• 2023-01-20 14:39:58 -0200 Thumb picture

    Mônica no Castelo do Dragão

    Medium 857695 3309110367

    E continua rolando a nostalgia no Mundo Filhote!

    Na stream de ontem, @edufilhote esteve jogando esse clássico inestimável dos 8bits, exclusivamente brasileiro, em um bate papo muito divertido e cheio de curiosidades!

    Também tem uma crítica desse mesmo game feita pelo Edu Filhote que você pode conferir bem AQUI.

    E aí? Curtindo o trabalho? Então cola logo mais na Twitch para jogarmos Asterix de Master System   outro grande clássico dos 8bits!

    Mônica no Castelo do Dragão

    Platform: Master System
    1095 Players
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    1
  • 2023-01-19 16:17:01 -0200 Thumb picture
    Post by mundofilhote: <p>É nostalgia que fala né?</p><p>Na&nbsp;<a href="

    Medium 857607 3309110367

    É nostalgia que fala né?

    Na stream de ontem, @edufilhote esteve jogando esse clássico inestimável dos 8bits em um bate papo muito divertido e cheio de curiosidades!

    Também tem uma crítica desse mesmo game feita pelo Edu Filhote que você pode conferir bem AQUI.

    E aí? Curtindo o trabalho? Então cola logo mais às 22h na Twitch para jogarmos Mônica no Castelo do Dragão, outro grande clássico dos 8bits!

    Sonic the Hedgehog (1991)

    Platform: Master System
    5347 Players
    95 Check-ins

    11
  • 2023-01-10 21:58:26 -0200 Thumb picture
    17
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-11-23 16:57:23 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Alex Kidd in Miracle World DX

    Zerado dia 23/11/22

    Ainda querendo espaço no Switch para baixar o Bravery & Greed, resolvi jogar alguma coisa mais rápida, que eu terminasse ainda hoje, e liberasse espaço o bastante. E isso que já estou jogando outras cosias por fora no momento.

    A escolha da vez foi Alex Kidd in Miracle World DX, um remake do clássico do Master System e o primeiro jogo da franquia que termino!

    Para falar a verdade eu conhecia o título e já até tinha me aventurado por ele algumas vezes no passado, mas nunca tinha ido muito longe pois se tratava de um jogo bem difícil e punitivo, bem diferente da experiência similar aos Marios que eu esperava.

    E o pior é que Miracle World é um jogo muito conhecido, mas como jogá-lo hoje em dia com tanta coisa disponível e zero saco para jogar e re-jogar mil e uma vezes até ficar bom, avançando de pouco a pouco a campanha?

    O pior que os amigos sempre o mencionam e até o jogam nas nossas jogatinas e tem muitas lembranças enquanto eu ficava completamente por fora.

    O jogo tem problemas de balanceamento típicos de sua época e a primeira fase é um bom exemplo de te fazer desistir de o terminar. Primeiro que o Alex não pode tocar em nada que a morte é instantânea e seu único ataque é um soco de curta distância. Algumas vezes o inimigo voa alto o bastante para seu soco no chão não o acertar, mas baixo o bastante para te tocar e te matar e você tem que dar um pulo e calcular o tempo do golpe certinho.

    Essa primeira fase ainda se inicia verticalmente e é muito fácil você cair para uma plataforma abaixo sem saber o que tem lá e cair no colo de um monstro...

    Há muitos elementos estranhos desde o começo do jogo, como blocos com desenhos diferentes, sendo que alguns são como tijolos comuns do Mario, sem nada, e alguns com estrelas que tem dinheiro e afins. Alguns blocos especiais podem gerar basicamente qualquer coisa e logo de cara se você o quebrar ele cria um inimigo similar à Morte que é imortal e te persegue. Super chato!

    Quebrando seu caminho para a liberdade ainda é comum abrir mais espaço para movimento de inimigos ou mesmo não conseguir escapar deles achando que o Alex passaria entre dois blocos, mas ele sempre precisa de um espaço de no mínimo 2 deles para andar, mesmo sendo pequeno. Essa mecânica é explorada por toda a aventura.

    Basicamente você morre, avança um tiquinho, morre, avança mais, morre, avança menos porque calculou errado o tempo dos eu soquinho. E assim por diante. O jogo é tão safado que você ainda tem vidas limitadíssimas e o Game Over vem muito fácil, te levando de volta ao começo da campanha. Nooo!

    Eu sempre me questionei como jogaria essa franquia. Os amigos deram umas dicas e pensei em juntar com o bom e velho savestate, mas felizmente inventaram essa versão DX!

    Eu imaginei que fosse algo como a versão nova do Wonder Boy III, The Dragon's Trap, com aqueles sprites refeitos grandes, coloridos e em alta definição. Aqui, na verdade, eles fizeram diferente e Alex Kidd DX é pixelado de uma forma incrivelmente bonita!

    Quer dizer, é um remake total e há a aquela mesma possibilidade de alternar entre esse visual novo e o clássico, só que ficou tão incrivelmente bonito e fluído! Eu não esperava isso pela artes promocionais. Diria que ficou similar aos títulos de plataforma do estilo da época do DS. Lindo mesmo!

    Porém a jogabilidade ainda é cruel e punitiva. Complicado.

    Só que mexendo nas configurações, encontrei três opções interessantes que você pode ativar, deixando o jogo mais tranquilo e junto em sua jogabilidade apesar de se distanciar um pouco da experiência original,c aso você seja purista o bastante de se preocupar com isso. Vou dizer ainda que essas opções deveriam estar ativadas por padrão:

    -Vidas infinitas. Normalmente isso soa como trapaça em jogos do tipo, mas aqui faz todo o sentido e o jogo continua sendo desafiador, inclusive com seus checkpoints naturais. Eu diria que tentar fechar a aventura com as 3 vidas padrões (mais aquelas que você compra pela campanha) é besteira e ser um tanto masoquista. E mais uma vez, o jogo é difícil mesmo assim, sobretudo em uma época em que os jogos são fáceis demais;

    -Maior controle do personagem. Essa opção remove a deslizada que o Alex dá para frente quando paramos de pressionar uma direção do d-pad. Basicamente muda o controle do Luigi para Mario em Super Mario Bros. 2. O jogo avisa que sem a derrapada será impossível alcançar algumas áreas opcionais, mas vale a pena.

    -A terceira opção eu não sei exatamente o que faz, então deixei desativada. Mais tarde tive alguns problemas com hitbox por morrer injustamente então a ativei acreditando que se tratava disso, mas não sei se mudou alguma coisa não.

    O maior desafio do jogo é mesmo chegar ao final de suas curtas fases. E elas se tornam ainda mais curtas a partir do momento que você domina a jogabilidade e passa a focar menos em coletar tudo no cenário ou destruir todos os inimigos.

    No meu caso, com o lance das vidas infinitas, eu ignorava a maior parte dos blocos, sobretudo aqueles que poderiam ter 1ups. Também ignorei 1ups dispostos nos estágios. Mas ainda peguei muitos dos sacos de dinheiro, que basicamente são como as moedas no Mario.

    Eu não sei porque eu realmente gostava de pegar tudo e ver os valores subindo e inclusive só percebi que não fazia muito sentido próximo ao final da campanha. mas bem, é que são tantos e por toda parte e nem precisa quebrar nada para os coletar...

    O dinheiro, entretanto, é importante na aventura. Com ele você pode comprar itens nas lojas. Isso quando elas aparecem.

    Os itens encontrados nas lojas variam, mas sempre são apenas 3 disponíveis e muitos você até encontra pelos cenários.

    Você pode encontrar anéis que te fazem lançar ataques à distância (muito úteis já que os ataques do Alex são de curtíssimo alcance), escudos de proteção, 1ups e até mesmo os veículos que são encontrados normalmente em algumas fases.

    O veículo que eu mais gostei foi o helicóptero da imagem acima. Com ele você pode voar tranquilamente pelos cenários e ainda atirar a vontade nos monstrengos. Porém vale a pena mencionar que todos os veículos se perdem bem fácil, normalmente ao colidir contra algum obstáculo, e como eles são velozes a coisa complica mas vale a pena gastar na loja e pelo menos adiantar boa parte dos estágios, quando possível. Eles também são perdidos com o fim das fases.

    Já os itens comuns eu mal sabia o que faziam pois o jogo não explica e você tem que usar para descobrir. Acabei juntando um de cada dos 5 ou 6 que tem (não tem como ter mais de 1 de cada no inventário) e fui testando no final e guardando os mais úteis para momentos mais urgentes que nunca chegaram.

    Já as fases são bem legais e simples. Geralmente há uma temática diferente para cada uma delas e conforme o Alex Kidd avança no mapa para salvar seus amigos.

    Mesmo a maioria sendo bem "chegue ao final enquanto destrói blocos e evita inimigos", sem fazer muita questão de level design, essas fases são bem convincentes e acabam sendo distintas, ao menos da versão DX.

    No total a campanha conta com 22 delas. Umas mais longas, outras mais curtas e algumas com diferenciais, como um castelo que é um mini-metroidvania e outra focada no uso do helicóptero.

    Durante o jogo ainda cheguei a alternar bastante o estilo visual entre o moderno e o clássico para comparar cenários, personagens, monstros, chefes etc. A versão antiga ainda mantém um charme e é super jogável para quem gosta de jogos pixelados antigos, como eu, já que o que complica esse jogo é mesmo a dificuldade zoada caso você não ative aquelas opções. Mas ainda assim, diria que esse remake realmente levou a aventura à um novo patamar!

    Resumindo: Alex Kidd in Miracle World DX é um jogo muito divertido caso você o configure para deixá-lo mais moderno. Chega a ser estranho que essas opções não estejam ativadas por padrão, como a de vida infinita, pois nota-se a necessidade de conquistar jogadores novos. Eu gostei muito do que joguei e do nível de desafio, apesar de alguns apesares, e rezo para que mais jogos da franquia sofram o mesmo tratamento!

    De bom: lindão! Inclui modernidades para ajudar no gameplay e poder curtir o jogo sem ter medo de ser jogado à tela título a qualquer erro. Colorido, bem animado e carismático, ótimo para todas as idades. Tem bons checkpoints. Depois do final da campanha abrem-se mais modos de jogo, incluindo um Boss Rush e o modo clássico. O jogo está em Pt-BR e isso faz toda a diferença pois há diálogos, explicações e cinemáticas. Boa variedade de temáticas de cenários e gameplay com veículos.

    De ruim: a dificuldade do jogo é estranha e você perde muitas vidas por besteira, como o controle do Alex que dificulta sua vida as vezes. Os chefes são, basicamente, batalhas de pedra-papel-tesoura. Itens não são explicados. Odeio quando quebro um bloco e vem a Morte imortal me seguir e ceifar a minha alma. O mapa do jogo que é mostrado entre as fases, que deveria mostrar meu progresso na campanha, só mostra onde estou no momento e não deixa sequer o rastro dos lugares por onde passei e você nem sabe para quê tem aquela tela ainda.

    No geral, gostei demais desse joguinho! Se você, assim como eu, deseja conhecer essa franquia, eu super recomendo o DX que é uma verdadeira delícia, carismático e bonito. Com as modernidades ativadas, não espere super dificuldades, mas também não espere algo casual. Recomendo demais, muito bom! 

    Alex Kidd in Miracle World DX

    Platform: Nintendo Switch
    15 Players
    3 Check-ins

    10
  • 2022-11-09 21:45:10 -0200 Thumb picture
    10
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      onai_onai · 3 months ago · 3 pontos

      Curioso que nessa versão japonesa há mais arranjos e a música é mais rápida.

      4 replies
  • onai_onai Cristiano Santos
    2022-10-31 00:23:42 -0200 Thumb picture

    Opening

    Simplesmente o Sonic que mais joguei e também um dos meus favoritos! Totalmente diferente da versão do Mega Drive e ainda assim divertido pra caramba!

    Sonic the Hedgehog 2

    Platform: Master System
    2171 Players
    32 Check-ins

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      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Na verdade, é melhor que a versão do Mega.

  • kdudangf Kdu
    2022-10-16 20:02:23 -0200 Thumb picture

    LIVE ESPECIAL 30 ANOS MORTAL KOMBAT

    👆🏾👆🏾👆🏾👆🏾

    Hoje tem gameplay no Canal NGF Sem Limites! Bora comemorar os 30 anos do primeiro MK

    jogando algumas versões pra console e o original de Fliperama!

    GET OVER HEEEERE!!!

    #mortalkombat #supernintendo #mastersystem #megadrive #genesis #arcade #fliperama #mk

    Mortal Kombat

    Platform: Arcade
    752 Players
    13 Check-ins

    1
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2022-10-09 16:39:13 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Enquanto meu sobrinho não largava o<strong> Duck
    Sonic the Hedgehog (1991)

    Platform: Master System
    5347 Players
    95 Check-ins

    Enquanto meu sobrinho não largava o Duck Hunt, fui pra tv ao lado e joguei um pouco um Sonic The Hedgehog de Master System.

    Já joguei essa versão do jogo antes enquanto testava emulador, mas nunca no console real, na verdade nunca joguei antes o Master System, ou suas versões clones.

    Infelizmente peguei o jogo abandonado no meio de uma fase e empacado, avancei um pouco, mas fiquei travado numa das áreas subterrâneas e não conseguia subir de jeito nenhum. Acabei indo pro próximo videogame. 

    14
    • Micro picture
      vinicios_santana · 4 months ago · 2 pontos

      Esses dias achei uma versão de Sonic pro Nes, esperava algo no estilo do jogo do Master, mas foi um Hack muito mal feito, lento e feio. Como diz o AVGN, cor de vômito.

      4 replies
    • Micro picture
      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Esse jogo deu para sentir como o direcional do controle original do Master System era realmente uma merda.

  • 2022-09-28 20:12:04 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-09-07 21:45:12 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sega Ages: Phantasy Star

    Zerado dia 07/09/22

    Que interessante esse nome "Sega Ages"! Achei muito legal que "Ages" é Sega ao contrário e ainda mantem todo o sentido por se tratar de jogos de épocas diferentes! E para ser sincero, a Sega manda bem demais em trazer seus clássicos para as plataformas atuais, diferentemente da sua competidora da época, Nintendo, que só os emula. O maior exemplo disso foram os títulos que ela trouxe para o 3DS, com efeito 3D e opções de melhorias/atualizações que deixavam a experiência fantástica!

    Enquanto a isso a Nintendo não deve ter feito nem meia dúzia de "3D Classics", sendo que de bom eu só me lembro do Kirby Adventure e Kid Icarus. O restante são jogos que nem me interesso, como Urban Champion e Excitebike.

    Já esse Phantasy Star do Sega Ages me ganhou fácil ao juntar essa qualidade da empresa com os antigos, um preço ridículo que paguei de uns 3 reais e uma baita vontade de conhecer essa franquia!

    A minha única experiência com a franquia foi com Phantasy Star 0 no DS há mais de dez anos atrás. Achei bem legal e tal, mas fui aprendendo que a série já estava bem diferente naquela altura. Cheguei a ver uns de PSP, depois um online do Dreamcast e uns mais recentes, todos com um pouco de MMORPG mas não cheguei a jogar nenhum principalmente por falta de interesse. Hoje em dia só deus sabe quantos jogos essa franquia tem...

    Pois bem, terminando os jogos do Switch eu tive que sucumbir ao PS clássico, o primeirão. Tinha boas expectativas, mas sempre tenho que me preparar para jogar RPGs. Se forem cansativos ou mal feitos eu sempre perco o interesse e me sinto jogando algo ruim, forçado e amador. É complicado. Mas haviam motivos para gostar desse daqui, sendo o principal o fato de que ele aparentemente duraria umas 15 horas. Em segundo lugar essa versão é famosa por consertar alguns defeitos do jogo original e deixar a experiência muito boa. Partiu!

    Ao abrir PS me deram a opção de escolher entre a versão clássica e a da Sega Ages. Obviamente fui na versão modernizada até porque se tem uma coisa que o povo diz que melhorou muito foi a inclusão de um tão necessário mapa para navegação. Eu nem imaginava o quão importante isso seria, mas imaginei ser algo ao estilo do primeiro Metroid, que te faz perder muito tempo e paciência só navegando por lugares inúteis e se perdendo.

    Logo a história se abre com cutscenes muito bonitas, estilo animes anos 80/90, bem coloridas e detalhadas. Os acontecimentos dessas cutscenes são a motivação para o jogo acontecer. Tudo é simples, direto e interessante, do jeito que eu gosto. Esse jogo me pegou fácil!

    Logo você estará no controle da personagem principal, Alis. Até vê-la na tela título eu tinha me esquecido completamente que a protagonista era feminina! Muito legal! E esse jogo é do final dos anos 80!

    É interessante também que demorei para associar que esse jogo é originalmente de Master System! Acho que juntei tudo o que temos na tela: jogo, mapa, informações dos personagens e fundo e assimilei que seria do Mega Drive. Mas, poxa, esse jogo é muito bonito e fluído!

    Agora no controle da Alis, dei uma volta na cidade. É engraçado que você não tem liberdade total nas cidades e deve andar nos corredores pavimentados para ir de um lugar à outro.

    Enfim, entrando nas casas das cidades desse jogo você sempre se depara com uma pessoa te dando uma dica sobre a aventura ou onde ir. Há ainda lojas com itens de cura e outras com equipamentos. Bom, eu não sabia exatamente o que fazer em seguida, mas imaginei que seria algo simples visto que início de jogos assim são bem limitados.

    Outra coisa que só lembrei de associar depois que iniciei o jogo é esse caráter futurista dele. As cidades são no estilo colônias em diferentes planetas, os itens são coisas como "sabre de luz" ou "pistola laser" e até os guardas da cidade são obviamente inspirados nos Stormtroopers de Star Wars, como muitas outras coisas também são.

    Sai da cidade e comecei a fazer as primeiras batalhas. Essa parte foi estranha de início pois dei o azar de achar um inimigo fortíssimo que me matou antes de eu fazer qualquer outra coisa. Para se ter noção do azar, voltei bem depois e não consegui encontrar mais o safado!

    Enfim, as batalhas são no estilo Dragon Quest, como o jogo inteiro também é. Pois é, uma mistura muito gostosa de Dragon Quest com Star Wars. Você escolhe a ação do personagem e ele a executa, mas há apenas a animação do golpe e você enxerga os inimigos em primeira pessoa.

    Há a possibilidade de apenas bater, usar magias, itens e fugir. Nada de novo, mas uma coisa muito bem-vinda é que você visualiza o HP dos monstros!

    Já uma coisa estranha é que, diferentemente de outros RPGS da época, você só enfrenta um tipo de inimigo por vez. Ou seja, não há como batalhar contra um grupo que mistura morcegos e slimes. Ou é um ou é outro. Além disso, sempre aparece apenas um sprite na tela mesmo se você estiver enfrentando seis daquelas criaturas. O lado bom é que esses sprites são grandes e animados ao atacar.

    Uma coisa muito legal desse jogo são as dungeons, cavernas e afins pois você joga em primeira pessoa nelas, meio que ao estilo do Shin Megami Tensei ou dos mais recentes Etrian Odyssey. A tecnologia usada aqui é muito bacana e, mais uma vez, perceba quando esse jogo foi lançado!

    Aqui deu para entender o apelo pela inclusão dos mapas nesse jogo. Sem eles, você depende completamente de um mapa mental ou desenhando, mas algumas dungeons mais avançadas são bem grandes e com muitos andares. Acaba que eu jogava olhando mais para o mapa do que para a "tela principal". Cara, devia ser mesmo uma loucura jogar sem ele! Nem consigo imaginar!

    Essas dungeons tem cores diferentes, NPCs, inimigos para batalhar e baús para abrir (alguns tem armadilhas). Esse jogo resume muito bem o que é ser "RPG": ficar forte, explorar, se arriscar, achar equipamento e dinheiro. Legal Demais!

     Outra coisa curiosa é que o encontro randômico com inimigos não é muito comum. Quer dizer, tem jogos que tem uma taxa justa, a maioria da época tem taxas altas e você dá um passo entre duas batalhas as vezes. Aqui é justamente o oposto: chega a demorar demais as vezes, inclusive quando você só quer fazer uma graninha ou se fortalecer um nível ou outro. Não sei o quanto foi mudado em relação a isso ou se sequer foi mudado na Sega Ages, porém aparentemente nessa versão você ganha mais experiência e talvez dinheiro por nível (umas 4x mais).

    Também acabei mudando uma outra opção da Sega Ages depois que era a de andar mais rápido. Se você jogar essa versão, FAÇA ISSO! O jogo é exageradamente lerdo normalmente e assim não fica estilo "fast foward", mas sim como deveria ser.

    Bem, fui seguindo a história e explorando o máximo possível e cheguei a fazer algumas dungeons antes da hora, mas tudo bem até porque dificilmente me senti em apuros em toda a aventura. Logo consegui mais companheiros como o gatinho Myau, especialista em magias de cura e buff, o grandalhão Odin, focado apenas na força física pura, e o mago Noah, usuário de magias ofensivas. Apesar dessas diferenças, acaba que você só aperta A o tempo todo nas batalhas pois são tranquilas e usa táticas melhores nos chefes. Isso também se dá pelo fato de que o MP aqui é bizarramente limitado. Você usa cura umas vezes e já era. Também não encontrei nenhum item de recuperação de mana.

    Vale lembrar que PS ainda mantém muito do original e do tipo de mecânica da época, então não dá para dar mole. As vezes é difícil saber para onde ir nos três planetas (funcionam como diferentes continentes em Final Fantasy) que você acaba desbloqueando, diferentes rotas entre as cidades, lugares mais escondidos, itens obrigatórios que você deve ter ou saber onde usar (cheguei a recorrer ao detonado aqui e ali) e o fato de que você volta ao último save quando morre, mas felizmente há como salvar ingame a qualquer momento (fora de batalha).

    Resumindo: Sega Ages: Phantasy Star é um baita jogo que resistiu muito bem ao teste do tempo. Divertido, colorido e funcional, apesar de não ser perfeito. Me deixou curioso em ir além com a franquia, sobretudo naqueles que seguem a linha dele e o fato do PS II ser do Mega Drive, o que abre muitas possibilidades. Paras e ter noção, eu AMO a série Dragon Quest, mas acho os primeiros três bem datados (porém as versões de Android ajudam muito) mas achei PS uma experiência muito superior à trilogia clássica da Enix.

    De bom: belos visuais (embora lembrem um pouco aqueles dos Commander Keen). Exploração 3D interessante. Bastante conteúdo bacana. Boa duração da campanha (o Switch mostrou aqui "pelo menos 10 horas"). Personagens e temática legais. Bom nível de desafio. Diferentes planetas (pequenos) com diferentes situações e inimigos. Encontro aleatório de inimigos bem baixo. Possível jogar com apenas uma mão utilizando o analógico direito quando quiser. Também é possível jogar com apenas um joycon. Portabilidade do Switch ajuda demais e ele fica muito belo na tela dele!

    De ruim: as vezes é meio difícil saber o que falta ou para onde ir, mesmo sabendo inglês. Muito é dito nas falas e se você não souber pode ficar meio difícil ou alongar bastante o jogo só na tentativa e erro. Mana muito limitada, assim como os espaços do inventário e no final da campanha fica meio tenso conseguir curar a galera no meio das explorações.

    No geral, embora eu não seja o maior manjador de Master System, esse jogo foi disparado a melhor experiência que tive com o console (embora aqui seja uma versão melhorada e modernizada). Recomendo demais essa versão e o que a Sega fez com ela. Bom demais!

    Sega Ages: Phantasy Star

    Platform: Nintendo Switch
    10 Players
    5 Check-ins

    16
    • Micro picture
      jcelove · 5 months ago · 2 pontos

      Esse minimapa torna essa versao perfeita. Jogar as cegas é um inferno.
      Mas PS é mesmo bem a frente da concorrencia em tematica

    • Micro picture
      bobramber · 5 months ago · 2 pontos

      É uma ótima série, que tem seu ápice no IV, ainda no mega drive, logo depois de um um jogo ruim (III). Acho que até apagaram a história do III quando lançaram o IV.
      Essa versão de switch parece ótima mesmo. Ele tem um remake para PS2 (phantasy star generation: 1).

      1 reply
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      manoelnsn · 5 months ago · 2 pontos

      Essa versão do Switch é legal mesmo, pois adiciona o automap, o que te descarta a necessidade de ficar fazendo mapa em folha de papel quadriculado, ugh.

      Claro que isso era comum na época, mas pouco tempo depois o automap se tornou padrão nesse tipo de jogo, então nada mais justo que um remaster melhore isso também.

      A parte mais interessante de PS1 é o contexto da época. Dragon Quest chegou com os dois pés, e a Square fez o dragon quest dela, trazendo conceitos parecidos, mas uma estética e ambientação totalmente diferentes. A Sega tentou algo parecido com esse primeiro jogo, com a pegada mais sci fi, que acaba se solidificando ainda mais no 2, mas como o Mega e o Master System nunca foram bem no Japão, a série acabou morrendo no 4, que é disparado um dos melhores RPGs da época, batendo FF4 e FF5 da concorrência tranquilamente. Imagino que se ela tivesse continuado teríamos muita coisa boa, mas depois virou MMORPG, a Sega começou a ganhar mais grana do que nunca com a marca, aí fodeu...

      1 reply

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