• 2022-06-28 21:44:45 -0300 Thumb picture
  • supernovas SUPERNOVAS
    2022-04-05 15:24:39 -0300 Thumb picture
    Post by supernovas: <p>#img#[817117]</p><p><br><a href="https://anchor.


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    Falamos do novo game do Kirby, a nova PlayStation Plus, que afetará o Brasil também, tivemos o amado SUPER20, e muito mais.

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    Kirby and the Forgotten Land

    Platform: Nintendo Switch
    59 Players
    29 Check-ins

    7
  • 2022-03-05 13:57:06 -0300 Thumb picture
  • jaquearan Jaqueline Giarletti
    2022-02-04 20:01:51 -0200 Thumb picture
    32
  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2022-01-19 22:14:18 -0200 Thumb picture
  • eikesaur Eike Gabriel
    2021-12-12 00:58:25 -0200 Thumb picture
    Post by eikesaur: <p>Meu primeiro Kirby zerado, e o que posso dizer?

    Meu primeiro Kirby zerado, e o que posso dizer? Um excelente game, bem divertido e na medida certa. Lembro de quando zerei o Yoshi's New Island, que também era legal, mas muito repetitivo, aí foi bem chato no final. Já nesse, foi feito com o número ideal de fases, com vilões bem desafiadores (pelo menos no final, pois no começo é facinho mesmo), e bastante variedade de poderes, que servem tanto pro Kirby, quanto pro robô. No geral eu gostei bastante e recomendo.

    Zerado: 11/12/2021

    Kirby: Planet Robobot

    Platform: Nintendo 3DS
    242 Players
    48 Check-ins

    11
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 10 months ago · 2 pontos

      Bem que poderiam inventar KIRBY e PIKACHU juntos num game...🤗

      1 reply
    • Micro picture
      iuritoadstool · 10 months ago · 2 pontos

      Que legal, @eikesaur! Mandou MUITO bem na escolha. O Planet Robobot é considerado um dos melhores da série, sendo que boa parte dos fãs consideram o melhor!

      Kirby é uma série que tá aí desde sempre, com vários jogos, vendas estáveis e crítica predominantemente positiva, mas que segue sendo muito subestimado. A grande maioria dos jogadores não tem noção do quão divertidos, bem construídos e desafiadores são os títulos.

      Espero que você passe a acompanhar a franquia a partir de agora, e quando partir pro próximo, deixo como sugestão duas propostas bem distintas e igualmente deliciosas: Kirby's Epic Yarn ou Return to DreamLand.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-08-22 21:18:13 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Kirby's Blowout Blast

    Zerado dia 22/08/21

    Tô bem surpreso que tenho terminado um jogo todos os dias nessa última semana! Não era o propósito!

    Na verdade eu tenho jogado alguns jogos com o objetivo de os terminar e abrir espaço na memória dos meus consoles e poder instalar alguma coisa aqui e ali, geralmente algum jogo que realmente está pendente.

    No caso o jogo do dia foi Kirby's Blowout Blast. Estava vendo aqui a minha grande biblioteca instalada no meu New 3DS XL e pesquisando os nomes no howlongtobeat.com, mas os jogos todos estão na média de 20 e tantas horas para cima, geralmente 30 e tantas, 40 e tantas, e muitos RPGs, gênero que pra mim exige dedicação para não desanimar ou abandonar. Priorizei algumas coisas com tempo bom e que eu jogaria até chegar nesse Kirby, que está no console há eras: 1 hora para terminá-lo!

    Bom, não sei se isso liberaria muito espaço já que ele é tão curto, mas muito me interessei. Fora que tenho tentado terminar a franquia Kirby há anos mas são jogos demais!

    KBB é um spin-off da série popular da Nintendo, mas o jogo em si não é muito diferente das demais aventuras da bolota rosa.

    Aqui a câmera é levemente aérea e até lembra alguns Zeldas, apesar de ser por fases, não num mundo aberto. A jogabilidade é bem simples e familiar, você pode pular, sugar os inimigos e cuspi-los contra os outros, com o diferencial de não poder pegar as habilidades dos monstros e haver movimentação livre em 3D.

    O foco aqui são os combos: sugue o máximo que puder de uma só vez e destrua o máximo de inimigos com sua cuspida. 

    Conforme você anda e avança pelas fases, inimigos aparecem e as vezes até "trancam" a tela até que você derrote a todos. A câmera e movimentação 3D tem papel fundamental na aventura: posicionamento de acordo com os padrões de movimento de inimigos e poder destruir o máximo possível deles. A ideia de certa forma me lembra Star Fox 64, em que você podia se movimentar e aguardar o momento certo para destruir diversos inimigos com um único ataque carregado, gerando bônus inexistentes ao destruir um por um.

    Por outro lado, toda a coisa de pontuação é puramente opcional, embora seja o motivo do replay do jogo ou para valer o dinheiro gasto para os jogadores mais hardcore.

    Depois de cerca de 1 minuto, você chega ao final de cada estágio, sempre fazendo as mesmas coisas; andando, pulando um buraco aqui e outro ali, coletando itens de cura e derrotando inimigos. Pessoalmente eu tentava fazer os ataques mais legais pela satisfação de ver os efeitos na tela, mas no final não acompanhava o quão bem estava indo nesse quesito.

    Bem, ao terminar cada fase o jogo te dá um troféu de acordo com o seu desempenho: bronze, prata ou ouro (aparentemente é possível ir além disso, mas não cheguei a tentar).

    Há 4 objetivos opcionais iguais em todas as fases:

    -Terminar sem tomar dano;

    -Derrotar todos os inimigos (sendo que alguns voam para fora da tela);

    -Terminar o estágio rapidamente;

    -Coletar todas as moedas (alguns inimigos pegam as moedas e pulam no buraco com elas).

    Além da parte complecionista, conseguir troféu de ouro em todos os estágios de um mundo resulta no desbloqueio da versão "EX" daquele mundo, nomenclatura comum nos jogos do Kirby há poucos anos.

    Consegui ouro em todos os desafios do primeiro mundo e joguei sua versão EX, que é a noite e tal, um pouco mais difícil, incluindo com uma versão mais difícil do no final.

    Daí em diante eu não fiz mais isso, principalmente porque o jogo não é lá muito divertido e é muito básico e fácil, mas por outro fator importante também: você não pode escolher fases individualmente, apenas os mundos e deve jogar tudo do início ao fim.

    O lado bom é que cada mundo tem 3 ou 4 estágios e mais um boss, coisa de poucos minutos, mas dá uma preguicinha rejogar esses níveis.

    Outra decepção é essa cosia da repetitividade. As fases são parecidas, embora o tema de cada mundo seja único, mas não o bastante para os diferenciar com facilidade. Não há exploração das fases, apenas corra!

    A campanha conta com apenas 5 mundos, sendo que o primeiro e terceiro tem basicamente o mesmo chefe, assim como o segundo e quarto.

    Para ferrar ainda mais as coisas, não há enredo, não há sensação de progressão e KBB é bizarramente fácil. É moleza! Jogo de criança, claro, mas eu esperava um jogo mais divertido e caprichado. Inclusive havia jogado seu tutorial há um bom tempo e gostado bastante, então o tombo da decepção foi ainda maior.

    Eu tinha achado Star Allies fraquíssimo por sua dificuldade e tal, mas esse daqui parece sequer ter motivo para existir e possivelmente o jogo mais fraco do Kirby.

    Resumindo: Kirby's Blowout Blast, um jogo da eshop do Nintendo 3DS, parece ser uma boa ideia e boas mecânicas diferentes dos jogos convencionais da franquia, mas acaba sendo uma experiência extremamente rasa e repetitiva. Uma boa ideia para alguém que não manja absolutamente nada de video games jogar, mas hoje em dia nem a criançada se divertiria com ele o tanto que eles se divertem com um celular.

    De bom: visuais bonitos e bem animados. Efeito 3D muito bacana e dá pra ver que o jogo foi criado com isso me mente.

    De ruim: muito fácil e superficial. Curtíssimo daqueles de se arrepender de ter gastado. Repetitivo. Level design praticamente inexistente e odeio o fato de elas serem plataformas voando num cenário de espaço, super genérico. Faltaram mais mecânicas e desafios criativos.

    No gera, qual a função da existência desse jogo? Muito besta! Não recomendo.

    Kirby's Blowout Blast

    Platform: Nintendo 3DS
    29 Players
    6 Check-ins

    11
    • Micro picture
      xch_choram · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse foi mais um teste mesmo, e claro aproveitar os assets pra fazer mais alguma coisinha também.

  • 2021-06-23 06:12:18 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-07 13:35:01 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Kirby Tilt 'n' Tumble

    Zerado dia 07/12/20

    Não curto muito a série Kirby, mas acabo terminando vários de seus múltiplos jogos todos os anos, mesmo raramente achando-os divertidos de verdade. Para ser sincero, gosto bastante das épocas "pixeladas" da bolota rosa e jogo os títulos da fase 3D por jogar.

    Um de seus spin-offs que sempre me chamou mais a atenção foi Tilt 'n' Tumble, original do Game Boy Color. Eu sempre senti que fosse jogar a grande maioria dos Kirbys, senão todos, mas esse daqui era um obstáculo.

    O problema de TnT é o seu gameplay. No cartucho original, há uma espécie de acelerômetro e controlamos o protagonista movendo o portátil de um lado para o outro, como se ele fosse uma esfera em cima de uma tábua. 

    Pois é, nada de usar os direcionais e até os demais botões são pouco usados e o foco está em inclinar o GBC na direção em que você deseja que a bolinha role, sendo limitada por paredes e outros objetos e evitando inimigos e buracos. Devo mencionar ainda que é possível pular fazendo um movimento brusco com o portátil, exatamente como você faria uma bola pular de cima de algo que segura.

    A jogabilidade é legal, mas como você joga isso hoje em dia? Quer dizer, Boktai, por exemplo, simula que o console está constantemente ensolarado, uma necessidade para seu gameplay, mas esse Kirby não tem como emular toda a movimentação num PSP, por exemplo. Aliás, será que a rom poderia conter a possibilidade de reconhecimento da movimentação mesmo seu eu a usasse num hardware com essa tecnologia?

    Tinha ficado meio pessimista e aceitado que só com o hardware original eu jogaria isso, algo para se pensar no futuro.

    Há pouco tempo atrás, lembrei de TnT e resolvi pesquisar novamente sobre a possibilidade de jogá-lo hoje em dia. Achei um vídeo no Youtube ensinando a jogar em celulares modernos e usando um emulador específico.

    Como tenho um bom celular, resolvi testar. O emulador em questão aparentemente só permitia o uso da função em sua versão paga. Fui a fundo e... funcionou tranquilamente!

    Deixei o jogo então lá para situações que estivesse entediado em sem outros portáteis, mas fui jogando de pouco a pouco pois gostaria de aproveitar que Tilt 'n' Tumble estaria funcionando e me livrar logo dele.

    Ao abrir o jogo, o visual é bem agradável e colorido, com músicas bacanas e um sentimento nostálgico. Amo GBC e sempre repito isso. A jogabilidade não é a melhor de todos os tempos (não curto muito uso de motion controls), mas parecia que a experiência seria breve.

    E de fato a experiência foi rápida. Cada fase é bem curtinha e você demora mais por jogar com cuidado e tentando melhorar suas habilidade com a movimentação, além da exploração e aquela vontade de pegar todas as moedas (estrelas) e o que mais vir. Já se você adquirir alguma confiança e quiser jogar mais rápido, logo logo cada mundo se termina, junto com o jogo completo.

    São 8 mundos na aventura, cada um com 4 fases curtas e um chefe no final da última. É bem legal ver que cada um deles tem temáticas diferentes, como praia, gelo, céu e, junto a isso, mecânicas e desafios exclusivos.

    As fases da praia mesmo tem muita água e ao cair nela, você deve voltar à terra dentro de 3 segundos para não morrer! Já nos estágios de gelo é tudo bem escorregadio e difícil de controlar o Kirby. Nas do céu há muitos buracos e fases em que você voa e usa o motion control para controlar nuvem e pular de uma para outra.

    Tudo isso é falando bem por cima pois o jogo definitivamente conta com muitos elementos diferentes e a jogabilidade sempre dá uma inovada.

    Já no quesito progressão, TnT se sai bem. Mesmo exigindo um pouco das minhas habilidades, volta e meia, para pegar coisas opcionais ou em estágio mais difíceis, o jogo sempre foi generoso com vidas e há checkpoints pelo cenário. Ao perder todas as vidas você volta pro início do estágio, o que pode ser meio frustrante em cenários mais avançados, mas é uma punição justa (para haver alguma) e, como já mencionei, as fases são curtas.

    Por outro lado, o jogo também tem seus defeitos. A mecânica de mover o console o tempo inteiro e usar disso sem parar é cansativa e, ao menos no celular, não é 100% responsiva como você imaginaria, apesar de funcionar bem. Em outros momentos não parecia muito justo encostar de leve em um inimigo e ser jogado violentamente para a direção oposta, muitas vezes resultando em morte no buraco.

    Para terminar, não consegui calibrar o celular para conseguir jogar deitado e o motion só era reconhecido como se o celular estivesse completamente virado para o teto. Ou seja, só dava para jogar sentado mesmo.

    Resumindo: Kirby Tilt 'n' Tumble é um jogo legal, mas um spin-off longe de ser obrigatório de ser jogado. Se duvidar vale mais a pena conhecê-lo por vídeos do que se dar ao trabalho de emular. Pessoalmente, mesmo após zerar eu fiquei mais curioso em vê-lo em ação no hardware original, apesar de toda a movimentação e a tela do GBC não ser iluminada. Adoraria ver uma sequência usando a tecnologia atual.

    De bom: visuais sensacionais e animações muito fluídas de jogos do tipo na época (o próprio Kirby tem um milhão e meio de frames para cada direção que rotacionar). A ideia do jogo é legal e os desafios propostos foram bacanas. Jogo de pouca duração, um diferencial para jogos de jogabilidade cansativa assim. Há um mundo de minigames bacanas para passar o tempo.

    De ruim: um pouco frustrante em várias partes e desafio as vezes um pouco irritante, resultando em inúmeras mortes seguidas. Os chefes são praticamente sempre os mesmos. Achei o jogo um pouco punitivo demais com certas coisas (tipo o tempo para sair da água antes de morrer, entre outros) sendo que muitas vezes você já tem que refazer alguma coisa por erro seu ou tomou dano dano. Tive que jogar sempre sentado e na mesma posição. Odeio ter que balançar o celular para pular ai invés de simplesmente apertar A ou B.

    No geral, apesar de ter sido meu primeiro contato com TnT, a experiência foi uma carismática viagem ao passado (e meio difícil como os jogos costumavam ser). Senti que não perdi tempo e que a proposta diferente ajudou bastante nisso, porém acredito que não faz diferença nenhuma ter jogado ou não isso e que há muitos Kirbys mais interessantes por aí. Jogo "ok".

    Kirby Tilt 'n' Tumble

    Platform: Gameboy Color
    130 Players
    1 Check-in

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-17 23:53:19 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Part Time UFO

    Zerado dia 17/11/20

    Em algum momento da minha vida eu descobri que Part Time UFO existia, um jogo da HAL Laboratories (de Kirby, por exemplo) e que me soava como mais uma das várias adições que a Nintendo tem feito em abordar o mercado de jogos mobile. Lembro que vi uns vídeos, achei legal mas por nunca nem ter ouvido falar no jogo, acabei deixando de lado e esquecendo.

    Esqueci até num dos últimos vídeos de parceiros que a Nintendo tem feito quase que mensalmente quando o jogo do simpático OVNI deu as caras, vindo para o Switch. Fiquei bem interessado!

    Sabendo que era um jogo de celular, fiquei na expectativa e olhando um site de consulta de preços de títulos digitais da plataforma até que PTU finalmente revelou seu preço, mais de R$40. Meh. Fui de Android mesmo (1/3 desse preço).

    Logo em seguida um dos 3 ou 4 youtubers que curto assistir os vídeos (ou simplesmente ficam passando seus vídeos só para fazer barulho no quarto) começou a jogar PTU e me segurei para assistir. Odeio ver gameplays de títulos que ainda não joguei! Acho que sou do time #nospoiler.

    Uns dias depois, quando eu percebi estava passando o vídeo dele jogando o jogo. Acabei meio que assistindo umas partes enquanto jogava alguma coisa no 3DS ou Switch (Yo-kai Watch 2?) e acabei curtindo ver ele tentando passar das fases, fazendo piadas e, sem querer, me apresentando o lado criativo de PTU.

    Eu sempre preciso me preparar psicologicamente para jogatinas em certas plataformas (celular sendo uma das mais notáveis), mas eu curti tanto o que vi, e era o quarto vídeo, parte final, de uma série de jogatinas curtas, que acabei começando logo a minha própria aventura.

    Para quem já ao menos viu o trailer do jogo, dá para ter uma boa noção da experiência. Nesse jogo você controla um OVNI com uma garra que deve pegar determinados elementos e ou levá-los para determinados pontos do cenário ou empilhá-los até certa altura (ou juntar todos sem que caiam).

    Acho que comparar PTU com aquelas máquinas de garra de shopping é uma das melhores formas de imaginar mais ou menos como funciona a coisa toda. Claro que naquelas máquinas você posiciona a garra em determinado lugar e depois basicamente torce pela sorte enquanto aqui você tem liberdade de movimento, pode usar o seu gancho a vontade e tem que usar mais os neurônios para manter o balanço ao empilhar cheerleaders ou como posicionar os itens que fases mais voltadas ao puzzle.

    Por fim, física é um dos elementos mais importantes do jogo, e um dos seus maiores rivais.

    Jogando pela primeira vez, PTU é de se apaixonar. O visual lembra muito o óbvio: Kirby, e muitos outros jogos de GBA e até DS. Não tem como não amar o pixel art, as cores, as animações e os sons, tanto dos personagens e menus quanto a trilha sonora.

    Já na parte da jogabilidade, bom, é um pouco decepcionante no celular. Quer dizer, é simples e funciona muito bem, mas cansa depois de um tempo, apesar da campanha durar cerca de 1 hora (minha mão estava doendo nas fases finais). Também não a a opção de mudar a orientação da tela para horizontal e você é obrigado a jogar no "modo retrato" o tempo inteiro. 

    As opções de controle incluem jogar com um joystick virtual e um botão que serve para agarrar os objetos ou no modo mais livre (e pior) que deixa você passar o dedo na tela para se movimentar e usar um único toque para fazer ações. Por essas e outras, se ambas as versões do jogo fosse gratuitas, eu diria que a versão do Switch é a melhor disparada, mas o preço para um jogo tão simples não é nada convidativo.

    As primeiras fases são mais simples e servem para você pegar o jeito. Empilhe coisas de qualquer forma nessa área demarcada, pesque um certo número de peixes e os jogue no barco, prepare uma salada pegando os ingredientes da esteira e os pondo no prato. É tranquilo.

    Porém há um desafio que é relativamente opcional desde o início: fazer os 3 objetivos de cada estágio. Agora o empilhar de qualquer jeito vai pedir que você inclua na pilha algo que está escondido na fase, ponha algo obrigatoriamente em cima do outro e termine antes do tempo acabar. Já a pescaria vai te pedir para pegar algo que normalmente você não acha e pegue um peixe de cada tipo e assim por diante.

    Esses objetivos opcionais estão disponíveis o tempo inteiro e você pode fazer um, dois, todos os três ou mesmo nenhum cada vez que jogar a fase (não só não é obrigado a fazer nenhum como também não precisa fazer os três de uma vez).

    Por outro lado, as fases são dividas em páginas, como se fossem mundos. Cada página tem três estágios e você pode os jogar na ordem desejada. Para desbloquear a próxima página, você deve ter ao menos 5 medalhas sendo que cada objetivo opcional feito te dá uma. Como são 3 fases e cada uma com 3 objetivos = 9 possibilidades de conseguir medalhas por mundo.

    Como o que importa é o seu número total de medalhas, se você jogar bem e coletar várias, poderá desbloquear mais páginas e suas fases antes mesmo de ter avançado muito na campanha e isso também te dará mais liberdade de jogar sem se preocupar com isso lá na frente.

    Para ser sincero, a dificuldade do jogo basicamente não aumenta, apenas os desafios que ficam diferentes. A questão das medalhas chegou a ser um problema no início, quando jogava sem me preocupar muito com isso, mas depois foi bem natural e acaba que fiz mais fases 100% mais pra frente do que nas primeiras páginas. Bem, na pior das hipóteses, basta voltar e rejogar alguns estágios e posso garantir que são justamente essas missões que dão graça ao jogo e que passar de qualquer jeito nem vale a pena.

    Conforme você posiciona os objetos certinho e termina as fases com bons tempos, sua pontuação será maior e, com isso, ganhará mais dinheiro também.

    O dinheiro pode ser usado na loja no menu principal (pra onde o jogo sempre me mandava sempre que terminava uma fase, infelizmente). 

    Nessa loja há um monte de chapéus e itens a serem desbloqueados e equipados, e cada um ainda garante habilidades passivas bem bacanas ao nosso protagonista, como se movimentar mais rapidamente ou automaticamente voar para cima sempre que coletar algum item, entre muitos outros. Particularmente eu não quis sair muito do personagem original (e até me esqueci de experimentar mais) e estava achando o jogo bem tranquilo sem nenhuma adição, mas tenho certeza que vários deles podem ajudar com desafios específicos.

    O replay do curto jogo fica por conta de fazer 100% nas fases, o que é bem legal, na verdade e comprar tudo na loja. A versão do Switch ainda vence por incluir modo cooperativo para dois jogadores, outro de empilhar infinitamente (que muito me lembrou Tricky Towers), além de mais conteúdo adicional.

    Resumindo: Part Time UFO é melhor do que eu esperava e muito divertido, mesmo com as deficiências de se jogar no touchscreen do celular. Há um carisma e um desafio bem feito e a jogabilidade simplificada é um exemplo do tipo de jogo que deve ser feito para mobile. Por outro lado a experiência é bem breve e espere dores nas mãos após uma única sentada. Diria que é o tipo de jogo para aqueles que não tem tempo senão algum ali, dentro do metrô ou do ônibus e não querem nada muito elaborado.

    De bom: visuais e animações lindos. Trilha sonora bacana que, apesar de ser sempre a mesma música, muda de tom para combinar com as temáticas dos cenários. Jogabilidade simples. Replay bacana para fazer 100% em todos os desafios. Bastante conteúdo desbloqueável. Duração boa da campanha. Humor gráfico que remete um pouco ao da série Rhythm Heaven. Tem um chefão no final, o que eu não esperava e que me lembra também o inesperado chefe no final de Kirby's Dream Course.

    De ruim: talvez um pouco fácil demais e achei que poderiam ter mais fases opcionais no post-game para quem percebeu que o jogo tem potencial de entregar mais. Dores nas mãos garantidas graças à típica jogabilidade no touchscreen. A versão de celular fica bem atrás da versão do Switch, fora o preço e a versatilidade do Android.

    No geral, vale a pena a jogatina principalmente se você quer um jogo bem bonito e casual. Estou cogitando ainda comprá-lo no Switch numa boa promoção no futuro. Uma ótima opção de jogo de celular, sem dúvidas. Aliás, uma das melhores!

    Part Time UFO

    Platform: Android
    4 Players
    1 Check-in

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