• rafa9000 Rafael Gazola Ghedini
    2022-08-04 17:17:42 -0300 Thumb picture

    Desafio 30 dias de games - dia 28 - Achou que não ia gostar mas amou

    Não é que achei que não ia gostar, só achei que não ia gostar tanto quando gostei que é o jogo Axiom Verge. E PULTA MERDA! Que indie game mais bem feito e gostosinho, achei que seria só mais um metroidvania genérico(puxando muito pra Metroid) mas não é um puta jogo, com uma gameplay muito gostosinha de jogar, ótimo level designe e trilha sonora muito boa.

    Quem quiser ver um pouco del: 

    Axiom Verge

    Platform: Nintendo Switch
    40 Players
    4 Check-ins

    13
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-07-15 23:11:51 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Blasphemous

    Zerado dia 15/07/22

    No final do ano passado tinha dito que queria jogar Blasphemous em 2022, assim como outros que nem sei se vou conseguir (tipo o Dark Souls 2), e aqui estamos nós!

    A verdade desse tipo de dúvida é que jogos com dificuldade mais alta parecem necessitar de uma maior atenção, maior cuidado. Veja bem, um jogo como Bayonetta, mesmo se eu não curtir, há a possibilidade de sair atropelando tudo numa boa e terminar em poucas horas. Já essa onda de Soulslike demanda que você aprenda as mecânicas, os timings, que explore os cenários, que vá e volte, que insista depois das mortes. E ainda tem um dos meus maiores medo que é ter muitos controles e mecânicas, eu cansar e ficar uma semana ou mais sem jogar e voltar sem lembrar de nada!

    Mas a vez de Blasphemous chegaria em breve com a minha ideia de terminar todos os jogos que tenho no Nintendo Switch. Sei lá, olhei aqui para as possibilidades e finalmente percebi que era a hora de mergulhar de cabeça e com o howlongtobeat.com indicando 12 horas, acho que daria para curtir numa boa. Fora que a possibilidade da portabilidade e jogar a qualquer momento e em qualquer lugar ainda ajuda demais (e por isso jogar Blasphemous nessa plataforma é a melhor escolha). Quem me dera poder jogar todos os títulos da From Software que me restam assim!

    Esse jogo ainda é um caso especial, sendo fruto dos Gift Cards que o PayPal deu há uns meses no valor de 50 reais. Na época eu fiquei na dúvida de como gastar esse dinheiro no PS4 ou Switch e na plataforma da Nintendo estava tendo uma promoção sensacional e com muitos jogos bons. Acabou que fiquei por lá mesmo e peguei esse jogo e Undermine de graça!

    Sobre Blasphemous em si, conheci o jogo quando ainda estava em campanha de arrecadação de dinheiro (crowdfunding). Lembro de tê-lo visto em anúncios no Facebook (que nem o tal do Dusk Diver) e parecia bom demais para ser verdade! Até duvidei que o jogaria pois parecia ser algo caro e exclusivo de PC. Quem diria que o jogaria sem pagar e no Switch?

    Enfim, as imagens era incríveis!

    Agora confortável com jogos mais "brutais" e que exigem mais do jogador, comecei a aventura numa boa e duvidei que pudesse ser tão difícil assim. Poxa, eu manjo de Castlevanias e depois do Order of Ecclesia nada pode ser tão pesado assim. Além do mais, Celeste é outro título muito conhecido pela dificuldade e achei que deu para terminar sem muita dor de cabeça (apesar de não ter ido tão a fundo nos desafios).

    O início da campanha me surpreendeu positivamente com os lindos visuais das cutscenes. A direção de arte é de ótimo gosto e remete um pouco às cinemáticas de jogos adventure antigos de PC, mas com aquela temática mais sombria e medieval. Gostei demais!

    Além disso todos os textos estão em Pt-BR, o que ajuda a todos curtirem 100% de seu enredo, menus e tutoriais.

    A primeira parte te ensina umas coisinhas básicas e logo se segue com um chefe, que é bem tranquilo. Até o Asylum Demon é mais difícil!

    Aqui vou aproveitar e adiantar o que sendo a minha impressão final: eu não achei que Blasphemous fosse um Dark Souls 2D fora a temática e ainda achei a aventura tranquila (com algumas exceções). No final das contas ele é mais um Castlevania mesmo, com algumas vantagens e desvantagens em relação ao clássico da Konami.

    Castlevania tem aquela temática renascentista/Transilvânia com um pouco de Conan, o Bárbaro e filmes da era de ouro de Hollywood (Franskenstein, Múmia etc) e o principal: a trilha sonora, que deixa a jogatina bem animada e até pop, mas de uma forma bacana. Quem não adora sair metendo a chibatada nos monstros ouvindo Vampire Killer ou Bloody Tears?

    Já no caso de Blasphemous, a experiência tem um teor mais sério, silencioso e com muitos detalhes até melancólicos nos cenários. E falando em cenários, não há lá uma grande variação de inimigos pelo jogo todo e seus diferentes mapas. Mas isso até faz sentido visto que cada batalha pode demorar um tempinho contra qualquer Zé e há sempre a sensação de que você pode morrer a qualquer momento. Sendo assim, não daria para encher se monstro como Castlevania as vezes faz e abusa e felizmente os criadores sabiam disso e deixaram as fases mais "vazias".

    A navegação do jogo também é tranquila e você não fica perdido, mesmo quando o mapa vai se abrindo. O que eu fazia era explorar todas as salas de cada seção, abrir seus atalhos dentro delas mesmo ou para outras áreas e enfrentar o chefe, que é sempre o maior desafio do jogo. Até achei a ideia boa também pois as vezes você morre aqui e ali e ninguém merece ficar procurando destino e morrendo toda hora durante o processo.

    Ainda no início da aventura um NPC menciona o seu objetivo de visitar 3 lugares e derrotar os chefes deles e fica meio óbvio onde esses três mapas se cruzam. Faça um, volte e lá e vá para outro e depois para outro. O seu desafio é mesmo sobreviver.

    E esse desafio pode ser tenso pois durante as primeiras horas você é fraco e lento, limitado sem habilidades e os pontos de save são escassos. Sendo assim você morre conhecendo novos inimigos das áreas e ficando sem frascos de cura, que também só se renovam no ponto de save.

    Uma coisa bacana do jogo é que você não perde suas "almas" ao morrer, mas vale a pena ir lá buscar seu "corpo" de qualquer forma pois quanto mais corpos seus você deixar abandonados, mais sua vida e mana são diminuídos do total. Bacana esse sistema! É ainda possível pagar para umas estátuas recuperarem todos os seus restos de uma vez, mas custa caro e é melhor melhorar seus atributos com ele.

    A minha escolha inicial foi a área de gelo por sorte depois que escolhi um dos caminhos que chegou lá, mas como era o primeiro mapa que o NPC tinha citado como objetivo, achei uma boa. Mas, poxa, como eu sofri nesse mapa, no mapa conectado a ele em seguida e finalmente no chefe. Acho que foi onde mais morri no jogo e o chefe apelava demais de uma forma até injusta quando estava com 1/3 da vida. Imaginei que os chefes das duas outras áreas seriam piores mas foram bem mais fáceis...

    O combate nesse jogo é mesmo estilo Castlevania, com espadas horizontais (mas você pode atacar para cima ou abaixado ou ainda para baixo caindo). A diferença é que o protagonista é meio engessado. Não chega a ser lentão como o Simon Belmont dos anos 80 nem tão ágil quanto o Alucard, mas apenas o bastante para confundir seu cérebro com seus delays.

    O jogo tem umas dificuldades meio forçadas nesse quesito, de forma que chega a ser meio frustrante, como como você é lançado para trás girando ao tomar dano ou o HP monstro que você perde ao tomar qualquer dano besta (como encostar num cara qualquer). Muitas batalhas, como contra os chefes das DLC (já inclusas aqui, para a minha surpresa - mas eu não sabia o que era conteúdo adicional ou não) acabam se beneficiando muito das limitações do seu personagem e fica meio chato (tipo tomar dano, cair no chão, o personagem se levanta e já toma outro dano e morre) e senti que muita coisa depende da sorte de ter se posicionado no lugar certa na hora certa.

    Mas vale a pena também explorar bem os mapas e coletar melhorias para agilizar e facilitar mais a sua vida. E são muitas abas no menu de upgrades e habilidades!

    Resumindo: Blasphemous é um jogo bacana e muito belo. Me deixou viciado por uns 3 dias pois eu sempre queria ver mais, conseguir mais dinheiro, entregar os itens da sidequest ou matar aquele boss super chato. Sua dificuldade é acima da média, mas nada exagerado no nível normal e isso foi até meio decepcionante pois dificilmente tive aquela sensação recompensadora de ganhar um duelo difícil. Também esperava um pouco mais me diversos quesitos, mas é sim um bom jogo.

    De bom: visuais lindos. Adorei o seu estilo visual Dark Souls e suas lindas cinemáticas. Muito conteúdo, inclusive eu não fiz tudo nas minhas pouco mais de 12 horas e ainda há mais coisa exclusiva no modo New Game+. Sistema de troféus ingame, sendo que achievements nesse estilo de jogo são bacanas e ajudam a acompanhar o seu progresso por diversos modos e dificuldades, fora que o Switch não tem isso em seu sistema. Jogo em Pt-BR.

    De ruim: achei muitos dos poucos chefes pouco inspirados, como aqueles que são simplesmente outros humanos, ou muito fáceis e previsíveis. Level design bem simples e pouco desafiador, dependendo muito apenas da parte visual. Gameplay as vezes não tão responsivo. Algumas chefes, como a tal da Isidora, tem golpes que mudam as "clues" e fica quase impossível não tomar dano ou ainda resulta em mortes injustas. Há poucas habilidades desbloqueadas pela história e muitas delas estão mais escondidas ou em sidequests e acaba que aquela ideia de "no futuro em volto aqui" pode nunca chegar.

    No geral, gostei bastante da experiência, mas ela não é perfeita como eu esperava. É um bom metroidvania com pitadas de soulslike e, ao meu ver, muito superior ao Hollow Knight, mas o recém jogado e mais curto Steamworld Dig 2 é mais divertido. Bom jogo se você curte algo mais difícil nessa geração de molezas. Bom jogo se você curte a temática. Não é o mais divertido do gênero mas ainda assim é muito bom. Recomendo!

    Blasphemous

    Platform: Nintendo Switch
    22 Players
    4 Check-ins

    12
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-06-25 13:33:00 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Steamworld Dig 2

    Zerado dia 25/06/22

    Zerei Deux Ex, escrevi minha crítica e fui deitar, mas estava meio sem sono e achei que seria uma boa jogar algo nos portáteis e decidi ligar o 3DS e de cara vi o Steamworld Dig 2. Foi a escolha!

    Cara, eu gostei muito do primeiro SWD mas ele tinha um pequeno defeito: ser muito curto! Quando parece que você está evoluindo o personagem, os créditos sobem. Mas não deixa de ser um ótimo jogo, que demorei para jogar (mesmo com tantos amigos adorando a experiência) pois não conseguia imaginar como seria o lance de cavar e tal.

    Anos depois os caras anunciaram essa sequência, mas não incluíram o 3DS e isso me deixou chateado. Por quê não? Enquanto o preço não baixava, fui atrás de SW Heist e gostei demais também. Um dia simplesmente resolveram trazer SWD 2 para o 3DS e isso foi ótimo, mas esperei um tempo para jogar e lá se foram uns 4 anos, haha.

    Para quem não conhece esse título, ele é como o nome diz e as imagens aparentam: um jogo de cavar. Explorar o subterrâneo atrás de power-ups, dinheiro e enfrentando monstros e quanto mais baixo você for, mais difícil fica e mais upgrades você precisará.

    Eu diria que se assemelha bastante com boa parte da experiência com Terraria ou Minecraft (numa perspectiva 2D), mas não há construções, apenas destruição, exploração e melhorias + habilidades para os eu personagem. Pensando bem, eu adoraria se Minecraft tivesse esse espírito!

    Mas vale lembrar que o jogo é um metroidvania e necessita de um bocadinho de vai e vem, porém é tudo de uma forma mais light.

    O início do jogo já te põe numa missão de escavação em que você bate com a sua picareta destruindo blocos. Os de areia quebram rápido enquanto os mais rochosos demoram mais. Há inimigos que você pode bater para matar e pedras preciosas e cuidado quando for quebrar um bloco que estiver acima de você e abaixo de uma pedra pois você pode morrer soterrado!

    É aqui que você vai notar a necessidade de voltar a cidade. No início é tudo a pé, mas logo se abrem canos que servem como viagem rápida para os lugares em que forem descobertos.

    Na cidade você recupera sua vida e troca suas gemas por dinheiro. O dinheiro é usado para comprar melhorias, como vida maior, maior rapidez de escavação e demais upgrades para os poderes que você for adquirindo.

    Outros dos seus recursos também se esgotam com o tempo, como o gás da sua lamparina e a sua água, que é como se fosse a mana e se esgota a cada uso (mas há poças por aí para a regenerar também).

    O pior mesmo é quando sua luz fica fraquinha e você mal consegue ver pontos de interesse na tela ou armadilhas e morre por conta disso ou deixa passar coisas boa. Enfim, quando isso acontecer o melhor é começar a subir até o próximo ponto de viagem rápida, reabastecer e trocar as gemas.

    É importante ainda saber que você tem espaço limitado para carregar os tesouros e o que não pegar vai ficando no chão e a morte significa perder quase tudo o que foi coletado. Ô dor! Sabe aquela upgrade caro que você estava juntando? Pois é. E pode voltar ao ponto em que você morreu que não vai ter nada lá a sua espera, haha.

    A continuidade da campanha é bem simples e sempre marcam no mapa seu destino e o seu trabalho é chegar lá de alguma forma, o que é simples na maioria das vezes e só vai demandar tempo, muita picaretada e alguma administração dos seus bens e vida para ir juntando coisas e evoluir.

    As missões em si geralmente são de encontrar entradas de minas (ou dungeons) e explorar o lugar até coletar algum item ou destruir algum objetos.

    Essas minas tem por todo o jogo e a grande maioria é opcional, mas vale a pena fazer justamente pelas melhorias, que nesse caso costumam ser a raras engrenagens que você pode usar para equipar outras melhorias. Além disso, eu fui fazendo de tudo o que encontrava e o jogo beirou as 5 horas de duração (e essas horas voaram), então é o melhor a se fazer.

    As coisas mais legais de SWD 2 em relação aos eu antecessor são justamente os upgrades e o nível de desafio.

    Aqui há muitas habilidades bacanas de movimentação e logo você estará usando cordas para subir, voo e depois o voo com ataque, basicamente como a Samus sai do Spin Jump para o Screw Attack mais tarde.

    O jogo também está mais difícil e eu morri um bocado de vezes por toda a aventura, desde vacilos até partes que exigiam controles rápidos até finalmente os desafios (principalmente opcionais) de algumas dungeons mais avançadas e que eu tive que insistir para, as vezes, terminar sem cometer um único erro.

    No final da aventura ainda ficaram coisas a serem feitas e achei isso legal pois o primeiro SWD pareceu ser uma experiência de uma única vez enquanto o fator replay aqui é bem maior.

    Eu não mencionei antes mas esse jogo é LINDO! Os "gráficos" são muito bonitos, coloridos e interessante e há muito cuidado com detalhes, como a forma que as fontes de luz interagem com todo o resto. Sensacional!

    Para mim o quesito que leva o bolo são as animações, muito caprichadas! Dá gosto ver cada indivíduo fazendo cada ação e isso no Nintendo 3DS! Imagine nas plataformas em alta definição!

    Também não tive problemas com framerate e o efeito 3D é mais sutil e bem executado. Sou do time que não usa muito esse recurso no portátil senão por curiosidade e ver o desempenho (sempre o experimento), mas vou dizer que SWD 2 é dos raros casos que vale a pena jogar por completo com ele ativado, ao menos no New 3DS (outro jogo assim é o A Link Between Worlds).

    Tudo é muito breve e veloz e o progresso é contínuo. Logo eu fui de uma mineradora simples para uma robô cheia de habilidades e movimentos e deu gosto de ver isso.

    Chegou um momento, entretanto, que o jogo em cansou um pouco com muitas dungeons tematizadas com lava e desafios que exigiam maior precisão de movimentos, quase como se ele fosse pro lado mais Celeste da coisa (estou exagerando). Era dungeon atrás de dungeon de lava e pulos loucos e mortes. Mas, ah, nem é tanto assim e o jogo ainda se "redimiu" logo em seguida. Poxa, foram menos de 5 horas!

    Quando eu achei que já tinha visto de tudo, vieram mais habilidades, biomas e inimigos na reta final. Inclusive muitos são opcionais!

    No fim das contas, acredito que SWD 2 entre para o meu top 10 do ano (até porque a concorrência tá fraca, haha). Que jogo maneiro!

    Resumindo: Steamworld Dig 2 é sensacional, tenha você jogado o antecessor ou não. Ele melhora algumas coisas e adiciona mais habilidades e motivações para continuar jogando e tudo funciona bem e rápido de um jeito muito gostoso. Amei o primeiro jogo e o Heist (ainda não joguei aquele RPG e odiei o Tower Defense), mas esse é provavelmente o meu jogo predileto dessa galera, mesmo não tendo o mesmo impacto que foi jogar os eu antecessor no quesito originalidade.

    De bom: belos visuais e animações. Controles funcionais e altamente responsivos. Explorar e evoluir é muito bom e você percebe a diferença nas suas escavações. Chefes legais. Bom efeito 3D. Bastante conteúdo para quem quiser ir além da campanha. Simples, funcional e até desafiador. Sistema de level up ajuda nos seus avanços em relação às compras caras.

    De ruim: esperava mais upgrades para a picareta no quesito combate ou alcance. Queria mais chefes. Campanha, mais uma vez, um pouco curta (mas ouvi amigos mais casuais reclamarem da dificuldade ser um desafio, então talvez esteja na medida certa para balancear cada tipo de jogador).

    No geral, gostei bastante e foi bom sair de um título pesado como o Deus Ex para algo mais curto, colorido, moderno e rápido. Jogão!

    SteamWorld Dig 2

    Platform: Nintendo 3DS
    17 Players
    3 Check-ins

    15
    • Micro picture
      jezzon · 3 months ago · 2 pontos

      Gosto muito do primeiro e do segundo steamworld dig

      4 replies
    • Micro picture
      bobramber · 3 months ago · 1 ponto

      Todos dessa série e spins me atraem, mas o de cavar está em primeiro lugar... Não joguei nenhum ainda.
      5h é pouco tempo. Lembra quanto tempo foi o primeiro?

      1 reply
  • 2022-01-07 11:55:18 -0200 Thumb picture

    Review do jogo

    Era pra ter postado as 20h de hoje, mas esqueci de acertar o horario, dai postou a meia noite XD
    Mas tudo bem, já ta disponivel, pra aqueles que preferem a minha "maravilhosa voz"  vídeo pra review :P

    Record of Lodoss War-Deedlit in Wonder Labyrinth-

    Platform: PC
    43 Players
    37 Check-ins

    9
  • anikabonny Anika Bonny
    2021-10-05 00:10:47 -0300 Thumb picture

    Castlevania: Harmony of Dissonance (PC)

    A história se passa no ano 1748, exatamente 50 anos após Simon Belmont derrotar Dracula. Aqui você controla Juste Belmont, neto de Simon.

    Junto com Maxim (seu melhor amigo), Juste sai a procura de Lydie, que coincidentemente está aprisionada em um castelo.

    Análise completa: https://nerdtrash.com.br/castlevania-harmony-of-dissonance-pc/ 

    Castlevania Advance Collection

    Platform: PC
    3 Players
    1 Check-in

    14
  • 2021-09-02 13:22:48 -0300 Thumb picture

    Jogo de graça na Epic Games Store (02/Set - 09/Set)

    Medium 789768 3309110367

    Nesta quinta-feira (2/Set), o jogo Yuko's Island Express está de graça na Epic Games Store para resgate.

    Publicado pela Team17 (Automachef, Worms), o jogo coloca você na pele de um simpático besouro, que deve entregar cartas em uma ilha tropical cheia de mistérios. Esse metroidvania tem um diferencial de possuir alguns elementos de pinball, já que o personagem passa o jogo inteiro com uma bola, o que traz uma jogabilidade curiosa e divertida.

    Yuko's Island Express estará de graça até o dia 9 de Setembro. O próximo jogo será Sheltered

    Yoku's Island Express

    Platform: PC
    30 Players
    4 Check-ins

    18
    • Micro picture
      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      Achei que ele só se movia pelos elementos de pinball.

      1 reply
  • 2021-07-31 21:54:59 -0300 Thumb picture
  • anikabonny Anika Bonny
    2021-06-04 00:17:08 -0300 Thumb picture

    Bundle com jogos indie em pixel art

    >>DICA DO DIA<<

    O IndieGala lançou um bundle muito bom, com jogos em pixel art.

    Um dos jogos é o Cathedral, um metroidvania que eu adorei (e fiz até review: https://nerdtrash.com.br/cathedral-pc/)

    O bundle vem com 5 joguinhos e tá saindo por aproximadamente R$18 (só o Cathedral custa R$29 com o preço cheio no Steam).

    Todos os jogos desse bundle tem avaliações positivas, tá valendo bastante a pena!

    https://bit.ly/3vQ1ccR

    9
    • Micro picture
      lgd · over 1 year ago · 2 pontos

      Cathedral entrou na minha lista depois do seu review

  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-10 21:57:43 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Hollow Knight

    Zerado dia 10/04/21

    Opa, olha eu aqui! Quem lembra de mim? Tenho me ocupado/preocupado com tantas coisas que meu ritmo com os jogos baixou um bocado. Comecei a cursar ainda uma segunda faculdade e tenho dividido meu tempo entre trabalhar e estudar e me perguntado quando vou jogar de verdade novamente. Talvez depois que essa fase toda passar (de corona e estudos) e eu puder trabalhar numa boa e descansar com meus video games prediletos. Enquanto isso tenho achado melhor usar meu tempo com os livros e aulas.

    Por outro lado ainda acho tempo volta e meia pra jogar, até pra sair um pouco de toda essa coisa séria da vida adulta. Tenho jogado multiplayers online com os amigos (Fortnite, Apex Legends, Rocket League, Knockout City) e fazia um bom tempo que estava jogando Hollow Knight sozinho.

    Pra falar a verdade eu tinha começado HK há um tempo, antes de estar bem ocupado, então ele acabou ficando meio de lado por conta de prioridades e o fato de que eu não estava me divertindo muito com ele.

    Para quem conhece o jogo ou tem alguma noção da fama desse indie, deve ser até meio estranho alguém fazer algum comentário negativo sobre ele, pois esse é um daqueles "Super Indies". O jogo é um verdadeiro fenômeno de uns anos pra cá pelo seu gameplay bacana, sua dificuldade alta, sua temática melancólica e seus lindos visuais. Um verdadeiro Dark Souls 2D.

    Eu adquiri o jogo há muito tempo mas não estava muito no clima de um metroidvania que fosse ainda me exigir tantas horas de dedicação, mas depois de tantos meses ouvindo as pessoas o recomendarem como um dos jogos mandatórios no Nintendo Switch, junto com Breath of the Wild, mas com uma vantagem: um preço super chamativo. Se eu não me engano ele custou cerca de 15 reais na época, preço que muitos dos fãs chegam a achar injusto para a obra.

    Ao começar o jogo eu não sabia muito o que esperar além de uma grande experiência, mas bizarramente o jogo teve o efeito contrário comigo!

    Eu estava achando o jogo super monótono e repetitivo. Eu ficava zanzando como uma barata tonta pelos mapas, vendo e revendo os mesmos inimigos e áreas, tudo muito escuro e zero mecânicas ou desafios diferentes, apenas plataformas e mais plataformas e insetos zanzando pra cá e pra lá.

    Eu não sei se eu não prestei atenção o bastante ao que o jogo dizia, mas achava novas localidades aqui e ali e parecia ter muita liberdade, mas sempre chegar até algum bloqueio e ter que voltar. Não dava pra saber pra onde ir até achar alguma coisa, como uma nova habilidade, aleatoriamente depois de tanto zanzar. Algumas delas era obviamente para alcançar diferentes áreas que eu já tinha visto mas não sabia mais onde era, outras pareciam ser mesmo só coisas para me fortalecer.

    Algumas das coisas que mais me irritavam em HK incluem:

    -Cenários muito parecidos e escuros que acabam se confundindo na sua cabeça. Sabe como em Castlevania cada área tem uma temática diferente dentro do castelo? Entrada, Sala de Dança, Biblioteca etc. Aqui essas diferenças são mais sutis e se dão mais pelas cores;

    -Alguns inimigos são meio injustos, como uma "abelha" que atira três projéteis como a Spread Gun do Contra. Além do infeliz atacar com muita frequência, as vezes você tenta o fazer atirar pra um lado enquanto pula e o pega pelo outro mas o infeliz muda de direção no último milésimo de segundo da forma mais artificial possível. Outros inimigos fazem coisas injustas assim;

    -Esse me irritou um pouco, mas é mais coisa do jogo e questão de aprender: seus ataques. Os cortes da sua espada tem um delay entre um e outro e cada ataque é deferido rapidamente, indo bem além de muitas outras experiências com jogos. Como assim? Você pode pular por cima de um inimigo e atacar para baixo para "quicar" nele (e causar dano, claro), mas se você tem uma janela minúscula de acerto. Ataque muito cedo e você tomará dano por tocar no monstro. Demore um pouco demais e você não o atacará a tempo.

    -Mapa e outras mecânicas básicas. Quando você entra numa nova área, você não consegue saber onde está senão por mapa mental, e pensa num jogo que tem salas e mais salas inúteis (e iguais)! Sendo assim você tem que achar o vendedor de mapa zanzando por aí. Além disso, você deve equipar uma insígnia para conseguir se ver no mapa, senão você terá um mapa vazio.

    E falando em insígnias, você coleta um bocado delas e compra outras pelo jogo.  Esses itens, chamados de "charms" são equipáveis e te dão habilidades passivas, como ataques com maior alcance e a habilidade de não ser jogado para trás sempre que acertar com golpe com sua espada.

    Porém, há um limite deles a serem equipados, e alguns deles ocupam mais de um espaço. Alguns ocupam dois, três, quatro espaços. Uma boa ideia é trocar essas insígnias de acordo com a situação (mas você terá que achar e se sentar num banco pra isso, impossibilitando a troca durante uma batalha, por exemplo). Contra um chefe durão você não precisa daquela de se ver no mapa nem da que puxa todo o dinheiro deixado pelos inimigos pra você, por exemplo.

    Quanto mais você explorar e jogar, mais desses charms encontrará, assim como expansões para poder equipar mais deles! Outro upgrade bacana é o da sua espada, que causará mais dano e agilizará suas explorações que sempre são repletas de inimigos.

    Gosto também das habilidades mandatórias que conseguimos progredindo na campanha, como o pulo duplo e o dash que passa pelos inimigos. Inclusive é uma boa ideia voltar para enfrentar chefes opcionais e outros desafios "sidequest" depois que estiver mais forte e preparado com mais vida etc.

    Depois de muita monotonia, eu fui dominando o jogo e ele foi melhorando pra mim. Eu estava curtindo! Quer dizer, ainda tinha defeitos, mas estava interessante e eu estava jogando bastante.

    Estava dominando as áreas, conseguindo melhorias e me tornando forte. Mais uma vez, a sensação é parecida com a de Dark Souls (apesar de ser mais fácil normalmente). Existem histórias sendo contadas pelos NPCs e mesmo cenários e itens que contribuem para a percepção daquele universo. Interessante! Reencontrar rostos familiares em cantos distantes do mapa é sempre bacana.

    Bacana também é desbloquear novas áreas de transporte rápido, o que facilita um pouco o pesadelo que pode ser andar nesse jogo. Você anda, anda, anda. Nãos abe pra onde ir, vê um local no mapa e resolve ir lá pra lembrar o porquê de você não ter ido por lá, agora tem que voltar tudo novamente. Salas e salas. 

    Vi que o pessoal costuma sentar em bancos antes dessas explorações pois mesmo se achar algo, como um item novo, você pode simplesmente apertar start, voltar pro menu e depois voltar pro jogo que todo o progresso será mantido, mas o jogo sempre se inicia no último banco que você sentou.

    Com um progresso mais rápido e batalhas contra chefes legais, eu finalmente me animei bastante. Comecei a devorar o jogo e com a impressão de que eu poderia ter finalmente tê-lo entendido e que estaria a um passo de me tornar o bilionésimo fã da aventura. Isso até chegar no Coliseu.

    O Coliseu é uma área do jogo com batalhas contra um número de inimigos, como em muitos outros títulos. O jogo começou com uma fase tranquila, ganhei um item bacana. Desbloqueei a segunda batalha, passei e outro item bacana. Agora a terceira, foi um salto de dificuldade bizarro! Eu passei dias e mais dias me estressando com as inúmeras ondas de inimigos e injustiças de alguns deles que você em que engolir. São minutos e mais minutos e mais minutos só pra chegar naquela parte e morrer novamente. As vezes avançando um pouco, as vezes morrendo bem antes. TENSO.

    Descobri que poderia ignorar isso e que não era obrigatório, além de que eu poderia estar fraco e poderia voltar depois, mas me mantive tentando por muito tempo até deixar o jogo de lado. Quando percebi, já fazia mais de uma semana que não abria HK. As vezes tentava uma, duas vezes e já fechava novamente.

    Optei finalmente em voltar pro jogo e tentar me animar com ele. Não sei se teria mais saco para completá-lo 100%+ como planejava (ideia que eu mantinha mesmo não o curtindo muito na época).

    Voltei para a campanha, fui jogando e achando novas áreas e finalmente encontrei uns bichões que tinha que achar. Super bizarro como eu passava horas explorando umas cavernas ainda mais escuras e chatas para finalmente descobrir que o caminho ficava atrás de paredes falsas para chegar nos caras e nem ter que batalhar. Enfim.

    Abri o chefe final e o venci na primeira tentativa. Bah. Desinstalei o jogo com gosto depois do zeramento e créditos. Super decepcionado em como o jogo nunca chegou a lugar nenhum, nunca decolou pra mim.

    Depois uns amigos falaram que eu não tinha feito o final verdadeiro então voltei a reinstalar e peguei o save da nuvem, fui atrás do que faltava (e tive que usar ajuda da internet), desbloqueei a luta final verdadeira, e passei lá pela quinta tentativa. Foi melhor.

    Um amigo meu (que ama o jogo) me mostrou então o desfecho de algumas missões secundárias e eu achei bem legal, e mais interessante que a campanha principal até.

    Resumindo: Hollow Knight pra mim não justificou todo o hype que o pessoal põe. É um metroidvania mais ou menos (já que a exploração não é muito divertida e não há muitas habilidades que permitam que você chegue em lugares diferentes, mas sim acontecimentos que abrem portas), mas que tem lá seus lados positivos. Eu mesmo curti o artstyle e todo o clima Dark Souls, mas acredito que muitos outros jogos façam melhor do que ele no gênero. Ainda assim, ele tem seus méritos e originalidades no meio.

    De bom: visual bacana. ambientação legal. Histórias interessantes no meio de toda a campanha. Bastante conteúdo para quem quiser muita coisa para fazer e pode ser bem desafiador para esses jogadores.

    De ruim: exploração monótona. Pouco ganho de novas habilidades, sendo que o foco fica mais nos upgrades. Tudo muito escuro e parecido. Alguns inimigos tem padrões meio injustos. Alguns lugares são distantes demais até dos transportes e levam uma eternidade para você conseguir sair. Áreas sem mapa e ter que usar de habilidades para conseguir se localizar. Maçante em muito momentos de sequências longas (batalhas e exploração). Juntei muito dinheiro e não tinha com o que gastar. Os hitbox dos seus golpes são minúsculos e os dos inimigos são grandes. Odeio que o jogo "congela" quando você toma dano pois além da penalidade de tomar dano, você ainda perde o timing do seus ataques e pulos, o que geralmente resulta em mais dano.

    No geral, foi bom conhecer um jogo tão famoso, mas, olha, se você quiser um metroidvania eu recomendaria vários dos Castlevanias. Se quiser essa ambientação, Dark Souls pode ser o canal (ainda vou conhecer outros 2D) e se quiser dificuldade, acho que os Megaman X fazem um ótimo serviço. Se quiser tudo, HK pode ser o canal, mas pra mim ele não executou nenhum desses com tanta competência. Se eu recomendaria? Sim, mas sem muita expectativa. E vou ficar de olho no Silksong. Jogo bom. Fico feliz de poder jogar algo mais casual agora hehe.

    Hollow Knight

    Platform: Nintendo Switch
    265 Players
    61 Check-ins

    20
    • Micro picture
      msvalle · over 1 year ago · 3 pontos

      Um estilo Dark Souls 2D é Salt & Sanctuary, conhece?

      1 reply
    • Micro picture
      lordsearj · over 1 year ago · 2 pontos

      Sei como é essa falta de tempo. Emendej um MBA com uma certificação e além disso, tenho um bebê temporão. Não está fácil manter a jogatina. Mas é, foi e será o meu hobby.
      Parabéns pelo zeramento. Tenho ele tb e de igual modo, não me animou.
      Mas um dia pego para valer TB.

      1 reply
    • Micro picture
      andrexdl23 · over 1 year ago · 2 pontos

      Finalmente alguém com a mesma opinião que eu!!!!!

      Todo mundo paga MUITO pau nesse jogo, mas ele é apenas "ok". Você citou perfeitamente todos os problemas do game, que são salas repetitivas e sem inspiração, ambientações que dão a impressão que foram geradas por rng, jogabilidade extremamente simples, sem contar os upgrades que o game oferece não são tão grande coisa assim. De metroidvania, SOTN ainda reina!

      Infelizmente dropei esse jogo lá pelos 60%.

      1 reply
  • 2021-02-19 21:10:41 -0200 Thumb picture

    5 Recomendações de Metroidvanias - Parte 01

    Quantas partes vão ter?
    Sei lá, depende muito do que eu tiver pra postar XD

    10
    • Micro picture
      gennosuke6 · over 1 year ago · 2 pontos

      Ótima lista! E ainda fechou com a musiquinha da Brinstar pra completar! XD

      1 reply

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...