• usoppbr João Carlos
    2021-01-11 20:51:50 -0200 Thumb picture

    Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2020? [10ª Edição]

    Medium 3846805 featured image

    Fala ai pessoal. Mais um ano se passou e o Meme continua firme e forme. Infelizmente não participei das duas últimas edições por puro desleixo, mas estamos voltando ai aos poucos. Em 2020 tivemos a pandemia ai pra atrapalhar as nossas vidas, e se não fosse em parte pelos jogos, eu acho que teria sido muito mais difícil aguentar isso tudo.

    Alguns desses jogos eu ganhei e outros eu comprei há bastante tempo e finalmente criei coragem pra terminar. No geral, eu diria que foi um grande ano pra mim. Só deixei de jogar um jogo mesmo que eu queria porque eu tive que ficar 30 dias fora do apartamento que eu moro e só voltamos a programação no dia 15.

    Sem mais delongas, tá ai os principais jogos que eu terminai em 2020.

    =====================================================

    Watch_Dogs 2 (Xbox One)

    A Ubisoft tem uma sina com o número 2. Quando a continuação não dá uma aula de como é que o primeiro jogo deveria ter sido, ela acaba mostrando que o jogo não deveria ter tido uma continuação em primeiro lugar. Watch_Dogs 2 me passa um misto de ambos esses sentimentos, visto que a experiência dele é melhor que a original mas os seus personagens e histórias são bem fracos.

    Na minha opinião, os personagens do jogo sem zero ou nenhum carisma e a história é tão rasa quanto uma poça de cuspe, mas as mecânicas do jogo estão muito melhores do que a original e andar por São Francisco fazendo missões secundárias é bem divertido e intuitivo. É só uma pena que o roteiro seja tão ruim mesmo... Terminei o jogo e nem me lembro o que fiz durante ele.

    Recomendado apenas para pessoas não recomendáveis.

    Mass Effect 1 & 2 (Xbox 360)

    Apesar da pandemia ter encurtado os nossos bolsos, eu acabei tendo uma enorme surpresa no meio do ano: uma amiga minha estava se "livrando" do Xbox 360 dela por não estar mais jogando e ela perguntou se eu não queria ficar com ele sem pagar nada. É claro que aceitei e quando peguei ele me espantei com a quantidade de jogos bons que ela tinha no meio, um deles sendo a série Mass Effect completa - um antigo desejo meu que nunca havia jogado.

    Depois de terminar Mass Effect 1 e 2, posso dizer que os dois jogos tem experiências bastante diferentes mas que de certa forma sem o ritmo mais lento e explorativo do primeiro a história complexa e cheia de ação do 2 ficaria muito mais confusa de entender. Mass Effect por si só é uma aula de como se fazer um universo rico e repleto de coisas diferentes para se fazer.

    Eu só não joguei o 3 ainda porque no momento não estamos na nossa casa, mas assim que voltar, aposto que ele também estará no próximo Meme pra completar a história.

    Duke Nukem 3D: 20th Anniversary World Tour (Xbox One)

    Comprei este aqui numa promoção de Páscoa por um valor bem baixo (6 reais) só para poder finalmente jogar ele da forma devida. Alguns anos atrás comprei ele para jogar no meu Notebook, mas como não tenho uma placa de vídeo dedicada eu não pude observar os novos efeitos em sua plenitude enquanto jogava. E também queria ver se dá pra jogar esses FPS clássicos de forma satisfatória num controle.

    O jogo em si é excelente. Duke Nukem 3D já era uma experiência sólida 25 anos atrás e continua até hoje. O novo capítulo trás uma nova vida ao jogo com inimigos, armas e situações novas no mesmo nível das antigas, mas depois de jogá-lo eu realmente cheguei a conclusão que não consigo jogar nenhum FPS muito bem no controle. E infelizmente a 3D Realms ainda não colocou suporte para teclado & mouse na plataforma.

    Como sempre tem barato pra comprar em promoções, recomendo fortemente que você jogue pelo menos uma vez nessa vida e entenda porque o jogo causou tanto alvoroço quando foi lançado nos anos 1990. Só faça um favor à si mesmo e jogue com as vozes clássicas porque o Tio John tá com voz de chaminé velha entupida.

    Fallout 4: GOTY (Xbox One)

    Eis aqui a minha maior decepção do ano. Acabei juntando dinheiro pra comprar esse jogo em 2019 quando ainda não estávamos numa pandemia, esperando que fosse reviver a excelente experiência que eu tive com Fallout 3 no Xbox One mas o que eu vivenciei foi algo completamente oposto.

    Eu sei que Fallout 3 não é nenhuma referência da série, por ser muito mais simples do que os anteriores, mas o que eu joguei dele não tenho absolutamente nada à reclamar. Já em Fallout 4 a Bethesda inflou o jogo com missões que tem tempo de duração para serem feitas ou então você perde o acesso à mesma e a brincadeira de montar uma base sólida em vários pontos do mapa para aumentar a população e o acesso à recursos é complicada de entender para uma pessoa que não tenha no mínimo jogado um bom RTS antes.

    A história parecia interessante o bastante e os personagens bem interessantes, mas com essas mecânicas chatas de gerenciamento de tempo e local acabou estragando a experiência pra mim. Não sei se vou terminar o jogo à essa altura.

    Voyage: A Sorceress' Vacation (Master System)

    Esse aqui pra mim foi a grande surpresa que joguei no ano. Quando você ouve que algum jogo está sendo feito com as mesmas ferramentas de outro jogo você geralmente espera que eles tenham alguma coisa em comum, mas em Voyage a experiência recriada com os mesmos elementos de Alex Kidd in Miracle World é totalmente diferente, cheia de efeitos legais no Master System.

    Por ser uma experiência mais longa do que difícil, Voyage também ganha pontos por trazer cenários bem diferentes porém eu achei que apenas 3 power-ups e a limitação de dinheiro para fazer o final verdadeiro acabam limitando um pouco a experiência. Mesmo assim, não teve um momento do jogo que eu achei chato, tedioso ou longo demais, é tudo na medida certa do início ao fim.

    Inclusive, escrevi uma análise do jogo para uma possível revista que será publicada em 2021, então ficaremos de olho em possíveis jogos do mesmo desenvolvedor esse ano.

    Menção Honrosa: LEGO Marvel Super Heroes (Xbox 360/One)

    Lembram do Xbox 360 que eu ganhei da minha amiga? Não faria muito sentido manter ele aqui em casa porque já temos a retrocompatibilidade do Xbox One com grande parte dos jogos dele que já queríamos aproveitar de qualquer forma, então acabamos dando o console para o nosso sobrinho que estava sem nenhum videogame pra poder brincar nessa pandemia e ele acabou amando.

    Um dos jogos que levamos pra ele foi justamente esse Lego MSH e ele ficou completamente doido pelo jogo. Completamos as missões, habilitamos quase todos os personagens (ainda estamos jogando) e ainda falta bastante coisa pra fazer em Nova Iorque. A quantidade de coisa pra fazer é gigante, e eu acabamos gostando tanto que compramos a série pra jogar no Xbox One quando voltar pra casa.

    No final das contas, acabou saindo melhor que a encomenda. E estamos com tantos jogos pra jogar em 2021 que duvido que teremos tempos de jogar todos que pegamos. Mas nunca diga nunca, não é mesmo?

    Watch Dogs 2

    Platform: Xbox One
    187 Players
    64 Check-ins

    18
    • Micro picture
      marvox · over 1 year ago · 3 pontos

      Excelente carinha, curti demais que você participou! Vamos ver quais novelas acontecerão neste 2021 dos games... quantas piadinhas veremos esse ano, espero que a maioria venha em promoções de preferência. Mano, tamo junto!

    • Micro picture
      gamercaduco · over 1 year ago · 1 ponto

      Vc achou que ia escapar do meu comentário grande com traduções ridículas só pq postou no Alvanista, né? Pensou errado!
      Cá estou eu lendo e comentando, acessando a rede depois de sei lá quantos anos ausente... huahuahua!
      Bom, vamos lá, jogo a jogo:
      - Relógio Canino 2: "a experiência dele é melhor que a original mas os seus personagens e histórias são bem fracos"... tem certeza que vc não tá falando de Assassin's Creed? Foi mal, prefiro o Altair do que o Ézio! uhahuahu
      - Efeito Macarrônico 1, 2 & Knuckles: tenho uma curiosidade enorme de jogar, o que me mata é que cada um deles é longo o suficiente pra me fazer pensar bastante se começo ou não. Mas que legal que vc teve a oportunidade, muito bom mesmo!
      - Antes Tarde Duke Nukem em 3D: este é sensacional. Apesar que eu joguei só a versão clássica e não fui até o fim, mas vou pensar em jogar algum dia, se a motion sickness não vencer. Não sei como são as vozes novas (nem sabia que tinha), mas as originais são demais mesmo.
      - Cai Fora 4 - A Gota: putz, vou passar longe, dado o seu relato. Não sei se este tipo de coisa me interessa também, gerenciamento de tempo e tal.
      - Aquele Carro da Volkswagen nas Férias: vou esperar a sua análise, mas pareceu interessante pra conhecer.
      - "LËRIGOU" Marvel Sonic Heroes: jogos LEGO em multiplayer realmente são divertidos, imagino que ainda mais com um sobrinho. Vcs ainda vão se divertir a beça pelo visto!
      Bom, torcendo aqui pra que vcs consigam jogar bastante coisa em 2021!
      No mais, curti bastante a lista. Vou tentar dar uma olhada no Voyage.
      Valeu!

    • Micro picture
      giovanidactar · over 1 year ago · 1 ponto

      Grata surpresa este Voyage: A Sorceress' Vacation. Achei o estilo cúbico das fases bem bonitinho. Valeu!

  • usoppbr João Carlos
    2017-01-02 19:55:46 -0200 Thumb picture

    MeMe Gamer: O Que Você Jogou em 2016?

    2016 passou e vamos seguindo para a 6ª Edição do MeMe Gamer! Esse é o momento que eu aproveito e falo sobre os principais jogos que eu terminei no ano que passou e o que eu espero continuar jogando em 2017. Quem quiser participar, as inscrições e publicações vão até 09/01 no seguinte link. Agora sem enrolar mais, vamos aos jogos!

    -

    The Walking Dead: Michonne (PC, 2016)

    Presente de aniversário que recebi da minha esposa, eu já havia jogado as 2 temporadas anteriores e fiquei cético pra jogar essa mini-série de 3 capítulos porque as coisas já não andam muito boas na série principal, porém eles conseguiram tomar certas liberdades interessantes já que nenhum personagem conhecido aparece aqui. A liberdade de escolha aqui é igual à Primeira Temporada, que muda o curso do jogo de uma maneira drástica dependendo da cena, porém eu ainda acho que as histórias estão ficando sem graça porque eles focam demais nos humanos como o problema e não os monstros. Vou aguardar mais um pouco pra jogar o The New Frontier.

    -

    Technobabylon (PC, 2015)

    Jogo que me fez conhecer a engine produtora de adventures da Wadjet Eye games, a história do jogo é realmente o ponto alto aqui. A dublagem é bem convincente e todos os diálogos são dublados, não há uma única fala que não esteja de fora e isso é impressionante para um título independente. História excelente, dublagem ótima e só peca mesmo pela engine rodar em uma resolução de 640x480 que estoura os pixels até mesmo em uma tela de 14 polegadas de Notebook. Nem queria fazer propaganda, mas fiz uma gameplay completa do jogo para o meu canal. 

    -

    Hexen II + Mission Pack: Portal to Praevus (PC, 1997-1998)

    Tentei terminar esse jogo no passado, mas ele não me agradou muito de primeira. Quando finalmente decidir jogar até o fim independente da minha opinião, o jogo me surpreendeu de uma maneira muito positiva. Os cenários são bem variados, os personagens são bem diferentes e mudam completamente o método de jogar como no primeiro jogo e a trilha sonora também é muito boa. O Mission Pack fecha a série de uma maneira convincente, porém é bem curto e não pode ser encontrado à venda na internet - o que é uma pena porque ele é quase tão bom quanto o jogo original. Foram as 16 horas mais recompensadoras que tive em 2016.

    -

    Descent I + Descent II (PC, 1995-1996)

    Era pra eu estar falando da trilogia, porém tive vários contratempos pra conseguir rodar Descent 3 aqui e ele vai ficar pro ano que vem. O primeiro Descent foi um jogo lançado em 1994 que trouxe como novidade a movimentação em "Six Degrees of Freedom", ou seja se movimentar livremente em 360 graus em um ambiente com gravidade zero. O primeiro jogo tem músicas muito bem feitas e um ritmo um pouco mais lento de exploração, porém em Descent II eles trocaram isso em favor de um jogo de ação ao invés de exploração propriamente dita. Eu curti mais o primeiro, mas o segundo é muito bom também. E em 2017 virão Overload (dos criadores de Descent I e II) e Descent Underground (dos criadores de Descent 3) para nossa alegria.

    -

    Chromagun (PC, 2016)

    Esse foi um jogo que chegou ao meu conhecimento "do nada" através de um e-mail enviado para o canal de YouTube que participo e me surpreendi bastante por descobrir que um jogo independente consegue se basear em outro famoso mas mostrar como não é preciso de muito para diferenciar dos outros. Em Portal, tinha a arma de teletransporte, aqui temos a Chromagun que atira balas de 3 cores diferentes e ajudam na superação dos desafios. Só achei que a física do jogo não é muito boa, mas também seria pedir muito de uma empresa tão pequena que fez o jogo em um motor gráfico tão bom. Foram 5 horas e 20 minutos muito bem divertidos, na minha opinião.

    -

    The Wolf Among Us (Xbox One, 2014)

    Adição de última hora na minha lista, porque quando terminei de escrever e estava pensando em postar eu ainda não tinha noção de que iria ganhar um Xbox One na minha lista de casamento. Era um dos jogos que minha esposa adquiriu ao longo dos anos por mantermos uma assinatura da Xbox Live Gold mesmo sem ter o console só pra termos uma boa quantidade de jogos quando finalmente comprássemos um. O jogo em si me surpreendeu bastante, porque diferente dos The Walking Dead mais atuais ele ainda passa aquela sensação real de escolha quando se está jogando. A história muda de uma maneira bem convincente dependendo das suas escolhas e você vira escravo delas até o final do jogo se fizer algo que não queria. O melhor da Telltale que eu joguei até hoje.

    -

    Jogos no Windows 10 Mobile.

    Com a perda do meu PSP ainda no início do ano, eu decidi dar uma chance ao cursor virtual e me aventurei por alguns jogos. Nem todos me satisfizeram tanto, então não vou perder tempo reclamando e vou direto aos que mais gostei. No caso do Final Fantasy, é uma adaptação que infelizmente está muito datada no sistema e não contém bestiário, mas consegui aproveitar a experiência mesmo assim. Gostei bastante e infelizmente no sistema não tem o II e o III eu achei ruim de jogar na tela Touch. Já os outros 3 jogos, funcionaram muito bem no Touch: Mirror's Edge, uma bela adaptação da versão PC de uma maneira mais simples e direta que a original; Monument Valley, um dos jogos mobile mais originais, bonitos e desafiadores que eu já vi; Lost Echo, um adventure 3D com clima de jogo antigo mas com elementos mais atuais. Infelizmente, foram poucos jogos que valem a pena ser mencionados porque alguns não consigo jogar bem tocando na tela.

    Outros jogos que terminei e valem a pena ser mencionados: 8-Bit Commando, bOllO, Garou: Mark of the Wolves, Lyne, Monkey Island 2: Special Edition, Pro evolution Soccer 2017, Tcheco in the Castle of Sarney, todos para PC.

    Super Mario World

    Platform: SNES
    27599 Players
    400 Check-ins

    7
    • Micro picture
      santz · over 5 years ago · 1 ponto

      Do nada o cara marca Super Mario World, não entendi.
      Monument Valley é muito foda mesmo, eu gosto de dizer que é uma poesia em forma de jogo.

  • usoppbr João Carlos
    2015-12-25 22:04:51 -0200 Thumb picture

    MeMe Gamer: O Que Você Jogou Em 2015? #oqvj2015

    É isso aí, galera! Mais um ano se passou e a nossa brincadeirinha entre um grupo de amigos que começou em 2011 está de volta! Esse ano eu tive o prazer de ter tido bastante tempo para me dedicar à games que eu sempre ouvi falar mas nunca havia terminado e também conheci alguns jogos novos muito interessantes que saíram e não receberam tanto alarde assim da mídia especializada. Estas aqui foram as minhas impressões sobre 2015 e no final tem uma lista rápida de recomendação porque se não o texto ficaria muito longo!

    Caso queiram participar do MeMe, basta se inscrever no Blog Marvox Brasil!

    Tales of Zestiria (2015)

    Se tem um jogo que justificou o investimento (e quase ser deservado também) em 2015 foi este aqui! A primeira entrada da série nos PCs já chegou com uma aventura totalmente diferente do que eu já tinha jogado antes e gráficos sensacionais. Não sou um desses jogadores de longa data da série, mas sempre acompanhei de perto os lançamentos - e finalmente poder jogar um jogo dessa série foi muito gratificante. O estilão de anime e personagens meio infantis engana fácil a trama complexa que rola no jogo.

    Como comprei na pré-venda, garanti a minha cópia de Tales of Symphonia para o ano que vem.

    Star Wars Knights of the Old Republic II: The Sith Lords (2004, atualizado 2015)

    Esse aqui eu já tinha começado a jogar em 2013, mas apesar de rasgarem elogios na internet quando se fala desse jogo, não gostei tanto quanto o primeiro e acabei deixando de lado depois de 8 horas de jogo. Do nada esse ano, a Disney lançou um update para o jogo que incluia todo o conteúdo criado por fãs que havia sido removido da versão final do jogo por falta de tempo da Obsidian na época, além de Conquistas, então não resisti dar uma outra chance ao jogo. 38 horas depois, completei o jogo apenas para chegar na mesma conclusão que já havia tirado. Ainda prefiro o primeiro.

    Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas (2015, anterior iOS)

    Uma das surpresas do ano, na minha opinião. Conheci no Blog do MarvoxBrasil por acaso e olhando apenas pelas imagens dava à crer que era apenas um clone de Zelda: Wind Waker, mas o jogo vai um pouco além disso. É um jogo bem mais simples do que a grande série da Nintendo, mas os produtores correram por fora e incluíram suas próprias características marcantes dentro do jogo. Uma bela jornada de 22 horas que me rendeu bons momentos. Espero que não haja continuação direta para não estragarem o que foi criado aqui.

    Evoland (2013)

    Esse foi outro que me surpreendeu, mas de outra maneira. Evoland é daqueles jogos que se você não jogou outros para entender as suas paródias, acaba virando um jogo medíocre. Como eu tive a "sorte" de ter jogado todos esses jogos (leia-se Final Fantasy VII, The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Diablo), acabei por passar por uma jornada bastante divertida cheia de comédia e paródias muito bem boladas sobre os clássicos citados acima. Vou ficar devendo Evoland 2 para a próxima.

    id Software/Raven Software (Wolfenstein 3D, Doom, Heretic, Hexen)

    Nesse ano, eu decidi acabar de uma vez só com vários jogos clássicos de PC que eu nunca havia jogado até o fim. Comecei o ano terminando Final Doom, jogo que sempre parei em algumas partes difíceis e desisti e depois rejoguei The Ultimate Doom e Doom II: Hell on Earth só pra ver o quanto minhas habilidades haviam melhorado depois de Final Doom. Logo após, joguei Heretic, um jogo que não funciona bem no formato que ele foi lançado, mas graças à inteligencia da Raven Software eles lançaram Heretic no formato correto e a sua expansão.

    Quase no final do ano, fui terminar Wolfenstein 3D pela primeira vez com tudo 100%, assim como Spear of Destiny e os seus pacotes de expansão bem diferentes. Estes tive que usar MOD gráfico para tirar o clipping da versão lançada no Steam pois isso me dava muita dor de cabeça depois de 10 minutos jogando. Do que eu planejava jogar, fiquei devendo Master Levels for Doom II, que foi muito mal lançado no Steam, e Hexen II, que não gostei tanto quanto o primeiro, mas ainda pretendo voltar para ele depois...

    Dark Souls: Prepare to Die Edition (2012)

    Esse foi um dos jogos que torci o nariz à medida que fui conhecendo mas quando finalmente joguei, entendi todo o hype construído em cima dessa fina obra de arte. Os cenários são maravilhosos, as batalhas épicas e sempre pode acabar com a sua morte em um mínimo vacilo, porém o que mais me incomodou é que mesmo depois de deixar o personagem bem mais forte do que um inimigo comum esse risco de morte continua lá, só esperando você "se achar" depois e vacilar novamente. Recomendo apenas para jogadores pacientes.

    Yatagarasu: Attack on Cataclysm (2015)

    Um dos jogos que eu acompanhei o lançamento de perto desde os primeiros Beta lançados, Yatagarasu foi lançado de uma maneira meio amadora mas o conteúdo do jogo é bem sólido no quesito jogabilidade. Os menus são simples até demais, as músicas e os cenários bem genéricos e tampouco os gráficos foram feitos em HD, mas o principal de um jogo do gênero que é a jogabilidade é bem variada e me cativou de primeira. Teria jogado muito mais se o online funcionasse melhor.

    Outros jogos que joguei em 2015 e recomendo: Tcheco in the Castle of Lucio, FEZ, Memento Mori, Volgarr The Viking, PES 2016, Odallus: The Dark Call, Kung Fury, Checkered Flag.

    Tales of Zestiria

    Platform: PC
    226 Players
    188 Check-ins

    4
  • vaojogar Vão Jogar!
    2013-10-17 20:36:30 -0300 Thumb picture

    Parceiros Do Vão Jogar!: Marvox Brasil

    Olha aê mais um parceiro de longa data do Vão Jogar! dando as caras. Quem recebeu o destaque desta vez é o moderno Marvox e o seu @marvoxbrasil, que além de textos, também faz detonados em vídeos muito fodas.

    "Corrão" e confiram!

    marvoxbrasil.wordpress.com

    10

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