• 2021-07-24 15:02:47 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-28 04:02:31 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Inside

    Zerado dia 27/12/20

    Depois de jogar um Pocky & Rocky com meus amigos, fomos à festa de aniversário com meu sobrinho e de lá fomos para a casa deles. Como chegamos tarde, os dois logo caíram de sono e eu fiquei a procura do que fazer sozinho na sala. Estava com o PS4 ligado e testando uns jogos, então entrei na minha conta e baixei esse tal de Inside que comprei faz tempo bem baratinho na PSN.

    "Dos criadores de Limbo". Interessante, mesmo não sendo o maior fã de Limbo ou jogos do tipo, como Unravel e Little Nightmares.

    Joguei o nome no howlongtobeat.com antes para ver se rolava mesmo de terminar, pois não queria jogar "pingado" na casa dele. 3 horas e meia? Hummmm, vamos lá!

    Uma hora depois estava dormindo no sofá.

    Começando Inside, bem, ele é exatamente com todos esses jogos já mencionados: silencioso, imersivo e até um pouco cruel. Escuro! Ah, isso ele é! Tem aquele lado meio poético, meio que crítico, interpretativo, mas nem tanto.

    Uma coisa que achei legal é que o jogo começa do nada assim que você aperta para iniciar a aventura. Não há contexto, texto nem tutoriais. Você que se vire e tente entender o que está acontecendo!

    O estilo visual também me chamou atenção, sendo mais 3D do que eu esperava (acho que estava o ligando demais a Limbo) e tem um quê mais realista, ao invés do visual fantasioso de Unravel, por exemplo.

    A aventura se inicia com você se esgueirando por vários lugares, como pelo mato e fugindo de soldados que te procuram. O meu sentimento era de estar controlando uma criança fugindo de um campo de concentração ou de uma base russa.

    Outra coisa que achei interessante citar é que não senti o ar melancólico que jogos similares costumam ter, nem a sensação de terror, mas a ambientação pareceu ser de apena sum lugar normal enquanto a jogabilidade transmitia as emoções.

    O que quero dizer é que se você ficar parado e admirar os cenários, vai ver o por do sol por entre os prédios e plantações se movendo, enquanto sensações como desespero são em lugares assim, mas em partes que você está fugindo de cães, por exemplo.

    E por falar em cães, eles são das criaturas mais mortais do jogo. Pra ser sincero, Inside é quase sempre um jogo até bem cruel, sobretudo com mortes. Se os cães te pegam, eles te mordem horrivelmente. Já os soldados te baleiam sem dó e até ventiladores te cortam ao meio e fazem suas vísceras voarem.

    Não é um joguinho bestinha para qualquer membro da família!

    Outra coisa é que a jogabilidade simples de Inside acaba que deixou a experiência meio fácil e limitada, mas ao menos tudo funciona. Você sabe o que pode ou não fazer e conhece os limites de seus movimentos, coisa que nenhum dos outros similares me proporcionou.

    É um jogo um tanto quanto linear? Sim. Os puzzles dificilmente demoram 2 minutos até serem finalmente entendidos e concluídos? Sim! Mas o progresso é contínuo e eu cheguei a um ponto que só queria saber até onde o enredo em levaria. 

    Será que haviam explicações sobre o que estava acontecendo? Será que o garoto me surpreenderia? Eu tinha que saber!

    Enquanto isso eu andava e andava e andava por cenários vazios aqui e ali, vazia um puzzle simples, admirava a paisagem, corria de cães e nadava de monstros marinhos. Tava legal!

    Inside nunca deixa muito claro nada. Nem mesmo onde é checkpoint. Eu estava perto de terminar? Bem, talvez.

    No dia seguinte, que foi quando eu mais joguei, mais acordado pela manhã, meus amigos estavam me assistindo jogar. Um deles já tinha chegado bem perto do final e nem sabia.

    O jogo então trouxe um personagem bem diferente à tona e jogabilidade inesperada. Eu estava surpreso com o que o jogo fazia de novo. Nunca tinha visto algo tão estranho.

    Depois de mais umas seções curiosas, a aventura simplesmente chegou à um fim. Que estranho! Eu tentei interpretar o final de várias formas, mas não consegui imaginar nada, como se eu não tivesse saído do início do enredo, o que foi bem decepcionante.

    O final de Inside me preveniu de o classificar como "Favorito" aqui no Alvanista, mesmo tendo gostado da experiência até então.

    Resumindo: Inside é um bom jogo, e provavelmente o meu predileto desse gênero e em comparação com outros parecidos. Achei que fizeram um trabalho muito bacana, mas o final é estranho e inconclusivo, quase como se não houvessem terminado o jogo. Por outro lado, valeu a pena ter jogado até lá!

    De bom: visuais bonitos e estilosos. Temática mais adulta. Não é um jogo bugado ou que te deixa cheio de incertezas sobre como interagir com o cenário e objetos. Jogabilidade funcional. Cenários bonitos.

    De ruim: um tanto linear. Final sem graça. O jogo meio que não chega a lugar algum.

    No geral, eu recomendo o jogo, sem dúvidas e espero que alguém curta o final mais do que eu. Por outro lado, apesar de momento apreensivos, não acho que Inside tenha alguma mensagem ou adicione algo a nossa vida além do video game. Bacana!

    Inside

    Platform: Playstation 4
    196 Players
    15 Check-ins

    14
    • Micro picture
      santz · 9 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é excelente. Foi outro ue zerei também esse ano e foi uma das melhores experiências que já tive, foda demais. O cenário é super realista, o uso de luz e sombra nesse jogo é fenomenal. Os puzzles, os efeitos sonoros, a animação do personagem, tudo é muito bem amarrado. A história também é cheia de mistérios, sem diálogos nem nada, foda demais. Para entender melhor a trama do jogo, sugiro ouvir o podcast do Jogabilidade que fala desse jogo. Além da história, eles falam mais coisas técnicas que é top demais de ouvir.

  • clovisalmeida Clóvis Almeida
    2020-05-25 16:00:28 -0300 Thumb picture
    Post by clovisalmeida: <p>Inside concluído. Agora preciso de umas 10 horas

    Inside concluído. Agora preciso de umas 10 horas de reflexão a cerca do que acabei de jogar! 

    Inside / Limbo

    Platform: Playstation 4
    24 Players
    3 Check-ins

    4
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      ike_teshima · over 1 year ago · 1 ponto

      10 horas de reflexão ?! eita preula hahahahah
      Qual é a pegada do game?

      1 reply
  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2020-02-07 17:11:55 -0200 Thumb picture
    25
    • Micro picture
      msvalle · over 1 year ago · 4 pontos

      É o Dark Souls de puzzle hehehe

    • Micro picture
      zandryx · over 1 year ago · 3 pontos

      Até pq é impossível não morrer de primeira onde tem cantos pra morrer, praticamente tudo nesse jogo está escondido

    • Micro picture
      leoaldrighi · over 1 year ago · 1 ponto

      faz sentido

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-08-25 20:49:50 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Unravel Two

    Zerado dia 24/08/19

    Joguei o primeiro Unravel há um tempo no Xbox One porque tinha muita curiosidade e por estar baratão. O resultado foi um jogo de plataforma bem chatão e metido a cult que tentou ser um Limbo, mas que acabou sendo só mais um jogo esquecível. 

    Há uns dois anos tivemos o anúncio de sua sequência: Two, com um trailer focado na ação das duas figurinhas de lã trabalhando em equipe e deixando bem claro que agora a aventura seria voltada para dois jogadores. Como eu tinha jogado o 1, pus na lista, mas a verdade é que ninguém ligou pro jogo. Logo ele caiu no esquecimento, e isso não me surpreendeu.

    Há um tempo teve uma promoção e eu peguei Unravel Two (UT) baratíssimo, e achei justo adquirir e jogar pelo preço, mas isso só foi acontecer recentemente quando um amigo veio me visitar e a gente não tinha muito o que fazer (eu estava jogando Dragon Quest XI e ele assistindo). Como ele é um jogador de Nintendo Switch e de Nintendo Switch apenas e UT saiu na plataforma também, recomendei que a gente desse uma olhada.

    Jogamos umas duas fases e ele teve que ir, mas na saída falou: "Não zera sem mim! A gente vai terminar juntos!" - até assustei pois a experiência tinha sido simplória e até meio sem graça, mas concordei (além de que adoro jogar com amigos que estão interessados no jogo).

    Ontem um bando de amigo veio e como ele foi o primeiro a chegar, fomos mandando ver no UT. Com mais tempo e mais jogo pela frente, passamos boa parte da tarde nele até zerar e posso finalmente dar a minha opinião sobre a experiência.

    Unravel Two definitivamente é um jogo bonito, simples e baseado na cooperação entre dois jogadores (embora seja possível jogar sozinho, o que eu não recomendaria). Não é um jogo com um conceito muito forte, nem mecânicas criativas ou que se reinventa. Você que é um jogador hardcore ou que aprecia um bom level design provavelmente vai achar o jogo tedioso pois é o básico do platformer com um quebra-cabeça rápido aqui e ali.

    Na real, eu diria que é um jogo de namorados que jogam descompromissados e que passariam a noite toda numa fase tentando entender um puzzle simples ou tentando dar pulos na hora certa. É quase como se fosse um jogo pra quem não é "gamer".

    Nesse título os personagens são unidos por uma corda, mas isso não chega a atrapalhar a jogatina, mas é uma forma de limitar a distância entre eles (o que também não é algo que você lembre) e até usar de forma a içar um ao outro a alcançar lugares mais altos ou balancear de alturas e lançar um ao outro para plataformas mais distantes.

    Os comandos são os mais básicos possíveis: direcionais andam, L2 segura a corda (pro caso da pessoa querer escalá-la ou balançá-la) e o R2 joga um laço que se agarra em partes que que há um bocado de lã vermelha e azul. Existe ainda a opção de amarrar um nó com quadrado e desamarrar com bola. Cordas amarradas criam trampolins e rampas para empurrar objetos.

    O jogo te ajuda constantemente com dicas na tela (o que acabamos desativando pois as mesmas dicas se repetem em situações similares), personagens apontando pra direção a ser seguida e há a opção deles se fundirem em um só jogador, o que pode ser útil para carregar um jogador menos habilidoso por partes mais difíceis.

    A primeira decepção é em relação a jogabilidade e sua repetitividade. Obstáculos são sempre muito parecidos, assim como a forma de passar é sempre igual. De vez em nunca há um desafio mais criativo/diferente ou até um puzzle mais difícil, mas a forma como você tem que constantemente balançar seu parceiro e jogá-lo para longe a todo momento chega a ser cômico.

    Outra coisa que se repete com constância são os cenários, já que a impressão que dá é que você sempre está num bosque ou floresta e lugares verdes afins. Estágios com cidade e fábrica chegam a ser um colírio.

    Talvez a gente tenha perdido a lógica disso durante a jogatina e ficamos nos perguntando o que são as crianças-fantasma no background. Eu estava acreditando que era o passado sendo contado pelos lugares que passamos, mas isso não faz muito sentido visto que interagimos com o cenário de formas que afetam as ações delas e até nos escondemos as vezes para não sermos vistos.

    Resultado: provavelmente foi uma escolha de design fazer esses personagens assim para não tirar o foco dos pequenos bonecos de lã ou só não quiseram modelar personagens realistas que teriam que bater com os cenários incrivelmente realistas.

    A frustração começa a vir quando o jogo começa a não funcionar. Você pula e tenta laçar mas a corda por algum motivo não chega, um pulo simples que te mata ou um inimigo que age de forma completamente fora do natural e te mata como se tivesse um olho nas costas.

    No último dia da nossa jogatina, os longos estágios, a repetição e a frustração foi nos consumindo e a gente só seguiu jogando, mesmo com mais amigos já tendo chegado porque só são 7 fases e a gente tava cada vez mais perto e rápido acabando.

    Na real, o jogo não é necessariamente ruim, mas é muito superficial e sem graça e não vi muito motivo pra jogar nem me surpreender ou muito menos fazer os estágios bônus ou conquistar as medalhas que as fases dão de acordo com o tempo terminado ou coletáveis encontrados.

    Olhando a seção das conquistas no PS4, alguns incluem passar de fases sem morrer e muitas outras coisas chatas. Enfim, tudo relacionado a UT dá a impressão de ser forçado, desde o desafio até a beleza, a estória e o que a experiência tenta passar.

    Resumindo: Unravel Two é um jogo de plataforma desses que tenta ser uma bela experiência, mas acaba sendo um jogo mega casual, pra quem normalmente não jogaria algo mais sério e só quer algo simples e bonito pra passar o tempo com alguém que goste, o que eu acho válido.

    De bom: visualmente deslumbrante. Comandos simples que qualquer um consegue jogar. Razoavelmente curto (devo ter gasto umas 3 horas). Checkpoints constantes.

    De ruim: jogabilidade as vezes frustrante ou confusa, coisa da engine. Muito repetitivo. Pouco criativo no level design e puzzles. Metido a cult, mas é mongolão. Pouco inspirado como um todo.

    No geral, pelos R$15 e a experiência de ter jogado de dois jogadores, até que valeu a pena, mas no geral eu não recomendaria esse jogo senão pra curtir com a namorada ou o sobrinho. Passável.

    Unravel Two

    Platform: Playstation 4
    76 Players
    14 Check-ins

    15
    • Micro picture
      spider · about 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns pelo ótimo texto! A melhor frase e que define tudo é essa: " Metido a cult, mas é mongolão" Excelente!!!

      1 reply
    • Micro picture
      lipherusyt · about 2 years ago · 2 pontos

      Parabéns!

  • lipherusyt lipherus
    2019-07-02 16:15:57 -0300 Thumb picture
    lipherusyt checked-in to:
    Post by lipherusyt: <p>🏁&nbsp;<strong>Jogo finalizado.&nbsp;</strong></
    Limbo

    Platform: PC
    7928 Players
    299 Check-ins

    🏁 Jogo finalizado. 

    No âmbito geral, gostei da minha experiência com Limbo. É um jogo com muitas peculiaridades e características das quais até então eu só tinha ouvido falar, mas nunca experimentado. Fui muito feliz pensando que iria entender toda a história quando chegasse no final mas ele acabou mais me confundindo do que ajudando. Vi algumas teorias a respeito dele e não me restaram dúvidas de que é, de fato, um jogo com tema de solidão e morte. Mas fico firme com a impressão de que ele trata de outro tema também: perseverança. Por que é preciso muito disso no jogo inteiro pra resolver aqueles últimos puzzles e (principalmente) tentar desbloquear todas as conquistas. E falando nelas...

    Como podem ver acima, fui atrás de todos os coletáveis para desbloquear uma fase secreta super criativa que é quase toda guiada pelo som. Isso valeu muito a pena pois não consigo me lembrar de ter jogado nada igual aquilo antes e também, caso não tivesse ido atrás dos coletáveis, não teria encontrado a minha fase favorita de Limbo

    Contudo, infelizmente não consegui os 100% pois era necessário desbloquear uma conquista que exigia completar o jogo todo com cinco ou menos mortes, missão essa que achei bem difícil e pouco compensadora. Tentei ela? Tentei. Mas não deu. Vida que segue, engrenagem pra frente.

    Provavelmente eu escreva uma análise mais detalhada sobre ele já que estou gostando de retomar velhos hábitos, então me aguardem com mais coisinhas de Limbo. E sim, fiquei um pouco pilhado para jogar Inside mas ele ainda terá o seu momento. 

    See ya! 

    33
    • Micro picture
      fredson · about 2 years ago · 2 pontos

      Oh, no final das contas você ficou igual eu nas conquistas/troféus. Que bom que gostou da fase escura, hehehe.

      1 reply
    • Micro picture
      ryou · about 2 years ago · 2 pontos

      E lembre-se que a conquista de finalizar com no máximo 5 mortes também exige que seja de uma vez, ou seja, nada de salvar pra continuar mais tarde.
      Se tu continuar jogando, logo pega prática e será capaz de finalizar o game em 1 hora e sem mortes (na parte final da gravidade talvez morra uma ou duas vezes, mas ok).

      1 reply
    • Micro picture
      thiagoreis · about 2 years ago · 2 pontos

      Mano, quem no mundo que faz essa conquista de terminar esse jogo com menos de 5 mortes ?? é impossível mano kkkk...

      4 replies
  • 2018-06-21 15:55:16 -0300 Thumb picture
  • 2018-03-09 14:13:54 -0300 Thumb picture
  • rafaelssn Rafael Nogueira
    2017-10-18 14:34:01 -0200 Thumb picture

    Nova aquisição

    Mais um game baixado na Xbox Game Pass, acho que vou ficar mesmo com esse serviço ^^

    Ainda não comecei a jogá-lo, tenho que zerar as DLCs do Far Cry 4 ainda que eu to mesclando com Dead Rising e LEGO até agora, mas em breve começarei :-)

    Tem um monte de jogo que eu deixei baixando no momento, eu vou atualizando aqui enquanto eles concluem.

    Limbo

    Platform: Xbox One
    305 Players
    25 Check-ins

    22
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      willguigo · almost 4 years ago · 3 pontos

      Muito bom esse game.

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      scarthnite · almost 4 years ago · 3 pontos

      De onde é essa imagem? Por que nunca vi ela dentro do jogo

      1 reply
  • katty_winne Katty Winne
    2017-09-17 20:03:10 -0300 Thumb picture
    Post by katty_winne: <p>#img#[474346]</p><p>Acabei de zerar Inside e só

    Acabei de zerar Inside e só posso dizer que esse jogo merecia mais horas e horas, de tão maravilindo que ele é. O jogo é muito sinistro, os puzzles não são tão difíceis, mas são muito recompensadores. 

    Tudo o que acontece com o garoto é muito perturbador, nos faz refletir bastante. O jogo me fez imaginar que se isso fosse pra literatura, daria uma maravilhosa distopia.  

    Eu estava bem ansiosa por ser uma grande fã de Limbo, que é o primeiro jogo da Playdead. Os caras não decepcionaram e fizeram de Inside um dos melhores jogos de todos os tempos (na minha humilde opinião). 

    Estou ansiosa pelo novo lançamento de Arnt Jensen e sua turma. Mas como fiquei sabendo que eles demoraram uns seis anos pra fazer o Inside, só nos resta esperar. 

    Inside

    Platform: PC
    403 Players
    57 Check-ins

    33
    • Micro picture
      willguigo · about 4 years ago · 4 pontos

      Na lista de desejos aqui

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      gus_sander · about 4 years ago · 3 pontos

      Concordo com a ideia de que Inside daria um bom livro!! O mundo onde você é colocado, tudo o que acontece nele, tudo o que é feito nele... É realmente incrível/assustador.

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