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    Post by drikaza: <p>Comecei a jogar a versão DX a hack colorida na q
    Mega Man V

    Platform: Gameboy
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    Comecei a jogar a versão DX a hack colorida na qual ao meu ver ficou muito bonita sendo pra mim a melhor versão do portátil 😁

    1
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-12-11 21:57:21 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Kirby's Block Ball

    Zerado dia 10/12/22

    Será que eu sabia da existência desse jogo até pouco tempo atrás? Será que eu apenas o ignorei? Confundi com o Kirby's Dream Course do SNES? Ou talvez com o Tilt 'n' Tumble?

    É bizarro com a bolota rosa sempre recebeu tantos jogos tão diversificados. É quasse como se os desenvolvedores atirassem para todos os lados e tentassem enfiar um jogo do Kirby em cada gênero: luta, corrida, pinball e até esse daqui que é meio que uma versão do clássico Breakout ou Arkanoid. Ou uma releitura.

    Bem, sabemos que a Nintendo e relacionados sempre tentaram criar versões mais "pop" de vários estilos de jogos e bons exemplos são os Mario Kart quando o assunto é corrida, Splatoon para tiro e tantos outros.

    Na verdade eu pensava em não jogar esses títulos mais "Arcade" do Kirby e focar apenas na série principal, mas ao descobrir uma nova "Freeshop" no 3DS para baixar jogos direto por ele eu vi esse Block's Ball e resolvi baixar para testar por ser tão pequeno (foi meu primeiro jogo da tal loja).

    Não só funcionou como foi tão agradável olhar para aqueles visuais e animações do Game Boy! Como eu amo esses portáteis daquela época! Até resetei o jogo para reiniciar segurando Start com a resolução original (e uma borda de Game Boy muito legal) que o 3DS faz. Bonito demais!

    Eu já mencionei no passado que o 3DS emula lindamente o GBA, mas tenho que dizer que essa é também a plataforma definitiva para a emulação de seu antecessor (e possivelmente outras pixeladas).

    Essa versão, assim como a maioria da tal loja, foi oficialmente disponibilizada na Eshop do console há algum tempo. Inclusive foi assim que joguei outras coisas lá para 2014/15, como Metroid II, Kid Icarus, Mole Mania, Mega Man: Dr Wily's Revenge, Mario's Picross e muito mais.

    Bem, o gameplay já é meio que conhecido por todo mundo, inclusive quem já teve um daqueles minigames 999-in-1 de camelô: você controla uma barrinha horizontalmente e seu objetivo é movê-la para que a bolinha quique em você e retorne para cima para quebrar os obstáculos, limpando cada vez mais a tela ao mesmo tempo que deve defender que ela passe por você e toque os espinhos na parte inferior da tela.

    O jogo tem 10 mundos, inicialmente, e cada um deles tem 3 fases + 1 fase com um miniboss + 1 chefe = 5 estágios.

    As três fases comuns são simples: destrua tudo e sobreviva. Você tem um número de vidas e perde uma ao vacilar e deixar a bola cair nos espinhos, porém o cenário continua de onde você parou ao morrer (não volta do zero).

    Faça isso as três vezes e você será levado para a quarta seção, que tem um inimigo no meio e você tem que fazer a bola bater nele umas três vezes e talvez quebrar uns blocos para conseguir isso.

    O quinto e último estágio é o chefe propriamente dito, maior na tela e com uma barra de vida relativamente grande, para você quicar a bola umas boas vezes.

    Tanto o chefe como o jogo inteiro são uma mistura meio esquisita de fácil e difícil. Com um pouco de sorte você passa de tudo com muita facilidade. Com um pouco de azar você se encontrará tentando acertar um pontinho pequeno por muito tempo.

    Como o jogo se limita muito a mover as barrinhas e tentar mudar o curso da bola, muitas vezes é bem repetitivo e monótono e acaba se tornando mais algo para assistir e torcer para acabar logo.

    Alguns mundos eu terminava tão rápido que nem percebia enquanto em outras situações eu gastava o mesmo tempo numa única fase esperando a bolinha cooperar.

    Os muitos elementos que dão uma cara ao jogo e ajudam a deixá-lo menos desinteressante e "quadrado" como os clássicos do qual ele se baseia são tanto coisas que te ajudam como te desafiam.

    Primeiramente há o "elemento Kirby" que é a sua habilidade de ganhar poderes dos inimigos. Mas não tem como se empolgar muito com isso pois são apenas uns 4 e eles estão disponíveis em pontos bem específicos do jogo. Basicamente há um mundo para cada um deles e depois alguns estágios os usam aqui e ali. São eles (acionados ao apertar B):

    -Elétrico: destrói tudo em um curto raio de distância;

    -Pedra: o Kirby se transforma e cai em linha reta quebrando tudo em seu caminho;

    -Fogo: o oposto da pedra e você sobe destruindo tudo;

    -Espinho: se você acionar quando o Kirby bater na sua barrinha você gruda a bola de volta e pode escolher onde lançá-la (como se tivesse perdido uma vida).

    Há também uma habilidade bem interessante que você pode usar quando quiser ao apertar A quando a bolinha quicar na barra. Nesse caso a bolinha se expande e toma a forma do Kirby mesmo e além de se tornar maior e acertar melhor as coisas ainda quebra com apenas um toque os blocos que exigem dois.

    Para completar, essa habilidade de expansão ainda pode te salvar umas vidas visto que caso o Kirby bata nos espinhos ele apenas volta ao normal (coisa que já acontece dentro de alguns segundinhos) e não morre! 

    Vale também lembrar que essa habilidade ainda lança a bola com mais força, tornando-a mais veloz e mais suscetível de cair nos espinhos.

    Já do lado negativo o fato que mais me chama a atenção é o de que você geralmente controla múltiplas barras simultaneamente. As vezes tem uma na parte inferior e outra na parte superior da tela e se movem juntas ao pressionar as direções no d-pad. Porém alguns estágios tem barras nas laterais para controlar apertando para cima ou baixo que são bem chatas e quando você tem que se preocupar em mexer tantas barras de uma vez, como da esquerda para a direita e depois de cima para baixo quando uma joga a bola para outra, em situações cheias de perigos e obstáculos, pode ficar bem tenso.

    A maior parte das vezes eu morria justamente porque eu não conseguia me acostumar com as barrinhas laterais que apareciam aqui e ali e era simplesmente estranho treinar o meu cérebro para essa ação vertical. Talvez elas devessem ser maiores.

    Definitivamente ficar alternando as barras de baixo e cima com as laterais era algo que me bugava e muitas vezes eu só assistia a bola voar direto para um espinho na parede. Outras vezes só não tinha reflexo para reagir mesmo.

    Há ataques de inimigos, sobretudo os chefes, que costumam diminuir as barras que forem acertadas para literalmente um único quadradinho. Fica tenso demais! Confesso que cheguei a usar a função de savestate desses jogos no 3DS quando ficava com 0 vidas.

    O que mais me salvou e ajudou a progredir em situações críticas foram, além de vidas aleatoriamente ganhadas por pontos, os minigames bônus.

    Algumas fases contem uma estrela que você pode pegar ao encostar para ser transportado para o mapa do mundo de Block Ball onde você poderá escolher entre 4 minigames.

    Tem um minigame que é como aqueles "air hockey" de shopping, contra a CPU, outro que é só ficar acertando blocos e o primeiro que chegar ao topo depois de ser empurrado indicará quantas vidas você ganhará (o de 1 vida já fica próximo ao topo enquanto o de 2 fica no meio e o de 3 bem abaixo).

    Todos os minigames são divertidos e te recompensam com algo entre 1 e 3 vidas, o que é muito útil!

    Depois de cerca de 2 horinhas de jogo, sendo que a maior parte da campanha eu fiz em uma úncia sentada, cheguei ao fim da campanha, porém houve indicação de que haveria um fim verdadeiro, como esses jogos sempre tinham. Pesquisei na internet e descobri que teria que basicamente re-jogar todas as fases, então deixei de lado.

    Resumindo: Kirby's Block Ball não é o jogo mais original ou inventivo da bolota rosa ou da Nintendo. Visualmente o jogo envelheceu bem, mas o gameplay deixa bastante a desejar e a experiência se torna chata e mais longa do que precisava ser, mesmo não durando muito tempo. É mais um daqueles exemplos que dá para entender ter caído no esquecimento e de todos os spin-offs do Kirby, esse vai para a sacolinha dos seletos títulos que é melhor mesmo deixar de lado.

    De bom: visuais carismáticos. Belas animações. Alguns usos legais de mecânicas típicas da franquia, como os poderes. Chefes ok. Músicas ok.

    De ruim: meio chato, repetitivo e monótono. O gameplay com as barras laterais é estranho. O jogo exige que você jogue bem para abrir o último mundo verdadeiro. Por ser um jogo do primeiro Game Boy, é em preto e branco (não seis e tem como ativar o " modo GBC" no 3DS.

    No geral, foi um jogo bem superficial e que teria sido um pouco mais bacana na época mesmo ou jogando diretamente no portátil original. Mas de qualquer forma é um jogo bem simples e meio sem sal. Não recomendo.

    Kirby's Block Ball

    Platform: Nintendo 3DS
    11 Players

    15
  • 2022-11-02 23:15:05 -0200 Thumb picture
  • 2022-10-22 07:57:26 -0200 Thumb picture

    Salve a HORA do nosso DUELO POKÉMON!

    Medium 846225 3309110367

    Aventureiros,

    Ao decidir voltar a fazer lives resolvi migrar a jogatina para a Twitch, deixando o YouTube para outros tipos de conteúdos (como um vídeo especial que estou produzindo no momento). E ao nosso primeiro ROLE PLAYER vamos nos aventurar em Pokémon Trading Card Game (GBC), um dos jogos paralelos que mais gosto da franquia.

    As lives estão, inicialmente, programadas para todos os SÁBADOs às 20h então desde já espero vocês por lá:

    ▼ https://www.twitch.tv/daibokem

    Join the Party!

    [@jvhazuki]

    Pokemon Trading Card Game

    Platform: Gameboy Color
    1759 Players
    21 Check-ins

    5
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-10-21 19:20:43 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: TMNT 3: Radical Rescue

    Zerado dia 21/10/22

    Peço perdão aos seguidores pelo spam de posts em pouco tempo, sobretudo todos relacionados às Tartarugas Ninjas, mas depois de terminar o Hyperstone Heist eu fiquei muito inspirado em ir atrás dos outros clássicos da franquia que ainda me faltavam, que no caso eram os dois últimos do Game Boy.

    Eu gostei tanto de como esses jogos ficam no Switch, sabia que eram curtos e queria liberar espaço na memória que não tive como evitar!

    Agora finalmente chegando ao final da carreira TMNT (embora eu jogue outros no futuro), posso finalmente jogar o Shredder's Revenge e fazer um bom comparativo e sacar eventuais referências!

    Eu já conhecia esse Radical Rescue de uma vez que fiquei curioso em saber como era a série no Game Boy, acho que na época que joguei o The Arcade Game, há poucos meses, e quando o joguei achei meio estranho. Era definitivamente um jogo diferente, bem coisa do GB mesmo, mas conforme fui jogando percebi que depois de alguma exploração voltei à uma área anterior por outro caminho. Uai, era mapa aberto? Enfim, preferi deixar para depois mesmo.

    Mais tarde fui saber que RR seria um metroidvania. Que louco! A Konami não fez sequer os Castlevanias como metroidvanias no Game Boy mas fez um TMNT? Interessante!

    Por outro lado isso me afastou um pouco, inclusive quando terminei o jogo anterior, Back from the Sewers. A lógica é que os jogos da franquia no portátil não eram muito bons e ainda transformar aquilo numa experiência mais lenta/arrastada? Quais eram as chances de dar certo?

    Pesquisei na internet e vi que se tratava sim de um título mais longo, mas nem tanto (1h30 ou 2 horas).

    De cara o jogo já é bem mais chamativo do que seu antecessor desde a tela título. Agora não há um menu de opções por lá, apenas "começar" e "password".

    Iniciando a campanha nós temos a apresentação do enredo. Mais um ponto para ele em relação aos dois anteriores! A história aqui é que uma figura misteriosa raptou a April enquanto ela estava ao vivo na TV fazendo seu trabalho de repórter. No momento três das tartarugas assistiam ao comunicada da tal figura e foram atrás tentar resolver o problema. A quarta e última tartaruga então chega em casa da pizzaria e vê o local vazio e receber uma mensagem do vilão, que diz estar com todo mundo!

    A história então se foca no uso de um único herói inicialmente: o Michelangelo. Puts, logo o que eu menos gosto? Não sou muito fã dos nunchakus, haha.

    Depois das cenas, finalmente estamos em controle do herói. E, caramba, como o jogo é muito mais bonito que seus antecessores! Mais bonito e  melhor. Tudo funciona muito bem!

    Eu reclamei que os demais pareciam um jogo de Tiger Eletronics pelas animações super simples, como quando você ataca e um braco mexe a arma por dois frames e some enquanto o resto do corpo continua estático. Aqui não! Radical Rescue tem mesmo cara de jogo, e dos bons!

    Toda a parte de plataforma está de volta, muito embora não existam mais buracos, apenas caminhos de uma tela para outra. Mas há armadilhas, como espinhos, e diversos tipos de inimigos, sendo os mais comuns os clássicos ninjas e morcegos.

    A exploração é mesmo ao estilo metroidvania e inclui até um mapa (o mapa acima, mais detalhado, é da internet)! Amigos, esse jogo veio anos antes de Super Metroid e Symphony of the Night!

    Seu objetivo é literalmente explorar tudo o que for possível, destruir os inimigos e libertar seus companheiros. 

    Inicialmente é fácil ficar um pouco perdido, mas rapidamente você decora os layouts e sabe bem se já foi lá anteriormente ou não. Pois é, jogos em preto e branco não são tão fáceis de navegar. Uma coisa muito irritante é que os inimigos reaparecem com muita facilidade, a ponto de que há parte que só de você pular, eles reaparecem assim que a câmera descer. E vale lembrar que não há sistema de level up ou dinheiro, porém as vezes até compensa sair detonando todo mundo pela chance de conseguir uma fatia de pizza que restaura um pouco do seu HP, além de evitar ser atacado enquanto está tentando fazer coisas simples, como subir uma escada, por exemplo.

    Depois de muito vai e volta eu finalmente achei um caminho que ainda não tinha ido (o mapa não deixa muita coisa claro) e acabei dando de cara com um chefe. Uma curiosidade é que as portas de chefes são muito parecidas com as dos Mega Man.

    As lutas contra os chefes são bem complicadas pois eles se movimentam muito e não tem como anteceder seus golpes com facilidade, além de que você mesmo é meio lento, não tanto como em Castlevania: The  Adventure, mas ainda si em grande desvantagem em relação ao chefe.

    Fora isso, seus golpes não tem o alcance muito grande e o hitbox exige perfeição inclusive com o timing enquanto os monstros te acertam com facilidade, como se houvesse uma aura invisível ao redor dos eu corpo que conta como seu corpo. Os chefes ainda tiram 2 pontos de sua vida por ataque enquanto você só consegue um deles por vez. E para piorar, quando você os acerta, eles ficam piscando e intangíveis por bastante tempo (uns 3 segundos). Bizarro!

    Vencendo esses chefes você costuma ganhar uma chave que pode ser usada para abrir uma porta e liberar um amigo. Onde está essa porta? Procure!

    Essa parte de exploração é mega importante pois você as vezes precisará de itens, como cartões de acesso, para pode abrir portas especiais também. Também há casos de você encontrar portas fechadas antes de ter ideia de onde irá achar as chaves. Coisa de metroidvania.

    Há também itens que aumentam a sua vida espalhados pelo mapa que valem muito a pena.

    Apesar de RR ser até tranquilo, é bem fácil morrer nele, então jogue com cuidado pelas armadilhas e alguns inimigos chatos e procure dar aquela "farmada" de cura matando inimigos, saindo da tela, voltando, matando novamente e assim por diante até conseguir. Você não vai querer morrer num jogo com continues finitos, muito menos enfrentar os difíceis chefes.

    A dica mais importante, e óbvia, é coletar as pizzas completas sempre que puder. Essas pizzas ficam no seu inventário (máximo de 1) e te revivem com vida cheia caso você morra. Elas ainda te curam completamente caso você já possua uma guardada e dão respawn sempre que você sai e volta à tela.

    Jogando por aí, na sorte descobri que eu poderia planar usando os nunchakus ao apertar o botão de pulo novamente no ar. Curioso. Mas útil? Até me esqueci de usar até perceber que com isso eu poderia passar por rotas perigosas sem tomar dano ou morrer.

    Quando encontrei a primeira tartaruga, o Leonardo (katanas), eu me perguntei o que faria então, já que agora eu tinha mais uma tartaruga para jogar, mas como isso me ajudaria a prosseguir? Para onde iria?

    Depois de pensa rum pouco descobri que segurando para baixo + B com o Leo eu poderia meio que cavar por pedras rachadas. O jogo não ensina nada e essas informações provavelmente estavam contidas no manual.

    Mais tarde desbloqueei o Raphael, que podia entrar em seu casco e passar por partes estreitas,e  finalmente o meu predileto, o Donnatello, que podia escalar paredes.

    Uma coisa que te ajuda demais é tentar memorizar onde ficam lugares assim que você terá que voltar depois quando tiver a habilidade e isso não é tarefa fácil! Felizmente o mapa não é gigantesco!

    Resumindo: Teenage Mutant Ninja Turtles 3: Radical Rescue é definitivamente o melhor Tartarugas Ninjas do Game Boy e o único que eu indicaria a jogar para quem curte o gênero metroidvania e obtiver a The Cowabunga Collection. Sério, os outros dois são muito sem sal enquanto essa aqui é provavelmente um dos melhores da coletânea, para a minha surpresa! Infelizmente o jogo ainda tem alguns problemas de jogos da época, mas há também mecânicas modernas incluídas atualmente que facilitam bastante a quem ficar frustrado ou quiser jogar mais casualmente.

    De bom: jogo muito original e muito além da fórmula da franquia tanto no Game Boy quanto fora dele. Belos visuais e trilha sonora. Protagonistas tem habilidades diferentes e exigem a troca entre eles. Sempre legal conseguir avançar em jogos do tipo depois de toda aquela exploração e experimentação. Gostei tanto que acredito que esse é um dos melhores jogos de GB, daqueles que você tem que ter na coleção (só não espere nada no nível do Symphony of the Night, né?)

    De ruim: o mapa não ajuda muito e poderia ao menos mostrar as portas que interligam as áreas. Poderia ser um pouco mais difícil de morrer ou ter mais fontes de cura sem que ter que apelar pra ficar matando os mesmos inimigos continuamente até conseguir fazer isso ao estilo Metroid (NES). Habilidades não são claras de início. Navegar num jogo preto e branco do gênero não é muito fácil. Chefes bem tensos e cheguei a rebobinar. Inimigos são respawn muito facilmente.

    No geral, realmente achei o jogo bem legal! Foi uma boa surpresa depois dos dois anteriores e mesmo em comparação a outros jogos bons da série. Recomendaria as duas horas nele se você não tiver problemas com jogos antigos e como eles funcionam. E, cara, esse jogo é de 1993, quando eu só tinha 3 aninhos! Que louco! Enfim, jogo massa!

    Teenage Mutant Ninja Turtles III: Radical Rescue

    Platform: Gameboy
    81 Players
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    • Micro picture
      kipocalia · 3 months ago · 2 pontos

      Nossa, que jogo complexo pro gameboy! Vou dar uma olhada depois.

      1 reply
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      fonsaca · 3 months ago · 2 pontos

      Esses joguinhos de GameBoy são bem charmosos. Esse daí eu tinha numa fita coletânea quando tive um GB. Achava bem difícil, hohoho!

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2022-10-21 10:10:48 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: TMNT 2: Back from the Sewers

    Zerado dia 20/10/22

    Como mencionei no meu post anterior, fui à um jogo de basquete ontem e levei comigo o Switch por alguns motivos e aproveitei disso para terminar Hyperstone Heist (Mega Drive) das Tartarugas Ninjas, um jogo que eu vinha  querendo jogar há anos! A experiência foi bem legal porém o terminei mais rápido do que esperava e com o tempo restante resolvi tentar terminar algum outro jogo da Cowabunga Collection.

    O escolhido então foi o segundo jogo de Game Boy, Teenage Mutant Ninja Turtles 2: Back from the Sewers. Os motivos eram simples: o primeiro TMNT de GB foi mega curto e simples, então imaginei que aqui não seria muito diferente, fora eu estou bem próximo de terminar os títulos clássicos das Tartarugas. Na verdade muita gente nem liga para essas versões portáteis, mas tem sim jogadores que as defendem de certa forma. E por último, terminar a coletânea significa liberar mais espaço no meu microSD, o que é sempre bom ainda mais com jogos grandes saindo em breve, então eu acredito que a qualquer momento terminarei também o terceiro de GB.

    Eu tenho todos os TMNTs antigos nos emuladores dentro do PSP, mas felizmente acabei jogando esses nessa nova coletânea pois ficam lindos! Ao iniciar esse Back from the Sewers você vê o quão bacana o Switch roda esses jogos mesmo naquela tela grandona. Sério, não parece nada de emulação e é possivelmente a melhor forma que eu já vi para jogar Game Boy e infelizmente só vendo no console mesmo para saber do que estou falando.

    Fico imaginando como seria bacana se a Nintendo eventualmente lançasse essas plataformas dela, do GB ao GBA, ems eu serviço online como fez com o NES, SNES, Mega Drive e N64. Cara, como eu adoraria ver Pokémon Crystal no Switch! Bom, mesmo se não acontecer o pessoal do desbloqueio ajuda nisso e prova como essa plataforma pode se tornar uma das melhores já criadas com a quantidade de jogos atuais disponíveis nela mais todas as possibilidades de emulação que, embora eu esteja bem por fora no momento, aparentemente roda até Dreamcast (coisa que mesmo os celulares tem feito com facilidade).

    Depois de uma abertura simples, o jogo foi para a tela título e pude iniciar a aventura ou mexer nas opções, que foi o que fiz, mas não tinha nada de interessante. Em seguida acessei as opções da Cowabunga Collection apertando R e lá sim tem umas coisas bacanas como Save e Load state, filtros de imagens (acabei optando deixar o padrão, de TV CRT, ativado pois estou viciado nesse filtro), tamanhos de display e a opção de por bordas fora da área do jogo, que é 4:3 (como na segunda imagem desse post).

    O legal de ativar as bordas é que elas sempre ficam de acordo com o jogo que você está jogando. Testei isso tanto com esse daqui quanto com o Hyperstone Heist. Isso também ajuda a tela a ficar mais colorida e preenchida ao invés de preta e vazia, mas realmente não faz o meu tipo. Distrai demais!

    Enfim, comecei finalmente a jogatina e, como sempre, me deram a opção de escolher com qual tartaruga jogar.

    Nessa tela de seleção ainda é perceptível que o número de fases é de apenas seis! Coisa rápida, certo?

    Fui jogando então e Back from the Sewers trás muito de seu antecessor. É um jogo bem simples em que você basicamente sempre continua andando para a direita, um inimigo vem, você ataca uma vez e ele morre e eventualmente pula umas armadilhas aqui e ali.

    A animação de ataque é bem coisa da época mesmo, ou pelo menos de jogos menos caprichados (como era um jogo do primeiro Game Boy, tem que dar um desconto): o braço se mexe por uns dois frames e é isso. O resto do corpo não demonstra nenhum tipo de reação aos seus golpes. É um pouco estranho, haha. No jogo anterior do GB eu mencionei que parecia um jogo de Tiger Eletronics, e é bem por aí aqui também.

    Então você anda, ataca o cara, vem outro por trás, você espera ele se aproximar e o ataca, anda mais, vem outro cara na tela e assim por diante.

    Ainda assim é uma evolução em relação ao seu antecessor pois há alguns desafios diferentes e que exigem mais controle das tartarugas. Os chefes também exigem alguma estratégia e os cenários brincam bastante com perspectiva. Os estágios também tem diferentes planos e é possível andar verticalmente.

    E falando em perspectiva, eu passei grande parte da aventura achando as tartarugas bem estranhas pois elas continuamente sorriem e andam olhando para cima, na diagonal. Cara, que coisa meio bizarra! Pelo menos olha pra frente! Mas depois percebi que os personagens na verdade tem o olho todo branco, estilo Batman, e a parte mais escuro em cima do olho na verdade faz parte da máscara, haha. Bom, ficaram bem mais legais!

    Em relação ao outro TMNT de GB, eu achei os estágios aqui mais longos, mas você também perde menos HP com o dano e acha mais pizzas para regenerar vida. É um jogo bem tranquilo pela maior parte do tempo.

    Mas ele é sim bem desafiador que seu antecessor. Alguns chefes são meio chatinhos, muito embora você sempre vença, só que as vezes termina com pouca vida.

    Caso morra. a tartaruga em questão é capturada e depois do término do estágio atual acontece uma luta bônus contra um robô segurança da prisão. Até entender seus padrões, ele é meio chato e a cada golpe que você tomar, 10 segundos são deduzidos do tempo que você tem para o derrotar. Vença e você terá sua vida regenerada e poderá escolher uma das Tartarugas capturadas para resgatar de volta ao jogo e poder selecioná-la novamente antes de começar alguma fase. Bem legal isso.

    Mas também há vantagens de não ter ninguém capturado, que no caso é um minigame entre os estágios que, até onde lembro, valem pontos. Mas a parte bacana realmente é conhecê-los e jogá-los.

    Houve um momento que resgatei a repórter April O' Neal das garras de um chefe e fiquei "???". Espera aí. Esse jogo tem história? Me lembrei que no anterior o enredo só era apresentado caso você esperasse isso acontecer na tela título. Mais tarde voltei lá para ver e... Nada! Procurei pelo conto da história em diversos lugares do jogo e realmente não achei nada! Que coisa louca!

    Enfim, o resto do jogo foi tranquilo, mas tem momentos irritantes como partes que você dá um passo e entram dois inimigos na tela e mais e mais e mais e a cosia começa a se arrastar demais. Tem vários momentos também com desafios quase impossíveis de passar sem tomar dano, como umas labaredas que você deve esperar que baixem enquanto um cara fica constantemente atirando mísseis. Uma loucura.

    Alguns chefes, como o alien no esgoto, tem janelas de abertura para dano muito pequenas e grande chances de te causar dano ainda, o que levaria muitas e muitas jogatinas do @anduzerandu jovem para finalmente dominar a coisa toda. Fora isso, a campanha é uma verdadeira montanha russa de dificuldade. As vezes uma fase no início dá uma trabalhinho enquanto no final eu matava os chefões sem sequer tomar dano de tão idiotas.

    Resumindo: Teenage Mutant Ninja Turtles 2: Back from the Sewers é definitivamente uma evolução do jogo anterior, mas continuo achando que não vale a pena jogá-los tendo em vista que os jogos principais da franquia tinham tudo isso e muito mais. MUITO mais. Quer dizer, tudo nesses jogos de GB tenta emular a experiência de jogos como o Turtles in Time, Hyperstone Heist e até os anteriores. Era legal para quem só podia jogar no portátil naquela época, ou para quem queria algo parecido para a viagem, mas fora isso, são experiências limitadas e capadas, que parecem ter sido criadas rapidamente. A Konami realmente não era muito boa com o Game Boy nesse tempo, ao meu ver.

    De bom: jogabilidade simples. Nível relativamente fácil e que quase qualquer um consegue jogar. Tem "cinemáticas" bacaninhas. Tenta criar efeitos de perspectiva interessantes. Há fases diferentes, como a de surfe e outra que tem scroll horizontal e vertical e que demanda alguma exploração para achar a saída. Liberdade de andar verticalmente pelos cenários como os grandes beat'em ups permitiam. Criaram algo interessante com as tartarugas sendo capturadas.

    De ruim: super simples. Animações feinhas. Dificuldade meio aleatórias às vezes. Algumas partes são irritantes com o contínuo spawn de inimigos. Alguns momentos são injustos e praticamente impossíveis de não ficar tomando dano. E cadê o enredo? Outro problema, que no caso não é do jogo, mas sim da coletânea é que não tem como rodar o jogo como se fosse num Game Boy Color, com aqueles leves tons de verde e tal, apenas preto e branco mesmo.

    No geral, o jogo é ok. A perfeita definição de passatempo. Não chega a ser idiota de fácil nem frustrante de te fazer querer puxar os cabelos da cabeça. Esse é definitivamente um dos jogos já feitos. Totalmente passável.

    Teenage Mutant Ninja Turtles 2: Back From the Sewers

    Platform: Gameboy
    58 Players
    3 Check-ins

    15
  • 2022-07-01 21:53:40 -0300 Thumb picture

    Tetris - Korobeiniki (Cover)

    Composição: Hirokazu Tanaka (baseado no poema de mesmo nome, de Nikolay Kerasov)

    Cover por L'Orchestra Cinématique

    Tetris

    Platform: Gameboy
    826 Players
    27 Check-ins

    6
  • cyberwoo Diogo Batista
    2022-06-08 11:59:31 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-10-06 19:11:01 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Castlevania Legends

    Zerado dia 06/10/21

    Bom, eu não planejava jogar o terceiro Castlevania do Game Boy tão cedo, mas fiquei curioso depois de ter gostado do segundo e a sua sequência dividir opiniões internet afora. Além disso, estava querendo algo para terminar rápido e o seu estilo foi o mais chamativo.

    Curioso também notar que os jogos da série estão chegando ao fim para mim, e olha que são muitos! O que ainda está na lista? Castlevania II (que jogarei uma versão consertada por fãs pois o jogo veio para o ocidente completamente zoado) e Castlevania III de NES, Adventure Rebirth do WiiWare e versão do Nintendo do Kid Dracula. Na lista de incertezas (mas quase certo que jogarei) estão os de PS2 e os Lords of Shadow originais de PS360. Ou seja, tenho apenas 4 ou 5 jogos na série para a terminar, mas não devo os jogar tão cedo.

    Um título que está fora da lista por enquanto é o Chronicles, de PS1, que é algo como um remake ou coisa do tipo do primeirão. Não sei se vale a pena ou se animo.

    Iniciando Castlevania Legends, a primeira coisa legal foi ver as CORES da tela título. Muito bonitas e tal. Fiquei bem animado até ver que o restante do jogo passa longe de ser colorido e o que ele faz é colocar cores diferentes de um estágio pro outro. Já é alguma coisa.

    Depois tive que escolher entre modo normal e modo "light".  Achei que fosse algo a ver com os visuais para a tela sem luz do portátil e que seriam diferentes modos de visualizar a tela e tal, mas aparentemente isso é na verdade a dificuldade da aventura. Bom, já adianto que Legends é super tranquilo e piedoso já no Normal, imagina nesse Easy...

    Há uma cutscene de abertura com um pouco de texto e uma imagem bem detalhada da protagonista, a Sonia Belmont.

    O jogo é bem parecido com os anteriores: travado, pegando upgrades pro chicote, matando inimigos, pulando plataformas para no fim da fase enfrentar um chefe.

    Obviamente o sprite masculino e fortão deu lugar à figura feminina e esbelta da protagonista. O gameplay é um pouco mais suave também e você se sente no controle, sendo inclusive possível mudar de direção enquanto estiver pulando ou caindo.

    Bem, no início estava legal, mas um pouco fácil demais. Há pouca variedade de inimigos e eles são fracotes e o chicote no nível 3 é capaz de atirar projéteis a cada ataque e mesmo eles sendo mais fracos que o toque do próprio chicote, facilitam muito em diversos momentos.

    Apesar de fácil, eu achei as primeiras fases bem longas e meio tediosas. Quase não há desafios de plataforma e o level design é bem simples e só te faz andar, andar, andar, pular um buraco, andar, matar um inimigo aqui e ali, andar...

    É curioso que Legends saiu após Symphony of the Night, então aparentemente tentaram aplicar um pouco do elemento "Metroidvania" nele, incluindo caminhos alternativos pelos cenários ao invés de eles serem apenas corredores lineares. Apesar da ideia ser legal, ela mal funciona.

    Quando eu estava numa sala com mais de uma saída, escolhia a que parecia mais interessante e muitas vezes nem via no que as outras davam. Em determinados momentos peguei caminhos diferentes do principal e o resultado? Nada! As vezes umas velas com mais corações ou coisa assim. Sabe aquela sensação de perda de tempo e de terem colocado isso sem a menor utilidade? De qualquer forma, estava curtindo pois mesmo os melhores jogos dessa franquia tem disso de chegar em caminhos sem saída.

    Falando em corações, eles aqui funcionam como sempre, ou mais ou menos isso. Não achei outros itens a serem coletados e nem sempre conseguia usar uma habilidade apertando pra cima e B, mas quando conseguia o efeito era aquele do relógio de bolso clássico, parando o tempo para os inimigos por uns instantes.

    A Sonia ainda tem uma habilidade legal mas bem roubada ao apertar A e B juntos que a deixa invencível e super rápida por cerca de 10 segundos. Use isso em todos os chefes e você não vai perder uma única luta!

    Sobre perder, apesar de o jogo ficar até monótono de tão fácil nas primeiras missões, ele chegou a apresentar novos inimigos e armadilhas com o tempo e eu cheguei a perder cada vez mais vidas e até dar Game Over!

    Felizmente perder uma vida te leva de volta ao último checkpoint alcançado, assim como no jogo anterior e não há a opção de ficar sem Continues e voltar para a tela título. Acabou todas as vidas? Você volta para o início da última seção.

    Não vou mentir que apesar do nível de desafio não ser muito alto em 80% da campanha, o jogo cansa um pouco para ser jogado numa única sentada. Nas duas últimas fases eu estava dando Game Over a todo momento (parte por conta do sono de ontem) e sem paciência de lidar com certas armadilhas, então deixei para terminar hoje. No meu caso um savestate bastou, mas Legends conta com sistema de password.

    Em sumo, você vai terminar esse jogo de uma forma ou outra.

    Ao terminar o chefe final de cada estágio você ganha um poder novo, como esse de parar o tempo, mas a maioria eu nem consegui ver o que fazia pois até esquecia deles e de mais essa facilidade.

    As vezes juntava vários corações e não saía nada! As vezes morria  e perdia todos os corações e desistia.

    No final eu aprendi um que era um projétil grande e forte e que atravessava as paredes muito útil contra uns inimigos que demorava para morrer e que Legends insistia em colocar em espaços pequenos para lutar. Bem chato!

    O bacana é que é possível escolher qual poder usar ao apertar Select, abrindo assim um menu que até lembra um pouco os do Mega Man.

    Resumindo: Castlevania Legends é um bom jogo de plataforma de Game Boy, mas um Castlevania fraco, genérico e que não traz anda de relevante à série. Ainda assim fico dividido entre ele e o anterior, sendo que ambos tem seus altos e baixos. Entretanto reitero que o jogo geralmente não tem muito cara de Castlevania.

    De bom: nível de dificuldade tranquilo e fácil de terminar (melhor do que frustrante). Diversos poderes para serem usados. Ceninhas legais e diferentes do que a série fazia anteriormente no portátil. Sistema de password ajuda num jogo sem Save. Chefes até legais, ao contrário, por exemplo, do último boss do Belmont's Revenge. Cenários com alguma cor. Modo apelão da protagonista destrói a galera fácil.

    De ruim: poucos inimigos e todos bem bestas, com exceção dos morcegos que são muito chatos e comuns. Trilha sonora sem graça, à exceção de duas faixas clássicas da franquia. Final ruim, como os dos demais. Faltou maior descrição das habilidades e seus custos para uso. Sem replay. Jogo com timer (embora eu nem lembrasse dele)

    No geral, é difícil falar desse jogo. Ele é ok, mas depois de outros dois ele parece ser apenas mais do mesmo e até redundante. E puxa, olha os jogos da franquia que já existiam nessa época! Há Castlevanias melhores e títulos muito melhores (mas piores também) no Game Boy clássico. Ainda assim acho válido jogá-lo caso você queira conhecer a franquia no GB mas sem jogar todos. Para ser sincero, Castlevania no Game Boy é fraco demais e todos completamente passáveis. Quer portátil? Vá de GBA!

    Castlevania Legends

    Platform: Gameboy
    430 Players
    16 Check-ins

    18
    • Micro picture
      luis_f · over 1 year ago · 2 pontos

      Timer em Castlevania (e muitos outros jogos) acho absurdo, costumo rwmovê-lo com cheats, podendo apreciar melhor o game.

      2 replies
    • Micro picture
      fgamesplayer65 · over 1 year ago · 2 pontos

      Boa!

    • Micro picture
      santz · over 1 year ago · 1 ponto

      É fraco demais, não? Considerando que ele saiu praticamente no fim da vida do GameBoy, ele não entrega muita coisa, sendo que o Belmont's Revenge é muito melhor.

      1 reply
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-04 19:32:30 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: F-Zero: GP Legend

    Zerado dia 04/06/21

    Precisava de um tempo dos dois RPGs que estava/estou jogando (Final Fantasy XV e outro), então fui atrás de jogar algo mais antigo e menos complexo em relação a enredo e mil e uma mecânicas. A ideia era jogar algo no PSP (nem lembro o que era), mas o mesmo estava parado desde que joguei Castlevania: Bloodlines a cerca de um mês, o que infelizmente significa bateria descarregada completamente para o portátil (ligo o 3DS e Vita muito mais tempo depois e ainda estão com suas cargas).

    E falando em 3DS, estava mexendo nele quando avistei esse F-Zero: GP Legend e resolvi jogar! A minha história com esse jogo praticamente não existe, pois eu nem sabia que ele existia até pouco tempo atrás. Eu achava que a franquia se limitava ao SNES, N64, Gamecube e um no GBA, mas esse segundo definitivamente foi uma surpresa quando pesquisei sobre a série há uns meses e vi seu nome. Achei até que pudesse ser algo irrelevante e nem ser um jogo de verdade, mas muito enganado estava eu. Vi uns vídeos e...uau! Será que o coitado foi esquecido por ter saído perto do final da vida do GBA?

    Primeiro eu tenho que dizer que a minha experiência com a franquia nunca foi das melhores. Nunca curti muito o de SNES pois o achava sério demais e sem carisma (não tive o jogo na época, apenas joguei via emulador bem depois). O de N64 era bem legal, assim como o de GC, bem rápidos e tal, mas era isso (curtia jogar multiplayer com amigos). Agora a experiência que ferrou com tudo pra mim se chama Maximum Velocity.

    Eu tinha um GBA SP lá de 2006/2007 em diante e fui montado lentamente a minha coleção. Amava meu Metroid Fusion, A Link to the Past + Four Swords, Mario Tennis: Power Tour, Donkey Kong Country 3, Mario Kart: Super Circuit, Pokémon Sapphire etc. Um dia resolvi comprar esse F-Zero: Maximum Velocity sabendo que a série era bem famosa. MEU DEUS! Que jogo infernal! Eu sofria para passar das copas no nível Novice e nem sonhava com os níveis maiores. Assim eu cansei de F-Zero e aquele cartucho mal entrava no meu portátil.

    Até hoje tenho um gosto meio amargo com essa franquia. Ela acabou gerando outras séries de jogos de corrida de naves, o que é legal, e vejo muito gente pedindo a volta das corridas do Captain Falcon, mas pra mim, sinceramente, tanto faz. E eu não me importo se nunca mais ver um novo F-Zero.

    Numa pesquisa aleatória sobre F-Zero há uns anos, vi as pessoas reclamando do quanto Maximum Velocity é tenso e considerado "facilmente o jogo mais difícil da série". Isso muito me interessou, ainda mais quando vi que poderia dar uma nova chance à franquia através desse tal de GP Legend, um jogo mais leve e menos sério.

    Abrindo o jogo aqui, finalmente, e jogando uma partida ou outra, foi o bastante para querer continuar e ir até o final o quanto antes. O que era um "teste" para dar uma conferida e passar o tempo se transformou em algo sério e que me dediquei. Que jogo massa!

    A primeira coisa que tenho que mencionar é que o menu principal inclui o modo "Story", além do modo "Grand Prix", exclusive e principal da série até então. Eu esperava jogar corrida atrás de corrida em diferentes copas e níveis, mas GP Legend vai além de uma forma completamente inesperada!

    O modo história conta com 8 campanhas focadas em diferentes protagonistas, heróis e vilões. Inicialmente apenas o piloto Rick Wheeler está disponível e o jogo inclui uma breve apresentação dele e uma forma de contar o enredo que até me lembra um pouco uma história em quadrinho. O personagem está atrás de um inimigo que foge de seu alcance com frequência.

    Logo alguns rostos familiares começaram a aparecer e a serem desbloqueados como personagens jogáveis a partir do menu de escolha de campanhas, inclusive o próprio Captain Falcon. Essas histórias se entrelaçam de uma forma legal e você acaba vendo diferentes perspectivas das mesmas situações. Cada personagem tem apenas 5 fases.

    O lado ruim é que acabam-se criando diferentes "timelines", já que as vezes dois personagens apostam algo e você deve vencer, mas na campanha do outro, você deve vencer com o outro, criando diferentes desfechos para os mesmos casos.

    Mas a parte mais legal dessas campanhas é que cada fase tem objetivos diferentes. Tem fase que você já começa no meio da pista em alta velocidade e só deve alcançar um meliante que está em fuga. Em outras você deve destruir todos os oponentes, fugir e até as clássicas corridas com voltas. Enfim, cada estágio conta com desafios diferentes e pertinentes a história que são bem legais e não caem na mesmice.

    Além disso, cada campanha conta histórias bem próprias e, claro, você deverá jogar com a nave daquele personagem. Algumas são bem tranquilas, outras são ótimas, outras são bem ruins e os atributos variam bastante de uma para outra.

    Eu tive bastante dificuldade na campanha do vilão maior, pois sua nave tinha muito Top Speed, mas era lenta e pesada e fácil de fracassar nas missões. A última campanha de todas na ordem, de um vilão menor, foi bem chata também, com missões que exigiam total domínio das mecânicas do jogo.

    E falando em mecânicas, o jogo não mudou muito em relação aos outros 2D da franquia (Até os 3D): você acelera, freia, usa o L e R para ajudar a fazer as curvas ou aperta os dois juntos para usar o turbo, que consome vida da nave que felizmente pode ser regenerada ao pilotar sobre faixas verdes nas pistas. Há ainda a possibilidade de bater nas outras naves para estragá-las ou atrasá-las ou mesmo empurrar oponentes para o buraco ou contra bombas, o que não é muito fácil de fazer. 

    Para quem manja bem da série, ainda existem uns "trampolins" que te jogam sobre precipícios ou mesmo rotas já percorridas que ainda permitem que você manobre a nave no ar e caia num local mais escondido, cortando bastante caminho. Incluíram também um comando que eu não conhecia ao apertar duas vezes rapidamente o L ou R, que te joga de lado naquela direção, ótimo para curvas fechadas ou voltar pro centro da pista!

    As pistas são mais tranquilas de pilotar também, mesmo ainda tendo várias curvas bem fechadas e os visuais são lindos, simulando o 3D tanto nos cenários quanto nas naves e a trilha sonora é coisa de primeira!

    Já para aqueles que preferem a ação direto ao ponto clássica, há o modo Gran Prix, já mencionado, em que você escolhe entre diferentes níveis de dificuldade e diferentes campanhas, cada uma com 5 circuitos. Cheguei a jogar a primeira Copa no nível iniciante e foi bem fácil, já acostumado com alguns desafios mais chatos no final do modo história. E ainda pude escolher a minha nave, claro.

    Tive a impressão que alguns modos não estavam disponíveis anteriormente e apareceram depois, mas posso estar enganado, como um modo de treinamento e outro de Time Attack, desinteressantes pra mim. Agora o que curti foram os dois seguintes:

    -Modo de Missões em que você tem curtos objetivos a serem cumpridos. São 40 no total e cada um, além de ser desafiante e rápido, ainda conta com troféus de bronze a ouro (fiz alguns e não achei muito fácil);

    -Modo multiplayer de 2 a 4 jogadores com o cabo Game Link. Interessante que havia a opção de jogar com um único cartucho ou vários. Sensacional!

    Resumindo: F-Zero: GP Legend é sensacional! O jogo mais completo da franquia e, na minha opinião, o melhor! Claro que é um páreo difícil contra a série 3D também, mas ao menos contra os 2D (ainda não joguei o tal do Climax), é disparado o mais completo e divertido. Sério, o Maximum Velocity, chatão e dificílimo, pode ir para a casa do chapéu!

    De bom: visuais lindos, muito fluído e colorido na medida certa. Controles muito bacanas. Modo história é um diferencial e tanto com toda a sua narrativa e personagens se encontrando atrás de um objetivo. Inclui modos adicionais que fazem o jogo durar muito. É possível focar apenas nos campeonatos como nos jogos anteriores. Modo multiplayer para até 4 pessoas deve ser muito legal. Desbloqueáveis. Trilha sonora perfeita.

    De ruim: achei estranho que numa situação com os personagens A e B, o A vence mas ao jogar a campanha do B, ele é quem ganha e as coisas mudam. Achei a dificuldade um pouco aleatória e algumas missões aqui e ali foram tensas.

    No geral, esse vai ser o F-Zero que eu vou recomendar para qualquer um que queira conhecer a série, de verdade. Amei demais! Jogaço divertido!

    F-Zero: GP Legend

    Platform: Gameboy Advance
    175 Players
    3 Check-ins

    14
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu adorava essa versão do SNES... porém o achava relativamente difícil...

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