• ramno Ramno
    2019-11-18 20:27:30 -0200 Thumb picture

    O que eu achei de Mirror's Edge.

     Jogo: Mirror’s Edge (2008)

    Plataforma: PC

    Concluído em: 12/09/2019

    Mirror’s Edge é o primeiro jogo que vou analisar de muitos outros que estão por vir. Primeiro farei uma análise superficial, demonstrando a primeira impressão que tive do jogo e depois o que eu achei, enquanto eu jogava, sem dar spoilers da história, e por fim a conclusão da minha experiência.

    Logo de cara já notei os gráficos do jogo, que para a época eram maravilhosos, e para um jogo de 2008 continuam lindos e as cutscenes, feitas em um desenho minimalista, são incríveis. Não há o que reclamar da parte gráfica, que hoje é possível rodar em qualquer Pc.

    A mecânica central é realizar movimentos de Parkour por diversos telhados e cenários da cidade, há também combate armado e desarmado, mas vou falar disso depois. Os cenários são muito bem construídos para fazermos diversos saltos e vários deles têm mais de uma maneira de chegar ao objetivo e em conjunto com isso, as cores do jogos, que são excelentes, passam muito bem a atmosfera da história de fundo, e utiliza do vermelho pra indicar o local em que o jogador deva ir, sem inserir um mapa na tela. A trilha sonora é discreta, nada marcante, mas combina muito bem com os cenários.

    Mas como todo jogo, Mirror’s Edge, também, tem seus defeitos e um dos que mais me incomodou foi o combate, que é horrível. O combate desarmado é travado e o armado é impreciso, somado com o fator que qualquer 2 ou 3 tiros a personagem morre, tornando as fases focadas nessa mecânica extremamente difíceis. Eu entendo que o foco do jogo não é o combate, e várias vezes preferi fugir do que lutar, por ser mais fácil, mas é uma grande sacanagem existirem diversos momentos que é obrigatório o combate.

    Já na questão de história, a trama principal é simples e não desenvolve muito mais do que foi apresentado no início, mas a história de fundo foi o que me prendeu. O background é, basicamente, a história da cidade em que o jogo se passa e é contada de forma não linear, em que com diálogos soltos se vai formando uma trama, que se mistura com a principal, e isso me deixou fascinado. Infelizmente a história de fundo não é contada por completo e aparenta que teria uma continuação, que eu queria muito, mas outro jogo da série já foi lançado e pelo que li na internet, a série foi rebootada. Não posso confirmar nada sobre o reboot, já que jogarei e analisarei esse outro jogo em outra hora.

    Mirror’s Edge é um jogo excelente, apesar dos problemas, e, com certeza, recomendo, só fico triste de saber que, talvez, a trama desse jogo nunca receba uma conclusão…

    - Ramno.

    Mirror's Edge

    Platform: PC
    4272 Players
    99 Check-ins

    24
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      hyuga · over 1 year ago · 2 pontos

      eu joguei uma no normal fugindo e outra no hard matando os inimigos, não lembro do combate com arma ser impreciso, mas faz tanto tempo que joguei

      1 reply
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      lukenakama · over 1 year ago · 1 ponto

      Bela crítica, eu não joguei Mirror Edge até hoje, mas gostaria, já que adoro parkour.

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      andre_andricopoulos · over 1 year ago · 1 ponto

      Sempre quis jogar...mas nunca consegui.

  • 2018-03-20 19:13:46 -0300 Thumb picture

    Where is november??? Onde está novembro???? [Legendado]

    A estória de Mirror's Edge se passa em um futuro próximo, onde o governo tomou medidas extremas para combater o crime e desorganização, para isso direitos da população tais como privacidade e liberdade de expressão dos meios de comunicação social foram cerceados. Um movimento populacional foi criado contra esse regime e os pais de Faith (a protagonista de Mirror's Edge) eram manifestantes, além de ativos, forneciam fundos e liderança ao movimento, e levaram suas filhas (Faith e Kate) para os motins que ocorreram em novembro.

    Essa é a referência desse trecho, as manifestações de novembro que foram severamente reprimidas pelo governo e culminou na morte da mãe de Faith, esmagada (pisoteada) até a morte, e começou a depressão e alcoolismo de seu pai. Aliás, o jogo começa mostrando esse movimento, para explicar a importância dos "corredores" como mensageiros, para a comunicação.

    xxxxxxxxxx

    Meu canal gamer: https://www.youtube.com/AnigerSchneider

    Canal do Vince (transcreveu e traduziu): https://www.youtube.com/Vinince

    Mirror's Edge

    Platform: PC
    4272 Players
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    19
  • anduzerandu Anderson Alves
    2017-06-18 20:36:40 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Mirror's Edge: Catalyst

    Zerado dia 17/06/17

    Quando você acha que sua lista de Xbox One está acabando, mais jogos dão as caras. Dessas vez foi por causa da EA, que liberou seus serviços do Access de graça por uma semana a partir da E3. Pessoalmente nunca dei a minima pro serviço, que acreditava ser apenas um pequeno aglomerado de jogos de esporte e jogos irrelevantes, mas acabei quebrando a cara quando, por curiosidade, baixei o app e dei uma olhada no seu conteúdo, que felizmente inclui o único jogo que eu queria jogar de verdade: Mirror's Edge: Catalyst.

    Joguei o primeiro jogo da série e nem curti muito, mas não iria ignorar esse jogo (e nem pagaria por ele).

    Bom, Catalyst acabou sendo mais interessante que seu predecessor de várias formas, mas no final das contas, acho que daria a mesma nota pra ele que dei pro primeiro Mirror's Edge.

    No começo do jogo, é perceptível a incrível qualidade gráfica. Esse aqui é notavelmente realista e diferente em relação a sua geração, algo que meio que percebi no outro jogo também.

    Catalyst se inicia com cinemáticas INCRÍVEIS! A movimentação, iluminação e naturalidade dos personagens num ambiente futurista é muito legal. A protagonista, Faith Connors deixou de ser a asiática esquisita da capa do outro jogo e se tornou uma mulher super bonita e real, algo que eu raramente diria de uma personagem de videogame. Infelizmente, ME não é um jogo de muito apelo e a própria personagem não tem lá muita personalidade, o que faz com que ela geralmente nem entre em listas de mulheres importantes do meio pela internet afora. Mas devo dizer, que em questão de estética, a Faith de Catalyst é sem igual! Mas isso você só vai saber quando a ver no jogo mesmo.

    O jogo se mantem baseado em parkour, a sua essência, e o gameplay continua meio esquisitão, mas com algumas novas mecânicas e detalhes. 

    A jogabilidade é em primeira pessoa, o que dificulta té achar uma imagem boa do jogo na internet. Usamos o analógico pra correr em velocidade relativamente alta por cima dos prédios. O botão LB pula e o LT abaixa. Essa combinação meu deu dores na mão até agora (acredito que por causa do uso excessivo do LB, que ainda é um botão meio duro no controle do XONE).

    Existe a possibilidade de socar e chutas com X e Y, mas isso só para as raras ocasiões de luta, que na maioria das vezes ainda podem ser evitadas só de correr.

    É interessante que o nosso uso de arma de fogo foi totalmente retirado do jogo. Fiquei muito feliz por isso, pois quando descobri que usaríamos pistola no jogo anterior, achei que ele virava um shooter genérico de vez em quando.

    Por outro lado, Catalyst tem um mapa grandinho e é bem sandbox, possibilitando uma grande liberdade pela cidade, acesso a missões principais e secundárias para serem feitas simplesmente ao alcança-las onde quer que estejam. Não demorou muito pro meu mapa ficar cheio de ícones de cores diferentes, incluindo corridas para bater o tempo de pessoas onlines e muito coletáveis.

    Outra coisa que não demorei pra perceber/lembrar foi o nível de repetitividade da aventura, que tem missões parecidas e com cenários semelhantes.

    Resumindo o jogo: corra pela cidade até chegar em seu objetivo (felizmente foi adicionado uma mancha que faz o nosso caminho para seguirmos até chegar até a área marcada), correr por dentro de instalações, procurar rotas alternativas, pular buracos, escapar da área e correr até a próxima missão.

    Cada missão dessas dura cerca de 15 minutos e sempre se baseiam no mesmo: descobrir um método de como chegar ao seu objetivo, que geralmente é subir plataformas até o topo de algum prédio. Morrer não significa nada, pois os checkpoints são recorrentes e cair das alturas na maioria das vezes é resultado de um vacilo, e não de dificuldade.

    A única parte que realmente foi chata para mim, foi uma parte no final de uma missão lá pra metade do jogo que eu tinha que enfrentar algumas ondas de inimigos. Como existem alguns tipos diferentes de capangas, uns que ficavam atirando choque me deixavam doido e esquivando a todo momento. Pra variar, não tinha investido quase nenhum ponto de experiência em combate. Frustrante.

    A estória anda meio confusa e genérica, o que me deixou desinteressado e acabei perdendo umas falas de enredo, como personagens que do nada morriam. Os "plot-twists" são tão óbvios que você mata algumas charadas já de cara.

    O jogo ficou cansativo pra mim a partir do momento que percebi que eram apenas 15 quests principais e eu estava bem adiantado sem problema nenhum. Isso resultou numa jogatina longa sobretudo ontem mesmo, quando joguei metade de tudo em uma sentada.

    Pra piorar, o vai e vem que fiz pela cidade poderia ser evitado e encurtado ainda mais esse jogo de 10 horas pois só descobri sobre o Fast Travel perto do final, quando realmente li as muitas informações da tela de mapa depois de me cansar de ver os mesmos cenários a todo momento, e isso em caminhos bem longos.

    Resumindo: Mirror's Edge: Catalyst é um jogo legal e felizmente curto para quem só quiser experimentar sua estória e com bastante conteúdo adicional para quem quiser mais. Segundo o howlongtobeat.com, ele é mais longo que o anterior (um pouquinho), mas na minha concepção, pareceu bem mais curto e divertido (provavelmente porque o outro foi bem massante pra mim). 

    De bom: incrivelmente bonito. Mecânicas simples, mas que se desenrolam muitas vezes de forma criativa. Mapa maior, com mais liberdade e imersão. Várias cutscenes nos situam e ajudam a deixar os personagens mais legais. Bastante conteúdo. Possibilidade de evoluir seu personagem. Adição de novas mecânicas, como um gancho que te puxa no estilo dos jogos do Batman Arkham.

    De ruim: repetitivo. Presenciei vários bugs, sobretudo visuais. Telas de loading muito longas, inclusive quando você morre. Controles meio bizarros (tem como editar) e mecânicas que falham ou são confusas, como eu uma partes que eu tinha que correr na parede, depois pular em outra parede sem tocar no chão e depois pular numa plataforma que nem sei como passei. A protagonista tinha grande potencial, mas acaba sendo apenas muito dramática e de personalidade fraca e chorona. O jogo em si parece não evoluir e você acaba jogando meio que roboticamente. Pra dizer a verdade, nada praticamente muda do começo ao fim, só fica mais difícil. No final, os cenários eram bem bonitos, mas é só isso também. Tanto que o jogo acaba bem sem graça (e dá brecha pra um terceiro). Como você precisa estar perto pro combate, ficar se esquivando e procurando inimigos de tão perto com uma câmera em primeira pessoa é um saco. Acredito que o jogo ficaria mais legal com óculos VR ou simplesmente no PC mesmo, pois a imersão e visão rápidas são bem importantes pro jogo.

    Mais legal que o anterior, mas ainda parece que falta alguma coisa pra Mirror's Edge dar certo, começando por ser mais intuitivo. Ao menos Catalyst não tem cara de teste de engine como o primeiro. De graça, valeu a pena jogar e dei graças por não ter sido mais longo.

    Mirror's Edge Catalyst

    Platform: Xbox One
    78 Players
    2 Check-ins

    4
  • 2017-03-26 15:33:33 -0300 Thumb picture

    Vendo Mirror's Edge

    Pessoal, estou vendendo meu Mirror's Edge (Xbox 360/Xbox One via retrocompatibilidade) por R$30. Interessados avisem e eu crio anúncio no Mercado Livre.

    @trocavenda pode dar uma força? Obrigado!

    Mirror's Edge

    Platform: XBOX 360
    1094 Players
    61 Check-ins

    15
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-03-07 07:58:29 -0300 Thumb picture
  • 2016-11-04 11:51:28 -0200 Thumb picture
  • 2016-07-07 15:16:25 -0300 Thumb picture

    MIRROR'S EDGE CATALYST

    ...HISTÓRIA EM QUADRINHOS EXORDIUM ESTÁ DISPONÍVEL NO BRASIL

    A Pixel Media lançou a história em quadrinhos Mirror's Edge Exordium no Brasil. A HQ conta os eventos que precedem o jogo Mirror's Edge Catalyst. Saiba mais lendo a sinopse abaixo:

    Mergulhe no mundo vasto e distópico de “Mirror’s Edge” através da história de Faith Connors, uma das heroínas mais célebres dos videogames! Ansiosa para provar seu valor em meio ao mundo frenético e arriscado dos corredores, Faith recebe uma proposta de trabalho que parece boa demais para ser verdade — e toma uma decisão precipitada que irá mudar sua vida para sempre! Preparando o terreno para os eventos do novo e tão aguardado “Mirror’s Edge: Catalyst”, esta reunião dos seis volumes da série de quadrinhos de “Mirror’s Edge: Exordium”, fornece a você o pano de fundo do jogo. A HQ retrata o mesmo ambiente dos games: uma megalópole onde os direitos individuais e a liberdade de expressão são suprimidos por um governo totalitário, a pretexto de solucionar os problemas sociais e os crimes da área urbana. Como todos os sistemas de comunicações são controlados, os grupos que promovem a resistência à nova ordem recorrem a mensageiros que percorrem a cidade correndo (os runners), que precisam fugir das autoridades através de caminhos alternativos, como telhados, paredes e dutos de ventilação.

    A Saraiva possui a HQ à venda com desconto e em estoque (em português). Clique aqui para conferir.

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    FONTE:  PSXBRASIL

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    Mirror's Edge Catalyst

    Platform: Playstation 4
    240 Players
    50 Check-ins

    5
    • Micro picture
      frajola · about 5 years ago · 1 ponto

      Ué '-' não é a mesma que já tinha saído uns tempos atrás?1 Me lembro de ter lido uma, e é beeeem fraquinha.

  • 2016-06-20 20:25:05 -0300 Thumb picture

    Solidão em Mundos Abertos

    Medium 3336602 featured image

    Na geração atual de consoles uma característica dos games que está com força total, é o mundo aberto. Essa característica existe desde o começo dos games e ao longo do tempo foi se aprimorando e ganhando força, a série Grand Theft Auto que revolucionou diversas vezes com sua liberdade e imersão, outros jogos como Assassin's Creed, Red Dead Redemption, Mafia II trouxeram mundos abertos históricos, Skyrim, Witcher 3 com mundos abertos fantasiosos, temos também Far Cry 3, Sleeping Dogs, Watch Dogs, entre outros jogos com mundo aberto.

    Muitos jogos são mundos abertos para que o jogador possa ter certa experiências no universo do jogo, Mafia II proporciona a experiência de participar de uma mafia, mesmo sendo em uma cidade fictícia, ela foi criada com as características  de cidade reais dos anos 40.  A série Grand Theft Auto coloca o jogador na pele de um bandido, porém a cada jogo percebemos que eles buscam deixar a cidade mais viva, assim o jogador se vê como um bandido, mas que ele é só mais uma pessoa naquela cidade, outros jogos faz mundos abertos para que o jogador consiga entender mais sobre os problemas que afetam o personagem principal, outros ajudam na jogabilidade, podendo assim colocar mais conteúdo no jogo.

    Algo em comum na maioria desses jogos são mundos vastos, com aventuras solitárias, não é necessariamente um problema, mas sim uma opção dos desenvolvedores por causa de história ou mesmo de limitação tecnológica, um exemplo disso é Red Dead Redemption onde o protagonista é um cara solitário, como o jogo se passa no faroeste ajuda nessa imersão de solidão do personagem, Minecraft também é outro exemplo. Porém essa solidão toda pode ser um prejudicial para outros jogos, temos alguns jogos de super herói em mundo aberto que vemos isso, você não consegue interagir com muitas pessoas, pois sempre está em batalha ou indo de um lado a outro, esse jogos não possui uma grande imersão, pois sabemos que os super herói não passam 24 horas do dia vestido com seus uniformes e combatendo o crime. 

    Um jogo que pude testar um tempo atrás foi Mirror's Edge Catalyst, sou bastante fã do primeiro jogo, então estava esperando bastante deste jogo, pois teria um mundo aberto para a prática de parkour, porém ao jogar pela primeira vez percebi que algo me incomodava bastante, que também era visível no primeiro jogo mais que não chegava a incomodar. No inicio do jogo decidi correr pela cidade para conhece-la e para ver como seria o parkour neste jogo, mas o que eu vi era uma cidade vazia, não tinha muitas pessoas, mesmo as que você encontrava não havia nenhuma interação com ela, foi bem decepcionante pois imaginava que haveria outros corredores indo de um lado para outro e que houvesse mais interação para conhecermos mais daquele universo, talvez a intenção dos desenvolvedores fosse mostrar a vida de um corredor que é uma pessoa fora da lei, por isso o pouco contato com outras pessoas, porém acho que isso prejudicou  o jogo.

    Fiquei pensando bastante sobre esse assunto de mundos abertos que proporciona uma solidão indesejada, em relação ao Mirror's Edge Catalyst achei que  faltou a inclusão do modo online, onde você e seus amigos pudessem correr pela cidade livremente, como também os mundos abertos de super heróis como poderiam colocar mais do super herói como pessoa normal. Ainda está por vir vários jogos com mundo aberto, mas um que estou de olho, é o Final Fantasy XV onde conseguimos ver que estaremos sempre acompanhado de nossos amigos, algo que não é muito comum em jogos de mundo aberto, vemos também que eles se interagem constantemente. 

    Escrevi este texto pois isso é algo que me incomoda, sou muito fã de jogos com mundo aberto, porém nem sempre eles são aproveitados ao máximo.

    Mirror's Edge Catalyst

    Platform: Playstation 4
    240 Players
    50 Check-ins

    0
  • 2016-06-20 12:54:48 -0300 Thumb picture
  • 2016-06-03 18:28:11 -0300 Thumb picture

    MIRROR'S EDGE CATALYST

    ...VEJA UM UNBOXING DA EDIÇÃO DE COLECIONADOR

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    FONTE: NEOGAF | PSXBRASIL

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    Mirror's Edge Catalyst

    Platform: Playstation 4
    240 Players
    50 Check-ins

    4

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