito o meu adorado Bust-a-Move/Puzzle Bobble, mas com suas devidas diferenças. Isso me faz lembrar de como aquela geração contava com uma boa variedade de gêneros nas plataformas e a busca por alguma originalidade. Quantos jogos de puzzles assim existiam? Duelos por tempo contra o CPU ou amigos, estratégias rápidas e mecânicas sem igual.

    Tetris, Columns, Yoshi's Cookie, Wario's Woods, Puyo Puyo e muitos outros. Definitivamente são tipos de jogos que não fazem a cabeça da molecada hoje em dia e raramente vemos algum investimento no gênero. resta jogar pra sempre as versões originais antigas!

    Como funciona MD2?

    Você escolhe um personagem que tem diferentes habilidades (mais interessante assim que você entender o jogo). Na partida, você move o seu personagem da esquerda para a direita e vice-versa e onde a sua mira, sempre vertical, estiver, você tem duas opções: pegar esferas ou jogar as esferas já coletadas.

    Imagine no caso da imagem acima, a mira está numa bolinha verde. Podemos a coletar com o botão B, removendo-a da coluna. Agora eu posso mover a personagem para cima de outra bola verde e a coletar também, e assim por diante. Quando eu estiver satisfeito, basta jogar todas essas esferas contra outra da mesma cor para pontuar e remover todas elas do jogo.

    Mas atenção! Se você coletar uma esfera verde, não poderá coletar uma de outra cor ao mesmo tempo! Mas caso se arrependa de uma ação de coleta, basta jogar a(s) esfera(s) de volta no jogo, o que inclusive pode ser usado simplesmente para liberar o caminho para fazer combos com esferas que estejam abaixo de uma específica.

    Ao jogar uma esfera contra outras da mesma cor, é possível eliminar colunas e/ou linhas, fazendo com que as esferas mais baixas subam e preencham o espaço que ficou vazio, inclusive possibilitando combos caso as cores que se choquem sejam iguais.

    Enquanto a ação acontece, a imagem do seu personagem é animada e há até algumas vozes complementando a música que é super divertida.

    Há bastante tensão, sobretudo em níveis mais avançados em relação aos fatores que podem decidir a partida:

    1) combos grandes fazem a tela do seu inimigo ganhar mais bolas e descer mais e mais, Se a bolinha mais baixa tocar na parte inferior da tela, aquele jogador perde.

    2) há um número decrescente entre as duas áreas de jogo. Esse número diminui conforme você faz combos e com base na quantidade de bolas eliminadas. Um combo com três esferas apenas, diminui três números. Um combo com 10, diminui dez números.

    O modo campanha tem 5 níveis de dificuldade e durou cerca de 20 minuto no normal, incluindo algumas derrotas/retries. mas há modos adicionais, como um de quebra-cabeças, um infinito e o próprio multiplayer.

    Resumindo: Magical Drop 2 é um jogo muito divertido e bem feito. Esse é um daqueles que a campanha serve apenas como desculpa/tutorial para iniciantes. Tenho certeza que a graça maior está no modo Versus para dois jogadores e é por isso que o jogo sempre será cotado em encontros com os amigos e meu Switch!

    De bom: jogo bonito e de mecânicas muito divertidas. Tudo funciona muito bem e garante a diversão para todas as idades. Controles simples. Modos extras para quem quiser ir além ou se desafiar. Personagens com diferentes habilidades.

    De ruim: campanha besta e muito curta.

    No geral, me diverti demais com esse jogo. Super viciante! Recomendo demais, inclusive quando você precisar de um jogo para dois e PVP. Jogão!

    Magical Drop 2

    Platform: SNES
    27 Players
    3 Check-ins

    13
  • lendariorandom Lendário Random
    2021-03-14 08:33:58 -0300 Thumb picture

    Aí galera jogo de corrida na Unreal Engenie e Multiplayer pra Android

    Daqui 3 meses vai lançar uma demo. Esse game é de corrida, vai ter Multiplayer online, gráficos belos e pelo pedacinho que vi tem belos detalhes como interação com as árvores (ou era só efeito). Será feito na Unreal Engenie 4, não sei se será 100% online ou se vai dar pra baixar (Se for baixar deverá ser mais pesado que Bully e muuuuito).

    Na matéria tem mais detalhes e um link com um teaser e pré registro. 

    https://www.tudocelular.com/android/noticias/n1718...

    4
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-28 03:12:04 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pocky & Rocky

    Zerado dia 26/12/20

    Aaah, esse jogo! Eu não tenho nenhuma história pessoal com ele, mas já o vi pela internet aqui e ali, sendo citado em alguns textos ou sendo jogado por youtubers. Sempre que eu o via, curtia seu visual e temática, mas acabava esquecendo de sua existência logo depois.

    A vontade de verdade veio quando em um episódio de James and Mike Monday (série do canal do AVGN) a escolha da vez foi Pocky & Rocky. Eu fiquei louco de vontade de jogar aquilo!

    O problema é que eu queria jogar multiplayer e por ser um jogo de SNES, eu teria que emulá-lo, que basicamente significa que eu teria que convencer alguém e levar meu notebook pra lá e pra cá, ou chamar alguém para jogar aqui em casa, mas ainda assim isso envolveria retirar meu PC do lugar ou ainda fazer que alguém baixasse o emular e jogo, mas não gosto de fazer as pessoas baixarem coisas por mim. Fora que a maioria deles simplesmente prefere a comodidade de ligar um dos consoles atuais, já ligados a TV e cheios de jogos.

    A oportunidade veio com a visita de amigos que tenho visto com certa frequência (que me ajudaram recentemente a fechar jogos como Trine 3 e Battletoads 2020.

    Como a agente não tinha muito o que fazer, tirei meu notebook do lugar, tirei a fonte de detrás da minha mesa, tirei o HDMI do Switch e apanhei meia hora para conseguir configurar os controles no Windows, coisa que antigamente era mega fácil. Uma hora deu certo!

    Abrindo o jogo, é notável a sua beleza e carisma. Vimos a logo da Natsume e citei Harvest Moon. Depois, na tela título, as opções de jogar sozinho, de dois jogadores e configurações, onde vi que existia a possibilidade de escolher o nível de dificuldade.

    Iniciando a campanha, podemos escolher entre dois personagens: uma menina e um guaxinim. Apesar das animações levemente diferentes, a diferença entre eles é puramente estética.

    Já o jogo em si é bem diferente do comum e até meio difícil de explicar, mas lembra um pouco Zelda: A Link to the Past. Ao menos quando usamos o ataque de curta distância.

    Mas no geral a jogabilidade lembra muito mais a de shmups verticais, sendo que o ataque de longa distância é o mais comum e age como tiros na tela. A menina joga papéis de selamento de demônios e o guaximim atira folhas de árvores.

    O bacana é que você tem a liberdade de se mover e explorar os cenários ao seu ritmo ao invés do constante auto-scrolling de shmups. Entretanto, demorar demais não compensa já que alguns inimigos voltam a aparecer continuamente na tela e ficar parado os matando não rende nada de bom a mais (mas muito provavelmente vai fazer você perder HP).

    Acho que é justo comparar a experiência com jogos antigos de NES, como Ikari Warriors, Gun Smoke ou aquelas partes top-down de Blaster Master ou Super C.

    Durante a sua jogatina você destrói inúmeros monstros, coleta itens de cura e até power-ups, como o que transforma seus ataques numa espécie de "Spread Gun" de Contra ou outro que deixa seus ataques de fogo, mais fortes. Você pode ainda amontoar até 3 de cada para deixar seus tiros maiores, mais rápidos e fortes.

    Uma coisa curiosa é que você ganha um "downgrade" de armas quando toma dano. Pelo o que eu entendi, sempre que perder dois corações. Passamos um bom tempo achando que os tiros eram temporários.

    Além de andar com d-pad e atirar apenas de segurar o botão Y, você pode usar o B para usar seu ataque de curta distância, que basicamente só tem um uso de verdade: cancelar projéteis inimigos. É difícil se acostumar com esse comando pois muitos inimigos atacam encostando em você ou com raios, fora que você se acostuma a segurar o Y para atacar, então é normal tomar dano que você poderia ter evitado.

    Há ainda um comando de esquiva, mas não curti muito seu uso. Primeiro que o personagem não fica intangível durante a ação e segundo que há um grande delay até poder voltar ao controle e, mesmo tendo sucesso o usando para evitar um dano, é provável que  você sofra outro durante o processo.

    Por último, há um golpe especial ao apertar L ou R, que causa bastante dano. Para poder usar esse golpe basta coletar esferas verdes e as usar enquanto as tiver. Recomendo nos chefes no final de cada fase, pois além de terem muito mais HP, o ataque dissipa suas balas.

    A Temática de P&R é muito legal e traz bastante da cultura japonesa para o jogo, principalmente de mitos famosos de lá. Quem tem algum interesse, assistiu animes antigos ou mesmo jogou Yo-Kai Watch, por exemplo, vai se sentir familiarizado com muitos dos inimigos e a temática como um geral. Que coisa mais legal!

    Outra coisa interessante é que esse não é um jogo muito fácil, como na época eles raramente eram. Cada fase é um desafio maior que a anterior e a exigência e de paciência para se acostumar com a jogabilidade e com os padrões dos inimigos. Sabe aqueles jogos que você tinha jogar e jogar e jogar até conseguir terminar? Esse é um deles. Daqueles que você jogava até eventualmente aprender cada pixel ou de alugar muitas vezes.

    Não que a coisa seja mega difícil, mas na segunda fase, de 6, estávamos morrendo bastante e perder todas as vidas significa reiniciar o estágio todos. Bem, melhor que reiniciar o jogo inteiro.

    Acabamos recomeçando a aventura no Easy pois não era algo casual e andou bem melhor. As vezes até fácil demais, mas nas últimas fases foi bem desafiador e tivemos que refazê-las algumas vezes. No entanto, para jogar mais casualmente ou simplesmente ver o jogo por completo, eu diria que Easy é a melhor escolha e mais justa.

    Resumindo: Pocky & Rocky é um jogo muito divertido, mas apesar de seu lindo visual, é um jogo de SNES e segue com a dificuldade um pouco acima da normal de hoje em dia. Se o seu lance não for morrer e repetir até ficar bom, pode não ser bem um jogo para você, mas vale a pena conhecer e ir até onde der, mesmo no Easy (acho que savestates são bem desnecessários). O jogo é gosto de jogar e tem visuais muito bacanas, mesmo em pleno 2020, o que pode chamar a atenção de muita gente.

    De bom: jogo muito bonito. Temática de folclore japonês muito legal. Jogabilidade funcional. Vários níveis de dificuldade. Multiplayer bacana. Continues infinitos. Cenários com temas diferentes.

    De ruim: um pouco mais difícil do que eu esperava. Hitbox meio zoado em relação a certos golpes inimigos. Odeio tudo que tenha respawn infinitos, incluindo muitos inimigos desse jogo. Gostaria que os power-ups de cores diferentes coletados se unissem em algo diferente ao invés de um substituir o outro (tipo estar com fogo 3 e pegar um "spread" infelizmente te deixa mais fraco).

    No geral eu recomendo o jogo, principalmente para os entusiastas da época do SNES, mas sem excluir novos jogadores que curtam seu estilo e jogabilidade. Um bom desafio e um jogo muito fofo, que inclusive ganhou sequências e vai ganhar mais outra agora no Switch. Muito legal!

    Pocky & Rocky

    Platform: SNES
    330 Players
    12 Check-ins

    23
    • Micro picture
      onai_onai · 9 months ago · 2 pontos

      Poxa gosto muito desse mas nunca consegui derrotar o último desafio! Hehe...

      1 reply
    • Micro picture
      manoelnsn · 9 months ago · 1 ponto

      Eu acho esse jogo show! Mas não consigo passar da segunda fase sozinho nem fodendo, huahua

      Aliás, pretende jogar o 2? Ele tem mais personagens até

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-20 12:31:01 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

    Zerado dia 19/12/20

    Não sou muito fã da série Joe & Mac, mesmo tendo jogado um bom bocado do primeiro jogo na infância/pré-adolescência. Acho que o conceito simplesmente não funciona comigo e a experiência não traz nada de muito diferente, fora que a gente vai ficando mais velho e crítico e acaba demandando cada vez mais dos padrões de qualidade de jogos de cada gênero com base em outras experiências.

    Já no Switch, a Nintendo adicionou o segundo jogo da franquia ao sistema de velharias do console. Como não sei muito sobre esses jogos, acho curioso o porquê de terem adicionado justamente Joe & Mac 2 e não o primeiro. Fez mais sucesso? Problemas de licenciamento?

    O fato é que eu terminei (com muito sofrimento) o seu antecessor há poucos anos e acabei colocando os seguintes na lista de prováveis zeramentos futuros, e assim o jogo ficou aguardando um momento oportuno.

    Visitando amigos e sem ter muita opção de algo bacana para jogar enquanto um deles terminava de preparar o almoço (não queríamos jogar coisas como Smash Bros. Ultimate e deixá-lo de fora), fui explorar os jogos do Nintendo Switch Online e resolvi abrir o J&M2 para ver no que daria. Acabou que fomos jogando e logo estávamos tão avançados em pouco tempo que seguimos até o final. Que jogo curto!

    Abrindo o jogo pela primeira vez, o menu inicial tem a opção de jogar sozinho, dois jogadores e "Super Co-op". A diferença entre o multiplayer normal e a versão "super" eu não sei dizer, então fomos na regular mesmo (o jogo infelizmente não descreve os menus, como de praxe na época).

    Havia ainda a opção "Password" para garantir que o jogo fosse mais tranquilo ainda e sem a necessidade de terminar em uma única sentada e "Options", que até onde lembro servia apenas para configurar os controles.

    Já na aventura, o jogo se abre contando sua história e segue com um aldeão nos mandando em busca do grande vilão. Agora na vila, nós podíamos ir e vir a vontade e entrar nas casas.

    Por algum motivo eu já imaginava que o jogo tinha ganhado um aspecto de maior exploração das fases e ir e vir pelo mundo ao invés de fases posicionadas uma atrás da outra de forma linear, e é bem por aí mesmo.

    Saindo da vila, por exemplo, a gente se encontrou num estágio cheio de plataformas e níveis, quase que como num jogo do Sonic de Mega Drive. Eu não sabia para onde estávamos indo, mas seguimos jogando e procurando por itens que volta e meia eram obrigatórios, como chaves para abrir portas que pareciam bloquear nosso progresso.

    Sobre a jogabilidade, você pode pular e atacar com o seu tacape, coletar itens de cura do chão e escalar cordas. Nada muito inovador, mas a simplicidade tem seu charme.

    Apesar da simplicidade, não é um jogo fácil. Muitos inimigos ganham muitos frames de invencibilidade ao serem atacados e enganam terem morrido, baixando a sua guarda. Outros entram na tela de forma brusca e arrancam um pouco do seu HP. Além disso, itens e cura as vezes são abundantes, mas outras vezes são bem raros. O pior disso é que eu não descobri nenhuma forma de ganhar vidas e elas são limitadas. Perca todas e lá se vai um dos seus Continues, que também são limitados. Felizmente não chegamos a descobrir o que aconteceria se perdêssemos todos, mas não vou mentir que chegamos a usar a função de rewind/rebobinar do Nintendo Switch Online para agilizar um pouco sobretudo em partes que pareciam mais injustas.

    A experiência foi quase que completamente tranquila por toda a sua duração, mas os problemas vieram no final, onde tínhamos que enfrentar todos os chefes do jogo novamente, seguido da batalha final com duas formas. A primeira forma do último chefe foi disparado o maior desafio de toda a campanha e perder um continue significava ter que fazer o "Boss Rush" novamente e rezar para chegar lá com bom HP (acabamos refazendo uma vez pois chegamos lá muito fracos na primeira tentativa.

    Depois de tantas idas e vindas e não ter a menor noção se estávamos progredindo ainda no primeiro cenário, finalmente conseguimos sair da fase e chegamos no "overworld", que lembra muito a forma como andamos em RPGs clássicos, como nos Final Fantasy ou Chrono Trigger.

    Essa é a melhor parte desse jogo: poder ir onde quiser e acessar as fases na ordem que desejar. Talvez em no sentido que a dificuldade vai aumentando como nós fizemos. Ou seria melhor começar pela mais difícil enquanto ainda temos tantas chances de passar? Ah, eu estou afim de jogar essa fase em específico ou talvez até re-jogá-la. Muito bacana!

    Além das fases no mapa, há ainda uma cidade em que você pode comprar cura para os personagens, conversar e usar de mecânicas estranhas disponíveis por lá e até fazer umas coisas que não entendi bem.

    O importante é que cada estágio tem um chefe no final e ao derrotá-lo você ganha um dos cristais necessários para acessar o chefe final!

    Resumindo: Joe & Mac 2: Lost in the Tropics é um bom jogo. Apesar de nada sensacional, sobretudo jogando hoje em dia, é uma experiência funcional e uma boa opção multiplayer para dois jogadores. Gosto das formas como o jogo inova a série em relação ao seu antecessor, te dando liberdade, fases com montarias e sprites mais bonitos. Não é o jogo mais fácil do mundo, mas definitivamente muito menos frustrante que o primeiro jogo.

    De bom: visuais legais. Sistema de upgrade de armas ao coletá-los nas fases. Chefes ok. Sistema de Password para facilitar a nossa vida. Jogo tranquilo de terminar, sem ser muito punitivo nem muito fácil. Gosto de todo o lance metido a RPG e exploração.

    De ruim: hit detection é um problema, principalmente quando o assunto é dos ataques dos inimigos (o último chefe mesmo te dá uns socos que acertam de muito longe). Não achamos uma forma de ganhar vidas. Inimigos se repetem em todos os estágios.

    No geral, curti o que joguei no pouco tempo de sua duração. Sinto que J&M2 poderia ter sido uma boa escolha com qualquer amigo num momento de ócio. Vale a pena dar uma conferida!

    Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

    Platform: SNES
    730 Players
    5 Check-ins

    14
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-10-09 12:40:11 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Doom (1993)

    Zerado dia 09/10/20

    Olha aí uma grande pendência saindo da lista: DOOM! Pois é, mais um dos jogos que apareceram na minha lista da vergonha assim que terminei meus primeiros mil jogos e que é um dos últimos das minhas pendências urgentes que fica aqui numa nota adesiva na área de trabalho do PC e que foi reduzida a apenas 5 jogos! Até que 2020 serviu para alguma coisa!

    A verdade é que eu, assim como a maioria, já conhecia bem Doom. A internet constantemente menciona o clássico em tudo quanto é matéria e vídeo. O fato é que você deve conhecer pelo menos algum dos jogos da franquia, e se não pelo menos já ouviu o nome ou viu a logo e sabe do que se trata.

    Eu mesmo não faço ideia de quando conheci a franquia, mas lembro de ver meus amigos jogando muito Doom 64 na infância e ter um bocado de medo, além de muito motion sickness!

    O único Doom que eu havia zerado até hoje era o 2014 e foi mais porque tinha a mídia física no Switch e queria vender. Curti bastante!

    Já o original eu havia jogado um pouco em diversas plataformas, como PC, emulando SNES e emulando PS1 no PSP. Sempre achei o jogo bem simples e nunca me prendeu muito, mas estava aguardando a chance de ser jogado de verdade pra ver de qual é. Inclusive estava aqui no próprio PSP, onde joguei algumas fases e que fez com que o jogo fosse para a lista de pendências de jogos já iniciados.

    Felizmente eu não dei continuidade na plataforma, pois a franquia foi lançada para a geração atual com diversas melhorias. Esperei uma promoção e peguei todos eles bem baratinhos, mal dá pra acreditar.

    Além do mais, pensa numa experiência incrível no Switch! Acredito que as outras versões dos demais consoles também estejam sensacionais, mas a adição da portabilidade aqui faz a diferença.

    Doom é, como eu já mencionei, um jogo bem simples, inclusive de controlar. Você anda, mata demônios e alcança o botão que termina o estágio. Com a simplicidade de um jogo 3D de 1993, não há nem a opção de mover a mira livremente pelo cenário e, ao invés disso, você só pode rotacionar o personagem horizontalmente (e andar para qualquer direção). Ponha o inimigo na frente da arma e o personagem ajuda um pouco com a mira.

    Já no caso de monstros acima ou abaixo do seu nível, basta alinhá-los verticalmente a sua mira que os projéteis "sobem" ou "descem" em direção a eles. Meus amigos estranharam isso e provavelmente muita gente que o jogar hoje em dia, mas até que é legal não se preocupar em por monstros dentro da mira o tempo inteiro e agiliza bastante as coisas.

    Esse é um daqueles jogos rápidos na movimentação e difíceis na dificuldade.

    As primeiras fases são mais simples e lineares para você se acostumar com a jogabilidade. Mesmo numa primeira experiência com poucos minutos você já vai estar bem encaminhado, acostumado com os controles e a caminho do próximo estágio.

    Conforme você avança, a aventura se complica mais com mais tipos de monstros e mapas maiores com muito mais necessidade de explorar e encontrar cartões coloridos para abrir portas. Se prepare para usar sua memória em níveis mais confusos que exigem muita ida e vinda para saber onde usar aquela chave que você finalmente encontrou.

    Ainda assim a dificuldade do jogo é bem esporádica. As vezes você passa de fase rapidinho, as vezes você fica mais de 20 minutos sem encontrar nada. Isso para uma pessoa não familiarizada com Doom, pois tenho certeza que quem jogou bastante praticamente só corre direto para a saída.

    Grande parte da graça está na temática e jogabilidade brutal. É um jogo com um certo "gore" e nada pensado num público jovem que teria pesadelos ao terminar uma sessão de Doom depois de toda a imersão e ambientação que o jogo provém muito bem até hoje!

    Há ainda algo muito legal em sair matando de tantas formas diferentes e rápidas com músicas que fazem sua adrenalina subir em bases futuristas em Marte ou no inferno ou sei lá. Não captei tanto do enredo do jogo, mas quem se importa?

    Agora compare com jogos mais modernos, como Call of Duty que exigem ficar se escorando atrás de obstáculos para recarregar ou regenerar a vida e você verá o quanto Doom é ótimo! O negócio aqui é ação desenfreada usando as muitas diferentes armas que você tem, como shotguns, lança-mísseis, lasers e coisas bem brutais e bacanas que levam até os demônios mais fortes rapidamente! Põe Metal pra tocar e vamos nos banhar de sangue!

    Além das melhorias visuais desse relançamento de Doom, há adições que acredito que fossem inexistentes antes, como o modo multiplayer splitscreen!

    Se você tem amigos e mais uns controles, é possível juntar até 4 pessoas numa única partida local (não há online) que pode ser em um dos dois modos:

    -Campanha. Sim, é possível jogar a campanha inteira com até mais 3 pessoas! O jogo roda muito bem assim com a tela dividida ainda (joguei metade da campanha assim). O legal é que normalmente, se você morrer, volta pro início do estágio, mas no multiplayer você só volta pra lá enquanto todo o progresso do time é mantido. Ou seja, fica ainda mais fácil terminar a aventura. Mas tenha os seguintes cuidados: seus tiros acertam os amigos e se todos morrerem antes de alguém dar respawn, o progresso da fase é perdido.

    -Versus/Arena. Esse é o modo competitivo em arena, cada um por si. Há diversos mapas com todas as armas do jogo e a opção de personalizar a partida e afins. Muito legal, sobretudo para quem já curtiu jogos de tiro splitscreen de sofá com a galera no passado e uma grande adição para o fator replay casual.

    Fora isso, há a possibilidade de escolher a fase e nível de dificuldade que desejar na campanha, usar cheats pelo menu Options e até baixar Add-Ons (fases adicionais disponibilizadas), como a famosa Sigil.

    A minha jogatina de Doom começou a muito tempo atrás, provavelmente mais de um ano. O problema é que começamos do zero uma galera e eu aqui em casa e com o COVID-19 e afins, a jogatina foi sendo esquecida e adiada, mas chegou a um ponto que eu não sei se a galera animaria mais. Da última vez ficamos cansados do jogo e os estágios estavam massivos, cheios de informação e objetivos. Chegamos a matar o segundo chefe (final do Episódio 2).

    Acabei desistindo de esperar e deixar pro ano que vem e terminar logo (até porque ainda tem Doom 2 se alguém pedir por mais) e fui fazer os dois últimos episódios sozinho (são 4 episódios, cada um com cerca de 9 fases).

    Estava meio desanimado com o fato de que jogaria sozinho, as fases estavam cruéis (provavelmente faria uma ou duas por dia) e com o lance de que se morrer, volta pro início (teria que ficar fazendo savestates aqui e ali), mas para a minha surpresa, o jogo fica muito melhor a partir daí!

    A exploração foi dando lugar para a ação e ao invés de ficar procurando chaves em cenários gigantes e vazios (pois já teria matado todos), eu estava usando todas as armas, coletando as chaves naturalmente, os estágios faziam mais sentido e o jogo tinha finalmente se tornando o que eu esperava: muito divertido!

    Resumindo: Doom (1993) é sem dúvida um dos maiores clássicos da história dos video games. Um daqueles jogos que hoje em dia a galera faz rodar em geladeira, microondas e até teste de gravidez. Tomei vergonha na cara e fui jogar a série de verdade, passei por uma fase de medo da experiência ter sido importante mas ter envelhecido mal e finalmente cheguei ao ponto da minha expectativa de muito me divertir com o título. Jogue Doom, nem que você use cheats, ponha no nível mais fácil, sei lá. Os dois primeiros episódios foram chatinhos mas logo ele se tornou sensacional a ponto de me fazer arrepender de não ter feito a galera continuar jogando ou mesmo começado pela segunda metade da campanha!

    De bom: visuais e jogabilidade bacanas e que envelheceram muito bem nessa nova versão. Muitas opções de personalização do jogo. Bastante conteúdo, incluindo fases extras. Essa versão contém modos multiplayer, com a possibilidade de zerar o jogo em grupo ou jogar contra no maior estilo Quake ou Unreal Tournament. Possibilidade de baixar conteúdo adicional. Possível jogar com diversos controles, incluindo apenas joycon.

    De ruim: primeira metade do jogo acaba sendo mais longa graças à estágios maçantes, cheio de coisas para achar e mapas grandes demais e temática meio tediosa (tudo muito cinza). Motion sickness pode ser um problema para algumas pessoas (paramos de jogar uma vez porque um amigo estava enjoado) e eu mesmo comecei a sentir depois de uma longa sessão de jogo. Senti falta de um modo online. Esperava mais do final, inclusive do chefe final.

    No geral, curti demais a experiência e recomendo demais. Se você tem amigos que curtem a época ou Doom em específico, vale a pena a jogatina multiplayer! Para jogar sozinho a experiência é a mesma de sempre, sangrenta e veloz, além de rodar lindamente nessa versão. Recomendo! Agora é eventualmente jogar os outros e esperar o 64 entrar em promoção pra fechar minha lista (imagem da internet).

    Doom (1993)

    Platform: Nintendo Switch
    11 Players
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      denis_lisboadosreis · 12 months ago · 2 pontos

      Doom é um primor em level design. Evite o Ulta-Violence, ele é injusto e pode estragar um pouco a diversão em algumas fases.

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      santz · 12 months ago · 2 pontos

      Doom também é um clássico que só fui zerar recentemente. Mano, que massa esse port trazer modo coop com tela dividida para até 4 pessoas, deve insano demais.

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      anduzerandu · 12 months ago · 1 ponto

      Curiosidade: um conhecido se convenceu a ter um Switch só por ter Super Mario Kart (inclusive online) + Doom (inclusive splitscreen) mais a portabilidade desses jogos hehe

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-09-24 00:40:10 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sky Racket

    Zerado dia 23/09/20

    Sempre menciono um grupo de Nintendo Switch do Facebook que faço parte aqui. É por lá que fico sabendo de umas notícias aleatórias e até de umas promoções bem interessantes nas eshops de diversos países do console. O preço a pagar é ter que ler postagens bestas que instigam guerra de consoles e pessoas aleatórias com perguntas do tipo "galera, vi esse jogo horrível de 10 anos atrás por 200 reais em promoção. Vale a pena?" e ainda ter gente apoiando a compra e ports mal feitos aqui e ali, mas mesmo assim eu curto ficar por lá, mesmo tendo que ignorar muita coisa negativa. Existe alguma comunidade voltada à um console sem esse tipo de coisa? Difícil.

    Foi por conta dese grupo que vi um bocado de gente promovendo o jogo brasileiro Sky Racket quando o mesmo foi lançado no Switch há poucos meses atrás. O pessoal falou tanto que me deixou instigado e depois de ver umas imagens e entender do que se tratava, acabei o adicionando à minha lista de desejos.

    Sky Racket tinha um preço interessante, mas a aquisição só foi feita mesmo quando surgiu uma promoção bem bacana recentemente. Apesar de eu querer o jogo, eu não estava tão animado assim e o fato de eu querer jogá-lo multiplayer e estarmos nessa quarentena quase impossibilitar isso, não tinha porque não esperar.

    Depois de tempos, um amigo resolveu vir aqui em casa como faz de vez em quando e resolvi que jogaríamos umas coisas (ele também curte muito videogame). Falei pra ele que tinha uns dois ou três jogos que a gente poderia testar e fechar rapidamente, incluindo Sky Racket.

    Terminei o Space Channel 5: Part 2 esperando sua chegada e ele ainda ficou trabalhando um pouco aqui em casa até finalmente ficar livre. Pelo menos esse jogo eu tinha que terminar, sabendo que era uma curta aventura!

    Abrindo o jogo, fui direto nas opções. Nada de interessante. 

    Procurei o modo multiplayer e também não encontrei. Estranho.

    Foi aí que descobrimos que deveríamos começar o jogo e na tela de seleção de fases tinha escrito ai no cantinho da tela par ao Player 2 apertar +. Pronto!

    Já na primeira fase deu pra sacar do que o jogo se trata. Cada um controla um personagem, garoto ou garota, que voam pelo cenário como se fossem naves de jogos do gênero shoot'em up. A jogabilidade é exatamente essa.

    Porém, os personagens não atiram, mas rebatem projéteis em formato de bola, como se estivessem jogando tênis. Os projéteis rebatidos quicam pelo cenário, destruindo inimigos e blocos que tocar. Há uma grande quê de Arkanoid.

    Mais importante do que saber exatamente onde essas "bolas" estão indo é evitar que elas quiquem e passem por você até o lado esquerdo da tela pois se assim fizerem, elas saem do jogo e muitas vezes te deixam sem ter como atacar.

    Mas vou dizer uma coisa: é muito fácil perder essas bolas o tempo todo. Mesmo de dois jogadores os seus próprios projéteis são muitas vezes rápidos demais e junto a muita ação acontecendo na tela em fases mais avançadas ou os gráficos muitos coloridos (até meio poluídos), é difícil focar numa coisa só e conseguir acompanhar ou prever seus movimentos!

    Em diversos momentos ficávamos esperando que o inimigos jogassem mais projéteis para rebater, mas muitas vezes eles simplesmente ficam te encarando e depois foge da tela. Chegamos à conclusão que o objetivo do jogo é simplesmente sobreviver e que os inimigos só servem pra te dar mais pontos (fora que há conquistas nas fases como não tomar dano ou fazer uma sequência de dano em determinados oponentes).

    Os inimigos tem três tipos de ataques: esferas que quicam por aí quando rebatemos e como esperava que o jogo inteiro fosse, esferas que se dissipam quando batem nos inimigos e não incrivelmente sem graça e nem sei porque existem e ataques "compridos" que você só pode desviar.

    Já as fases são incrivelmente pouco inspiradas e envolvem os mesmos temas com frequência, como voando pelas nuvens de manhã, voando pelas nuvens à tarde, voando pelas nuvens no final da tarde, voando por um lugar escuro. Uma das poucas diferentes e mais marcantes é uma da cidade a noite com prédios que me remete um bocado à jogos da Sega do Mega Drive. Também não há nada que diferencie um estágio de outro e os inimigos se repetem com frequência.

    É comum maar uns monstros, virem mais outros e mais outros e do anda a fase acaba. A aventura conta com cerca de 6 mundos, sendo que cada um tem dois estágios normais e mais um de chefe.

    Ao chegar no final da aventura, e depois de muitos perrengues com fases mais longas e cansativas e chefes mais complicados, o jogo abriu um estágio extra para ser aberto com orbes. Essas orbes são conseguidas ao fazer as conquistas das fases, sendo que cada uma tem 4. Os objetivos vão de simplesmente terminar a fase até terminar sem tomar dano, com um número máximo de raquetadas ou fazer um mínimo de combo. Algumas julgamos quase impossíveis durante a jogatina, então ânimo zero de abrir esse estágio extra.

    Eu mesmo já estava bem cansado. Sky Racket estava mais frustrante e injusto do que divertido e sua mecânica básica, de rebater os projéteis, simplesmente me desapontou. O jogo tinha me jogado um balde de água fria. No final estávamos jogando por jogar e pela vontade de terminar logo com aquilo.

    Uma coisa meio chata, ainda mais pra frente, é que as fases vão da facilidade total para totalmente frustrantes com tantas coisas para se preocupar na tela, incluindo muitos inimigos e balas que não podem ser rebatidas. As vezes ficávamos um bom tempo em uma seção para logo perdermos rapidamente os pouquíssimos 3 corações que tínhamos e quase nunca há itens de regeneração de vida. Morrendo, tínhamos que reiniciar a fase toda e isso ficou frustante num dos últimos estágios que, além do cenário longo, ainda tinha um miniboss e um boss bem chato no final. O último do jogo não era páreo pro safado!

    Foi aí que descobrimos ainda que ao pausar o jogo é possível ativar um modo de auxílio, inclusive podendo simplesmente virar invencível ou adicionar power-ups ao personagem. Não sei como isso afeta o jogo ou as conquistas, mas é legal ver que qualquer um poderia terminar a aventura.

    Resumindo: Sky Racket é um jogo bem "ok". Eu definitivamente esperava muito mais não só da aventura e como ela poderia se reinventar, mas principalmente da mecânica de rebater certos tiros e continuar o fazendo quicar pelo cenário. Acaba que o jogo na verdade se resume a ficar desviando de tiros e batendo em qualquer projétil redondo e rezar que batam em lugares de interesse e, em caso negativo, que você consiga bater mais uma vez nas bolas que estão voltando numa velocidade absurda, se lembrar, enquanto desvia dos demais elementos mortais do jogo.

    De bom: jogo em português. Diferentes pets com diferentes poderes te auxiliam conforme você os desbloqueia na campanha. Possibilidade de jogar no modo de auxílio. Jogo para até duas pessoas (embora eu não tenha visto vantagem em jogar assim). Pixel art bacana em diversos momentos. Referências legais ao Arcade e Pong.

    De ruim: fases vazias e muito parecidas umas com as outras. Mecânica principal simplesmente não é divertida, é só mais um comando aleatório do jogo. O jogo é a mesma coisa do início ao fim e não se reinventa ou experimenta diferentes modos ou minigames em momento algum. Se curar ou conseguir auxílio dos pets só acontece uma vez a cada mil horas e mesmo quando você os consegue, é tão pouco e fácil de os perder que nem compensa. O jogo confio demais que as pessoas gostariam dele e inclui desafios difíceis demais que duvido que alguém em sã consciência se daria o trabalho de fazer.

    No geral, não gostei do jogo e posso dizer que foi uma grande decepção para o que eu esperava, sem dúvidas. Claro que pelo preço minúsculo que paguei nem dá pra se arrepender, mas se soubesse que a experiência seria tão rasa e fraca, teria preferido jogar outro dos multiplayers que tenho aqui para essas ocasiões de visitas. Sobre o grupo do Facebook, não sei se a galera ficou cega pelo fator jogo brasileiro + Nintendo Switch ou se as pessoas realmente tem padrões baixos de qualidade para jogos hoje em dia. Recomendo ignorar esse jogo. Desinstalado com sucesso.

    Sky Racket

    Platform: Nintendo Switch
    8 Players
    1 Check-in

    16
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-09-07 01:23:25 -0300 Thumb picture
    33
  • 2020-08-27 02:03:17 -0300 Thumb picture

    Gravação da Live de Fall Guys

    Gravação da Live de Fall Guys que rolou hoje no twitch. Em breve a de God Eater também estará disponível no canal!

    Fall Guys: Ultimate Knockout

    Platform: Playstation 4
    114 Players
    40 Check-ins

    5

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