• gigahertz gigahertz
    2021-09-16 00:10:34 -0300 Thumb picture

    Joguinhos comprados na Steam!

    Depois de jogar Hollow Knight e Hades recentemente, comecei a olhar com outros olhos para jogos com uma pegada mais indie. Como nos últimos anos eu só vinha jogando AAA, as experiências com esses jogos têm sido um respiro muito gostoso e interessante de se fazer. Foi com esse espírito e R$50 no bolso que eu fui dar uma olhada na Steam (e na na Epic também) e resolvi comprar 3 jogos que estavam em promoção: Journey, Gris e Darkest Dungeon. Vou ver se consigo jogar o Journey  nesse próximo sábado, até porque ele parece ser bem curtinho. Mas a experiência do jogo aparenta ser fantástica!

    Journey

    Platform: PC
    51 Players
    6 Check-ins

    22
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      volstag · 3 months ago · 3 pontos

      Journey é exatamente isso, o prazer não é terminar, e sim a jornada que ele proporciona.
      Jogos assim sempre são uma delicia de jogar.

  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2021-07-29 18:42:13 -0300 Thumb picture

    Torneio de Screenshots

    Queria participar do @torneioscreenshots e decidi vasculhar um backup aqui do PS4 no PC pra ver o que tinha... e olha como é difícil escolher só 3 hahaha, tem uns que tem toda uma motivação e história por trás, mas enfim, vou colocar 3 e uns bônus ai =P

    1° Batman Arkham Knight

    2° Journey

    3° Gris

    Bônus:

    35
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      igor_park · 4 months ago · 3 pontos

      As bônus estão mais tops

      2 replies
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      natnitro · 4 months ago · 3 pontos

      9/10/10
      Ae sim! :-)

    • Micro picture
      tiagotrigger · 4 months ago · 3 pontos

      19
      (8/5/6)

      Essas missões ai do Bátima são bem legais, tem um mistério legal enquanto vai encontrando as vítimas

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-07-02 16:55:03 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Sky: Children of the Light

    Zerado dia 01/07/21

    Caraca, vocês conheciam esse jogo? Sky: Children of the Light é um jogo dos criadores do famoso indie Journey, muito conhecido na época de exclusividade do PS3, mas originalmente disponível apenas em plataformas mobile (iOS e Android), o que provavelmente explica o porquê de eu nunca ter ouvido falar nele, e me faz questionar quantos jogos assim existem e eu não conheço.

    Bom, eu tenho que iniciar dizendo que não sou muito fã de Journey. Meus amigos falavam bastante dele e eu joguei bem atrasado, lá pra 2014, mas a minha experiência foi bem "tanto faz". Talvez funcionasse melhor quando jogos indie mais "cabeça" não fossem tão comuns. Também não achei graça em flOw, Flower nem no mais recentemente terminado Abzû.

    Eu não conhecia esse Sky, mas ele foi lançado pro Nintendo Switch há uns 3-4 dias e... de graça! Como assim?

    Baixei, iniciei e, puts, que joguinho bonito! Mesmo no modo portátil do console ele é incrivelmente chamativo pelos visuais. De cara também é perceptível as semelhanças artísticas com Journey, incluindo o personagem que você controla e sua capa esvoaçante. O jogo ainda está em português brasileiro!

    A premissa é a mesma do jogo do PS3: uma jornada com interações pelos mapas e, principalmente, seu lado social. Ao andar por aí você vai ver outras pessoas, só não vai saber seus nomes. A comunicação fica por conta de sons aleatórios que você faz ao apertar um botão e algumas poses e gestos que você desbloqueia jogando.

    Há diversas mecânicas que só podem ser feitas em duplas ou grupos ou que ao menos são mais fáceis assim. Em uma das primeiras áreas você já encontrará uma porta com dois "botões" que só podem ser ativados por duas pessoas. Você pode ficar por lá e esperar alguém passar para te ajudar, inclusive alguém que também precise entrar lá. 

    Como o jogo é recente, é bem fácil ter muitas pessoas na grande maioria das áreas (tive alguma dificuldade apenas em umas áreas finais, em que esperei e ninguém apareceu), mas é bem legal saber que o jogo é vivo, inclusive enquanto você não está jogando.

    Abrindo o menu com o botão + haviam várias opções, incluindo adicionar amigos. Pois é, é meio que possível jogar multiplayer com seu pessoal, mas ao mesmo tempo não consegui convidar quem me adicionou no jogo, incluindo um amigo de longa data do Switch, para se juntar a mim. Como o console também não tem chat no sistema, eu fiquei com amigos na lista de Sky mas sem poder fazer nada com eles. Qual o sentido? Talvez se combinássemos de nos encontrar numa área, mas isso demandaria comunicação por fora...

    Sky tem esse lado social, de jogar em grupo e se ajudar que é muito legal, mas qual o objetivo do jogo?

    Bom, seu objetivo é seguir em frente na campanha linear (mais uma vez, como Journey). Dá para terminar rapidinho! Mas a cada nova área alcançada você pode explorar o mapa, usar do seu voo e ir onde quiser. A sensação de liberdade é sensacional! Já nos mapas há alguns elementos de interesse bem bacanas:

    -Espíritos que ao serem tocados com seu fogo meio que contam uma história por "momentos". Eles aparecem num lugar e você deve ir até lá, onde um personagem ou mais estarão numa pose. Toque-os e você terá que seguir outro rastro até o próximo ponto da história e assim até o final em poucos passos. Fica muito por conta da imaginação mas é sempre algo triste ou bonito e no final você ganha um itenzinho.

    Esse item é somado aos que você já tem e ao alcançar a próxima meta em quantidade, você ganha um upgrade de asas. Quanto mais upgrades, mais você pode voar por aí. Além do mais, quanto mais você tiver de asa, mais você pode pode usar uma interação que ateia fogo, acende tochas e outros relacionados. Lembra daquelas portas que mencionei que só abriam com duas pessoas? Ambos devem acender uma tocha de um lado para acionar o dispositivo. E caso você tenha voado demais ou se molhado, drenando todo o seu poder de asas, você deve procurar outra fonte de calor para se regenerar, o que geralmente quer dizer pontos acesos por outras pessoas ou mesmo as próprias outras pessoas que acendem uma vela e você pode se curar. Em partes difíceis eu cheguei a ficar parado com uma tocha até curar a todos aqueles que estavam próximos e tinham fica sem energia (o personagem fica cinza e sem brilho).

    -Estátuas e afins que desbloqueiam novas constelações. Essa parte é curiosa: algumas estátuas, espíritos etc desbloqueiam uma nova constelação que garante um novo gesto para você. Você ainda pode gastar pontos adquiridos jogando, eliminando plantas negras do mapa e afins para fazer upgrades e desbloquear estrelas das constelações, que agem como árvores de habilidades. 

    As estrelas desbloqueiam gestos novos e diversos itens cosméticos, como roupas, penteados, máscaras e muito mais. Isso é legal pois todo mundo é bem parecido no início, mas mais pra frente vi uma galera que chamava bem a atenção, com máscaras e chapéus bacanas, e que ainda se encaixavam dentro da proposta de Sky. E era bem perceptível, o que é curioso num jogo em que todo mundo é meio bege/marrom/cinza.

    Aí entra uma parte que até eu entender, me dava medo: a parte paga. Para quem não é bom com exploração, não encontra tudo (eu não encontrei) ou quer cosméticos específicos, é possível gastar dinheiro de verdade para conseguir essas coisas e provavelmente ficar bem mais forte/resistente, ter maior liberdade de voo etc. Bom, ao menos terminar o jogo de graça foi tranquilo.

    Agora a parte mais importante que eu não mencionei, o ponto mais alto de Sky: toda a parte audiovisual. Sua arte, sua sonoplastia.

    Esse jogo definitivamente se beneficia demais de ser jogado numa tela grande ao invés de um dispositivo mobile, e de preferência como eu fiz, usando um headphone.

    Nenhuma e eu repito, NENHUMA imagem desse post ou disponível na internet faz jus ao que SKY é. Esse jogo é LINDO, meus amigos, LINDO! Quer dizer, no início tem umas partes bem bonitas e tal, mas quanto mais você joga, mais incrível ele fica, além de sempre explorar diferentes formas de cenários e diferentes formas de ser bonito.

    Há algumas seções que você voa sobre as nuvens com cenários que farão a sua imaginação... voar? É algo celestial, algo divino e uma experiência que mistura a chance de viver no melhor do psicodélico Disney (e eu sou ênfase a VIVER, não assistir) com uma forma de arte digna dos anos 70, 80 e como eram representadas as coisas. Que legal que alguém conseguiu representar essas coisas de uma forma tão singular! Eu acho que precisava massagear minha mente assim.

    E eu nem cheguei a citar a trilha sonora de arrepiar, que me fazia sentir num cinema, sem ser óbvia que mistura instrumentos clássicos e trilha sonora de clássicos cults com um ar moderno muito bem encaixado. Que experiência! Dá uma jogada nisso aqui, Vangelis!

    Resumindo: Sky: Children of the Light é surpreendentemente sensacional, algo que nunca esperava depois da minha experiência com jogos como Journey, muito menos de um título gratuito (e tão completo).  Esse jogo merece reconhecimento, merece uns prêmios bem grandes por sua arte e sua trilha sonora sem igual. Volto a dizer que é uma baita de uma experiência!

    De bom: visuais lindos, ainda mais depois das primeiras partes. Os cenários fazem você viajar, seja voando pelas nuvens, seja olhando para o céu. Cara, isso estava mesmo rodando no meu Switch? A parte social do jogo é muito bacana e funcional, além de não tirar aquela particularidade de que a jornada é SUA. Uma beleza de explorar e muitas áreas para você voltar no futuro e poder abrir. Enredo sensacional e o final me deixou sem ar! No Switch há um modo de gráfico e um de desempenho, como em outros jogos, mas aqui não vi muita diferença na beleza no modo desempenho, então recomendo sim jogar em 60 fps. Jogo em português brasileiro. Poucos comandos. Super imersivo. Possibilidade de jogar com amigos, embora eu não tenha entendido essa parte. Cenários originais. Fator replay grande e interessante.

    De ruim: no final eu tive problemas com bugs onde haviam muitos inimigos. Alguns desses desafios do final são meio injustos, como pedras que ficam caindo sem parar e inimigos que sempre te acham e te ferram. Algumas coisas você tem que aprender por si só e eu ficava perdido em relação a como funcionavam, como o lance de constelações e melhorias.

    No geral, apenas jogue esse jogo. Eu que não tenho curtido muitos jogos ultimamente, amei isso aqui, e isso vindo de alguém que não é fã desse tipo de experiência. Aproveite que é de graça, jogue na TV e tente jogar com fones. No final das contas, umas 4 horas devem ser o bastante, mas a vontade de continuar no looping e ir atrás dos 100% é grande. Preciso de mais jogos sociais e vivos assim!

    Sky: Children of the Light

    Platform: Nintendo Switch
    7 Players
    1 Check-in

    17
    • Micro picture
      marviiu · 5 months ago · 2 pontos

      Foi lançado primeiramente exclusivo para iOs, demorou uma eternidade para chegar no Android, mas eu não curto jogar no celular. Tava esperando sair nos consoles/PC, Acho que finalmente agora poderei experimentar Sky. Tinha feito uma postagem no dia do lançamento, e você nunca ter ouvido falar dele, não é coincidência. Lançamento de celular passa desapercebido por quem joga videogame nas outras plataformas. algo só causa mais impacto quando é da nintendo.

      http://alvanista.com/marviiu/posts/3734450-lancou-hoje

  • 2021-06-23 14:15:28 -0300 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Journey é o próximo jogo a ser analisado no Club

    Journey é o próximo jogo a ser analisado no Clube Ludum. Um jogo lançado originalmente em 2012 e foi incrível. Analisaremos a versão para PlayStation 4 lançada em 2015. Como sempre, uma análise breve e objetiva.

    Journey

    Platform: Playstation 4
    979 Players
    102 Check-ins

    6
  • chronoxplay Santiago
    2021-04-25 15:47:32 -0300 Thumb picture
    chronoxplay checked-in to:
    Post by chronoxplay: <p><strong>JOGO FINALIZADO em 2021 #14</strong><br>
    Journey

    Platform: Playstation 4
    979 Players
    102 Check-ins

    JOGO FINALIZADO em 2021 #14

    @desafioanual

    Lembrando que para participar é só seguir as regras neste post:
    http://alvanista.com/desafioanual/posts/3845010-desafio-limpa-backlog-finalizados-em-2021

    Mais um jogo da Play at Home do ano passado finalizado. Jogo bem tranquilo de jogar, onde você é um viajante que não fala com o objetivo de chegar no topo de uma montanha. Para você chegar no topo, você passa por 7 áreas diferentes, no qual cada uma tem um tipo de puzzle diferente para você avançar. A arte do jogo é bem bonita com uma música bem calma. E cada vez que você avança para a próxima área, você tem um pouco da historia contada.

    Esse jogo não tem troféu de platina, mas tem troféus que precisa da ajuda de outros jogadores. No meio da sua viagem você pode encontrar outros viajantes online e podem caminhar juntos até o topo. Por fim, o jogo é bem curto demorando cerca de 1:30 h a 2:30 h para finalizar.

    Vale a pena finalizar pelo menos uma vez! No final tem um momento mais dramático, que termina bem!




    Lista de Jogos Finalizados em 2021:

    1 - The Last of Us Remastered (PS4)
    2 - Erica (PS4) - Run 2 com final "Família Feliz"
    3 - Erica (PS4) - Run 3 com final "A Borboleta"
    4 - Erica (PS4) - Run 4 com final "Luz do Luar"
    5 - Erica (PS4) - Run 5 com final "Prisioneira"
    6 - Erica (PS4) - Run 6 com final definitivo
    7 - Until Dawn (PS4) - 1 Sobrevivente
    8 - Until Dawn (PS4) - Salvando Todos
    9 - Until Dawn (PS4) - Matando Todos
    10 - Uncharted Drake's Fortune (PS4) - Troféu Furiosos e Gulosos + Necessidade de Velocidade
    11 - Final Fantasy VII Remake (PS4)
    12 - Dirt 5 (PS4)
    13 - Star War Battlefront 2 (PS4)
    14 - Journey (PS4)

    9
  • diogo_paixao Diogo Louzada Paixão
    2021-04-13 13:48:25 -0300 Thumb picture

    63° 100%!

    5 anos depois, decido finalmente rejogar o journey e fazer as coisas que ficaram faltando depois da 1° jogada =)

    E junto dessa vontade, veio a vontade de jogar MAIS hahaha então provavelmente (em breve) jogarei o de PS4.

    @platinadores

    Journey

    Platform: Playstation 3
    4144 Players
    168 Check-ins

    17
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-13 08:48:49 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: ABZU

    Zerado dia 12/04/21

    Zerei Gris e caí direto em outro desses jogos artísticos: ABZU! O motivo disso é que em parte eu ainda estava "no clima", e parte porque era um dos jogos mais curtos que eu tinha para jogar no Nintendo Switch.

    E falando nisso, eu só descobri que ABZU estava disponível na plataforma quando o comprei nessa super promoção, pois pra mim ele GRITA Playstation!

    ABZU é um jogo "irmão" de Journey, criado por parte das mentes por trás do clássico do PS3. Pessoalmente, eu não sou muito fã dele, mas entendo sua importância e também não desgosto.

    ABZU é o tipo de experiência que eu já esperava: nadar e nadar, cenários bonitos e... relaxar. O jogo inteiro é isso. Cerca de uma hora e meia disso.

    Ao começar a aventura, nada é explicado. Você mergulha e logo os comandos são ensinados num mini tutorial. 

    O gatilho direito faz você mergulhar e meio que mantém o personagem nadando. 

    O botão A faz você "acelerar". 

    O analógico direito controla a câmera ao seu redor.

    O analógico esquerda orienta a direção que o personagem nada.

    É possível segurar peixes também, mas só usei isso no tutorial.

    Tive que mexer um pouco nas configurações pois o movimento de câmera estava invertido, o que não estava funcionando pra mim, mas mantive assim para o nado vertical.

    Depois de um pouco tempo para me habituar ao controle do personagem, o jogo praticamente se guia sozinho. Enquanto você nada em linha reta, é bastante fácil saber para onde ir, bastando ir em direção a primeira abertura nas rochas ou porta que você avistar.

    Pra ser bem sincero, a maior parte do tempo há pouca liberdade e os cenários são corredores. Outras vezes há grandes aberturas no mar que você pode ficar explorando, mas não vi motivos pra isso. 

    ABZU proporciona visuais diferentes em diferentes áreas e faz questão de jogar isso na sua cara conforme você nada. Enquanto estiver se dirigindo à próxima "porta", você vai ter visto muito bem o cenário, suas novidades e demais elementos (como a vida aquática).

    Mesmo com eventuais mudanças, raramente há um sentimento de novidade, sobretudo quanto mais você joga. As vezes o cenário que tinha uma cor predominantemente azul agora vira roxa e coisas assim.

    Avançando um pouco você vai encontrar objetos que pode interagir. Esses objetos ficam com um ícone em cima para que você consiga os perceber mesmo de uma boa distância e desde então já podem ser interagidos com o botão Y.

    Essas interações são predominantemente lineares e você as faria em todas as vezes que jogasse ABZU, como abrir portas, ativar mini submarino ou mandá-los ativar algum botão ou mesmo acionar dispositivos que abrem portas, permitindo assim o progresso.

    Há umas estátuas que você pode usar para meditar que servem como colecionáveis pois as memórias ficam salvas no menu principal (e dão um motivo para replay). Depois de terminar a aventura, notei que no menu principal eu podia ver o que faltava dessas memórias e selecionar capítulos para focar em achá-las.

    Para quebrar a monotonia, em algumas partes o jogo acelera bastante como numa corrente marítima e você nada como se estivesse voando livre pelos céus, como a experiência de outro clássico do PS3, Flower.

    A música se intensifica e dá um certo gás ao jogador. Se você encostar em cardumes de peixe, o personagem dá uma pirueta e aquela sensação de acelerar.

    Outras partes contém desafios a mais, como minas marítimas que você deve evitar passar perto e ativá-las, o que faz com que o personagem tome uma onda elétrica e fique fora do controle por uns poucos segundos. Você não morre, mas dá um pouco de agonia de fazê-lo tomar dano ou fazer com que o jogo fique mais lento ainda.

    Uma coisa estranha desse jogo é o fator imersão. Ele existe mas não existe ao mesmo tempo. Apesar do jogo ser bonito, ele não é tão bonito assim, principalmente pelo visual cartunesco que quebra um pouco a imersão pra mim. Tem uma parte que um tubarão interage com você que só faltou ele falar ou dar um sorriso. Eu simplesmente não consigo acredito que aquilo é real.

    Ainda assim, o jogo não é cartum o bastante como uma dessas animações de cinema. É uma coisa mais voltada a realidade mesmo, mas com texturas meio... bobas?

    Alguns elementos visuais são mais bacanas, como a iluminação e a música ajuda também (apesar de eu ter sentido falta de algo com mais personalidade e bonito como a de Gris), enquanto  as limitações do hardware do Switch podem ter limitado um pouco a minha percepção dessa realidade com ocasionais problemas de frames (não sei se são exclusivos dessa plataforma).

    O fato é que volta e meia eu me pegava pensando na morte da bezerra enquanto o jogo se guiava sozinho na mesmice.

    A parte mais interessante de ABZU pra mim foi um ponto que acessamos instalações subaquáticas que até me lembraram um pouco de Metroid Prime. Nesse momento eu acordei! Parecia que seria a guinada perfeita do mundo naturalmente perfeito para algo mais sério e até novas formas de jogar.

    Bom, de certa forma o jogo seguiu um pouco esse lance de interferência artificial nos mares, mas logo o jogo voltou a ser o que já era dede o início. 

    Ao menos teve um momento ou outro que andei em terra firme! E o personagem também meio que se revela não ser exatamente o que a gente imaginava.

    Fora isso, nada e nada em linha reta até acabar o jogo (nem pra ter um puzzlezinho ao menos).

    Resumindo: ABZU é um jogo bonito e uma experiência bem divertida, um prato cheio para quem curte clássicos como Journey, Flower e flOw. Quem sabe até o Gris? Não é um jogo pra mim, com certeza, mas fiquei com a impressão de que é apenas um título para relaxar e viajar na maionese pois mesmo uma mensagem ele pareceu quase nem ter

    De bom: controles simples. Qualquer um consegue jogar. Visuais bacanas e relaxantes dos cenários.

    De ruim: super linear. Desafio zero. Repetitivo e previsível. Bem menos imersivo do que eu esperava. Jogo ABZUrdamente fácil. Várias partes que o jogo se joga sozinho.

    No geral, é um desses jogos artísticos, e um daqueles feitos para quem não quer ou não sabe jogar muito bem, algo diferente (e até merece respeito por isso). Ainda não o joguei, mas tenha a impressão de que Subnautica seja a melhor escolha para quem quiser um jogo de verdade abaixo das águas, e assim espero. Pessoalmente, acho que o visual deve apenas complementar o gameplay. Imagine que esse jogo fosse completamente sem texturas e efeitos de luz, seria divertido? Nunca acreditei que gráfico ou estética fizesse um jogo ser bom, e esse é o caso aqui. Passável.

    ABZU

    Platform: Nintendo Switch
    12 Players
    2 Check-ins

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      santz · 8 months ago · 1 ponto

      1 hora e meia e um jogo só de contemplação? Estranho demais...

      1 reply
  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2021-02-17 14:45:50 -0200 Thumb picture

    Analisando os mistérios de Journey

    Medium 3852583 featured image

    Certamente Journey é um jogo lindo, simples, cheio de emoções e interpretações. Conforme o game avança, o jogador descobre cada vez mais coisas que são a principal fonte de conhecimentos sobre este mundo aparentemente pós-apocalíptico. Estas coisas são “visões” que o jogador obtém ao completar as fases do jogo, sendo necessário interpretá-las para encontrar uma possível conclusão. Dito isto, pensamentos e conclusões divergentes claramente podem existir.

    Primeiramente, percebe-se que ocorreu alguma coisa neste mundo que ocasionou no fim de uma civilização, haja vista os inúmeros edifícios parcialmente destruídos e outros locais abandonados. Além disto, existem pedras no chão nas quais contêm símbolos, podendo ser interpretadas como lápides. Sendo assim, muitas pessoas foram mortas por alguém ou morrerem por causas naturais? Difícil afirmar em um primeiro momento. Ressalta-se a existência de panos vermelhos que possuem uma espécie de magia ou energia capaz de levitar o personagem e fazer outras coisas. Por alguma razão, estes panos ou tecidos executam suas ações com os sons emitidos pelo personagem, aliás, muitas coisas reagem aos sons ou pela fala do personagem do game

    O protagonista explorará diversos locais em que esta civilização existiu, sendo possível deduzir como viviam, as finalidades das construções e descobrir desenhos que explicam outras questões.

    Identifica-se que, ao final de cada fase, existe uma espécie de altar e pedras que reagem aos sons emitidos pelo protagonista. Estas pedras possuem runas nas quais contêm uma energia que dá acesso às visões que o jogador assiste para desvendar os mistérios deste mundo. Nestas visões, percebe-se que há uma pessoa ou um ser que efetivamente transfere ao protagonista as visões ou ensinamentos.

    Ante a primeira visão, interpreta-se que no início de tudo já existia a montanha na qual é o objetivo final do jogo. Ela possui uma espécie de energia que deu gênese aos animais, as plantas, as árvores, o ar, as almas, as pessoas e os tecidos vermelhos. Por alguma razão, as pessoas que viviam neste mundo usavam vestes brancas.

    A segunda visão demonstra que as pessoas começaram a construir edifícios e passaram a utilizar os tecidos vermelhos para gerar energia como uma espécie de recurso natural. A civilização destas pessoas cresceu cada vez mais e, aparentemente, tornou-se próspera.

    Por alguma razão, os tecidos vermelhos desapareceram e se tornaram escassos. Isto gerou conflitos e guerra entre as pessoas e provavelmente foi neste momento que iniciou a destruição gradativa desta civilização. A quarta visão apresenta que várias pessoas morreram devido a guerra e, aos poucos, as areias do deserto enterraram os edifícios desta sociedade.

    Depois de um tempo, uma pessoa com vestes vermelhas surge. Obviamente ela é o protagonista do game. Não existem esclarecimentos sobre a razão de seu surgimento. Neste momento ocorre uma “cisão” no enredo, pois toda a estória por trás deste mundo pós-apocalíptico está esclarecida, contudo, resta saber qual a missão do protagonista.

    Seu surgimento seria uma espécie de profecia? Alguém que virá para libertar os tecidos vermelhos que estão aprisionados em alguns locais e aprender mais sobre este mundo? E os jogadores que eventualmente são encontrados? Trata-se apenas de uma questão de jogabilidade ou vários seres foram criados para libertar os tecidos vermelhos? Será que é preciso que os tecidos retornem para a montanha? Qual o motivo? Existe uma imagem que pode ser encontrada durante o jogo que demonstra as pessoas com vestes brancas retornando à montanha.

    Além do fato do ser que sempre aparece para o protagonista ao final de cada fase utilizar vestes brancas, no final do game também surgem mais seres com as mesmas roupas. Sendo assim, esta imagem representa os seres que sobreviveram ao caos da guerra e decidiram retornar para seu criador, portanto, a montanha? Seria a montanha uma espécie de divindade? A montanha seria uma força metafísica que deu gênese a este mundo? Tantas perguntas sem resposta.

    O protagonista deve enfrentar o desafio final ao subir a montanha. Parece que seu destino já estava definido. Toda a sua jornada aparenta ser uma profecia, mas sem uma resposta clara. De qualquer forma, o final de sua jornada é tão intenso que ele acaba falecendo, porém os seres com roupas brancas o ajudam. Depois de uma longa jornada com altos e baixos, sua recompensa é enfim concedida, ou seja, o protagonista está em uma espécie de paraíso. A música do momento e as cores vivas demonstram uma alegria tão intensa e sensação de conforto nas quais são indescritíveis. É um local com tanta harmonia e paz. Realmente aparenta ser um paraíso.

    Eventualmente o jogador adentra na luz da montanha. Seria um encontro com a divindade que criou este mundo? O que é esta luz? Qual o propósito de se juntar à esta luz? De qualquer maneira, o protagonista se transforma em uma espécie de estrela cadente e retorna para o início do jogo para começar uma nova jornada, mas... Por quê?

    Certamente Journey é um game com várias interpretações que podem ser desmistificadas de várias formas, todavia por meio da religiosidade é uma forma extremamente interessante.

    Analisando o espiritismo, existem conceitos e questões sobre o espírito, reencarnação, Deus, a origem do universo, dentre outras coisas.

    O objetivo de uma pessoa é a busca pela constante evolução, portanto, “a ampliação de sua consciência através da aquisição de conhecimentos”. Com isto e ao longo de sua vida, a pessoa amplia sua “percepção e compreensão da natureza, das coisas, das pessoas, de si mesmo, do Cosmo, da estruturação inteligente do Universo e, em consequência, o seu entendimento de Deus”.

    Sob esta perspectiva, o protagonista de Journey surge neste mundo para aprender tudo que aconteceu, portanto, sobre a origem deste universo, o nascimento desta civilização, o quanto prosperaram, seus conflitos e sua inevitável autodestruição. O personagem adquire conhecimento sobre as coisas, pessoas e o local por meio dos glifos, visões dos seres com vestes brancas e a exploração do ambiente.

    Sendo assim, o protagonista obtém este conhecimento e evolui, tornar-se um ser cada vez mais elevado, um ser mais compreensivo, um ser cada vez mais evoluído. Isto é muito interessante, pois além dos glifos que contêm a estória deste lugar, existem símbolos luminosos que funcionam como os coletáveis do game. Além disto, conforme o jogador joga várias vezes o game, detalhes na roupa do protagonista surgem.

    É como se o personagem estivesse várias vezes aprendendo cada vez mais sobre o mundo ao jogar novamente e coletar os símbolos luminosos que, após obter todos, lhe concederão vestes brancas similares ao do ser que aparece nas visões no qual pode ser uma espécie de espírito que guia o protagonista. Aliás, depois de pegar todos os referidos símbolos, o jogador desbloqueia um troféu com o título “Transcendência”. De outro modo, o protagonista se torna algo superior, algo que ultrapassa o comum, ele se eleva.

    A resposta para o jogador retornar ao início do jogo após concretizá-lo pode ser a ideia de reencarnação no espiritismo:

    "Reencarnação é o processo pelo qual o espírito, estruturando um corpo físico, retorna, periodicamente, ao polissistema material. Esse processo tem como objetivo, ao propiciar vivência de conhecimentos, auxiliar o espírito reencarnante a evoluir".

    Dito isto, depois que o protagonista finaliza sua jornada, ele desencarna e se une à montanha para reencarnar para que possa continuar a evoluir. É possível observar que outras estrelas cadentes surgem no céu durante a jornada. Seriam espíritos que reencarnaram? Realmente é algo lógico, afinal a montanha pode ser definida como Deus, porém o que é Deus para o espiritismo?

    Allan Kardec, o codificador do espiritismo, estabelece no Livro dos Espíritos que “Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas”. Ainda, para o espiritismo:

    "Deus não se relaciona ao mágico, ao místico, ao divinal, ao sacro, ao infinito, ao absoluto. Deus não é matéria, nem energia. Ele não tem uma forma definida. Deus não está restrito a uma pessoa, por mais evoluída que seja, como Jesus. Deus não está no céu. Ele está nos seres mas não se confunde com eles; está nas coisas mas não se confunde com elas".

    Outrossim, a montanha dá gênese a tudo que existe neste mundo. Allan Kardec dita que Deus criou o universo por sua vontade. A melhor representação disto está na Bíblia Sagrada, mais precisamente no livro gênesis: “E disse Deus: Haja a luz; e houve luz”. No game, mostra-se a montanha criando animais, plantas e os seres. Antes disto, possivelmente a montanha criou o universo e o planeta. Tudo que existe neste mundo do Journey é oriundo da vontade da montanha, ou seja, de sua fala.

    Allan Kardec esclarece que no começo tudo era caótico, pois os elementos estavam em confusão. Aos poucos as coisas foram se organizando para que seres vivos pudessem viver no planeta Terra.

    Talvez o glifo que contém a imagem dos seres com vestes brancas retornando para a montanha demonstre que eles evoluíram a tal ponto que não reencarnam mais. Reencarnaram tantas vezes e aprenderam tanto que agora são seres evoluídos. Aparentemente as vestes brancas representam a evolução máxima que alguém pode alcançar, embora estes seres tenham surgido no início do mundo com roupas brancas e, obviamente, aniquilaram-se. Talvez estivessem muito próximos de alcançar a perfeição, quem sabe.

    E quanto aos outros jogadores que eventualmente são encontrados ao longo da jornada? Possivelmente são pessoas, portanto, espíritos, que possuem o mesmo propósito: evoluir. Allan Kardec afirma que a criação dos espíritos é permanente, ou seja, Deus não parou de criá-los. Os espíritos surgem da vontade de Deus, afinal ele os cria tal qual cria outras criaturas. Apesar disto, a origem dos espíritos é um mistério.

    Deste modo, o aparecimento do protagonista não é resultado de uma profecia, como se ele fosse um messias. Aparentemente a montanha cria estes seres para que possam evoluir até que se tornem tão evoluídos e não precisem mais reencarnar.

    E quanto aos panos vermelhos? Seriam eles uma espécie de espírito? É possível. Talvez espíritos que deveriam guiar os seres. Vislumbra-se que os panos vermelhos possuem uma inteligência e foram usados para coisas boas e coisas ruins. Possivelmente foram embora, pois perceberam que sua presença acarretaria em mais caos do que harmonia. Provavelmente sua intenção inicial era ajudar ou guiar os seres para que conhecessem a existência da montanha.

    Além disto, suas habilidades de levitar e realizar outras coisas são executadas por sons, portanto, será que os panos possuem uma habilidade similar à montanha? Os panos executam suas habilidades por sua vontade? Seriam orações ou preces? Allan Kardec afirma que a prece é um ato de adoração e aproxima a pessoa de Deus. É possível propor três coisas em uma prece: louvar, pedir e agradecer.

    Os sons emitidos seriam preces pedindo ajuda? As runas que estão escritas nos tecidos, lápides e altares são uma personificação ou extensão da vontade da montanha? Se as palavras que estão escritas forem proferidas, elas simplesmente executam o que está escrito? Certamente é algo lógico, posto que que os sons ou falas do personagem são necessários para se comunicar e executar as habilidades dos tecidos vermelhos.

    De qualquer forma, além do enredo do jogo e as interpretações aqui realizadas, vislumbra-se que Journey é uma metáfora da jornada da vida e os desafios que precisam ser superados. Enfrentar as adversidades que existem ao longo de nossa vida, nossa jornada. Assim que uma jornada é concluída, outra se inicia, afinal nossa vida é composta por diversas jornadas com desafios cada vez mais complexos.

    Talvez não existam respostas objetivas para Journey. Trata-se de um jogo que possui tantos sentimentos e interpretações tão diversas e ambíguas que resultam em conclusões subjetivas. De qualquer forma, esta é a graça. Isto é o que torna este jogo tão incrível e deslumbrante.

    Com base nas interpretações envolvendo o espiritismo, o que realmente importa é o que aprendemos e como evoluímos para nos tornarmos cada vez melhores. Talvez uma forma de compreender melhor isto é por meio das palavras do sr. Data, personagem da série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração no episódio 16, “Descendência”, da 3ª Temporada desta série: “O esforço em si é mais importante. Nós devemos nos esforçar para sermos mais do que somos. Não importa que não atinjamos nossa maior meta. O esforço gera sua própria recompensa”.

    Por fim, existe uma frase que é atribuída ao Allan Kardec, mas aparentemente não é de sua autoria, e que possivelmente esclarece a ideia por trás da jogabilidade e o enredo de Journey: “Nascer, viver, morrer, renascer de novo e progredir continuamente até que se tenha chegado aos limites da perfeição”.

    Referências:

    Dicionário Priberam. Transcender. Visto em 05/02/2021. Disponível em <https://dicionario.priberam.org/transcender>.

    KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 46ª edição, São Paulo: Instituto de Difusão Espírita, 1989. - p. 45, 56, 57, 71 e 268.

    Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas. Deus. Visto em 04/02/2021. Disponível em <https://www.sbee.org.br/ceag/deus/>.

    Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas. Reencarnação. Visto em 04/02/2021. Disponível em <https://www.sbee.org.br/reencarnacao/>.

    Journey

    Platform: Playstation 4
    979 Players
    102 Check-ins

    26
    • Micro picture
      hyuga · 10 months ago · 2 pontos

      marcado para ler depois

    • Micro picture
      lordsearj · 10 months ago · 2 pontos

      Eu achei esse jogo sensacional.

    • Micro picture
      bobramber · 10 months ago · 2 pontos

      Rapaz, esse analisou profundamente (não cheguei a ler), mas me emocionei jogando Journey.

  • 2021-02-17 14:45:40 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Hoje temos um vídeo especial sobre o deslumbrant

    Hoje temos um vídeo especial sobre o deslumbrante Journey. Existem várias coisas no game que não são esclarecidas. Sendo assim, vamos analisar estes mistérios e tentar encontrar respostas. Divirtam-se! :D

    Journey

    Platform: Playstation 4
    979 Players
    102 Check-ins

    5
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2020-07-31 01:27:17 -0300 Thumb picture

    PLAYSTATION 5.🎮💸

    Depois de SPIDER MAN MORALES , GRAN TURISMO 7, RATCHET & CLANK: RIFT APART, STRAY, RETURNAL, SACKBOY A BIG ADVENTURE, DESTRUCTION ALL STARS, KENA: BRIDGE OF SPIRITS, GOODBYE VOLCANO HIGH , ODDWORLD: SOULSTORM, GHOSTWIRE: TOKYO, GODFALL, JETT, tivemos...

    Nível de excitação: ⭐ (1 / 5)...

    Me parece mais um game ao estilo de JOURNEY e ABZU. Apesar de ter adorado ambos, não achei um game atraente  impressionante para lançamento da  Nova Geração...

    Em seguida veio o...

    Nível de excitação: ⭐ (1 / 5)...

    Não me julguem mas...nunca curti "o careca" (e "cadela", isso não tem nada de bullying 😉)

    Mas o trailer até que instiga...

    Resumo de minha excitação (empolgação) perante esses dois títulos resumida numa imagem:

    O bicho tá lindo, não? ❤️

    Who's the Daddy?

    Platform: XBOX 360
    Players

    24
    • Micro picture
      jezzon · over 1 year ago · 2 pontos

      Solar Ash é do mesmo estúdio de Hyper Light Drifter. Meu nível de empolgação é 5 de 5

      3 replies
    • Micro picture
      santz · over 1 year ago · 2 pontos

      Meio que seu nível excitação no geral para a nova geração está bem baixa, pelo visto.

      1 reply
    • Micro picture
      pathicakes · over 1 year ago · 2 pontos

      Até agora eu não vi nada de interessante....horizon 2 quem sabe? Mesmo assim ps5 so 2030 pra mim se tiver algo interessante até la

      4 replies

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