• denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2021-11-24 04:28:38 -0200 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Que jogo maldito.</p><p>Tudo bem que dá pra igno
    Stealth Inc: A Clone in the Dark

    Platform: Playstation 3
    228 Players
    5 Check-ins

    Que jogo maldito.

    Tudo bem que dá pra ignorar as exigências de não morrer e de tempo mínimo e passar as fases na base de tentativa e erro com vida infinita. Acontece que algumas fases, mesmo com vida infinita, como a do chefe da  5-8, foram desenhadas por Satanás.

    11
    • Micro picture
      santz · 4 days ago · 2 pontos

      Jogo desconhecido e difícil.

      1 reply
    • Micro picture
      hyuga · 4 days ago · 2 pontos

      Joguei um pouco dele e me pareceu mais um jogo de puzzle do que de stealth o que me decepcionou um pouco

      1 reply
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 4 days ago · 2 pontos

      Se não me engano tentei jogar e...também não gostei...lol

  • 2021-11-18 23:05:41 -0200 Thumb picture

    Jogos de graça na Epic Games Store (18/Nov- 25/Nov)

    Medium 799530 3309110367

    Guild Of Dungeoneering e Never Alone estão de graça a partir desta quinta-feira (18/Nov) na Epic Games Store.

    Misturando jogo de cartas com exploração de masmorras, Guild Of Dungeoneering coloca o jogador em batalhas por turnos, enquanto constrói as masmorras por onde o herói vai passar.

    Desenvolvido em colaboração com os Inupiat, povo nativo do Alasca, Never Alone conta a jornada de uma criança chamada Nuna e de uma raposa, em busca da origem de uma forte nevasca que ameaça a sobrevivência de tudo que conhecem.

    Também está de graça o jogo Kid A Mnesia Exhibition, uma experiência audiovisual feita em colaboração com a banda Radiohead, com músicas, letras e atmosfera baseadas nos álbuns Kid A (2016) e Amnesiac (2001), que fez 20 anos de seu lançamento.

    Os jogos estarão de graça até o dia 25 de Novembro. O próximo será The Hunter: Call Of The Wild.

    Visite: PortalGameBoxBR

    3
  • toy Edward Facundo
    2021-11-18 17:01:10 -0200 Thumb picture

    Ludoravia #08 - Will "Wonka" e a Jamtastic Fábrica de Jogos

    Já ouviu falar de game jam? Algumas pessoas sim, outras talvez, outras nunca ouviram falar. Mas, mais que uma game jam, dessa vez falamos sobre a Jamtastic, uma game jam organizada pelo grandíssimo Wilkinson Souza, mas pode chamar só de Wil mesmo, palavras do próprio! Conversa aqui com a gente e descobre o que fazemos e podemos fazer nessa comunidade Jamtástica!

    Para conhecer acesse:

    - Acompanhe na Twitch - https://www.twitch.tv/jamtasticgd
    - Faça parte do Grupo no Telegram - https://t.me/jamtasticgd

    Edição - André Mesquita

    Ludoravia #08 - Will "Wonka" e a Jamtastic Fábrica de Jogos

    0
  • toy Edward Facundo
    2021-11-18 16:55:45 -0200 Thumb picture

    Ludoravia #07 - Indiegentes & Indie Games

    Você sabe o que são "Indie Games"? Ou nunca viu, nem comeu, só ouve falar? Neste episódio temos uma boa definição e introdução sobre o assunto com desdobramentos bem interessantes e bastante recomendação! Contamos com a presença do Gabriel Luís (Gabas) que desenvolve o jogo Roadout na Rastro Labs e faz o marketing do Cupi Simulator, da Supernova Games.

    Edição - André Mesquita


    https://open.spotify.com/show/0KmcEKamituwAn4g8NQrEW

    0
  • farusantos Farley Santos
    2021-11-09 09:23:23 -0200 Thumb picture

    Primeiras Impressões: Darkest Dungeon 2

    Darkest Dungeon 2 arrisca-se em uma aventura de estrutura diferente, mas que ainda é tensa e desoladora. A viagem de carruagem por um mundo tomado pela loucura envolve com suas várias escolhas difíceis, ótimos combates estratégicos e ambientação elaborada. E, claro, tentar cuidar da sanidade mental de guerreiros que presenciaram eventos terríveis é sempre complicado.

    O título introduz conceitos interessantes, como a mecânica de relacionamentos e mudanças pontuais no combate, que exploram de novas maneiras os temas sombrios desse universo. No entanto, o balanceamento de vários aspectos está bem desregulado e algumas ideias ainda precisam amadurecer mais, o que deve ser feito no decorrer do desenvolvimento. Mesmo com muito terror e aflição, Darkest Dungeon 2 já vale a pena e tem potencial de se tornar ainda melhor com o tempo.

    Impressões completas

    Darkest Dungeon 2

    Platform: PC
    1 Players

    5
  • farusantos Farley Santos
    2021-11-08 18:29:23 -0200 Thumb picture

    Análise: The Legend of Tianding

    The Legend of Tianding é uma ótima aventura que celebra um carismático personagem do folclore de Taiwan. Andamento ágil e boa diversidade de desafios estão espalhados pelos estágios, e o combate empolga com sua versatilidade — é divertido lançar inimigos no ar e roubar suas armas para criar diferentes combos.

    Fora isso, o colorido universo cativa com ótimos visuais inspirados em mangás chineses, personagens carismáticos e interpretação leve de um momento histórico importante do país. O jogo só peca um pouco com problemas de ritmo e diversidade limitada de oponentes, mas a ação acelerada ajuda a minimizar essas questões. No mais, recomendo bastante The Legend of Tianding.

    Análise completa

    The Legend of Tianding

    Platform: PC
    Players

    4
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-10-18 17:25:40 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Fall

    Zerado dia 18/10/21

    Final de 2016 e eu estava terminando de jogar os últimos jogos relevantes no Wii U antes de o trocar num Xbox One. Lembro que sobrou cerca de meia dúzia de jogos a serem jogados (inclusive alguns que tinha visto o início), como Axiom Verge, The Cave e The Fall.

    A verdade é que eu já estava entediado com o console da Nintendo, sobrevivendo na minha casa a base de indies mega desconhecidos enquanto eu não via a hora de poder entrar para a então nova geração (com atraso, eu sei). Acabei anunciando a troca num Playstation ou Xbox nos grupos aqui de Brasília e para a minha surpresa, logo consegui um interessado em se desfazer do One.

    Alguns dos jogos que já tinha começado, voltei logo em seguida para terminar no PC, como foi com o Axiom Verge (que estava próximo ao final quando passei o console para frente). Já outros ficaram para depois e depois, como o The Fall.

    Quando comprei esse jogo baratinho, eu acreditava que ele fosse uma espécie de Metroid indie, mas quando o testei me desapontei um bocado. The Fall tem mesmo uma temática meio Metroid, mas a atmosfera e gameplay seriam algo mais no estilo LIMBO. Para completar, visualmente o jogo tem muita cara de jogo barato!

    Uma coisa que muito me incomodava e ainda me incomoda demais (e você pode conferir se o tiver no PC) são as animações do protagonista, sobretudo quando você pula e volta ao chão. Sabe aquele impacto nos joelhos quando personagens aterrissam? Isso não existe aqui! Na verdade faltam vários frames no final dessa animação e é muito feio! Parece que seu video game ou PC está bugado ou coisa assim.

    Bom, para um jogo chamado The Fall, que diria que A Queda seria o meu maior incômodo? Talvez fosse uma indireta dos desenvolvedores ou cosia assim.

    A ação é sidescroller e graças ao seu caráter adventure, você terá que escanear tudo o que vir meio que como você pode, opcionalmente, fazer nos Metroid Primes.

    Então você aponta a sua arma e mira com o analógico direito para cima e para baixo, bem travado, em todo o cenário mesmo onde não parece haver nada em busca de pequenos ícones de exclamação [!]. Se você mirar direito e dentro do alcance, uma descrição do objeto aparecerá num balão na tela, detalhando do que se trata ou coisas que podem ter acontecido ou estejam faltando ali.

    A ideia é muito legal e bate bem com a atmosfera, mas é de fato muito fácil deixar passar várias coisas importantes porque você mirou a sua lanterna para o lado errado no momento que andava por uma parte e acabar repetindo o erro quando passar por ali novamente (tipo sempre olhar para o teto numa determinada parte). As exclamações aparecem dentro de janelas de oportunidade pequenas enquanto você anda.

    A outra solução é andar mais lento por aí olhando para cima e para baixo de cada centímetro. Mas olha só: o seu personagem é lento, mover a lanterna para cima para baixo é lento e mesmo da esquerda para direita é lento. É um jogo lento. Sendo assim, é normal que você meio que perca a paciência de ficar escaneando cada pixel do jogo (ainda mais quando não tem nada visível) e travando ainda mais o gameplay, ainda mais quando você sabe que o jogo age mais rápido sem a lanterna na mão.

    Sempre que você estiver próximo à um ícone [!] é possível selecionar algumas ações ao apertar um botão (B no meu controle), sendo elas:

    -Interagir diretamente com o sistema (como se fosse um bluetooth com computadores e afins). Raramente usado;

    -Acionar com as mãos. Para botões e afins;

    -Usar um dos itens que você tenha em possessão em conjunto com aquilo. Essa comando serve por exemplo para por cartões em painéis de controles.

    Sendo assim a maior parte do jogo se resume em andar por cenários com pouquíssimas cores e luzes, procurando pontos de scanner (e a maioria ainda é descrição apenas por pura ambientação) e usando todos os comandos disponíveis em tudo o que é possível.

    Depois começam a aparecer mais interações com outras máquinas e diálogos de computador do tipo:

    -Requerendo acesso à base da dados.

    -Negado. A unidade em questão não tem autoridade.

    -Afirmativo. Estou aqui em busca de tratamento médico à um humano.

    -A unidade A.R.I.D. não segue o protocolo.

    Sério, sei que faz parte da ideia geral do jogo, mas esses diálogos de computadores e máquinas são longos e chatos. E o gênero de The Fall é lento por natureza. Fora que não é lá um jogo muito interessante ou bem pensado. O resultado? Muito sono e dificuldade de voltar à jogá-lo no dia seguinte.

    Eu demorei um pouco no início para me habituar aos controles e como o jogo funciona, mas estava bacana. A exploração acabava ocorrendo numa área maior do que imaginei e os itens se combinavam bem. Eu estava interessado.

    O problema da aventura começou a partir da área seguinte, abandonando o estilo planeta extraterrestre e entrando numa ambientação meio pós-apocalíptica entrando em casas, fazendo puzzles mais "humanos" e explorando um mapa bem maior e mais cheio de possibilidades. Eu arrastei demais o jogo a partir desse momento. De saco cheio e com progresso muito lento, acabei até olhando como resolver um puzzle na internet e ainda não faz sentido pra mim. Na verdade, vários deles não fazem.

    Enquanto isso mais e mais scanner e diálogos entre máquinas. Não dá para esperar muito de jogos indies assim e criados por uma equipe de menos de meia dúzia de pessoas, mas também não curti a dublagem dos personagem. Preferiria se fossem sons robóticos ou mesmo nada.

    Sabendo que se tratava de um jogo curto, mantive alguma força de vontade sabendo que poderia acabar à qualquer momento (mas sem deixar de suspirar de tédio quando algo não dava certo ou a continuidade era afetada pela jogabilidade travada).

    Em um momento também ganhei uma arma, fundamental no jogo para combates e mesmo puzzles.

    Os combates são meio bizarros. Aparecem robôs e você atira neles. Você ainda aprenderá a se esconder atrás de blocos para se defender, mas isso é quase desnecessário já que você tem muita vida (que se regenera).

    Já nos puzzles é geralmente algo como atirar nas coisas para as destruir ou abrir, como computadores que mantem a energia de alguma coisa ou uma porta no teto indicada por faíscas saindo de lá. É estranho, mas comece também a atirar em tudo.

    Já mencionei que a jogabilidade é lenta e travada, mas esse lance de atirar vai te confundir de vez: o L2 saca ou guarda a arma enquanto o R2 atira. O personagem não atira sem estar com a arma em mãos (não a puxa automaticamente). Se você saltar, ele guarda a arma. Com a arma na mão, ou você usa a lanterna ou atira, coisa que deve alternar apertando R3 (LS). Se você atirar com a lanterna em mãos, ele alterna para tiro. Em resumo, você quer alternar e guarda a arma, você quer usar a lanterna e atira e por aí vai. Um pouco frustrante.

    Resumindo: The Fall é um indie daqueles gritantes e um jogo bem ok. Gosto da ideia e da ambientação, mas o gameplay é travado e confuso demais e a exploração e puzzles nem sempre fazem sentido. Fico feliz de ter me livrado dele. Definitivamente esperava mais do jogo e me assusta como ele tem uma nota boa no Alvanista.

    De bom: até certa parte a história te prende bem. A ambientação, ao menos inicialmente, é legal. O chefe final é bacana. O enredo é bacana, sobretudo no final.

    De ruim: muitos puzzles confusos. Navegação chatinha, sem mapa e isso num mapa que se expande em caminhos alternativos em algumas partes. Jogabilidade lenta e travada com muitos botões para se lembrar (alternar arma e lanterna, guarda/sacar arma, se esconder nos covers, usar diferentes ações, ficar invisível, atirar etc. Dublagem meio ruim. Continuidade ruim. Aquela animação de cair no chão é muito ruim.

    No geral, eu no máximo recomendaria o jogo para um grupo bem seleto de jogadores. Ainda assim ficarei de olho em sua sequência, que pode ter aprimorado a franquia como ela merece e pode até me fazer esquecer desse aqui. Jogo fraco, mas obrigado à Epic Games Store por tê-lo ofertado de graça!

    The Fall

    Platform: PC
    62 Players
    7 Check-ins

    14
  • anikabonny Anika Bonny
    2021-10-17 14:29:46 -0200 Thumb picture

    Despot's Game: Dystopian Army Builder (PC)

    Despot's Game mescla a jogabilidade de um jogo tático com roguelike. Posicione seu exército e destrua máquinas, zumbis, necromantes e várias outras criaturas!

    http://bit.ly/3p8WJla

    8
  • anikabonny Anika Bonny
    2021-10-08 01:12:51 -0300 Thumb picture

    Neon Depth (PC)

    Mais um jogo brasileiro para vocês conhecerem!

    Neon Depth mistura puzzle com plataforma e deixa explicitamente claro que o erro é necessário para a progressão.

    E é na tentativa e erro que você vai explorando as fases e entendendo as macânicas para passar de fase.

    Análise completa: https://nerdtrash.com.br/neon-depth-pc/

    14
  • 2021-09-16 22:40:30 -0300 Thumb picture

    Jogos de graça na Epic Games Store (16/Set - 23/Set)

    Medium 791707 3309110367

    Confira os jogos que estarão de graça na Epic Games Store, a partir desta quinta-feira (26/Set).

    Lançado em 2018 para Playstation 4, e em Abril de 2021 para PC, Speed Brawl é um jogo que mistura corrida e combate em 2D, onde seu objetivo é simples: ser o mais rápido, e o mais forte.

    Lançado em 2016, Tharsis é um jogo de estratégia por turnos, em que você controla uma tripulação da primeira missão da humanidade a Marte, atingida por uma série de meteoritos.

    Os jogos estarão de graça até a próxima quinta (23/Set). O próximo jogo será The Escapists.

    4

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...