• anduzerandu Anderson Alves
    2020-01-04 12:44:47 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pokémon Shield

    Zerado dia 01/01/20

    Olha aí o primeiro jogo do ano de 2020! E não poderia melhor do que fechar já de cara um jogo de peso que tenho jogado por duas semanas: Pokémon Shield.

    Esse jogo foi anunciado há um bom tempo e eu não vi nada de mais o que resultou num hype zero, mas com a proximidade de seu lançamento eu fiquei muito curioso por explorar seu grande mundo, clima, novos pokémon e se juntar ao que todos estariam jogando. Cheguei até a cogitar pagar um alto preço, mas consegui me segurar e raciocinar. Felizmente uma amiga acabou comprando duas cópias e vendeu uma pra mim.

    Com o jogo em mãos, me segurei e baixei um pouco o hype enquanto terminava outras coisas, o que foi muito positivo, mas eu prometi jogá-lo na minha viagem com calma, e foi o que aconteceu.

    Começando a viagem já embarcado e confortável, puxei o Switch e já abri o jogo. O começo é tudo do pouco que eu já tinha visto em trailers, como as vilas, NPCs e tal. É aí que nos é apresentado o personagem Hop, um amigo que tem o sonho de se tornar o grande campeão das batalhas pokémon da região. Mal imaginava eu que esse cara seria um dos mais chatos posteriormente.

    Já podendo explorar um pouco, é possível ver os monstrinhos andando por aí em áreas com grama, algo que já tínhamos visto em Let's Go Eevee/Pikachu. O enredo também não é muito original pra série e já te manda ir visitar o "professor" da região, que é sempre aquela pessoa que estuda os pokémon e demais fenômenos relacionados, que aqui é o Dynamax, fenômeno que faz os monstros ficarem gigantes em batalha.

    Tive logo a possibilidade de escolher meu inicial, e nunca foi tão difícil. Os três são muito bacanas e os designs muito carismáticos, mas eu cheguei a ver suas evoluções e é SOFRÍVEL. Não sei qual é o mais sem sal/feio. Pra falar a verdade, eu achei que suas últimas formas tinham mais cara de segunda forma.

    Com meu inicial em mãos, temos a primeira batalha. Nada de novo senão os monstrinhos. Nesse momento eu lembrei que vi gente dizendo que Sword/Shield é um jogo de Nintendo 3DS melhorado, e é bem isso mesmo. Quer dizer, o jogo é bem fluído e as texturas, apesar de melhores, são no máximo ok. Basicamente eu não senti um salto muito distante desde a geração anterior.

    O jogo que já começa linear, como de costume, parece querer te segurar pelas mãos o tempo inteiro. Vão para tal cidade e me encontre lá, e chegando lá a pessoa já está na entrada com uma cinemática te esperando (isso durante o jogo todo, praticamente). O mapa é bem coisa do tipo que vimos por muitas gerações: corredores ligando cidades. O problema é que há sempre tanto a ser visto fora dos limites que você pode alcançar que a noção que dá é que você vai poder ir lá, mas não, é tudo enfeite. Imagine jogar Breath of the Wild mas o jogo te limitar nas rotas e você acabar se sentindo mais preso do que tudo!

    Claro que aqui é Pokémon e meio que sempre foi assim, mas chega a ser meio frustrante o quanto o jogo te limita, apesar de existir tanto cenário. Já as cidades são bem esquisitas, mas nada de muito diferente. Esquisitas porque sempre tem umas casas aqui e ali, você entra, fala com as pessoas e elas ou falam algo totalmente irrelevante ou te dão algo, como um TM.

    Uma coisa que achei bacana é que cada uma dessas cidades é bem original depois de uma ou outra, como uma que é meio mexicana e me lembrou bastante o mapa de deserto do Mario Odyssey, uma que é numa floresta cheia de cogumelos luminosos, que me lembrou Xenoblade, e uma que é basicamente Londres. Porém, é como eu disse, você chega lá, o Hop fala alguma coisa e já te manda pro ginásio. Muitas vezes eu ficava com preguiça de conhecer os lugares a fundo, por mais que o tenha feito, porque eu no máximo ganharia itens que nunca usaria e ouviria papo furado.

    Já passou da hora da Gamefreak perceber que esses jogos tem que ir além!

    Terminado o ginásio, próxima rota com mais pokémons (tava capturando tudo) e logo uma outra cidade, mais Hop aqui e ali e ginásio. Tem momentos que você ganha insígnias uma atrás da outra, é super bizarro. E imersão zero em cada cidade nova, pois nem dá tempo ou há motivos pra te fazer conhecer o lugar propriamente e o valorizar.

    Sobre os ginásios, eles são levemente diferentes do comum. É normal que você tenha uma mecânica nova e tenha que resolver puzzles/desafios para chegar até o líder. As vezes é algo criativo, as vezes é mais do mesmo.

    A batalha dos líderes são aquelas que acontecem no estádio, cheios de gente torcendo e onde os pokémon podem ficar gigantes. Esses fenômenos Dynamax e Gigantamax funcionam da seguinte forma: qualquer pokémon pode ficar grandão, mas apenas um deles por batalha. Para ativar a mecânica, basta selecionar o ícone dentro do campo Battle, que é onde você escolhe os ataques (exatamente como funcionava a Mega Evolution). Ao selecioná-lo, seus ataques mudarão para seus equivalentes de tipo do Dynamax (todos os ataques de fogo se tornarão Max Flare, por exemplo). Depois de escolher o golpe, acontece uma cutscene e seu monstrinho fica gigante e usa aquele ataque, que normalmente é devastador e ainda causa alguma efeito no campo de batalha, como Sandstorm, por exemplo.

    Seu pokémon só fica 3 turnos gigante e depois retorna ao normal e os líderes costumam usar a mecânica apenas no último pokémon. E contanto que você tenha um bom tipo de pokémon na batalha, nenhum deles é muito forte, mesmo grandão.

    Depois de vencer umas cidades, eu finalmente conheci a tal da Wild Area. As WA são basicamente um passo mais perto do sonho de muita gente pra série: liberdade, controle de câmera, um campo abertão, diversos biomas e climas diferentes. É legal.

    Infelizmente eu não curti um bocado de coisas nesses lugares. Primeiro que o level design basicamente não existe. É muito amador! Basicamente é um lugar grande, umas árvores aqui e ali, assim como pontes, vários gramados e tudo cercado por uma parede de rochas. É legal ter diferentes níveis de chão e tal, mas as vezes você precisa dar uma super volta para chegar ali do lado. Imagine você a área inicial de um jogo como Ocarina of Time, onde há rampas, diferentes elevações e lugares pra subir. Agora imagine o mapa do mesmo jogo, que apesar de ser simples, tem pontos que te localizam. Em Pokémon Shield é tudo muito básico e ainda há trocas repentinas de clima de um lugar para 2 centímetros ao lado, que não sei se curto ou não.

    Agora a parte que eu mais achei estranha é que existem pokémons super fortes nesses lugares. Na primeira visita eu deveria estar lá pelo nível 15 e já fui correndo pra um Onix que vi. Nível quase 30 o danado, me massacrou e nem deixava eu fugir nem capturar (o jogo te proíbe de capturar monstros de determinado nível pra cima até que você tenha algumas insígnias). Depois capturei alguns e me frustrei com outros minúsculos, mas fortes. Basicamente você deve ignorar esse tipo de lugar e voltar mais tarde quando estiver mais forte.

    Resumindo: Pokémon Shield é legal, mas mais do mesmo. Com exceção de estar jogando num novo console de tela grandona ou a possibilidade de jogar na TV, eu mal senti que estava jogando um lançamento. É quase um Sun/Moon 2. E isso não implica que seja ruim (até porque eu curto bastante a sétima geração), mas apenas uma pequena evolução já esperada e uma campanha boba. Depois de tudo, de toda a exploração e fechado metade da pokédex, eu somei 25 horas de jogo...

    De bom: uma nova região e novos pokémon, que são até bem feitos. Interações online muito bacanas, incluindo logs do que as pessoas estão fazendo, inclusive seus amigos. Surprise Trade, outra interação online, serve meio que como um Wonder Trade e é bem maneiro. Definitivamente um jogo bem mais legal de ser jogado constantemente online. Sem HMs e a necessidade de equipar itens como bicicleta ou vara de pescar, pois tudo é feito com rapidez e inteligência. Os modelos dos pokémon são muito bonitos. Curti o corte de pokémons, pois faz sentido não ter todos em uma região (como nunca teve) e não há um número maçante de capturas a serem feitas, além de que a gente pode valorizar mais os disponíveis. Algumas customizações de jogo ajudam bastante, como a possibilidade de usar os "casual controls", que deixam a jogabilidade parecida com Pokémon Let's Go.

    De ruim: a capa do jogo é horrível. Algumas texturas feias ou esquisitas. Campanha fácil e curta. O jogo explora muito mal os seus cenários e te manda toda hora pra um lugar novo. Elementos que sempre voltam continuam a voltar, como o Team Yell (re-skin de outro time qualquer da série). Achei que o jogo insiste em trazer os mesmos personagem a tona muito frequentemente, como o Hop, a professora e até os líderes de ginásio, que você enfrenta mais de uma vez. Monstros super fortes e sem indicativo fazem sentido pro mundo do jogo, mas pro jogo é bem esquisito. Não poder mexer a câmera em todo lugar é uma decepção, ainda mais que em muitas partes você tem que andar em direção à tela.

    No geral, Pokémon Shield foi uma boa experiência e ainda tenho uma vontade de jogar mais e completar a pokédex, mas como não tenha a intenção de ficar com o cartucho, não sei se faria sentido. Sobre a experiência, vale a pena jogar se você curte a série, quer um RPG casual e principalmente se curte o competitivo, que infelizmente não é o meu caso. Não foi dinheiro jogado fora, mas a sensação foi a mesma de jogar os últimos lançamentos da série: com bem menos empolgação. Sobre a série, tenho cada vez menos vontade de comprar as gerações que virão.

    Pokémon Shield

    Platform: Nintendo Switch
    91 Players
    25 Check-ins

    25
    • Micro picture
      bartd3 · over 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns excelente análise

    • Micro picture
      mutux · over 1 year ago · 2 pontos

      Quero ler essa análise depois

    • Micro picture
      dan8d · over 1 year ago · 2 pontos

      Gostei bastante da analise amigo, parabéns.
      Bem, vamos la, queria sua autorização para colocar sua publicação em uma revista digital que estou desenvolvendo aqui para o alvanista, ela é totalmente gratuita, estou fazendo para criar um portfólio e por um amor pessoal meu por revistas gamers kk
      Vou deixar o link do edição dois que fiz para você avaliar e ver se me libera a usar sua analise
      http://alvanista.com/dan8d/posts/3767105-revista-alvanista-002

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-11-21 19:30:19 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pokémon: Let's Go, Pikachu!

    Zerado dia 21/11/19

    Eu estava zerando um bocado de jogo em pouco tempo e cá estou eu, 2 semanas sem postar nada. O fato é que eu estou jogando uma coleção de jogos e resolvi postar apenas quando fechar todos os títulos nela inclusa, mas ao mesmo tempo eu nem estou achando a experiência muito legal, mas espero que seja minha próxima postagem.

    O fato é que Pokémon Sword e Shield foram lançados há pouquíssimo tempo e eu estava meio que não ligando muito pois a série parece sempre deixar a desejar mais e mais a cada lançamento. Como os jogos do Switch estão vindo a 300+ reais, eu venho deixando pra pegar esses jogos quando tiver sorte, pois dificilmente acho que qualquer um deles valha essa grana, e isso tem causado que muitos amigos e conhecidos, mais casuais inclusive, tem jogado tudo quanto é lançamento enquanto eu estou sempre meses atrás.

    No caso do Sword e Shield, não vou mentir, quase peguei o jogo em pré-lançamento semana passada quando visitei a Big Boy Games, mas felizmente me segurei e logo consigo um Shield bem mais barato.

    Eu fiquei num certo hype e isso contribuiu um bocado pra eu deixar o que tava jogando um pouco de lado e começar meu Pokémon Let's Go, Pikachu! (LGP) que estava aqui na estante há muitos meses, principalmente pela minha enorme vontade de terminar jogos que já iniciei no passado e perceber que além de que são muitos, alguns tem dado um bom trabalho.

    No caso de LGP, o meu hype nunca foi alto, nem mesmo quando todos compraram, jogavam e conversavam na época de seu lançamento. Eu sempre dizia que o fato de já ter me matado de jogar Kanto na adolescência seja quando comprei um Pokémon Yellow lá pra 2003, seja nas minhas voltas por lá em Pokémon Crystal, seja no Fire Red em emuladores anos depois.

    Cara, eu amo as primeiras gerações, mas já tinha dado daquele mapa, ginásios etc.

    Vi muita gente reclamando que não valia a pena, que o sistema de captura de Pokémon GO era chato e blá blá blá. O motivo de eu ter o jogo foi que foi a única oferta que consegui pelo meu Starlink de Switch na época e como eu gosto de jogar todas as gerações e tal, não poderia passar.

    Rever tudo com um visual bonito e moderno também contribuiu muito, e lá fui eu (re)começar a minha jornada uns 3 dias atrás. Comecei já pra ajudar a matar o verme de jogar Sword e Shield e já pensando em vender ou trocar o danado, que tava paradão e eu não coleciono jogos.

    Começando o jogo, já reparei como tudo é bonito, colorido e alegre. Sua apresentação é muito boa! E mesmo com um medinho da jogabilidade ser ruim e dos visuais acabarem sendo muito "smartphone", eu estava pronto pra revisitar todos aqueles lugares e vê-los em um formato 3D  bacana.

    Uma coisa que estranhei de início é que o jogo pede pra escolher seu estilo de jogo: um joycon, com os dois joycons acoplados ao portátil ou com aquele Pokébola. Escolhi apenas um joycon pela praticidade e deixar a outra mão para usar o celular ou sei lá.

    Bom, eu já adianto que o jogo é o mesmo de sempre, mas com algumas pequenas mudanças aqui e ali, inclusive na estória e com a adição de uns personagens extras aqui e ali (o que só deixou a trama muito melhor), facilidades a mais e que alguns tipos de Pokémon estão incluídos não apenas nos monstrinhos, como o Magnemite ser também tipo Steel, mas também em golpes, como o meu Blastoise ter o ataque Bite (tipo Dark). Essas coisas não existiam na primeira geração, mas foram adaptadas nas seguintes.

    Alguns itens também foram trocado de lugar, como o Silph Scope que agora deve ser conseguido em Celadon, no esconderijo dos Rockets, ao invés de ser pego em Lavender, onde você usa na torre dos fantasmas. Foi fácil encontrar tudo ainda assim graças as dicas da aventura mas essas pequenas mudanças deixaram as coisas mais interessantes e até deram uma renovada na exploração.

    A verdade é que agora cada cidade parece te faz ter mais motivos para conhecê-la e aprendê-la. Originalmente, eu lembro que algumas delas pareciam ser apena suma desculpa pra ginásio, como Cinnabar, por exemplo.

    O combate não mudou praticamente nada, apesar da adição de golpes que vieram depois, como os já mencionados acima e uns Flare Blitz da vida, além das Mega Evoluções estarem presentes também, mas isso foi algo apresentado apenas no final do jogo e eu basicamente nem usei.

    Já o combate contra pokémons do mato foi retirado completamente, e embora muita gente tenha torcido o nariz, essa foi uma das melhores evoluções na série em minha opinião. Eu odiava ficar parando, perdendo HP, gastando PP de golpes em troca de experiência quase zero.

    Em LGP, tocar num pokémon do mapa inicia a sequência de captura como no GO. Você pode escolher a bola a ser usada, pode usar berries para facilitar a captura etc. Quando estiver pronto, basta selecionar "Get ready" e movimentar seu controle como se estivesse lançando a bola. A intensidade e direção que você lançar conta!

    Tendo capturado, você, além de adquirir um novo monstrinho, consegue ainda experiência para seu grupo inteiro.

    Falando em experiência, eu nunca tive problema com isso, mesmo evitando todos os pokémons que já tinha. Eu capturava os que eu não tinha e lutava contra os treinadores e isso rendeu um time de nível 53 a 63 no final da Elite Four, que chegou até a ser fácil.

    E falando em facilidades, LGP é cheio delas, mas eu acabei achando bacana pra enrolar menos a jogatina e fechar logo a aventura, experienciando tudo e partindo pra parte de montar time competitivo etc. 

    Uma das facilitações é que não existe mais o PC nos Poké Center. Ao invés disso, você administra sua party e aqueles que estão fora dela de qualquer lugar, apenas abrindo o Menu e selecionando a opção de Party. Isso agilizou bastante a troca de pokémons fora das lutas ou mesmo ver algum deles fora da bola andando ao seu lado e ainda dá um trabalhinho de ficar trocando um pelo outro. No final das contas, adorei essa mudança também!

    Ainda sobre deixar o jogo mais fácil, tem uma coisa que não curti muito: seu time tem vantagens só pelo afeto ou coisa do tipo. O fato é que é comum que um monstrinho seu se livre de algum status ruim, como veneno ou paralisia, ou efetue um ataque super efetivo só porque sim. Isso eu realmente achei bem desnecessário.

    O seu Pikachu inicial (o que também vale pro Eevee na outra versão) é um pokémon super roubado de forte. Em determinados lugares, alguém te oferece a oportunidade de ensinar um golpe novo pro seu protagonista (achei 3 golpes desses). Cada ataque desse é novo e exclusivo, como um tal de Zippy Zap do Pikachu, que sempre ataca antes, tem 50 de força e sempre é crítico! Você leva o jogo quase inteiro com Zippy Zap.

    Mais tarde ainda houveram as possibilidades de aprender um do tipo Flying (que eu esqueci o nome, mas levou oponentes Grass e Fighting a torto e a direito) e um ataque Water, mas esse eu optei por não pegar.

    Sério, perto desse Pikachu, meus Blastoise, Charizard, Venusaur e Snorlax pareciam piada. Já vi gente recomendando jogar sem esses pokémons protagonistas e acredito que a ideia seja bem boa.

    Pra quem ainda joga ou jogou bastante Pokémon GO, o safári da cidade de Fuchsia foi substituído pelo Go Park, onde você pode conectar seu Switch com seu celular e transferir monstrinhos da geração para ele (o que ocasiona na perda deles no app do celular).

    Transferir seus pokémon faz com que eles fiquem em grandes campos interagindo e tal. É bem legal de ver aquilo, ainda mais porque muitos desses pokémons me deram trabalho de conseguir e acabaram meio que "criando histórias" bem singulares, como aqueles que tinham o CP mais alto ou aquele que tive que correr muito pra capturar ou aquele super raro que achei na sorte etc. Ver esses caras ali foi bem bacana, de verdade.

    Mas a melhor parte é que você pode capturar esses monstros no Go Park e adicioná-los à sua Pokédex. Foi graças à essa função que com 23 horas de jogo eu já tinha todos os primeiros 150 e a aventura terminada!

    Resumindo: Pokémon: Let's Go, Pikachu! foi bem mais divertido do que eu esperava. Uma mistura de nostalgia com modernidade muito bacana. Um jogo com apenas 150 (ou 151) monstrinhos mas que te ensina a conhecer cada um deles e respeitar a cada um ao invés de sair vomitando personagem novo sem parar. Depois de anos, foi muito legal revisitar essa região e seus personagens, sua estória (que é bem legal, por sinal) de uma maneira inovadora, mas respeitando os jogadores da época. Eu estou com muita dó de passar o jogo pra frente agora.

    De bom: visual bacana e carismático. Várias cutscenes. Modelos muito bonitos, como se fossem os do GO, mas ainda melhores. Jogabilidade muito simples. Possibilidade de jogar 2 players simultâneos com apenas um Switch (apesar que facilita ainda mais o jogo). Dificuldade boa, apesar de que algumas funções eu achei desnecessárias que são pra ajudar novos jogadores que entraram na franquia com GO, mas que poderia ter a possibilidade de desativar. Várias mecânicas bacanas que facilitam e agilizam o jogo, como o uso dos antigos HMs e menus rápidos. Conteúdo post-game. Não há Abilities nem a função de segurar itens, mas há Nature! Músicas sensacionais! Pokémons aparecem no mapa ao invés de encontros aleatórios.

    De ruim: pequenas mecânicas de auxílio facilitam desnecessariamente. jogar com apenas um joycon cansa a mão pelo seu tamanho e não poder usar o Pro é sacanagem. Não curti a volta das Megas, embora praticamente nem tenha visto no jogo. Depender de motion controls pra capturar pokémons as vezes é bem chato (principalmente quando eles vão pros lados ao invés de ficarem parados no centro da tela). Falta de um modo de batalha online contra aleatórios, ou mesmo troca. Sério, depender de achar uma pessoa disposta a jogar e criar uma sala com um código é bem tosco. Eu mesmo não conheço ninguém hoje em dia que não esteja jogando Sword e Shield e adoraria simplesmente clicar na e achar alguém e começar a porradaria. Sei que o grande foco aqui é o single player offline como na época, mas a falta das batalhas online encurtam demais a vida desse jogo.

    No geral, gostei de mais do que joguei e recomendo mesmo pra quem ama aquela geração e aquela época ou mesmo pra quem for iniciante na série ou quiser mais um jogo lindo pra jogar com a namorada ou o priminho. Gostei tanto que sinto que posso dar um tempo até ir pra oitava geração. Muito legal mesmo!

    Pokémon: Let's Go, Pikachu!

    Platform: Nintendo Switch
    208 Players
    27 Check-ins

    20
    • Micro picture
      xch_choram · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu não usei o Pikachu inicial e já achei o jogo ridiculamente facil, mas eu joguei quase metade dele em co-op que deixa bem mais fácil tbm.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-07-06 18:42:09 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Pokémon Quest

    Zerado dia 06/07/18

    Eita que eu to zerando devagar as coisas por aqui, mas como eu já disse antes, o foco tá sendo estudar e mudar um pouco a minha vida daqui pro ano que vem o mais rápido possível.Continuo acompanhando as notícias relacionadas a video games, olhando o Alvanista diariamente, comprando jogos e mesmo jogando quase toda noite.

    Basicamente a minha vida em relação a jogar ficou por conta desses jogos mais casuais que eu posso voltar sem compromisso, seja diariamente, 3 vezes por semana ou até menos. Fins de semana com jogatinas bacanas com amigos aqui e ali e bastante party games. Sábado passado (ou domingo) jogamos cada um de sua casa: Payday e Realm Royale e estamos pensando em começar o primeiro Magicka. Já aqui em casa só o Switch está tendo vez com Fortnite e Pokémon Quest. E que jogos viciantes!

    O Pokémon eu tenho jogado com alguma frequência desde seu lançamento na época da E3. O jogo é um free-to-play bem digno de coisa de celular e que saiu cerca de um mês antes pra Switch. No dia de seu lançamento, não achei a ideia muito interessante, mas assim que comecei, só fui parar tarde da noite e progredindo muito bem! Acredito que no dia seguinte eu já estava com uns 4 mil de pontos de força, que explicarei mais a frente, e estava me achando o fodão, mas logo vi pessoas em grupos do Facebook postando 11mil na manhã seguinte! Não tem cash que justifique esse vício!

    O gameplay de PQ é o mais simples possível: você escolhe uma fase, que mostra o poder recomendado para ser jogada e manda seu time de 3 pokémon para a luta. Os pokémon, já no estágio, andam sozinhos em direção às ondas dos inimigos. Os ataques normais são dados automaticamente, tipo socos e chutes e afins, enquanto os especiais você pode configurar para serem auto ou pra você os usar quando desejar (o que geralmente é a melhor opção para vender).

    Vencida uma onda de inimigos, seu time anda para a próxima e assim por diante até chegar no chefe da fase: um pokémon grandalhão e mais forte. Se seu HP ainda estiver bem e seus ataques forem fortes, você poderá vencê-lo, ganhar bônus, XP e abrir o próximo estágio.

    Como você já deve imaginar, nem tudo são flores. Primeiro que as próximas fases vão saltando a dificuldade. De 200 para 400. De 400 para 600. Lá pra frente, os saltos são maiores, com diferenças de 2000 ou mais entre uma fase e outra. A força do seu time é calculada somando os ataques e HP dos três membros "equipados".

    O segundo problema é que conseguir pokémon é um saco! Você tem um acampamento com uma panela e põe ingredientes que você consegue aleatoriamente derrotando inimigos. Feita a mistura desejada, o preparo da refeição demorará algo entre 3 e 5 batalhas, ou seja, você deve sair em missões quaisquer para cumprir a meta de preparo. Após o número necessário de batalhas vencidas e/ou perdidas, a comida estará pronta e o aroma irá atrair um pokémon aleatório relacionado à mistura. As receitas podem ser encontradas online e classificam os resultados assim:

    -Atrair pokémons vermelhos;

    -Atrair pokémons amarelos;

    -Atrair pokémons de planta etc.

    As vantagens de fazer a comida olhando as receitas? Conseguir um pokémon do tipo desejado (já que cada mundo dá bônus de poder pra certo tipo, como fogo em um, elétrico em outro). Receitas melhores levam mais tempo, normalmente.

    A demora de preparo é complicada. Pode vir um pokémon inútil, abaixo do esperado e, há o fator F2P: você tem uma bateria de 5 cargas quando abre o jogo, o que quer dizer que você só pode fazer 5 batalhas até esgotarem as suas partidas (a bateria enche uma carga automaticamente a cada 30 minutos). As vezes você prepara a refeição mas nem vai poder fazer as batalhas necessárias por agora, pois estará sem bateria.

    Por outro lado, a cada 22 horas o jogo te dá 50 créditos, que você poderá usar para encher completamente suas baterias (pagando 25) ou mesmo comprar ornamentos para o acampamento onde fica a sua panela e todos os pokémon que você possuir.

    Há várias vantagens em patrocinar o jogo: múltiplas panelas ao invés de apenas uma, o que multiplicará a sua evolução em Pokémon Quest, créditos para encher sua bateria, comprar móveis ou mesmo pagar para terminar instantaneamente o preparo de alguma refeição. Além disso, você começa na frente já com um Snorlax e um Lapras no seu time.

    Os pokémon que você usar em batalha, ganham experiência e evoluem em níveis fixos (incluindo aqueles que normalmente evoluiriam por troca ou pedra) e ficam mais fortes! Por outro lado, é possível usar monstros que você achar desnecessários para treinar outros (perdendo os desnecessários no processo). O treinamento dará experiência ao "pokémon destino" de acordo com seu tipo e nível (um Pikachu nível 40 daria mais experiência para um Magnemite nível 50 que um Grimer nível 15, claro). 

    Se experiência não estiver sendo um problema, você ainda poderá usar pokémons dessa forma para tentar mudar um ataque de um outro. Eu mesmo tinha um Slowpoke de nível alto que só tinha Growl, então fui "sacrificar" outros para trocar esse golpe para algo que desse dano. Assim como usar um para o outro ganhar níveis, trocar ataques varia de acordo com os pokémon oferecidos e quanto mais fortes, maior a porcentagem de chance de trocar para um outro ataque aleatório.

    Você também ganha blocos de ataque e HP para gerenciar a equipar nos pokémons para dar um boost nos status (é importante voltar ao inventário e equipar sempre que conseguir algo melhor).

    A ideia do jogo é simples e viciante até certo ponto. De uns 10 mundos, a dificuldade vem aqui ou ali, mas lá pro 8 e 9 eu comecei a ter sérias dificuldades (vários mundos ficam disponíveis de uma vez e as vezes você avança mais no 7, por exemplo e não consegue passar, enquanto avançou pouco no 8 e as fases estão em nível menor).

    A diferença de poder das fases começa a pular demais e logo você se vê tentando e falhando em estágios de milhares de pontos de diferença (sendo que mil pontos já fazem muita diferença).

    Fica óbvio depois que o jogo é um super F2P e que ou você mantem a paciência e conta com a sorte ou paga. No meu caso, escolhi a primeira opção, mas sem muita sorte e fazendo umas coisas erradas. No penúltimo mundo, a vantagem é para o tipo elétrico, que eu não possuía e tive dificuldades em fazer as receitas desse tipo por falta de um ingrediente meio raro, que devo ter gastado fazendo as receitas aleatórias. Passei vários dias jogando em fases facílimas para conseguir mais do ingrediente necessário e ganhando um pouco de nível e quando eu estava mais desanimado, passei do chefe que estava preso e ainda matei o último, mesmo estando 6 mil pontos abaixo!

    Resumindo: Pokémon Quest é um jogo bacana e que vicia muito no início, mas que cai na monotonia da lentidão e repetição de qualquer free-to-play (felizmente, próximo ao final). Mas por ser gratuito, é uma experiência muito bacana, dentro do possível. A palavra que mais traduz esse jogo, para quem não quiser pagar, é gerenciamento. Você tem 5 batalhas pra fazer e 50 créditos. Você vai tentar aquela fase novamente? Vai jogar outras antigas e farmar materiais? Vai usar os ingredientes pra esse tipo de pokémon ou vai guardar esse tipo de material? Vai usar esse pokémon esquecido pra fortalecer esse aqui e acelerar logo o crescimento dele ou vai guardá-lo pro caso de ser necessário ou evoluí-lo? Vai usar essa melhora de HP nesse fortão ou no mais fraco? Sacrificar esse pra dar XP ou tentar trocar um ataque? Economizar os créditos pra comprar enfeites que darão bônus em troca de uma jogatina de 10 minutos por vários dias ou gastar logo uma parte para continuar jogando por 2x ou 3xdo tempo normal todo dia?

    De bom: simples e te deixa sempre ciente de onde está eventuais problemas. Gosto e não gosto do visual estilo Crossy Road. Apenas os 150 primeiros pokémon, deixando assim a quantidade perfeita de conteúdo para explorar. Para quem gosta de colecionar, você pode ir atrás de ter todos na pokedéx. Pra quem gostou ou achou fácil, há fases adicionais depois de terminar a aventura principal.

    De ruim: repetitivo e limitado. Dificuldade salta bastante a cada fase perto do fim. Necessidade de ganhar níveis exagerada. Progresso lento.

    No geral, foi bacana jogar no Switch por umas 2 ou 3 semanas (ainda nem vi por quantas horas), ainda que perto do final o meu ritmo caiu  bastante e eu só vinha jogando a cada 3 dias. Com a versão do celular, acredito que as coisas fiquem bem mais interessantes, pra dizer a verdade. A possibilidade de dar a jogada do dia casualmente em qualquer lugar deixa a experiência mais interessante que no console, sem dúvidas. Gosta de pokémon e jogo casual e de colecionável, pode baixar!

    Pokémon Quest

    Platform: Nintendo Switch
    65 Players
    32 Check-ins

    25
    • Micro picture
      mattfenrir · over 2 years ago · 2 pontos

      Que dahora! Mas se tiver qualquer pokémon da 7ª geração eu já não vou reconhecer nada.

  • 2018-05-16 07:58:48 -0300 Thumb picture
    Post by themarineplayer: <p>Se o pokémon que eu capturei em Y ou AlphaSapphi

    Se o pokémon que eu capturei em Y ou AlphaSapphire estiver com "???" na DEX isso significa que lá em Pokémon Sun (não é a versão ultra) o Pokémon NÃO estará disponível?

    É isso mesmo? Porque parece ser bem escroto ter que capturar tudo de novo ou ficar vendendo a alma nos Trades da vida

    Pokémon Sun

    Platform: Nintendo 3DS
    423 Players
    280 Check-ins

    2
  • anduzerandu Anderson Alves
    2018-03-11 16:20:53 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Drill Dozer

    Zerado dia 09/03/18

    Semana passada eu estava em casa sem fazer nada e resolvi ligar meu GBA só pra passar o tempo com alguma coisa do flashcard que comprei de um amigo (junto com o portátil) e praticamente nunca usei. Ele passou um bocado de jogos traduzidos em português e basicamente só coisas que já cansei de jogar e zerar, com algumas exceções, basicamente coisas que eu não conheço. Um desses jogos, Drill Dozer, sempre me chamava atenção quando eu ligava o Game Boy, justamente pelo nome, que em parecia meio genérico.

    A verdade é que eu confundi esse nome Mr. Driller, outro jogo que nunca joguei por falta de interesse, mas já ouvi gente falando bem. E foi justamente por ver alguém falando bem que eu resolvi experimentar.

    Quando inicio Drill Dozer, aparece na tela a logo da GAMEFREAK. What?!?!?!?

    Fui rapidamente ao Google pra descobrir que confundi os nomes. Aproveitei e fui dar uma olhada nos seus títulos pra ver se eu não estava deixando mais nada passar que não fosse Pokémon. Aparentemente eu só ignorei esse jogo mesmo.

    Quanto ao jogo em si: pura nostalgia! 

    Definitivamente, se você viveu, assim como eu na época do GBA ou seus emuladores, com aqueles gráficos e músicas e revistas com aquelas cores dos portátil, Drill Dozer é uma experiência obrigatória, sobretudo se você jogava Ruby/Sapphire/Emerald/FireRed/LeafGreen.

    Além de remeter àquela época e seus jogos incríveis, DD traz uma jogabilidade totalmente original, com personagens diferentes, cenários tematizados, várias mecânicas, um enredo bacana e chefões super legais.

    O plot gira em torno de um pequeno grupo de ladrões em busca de riquezas contra outra organização atrás das mesmas coisas. O que você tem? Um robô com uma broca para destruir obstáculos e inimigos em cenários 2D (sidescroller).

    O gameplay em si é meio repetitivo e linear. Você anda e mata inimigos que aparecem de veeeeeeez em quando. As vezes há uma bifurcação no caminho e uma delas termina em algum obstáculo que não se pode passar. Siga o outro caminho até conseguir um upgrade, para então voltar no outro caminho bloqueado e prosseguir.

    Cada fase segue a lógica metroidvania e conta sempre com dois upgrades de broca, que te deixam mais forte e abrem mais caminhos. Mas vale a pena repetir que cada estágio é bem linear, então você VAI PEGAR SEMPRE essas coisas e na mesma ordem.

    Backtracking é algo incomum e desnecessário, sendo que você acaba explorando o cenário quase que 100% naturalmente.

    Existem caminhos alternativos para achar tesouros secretos para a sua coleção pelas fases, mas basta sair do caminho óbvio (quando existe a possibilidade) ou são caminhos bloqueados por obstáculos que só podem ser destruídos por upgrades opcionais que compramos na loja.

    A jogabilidade é a chave desse jogo. Você usa o R para girar a broca e o L para girá-la para o lado oposto.

    Quando você aciona a furadeira, uma barra enche e esvazia em seguida, como indicativo de quanto tempo o seu ataque fica ativo. Enquanto a broca estiver ativa, você tem que esperar ela desligar para poder mudar de direção, andar normalmente ou pular.

    Conforme você adquire novos upgrades em cada fase, você poderá aumentar a potência da furadeira quando atacar. Por exemplo, ao acionar a broca, assim que a barra estiver chegando final, um indicativo aparecerá para você apertar o botão dentro de um curto tempo e se fizer certo, sua força será maior e obstáculos mais fortes poderão de destruídos. No nível 3, a furadeira se mantém ativa até que você solte o botão.

    O controle da furadeira e seus níveis é ago obrigatório para matar chefes rapidamente e avançar nos estágios.

    Resumindo: Drill Dozer é um jogo bacana e com uma proposta diferente e que me remeteu muito a época do GBA e até me fez perceber de como eu sinto saudades daqueles tempos, que eu jogava muito mais em emuladores. A aventura é simples e fácil na maior parte do tempo, além de curta, o que só dá mais motivos para jogá-lo. Eu nunca havia jogado DD e acredito que ele não envelheceu absolutamente nada. Além disso, aparentemente ele vinha com a função  de vibrar com o uso da furadeira, algo que muito infelizmente eu não pude experimentar.

    De bom: visual, personagens e trilha sonora típicos da época e da Gamefreak, e que farão você se lembrar de como era boa a época que o GBA era o máximo que você conseguia num portátil. Enredo bacana. Chefes muito divertidos e regulares (basicamente todas as fases tem). Fator replay bom também pra quem quiser mais, com upgrades opcionais a serem comprados e áreas a serem acessadas com eles, assim como fases extras que podem ser compradas. Mecânicas e novos jeitos de usar a furadeira diferentes em cada fase.

    De ruim: o jogo é meio linear e fica repetitivo com o tempo. Apertar tanto L e R cansa muito as mãos, principalmente no Game Boy Micro (assim que troquei pro GBA SP, ficou 10 mil vezes melhor). As fases se estendem um pouco demais as vezes, mas ao menos há a opção de salvar ou entrar no modo sleep quando quiser.

    No geral, gostei bastante da experiência e recomendaria. Só acho que a jogabilidade de pende um pouco demais da pegada do console, então o ideal seria jogar a versão do eshop do Wii U ou emular no PSP. Pra quem é fã de Pokémon e da Gamefreak, é um jogo obrigatório (diferentemente de Harmoknight e Tembo)! Incrível como eu demorei tanto para conhecer/jogar.

    Drill Dozer

    Platform: Gameboy Advance
    201 Players
    13 Check-ins

    8
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-29 00:13:07 -0300 Thumb picture
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-16 15:24:17 -0300 Thumb picture

    Pokémon é muito . . . BOM!

    Não sei se eu deveria criar uma page só pra postar esse tipo de coisa..

    E também não sei se isso está violando alguma coisa nesta comunidade.

    Pokemon Black Version 2

    Platform: Nintendo DS
    2336 Players
    289 Check-ins

    20
    • Micro picture
      marviiu · almost 4 years ago · 3 pontos

      Marque a postagem como NFSW

      4 replies
    • Micro picture
      jongamezon · almost 4 years ago · 2 pontos

      assim é muito rsrs

      1 reply
    • Micro picture
      wildwolf · almost 4 years ago · 2 pontos

      FILHA DA MÃE, EU TÔ NO ESTÁGIO! :v

      Agora falando sério, se só tivesse a Roxie na imagem até daria para postar sem problema. Como tem um conteúdo um pouco mais pesado eu já não sei, mas já que não tem nenhum órgão aí talvez não seja necessario colocar NSFW.

      1 reply
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-13 14:48:21 -0300 Thumb picture
    37
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-05 18:31:20 -0300 Thumb picture
    26
  • lendaryo Solivan Martins
    2017-08-02 15:49:35 -0300 Thumb picture

Load more updates

Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...