• 2022-12-30 17:48:54 -0200 Thumb picture

    Grindingcast 059 - Pokémon Emerald


    UM MUNDO DIFERENTE, UMA NOVA EMOÇÃO! Chegou a vez da terceira geração de uma das maiores franquias de rpg da história ganharem a sua vez aqui no Grindingcast! Venha conosco conhecer a região de Hoenn, a sua quantidade absurda de água e trompetes, o seu único & verdadeiro inicial, batalhas em dupla e times criminosos com objetivos completamente absurdos que tem nada a ver com grupos malucos e atuais do mundo real! Venham nos acompanhar na BATALHA AVANÇADA!Link do ep:

    https://geekquest.org/2022/12/30/grindingcast-059-...

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    Pokemon Emerald Version

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      artoriasblack · about 1 month ago · 2 pontos

      Grata surpresa esse cast de Pokemon Emerald, onde achei que somente ouviriamos esse cast somente no ano que vem.

      Comecei a jogar esse game desde o começo de 2022, pois já imaginava que esse seria o ultimo podcast do ano. Eu comecei com o Mudkip, que não sabia que era o melhor inicial, onde a grande maioria escolhe o Torchic por causa do Blaziken e seu visual de "digimon" massaveio. Na minha equipe de pokémons, preferi os mais casca grossa como Agrron, Hariyama, Sharkado (que é o novo Raticate, onde seus golpes "Crunch" além de aplicar um dano generoso nos adversários, causava Flinch em 90% das vezes) Heracross e um Pinsir, onde suei na safari zone para pegar esses.

      Assim como foi mencionado no cast, também fiquei incomodado em não haver mais o sistema do Dia/Noite no jogo, onde no game anterior, era um tempero a mais para capturar os monstrinhos como era no Crystal, ainda bem que no Platium onde estou jogando para o programa do ano que vem, esse sistema voltou por lá e que fique de vez. Também acho um erro não terem aproveitado o Steven para ser o campeão da liga pokémon, seria a escolha melhor do que o Wallace, que acho um personagem Meh. E infelizmente não tem mais os tipos de pokebolas que tinha no Crystal como a Heavy Ball e a Love Ball. Sei que a cada versão tem varios tipos, mas o legal era ir no senhorzinho e pedir para ele fazer mais pokebolas, sei que é bobagem, mas senti falta disso aqui.

      Dos lendários, somente queria o Groundon e o Kaioga, só peguei o Rayquaza por mero capricho e é um trampo desgraçado para prende-lo numa pokebola, tive de gastar quase 40 Ultra Balls para capturar ele e quando soube do Latias e Latios, deu preguiça e nem fui atrás e ainda tem o Jirachi e o Deoxys, talvez no fim do ano eu pense em procura-los.

      Feliz ano a todos os membros do Grindingcast, espero que dê tempo de eu terminar Mother/Earthbound 3 ou o Golden Sun antes de lançar o podcast desses.

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      ee, mais um bom podcast, apesar das referencias a anime merda de loli dragao e de otaku punheteiro. SO achei que ficou faltando falar mais dos pokemon em si, nao todos, obvio, mas de alguns mais relevantes, pra ver se eles tao balanceados e tem umas skills uteis, coisa que nunca vi em nenhum outro podcast de pokemon, alias. Tem muitos pokemon inuteis ou pesos mortos, como os pikaclones plusle e minum, masquerain, as borboletas, o que meio que restringe voce a jogar com uns pokemon especificos.

      Outra coisa que devia ser falada é sobre a AI e os times dos treinadores, que são uma merda. Lider de ginasio com menos de 6 pokemon, o que te deixa em vantagem numerica, treinador nao troca de pokemon em batalha de forma estrategica, como se faz no competitivo, pokemons dos treinadores sem itens (no maximo no maximo uma sitrus berry, que é nada, e so no ace do time), pokemon usando rock slide em pokemon de planta ao inves de ember. Tudo isso pra mim estraga muito a diversao..

      Foi aí que percebi que a serie pokemon é extremamente mediocre e o barato dela são so os visuais dos bichos e a premissa de tu entrar numa competição, mas sem muito desafio real.

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      vinicios_santana · about 1 month ago · 1 ponto

      Guardo certo carinho por essa geração, não foi o primeiro pokemon que joguei, mas foi o primeiro que zerei.
      E foi numa época tensa da minha vida, fazia tiro de guerra de manhã, estudava e trabalhava. Vivia desmotivado pra tudo. Mas nessa época conheci o pokemon tcg e o primeiro deck que usei, emprestado, era do Blaziken. Mais ou menos no fim do ano, um amigo me emprestou seu GBA SP e com ele o cartucho do Emerald, joguei muito no quartel e fazia grinding enquanto ficava de vigia. Isso, associado com eu usar todo item de aumento de habilidade no Blaziken , tornou ele uma massa de músculos. E cheguei a varrer a elite dos quatro apenas com o Blaziken Kenshiro.
      Quanto ao competitivo, vai do que falaram no cast, não existiam 2 gbas, então eu ignorei completamente. Jogo da maneira mais casual possível pokémon e pra mim tá ótimo.
      Recentemente comecei a jogar a primeira geração por causa de como falaram bem das relações dos npcs no cast e agora estou tentado a jogar também a segunda 😅

  • 2022-12-28 16:31:01 -0200 Thumb picture

    Updated My Journal 001 - One Piece Odyssey Revolucionário?!

    Sejam bem-vindos ao primeiro episódio do Updated My Journal, um programa que vamos gravar toda semana lá na nossa twitch e depois vai chegar aqui em vídeo para vocês! Nesse programa vamos comentar as principais notícias da semana, lançamentos da semana e vamos ler e discutir em cima de alguns artigos sobre RPG na internet.

    Link do ep:
    https://geekquest.org/2022/12/28/updated-my-journa... 

    One Piece Odyssey

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      duothegreat · about 1 month ago · 2 pontos

      pera, estou confuso, essa não é a proposta do questlog/drops? então esse programa seria algo do tipo só q em vídeo?

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      ziul92 · about 1 month ago · 1 ponto

      Opa já vou ouvir o/

  • 2022-12-23 23:40:25 -0200 Thumb picture

    Torneio - Pokémon Emerald

    Como na época do torneio o Alvanista já estava fora do ar, nãod eu para postarmos a transmissão aqui na rede, porém upamos a live inteira no nosso canal do youtube, e lá vocês poderão ver, na íntegra, como foi o emocionante e inesperado torneio da terceira geração de Pokémon, a geração ADV!

    E lembrando que ano que vem teremos torneio de DPPT, a quinta geração da série, então se quiserem participar, fiquem ligados quando começarem as inscrições!

    Pokemon Emerald Version

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      o torneio de dppt vai ser quando?

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      kalini · about 1 month ago · 2 pontos

      tomara que tenha mimic no softboiled nesse torneio novo

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      eikesaur · about 1 month ago · 2 pontos

      Quero participar!

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  • 2022-12-10 21:04:24 -0200 Thumb picture

    Série Xeno - Uma Grande e Conturbada Família

    Medium 3946021 featured image

    A palavra “série” vem do latim series (que significa “cadeia, fila, conjunto em linha”), do verbo serere (“colocar junto, unir, atar”), sendo comumente usada para definir um conjunto ordenado de fatos, coisas, objetos análogos e, no caso de RPGs eletrônicos ou jogos no geral, para alguma sequência de títulos que possuem elementos em comum, como o nome, a empresa que os fez, algumas características definidoras, e exemplos não nos faltam, como as séries Final Fantasy, Mana, Breath of Fire, Tales of , entre outras.

    Porém, dentro dessa infinidade de séries e franquias de RPGs disponíveis nas mais diversas plataformas e formatos, uma acaba sendo alvo de muita confusão, seja por seus títulos estarem dispostos em diferentes gerações, seja pelo próprio fandom da mesma estar dividido em nichos específicos ou até mesmo por muita desinformação a respeito da mesma estar espalhada pela internet afora. Me refiro à série Xeno, surgida no final dos anos 90 com Xenogears e estando na ativa até hoje, com o mais recente Xenoblade Chronicles 3 e que, até o exato momento da edição desse artigo, conta com 7 títulos principais, diversos spin offs, além de participações dos seus personagens nos mais diversos crossovers, seja o popular Super Smash Bros ou mesmo com o insano Project X Zone.

    A série Xeno pode ser dividida em 3 arcos, cada um lançado por uma empresa diferente (Square Enix, Bandai Namco e Nintendo) e exclusivamente para consoles diferentes (PlayStation, PlayStation 2 e Wii/3DS/Nintendo Switch), isso além de mudanças gráficas e de gameplay, portanto fica difícil pensar que tudo isso faz parte do mesmo balaio de gato. Porém, antes de esmiuçarmos melhor os elementos em comum que todos os jogos possuem, que tal darmos uma olhada em cada um desses arcos, separadamente?

    Xenogears - O idolatrado irmão mais velho

    Ano de lançamento1997

    Plataforma – PlayStation

    Review do siteUma Filosófica e Erudita Falta de Organização

    Artigos diversos5 lições de vida de xenogears

    Podcast – Em breve

    Tetsuya Takahashi era um desenvolvedor de jogos que já havia participado de diversos trabalhos dentro da então Squaresoft e, aproveitando-se da liberdade criativa presente naquele final dos anos 90, onde o RPG eletrônico havia se tornado mainstream, conseguiu solidificar o seu primeiro projeto, intitulado de Xenogears. Misturando filosofia e psicologia com mechas (os famosos robôs gigantes), de forma bem similar à que a famosa animação da época, Neon Genesis Evangelion, fez, Xenogears foi extremamente bem recebido pelo público na época e, mesmo com seus problemas técnicos na sua segunda metade (justificados pelos produtores como “falta de tempo e de dinheiro”), foi elevado ao status de cult por inúmeros jogadores ao redor do globo e é, até os dias de hoje, um dos jogos mais famosos da série.

     Porém, mesmo com suas boas vendas (em torno de 1 milhão de unidades vendidas), a Squaresoft não quis investir na ideia de Takahashi (que originalmente teria mais 5 jogos), levando seus produtores a saírem da empresa e criarem a Monolith Soft, cujo nome é uma referência ao monolito do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço, e também a um elemento importante presente em Xenogears: o Zohar (que posteriormente iria se tornar recorrente em toda a série), na esperança de que, agora com mais liberdade, pudessem dar continuidade à sua série.

    Xenosaga - O pouco conhecido irmão do meio

    Ano de lançamento – 2002 (Episode I), 2004 (Episode II), 2006 (Episode III)

    Plataforma – PlayStation 2

    Reviews do siteA Vontade de Poder, Além do Bem e do Mal e Assim Falou Zaratustra

    Artigos diversos5 lições de vida de Xenosaga

    Podcast – Sem previsão, por hora

    Após a criação da Monolith Soft, Tetsuya Takahashi e sua equipe (que incluía a sua esposa, Soraya Saga) encontraram abrigo na Namco, a famosa empresa criadora do Pacman e da série Tales of, e com isso ganharam o aval para darem continuidade às suas ideias. Como os direitos de Xenogears estavam com a Square (que a esse altura já havia se fundido com a Enix), eles não poderiam usar os personagens de lá, porém nada impedia que eles criassem versões idênticas só que com nomes diferentes, além de reutilizar conceitos e elementos, e assim surgiu Xenosaga. De cara o primeiro jogo, Xenosaga Episode I: Der Wille zur Macht (a Vontade de Poder, em alemão, já fazendo referência à filosofia de Nietzsche) veio em um DVD9 (o DVD dual-layer, de 8 GB de armazenamento, ao invés do tradicional de 4 GB), algo raro para um jogo de PlayStation 2 na época.

    Xenosaga mostra uma ambientação mais Space Opera, focado em uma invasão alienígena protagonizada pela cientista Shion, a androide KOS-MOS, dentre vários outros companheiros com seus problemas pessoais, todos se unindo em um objetivo em comum. O primeiro jogo vendeu relativamente bem (em torno de 450 mil unidades), dando aval para a Monolith Soft criar sua continuação, Xenosaga Episode II: Jenseits von Gut und Böse. Porém novamente surgiram problemas para a equipe, o que resultou em jogo repleto de problemas técnicos, que acabou não vendendo tão bem assim (vendendo por volta de 250 mil unidades), o que resultou novamente uma mudança de planos, e o que era para ser uma sextalogia terminou como uma trilogia, com o terceiro, e último, jogo desse arco, o Xenosaga Episode III: Also sprach Zarathustra saindo pouco tempo depois, finalizando esse capítulo da série e deixando Takahashi e cia com uma moral bem abalada.

    Xenoblade - O volúvel irmão mais novo

    Ano de lançamento – 2010 (Xenoblade Chronicles), 2015 (Xenoblade Chronicles 3D), 2017 (Xenoblade Chronicles 2), 2020 (Xenoblade Chronicles Definitive Edition), 2022 (Xenoblade Chronicles 3)

    Plataformas – Nintendo Wii, Nintendo New 3DS e Nintendo Switch

    Reviews do siteAs Crônicas de uma Obra-Prima, Nessa Curta Estrada da Vida

    Artigos diversos5 lições de vida de Xenoblade Chronicles

    PodcastsXenoblade Chronicles, RPGs que Amamos

    Depois de Xenogears e Xenosaga serem considerados fracassos por suas respectivas empresas, estaria Takahashi equivocado e errado durante todos esses anos ao tentar conceber uma série de jogos para explorar suas ideias tão únicas e características no mundo dos role playing games eletrônicos? A situação não tava muito boa para a série, porém isso veio a mudar, quando a Monoltih Soft foi adquirida pela Nintendo, e baseando-se em um novo conceito do Takahashi (onde um mundo seria formado nas costas de dois titãs derrotados há muito tempo em um embate colossal), surgia Xenoblade Chronicles, saindo para o Nintendo Wii (e exclusivo das plataformas da Nintendo até hoje), porém desta vez sem grandes pretensões, tendo uma narrativa única, mais organizada, mas ainda mantendo os elementos filosóficos e de ficção científica tão característicos de outrora, resultando em uma das narrativas mais bem elogiadas dos RPGs japoneses até os dias de hoje.

    Xenoblade Chronicles posteriormente ganhou uma versão para New 3DS, além de um spin off para WiiU, o Xenoblade Chronicles X… Porém a continuidade da série só iria aparecer anos depois, com o advento do novo console da empresa, o Nintendo Switch, e com isso surgiu Xenoblade Chronicles 2, que foi um sucesso absurdo de vendas (mais de 1 milhão e meio de unidades vendidas) e é, até o momento da redação desse artigo, o jogo mais rentável de toda a série. Porém essa rentabilidade teve um preço, e a pegada mais séria e filosófica praticamente sumiu e no lugar o título decidiu abraçar vários elementos comuns da cultura pop japonesa, além de uma mecânica bem comum de jogos para celular, o gacha (onde o jogador gasta itens – ou dinheiro real – para tentar conseguir certos personagens na sorte).

    Com o sucesso de Xenoblade Chronicles 2, a moral da Monolith Soft aumentou bastante, chegando ao ponto de lançarem uma terceira versão do primeiro Xenoblade Chronicles, o Xenoblade Chronicles: Definitive Edition, para Nintendo Switch, que acabou se tornando a versão mais vendida do título. Contudo o destino da série, iniciado ainda na década de 90, ainda estava incerto… Será que voltariam a ter a pegada mais séria de outrora? Ou abraçariam de vez o doce sabor do produto mais agradável para o grande público? Não haveria, por acaso, uma maneira de agradar ambos os lados?

    Assim surgiu Xenoblade Chronicles 3, o último título da série (até a redação desse artigo). Apesar de, claramente manter algumas escolhas artísticas mais agradáveis para um público maior, Xenoblade 3 também recuperou o lado filosófico e sério que a série possuía nos seus 5 primeiros jogos (trazendo uma temática um tanto existencialista), e acabou sendo extremamente bem recebido, mostrando que Tetsuya Takahashi ainda possui muita lenha para queimar, e que essa série ainda pode ter muito a nos oferecer no futuro.

    Mas afinal, Xeno pode ser considerada uma série?

    A resposta é: sim. Apesar dos seus jogos estarem espalhados em diferentes empresas (e todos os seus 3 arcos ainda limitados pela exclusividade), a série possui vários elementos em comum :

    1 - Referências filosóficas, psicológicas e religiosas;

    2 - O aspecto de ficção científica, como os robôs gigantes – os mechas – estando quase sempre presentes;

    3 - Magia no geral denominada como Ether;

    4 - A existência do Zohar – em Xenoblade chamado de Conduit e, por mais que sua funcionalidade varie entre os xenos, ele continua sendo um objeto de muito poder e que pode alterar a realidade em todas as suas aparições;

    5 - Ideias e conceitos reaproveitados, como o espadachim veterano e misterioso (visto na figura de Citan e Jin Uzuki), a androide com dupla personalidade (através de KOS-MOS e Fiora), manifestações de uma entidade superior (através da Wave of Existence e do U-DO), designs similares (como os Consuls que lembram bastante o Grahf) e até mesmo referências diretas (como Noah, que é o nome inicial do projeto que veio a se tornar Xenogears);

    6 - Suas narrativas, por mais que não sejam diretamente relacionadas (com exceção dos Xenoblades) podem ser concatenadas em uma linha do tempo bem lógica (com os Xenoblades vindo primeiro, Xenosaga em segundo e Xenogears em terceiro);

    7 - E também todos os jogos foram idealizados e criados por Tetsuya Takahashi e sua companhia

    O prefixo “Xeno” no nome de algum RPG japonês acabou se tornando um sinônimo dessas características (mesmo Xenoblade Chronicles 2, sendo uma bola fora da curva, possui boa parte deles), portanto acaba se encaixando perfeitamente no conceito de série anteriormente comentado, mesmo que o lançamento do seus arcos não sejam muito bem organizados.

    Enxergar Xenogears, Xenosaga e Xenoblade como 3 partes de um mesmo todo é importante para não só vermos como ideias e conceitos podem se modificar e alterar com o passar dos anos (mas que nem por isso deixam de perder sua essência), como também revela o etnorme potencial que série possui. Para àqueles que têm a possibilidade de conferir os jogos mais antigos (Xenogears e Xenosaga), tal como os mais recentes (os Xenoblades) vale muito a pena jogar cada um desses arcos, ao invés de ficar preso na bolha de um deles, e ignorar totalmente a existência dos outros (que é como comumente os fãs de Xenoblade – que costumam ser Nintendistas – fazem). 

    No decorrer da história dos RPGs eletrônicos certamente tivemos várias séries incríveis disponíveis, porém vai ser difícil encontrar uma como essa que, apesar dos seus problemas de produção, mudança constante de empresas, eventualidades com o número 2 (CD2 de Xenogears, Xenosaga EP 2, Xenoblade 2), conseguiu se manter firme em seu meio século de existência, nos encantando com seus personagens, suas tramas exóticas e seu misterioso prefixo, que simboliza não apenas os trabalhos de uma única pessoa, como também toda essa grande, e um tanto conturbada, família.

    Xenoblade Chronicles: Definitive Edition

    Platform: Nintendo Switch
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      santz · about 2 months ago · 2 pontos

      Estou jogando Xenogears para ouvir o cast bem preparado, mas ainda estou bem no comecinho. Entrei na vila do deserto. Tô curtindo, mas jogo bem pouco dele, pois Dark Souls 2 não me deixa desfrutar outros jogos.

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      artoriasblack · about 2 months ago · 2 pontos

      Como o proprio texto já mostra, tirando o nome "Xeno" e um ou outro detalhe, não consigo enxergar os Xenosaga e Xenoblade no mesmo universo ou realidade de Xenogears. Mas ansioso pelo Grindingcast de Fei, Eileen e Weltall

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  • 2022-11-24 12:19:51 -0200 Thumb picture

    Grindingcast 056 - Final Fantasy Tactics

    Sejam bem vindos a mais um Grindingcast! Hoje vamos falar do mais famoso de todos os spin offs de Final Fantasy, por muitos até considerado o melhor da franquia, O “GAME OF THRONES DOS RPGS”! Final Fantasy Tactics!

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    Final Fantasy Tactics

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      vinicios_santana · 2 months ago · 2 pontos

      Final Fantasy Tactics foi o jogo que mais rejoguei na vida, 4 vezes, e todas devido a perder o progresso do jogo.
      A primeira foi no meu PS1, estava jogando todo feliz, até o video game apresentar problemas e acabei vendendo ele. Depois no PC , travei no jogo devido ter apenas um save e não upar o bastante para enfrentar demônios desgraç@dos hahaha. Reiniciei, dessa vez com 3 saves distintos, ai perdi o save numa formatação e por fim a versão de psp, precisei vende-lo e o jogo ficou pela metade.
      E eu ainda cogito recomeçar ele mais uma vez e terminá-lo. Mas todas essas peripécias me desanimam um pouco.
      Enquanto escutava o cast ia lembrando dos momentos marcantes e como esse jogo é foda e gostoso de jogar.
      E sobre a presença do Cloud, não sei se ele se vendia com base nisso, eu mesmo só fui descobrir isso em revistas e mesmo assim dá muito trabalho conseguir, então nem animei correr atrás dos 475 eventos.
      Como dito, o sistema de jobs é complexo no começo, mas logo qualquer um consegue fazer boas combinações.
      Sobre a arte, adoro o estilo simplório e expressivo ao mesmo tempo, além da variedade dos sprites/arte, que mudam dependendo do sexo do personagem.
      E as animações em anime da versão de psp trazem um carga bem maior para cenas outrora simples.
      Ótimo cast e caso eu venha a jogar, marcarei vocês no instagram.

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      artoriasblack · 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns por mais um podcast, membros do Grindingcast e convidados.

      O Final Fantasy Tatics chegou aqui em casa pelo amigo do meu irmão mais novo, que segundo ele, o Eduardo havia dado o game para ele por não fazer o gênero de jogo para ele. Até aquele momento, nos meus 14 anos, nunca havia encostado num jogo tatico antes e não sabíamos o que esperar.

      Até eu, meu irmão , primo menor e amigos jogamos juntos, cada um com o seu Memory Card e adentrarmos em Ivalice e compramos a estória do Ramza querer justiça e Delita querer o mesmo, mas por linhas bem tortas. Cada vez que tocava a fanfarra de seleção de soldados antes de começar as lutas, o pessoal e eu incluso, sentiamos como uma brigada de cavaleiros, partindo para uma última batalha épica.

      Tanto que cada um aqui tinha o seu tipo de exército , Eu ia com a maioria da classe samurai e geólogos , meu irmão Nelson ia com os black mages e calculadores, Charles, meu primo ia com ninjas, summoners e calculadores, Lucas preferia monges e ninjas, onde esse esquema vencia os chefes muito mais fácil do que nós e a nossa prima Nefertite que nos viu jogando e quis zerar também e preferiu ser mais eclética e ir com várias classes de guerreiros na Party..

      Mas nós, novatos em jogos táticos, penamos para pegar o jeito do game, de como adaptar nossas estratégias a cada batalha onde nos faziam suar e ficamos impressionados com a trama politica e religiosa onde estavam mexendo com algo maior do que eles poderiam mastigar, complôs é traições recheiam essa trama, onde era algo mais sério do que "jovens idealistas se unem para enfrentar um império tirânico " dos Final Fantasy clássicos . É nós o terminamos várias vezes, cada qual com um esquema de exército diferente. Até pegamos os secretos do game como Belwuf e sua esposa Dragão, o nuvem, o Worker number 8 e fomos na Dungeon secreta pegar o Zodiac.

      Eu até tentei me aventurar nos outros jogos da série, mas eles além de serem de temática infantil, a Square inventou o sistema de regras onde deixa o jogo mais complicado do que deveria é olha que dizem que no FF Tatics de NDS, é possível pegar o Balthier e a Lightning e ainda sim não me anima a jogá -los. Talvez um dia, mas não hoje.

      Obrigado pelo cast e aguardo o último cast do ano e indo jogar Mother 3, para o Grindingcast do ano que vem.

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      noyluiz · 2 months ago · 2 pontos

      Ótimo cast (pena que o chrys não participou tbm).
      A primeira vez que eu o joguei, me espantei com a variedade e as opções que o jogo dá na mão do player e como é bem implementado (e história é boa tbm), eu jogando FF5 no momento e vejo como o Tactics é a evolução natural dessa fórmula (afinal se o 5 não tivesse um sistema/gameplay tão gostozinho de se usar e experimentar as jobs ele ia ter caído no esquecimento pq a história é paia).
      Ele é o meu FF de ps1 favorito kkkk,

  • 2022-11-19 21:12:43 -0200 Thumb picture

    Quest Log 021 - Apaguei meu save com o pau

    Trazendo até vocês mais um episódio do nosso Spin-off onde respondemos as suas dúvidas, feedbacks de dor e desespero...

    Link:

    https://geekquest.org/2022/11/19/quest-log-021-apaguei-meu-save-com-o-pau/


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    #podcast #rpgbrasil #rpg #podcastbrasil #podcasting #podcasts #nintendo #playstation #psn #xbox
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      eikesaur · 2 months ago · 3 pontos

      Achei o tema interessante e acho que ele deve ser mais debatido pelos veículos de informação.

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      santz · 2 months ago · 1 ponto

      Esses casts são bem massa. Ouvi aqui e notei a participação de um carinha novo. Ele agora será um integrante fixo?

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  • 2022-10-31 21:36:52 -0200 Thumb picture

    RPGs aterrorizantes para passar o seu halloween!

    Medium 3940525 featured image

    Halloween, o famoso Dia das Bruxas, a véspera do Dia de Todos os Santos do cristianismo. Por mais que seja uma festividade no exterior, com vários filmes americanos mostrando crianças fantasiadas indo pedir doces de porta em porta (como o clássico Abracadabra com aquela música que tu ficava cantarolando o dia inteiro após ver o filme na Sessão da Tarde), aqui, em terras tupiniquins nós não temos o costume cultural de comemorá-lo, com no máximo algumas lojas ou mesmo festas à fantasia acontecendo aqui e ali.

    Mas não deixa de ser uma data bem peculiar e que mexe com a nossa imaginação, e com isso nós aqui, do Grindingcast nos reunimos em nosso septo obscuro no meio de uma floresta de galhos retorcidos, com corujas e corvos espreitando nas copas das árvores e decidimos fazer uma pequena lista, com alguns RPGs com a temática de terror, seja para você conhecer, aproveitar esse halloween… Ou mesmo para mostrar para aquele seu amiguinho que vive falando que só existe RPG de fantasia medieval com protagonista mudo que mora com a mãe que dorme numa cozinha. Enfim, prepare a sua urucubaca e vamos ao que interessa!

    Shadow Hearts - PlayStation 2 (2001)

    Shadow Hearts é a continuação direta de um jogo de PlayStation chamado Koudelka, que também tinha a ambientação mais aterrorizante, porém que lembrava em demasia Resident Evil. Quando a Sacnoth, a empresa criadora de ambos jogos, decidiu lançar o jogo para o PlayStation 2 pensaram em criar um estilo mais característico para ele, e assim aconteceu e, mesmo que ele ainda tenha cenários pré renderizados (algo bem raro no PS2), conseguiu criar com perfeição a ambientação sombria pré Primeira Guerra Mundial na qual o jogo se passa. O protagonista, Yuri, tem o poder de se transformar nas criaturas os quais ele absorve, isso devido a uma maldição que lhe foi passada pelo seu pai, e com isso ele precisa, juntamente de outros companheiros, de impedir os planos do misterioso Roger Bacon.

    Yuri também ouve vozes, que lhe dizem o que fazer, tem um cemitério em sua mente onde existem máscaras que atormentam a sua alma, entre várias outras coisas sinistras que fizeram na época a classificação do jogo ir pra casa dos 18 anos! Enfim, por mais que Shadow Hearts não seja tão acessível quanto outros RPGs (já que infelizmente nem remasters ou ports ele ganhou até o dia de hoje), se puder, não deixe de conferir essa sinistra e única história, imbuída num dos melhores RPGs disponíveis para o PlayStation 2!

    Ravenloft: Strahd's Possession - MSDOS, FM Towns, NEC PC-9801(1994)

    Ravenloft é um dos diversos cenários de Dungeons and Dragons (como Forgotten Realms e Planescape), onde existem vários domínios, que por sua vez são governados por seres chamados de “Lorde das Trevas”. Strahd’s Possession é um RPG em primeira pessoa que se passa em Barovia, um lugar bem sinistro, repleto de monstros e criaturas das trevas, todas governadas pelo Strahd Von Zarovich, o Drácula de D&D. A trama é bem simples (basicamente a party é transportada para aquele lugar e acaba topando com o vampirão, fazem uns trampos pra ele e depois descobrem que ele não é tão bonzinho quanto aparentava), porém toda a maneira como o jogo foi construído, com seus cenários, dungeons e principalmente inimigos são de dar arrepios na espinha!

    O combate é de ação, então para se ter êxito nas lutas é necessário ter um grande espaço para se movimentar, o que nem sempre acontece devido às dungeons serem repletas de corredores estreitos, estarem lotadas de inimigos poderosos e principalmente alguns que possuem a habilidade mais assustadora que se possa imaginar em um RPG: a de drenar níveis! E isso é permanente! Isso sem contar a cidade ficando repleta de zumbis à noite, e várias outras coisas que fazem de Ravenloft: Strahd’s Possession uma excelente pedida para seu halloween E o fato dele ser bem barato na GOG também ajuda bastante!

    Darkest Dungeon - PlayStation 4, PlayStation Vita, iOS, Nintendo Switch, Xbox One (2016)

    Darkest Dungeon é um RPG dungeon crawler, que ao contrário dos outros dois citados no post, não tem muito foco em narrativa e tudo o mais. Porém ele tem uma ambientação bem sinistra, e sua dificuldade elevada pode ser mais assustadora que qualquer filme de terror visto de noite com as luzes apagadas. Em um mundo onde temos cada vez mais jogos facilitados que pensam que o ser humano é um ignóbil que não sabe apertar a caceta de um botão, é reconfortante ver esse tipo de iniciativa ainda saindo.

    Aliás, também temos um podcast sobre Darkest Dungeon, onde debulhamos tudo do jogo e contamos as nossas experiências desbravando esse sinistro e aterrorizante jogo, portanto não deixe de conferir e, se se interessar, ele está com uma promoção de halloween de 85% na Steam, ao menos pelas próximas horas!

    Mystic Ark - Super Nintendo (1995)

    Mystic Ark é um jogo onde o protagonista (que pode ser homem ou mulher) é transformado, junto com vários outras pessoas, em uma miniatura, e após se libertar daquele estranho feitiço começa a agir em prol de uma deusa para conseguir voltar para seu mundo e para tal precisará passar por diversas dimensões, cada uma com uma temática diferente. No geral todas elas são bem coloridas e animadas e nem dá para chamar o jogo especificamente de terror, porém tem uma delas que certamente te fará arrepiar os cabelos.

    Trata-se de um dos últimos “mundos” do jogo, e nele somos levados para uma sala escura, cheia de enigmas, com relatos sinistros que contam sobre o passado do vilão principal, Darkness. Nele também não existem batalhas random, exceto àquelas que acontecem quando você abre alguma porta, te dando realmente a sensação de estar sendo atacado feito um filme de terror! Mystic Ark vale mais como uma menção honrosa nesse post, mas não deixa de valer a pena conferir, nem seu seja para levar alguns sustos nessa parte!

    E por fim, temos um jogo com o nome bem sugestivo: World of Horror. Ele está disponível para PS4, Switch e PC e por mais que nós ainda não tenhamos o jogado, sua ambientação bem única e extremamente aterrorizante certamente condizem e muito com a data em que estamos! Ele ainda está em acesso antecipado, já que o jogo completo ainda não saiu, mas tem um precinho bem camarada (e tal como o Darkest Dungeon ele também está em promoção), portanto parece ser uma ótima pedida!

    Essas foram nossas singelas indicações para esse halloween, ou mesmo para você, que esteja de saco cheio da velha fantasia medieval e queira algo diferente para variar. Mas e vocês? Teriam uma ideia diferente de um RPG pro Dia das Bruxas? Contem aí pra gente e, como já diria Elvira, a Rainha das Trevas… Tenham sonhos terríveis e até mais!

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      kalini · 3 months ago · 2 pontos

      so jogaço de respeito, um mais inetressante que o outro

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      kalini · 3 months ago · 2 pontos

      O jogo mais halloween que ja vi nao é um RPG, mas um jogo de luta: Darkstalkers. Alguns monstros do jogo são muito associados a halloween, como o vampiro demitri, o lobisomen e o frankenstein.

      1 reply
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      noyluiz · 3 months ago · 2 pontos

      Persona 4 (assusta que é uma beleza)

      2 replies
  • 2022-10-30 16:34:11 -0200 Thumb picture

    Grindingcast Drops 011 - Shattered Heaven, nossa experiência com a dem

    Sejam bem vindos a mais um Grindingcast Drops! No episodio de hoje vamos trazer nossa experiência com a demo de Shattered Heaven, um jogo que mistura RPG com jogo de cartas e exploração de dungeon de um Roguelike!

    Gostou do podcast? Tem duvidas e Sugestões?
    Deixe sua opinião aqui nos comentários ou mande email para:contato@geekquest.org

    link para downlaod - > aqui

    Links do Shattered Heaven:

    Pagina da Steam

    Tweet para pedir o jogo em Português 

    Darkest Dungeon

    Platform: PC
    250 Players
    103 Check-ins

    9
  • 2022-10-24 11:19:22 -0200 Thumb picture
    Post by grindingcast: <p>Boa noite, pessoal! Tudo bem com vocês? Espero q

    Boa noite, pessoal! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

    Estamos fazendo uma breve pesquisa aos nossos ouvintes para que possamos melhorar mais ainda o nosso conteúdo:

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    Abraços!

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Respondido. Esses formulários costumam dar bons resultados?

  • 2022-10-22 12:10:26 -0200 Thumb picture

    Revelação dos RPGs do Grindingcast 2023!

    Para quem não pode participar da live ontem, esses são os jogos do grindingcast em 2023!

    Diddy Kong Racing

    Platform: N64
    2716 Players
    27 Check-ins

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      santz · 3 months ago · 3 pontos

      Cara, o vídeo ficou foi é muito show.
      Final Fantasy IV é um dos meus favoritos. Dá até medo do que vocês irão falar;
      O restante dos jogos anunciado eu não zerei, mas teve alguns que já joguei. Acho que desses aí, o que devo pegar pra ficar em dia vai ser o Xenogears, apesar do 63 horas de gameplay dá uma baita desanimada.

      2 replies
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      jcelove · 3 months ago · 1 ponto

      Rapaz ta pomposo o video. Bem bacana o video.
      Jogos legais mas too much gba.so um de ps1, e o ff 4 do snes? O público ai ta com muita saudade do que nao viveu.hehehe

      4 replies

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