• luchta Ewerton Ribeiro
    2020-04-02 14:50:46 -0300 Thumb picture

    Gone Home e Hob de graça na Epic Games Store

    Epic Games Store prova mais uma vez ser uma plataforma generosa. De fato, nessa quinta-feira e até 9 de abril será possível resgatar dois jogos de graça. Uma vez obtidos, eles estarão presentes em sua biblioteca para sempre.

    O primeiro é Gone Home. É uma aventura em primeira pessoa desenvolvida pela Fullbright Company e lançada em 2013. Neste jogo quase que aponte e clique, o jogador desempenha o papel de Kaitlin Greenbriar, uma garota na trilha de sua irmã. É um título pouco dinâmico, mas vale a pena tentar, pois possui um desenvolvimento de enredo mais do que interessante.

    O segundo é Hob. É um jogo ação e aventura desenvolvida pela Runic Games e lançada em 2017. O título foi criado com um mecanismo gráfico que cria um mundo de jogo quase semelhante ao de um desenho animado, mas de forma alguma diminui o senso de ação. dentro da jogabilidade.

    Drawful 2 também está de graça, de novo. Você pode resgatar o jogos aqui!

    Semana que vem teremos Sherlock Holmes: Crimes and Punishments!

    Fonte: GameVicio

    Hob

    Platform: PC
    57 Players
    6 Check-ins

    8
    • Micro picture
      luchta · about 1 year ago · 1 ponto

      GONE HOME é uma merda:
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      Você explora uma casa andando que nem um idiota, apenas revirando e lendo as coisas para descobrir que sua irmã é lésbica e fugiu com uma mina e seus pais saíram de casa.

      1 reply
  • 2018-08-15 23:32:49 -0300 Thumb picture

    Gone Home

    ...Jogo é anunciado para Switch, chega em 23 de agosto.

    @u3marcos

    Gone Home

    Platform: Wii U
    6 Players

    11
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      kameyko · over 2 years ago · 2 pontos

      Me lembrou bastante life is strange! Vou comprar com certeza!!

  • renansd Renan da Silva Dores
    2018-04-22 22:42:44 -0300 Thumb picture

    Marie's Room "Check-In"

    Fala pessoal! Um check-in que não é um check-in, já que o jogo ainda não está cadastrado. Marie's Room é mais uma experiência narrativa do que um game propriamente dito, mas é bem imersivo e apresenta princípios de puzzles e até mesmo conquistas, além de ser gratuito!

    Sem muito spoilers, a inspiração em Gone Home e Life is Strange é bastante clara. O game é muito bonito e em cerca de meia hora você o completa. A dica aqui é explorar bastante o cenário, e prestar atenção em tudo. Tem até um segredinho simples que vai te obrigar a usar o celular. Um detalhe, mas que dá um charme ao jogo. Quando terminar, você vai olhar para os objetos e dizer "Ahh, agora tudo faz sentido!".

    Super recomendo, especialmente se você curte uma história envolvente, e de explorar o cenário e as histórias que são contadas por meio dele. E novamente, é gratuito hahahaha Até a próxima!

    13
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2017-08-03 16:05:16 -0300 Thumb picture

    RESENHA NO AR: TACOMA

    Não sou um grande fã de walking simulators, então quando eu digo que um jogo desses é bom, é pq ele é bom MESMO!

    Link na imagem

    Tacoma

    Platform: PC
    67 Players
    13 Check-ins

    8
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      msvalle · almost 4 years ago · 1 ponto

      Sabe dizer se será lançado futuramente para o PS4?

      2 replies
  • rodrigoarkade Rodrigo Pscheidt
    2017-08-02 10:04:43 -0300 Thumb picture

    Check-in: TACOMA

    O novo jogo dos produtores de Gone Home foi lançado ontem. Na real eu já até zerei ele, mas por conflitos de agenda, o review só sai amanhã. 

    Deixo aí 15 minutos de gameplay, rodando do notebook bacanudo que recebi da Avell. :)

    Tacoma é basicamente um walking simulator de ficção científica: exploramos uma estação espacial e interagimos com versões holográficas dos tripulantes, tentando entender o que houve em suas últimas horas ali.

    Embora se passe em 2088 em uma estação espacial, Tacoma é, essencialmente, uma experiência narrativa sobre pessoas e seus relacionamentos. O pouco que acompanhamos da rotina dos tripulantes nos dá um panorama geral em relação ao quão difícil deve ser a vida em uma estação espacial, onde eles vivem isolados do mundo e precisam aprender a lidar uns com os outros.

    Apesar da curta duração do game (algo entre 3 e 4 horas) sua narrativa não cronológica é muito bem amarrada, e a gente realmente sente que "conhece" aquelas pessoas, mesmo passando tão pouco tempo com elas E isso é puro mérito do roteiro - e dos dubladores, claro, que entregam atuações simplesmente incríveis.

    Ah, e a localização para o português brasileiro em legendas e informações está excelente, e a forma "holográfica" com que o texto em português aparece é super condizente com o estilo "realidade aumentada" do game!

    É angustiante acompanharmos o drama da tripulação quando tudo dá errado sem podermos fazer nada para interferir ou ajudar, afinal, tudo aquilo já aconteceu. Porém, vermos como cada um lida com suas crises e encara as situações é muito interessante.

    Enfim, é um jogo para quem curte histórias. Amanhã tem review no ar, mas desde já, recomendo fortemente. ;)

    4
  • leonardopietroniuk Leonardo Cubas
    2017-06-29 23:26:21 -0300 Thumb picture

    Gone home: arte em pixels

    Medium 3509603 featured image

    INTRODUÇÃO

    O que pode ser considerado “arte”? Embora o cinema seja diferente da literatura (o primeiro condizente à contemplação, enquanto o segundo, à imaginação) o videogame surge como outra forma artística, que tem sua autenticidade garantida por meio da ação. Você não imagina o roteiro por meio da escrita, e nem percebe o ambiente por meio de contemplação passiva, você age sobre ele, você interage com ele, você é tão atuante como o é fora das telas, na sua vida real (embora, claramente, com maiores limitações).

    Por causa desse comportamento ativo ao qual somos submetidos ao jogarmos, decido fazer uma crítica ao jogo Gone Home não como narrador externo (terceira pessoa) e nem como interno onisciente (primeira pessoa), e sim como um narrador tão personagem quanto a própria protagonista, desconhecendo o que está por vir, bem como descrevendo a sensação de receber as adversidades na pele.

    Por fim, após descrever as experiências a que eu fora submetido, pretendo comentar as características do jogo como um todo, e não apenas a sua narrativa (gráfico, jogabilidade, afins) e finalizar com as considerações finais. Os spoilers serão distribuídos nas sessões destinadas a eles, enquanto o texto não expressar nenhum aviso, não haverá nenhum perigo.

    EXPERIÊNCIA

    Sem spoilers:

    Nesta lembrança recente (adquirida na mesma madrugada as quais estas palavras são redigidas) assumo o papel de Katie Greenbriar, especificamente no ano de 1995, ano este em que retorna de uma viagem à Europa, regressando a casa dos pais. Os fatos iniciais são estes, e apenas estes. O restante segue de acordo com a interpretação e subjetivação deste que lhes escreve.

    Deparo-me, inicialmente, com uma torrente de chuva ensurdecedora. Trovões e relâmpagos são tão constituintes da ação quanto os objetos cênicos. Ao redor, a enfeitada entrada do hall principal (esta já a um nível dentro da casa como um todo, não sendo parte de fora da residência), estrutura comum de uma mansão à lá Estados Unidos. Um bilhete à porta de entrada do já citado hall traz um aperitivo do que precisamente não há por vir ao longo de toda a jornada: “Não estarei para recebê-la e não procure por mim”. Minhas palavras demonstrarão o quão desrespeitoso a este simples pedido minha jornada me fará ser.

    Os sons são perturbadores. A dissonância cognitiva mais ainda. A todo momento a sorte de barulhos dão um contraste assustador à total ausência de movimentos (chuva, passos, ranger dos móveis e do piso). Sam (apresentada como minha única e mais nova irmã) é a portadora exclusiva de qualquer sinal de existência e sobriedade ao todo. Uma sensação de alívio é propagada quando, interagindo com algum objetivo previamente representativo a ela, sua voz em forma de diário transmite suas palavras.

    Não há pessoas, não há vozes, mas o pressentimento da inevitável aparição destas é frequente. O som estridente da fita de música faz gelar a espinha ao perceber que é alto o suficiente para ser ouvido em qualquer um dos cômodos da casa, fazendo-me ficar ridiculamente parado em um vão em que pudesse ver simultaneamente todas as três possíveis entradas de um agressor.

    O ambiente opressor e morto (de maneira alguma pejorativa) dá lugar à um background cheio de vida e recheado de bifurcações. A história das pessoas é o que me motiva a seguir em frente, e essas histórias são contadas por meio do contato com seus pertences. O olhar atento a todo o cenário se faz extremamente necessário.

    O fim da jornada vale todo o percurso, não sendo destoante de tudo que fora mostrado ao decorrer da experiência. Tudo acontece com uma organicidade invejável, você conhece o universo de maneira natural e esta naturalidade faz com que você deseje sempre mais.

    Com spoilers:

    A banheira banhada em “sangue” do segundo piso me fez paralisar. “Finalmente alguma explicação” pensei. Nada. O jogo logo mostra a tintura de cabelos como prova de como me conduziram, como planejado por eles, a uma interpretação errônea. É a demonstração máxima de como me tinham em suas mãos. A narrativa tão bem amarrada e condizente, sem furos, me conduziu a várias interpretações completamente opostas uma das outras. Uma jogada brilhante de roteiro. Seguindo esse aspecto:

    Deus amava tanto o mundo que lhe deu seu único filho”. O jump scare proporcionado por essa sequência me fez abandonar a jogatina e iniciar este artigo. Não queria continuar jogando (não sou dos mais corajosos quando se trata de jogos de terror), mas a história chamava tanto a minha atenção que tirou meu sono, obrigando-me a transcrever a minha experiência para estas folhas. Criei teorias acerca da participação do sobrenatural nessa experiência como forma de explicar a ausência dos familiares. Esperava algo acontecer, tinha que acontecer! E nada. A tensão criada entre a descoberta do segundo andar (no fim da exploração completa do primeiro, frente o conhecimento da incapacidade de adentrar o porão) e a volta para os cômodos da casa após explorar o porão me fez ter certeza do que se tratava o jogo. Um engano, novamente, proporcionado intencionalmente pelos desenvolvedores, que obtiveram muito êxito. Tinham-me como uma marionete sob suas cordas. O ritmo muda completamente com a abertura da porta, também trancada, do térreo. Torna-se nítido a jogada de mestre do roteiro. Não se trata da ação malevolente de agentes sobrenaturais. Sam e Lonnie são adolescentes, e agem como tais. A narrativa mostra que não há uma coisa prévia e determinante em relação à personalidade, e sim que circunstâncias prévias e semelhantes promovem as mesmas conclusões. Fui levado a acreditar no sobrenatural, quando de fato não há implicação alguma deste. Este mecanismo de roteiro fez-me pensar na necessidade de levar em conta as implicações da subjetividade das pessoas. Eu poderia ser levado a acreditar em qualquer coisa pelas amarras do design do jogo, e isso, talvez, não seja tão diferente na vida fora deste.

    O jogo poderia, de fato, desenvolver o sobrenatural como plano central, e seria uma experiência excelente. Porém, ele o relega a segundo plano, tornando-se uma obra de arte.

    CARACTERÍSTICAS

    Tal qual uma representação artística, Gone home não é para todos (para poucos, inclusive). Uma sensibilidade ao sublime e um tato apurado acerca de relações interpessoais se faz necessário. Não espere mártires nem epopeias nessa jornada. Assim como a vida, o jogo apresenta personagens multifacetados, tornando obsoleto qualquer conhecimento maniqueísta acerca da personalidade humana. Não há pessoas estritamente boas ou más aqui, e sim sujeitos enfrentando adversidades da maneira que conseguem.

    O jogo não apresenta gráficos refinados, mas eles cumprem com a sua função. A imersão não é atrapalhada por estes aspectos (assim como não o é em jogos como Amnésia, que apresenta mecânica semelhante).

    A jogabilidade é simples, não há uma reinvenção da roda aqui. Mecânicas básicas de um jogo em primeira pessoa (câmera e movimentação), bem como a possibilidade de pegar objetos e os girar. Grande parte do cenário é interativo e este é feito de uma maneira inteiramente intuitiva.

    A história é o que move todo o progresso do jogo. Acontecimentos bem amarrados e instigantes com uma ambientação bem elaborada desenvolvem toda a experiência de um jeito raramente experimentada. Gone Home pode ser descrito como uma excêntrica aventura dos videogames destinada aqueles que souberem aproveita-lo.

    Completei o jogo sem saber do que se tratava (não procurei sequer por sinopse). Optei por descrever o mínimo possível os acontecimentos do jogo porque penso, sinceramente, que este tipo de experiência deve ser vivenciada assim. Foram incríveis 5 horas por um valor de R$9,99 (steam sale 2017). Se for sua primeira experiência com o gênero (adventure/walking simulator) lhe aconselharia a esperar uma promoção. Já para os acostumados ao estilo, a experiência proporcionada vale, sem dúvida, o preço cheio (R$37).

    CONCLUSÃO

    Sem spoilers:

    Preciso entender o que houve nessa mansão! Quem são os familiares? Aonde estão? Porque sumiram? Estou sozinho? Quem é o vilão disso tudo? São estes os questionamentos que tornam a jornada, de uma maneira não convencional, instigante.

    O cansaço pela procura incessante de objetos e cartas é compensado pelo tato apurado que o roteiro tem de transmitir o que precisa ser dito. Aliás, documentos podem ser (e geralmente são) uma muleta narrativamente preguiçosa para te manter alinhado àquele universo. Não em Gone Home. O cenário é pensado minuciosamente para torna-lo representativo. Garrafas vazias, livros e filmes com suas lombadas nítidas (fictícios ou não), cartuchos de videogames. Tudo forma um ambiente interativo ao jogador, recompensando-o pelo tempo despendido na exploração.

    Gone Home fornece uma experiência necessariamente imersiva. Você precisa adentrar no mundinho proposto. Você precisa estar alinhado e aceitar as implicações daquele universo. Um bom fone e um ambiente sem iluminação me parecem fundamentais.

    O clima de terror e suspense é fundamental para este tema. O peso das ações do jogador e dos demais personagens tem maior peso com essa escolha. A atenção despendida ao decorrer do jogo faz notarmos o leve ranger dos móveis, os passos da protagonista, os trovões incessantes. A junção disso tudo cria um ambiente opressor em que a fala de Sam, durante o seu diário, tenha um peso muito grande. O alívio propiciado por suas palavras faz nos identificarmos enormemente com ela. Se o leitor deste artigo, assim como eu, for muito propenso a imergir nos jogos, dificultando o aproveitamento destes quando envolve terror, não deixe isto lhe atrapalhar aqui. O suspense é presente, mas em doses homeopáticas. Em horas de muita tenção talvez seja necessário uma pausa, mas a vontade de continuar naquele mundo supera o pedido da mente por um descanso.

    Falar desse jogo sem levantar spoilers é uma injustiça. Logo, deixo alguns exemplos de outras experiências que, de acordo com este que lhes escreve, se assemelham a proposta deste: The vanishing of Ethan Carter; heavy rain e SOMA são alguns exemplos.

    Com spoilers:

    Entrar na passagem secreta ao lado da escadaria me deixou apreensivo. Pensei “Sam deve estar acompanhada de Lonnie aqui”. Não. Apenas a sua tentativa de comunicação excêntrica e a chave do sótão. Subi com o coração apertado. “Agora sim elas estarão aqui! ”. Precisava ver a portadora daquela voz messiânica que me acompanhou durante toda a jornada, aliviando-me nos piores momentos de tensão. Novamente, não. Apenas o livro e sua voz dizendo que, no fim, embora não estivesse mais presente, e talvez nunca mais estivesse, elas tinham ficado juntas. Lágrimas brotaram nos meus olhos e aquela sensação de solidão foi crescendo em meu íntimo. Me vi órfão daquelas pessoas. Daquele ambiente desconhecido e surpreendente. Queria saber mais! Mas não. Embora curto, Gone Home foi o que deveria ser. Uma estória que precisava ser contada, e foi, de maneira magistral. Assim como grandes produções artísticas da humanidade, Gone Home tinha algo a dizer, e o fez, talvez, da melhor maneira que dispunha. A efemeridade de sua experimentação assegura a longevidade da relevância de sua discussão.

    Gone Home

    Platform: PC
    547 Players
    49 Check-ins

    10
    • Micro picture
      artigos · over 3 years ago · 1 ponto

      Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      jack234 · over 3 years ago · 1 ponto

      Mto bem escrito cara! Parabéns.

  • coopgeeks Co-op Geeks
    2017-01-14 19:32:09 -0200 Thumb picture

    A grandeza dos jogos minimalistas

    Medium 3442643 featured image

    Em um mercado onde gráficos estonteantes, efeitos visuais e cenários recheados de elementos não são mais surpreendentes quando são apresentado sem "um quê" a mais, jogos com propostas singelas ganham com facilidade a empatia do jogador e se destacam dentre os padrões que estão saturando a indústria dos videogames. 

    Nesse artigo vamos explorar todas as questões que fazem de jogos minimalistas serem uma grande aposta do cenário atual da indústria dos jogos de videogame e te dar motivos para entrar de cabeça nesse universo que te proporcionará experiências únicas e econômicas.

    Texto na íntegra: http://bit.ly/JogosMinimalistas

    Life is Strange

    Platform: PC
    1353 Players
    364 Check-ins

    5
    • Micro picture
      scarthnite · over 4 years ago · 1 ponto

      Quem é do lado do Creeper e do carinha do Journey?

  • 2016-12-12 12:38:50 -0200 Thumb picture

    MAJESCO

    ...EMPRESA SAIRÁ DO RAMO DOS VIDEOGAMES; FUSÃO COM A POLARITYTE

    A Majesco Entertainment não será mais uma publisher de videogames. A companhia anunciou que realizou uma fusão com a PolarityTE, uma companhia de tecnologia medicinal (no caso, de regeneração de tecido).

    A Majesco possui um histórico como publisher de inúmeros títulos, mais recentemente de A Boy and His Blob e Gone Home em plataformas PlayStation.

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    FONTE: POLYGON | PSXBRASIL

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    Gone Home

    Platform: Playstation 4
    258 Players
    48 Check-ins

    7
  • coopgeeks Co-op Geeks
    2016-07-21 17:08:57 -0300 Thumb picture

    Artigo | CG INDIEca: Gone Home

    Medium 3357746 featured image

    Você chega em casa e não encontra ninguém - seus familiares aparentemente estão desaparecidos - o clima é propício para uma tensão contínua. É tarde da noite, mas você só espera que não seja tarde demais...

    Gone Home é um título da Fullbright, lançado originalmente em Agosto de 2013 para PC, e relançado esse ano para os consoles da nova geração. Ele também é um dos títulos gratuitos da PS Plus de Junho de 2016 e é o título independente que vamos indicar hoje.

    Texto na íntegra: http://bit.ly/CGINDIEcaGoneHome 

    Gone Home

    Platform: PC
    547 Players
    49 Check-ins

    1
  • pausando Pausando
    2016-06-28 13:05:40 -0300 Thumb picture

    Desafio do diferentão : Jogo que todo mundo gosta menos eu

    Bom, vamos lá... antes de tudo, tenho que deixar claro que o Pausando é controlado por duas pessoas (Stuart e Otan). O que eu vou colocar aqui é apenas a minha opinião (Stuart). Eu tenho certeza que o Otan vai discordar de quase tudo!

    1- Gone Home

    Vou começar de leve com um jogo indie! Todo mundo fala bem de Gone Home, sendo que o jogo recebe notas altíssimas nos sites mais famosos de críticas. E o que eu achei? Nada demais!

    O clima e a ambientação do jogo são excelentes, mas acaba aí. Eu senti que houve uma promessa durante todo o gameplay, que não foi cumprida no final. Não que a história seja ruim. Ela é apenas... "bleh". 

    Depois de um tempo jogando (e olha que o jogo é BEM curto), eu já estava louco para terminar logo e estava sem saco de ficar explorando o cenário (coisa que não acontece comigo em outros jogos de exploração, como "The Vanishing of Ethan Carter", por exemplo).

    Eu simplesmente não consigo entender pq esse jogo é tão aclamado...

    2- Bioshock

    Agora a coisa já começa a ficar séria! Sim, eu não gostei de Bioshock!

    A história é boa? Com certeza! O jogo é legal? NÃO! 

    Digo, para mim, ele foi bem cansativo.

    Em três horas de jogo, eu já não aguentava mais aquela jogabilidade lenta e travada. Apesar de Bioshock ter VÁÁÁRIOS elementos para diversificar a jogabilidade, eu achei tudo um saco! Não gosto da mecânica do jogo, muito menos dos combates e da exploração. Para mim, a única coisa que o salvou foi a história. E mesmo assim, eu já estava de saco cheio em um determinado ponto.

    Foi um daqueles jogos que eu rushei para terminar logo, caso contrário, acabaria desistindo...

    Ao contrário de Gone Home, eu entendo pq Bioshock é tão aclamado. Eu só não gosto por uma questão minha mesmo. Mera questão de opinião.

    3- Borderlands 2

    Opa! É aqui que o pau come!

    Em todos os jogos anteriores, teve alguns aspectos que eu apreciei, mas em Borderlands 2 não teve NADA! Talvez a comédia do jogo, mas isso não foi o suficiente para salvá-lo. Cara... eu odiei Borderlands 2! Que jogo chato da p*! 

    Na moral, é extremamente repetitivo, os combates são um saco, os puzzles são um lixo, o sistema de lvl up não me prendeu, a história não tem nada demais e as quests são um porre!

    Eu joguei em co-op com o Otan (e ele adorou), mas eu não aguentava mais! No fim, ficamos fazendo apenas as main quests para terminar logo, pq o jogo estava sendo um suplício para mim. O Otan depois ficou fazendo as missões alternativas, enquanto eu deletei o jogo imediatamente.

    Assim como Bioshock, eu entendo pq a maioria das pessoas gostam de Borderlands, mas não foi o meu estilo neeeeem fodendo! É um jogo que eu nunca mais pretendo instalar. 

    Vade retro, satanás (*tb conhecido como "Borderlands 2")!

    Existem outros jogos que poderiam estar nessa lista, mas esses foram os únicos que eu consegui me lembrar.

    *Ps: eu não pretendo jogar o Bioshock 2 (apesar de tê-lo na Steam), mas pretendo jogar o Infinity, pois ele parece que vai me agradar mais.

    *Ps2: Otan provavelmente discorda de tudo que eu falei aqui e poderá fazer outra lista no futuro. Portanto, essa é apenas a opinião parcial do Pausando.

    Aqui eu desafio qualquer pessoa que der uma vida para esta postagem a fazer o desafio tb!

    Regras originais

    1 - Seja à diferentona aqui, cite um (ou mais ) jogo Amado por todos, seja AAA, indie , ou o escambau a quatro, desde que você saiba que muita gente ama este jogo, mas pra você e só mais um no mundo ou até mesmo ruin.

    2- você precisa explicar porque não gosta do jogo, afinal ser diferentão é forçar seu ponto de vista acima do de outras pessoas, então de um jeito de provar que você odeia esse jogo.

    3- Use do bom humor, caso crie tretas em seu post, de um jeito de você mesmo resolver isso com os bons modos, e camaradagem que sua Mami te deu xD

    4- Cite de 1 a 6 pessoas para brincar de diferentona tb.

    5-Cite a persona @o_pior_dos_games para eu poder republicar seus posts

    Borderlands 2

    Platform: PC
    3084 Players
    523 Check-ins

    13
    • Micro picture
      rafaelseiji · almost 5 years ago · 2 pontos

      tbm achei esse gone home uma bosta, nem me animei em fazer 100%

      1 reply
    • Micro picture
      igor_park · almost 5 years ago · 2 pontos

      Uma pessoa que odeia Bordelands esse foi pouco citado

      1 reply
    • Micro picture
      lcirilo · almost 5 years ago · 2 pontos

      Como esqueci de Borderlands? Realmente, joguinho beeeeeeeeeem bosta

      2 replies

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