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    Almanaque RPGeiro - Edição Game Boy Advance Vol. 3

    Medium 3921021 featured image

    E vamos de Almanaque RPGeiro. Edição Game Boy Advance Vol. 3

    Nesse episódio iremos falar sobre dois jogos:

    - Breath Of Fire II

    - Broken Circle

    Vocês conhecem ou já jogaram?

    Comenta aí!

    Breath of Fire II

    Platform: Gameboy Advance
    487 Players
    27 Check-ins

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      manoelnsn · 3 months ago · 2 pontos

      Breath of fire 2 é muito legal. Já esse outro eu nunca ouvi falar

      1 reply
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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Essa versão de GBA de BoF parece top hein, especialmente com a adição de mais XP e dinheiro.

  • 2022-06-08 20:19:44 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-23 18:29:30 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Wario Land 4

    Zerado dia 23/05/22

    Esse jogo não estava na minha lista de urgências, mas acabei furando a fila para jogá-lo pois realmente estava precisando de algo de plataforma mais simples. Fora isso, Wario Land 4 é mítico (pelo menos para mim)! Eu me lembro de ver sua capa em tudo quanto era revista da Nintendo quando era moleque de uma forma que ele ficou gravado no meu cérebro! Chega a ser bizarro como um título tão grande de GBA ainda não tinha sido jogado por mim.

    A verdade é que a intenção de o terminar é bem antiga. Antiga a ponto de me fazer ir atrás dos jogos anteriores e comecei pelo Super Mario Land 2, depois o primeiro Wario Land. Desde então fui dando pausas entre eles pois eram todos jogos de Game Boy um tanto parecidos e não queria confundir as coisas (não funcionou muito bem). Quando via, havia passado um ano ou mais entre os dois últimos jogados!

    Terminando aqueles do Game Boy, acabei dando um espaço maior antes de ir pro quarto da franquia no GBA. De repente fui esquecendo e... lá se foram 6 anos. Esse negócio de registrar os jogos com datas te faz perceber como o tempo voa, que loucura!

    Mas poxa, pensando bem os jogos do Wario são parte continua da minha vida todos os anos já que sempre estou jogando algo dele, nem que sejam os WarioWares da vida. Terminei tanta coisa e esqueci de iniciar o que poderia ser de fato a sua maior e melhor aventura. WL4 tinha tudo para ser incrível!

    Iniciei o jogo e percebi uma coisa na tela título, além das animações e visuais tão bonitos que pareciam querer mostrar o poderio do então novo portátil Nintendo, a data: 2001. Jesus, 2001 eu estava assistindo muito Pokémon e Digimon, tinha 11 anos, estava entrando no ensino fundamental e nem sonhava em ter sequer um Game Boy Color e esse jogo já existia enquanto eu me dava por gente, haha! Só demorei quase 20 anos para o jogar.

    A campanha se abre com aquele enredo típico dos jogos dele, com o personagem indo atrás de tesouros numa pirâmide e tal. As coisas são muito bem animadas e coloridas, como já mencionei. Há até sons de vozes inclusive na música. Bacana!

    Logo você estará dentro da pirâmide e fará um estágio te ensinando a jogar. Eu achei que soubesse jogar Wario Land, mas parece que estava enganado, ou ao menos adicionaram comandos novos a ponto de ter me parecido um pouco demais de início. Você ainda controla o personagem e pula obstáculos como nos jogos do Mario e ainda é possível dar a clássica "ombrada" com ele, o que não só o faz correr um pouco mais rápido como ainda bate nos inimigos. A "bundada" também está inclusa.

    Em seguida me foram apresentados comandos de interação com o cenário, como segurar para baixo no d-pad em rampas te faz deslizar, virar bola e até destruir obstáculos pequenos por entre vãos. Com a adição dos novos botões do portátil, L e R, é possível correr em alta velocidade e quebrar obstáculos mais duros na sua frente, desde que haja espaço para a corrida.

    Após terminar os estágios de tutorial, pude escolher entre 4 "mundos" distintos para visitar. Eles são os mundos principais da campanha e cada um conta com cerca de 4 estágios mais um chefe no final: Emerald (verde), Ruby (vermelho), Topaz (amarelo) e Sapphire (azul). Há ainda um "mundo" inicial e um final.

    Como na tela de seleção desses mundos os mais próximos do início são o verde e o azul, optei por começar pelo Sapphire e resolvi deixar os dois do lado de cima por último, até porque vermelho costuma representar perigo e dificuldade. Sei lá, fui nessa lógica.

    E eu tive dificuldades nessas primeiras fases. Caraca, me acostumando com a jogabilidade e desafios, muita exploração das fases e muitos caminhos e puzzles. Um tanto tenso.

    Quando terminei o mundo e fui para o seguinte, o Emerald, percebi como deveria ter começado por lá pois as fases são ridiculamente simples e lineares. Os coletáveis ficam bem na cara e chega a parecer aquele típico primeiro mundo dos Kirbys clássicos.

    Navegando pelas fases fui atacado por inimigos e me lembrei de uma mecânica dessa série que é justamente desenvolver habilidades ao interagir com certas criaturas. Na imagem acima temos a clássica picada de abelha, que incha o corpo do Wario como balão e o faz voar até encostar em algum teto.

    É muito comum adquirir um poder temporário desses só para alcançar um item como diamantes que só servem para te dar mais dinheiro. As vezes você ainda terá que usar de suas habilidades com esses poderes para alcançar essas coisas e é comum falhar, pegar novamente o poder, falhar novamente e assim consecutivamente, mas felizmente essas ações são bem rápidas e esses inimigos sequer diminuem seus pontos de vida.

    Há várias habilidades pela campanha e muitas vezes elas serão de uso opcional, mas no final da aventura elas acabam sendo usadas de diversas formas, inclusive de forma obrigatória.

    Como em todas as aventuras dos Warios de Game Boy, seu objetivo nas fases é sempre meio diferente e até inusitado. Ao invés de simplesmente chegar à uma "linha de chegada", aqui você explora os cenários em busca de uma estátua de sapo. Pule sobre ela e você terá um tempo para correr de volta ao início daquele estágio.

    As coisas se complicam ainda mais com a existência de itens que podem ser ignorados ou não encontrados, mas que acabam sendo obrigatórios:

    -Quatro baús dourados com 1/4 de uma pedra em todas as fases. Essas peças completas servem para abrir a fase do chefe no final daquele mundo;

    -Um "pássaro-chave" que serve para abrir a próxima fase.

    Apesar de ser tranquilo achar essas coisas, houveram dois momentos que fiquei devendo partes da pedra e tive que refazer as fases.

    O meu maior medo nesse jogo era justamente esse: terminar a fase sem achar todas as coisas obrigatórias para prosseguir na história e ter que refazer estágios. Primeiro que  você nunca sabe quando poderá pegar essas coisas já que algumas aparecem conforme você avança na fase, naturalmente enquanto outras só dependem que você ache uma porta ou use uma habilidade num lugar específico e podem passar despercebidas com facilidade. 

    Em segundo lugar, aparentemente o indicador das peças coletadas as marca em qualquer ordem ou seja, você tem um círculo dividido em quatro partes mas muitas vezes a primeira peça marcada pode ser, sei lá, a terceira da ordem.

    O pior de tudo é que assim que você aciona o sapo para iniciar a sequência de finalização da fase, blocos com a marca dele desaparecem e onde haviam apenas marca, aparecem blocos. Isso quer dizer que novas áreas serão disponibilizadas e outras serão trancadas. E o medo de não poder mais pegar algo?

    Essa sequência final de voltar ao início da fase é ainda feita num contador de tempo. CORRA! Os estágios são longos e com muitas "telas", além de que as vezes você vai precisar fazer algo como pegar uma habilidade para passar por algum obstáculo.

    Terminando as fases, é hora do chefe. Os chefes são bem legais e até me lembram um pouco os de Yoshi's Island por algum motivo. A maior dificuldade que tive foi descobrir como derrotar cada um deles, pois você sempre tem que fazer algo antes de conseguir reduzir seu HP. Há ainda tempo para vencer a luta. Puts, tudo nesse jogo é com base em tempo e ataques de ansiedade.

    Se por acaso estiver muito desafiador, é possível usar das moedas coletadas na aventura para jogar minigames e ganhar medalhas que podem ser trocadas por itens especiais. Eu só cheguei a comprar um (o mais caro) pois os minigames são meio difíceis e demoram um tempo, mas a coisa que comprei gerou um dragão no início da luta do chefe que tirou muito de sua vida!

    Resumindo: Wario Land 4 é um jogo legal, mas acho que esperava um pouco mais até por ser um título tão bem avaliado. O primeiro mundo para mim foi meio esquisito, mas aprendi a gostar mais logo me seguida até o ponto de realmente o valorizar e me divertir. Ainda assim, não sei se o jogaria novamente e definitivamente a série WL não é para mim. Também recomendaria jogar apenas um ou outro dessa franquia e esse aqui deve ser o definitivo!

    De bom: visuais muito bonitos e coloridos. Ótimas animações. Jogabilidade fluída e tudo lembra muito Metroid Fusion. Nível de desafio justo. Dois níveis de dificuldade. Gostei dos chefes e alguns estágios são muito bacanas. Os créditos são muito legais e dão uma baita saudade daquela época vendo o Wario abrindo uma caixa cheia de GBAs roxos.

    De ruim: odeio a coisa de trabalhar sobre a pressão do relógio, e isso acontece o tempo todo nesse jogo. Existe a possibilidade de você ter que refazer estágios por falta de um item mais escondido para poder seguir com a campanha e alguns deles são bem chatos. O jogo é sensacional, mas a trilha sonora não é muito empolgante e até meio deprê as vezes (imagine se você colocasse uma trilha triste em todo Super Mario World e essa seria a sensação). Não vi motivo para replay.

    No geral, jogo muito legal apesar dos apesares. Agora é pensar em jogar futuramente o Wario World e o Shake It. Sobre Wario Land 4, é um jogo bacana, funcional e muito bem polido, mas não dá para ir com as expectativas de ser o melhor platformer do mundo. Bacana!

    Wario Land 4

    Platform: Gameboy Advance
    459 Players
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      bobramber · 4 months ago · 2 pontos

      Se fosse fã do Sonic teria começado pela Emerald

      1 reply
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      eikesaur · about 2 months ago · 2 pontos

      Acho esse game visualmente muito lindo!

  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-05-17 01:54:08 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: One Piece

    Zerado dia 17/05/22

    No início de 2007 eu estava andando na rua e resolvi passar na banca para gastar o pouco de dinheiro que eu tinha começando alguma nova coleção. Eu sempre curti muito gibis e afins (não muito HQs de super heróis).

    Chegando lá havia um pacote com dois mangás de One Piece por um preço bem chamativo. Resolvi comprar e ler, mesmo sendo os volumes 47 e 48 da Editora Conrad (volume 24 atualmente na Panini). Sim, eu pulei uma grande parte da história e só deus sabe o que eu tinha na cabeça. Resultado: eu ADOREI. A arte era lindíssima e a atenção aos detalhes. E os personagens? Sensacional! Eu não entendia nada do que eles estavam falando dos eventos recentes, mas eu precisava saber comprando o restante! Eu ainda contava que teria que comprar mais 46 volumes anteriores, mas a verdade é que haviam mais volumes depois dos que eu tinha comprado e que eles não era os últimos lançados.

    Fui comprando os volumes como os achasse e ainda os lia. Era uma loucura! Por exemplo: eu tinha o 47 e 48. Na semana seguinte comprava o 15 e depois o 11. Depois o 1 e o 2. Eu fiz uma bagunça mas eu não conseguia parar de ler. Amo tanto esse mangá que parti depois pro anime para ver como era e recapitular o enredo. Infelizmente o anime era horrível. Tá, horrível é exagero e até maldade, mas a adaptação não chegava aos pés do belo e carismático mangá e para ferrar, caso você veja a versão da 4Kids ou jogue os muitos jogos que são justamente baseados nessa versão americana, muita coisa foi mudada ou censurada. E tenso!

    Nessa época de 2007 eu ainda estagiava e emulava GBA quando podia pois 4 horas de "trabalho" pareciam uma eternidade. Já mencionei nos meus posts que eu zerei muita coisa da plataforma por lá, assim como experimentei e conheci outras, inclusive One Piece. Uma alegria descobrir que tinha jogo da minha adorada obra!

    Não fui muito longe até abandonar o jogo e voltar para algo mais Nintendo. Em OP, você controla o famoso "pirata que estica" por fases sidescroller metendo a porrada nos inimigos e evitando muitos buracos e armadilhas nos segmentos de plataforma.

    A jogabilidade era meio repetitiva e os estágios meio confusos com diversos caminhos e objetivos meio vagos. Era simples demais mas com complicações opcionais que me deixavam com a pulga atrás da orelha. Ah, eu já conhecia o enredo e não precisava rever aquilo por meio de estágios que alongavam cada história de cada arco do mangá. Deixei para lá.

    E não é que lembrei desse OP recentemente? Nunca adicionei o jogo à lista de prioridades! Na verdade só lembrei mesmo pois ia passar uns jogos pros emuladores no PSP e resolvi baixar logo um bocado (senão todos) os títulos que planejo jogar de GBA.

    Não me aguentei e fui logo jogar mesmo já estando jogando algo longo aqui na TV.

    Abrindo o título no emulador, vem aquelas logomarcas do pessoal que fez e distribuiu o jogo. Eu esperava ver o nome Ganbarion, que fez outros OP no DS e até o ótimo Jump Ultimate Stars, pelo estilo de arte dos sprites, mas apareceu foi dessa Dimps. Humm.

    Logo há uma cutscene mostrando os protagonistas com seus nomes: Luffy, Zolo....ZOLO? Pois é...Zolo, Nami, Usopp, Sanji. É isso. O jogo é de 2004 ou 2005 e aparentemente o anime estava um bocado atrasado ou a ideia era de realmente contar a história do início (mais provável) e até criar sequências, quem sabe, pois a aventura acontece desde o início da obra e vai até Rogue Town.

    Para quem conhece One Piece, meus mangás iniciais era do início de Skypiea e o mangá japonês aparentemente estava no final de Thriller Bark ou início de Sabaody.

    Bom, sobre o jogo, ele é bem como eu me lembrava: parece aquele Dragon Ball da mesma plataforma e você sai por aí batendo num bocado de oponentes e pulando plataformas. É mesmo bem simples.

    Parte da culpa disso é a limitação de botões do GBA: há um botão para socar (adicione mais umas coisinhas segurando para cima ou baixo no d-pad) e um de pular. Aperte A + B e o Luffy usará um ataque especial que causa bastante dano desde que você tenha enchido as barrinhas batendo nos inimigos.

    O botão L troca o personagem que usará o golpe especial então, por exemplo, é possível trocar do ícone do Luffy para o do ZOLO e ele será sumonado para atacar em seu lugar. Infelizmente os companheiros do protagonista só tem essa utilidade e não são jogáveis. O botão R é usado para agarrar em partes do cenário e se lançar para a direção oposta.

    Vale dizer que você tem que recrutar aquele personagem para o bando para poder usá-lo e mesmo assim você tem que encontrá-lo em cada fase para usá-lo por lá. Acho que foi uma tentativa bizarra de te fazer explorar mais.

    Os estágios te dão liberdade de ir e vir a vontade de uma tela para outra, sendo que muitas delas tem diversas saídas. Algumas dessas saídas se encontram coisas meio bestas como itens pequenos de cura. Sabe aquela sensação de perder tempo ou HP para um item inútil?

    As vezes há itens colecionáveis, um personagem do seu bando para adicionar à lista de golpes especiais ou mesmo itens obrigatórios para abrir uma porta necessária. Eu cheguei a encontrar personagens algumas vezes que me impediam de seguir, provavelmente sendo necessário encontrar alguma coisa e levar para eles, mas não fica claro o que fazer.

    O jogo conta com 6 mundos: Base da Marinha, Orange Town, Syrup Town, Baratie, Arlong Park e Rogue Town.

    Todos os mundos tem 3 estágios, sendo que o primeiro tem como objetivo apenas chegar até a bandeira pirata no final. O segundo tem um chefe no fim. O terceiro é apenas o chefão daquele arco.

    Para quem conhece, dá para ter uma noção de quem você vai enfrentar nessas batalhas. Como em Syrup onde enfrentamos o Django no final da segunda fase e o Capitão Kuro na terceira.

    Ao decorrer das fases o enredo original é contato de forma rasa inclusive por participação de outros personagens que aparecem apenas para um diálogo ou outro antes de saírem de cena. Aqui o melhor exemplo é a fase inicial que é justamente como o início de OP: no primeiro estágio você anda pela cidade batendo nos bandidos. Na segunda você está andando na base da marinha e encontra o Zoro na cruz e depois a menininha que levava bolinhos de arroz para ele escondido e o chefe é o Helmeppo, filho do capitão da Marinha. A última fase do mundo é a batalha contra o Morgan Mão de Machado e o vencendo você ganha sua estátua para sua coleção, que é meio que como achievments do jogo.

    Até então era tudo bem tranquilo, mas o segundo mundo me matou bastante com armadilhas sem vergonha e buracos inesperados com morte instantânea. O segundo chefe foi bizarramente difícil! Provavelmente foram os momentos mais difíceis de toda a aventura.

    Termine um estágio e você ganha pontos pela quantidade de cada tipo de inimigo eliminado. Esses pontos fazem valer a pena bater na galera toda ao invés de simplesmente sair correndo já que ao chegar em determinados números você fortalece seus golpes, aumenta sua barra de vida etc.

    Achar todas as medalhas de cada fase é quase que obrigatório para quem curte fazer 100%, até porque cada estágio tem um marcador do que você achou ou não. Muitas dessas coisas estarão com aqueles personagens que bloqueiam sua passagem, caminhos alternativos e os baús fechados pelos cenários. Talvez seja uma boa ideia voltar mais forte e com mais companheiros.

    O finalzinho da aventura foi o momento com mais diversidade fora os chefes e o último mundo foi bem difícil e frustrante. Cheguei a usar um savestate em cada tela nova pois embora os continues sejam infinitos, perder todas as vidas significa voltar ao início das fases. Algumas delas são bem longas e essas estavam bem difíceis e até injustas.

    Resumindo: One Piece de GBA é um jogo ok e até uma boa forma de reviver esses primeiros arcos de OP, mas sinto que é um jogo para fãs da série mesmo, como a maioria de jogos de animes/mangás são mesmo. Sinto que jogar isso sem conhecer nada não faz o menor sentido até porque mesmo conhecendo é um jogo bem mais ou menos e com poucos momentos realmente divertidos.

    De bom: visuais e animações bonitos. Algumas músicas são legais. Várias mecânicas de movimentação e interação. Muita fidelidade à obra sobretudo no design dos personagens. Jogabilidade simples. Chefes legais, assim como a forma que contam as histórias.

    De ruim: repetitivo e frustrante as vezes. Arcos muito antigos e um jogo muito desatualizado, triste destino de jogos da franquia até terminar a obra. Queria poder jogar com os demais membros da tripulação. A batalha contra Buggy, o Palhaço, que deveria ser fácil acabou sendo provavelmente a mais difícil de toda a aventura. Gameplay meio travado em relação aos combates. Capa do jogo não é original e adaptaram aquela dos jogos de console de mesa para a do GBA, além de ser uma arte feia baseada no anime.

    No geral, foi bem terminar um jogo que comecei há 15 anos atrás! Ele mesmo estará fazendo 20 anos em breve. Apesar de eu lembrar pouco dele, há um sentimento nostálgico e sempre bate uma saudade dessa época do GBA. Infelizmente é quase impossível replicar o sentimento de jogar essas coisas naquela época hoje em dia. Sobre o One Piece de GBA, não vale a pena jogar. Não que seja necessariamente ruim, mas não adiciona nada ao universo OP e é muito simples e as vezes só irrita mesmo. Melhor deixar para lá.

    One Piece

    Platform: Gameboy Advance
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      denis_lisboadosreis · 4 months ago · 3 pontos

      O que desagradou na versão anime?

      8 replies
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      chandekosan · 4 months ago · 2 pontos

      Joguei este jogo há uns anos atrás, lembro de ter adorado. O fato de acompanhar a série há 16 anos contribui um pouco tb.

      1 reply
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