• anduzerandu Anderson Alves
    2022-09-25 11:03:10 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Tools Up!

    Zerado dia 24/09/22

    Eu realmente não imaginei que terminei um segundo jogo hoje depois de ter finalizado We Love Katamari e apenas um dia desde Evoland 2, mas rolou uma jogatina de última hora com os amigos da época do ensino médio e optamos por dar continuidade com Tools Up!, um jogo que iniciamos há uns dois meses atrás e tínhamos chegado meio que na metade da campanha.

    Bom, eu conheci Tools Up! (TU) num encontro de Nintendo Switch aqui no DF graças à uma amiga que o comprou e me apresentou. Inicialmente eu achei o jogo bem fraco e confuso, totalmente passável, mas tempos tempos cogitei o adicionar ao meu catálogo do console para oc aso de precisar de mais opções multiplayer estilo Overcooked, mas o preço também era salgado.

    O tempo passou e eu vi referências a TU em diversos lugares e resolvi que deveria dar uma segunda chance à ele um dia,

    E a necessidade veio de forma esperada quando de madrugada todo mundo resolveu que queria jogar algo no estilo Overcooked na casa de um outro amigo. Decidir comprar tanto TU quanto Moving Out, mas eles estavam caros no dia, para decepção de todos os presentes.

    Ainda assim pus na cabeça que os queria e quando apareceram em promoção (cerca de 12 reais cada), eu percebi que os encontros com o pessoal seriam mais bacanas.

    Com os dois no video game e bem entusiasmado, a galera em época de Covid-19 estava meio receosa e logo as aquisições ficaram a mercê da sorte de encontrar todo mundo novamente.

    Eu sempre compro jogos pensando nas jogatinas com as pessoas, mas sempre me arrependo pois ninguém valoriza o que lhes foi dado de graça.

    Na verdade eu joguei o Moving Out anteriormente e, para a minha surpresa, achei o jogo bem sem graça. Com a fama dele e tal, eu esperava bem mais. E se ele era tão fraco, imagino esse Tools Up! que ninguém sequer conhece e eu já tinha tido uma experiência ruim.

    Na verdade depois de uma tarde de Moving Out eu cheguei em casa e abri o TU na curiosidade/ansiedade e achei bem "tanto faz", mas iso me impulsionou a ir direto testá-lo com os amigos na próxima jogatina e... Me diverti a beça!

    Enquanto no MO parecia que a gente só pegava uma coisa, levava para o caminhão de mudanças, pegava outra coisa e assim até acabar todas as fases, TU demandava organização, diferentes tarefas, estratégia e aquela clássica raiva que passamos jogando Overcooked, seja porque alguém boiou em não fazer o que deveria ou ajudar, seja porque você misturou algo errado ou mesmo porque os jogadores se atrapalham e bloqueiam entrada e saída de portas etc.

    Bom, o jogo tem o visual simples, mas não feio, bem "Overcooked-like", esse gênero cooperativo caótico que conquistou o pessoal desde então. Sinceramente achei os visuais mais agradáveis que os de Moving Out, que apesar de parecerem mais coloridos e carismáticos, são meio robóticos.

    Depois da apresentação do enredo, pudemos escolher com qual modelo de personagem jogar e suas paletas de cores. Tem pessoas bem caricatas de várias formas e vamos desbloqueando mais conforme adquirimos estrelas pela performance nos estágios. Sendo assim logo desbloqueamos personagens mais animalescos, como cachorro, peixe, e outros mais estilo Halloween, morcego, cabeça de abóbora etc. Lembrando que o jogo é para até quatro pessoas localmente.

    As telas de loading ensinam os poucos botões que usamos e você pode os ler com calma ou até largar o controle para fazer outras coisas pois elas aguardam confirmação para seguir o jogo.

    O hub para escolher os estágios é um prédio e você pode entrar nas fases que não tiverem a porta bloqueada. As que estiverem inacessíveis requerem que você colecione mais estrelas de desempenho para serem abertas, coisa que nunca foi problema.

    Cada andar desse prédio costuma ter entre 2 e 4 estágios e tem um tema específico. Para subir ou descer de andar basta pegar o elevador.

    Nesse início de campanha há ainda um tutorial de como ele funciona. É meio esquisito se acostumar com as mecânicas e controles e o ritmo de TU, mas vale a pena. Continue!

    Basicamente em cada estágio você se encontra em uma casa que deve ser reformada e há ferramentas tanto pela casa quanto sendo entregues com o tempo, como se os Correios levassem para você periodicamente. Para saber o que fazer você pode verificar a planta baixa, ou projeto, que põe um filtro na tela indicando o que deve ser feito: paredes que devem ser pintadas e de que cor, carpetes a serem aplicados e assim por diante. O projeto também informa o que já foi feito e o que ainda deve ser feito.

    É normal quena verdade você só tenha que tratar de dois ou três cômodos da casa. Ou apenas o chão de um cômodo, parede de outro, as vezes tudo.

    As primeiras missões são bem simples: pinte as paredes com a tinta tal, cubra o chão com o carpete. Moleza. Essas pinturas demandam que você vá até o balde certo, colete o material e use-o em um quadrante. Geralmente há um vai e vem, mas é possível carregar o balde e deixá-lo perto de você

    Com o passar do jogo, tudo vai ficando mais complicado: mais áreas para trabalhar, espaços menores pare se movimentar, materiais que são necessários em diversos lugares serão disputados e o clássico "cadê a tinta laranja?"

    Você também vai começar a ter que remover tinta ou chão velhos, trabalhar com materiais similares e se enganar, as pessoas começam a bagunçar de derramar lixo ou líquidos pela fase, o que faz com que você escorregue e derruba mais coisas, além de te atrasar. Vira um caos!

    A dinâmica do jogo fica bem mais complicada quando você precisa fazer misturas pois tudo depende de um balde: cimento, rejunte, cola. Você quer colar o papel de parede de um cômodo mas alguém está colocando cerâmica no outro. Resta esperar. As pessoa quase acaba, mas o material do balde acabou, ela vai ter que misturar mais, o que demanda mais tempo. E o balde serve ainda para por apenas lixo, o que é muito útil pois criamos muito entulho e levar de um por um para a lixeira lá fora demora demais enquanto encher o balde é rápido e você pode jogar tudo de uma única vez.

    Cenários mais avançados adicionam mecânicas mais complicadas que afetam seu desempenho e movimentação como o andar de inverno e seus chãos escorregadios e uma fase em que um cachorro fica correndo pela casa, bloqueando a passagem e nos derrubando e fazendo mais sujeira ainda. Lá no final houve uma fase em que um fantasma carregava os materiais para longe.

    Fora isso os cenários ficam mais cruéis até de entender o que fazer no projeto ou tem projetos falsos que podem te fazer errar. Alguns deles tem tanta coisa bloqueando a tela que fica difícil ver onde estão as ferramentas.

    O jogo resume bem a pegar o projeto onde ele estiver e ver o que fazer;

    Delegar tarefas rapidamente com o que estiver disponível;

    Trabalhar nessas tarefas, cada um dos jogadores;

    Limpar todo o lixo;

    Atender a porta assim que alguém entregar algo pois se demorar um pouco o entregar vai embora e só volta depois. Muitas vezes você vai ter que parar o que está fazendo por conta disso;

    Após concluir tudo, tudo deve ser retirado de dentro de casa: materiais, lixo (que não pode ter nem fora da residência) e os próprios jogadores devem sair. Pronto, casa entregue!

    Na nossa primeira jogatina jogamos pouco menos de metade das 30 fases da campanha. O pessoal cansou um pouco e queria ver outros jogos, mas acho que o grupo com quem joguei realmente não tem muito o espírito desse tipo de experiência. Eu mesmo estava ainda empolgado (muito embora eu não fosse necessariamente jogar até o final numa só sentada). Foram 4 horas e meia de campanha somando nossos dois encontros.

    Resumindo: Tools Up! é um party game caótico à la Overcooked muito bacana e surpreendentemente divertido. E isso vindo de alguém que não o curtiu na primeira experiência. Diria que é uma ótima pedida para quem terminou os OC e queria mais títulos do tipo. Ele é muito funcional e bem feitinho e muito superior ao Moving Out, na minha experiência.

    De bom: poucos botões para usar. Mecânicas funcionais. Demanda estratégia e organização. É possível passar de fases mesmo quando o tempo acaba sem ter feito tudo com base no trabalho feito. Desbloqueáveis e DLC (paga) dão uma sobrevida boa ao jogo.

    De ruim: aquele fator estressante as vezes é grande tipo quando você pede para o personagem por um item que está carregando no chão e ele se nega por suposta falta de espaço ou quando você quer pegar o item do entregador e não consegue mesmo apertando o botão (possivelmente pelo jogo exigir posicionamento preciso demais) e o cara vai embora. Houveram situações em que objetos ficaram na calçada fora de visão (deixados por outros jogadores mesmo) e não conseguimos prosseguir esperando o item ser entregue. Achei que a ideia do jogo fica um pouco repetitiva com o passar da campanha, mas realmente é algo para ser jogado casualmente, não maratonando. Alguns objetivos são difíceis de entender o que fazer exatamente ou não parecem estar errados como quando é indicado que falta terminar de colocar o papel de parede num quarto e tudo parece bem, mas provavelmente alguém o pôs em algum quadrante sem cola. DLC paga. Sem online.

    No geral, gostei bastante do jogo e é um ótimo complemento para quem quer jogos multiplayer desse tipo para reunir o pessoal e passar um pouco de raiva. Eu paguei uns 10 ou 12 reais nele e foi muito justo mesmo! Só não vou indicar mesmo para quem joga sozinho pois não é o público alvo para nada nesse estilo. Jogo divertido!

    Tools Up

    Platform: PC
    2 Players

    14
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-08-21 10:50:46 -0300 Thumb picture

    JUJUBA 🍬ou FEIJÃO 🦠?

    Bora se divertir com as jujubinhas...

    ...ou feijões, sei lá!

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: "TAMO JUNTO

    Essa provinha é tensa...😬😬😬

    Os bichinhos na expectativa se vão cair ou não 😬

    Essa ansiedade em saber o que ganhou é cômica 

    Desafio "GIRA GIRA". 🌀🌀🌀

    Um feijãozinho atrás do outro ficou estranho 😁😏

    Desafio "PISTA DE ESQUI" 🏂🎿⛷️

    "Salte por entre os buracos para marcar pontos".

    Um tipo de "game party" / battle royale divertidíssimo que te coloca em variadas competições com vários outros jogadores ao redor do mundo. Simples, prático e cativante. Não vá se empolgar nas personalizações (micro transações...). RECOMENDO 👍🏻

    É curioso que inicialmente foi lançado para PCs em 2020...mas eu sinceramente só fui conhecê-lo agora em 2022 😬😬😬

    Fall Guys: Ultimate Knockout

    Platform: Playstation 4
    160 Players
    49 Check-ins

    27
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-08-04 07:35:14 -0300 Thumb picture

    JUJUBA 🍬ou FEIJÃO 🦠?

    Seguindo nessa louca e divertida gincana...

    É interessante a infinidade de personagens diferentes devido a imensa variedade de personalização...

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: SALTO MORTAL

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: VITÓRIA DOLORIDA 

    Dentre 59 JOGADORES, pela primeira vez, consegui ficar entre os 14 finalistas.

    Agora resta saber se vou conseguir trilhar...

    ... esse árduo caminho...

    ... até a conquista da cobiçada COROA 👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑👑

    Mas o que importa aqui nem é ganhar, mas se divertir (que papo de perdedor 🤣)

    Apesar de que a meta é se divertir... inevitavelmente tú vai se estressar de uma forma ou de outra 😁

    Um tipo de "game party" / battle royale divertidíssimo que te coloca em variadas competições com vários outros jogadores ao redor do mundo. Simples, prático e cativante. Não vá se empolgar nas personalizações (micro transações...). RECOMENDO 👍🏻

     É curioso que inicialmente foi lançado para PCs em 2020...mas eu sinceramente só fui conhecê-lo agora em 2022 😬😬😬

    Fall Guys: Ultimate Knockout

    Platform: Playstation 4
    160 Players
    49 Check-ins

    26
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2022-07-26 00:13:32 -0300 Thumb picture

    JUJUBA 🍬ou FEIJÃO 🦠?

    Bora ver qual é desses bichos. Afinal, eles são JUJUBAS ou FEIJÕES?

    COMO JOGAR: Você deverá correr, perseguir e ultrapassar outros 59 participantes em uma série de rounds até conquistar a vitória...👑

    Você poderá pular, se jogar e agarrar, então bora testar! 

    COMPETIÇÃO "ANÉIS MALUCOS" 😏

    Parece fácil mas não é (nada que prática não resolva...)

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: ROUPA NOVA

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: TRANQUEIRA 

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: VALENTÃO 

    Até então essa corrida de 02 voltas foi a que mais me diverti...

    Devo confessar: é realmente tentador querer gastar dinheiro para personalizar mais rápido suas jujubinhas (em português traduziram assim) ou seus feijõeszinhos (no inglês falam BEANS)...

    Um tipo de "game party" / battle royale divertidíssimo que te coloca em variadas competições com vários outros jogadores ao redor do mundo. Simples, prático e cativante. Não vá se empolgar nas personalizações (micro transações...). RECOMENDO 👍🏻

    É curioso que inicialmente foi lançado para PCs em 2020...mas eu sinceramente só fui conhecê-lo agora em 2022 😬😬😬

    Fall Guys: Ultimate Knockout

    Platform: Playstation 4
    160 Players
    49 Check-ins

    27
    • Micro picture
      zefie · 2 months ago · 4 pontos

      Esse é um que eu teria prazer em platinar, porque acho muito divertido, SE... Um dos troféus não fossa de uma patifaria colossal (vencer 5 jogos em seguida).

      4 replies
    • Micro picture
      rafael_mingato · 2 months ago · 2 pontos

      Eu acho tão divertido esses nomes criativos que você dá pros games. hehe 🎮😬

      2 replies
    • Micro picture
      hyuga · 2 months ago · 2 pontos

      O jogo é divertido, mas quando tem um troll desgramado te agarrando e te fazendo perder aí a diversão vai embora

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-24 14:50:53 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Super Mario Party

    Zerado dia 23/07/22

    Quando a Nintendo anunciou Super Mario Party, lá nos primórdios do Nintendo Switch, qualquer pessoal que curtisse a série ou jogos multiplayer simplesmente perdeu a cabeça! Quer dizer, acho que todos ainda tínhamos aquele direito a dúvida após jogos de qualidade inferior/duvidosa há vários gerações em tudo que envolvesse as festas do bigodudo, mais notavelmente nos anteriores de 3DS e Wii U, mas parecia demais que eles tinham finalmente nos ouvido e acertado o dedo.

    Será que tudo estaria retornando às origens? Eu, e muita gente, ainda adoro os originais de N64 mas a Nintendo parece evitar a fórmula antiga pelas partidas super longas e de espírito competitivo ao ponto de te fazer querer dar um soco na cara dos amigos. Bem, comprei o jogo físico no Switch pouco depois do que foi lançado.

    O problema é que sem funções online até então e pelo fato de todo mundo tê-lo comprado, o meu jogo ficou inútil. Ia jogar com os amigos em suas casas, mas todos já o tinham! Enfim, acabei passando Super Mario Party para frente quando precisei de dinheiro ou o troquei em algum outro jogo.

    A coisa louca é cheguei a sentir falta dele, sobretudo com grupos de jogo mais casuais ou que não possuíam o console em seu meio e, para a minha sorte, uma página de um vendedor que sigo no Facebook um dia simplesmente postou o código de resgate dele na Eshop para o primeiro que ativasse! Corri para pegar o Switch e tentei sem esperança e consegui! Inclusive em outra ocasião ele fez parecido com o jogo Carrion na mesma plataforma, mas faltando um caractere de letra e eu, me achando o esperto, resolvi tentar todo o alfabeto de trás para frente, o que levou muito tempo falhando e alguém o conseguiu digitando a letra "D"! Noooo!

    As minhas experiências com SMP já são muitas. Alguns anos o jogando casualmente aqui e ali, mas como nem tem tanto conteúdo assim, deu pra ver de tudo algumas vezes.

    As primeiras jogatinas com os amigos eram as mais entusiasmadas. Todo mundo querendo jogar a fundo e descobrindo novos tabuleiros e minigames com aqueles lindos visuais. A Nintendo ainda acertava muito nos primeiros tempos do Switch e parecia uma volta triunfal de tantas séries. O console estava "on fire" e até difícil de acompanhar pois tudo parecia um tiro certo!

    Como eu demorei pagar adquirir minha primeira cópia (aquela física), só o experimentei de verdade alguns dias depois de seu lançamento. Enquanto isso os amigos tinha o comprado e degustado pelo que parecia ter sido 24 horas por dia, todos os dias.

    Eu sempre menciono coisas desse tipo por aqui e esse é um bom exemplo de porque odeio não conhecer um jogo pela primeira vez em conjunto quando ele se trata de um multiplayer. Os caras não só jogavam bastante nesse período de lançamento como ainda acompanhavam cada post de portais relacionados ao Switch e seus lançamentos que incluíam primeiras impressões, reviews, spoilers, gameplays. Os caras estavam praticamente se tornando entusiastas em Super Mario Party.

    O resultado é que eu era humilhado nas partidas enquanto aprendia a jogá-lo. O pessoal sabia exatamente como jogar todos os minigames, onde se posicionar, tinham estratégias bem determinadas e eu não tinha nada! Frustrante, mas ainda vi o potencial do jogo e como seria o jogar com outras pessoas, fora que eu poderia insistir nele até ficar à altura dos viciados.

    Apesar dos apesares, SMP era mesmo no estilo dos antigos com seu tabuleiro, rolando dados, caindo em espaços que somam ou subtraem do personagem ou causam algum evento no mapa, personagens independentes ao invés de juntos num carrinho (que época horrível aquela), uso de itens e corrida para alcançar a estrela antes dos outros afinal quem obter mais delas, vence.

    Mas há outros fatores que estragam demais a experiência e tudo pode ser resolvido em uma reformulação mais simples e casual da franquia, como se fosse algo mais pensado para uma geração com menos tempos disponível e que se importa menos em vencer ou perder.

    Em primeira lugar, tudo é muito barato e não há a opção de editar configurações desse tipo (apenas o número de turnos). Um exemplo disso é que estrelas custam apenas 10 moedas e dificilmente você não terá essa quantia até chegar nelas. Você ainda vai sair comprando itens, pagando por eventos e nunca se preocupando com esses valores.

    Outro grande problema é o tamanho dos poucos tabuleiros (apenas 4): são minúsculos! É muito fácil visualizar tudo na tela e enjoar do jogo assim pois numa única jogatina com o menor número de turnos possíveis (10) você já vai ter visto de tudo por lá, e não há muito.

    Esse lance dos pequenos tabuleiros piora ainda mais conforme o jogo anda e os jogadores ficam mais dispersos pois assim que alguém comprar uma estrela, a seguinte vai aparecer bem perto de outro alguém (ou da pessoa que acabou de comprar mesmo). Isso sempre foi uma possibilidade na série clássica que ao menos parecia tentar evitar que isso acontecesse, mas agora parece ser algo inevitável! Muito frustrante!

    Agora imagine que uma estrela nova apareceu o mais distante possível de um jogador. A tela mostra o número de casas para chegar até lá (tipo "14 até a estrela"). Você pode usar um item que aumenta seu número na rolada do dado e ainda pode ganhar mais bônus se tiver um companheiro, adquirido ao cair em certas espaços. O personagem que você escolhe ainda tem a opção de rolar um dado comum (1-6) ou um especial dele e se juntar essas coisas, você mal dependerá de qualquer sorte para andar aquelas 14 casas...

    Ao meu ver, SMP ainda brilha em seus minigames, que costumam ser muito divertidos e bem bolados (com poucas exceções no grande montante). Assim que você cansar dos 4 tabuleiros, eu acredito que a graça do jogo possa se manter no modo de apenas minigames.

    Nesse jogo esses minigames são jogados com um único joycon e esse é o único tipo de controle que pode ser usado em Super Mario Party. Obviamente o console já vem com dois deles mas para jogar com o máximo de jogadores você vai precisar ou adquiri um novo par ou depender de alguém que também tenha um Switch.

    Acho que pode ser normal que muitas pessoas tenham apenas o par que vem na caixa e um Pro Controller para jogar sozinho e infelizmente esse controle ficará de lado na jogatina. Mas faz um pouco de sentido também o foco no uso de um singular joycon visto que o foco é sempre na simplicidade do gameplay e minigames que usam controles de movimento enquanto tentam simular o sentimento de segurar o cabo de uma frigideira, uma raquete ou mirar armas.

    Outros modos ajudam a agregar interesse e replay nesse jogo, como um cooperativo que devemos descer um rio remando o mais rápido possível, coletando relógios para ganhar tempo e jogando minigames em que devemos agir em conjunto. Gostei um bocado desse também.

    Há outro que é focado em dançar e mistura um pouco Just Dance com um pouquinho do que jogamos em WarioWare: Smooth Moves e minigames no estilo Mario Party. Esse modo vai demandar de espaço e que joguemos em pé e rendeu boas experiências apesar de também ser algo breve, pois além das gargalhadas ainda foi o único que as crianças da família (de cerca de 5 anos de idade) conseguiram meio que jogar.

    Os motivos para insistir no jogo até existem e exigirão que você experimente tudo o que ele tem a oferecer ao máximo, incluindo todos os seus modos. Não chega a ser nada muito complicado nem cansativo e duvido que alguém volte ao jogo depois dos 100%. Diria que é uma ideia melhor para jogar se você realmente ama o jogo. Fora isso, a Nintendo lançou um modo online bem limitado alguns anos depois.  

    Resumindo: Super Mario Party é melhor do que muitos de seus antecessores e um bom jogo com potencial maior desperdiçado. Se pudéssemos editar algumas preferências paras as partidas e o deixar mais próximo dos nossos gostos ou da trilogia de N64, seria facilmente um dos meus prediletos do Switch! Dá para se divertir um bocado mas acho que o título tenha sido esquecido não apenas pelos criadores quanto também pelos fãs, sobretudo depois da sequência Superstars que deve ser muito superior.

    De bom: belos visuais. Ótimo uso do HD Rumble. Jogabilidade simples, embora não muito indicado para crianças muito pequenas. Ótimos minigames originais e que usam bem das funções do Switch. Diversos modos, incluindo online e usando múltiplos consoles.

    De ruim: apenas 4 tabuleiros e todos são minúsculos. Você pode jogar super bem e humilhar nos minigames mas o fator sorte aqui é muito zoado e pode beneficiar apenas um jogador, assim como há prêmios de estrelas gratuitas no fim das partidas que podem simplesmente fazer aquela pessoa que nem sequer prestou atenção no jogo vencer. Sério, o fator "injustiça" aqui é sem precedentes. Jogável exclusivamente com joycons. 

    No geral, esse jogo é uma experiência bem agridoce e, como eu disse, há um potencial muito maior que um update poderia corrigir, mas a própria Nintendo pareceu esquecer dele e mesmo quando resolveu do nada o atualizar apenas adicionou coisas meio sem sal e nem sequer os desejados tabuleiros adicionais vieram, complicado. Recomendo mesmo ficar de olho no Mario Party Superstars atualmente. Sobre SMP, passável.

    Super Mario Party

    Platform: Nintendo Switch
    174 Players
    7 Check-ins

    9
  • 2022-07-19 12:54:04 -0300 Thumb picture

    Multiplayer online

    Olá, tudo bem com todos?

    Passando aqui pra pedir uma ajuda a vocês. Como vocês sabem a Ubisoft vai fechar os servidores de alguns jogos, dentre eles o Splinter Cell Blacklist, para o Xbox (a versão de 360 serve pros modelos Xbox One e Xbox Series também). 

    Então eu gostaria de saber se tem alguém por aqui que tá afim de fazer o online dele. Aqui no meu jogo está faltando fazer as missões coop do Briggs, além da conquista de fazer 10 assistências no objetivo. Eu já fiz isso no PS3, então já sei como faz e é rápido. E se alguém tiver disposto a ajudar, eu dou uma mão também nos desafios semanais e no EvM se caso precisar.

    Eu vou estar tranquilo no domingo. Mas dependendo dá pra fazer as missões pela manhã ou pela madrugada. 

    @multiplayers

    Tom Clancy's Splinter Cell: Blacklist

    Platform: XBOX 360
    629 Players
    23 Check-ins

    29
  • marcel_reis_777 Marcel Reis
    2022-07-13 13:31:20 -0300 Thumb picture

    Dia 25

    Boa tarde pessoas, sem enrolação vamos de Dia 25: Um jogo superestimado: Nada contra Fortinite, mas na minha opinião não vejo nada de mais,  ah um tempo atrás joguei ele quando só tinha um modo que era da construção, e o jogo não me pegou não. Depois que criaram um novo modo que é sem construção eu dei mais uma chance ao game, e é legal, comprei até o passe de batalha, peguei level 100, é um jogo divertido para jogar com amigos, e para passar tempo em modo solo, mas na minha opinião é apenas um jogo normal, nada de mais, ele tem suas atualizações trazendo personagens todos os dias, eventos e isso deixa o jogo sempre atualizado e que prende muitos jogadores, mas para mim não chega ser tãooo inovador, eu cheguei jogar por quase 1 mês, depois teve um novo passe de batalha mas esse eu não comprei não, e nem cheguei a jogar mais. 

    @goraku

    Fortnite

    Platform: PC
    207 Players
    84 Check-ins

    14
    • Micro picture
      noblenexus · 3 months ago · 2 pontos

      Concordo, acho que ele só vende bem e é famoso por conta de pegar personagens de várias outras obras e pq ficou famoso com as crianças, pq de resto ele não é tão bauhm não

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-28 10:36:46 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Invisigun Reloaded

    Zerado dia 27/06/22

    Bilionésimo jogo que comprei por preço baixíssimo no Switch, Invisigun Reloaded sempre aparecia em promoções da eshop por cerca de 4 reais e a proposta multiplayer e visuais um dia acabaram me convencendo, fora que sempre investi em títulos para múltiplos jogadores para o caso de precisar nas jogatinas.

    O ruim disso é que o Switch tem muitos jogos multiplayers bons, desde os grandes, como Smash Bros. e Mario Kart, passando por títulos como Killer Queen Black e Overcooked e seus clones até chegar nos mais desconhecidos, como este daqui. Sendo assim, fica sempre difícil achar uma oportunidade de jogá-los. Se eu jogava uma vez por mês com o grupo, a atenção sempre ficava voltada aos jogos principais e se desse sorte, batia um tédio e tentávamos esses menores e, ainda assim, Invisigun disputa a atenção com esses outros desconhecidos.

    Nessas experiências loucas descobrimos alguns jogos super legais e viciantes, que infelizmente nunca ganharão posts meus por aqui por não terem modo campanha, como Astro Duel, Hyperjam etc.

    Há também jogos que passam longe de corresponder às expectativas que abandonamos rapidamente ou eu acabo tendo que jogar sozinho depois para terminar a campanha. Mas a maioria é exclusivamente Party Game e eu apenas desinstalo: Stickbold, Watermelon Party etc.

    Foi numa dessas jogatinas que tentamos finalmente o Invisigun Reloaded. Como sempre eu pesquiso o bastante apenas para saber se o jogo é... Jogável. E gosto de ter a primeira experiência e aprender junto com o grupo ao invés de sair detonando geral (coisa que alguns amigos fazem e me desmotivam a jogar com eles). Eu sabia que da proposta de IR e que seus visuais eram legais, mas por nãos ser um título conhecido e ter sido tão barato, as chances de ele ser ruim eram altas.

    E a primeira jogatina foi bem legal! Não tão viciante quanto alguns outros jogos, mas legal e melhorava quanto mais insistíamos e aprendíamos sobre as suas mecânicas e estratégias.

    O multiplayer se inicia com a escolha de um personagem. Cada um deles tem um ataque especial e uma habilidade ativa diferentes dos demais. Foi possível ainda dar uma certa customizada nos visuais, inclusive dos seus projéteis e mais umas coisinhas bestas. Depois pudemos escolher um cenário e mandar ver!

    O diferencial de IR é que todo mundo é invisível, ou pelo menos até dar um tiro, o que te revela na tela por um segundo ou dois. Há ainda pequenas dicas da posição de cada um no cenário conforme nos movemos, como bater numa parede ou andar sobre a água. O grande lance é conseguir localizar os outros e os matar, além de tentar se locomover sem saber onde você está exatamente (daí você acaba fazendo algumas coisas para se achar, o que também ajuda a concorrência).

    Há todo tipo de personagem e diferentes estratégias (e mais para serem desbloqueados, o que só descobri ontem). Lembro que um amigo usava um personagem que pulava e batia no chão, deixando tonto a todos os oponentes próximos e ao menos revelando os que estavam um pouco mais distantes.

    A personagem que eu usei por último tinha a habilidade de correr por 6 espaços até duas vezes seguidas. Dá pra usar isso para ir para longe das batalhas ou mesmo sair da frente de um tiro, voltar e atirar em um pequeno espaço de tempo. Usar essa habilidade te deixa visível durante sua animação.

    Já a habilidade de ataque dela permite que seu tiro exploda projéteis menos nas 4 direções caso você pressione o botão de ataque uma segunda vez.

    Há ainda objetos, barreiras e mecânicas diferentes em cada estágio, além do próprio layout. Tudo isso remete um bocado à dinâmica dos últimos Super Bomberman de SNES, com fases diferentes e personagens de habilidades únicas.

    Porém, Invisigun Reloaded é um jogo mais complicado, mais complexo, e não algo tão tranquilo quanto Bomberman, que basicamente qualquer um pode jogar com alguma facilidade desde o início. A mecânica de ser invisível pela maior parte da partida pode não ser interessante para quem quer algo mais casual ao invés da competitividade, fora que você muitas vezes fica apenas olhando para um cenário vazio, sem os personagens bacanas que escolhemos.

    Mas sim, com um pouco de insistência, interesse e jogadores com o mínimo de estratégia a experiência pode sim ficar muito divertida!

    Nesse dia acredito que jogamos apenas de 3 pessoas e um quarto jogador fez um pouco de falta. Sinto que o potencial de IR seja atingido apenas com esse número, com um mapa bem preenchido e com bastante competitividade, tipo que nem em Towerfall. Então curtimos, mas logo partimos para os jogos principais do dia.

    Meses e meses se passaram e eu resolvi sair deletando um bocado de coisas de Switch. Haviam ícones de jogos que nem estavam instalados, jogos que provavelmente não jogaríamos mais etc. Eu queria uma interface mais limpa e focada no que eu tinha que jogar ainda e IR se manteve no Switch não só por ter alguma chance de jogarmos (poderia desinstalar e reinstalar novamente e rapidamente se fôssemos jogar a qualquer momento), mas ele tinha algo que a maioria desses joguinhos não tem: uma campanha Single Player (e muito carisma).

    Já a campanha principal não é tão interessante quanto o multiplayer. Não há enredo e há apenas 9 personagens disponíveis, cada um com 9 estágios.

    Esses estágios funcionam como treinamento ou até tutoriais para cada um desses personagens e chegam a apresentar o uso das habilidades até usos mais extremos, ótimo para quem quer detonar contra os amigos.

    Cada missão tem três níveis de dificuldade, mas me mantive apenas no normal, que é você invisível. Sei que no fácil você fica visível o tempo todo. O seu objetivo normalmente é destruir todos os alvos, coletar todas as moedas ou simplesmente ir direto para a saída.

    Esses objetivos são dificultados justamente por não ser visível e ter armadilhas nos mapas que exigem rápida movimentação e precisão para desviar de projéteis a tempo, e cosias do tipo. Há ainda coletáveis opcionais em cada desafio que exigirão muita habilidade e domínio do jogo. Basicamente muitas vezes você vai ter que escolher passar de fase ou arriscar uma manobra doida perto da saída e eu sempre escolhia a primeira opção. Ao terminar a fase o jogo ainda pergunta se você quer tentar novamente ou ir para a próxima fase.

    Me surpreendi que o estágio final era um chefe! Melhor parte da curta campanha!

    Aqui eu vou dizer que praticamente roubei para dizer que terminei o jogo. Com a personagem eu fiquei com 74% de progresso (por falta dos coletáveis) e no progresso da missão principal com apenas 7%! 

    Mas sinceramente não animei com esses desafios estilo tutorial, muito menos pegar todos os opcionais. A melhor parte de completar as aventuras de uma personagem foi desbloquear um personagem novo pro Versus pois avançar nas fases não foi muito divertido, para ser bem sincero e provavelmente há outras formas de liberá-los, até porque há muitos modos no jogo.

    IR é definitivamente um título para quem quer jogar competitivamente, no sofá ou online e a campanha não compensa. Também não compraria o jogo por conta desse modo.

    Resumindo: Invisigun Reloaded é um party game muito divertido para jogar com a galera e é aqui que o foco deve ficar: no competitivo e quanto mais gente, melhor!

    De bom: visuais e animações bacanas. Proposta diferente e muito divertida. Muitos personagens diferentes, incluindo desbloqueáveis. Diversos modos, incluindo online.

    De ruim: campanha sem graça. A mecânica de ficar invisível e a dinâmica das partidas pode não agradar a todos.

    No geral, gostei da experiência e, mais uma vez, recomendo o jogo para jogatinas em grupo. Bacana! 

    Invisigun Reloaded

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    8
  • ps5
    2022-03-21 13:29:43 -0300 Thumb picture

    Sony compra a Haven Studios de Jade Raymond

    Hermen Hulst

    Head of PlayStation Studios

    Hoje, tenho o prazer de anunciar que o Haven Studios está se juntando oficialmente à PlayStation Studios! Jade Raymond traz sua vasta experiência lapidada pelas conquistas no setor e uma paixão contagiante pela criação de jogos, e a equipe de liderança do Haven é um grupo igualmente impressionante de veteranos do setor que já colaboraram em alguns dos maiores e mais amados jogos e franquias que muitos de nós curtimos até hoje.

    Começamos a trabalhar com Jade e sua equipe no início de 2021, quando eles estavam prestes a anunciar a formação do Haven Studios. Desde a primeira apresentação deles, ficamos inspirados pela visão do Haven de criar uma experiência multiplayer moderna que une os jogadores de maneira positiva e significativa. Estávamos confiantes na sua experiência criativa e técnica para realizar um projeto tão ambicioso, além de entusiasmados por investir na sua jornada de desenvolver uma IP nova e original para a PlayStation.

    Tivemos o privilégio de trabalhar de perto com a Haven no ano passado e ficamos impressionados com o crescimento e o progresso do estúdio. Por isso, praticamente no aniversário de quando oficializamos a nossa parceria, é ainda mais emocionante recebê-los formalmente na família PlayStation. Não podemos esperar para ver o que o futuro reserva para o Haven Studios.

    Bem-vinda à PlayStation Studios, Haven!

    “Este mês completa um ano desde que embarcamos em uma jornada para iniciar o Haven Studios com uma pequena equipe e grandes ambições. O nosso objetivo era construir um estúdio onde pudéssemos criar o tipo de jogos que sempre quisemos; e jogos que sempre desejávamos jogar!

    Fizemos um progresso incrível em pouco tempo graças à nossa equipe talentosa e apaixonada e suas contribuições excepcionais. Estabelecemos uma cultura no Haven que se baseia na bondade, adaptabilidade e coragem, revelando a criatividade. Nossa primeira e nova IP para o PlayStation está no caminho certo para proporcionar uma experiência multiplayer AAA com uma visão de construir um mundo sistêmico e em evolução focado na liberdade, emoção e diversão que manterá os jogadores entretidos e envolvidos durante anos.

    Hoje, a equipa do Haven começa uma nova fase da nossa jornada, como parte da família PlayStation Studios. Trabalhar com a Hermen, Connie Booth e a equipe da PlayStation no ano passado foi um destaque na carreira. A SIE é um parceiro prestativo que compreende verdadeiramente o processo criativo e o que é necessário para criar um jogo AAA de sucesso. Eles nos capacitaram e encorajaram a dar vida à nossa visão audaciosa e fazer nossos sonhos se concretizarem, e não poderíamos estar mais entusiasmados com esta oportunidade de fortalecer nossa parceria.

    Como estúdio primário da SIE, teremos a oportunidade de colaborar com algumas das equipes de desenvolvimento mais reconhecidas do mundo, incluindo estúdios como Guerrilla, Naughty Dog, Media Molecule e Insomniac Games, criadores de jogos que nos inspiram enquanto jogadores e programadores há anos. Estamos muito empolgados em aprender com estes estúdios de nível mundial e com as extraordinárias equipes centrais de criação, tecnologia e marketing, cuja experiência nos permitirá oferecer jogos ainda melhores aos jogadores.

    Para nossa equipe do Haven, nossos mais sinceros agradecimentos. Foi um dos anos mais recompensadores da minha carreira; e, para os jogadores de todo o mundo, mal podemos esperar para compartilhar mais detalhes. Estamos apenas no início do que certamente será uma aventura maravilhosa que irá durar por gerações.”

    – Jade Raymond

    CEO e Fundadora, Haven Studios

    ---

    https://blog.br.playstation.com/2022/03/21/haven-s...

    7
  • fredson Fredson Ricelli
    2022-01-04 14:02:38 -0200 Thumb picture

    GTA IV Multiplayer Boost

    Não vou fazer isso por agora, mas já vou ir deixando as coisas planejadas e preparadas. Alguém aí tem intenção de platinar o GTA IV (PS3) ou pegar todos troféus dos modos multiplayer?

    Ideal é ter 4 pessoas comprometidas pra fazer isso. Os primeiros troféus, sessão com as 4 pessoas, depois divide em dois grupos de 2 pessoas e mantém fixo pra conseguir o resto. Boa conexão com a internet é fundamental.

    Tem um checklist pra seguir meticulosamente pra dar tudo certo.

    Alguém encara o desafio? Intenção é começar em algum momento em fevereiro.

    Grand Theft Auto IV

    Platform: Playstation 3
    8616 Players
    217 Check-ins

    22
    • Micro picture
      santz · 9 months ago · 1 ponto

      Reunir que ainda tenha o GTA IV do PS3 vai ser um pouco difícil.

    • Micro picture
      darleysantos676 · 9 months ago · 1 ponto

      Acho que até fevereiro talvez tenha terminado o MGS The Phantom Pain... Tinha muita vontade de platinar os GTA de PS3, mas tudo foi morrendo, é phoda...

    • Micro picture
      usoppbr · 9 months ago · 1 ponto

      Eu tô fazendo isso mas no Xbox, vai ser foda pegar os MP mesmo...

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