• anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-29 04:13:39 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Octopath Traveler

    Zerado dia 28/11/20

    Quando a Square Enix anunciou Octopath Traveler para o Switch eu não soube exatamente o que pensar. De um lado o jogo tinha muitos de RPGs clássicos como Final Fantasy VI, que eu adoro, e do outro, um bocado de Bravely Default, que eu quase odeio.

    Na verdade eu lembro de ter visto o jogo numa E3 e nem ter prestado muita atenção, mas só ter me ligado mesmo quando o pessoal começou a comentar sobre ele no dia seguinte nos clássicos papos de "eu só me interessei por aquele jogo".

    Eras depois uns amigos resolveram fazer uma vaquinha e me convidaram para o plano: quem pagasse mais seria o mais próximo de ser o dono do jogo e a gente se emprestaria. Aceitei a ideia, mas acabei nunca pagando, esquecendo do plano e perdendo interesse na ideia. E eu nem queria o Octopath Traveler tanto assim pois tinha maiores prioridades, inclusive jogar Bravely Second antes (mesmo os jogos não sendo nem da mesma série).

    Acabou que até hoje não reuni a coragem para jogar Bravely Second, mas estava na casa de um amigo próximo e não resisti a oportunidade de pegar um jogo físico emprestado (ele havia me emprestado o Xenoblade Torna recentemente). Jogos de Switch são caros demais e tem aqueles que quero jogar, mas não pagar, então qualquer oportunidade é mais do que bem-vinda.

    Como eu não curto ficar com jogo emprestado por muito tempo, dei a máxima prioridade pro OT. Terminei umas coisinhas aí que estava jogando e parti para ele. E assim foram 3 semanas...

    A verdade é que OT começa meio sem explicação de nada. "Escolha um herói". Havia uma breve história de cada um dos oito personagens, mas fui no que estava mais próximo da retícula inicialmente, Cyrus.

    Meu deus, quanto blá blá blá. As vezes eu sinto que os jogos atualmente não sabem mais contar uma história. São minutos e mais minutos e mais minutos situando o jogador num enredo que nem é tão interessante. Não dava pra ir um pouco mais direto ao ponto e deixar que o jogador ligasse os pontos e imaginasse um pouco mais?

    A lerdeza inicial do jogo me fez cochilar várias vezes nas minhas jogatinas à noite.

    Pior que eu nem estava conseguindo me concentrar tanto na leitura pois há dublagem no jogo, mas só de algumas partes. Do tipo que o personagem fala, no balão: "Eu tenho que ir à tal cidade", enquanto do nada a dublagem manda um "Let's go!"

    Não dava para incluir a parte dublada na fala ou dublar algo que foi dito no balão? Outra alternativa seria que os personagens fizessem sons de interjeição ao invés de palavras. Eu fiquei com a contínua sensação de que eram dois personagens diferentes e meio que me perdia no contexto e saia da imersão. Felizmente havia a possibilidade de tirar a voz nos personagens nas opções, o que eu recomendaria.

    Mexendo nas opções ainda descobri que havia como remover parcialmente as bordas escurecidas da tela. Essa escolha artista eu nunca entendi nesse jogo.

    Quer dizer, o jogo é muito bonito, mas as bordas da tela são escurecidas, como se houvesse uma maldição constante no mundo. Para piorar, o centro da tela muitas vezes tem uma luz estourada muito estranha. Tentei imaginar que os criadores tentaram simular um ambiente teatral, mas não funciona. Lembra de como eram as fotos que a gente publicava no Instagram em 2012-2013, cheias de filtros e muitas vezes mega artificiais? É isso!

    Para ter ideia do que eu estou dizendo, imagine um jogo bonito e colorido como Breath of the Wild ou qualquer outro de sua preferência. Agora escureça as bordas da tela bem preto. Por fim, estoure as luzes no centro como se houvesse um problema na sua TV. Bom, respeito a escolha dos desenvolvedores, mas gostaria de desabilitar completamente esses efeitos e deixar o jogo mais bonito (porém o combo de estilo de OT funciona muito bem em cavernas, só não no overworld e na luz do dia).

    A maior prova disso é a tela de save, que os personagens aparecem sem esse "filtro" e são lindos!

    Desabilitei o efeito de bordas escuras, mas elas só ficaram mais claras. Tá valendo.

    Depois de um tempo, Cyrus finalmente sai em sua aventura. O jogo começa a ensinar suas mecânicas de batalha logo, quando reparei que o protagonista era um mago (black mage).

    Esse jogo tem um sistema de combate simples, interessante e muito funcional que lembra o de Bravely Default, mas que faz muito mais sentido ao meu ver).

    Em BD você usava uma ação de esperar/defender para guardar ações pro futuro. Eu terminei o jogo sem ver vantagem nisso. Eu deixava de agir para agir depois. Ao invés de atacar agora e de novo no próximo turno, eu atacava duas vezes no próximo turno.

    Em OT você pode atacar normalmente, usar habilidades (como as magias do Cyrus), usar itens, defender ou fugir. Bem simples e, mais uma vez, como FF VI.

    Todos os inimigos tem pelo menos uma fraqueza, representada por uma caixa de "?" abaixo do personagem. Ao usar a arma ou elemento correto contra aquele inimigo, ele revela que aquela era a sua fraqueza (e revela também de todos os outros idênticos a ele).

    Além de tomar mais dano por sofrer dano de quaisquer uma de suas fraquezas, o número indicado pelo seu ícone de escudo cai por 1 a cada hit e ao chegar a zero causa o efeito de "Break".

    Um inimigo sob o efeito "Break" fica atordoado, sai da fila de turnos (o que quer dizer que durante um tempo ele não fará nada, indicado na parte superior da tela de batalha) e ainda sofre mais dano até voltar ao normal.

    Você vai querer causar "Break" o máximo possível, para agilizar as batalhas, para vencer e evitar de ser atacado.

    O Cyrus se provou um excelente personagem para isso, pois ele chegou a aprender os três elementos comuns de magia: fogo, gelo e raio. Suas magias acertavam a todos os oponentes na tela, o que agilizava bastante o processo de achar fraquezas e causava diversos Breaks em um único golpe.

    Além disso, há um sistema de Battle Points que é a evolução daquele que citei de BD.

    A cada turno, depois que todos os personagens, aliados e inimigos agirem, todos do seu grupo ganham um BP (máximo de 5). Quando for escolher a ação de um personagem, você pode apertar o botão R uma vez para cada BP que ele tiver (ícone redondo dourado abaixo do nome do Olberic na imagem acima). A cada BP que você ativar, o personagem fará um golpe adicional daquele que você escolher fazer.

    Basicamente é assim: o Olberic normalmente ataca usando uma espada. Ele dá um corte e pronto. Se ele tiver 3 BP, você poderá apertar até três vezes e ganhar um golpe a mais naquele turno para cada BP. Se ele atacava uma vez normalmente e você apertou R três vezes, ele vai atacar 1 + 3 = 4 vezes! Ou seja, quatro cortes com a espada.

    Sabe o que isso quer dizer? Aquele inimigo que tem 4 escudos para receber "Break" e fraqueza a espada poderá ficar atordoado só com o turno do Olberic, por exemplo, se você assim quiser.

    Esse sistema de BP funciona diferente com outras ações. As magias causam mais dano a cada BP acionado, a cura restaura muito mais vida e tem até habilidades especiais que só podem ser usadas se você ativar exatamente 3 BP num turno! Por outro lado, acionar pelo menos um BP num turno significa que no próximo aquele personagem não ganhará nenhum, então use com sabedoria.

    Depois de finalizar o Boss do Cyrus, pude ver que haviam cidades próximas, com níveis recomendados para ir buscar os próximos personagens, o que é meio que o objetivo inicial visto que conforme você recruta novos membros dos oitos, os restantes requerem níveis maiores.

    Ao alcançar as suas cidades, você assiste uma cutscene e é obrigado a jogar seu primeiro capítulo antes de recrutá-lo. Lá vem mais enredo e conversas intermináveis (uma relação de amor e ódio com isso nesse jogo, mas no início é tranquilo).

    Os personagens em si não participam das histórias dos outros, apenas ajudam nas batalhas mesmo, o que as vezes é meio estranho. Bom, esse é o preço a se pagar para ter um jogo menos linear e com muita liberdade de jogabilidade. Você recruta quem quer, na ordem que quiser e joga os capítulos de cada um quando e como desejar, apesar que os níveis recomendados são cada vez maiores e o grinding nesse jogo é um dos fatores mais cruéis e demorados. Muitas vezes mesmo no nível recomendado os chefes ainda são bem difíceis e as batalhas mega demoradas.

    Resumindo: Octopath Traveler é um jogo bom e é isso. Já vi gente falando que ele seria o melhor RPG de Switch, mas não é para tanto. A minha experiência foi bem "montanha russa", as vezes gostava, as vezes odiava. No final das contas, depois de finalmente ter um grupo de confiança, o jogo fluiu bem e eu acabei gostando, mas isso definitivamente requereu muita paciência por muitas horas.

    De bom: curto os visuais, sobretudo dos cenários, que misturam o visual clássico da era 16bit com 3D e muitas vezes parecem maquetes (destaque para cenários de neve e praia, que tem brilhos no chão). Sistema de batalha simples, divertido e funcional. Designs de inimigos bonitos. Trilha sonora fantástica. Sistema de jobs clássico da Square, mas melhor do que nunca.

    De ruim: a escolha das bordas escuras e a paleta de cores de OT dão ao jogo um clima triste desnecessário, em troca de uma beleza de cores que ele poderia oferecer com verdes vivos (alguns cenários não são afetados pelo clima deprê visual). O jogo exige muito level up. MUITO. Lembro de estar desgostoso para com o jogo, upei os personagens para o nível recomendado, 24, e não passei do boss. Treinei até o 30 e mesmo assim estava morrendo. Cada nível leva um século para ser adquirido, o que esticou de forma artificial a duração de OT e, não fosse isso, provavelmente a experiência teria sido muito melhor. Achei o jogo muito dramático e muito voltado para a narrativa, com cutscene após cutscene. Inclusive encorajo você a jogar um capítulo de qualquer personagem pulando (segure B) todas as cenas, como quando tiver um grupo forte e tiver que terminar a campanha de algum personagem que ainda está no começo da aventura. Eu mesmo terminei minha primeira campanha com cerca de 40 horas. Peguei o grupo nível 65 e troquei um deles por um personagem nível 9 no capítulo 2 (todos tem 4 capítulos). Fizemos toda a campanha em 1 hora. O jogo é muito previsível e raso sendo sempre: chegue na cidade, cutscenes, ande até alguma caverna ou algo assim, ande 1 minuto nas minúsculas dungeons e chegue no boss, repita do início, mas agora o level recomendado é maior! Quase como um Boss Rush com muito grinding justificando os meios.

    No geral, em relação a Bravely Default, eu escolho Octopath Traveler qualquer dia. Quando você finalmente fica forte e confiante, o jogo fica mil vezes mais divertido, justo e estratégico. Fiquei com muita vontade de fazer o jogo 100%, incluindo sidequests, jobs avançados (que requerem lutas contra chefes para serem adquiridos) e um chefe que é meio que o último verdadeiro, mas agora estou devolvendo o jogo (fora que a recomendação é de dois grupos nível 75 e depois do 50 cada level é um parto, e o jogo sequer marcou onde ir atrás desse chefe). Valeu a pena a jogatina, mas tá longe de entrar na minha lista de grandes RPGs. Recomendo para jogares oldschool do gênero e fãs de títulos da Square da época!

    Octopath Traveler

    Platform: Nintendo Switch
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      kingsysiphos · 8 months ago · 2 pontos

      Seu post tá muito legal, estava curioso sobre esse jogo. Acho que como crítica tbm fica legal, se vc quiser

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  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2020-09-24 21:09:49 -0300 Thumb picture

    Diorama de Final Fantasy VI

    A uns dias atrás vi uma publicação do @jcelove onde ele postou uma publicação de uma página do Instagram chamada diorama.cubos, que é de um caboclo que faz dioramas, aquelas montagens usando imagens 2D sobrepostas, daí por ser de Final Fantasy VI (e da batalha final ainda por cima) não resisti e encomendei um dos produtos dele... E, por incrível que pareça (ainda mais se tratando dos curreios) chegou hoje!

    A caixinha é de acrílico, de 9x9, o vendedor é bem atencioso e mandou várias mensagens me deixando a par das atualizações e tudo o mais, além de trocar a Terra lá no fundo pela Celes (foi mal, Terra, mas tu não canta uma ópera e sai viajando sozinha num mundo pós apocalíptico XD). Foi tudo excelente, o único problema que tive foi que, assim que abri o pacote (que veio muito bem embalado, por sinal), notei que alguns sprites estavam caídos, com o chacoalho das entregas do curreio tendo retirado eles da cola... 

    Mas daí passei um pingo de Super Bonder e tudo certo, e o vendedor ainda se prontificou a fazer um novo caso eu quisesse trocar. Felizmente ele já sabia do problema com a nossa querida estatal e não colou as arestas do cubo justamente por isso.

    E no final das contas, ficou sensacional e deu todo um charme pra decoração, certamente comprarei mais alguns dele no futuro (se ele fizer um da cena da ópera, vai ser GG), e para quem está interessado, vale muito a pena!

    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
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      jcelove · 10 months ago · 2 pontos

      Ae, foi rápido! Ainda bem que deu pra arrumar tbm.
      Vi os updates no insta que ele colocava lá, bem maneiro. Qdo tiver mais folgado quero um tbm. to apaixonado por um que vi num post gringo do Monkey Island 3 e o do crossover com protagonistas de jrpgs.

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      ersatzgott · 10 months ago · 2 pontos

      Se fizer um de Mega Man, eu dou meus pulos e compro também, não vou resistir HUAUHAUHA

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      santosmurilo · 10 months ago · 2 pontos

      eu acho q vi o video desse cara. tbm adorei, só me falta o dinheiro

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2019-08-05 10:02:56 -0300 Thumb picture

    Desafio: Uma semana de música - Dia 2

    Bem, mais um dia do @desafio, e pro tema de hoje escolhi uma música que eu curto pra caralho, assim como o jogo em si: Terra Theme, a música tema de Terra Brandford de Final Fantasy VI, que é também a música de overworld da primeira parte do jogo.


    Ia escolher o tema de overworld de DQ3, mas sempre que me lembro de FFVI ele sai atropelando todo mundo, ahuahua



    E por que a escolha? Final Fantasy VI já é auto explicativo, Nobuo Uematsu tava no auge da sua criatividade aqui (tanto que ele considera FFVI seu jogo preferido da série), e que o resultado não poderia ser senão uma trilha sonora fantástica (tal como o resto do jogo também XD).


    Regras

    1 - Postar uma musica por dia, durante uma semana, seguindo a seguinte lista:

    Dia 1: Música tema de uma franquia;
    Dia 2: Música tema de jogos específicos;
    Dia 3: Música tema de alguma área/momento aleatório de um jogo;
    Dia 4: Música tema para chefões;
    Dia 5: Música tema de final boss;
    Dia 6: Músicas de encerramentos
    Dia 7: RODADA BONUS: Música completamente a sua escolha, tema de personagem, tela inicial, save room, tela de pause: VOCÊ ESCOLHE!
    2 - Comente em cada um dos dias o por que de estar escolhendo essa música!
    3 - Marque uns três amiguinhos para eles fazerem também.

    Já marquei uma galera, então quem quiser, sinta-se à vontade!

    Final Fantasy III (US)

    Platform: SNES
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      vante · almost 2 years ago · 3 pontos

      Final Fantasy apareceu com certa frequência nesse desafio, muito mais do que eu esperava kkkkkkkkkkkkkkk

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      jcelove · almost 2 years ago · 2 pontos

      A ost do vi é top mesmo

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      edergamerroots · almost 2 years ago · 2 pontos

      Pqp. Eu amo esse tema. Um amigo meu tocou ela no piano pra uma apresentação no conservatório.

      1 reply
  • manoelnsn Manoel Nogueira
    2019-04-02 22:51:36 -0300 Thumb picture

    25 anos de Final Fantasy VI

    Um quarto de século pra um dos melhores RPGs já feitos pelos asiáticos... E a Square tá pouco se fodendo, e nesse meio tempo só tivemos duas novas versões do jogo: um pra um portátil e outro pra dispositivos móveis feito da maneira mais porca possível.

    Vejo Final Fantasy VI como um dos 3 pilares principais da franquia Final Fantasy, sendo o ápice criativo da mesma. Também temos Final Fantasy IV, que foi quando a franquia passou a ter identidade própria e Final Fantasy VII, o ápice econômico da mesma e o principal motivo para que qualquer coisa com Final Fantasy no nome venda feito água até os dias de hoje, mesmo que criativamente seja um desastre.

    O estranho é que desses 3 jogos o VI é o mais negligenciado pela Quadrado, já que o 4 tem vários remakes e o VII tem uma porrada de spin offs, além de um remake que deve sair lá pra 2050. Talvez seja melhor assim, pois o jogo talvez não se encaixasse bem nos dias de hoje, mas não deixo de imaginar um remake com cell shadding lindão, só que ao invés de models em mangá genérico todos com o estilo do Amano. Bem, não custa nada sonhar, né...

    Final Fantasy III (US)

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      wiegraf_folles_ · over 2 years ago · 4 pontos

      Como seria legal se FF5 e 6 ganhassem tanto revamps e experimentação quanto o 4 :/

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      mastershadow · over 2 years ago · 2 pontos

      MEu jogo favorito.Fico indignado com o descaso que a Square da pra ele, nao custava uma versão em 2D HD mesmo,tipo que fizerem pro FFIV do PSP.De qualquer modo,longa vida FFVI!

      18 replies
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      _fernando · over 2 years ago · 2 pontos

      Ainda não joguei o VI ou o IX, que me parecem muito bons, mas acho muito dificil mesmo superar o VI, esse jogo beira a perfeição, do inicio ao fim. E eu acho que um dia vao fazer um remake dele sim

      1 reply
  • 2018-07-16 14:45:46 -0300 Thumb picture
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2018-05-30 14:09:16 -0300 Thumb picture
  • luis_carlosblj Luis Carlos Bernardes
    2017-12-20 12:55:57 -0200 Thumb picture
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      mastermune · over 3 years ago · 5 pontos

      Sabin deixa TIfa, Zell, Snow na sujeira da sola do pé!

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      onai_onai · over 3 years ago · 3 pontos

      Hehehe... legal!

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      jailsonbraga · over 3 years ago · 3 pontos

      Ironicamente ele nao tem nenhum move de Suplex como Finishing

  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-09-13 13:13:39 -0300 Thumb picture
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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-07-22 15:23:27 -0300 Thumb picture
  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2017-03-18 15:59:33 -0300 Thumb picture
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