• 2021-05-06 21:54:39 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #221 - 6 de Maio

    Medium 773690 3309110367

    6 de Maio de 2001 - 20 anos do lançamento de Mario Party 3 na América do Norte para Nintendo 64.

    Fonte: OnThisDayInGaming

    4
  • 2021-05-04 22:39:14 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #220 - 4 de Maio

    Medium 773466 3309110367

    4 de Maio de 2009 - 12 anos do lançamento de New Play Control! Donkey Kong Jungle Beat na América do Norte para Nintendo Wii.

    4 de Maio de 2018 - 3 anos do lançamento de Donkey Kong Country: Tropical Freeze na América do Norte e na Europa para Nintendo Switch.

    Fonte: OnThisDayInGaming

    5
  • 2021-05-04 16:35:15 -0300 Thumb picture

    BIG - Brazil Independent Game Festival 2021

    Está rolando o BIG Brasil Independent Game Festival 2021.

    https://www.bigfestival.com.br/index.html

    Esse ano ta sendo online, então está tendo diversas palestras gratuitas, são palestras sobre a indústria com contatos comerciais e afins mas tbm tem vários desenvolvedores mostrando seus projetos, e algumas empresas maiores falando de algo mais especifico também como a Google e a Nintendo.

    É a semana toda de palestras das 9 da manhã até a meia noite, da pra dar uma olhada ver as mais interessantes, mas as palestras estão sendo gravadas e vai estar no canal do Youtube deles se não me engano, depois eu posto os links aqui.

    Link no Nimo.tv onde está sendo as transmissões: https://s.nimo.tv/rlIBA3

    Também está tendo varias demos na Steam e em outras lojas de mais de 100 jogos https://www.bigfestival.com.br/index.html#jogos

    13
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-05-04 15:15:29 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Witch and Hero 3

    Zerado dia 04/05/21

    Todo ano eu termino um jogo dessa série, mas cheguei ao último, infelizmente. Apesar de ser indie, bem simples e besta, é uma franquia divertida. Bizarramente dos raros jogos hoje em dia que curto mais enquanto estiver durando, diferente do normal que seria conhecer o início, meio e fim. Esse é um jogo que, de certa forma, só tem o "meio".

    Para quem não conhece Witch and Hero, tudo bem, não são jogos conhecidos senão por quem acompanhou bem a cena do 3DS na época. Lançaram a demo do primeiro jogo e uns amigos e eu curtimos e pagamos os pequeno valor. Valeu a pena!

    Com o passar do tempo a série foi aumentando com o lançamento do 2, do 3 e dos dois primeiros jogos no Switch (acredito que originalmente eram jogo de PC), mas acredito que seja questão de tempo para o terceiro também ser lançado na plataforma mais recente da Nintendo.

    WaH é a coisa mais simples do mundo: no meio da tela, a bruxa, petrificada, está indefesa e seu objetivo é derrotar os monstros antes que eles a alcancem e acabem com sua barra de vida.

    Seus ataques são deferidos apenas ao andar contra os monstros e quanto mais forte seu oponente, mais você perde de uma barrinha de stamina e, ao perder toda essa stamina, você fica incapacitado por alguns segundos. Gire o analógico rapidamente para se recuperar mais rápido!

    Existem os mais variados tipos de inimigos, grandes, pequenos, rápidos, lentos, fortes, fracos, os que atacam de longe ou apenas encostando na bruxa e por aí vai. Tudo costuma se encaixar com a temática do mapa que você se encontra!

    Monstros derrotados derrubam diversas coisas, dependendo da sua sorte:

    -Dinheiro. É comum ver dinheiro no chão para todo lado, visto que, como tudo, você tem que andar por cima e coletar. O dinheiro, que também é gerado ao terminar as fases, pode ser usado na loja para comprar upgrades para os personagens, cavaleiro ou bruxa. Os upgrades do cavaleiro incluem ataques mas fortes, defesa maior (perder menos stamina em combate) e botas que te fazem andar cada vez mais rápido.

    -Globos de experiência. Essas bolinhas verdes se somam e garantem mais níveis para o personagem no final das fases. Maiores níveis resultam em atributos melhores, como ataques e tal. Eu realmente não me importei muito com níveis no jogo, apenas melhores upgrades.

    -Gotas de sangue. Conforme você coleta sangue, uma barrinha vermelha abaixo da sua stamina vai enchendo e, a qualquer momento, você pode encostar na bruxa petrificada para lhe dar a quantidade que você tiver. Quando ela estiver com a barra cheia, quebrará o feitiço de petrificação por alguns segundos e usará magias bem úteis contra os inimigos na tela. Você pode alternar entre bolas de fogo em linha reta (é possível deixar que ela ataque automaticamente os inimigos mais próximos dela ou você mesmo mirar usando L e R para mover um mira, como um ponteiro na tela, para lançar as magias em linha reta), ou mini tornados que saem em espiral atacando a tela toda.

    O dinheiro também pode ser usado para melhorar as magias da bruxa. Eu foquei mais no herói mesmo, mas investia nos furacões quando sobrava um troco, até porque até onde fui as magias ainda estavam baratas, enquanto os upgrades do cavaleiro estavam caríssimos!

    Para se ter uma noção, um aumento de espada chegava a custar 12 mil e eu ganhava uma media de 4 mil em fases já terminadas que pagavam bem, mas que levavam uns minutos para serem terminadas, contavam com muitos inimigos e foco completo em coletar o loot antes que ele desapareça (como eu disse, a tela fica cheia de inimigos com frequência e, consequentemente, cheia de coletáveis conforme você e a bruxa atacam e nem sempre é possível andar para pegar as cosias pois você está defendendo a estátua).

    Acho que podemos resumir esse jogo assim: derrote mil e um inimigos, passe de fase até chegar em uma difícil, retorne aos estágios terminados e os refaça para "farmar" dinheiro e melhorar o personagem. As vezes você vai fazer isso várias vezes. Agora continue até não conseguir mais. Mais para a frente, você passa uma fase, repete outras 10 para conseguir passar da próxima. Mas até que é legal!

    Uma coisa legal também é como algumas mecânicas são introduzidas de um bioma para o outro (geralmente graças aos inimigos exclusivos, como os magos, que ficam distantes e você ainda tem que defender suas magias).

    Alguns cenários tem novidades que não lembro dos simples jogos anteriores terem, como areia movediça no deserto te jogando para longe ou perto da bruxa o tempo todo ou o chão bizarramente escorregadio das fases de neve, o maior desafio de toda a franquia, na minha opinião.

    A dificuldade desse tipo de terreno se dá graças à mecânica de te lançar um pouco para longe a cada ataque aos monstros ou baús que eles derrubarem. No gelo, você vai para longe e em algumas fases mal tem chão normal para parar esse movimento, te deixando sempre no pior lugar possível na pior hora e dificultando muito se mover a tempo de ajudar a bruxa, coletar itens que estão desaparecendo ou mesmo alcançar inimigos específicos.

    Para te ajudar nessa empreitada, WaH3 tem um auxílio bem bacana, o Little Hero, protagonista e seu salvador em Witch and Hero 2 como personagem jogável simultâneo! Pois é, você controla o Hero com o analógico esquerdo e o Little Hero. Nessa parte jogar no New 3DS foi bom pois pude usar c-stick dele para mover o personagem, sendo que o controle originalmente era feito pelos botões ABXY na linha comum de 3DS (tentei jogar assim e achei bem ruim).

    Há ainda poções que caem eventualmente de baús dos inimigos que regeneram completamente sua stamina! Só cuidado para não coletá-las quando estiver com a barra cheia!

    O jogo ainda traz de volta o ataque especial que te deixa forte, rápido e com stamina infinita ao encher uma outra barra, batendo nos inimigos e uma novidade bem útil: uma magia que faz uma triangulação entre os três personagens (não caídos por falta de stamina) e expele todos os inimigos que estiverem dentro da área ou próximos dela. COmo é uma habilidade que enche muito rápido, você pode a usar constantemente nas batalhas quando os monstros estiverem perto da estátua.

    Resumindo: Witch and Hero 3 é legal como seus antecessores e um ótimo passatempo despreocupado. Você avança, vê novas fases, fica mais forte, farma dinheiro e volta e meia vê novas habilidades se desenrolarem na história. Tudo isso dá aquele gosto de continuidade que todos precisamos. E apesar de sua simplicidade, gosto como os desenvolvedores evoluem esses jogos. Como eu mencionei, eu não me importo se o jogo vai acabar ou não pois quero me fortalecer e avançar, não ver o seu final, que infelizmente chega. Agora entre os três títulos da franquia, é difícil decidir entre um só, mas acredito que ficaria com WaH2.

    De bom: pixel art legal. Trilha sonora nostálgica e bonita. Jogabilidade simples. Evoluir os personagens é divertido. Diversos tipos de inimigos e biomas, incluindo mecânicas exclusivas em cada. É notável a diferença a cada upgrade adquirido.

    De ruim: sua simplicidade e repetitividade pode não ser atrativa para todos. Sempre espero ainda mais diferença entre esses jogos da franquia. Controlar dois personagens ao mesmo tempo é confuso e pode ser bem pior para quem não tem coordenação. Um modo multiplayer com download-play no 3DS resolveria essa questão e deixaria o jogo ainda melhor (quem sabe no Switch).

    No geral, joguinho legal e uma boa recomendação, sobretudo para quem jogou os anteriores. Dá para começar por esse? Sem problemas, mas porque não começar do primeiro já que você vai jogar mesmo? Jogo divertido!

    Witch & Hero 3

    Platform: Nintendo 3DS
    3 Players

    11
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2021-05-04 02:47:58 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Jogo bonito, música agradável, conceito legal. P
    Dustforce

    Platform: Playstation 3
    10 Players
    1 Check-in

    Jogo bonito, música agradável, conceito legal. Porém, essa dificuldade do capeta com controles escorregadios me irrita. 

    Até alcançar a porta de entrada das fases é difícil. Existem fases tranquilas, mas muitas são estilo Kaizo Mario, de que não sou um apreciador. Varrer o chão da minha própria casa é menos cansativo e mais produtivo.

    8
    • Micro picture
      igor_park · 5 days ago · 2 pontos

      Nunca tinha ouvido falar desse

    • Micro picture
      le · 4 days ago · 2 pontos

      Coincidência. Desinstalei ontem mesmo do meu Vita por achar bem chatinho. Mas foi daquela primeira leva de jogos indies com alguma qualidade. Então, até que fez bastante sucesso, saiu em vários bundles e tal.

      3 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-05-02 18:07:55 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Yoku's Island Express

    Zerado dia 01/05/21

    Olha a capa desse jogo, que bonita! Esse é um daqueles que eu via na loja do console e ficava curioso, mas ao mesmo tempo era só mais um indie (que eu inclusive confundia com Yonder: The Cloud Catcher Chronicles por algum motivo). Tempos depois via sempre bastante gente falando bem de Yoku's Island Express e alguns chegando ao ponto de adorá-lo! "Uma mistura de pinball com metroidvania". 

    Pera aí! Como assim?

    Revisitando o jogo na eshop do Nintendo Switch eu reparei que na capa tem "bumpers" de pinball, aquelas coisinhas que acionamos para jogar a bola pra cima. 

    A ideia era absurda, mas acabei adicionando o jogo à wishlist.

    Para quem me segue, já sabe: esperei entrar em promoção e um dia desses ficou baratíssimo! Tive que comprar! Depois ficou um tempo no console e resolvi experimentar para ver de qual era. Na verdade, eu já havia iniciado YIE uma vez e tinha adorado a cinemática de abertura e a arte, que muito me lembra o visual de Rayman Legends.

    A aventura se inicia com o personagem navegando em alto mar em direção à uma ilha, onde se passa todo o jogo, para fazer entregas, como um bom carteiro que ele é.

    Agora no controle, você controla esse personagem, uma espécie de besouro rola-bosta andando por aí empurrando a bolinha. Por um tempo YIE é um sidescroller, embora você só possa andar mesmo.

    Logo você conhecerá outros personagens e a aventura toma um tom de Alice no País das Maravilhas, um pouco viajado e psicodélico, mas nada de muito diferente do que os jogos e cultura pop em geral tem apresentado à algum tempo.

    Rapidamente também o título mostra a sua mecânica principal de gameplay: seu lado pinball. O mapa tem um bocado de bumpers em diferentes formatos e cores. Todos os amarelos que você vir pelo mapa sempre serão ativados com o gatilho direito, enquanto os azuis são acionados com o gatilho esquerdo. Qualquer um dos botões para bumpers de ambas as cores.

    Em determinadas partes, em sua exploração, você vai entrar em salas que se enquadram à tela como em jogo de pinball mesmo, para você focar em todos os elementos e não num personagem central.

    Essa telas de "mesa" de pinball são a parte mais bacana e o desafio real de YIE pois geralmente seu objetivo é coletar frutas, acionar botões, cumprir tarefas dentro de um tempo limite ou simplesmente acertar a bola num ponto que representa a saída e continuação para o próximo mapa e fase da campanha.

    Sendo assim, o jogo se resume a andar por aí, ativar bumpers para alcançar lugares mais altos ou poder interagir com NPCs fora de alcance e essas "mesas" de pinball que geralmente estão dispostas entre as áreas, ligando-as, ou mesmo são missões obrigatórias para obter elementos necessários para a campanha.

    Sobre as frutas, elas estão por toda parte. Você pode acertar a bola num ponto específico do mapa e consegui-las ou ao acertar um ponto específico de uma mesa diversas vezes ou fazer a bola andar por um caminho diversas vezes. Por muito tempo elas são bem importantes pois é com elas que você destranca bumpers que te levam para lugares específicos e um sistema de transporte que agiliza muito a até então lenta caminhada de um ponto do mapa à outro. Ou seja, é o dinheiro.

    Logo no início de YIE, um personagem pediu para entregar algo para três personagens importantes e os marcou no mapa. Esse é o objetivo geral de toda a aventura. Faça isso e o jogo acaba.

    Porém, como você vai alcançar esses personagens fica ao seu critério, pois o mapa é grandinho em comparação com a sua movimentação e as rotas você que deve explorar e descobrir! Tentei focar no mais próximo e deixar o mais distante por último, mas não foi bem o que aconteceu e eu fiquei na dúvida se havia uma linearidade para alcançar esse povo ou se eu que fiz assim por fazer.

    A dúvida se deu pelo fato de que nesse jogo você coleta habilidades, desde aumento de capacidade de inventário até poder se balançar por certas flores como o Homem Aranha ou mergulhar pelas águas, conforme você cumpre mini missões ao explorar e ajudar NPCs para poder prosseguir com o jogo.

    Além disso, a última área que visitei terminou com um super chefe que acabou sendo mesmo o final do jogo.

    Apesar da premissa bacana, esse jogo passa longe da perfeição que alguns tentaram pregar, infelizmente (e rezo que a ideia seja melhor trabalhada numa eventual sequência).

    O primeiro ponto é mais besta: é um jogo que exige paciência, demais. Algumas mesas de pinball requerem uma mega precisão para conseguir coletar itens ou mesmo atingir a saída. Algumas vezes eu tinha que parar e pensar como chegar lá, outras vezes eu tinha que usar o máximo das minhas habilidades e timing. Fora isso, as vezes a bola fica quicando demais ao invés de cair nos bumpers ou fica caindo apenas no bumper errado e você depende do acaso para uma hroa chegar ao outro (se que pinball é isso, mas aqui pareceu bem pior, ainda mais em comparação com outros video games de pinball). Paciência também é exigida em partes que você deve subir e subir, jogando a bola mais e mais alto, usando vários bumpers e timing para acertar ligações para as próximas áreas. As vezes é tranquilo, as vezes demora um pouco acertar e a bola cai uns andares para "mesas" mais baixas.

    As vezes a bola cai de volta pro início e lá vai você repetir vários segmentos de pinball só para ver se agora acerta aquele buraquinho (ou se ela cai novamente por descuido).

    Agora a pior parte é a exploração/movimentação. A bola tem uma certa física (sendo meio difícil rolar em subidas e desce muito rápido em descidas, por exemplo) e o inseto tem uma certa dificuldade de a empurrar. Tem um monte de terra na sua frente, será que ele consegue subir? Será que não?

    Agora, olhe só, é um jogo que pouco ajuda em onde ir e como chegar aos destinos, então fica tudo por sua conta, ok. Mas em algumas partes você vai chegar em obstáculos e não saber se tem que fazer algo ou voltar depois (geralmente a segunda opção), então você resolve ir para outro lugar só para descobrir que também não é lá.

    Será que é algo óbvio? Será que tem a ver com aquela sidequest lá do início do mapa que não fiz? Bom, isso rola muito no gênero metroidvania, mas aqui esses "e se?" custam caro pois ir de um lugar ao outro leva uma eternidade! O jogo dificulta para subir e para descer, sempre cheio de caminhos mirabolantes e você terá que refazer aquelas mesmas mesas de pinball mil vezes, indo ou voltando.

    Daí vem aquela pergunta novamente: Será que há uma ordem de ir de encontro aos NPCs principais ou posso ficar aqui já que estou perto de um?"

    O mapa, que você curte, começa a ficar um saco. Indo e vindo nos mesmos lugares e desafios, Vendo as mesmas paisagens, tudo verde. Ter que fazer um caminho chato para cima só para tirar uma dúvida ou matar uma curiosidade. Cair, subir, cair, subir. Agora consegui! Ah, mas não tinha nada lá...

    Depois de um tempo você vai desbloqueando uma linda que te transporta rapidamente em cada área, e todas convergem num só lugar também. Legal, mas você terá que descobrir a área dessas linhas e pagar um pouco caro para desbloquear cada uma.

    Enfim, legal que tenham pensado nisso, mas é um sacrilégio para ter algo tão básico. Na verdade bastaria ter pontos de interesse no mapa para você teletransportar quando quisesse e isso deixaria tudo tão melhor!

    Resumindo: Yoku's Island Express é um perfeito exemplo de um jogo que ou é 8 ou é 80. Ou eu me divertia, ou achava super monótono. A ideia de juntar dois gêneros completamente diferentes, metroidvania e pinball bizarramente dá certo, mas a execução aqui não é das melhores e eu quase que gostaria que o jogo fosse completamente focado no pinball mesmo.

    De bom: visual muito bonito. No final, com atalhos e rotas mais rápidas, o jogo fica bem mais interessante. Muitos coletáveis. Chefes legais. Jogo curto (5 horas). Muito legal quando você tem mais habilidades e liberdade de fazer as sidequests e exploração. Bastante recompensador ao fazer boas jogadas e combos, fora que é uma delícia pegar muitas frutas assim!

    De ruim: o lado metroidvania de exploração é muitas vezes chato e frustrante graças a movimentação do personagem fora das "mesas" de pinball (sidescroller). Muita cosia vaga e que sobra pra você ficar andando sem rumo, pois as possibilidades parecem quase infinitas de aquisição de itens obrigatórios e onde achá-los. Não tem o idioma português, sendo que a língua é importante no jogo. Partes arrastadas e frustrantes de subidas e você constantemente voltando ao início. Achei que YIE acabou abruptamente sua campanha.

    No geral, eu até curti bastante o jogo e ele quase entrou para uma nova lista de jogos preferidos, mas infelizmente as expectativas não foram completamente correspondidas. Ainda assim recomendo bastante a experiência, sobretudo se você curte pinball! Bacana!

    Yoku's Island Express

    Platform: Nintendo Switch
    14 Players

    13
    • Micro picture
      msvalle · 6 days ago · 2 pontos

      Esse estava na minha lista para jogar com os filhotes, mas já vi que não vai dar por várias questões que você apontou.

      1 reply
  • 2021-05-01 23:03:27 -0300 Thumb picture
  • 2021-04-30 22:15:49 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #218 - 30 de Abril

    Medium 772762 3309110367

    30 de Abril de 2002 - 19 anos do lançamento de Resident Evil na América do Norte para Nintendo Gamecube.

    30 de Abril de 1998 - 23 anos do lançamento de Gran Turismo na América do Norte para Playstation.

    30 de Abril de 1999 - 22 anos do lançamento de Pokémon Stadium no Japão para Nintendo 64.

    Obs.: para quem ficou confuso com o "2" na capa, o que o Ocidente recebeu como Pokémon Stadium, foi na verdade Pokémon Stadium 2 no Japão. O Pokémon Stadium original no Japão tinha apenas cerca de 40 Pokémons. E o Pokémon Stadium 2 do Ocidente, foi chamado no Japão de Pokémon Stadium: Gold & Silver.

    Fonte: OnThisDayInGaming

    2
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-29 19:26:21 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Cat Quest

    Zerado dia 28/04/21

    Quem acompanha o Switch há algum tempo já deve ter visto Cat Quest por aí algumas vezes, ainda mais por estar frequentemente em promoção. Sempre vi gente interessada pelo jogo ou recomendando a ponto de eu mesmo ficar curioso, mas não o comprei por muito tempo, até ficar numa promoção quase dada. Foi a hora de arriscar!

    Agora que vi que era um jogo de Android, aparentemente, acredito que foi mais do que justo fazer isso.

    Com o jogo no console, ele ainda ficou de molho bastante tempo até bater aquela vontade de jogar de verdade, até porque imaginei que fosse algo casual, e não errei nesse ponto. Mas não é que o joguinho é legal mesmo?

    CQ é um action RPG/hack 'n' slash que lembra um pouco Zelda, mas apenas a parte overworld dos primeiros jogos mesmo, apesar de não haverem obstáculos pelo mapa aberto. Você vai onde quiser, e tudo é bem parecido, pra ser sincero, mas quanto mais longe você vai, mas fortes são os inimigos, fora que não tem motivo pra fazer isso, até porque as quests costumam estar próximas e o seu avanço pelo mapa vai sendo feito por essas missões naturalmente.

    Aqui controlamos um gatinho num mundo completamente tematizado por felinos (com exceção dos inimigos) e até os nomes das localidades, mostrados no chão do mapa, são trocadilhos.

    Basicamente o que você faz é andar e atacar com a sua espada.

    Inimigos derrotados derrubam esferas de experiência e ouro.

    As esferas aumentam o seu nível conforme você as junta e alcança o final da barrinha azul na tela. Com níveis maiores, sua vida fica maior, seus ataques mais fortes e sua defesa mais resistente. Apesar da notável diferença de poder contra os inimigos que já foram chatos, a maior vantagem na minha opinião é poder aceitar missões novas, que requerem níveis mínimos, e assim poder evoluir mais ainda e achar mais equipamentos.

    O ouro pode ser usado para adquirir equipamentos aleatórios em lojas ou comprar e evoluir magias, quando você encontrar seus vendedores.

    Sobre as missões, bem, o jogo tem uma missão principal sempre marcada na tela por uma seta, mas a dificuldade vai aumentando e acaba que a maior parte do que eles chamam de sidequests se torna mandatória.

    Essas missões, aceitas em painéis específicos em cidades, requerem um nível mínimo e nos recompensam com bastante ouro e experiência, além de tudo o que você ganha durante todo o processo matando vários inimigos e encontrando baús. Há ainda maior exploração e familiarização com o mapa, embora ele não seja muito atrativo de qualquer forma.

    A pior parte dessas sidequests é que são muitas, genéricas quase sempre e repetitivas. Alguém pede para matar uns monstros, seguir um rastro, limpar uma caverna de todas as ameaças ou coletar alguma coisa, que muitas vezes acaba sendo uma cilada. O bom é que você não precisa ler o enredo dessas baboseiras e sair fazendo várias seguidas para ficar forte.

    Já as magias são parte importante do jogo, embora não seja obrigatório usá-las. Você começa com uma invocação de um círculo de fogo que queima os oponentes que o tocarem e causam dano por algum tempo. Essa magia é legal e tal, além de barata para fazer upgrade, mas acabei experimentando outras (são 7 no total que você vai desbloqueando em determinadas partes do mundo) e elas foram muito mais úteis!

    Para ser sincero, uma delas eu achei excelente: a de congelar. O inimigo fica em câmera lenta uns bons segundos e dá tempo de bater muito nele nesse tempo, sem quase se preocupar em tomar dano (incluindo chefes). Como bater recupera a sua mana, você pode bater um pouco, usar a magia mais uma vez só para garantir e voltar a bater. E fazer isso indefinidamente!

    Outras magias boas são a de raio, que causa bastante dano em uma boa área e a de ficar gigante, que aumenta o seu ataque. Há uma de cura bem legal também.

    Já os equipamentos podem ser comprados de forma aleatória na loja, o que eu quase não fiz pois investia nas magias ou simplesmente explorando o jogo e suas cavernas. Esses equipamentos incluem: armas, capacetes e roupas.

    Cat Quest conta com uma boa quantidade de sets diferentes, cada um focado em atributos diferentes, alguns melhores que outros. Você ainda pode misturar peças diferentes, o que é bem comum assim que você conseguir algo que melhore seus atributos e já que usar um set completo aparentemente NÃO resulta em bônus adicionais.

    O bacana desse jogo é que você encontra várias vezes os mesmos itens e ao invés de ter duplicatas no inventário, eles adicionam melhorias ao que você já tem. Cada item tem um nível, como o seu personagem, e é assim que ele sobe. Eu ficava rezando para achar mais dos mesmos que eu usava e tanto gostava!

    Resumindo: Cat Quest é um jogo simples, legal e até viciante. Apesar de você basicamente fazer a mesma coisa o tempo todo, é interessante ver seu personagem se fortalecer e ter mais liberdade tanto de atacar inimigos quando explorar o mapa, em parte graças também às habilidades de andar sobre a água e, mais tarde, voar. Eles conseguiram dosar bem o progresso do gameplay e acaba que a aventura não cai na repetitividade, um ótimo passatempo!

    De bom: visuais coloridos legais que beiram o limites dos jogos de celular. Gameplay simples. Sistemas de equipamento e customização bacana. Enredo legalzinho. Batalhas mais difíceis, como as contra os chefes são bem legais. Bastante coisa que prolonga o replay, incluindo desafios extras para níveis maiores (terminei no 55, mas cheguei a ver cavernas nível 99 e 200). Inclui New Game+ e Mew Game, onde você pode adicionar configurações para dificultar a experiência (como não poder equipar o personagem, me lembra Dragon Quest XI nesse quesito).

    De ruim: missões genéricas e você só fica seguindo seta e fazendo batalhas iguais muitas vezes. Cenário sempre igual, com poucas exceções. Pouca variedade de inimigos e batalhas.

    No geral, eu curti CQ e o recomendo num preço bom. Já fiquei bem curioso pelo segundo, que corri para adicionar na lista de desejos, mas mesmo o comprando, devo esperar uma chance de jogar multiplayer. Valeu a pena!

    Cat Quest

    Platform: Nintendo Switch
    16 Players
    2 Check-ins

    14
    • Micro picture
      bobramber · 9 days ago · 2 pontos

      Legal mesmo esse esquema de equipamentos repetidos adicionarem melhorias.

    • Micro picture
      topogigio999 · 8 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é muito bom, tenho que pegar o segundo, que dizem ser melhor ainda.

  • 2021-04-28 22:54:44 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #217 - 28 de Abril

    Medium 772455 3309110367

    28 de Abril de 2017 - 4 anos do lançamento mundial de Mario Kart 8 Deluxe para Nintendo Switch.

    Fonte: OnThisDayInGaming

    2

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...