• 2022-01-12 14:45:04 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Logo God of War (2018) estreará no PC e isto ger

    Logo God of War (2018) estreará no PC e isto gerou uma discussão envolvendo exclusividade de jogos. Neste episódio do Papo Ludum, discorreremos sobre isto, portanto, acomode-se e aproveite o papo.

    God of War

    Platform: Playstation 4
    1587 Players
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    8
  • juninhowii360 Juninho Junior
    2014-03-17 18:48:32 -0300 Thumb picture

    Capcom e Nintendo: a polêmica exclusividade de Resident Evil

    Hoje, mais de dez anos depois, uma notícia anunciada pela Capcom em 2011 ainda assola os fãs de Resident Evil: a exclusividade com a Nintendo. Apesar de tal fator não ser mais tão persistente, dois grandes games da franquia continuam exclusivos de consoles da “Big N”:Resident Evil Zero e o Remake do primeiro jogo da saga. Ambos também encabeçam a lista de mais pedidos quando o assunto é relançamento.

    Para explicar os fatores que levaram a Capcom a firmar um contrato de exclusividade com a Nintendo, e as razões pelas quais isso foi quebrado menos de um ano depois da assinatura, precisamos voltar no tempo.

    Uma realidade constante, mas nem sempre um problema

    Apesar de aparecer como polêmica e gerar brigas de fanboys apenas a partir do início da década passada, jogos exclusivos sempre foram uma realidade da indústria de video games. Se você tem mais de 20 anos, deve se lembrar de possuir um Super Nintendo e jogar Mario enquanto seu vizinho morria de vontade por possuir um SEGA Genesis. A recíproca também poderia ser verdadeira, e você, com certeza, não perderia a oportunidade de passar horas com Sonic se pudesse.

    Talvez pela esmagadora maioria dos gamers serem crianças (ou por a humanidade do final dos anos 90 possuir elevados níveis de bom senso, o que eu duvido), verdadeiras brigas de consoles eram raras. Os títulos multiplataforma eram raros e todos estavam preocupados apenas com uma coisa: jogar video game. Naquela época, os títulos significavam diversão, e apenas isso. Entre Nintendo e SEGA existia sim uma rivalidade, mas ela se devia apenas às questões de mercado, como quaisquer empresas concorrentes.

    Estranhamente, a situação permaneceu a mesma durante a dominação completa do PlayStation na geração 32 bits. Jogos multiplataforma eram ainda mais raros e o aparelho da Sony, normalmente, era a plataforma de preferência de todos os desenvolvedores. Ou seja, o mercado estava inundado de títulos exclusivos, mas ninguém parecia se preocupar com isso já que todos possuíam um PsOne.

    Com a chegada da sexta geração, Nintendo e SEGA vieram decididas a virar o jogo e mostrar aos desenvolvedores third-parties (aqueles que não são ligados a nenhuma fabricante de consoles) que suas plataformas também são capazes de entregar experiências consistentes, com facilidade de programação e baixos custos. Nesse ensejo, porém, a criadora de Sonic acabou deixada de lado e, enquanto o novato Xbox corria por fora, a guerra de verdade acontecia entre o PlayStation 2 e o GameCube.

    Enquanto gamers de todo o mundo já começavam a discutir ferozmente sobre qual era o melhor video game, Sony e Nintendo começavam a mover suas fichas no mercado, na tentativa de atrair mais games para seus consoles. O número de títulos multiplataforma começou a crescer, mas, ao mesmo tempo, jogos exclusivos também começavam a surgir com força e continuavam a ser o motivo pela escolha de um ou outro video game.

    Como uma bomba

    Em 2001, ano em que Resident Evil comemorava seu aniversário de cinco anos, a Capcom anunciou o relançamento do primeiro game da série, com gráficos completamente refeitos e um foco ainda maior no terror e na tensão. A notícia foi amplamente comemorada durante segundos até que os fãs ficaram sabendo que toda a série, incluindo o remake e os novos Resident Evil Zero e RE4, seriam exclusivos do Nintendo GameCube.

    Segundo a Capcom, o acordo era uma medida de respeito aos fãs, que evitaria a compra de diversas plataformas diferentes para que todos os jogos da franquia pudessem ser experimentados. Também era uma forma de permitir que os adoradores da Big N curtissem os jogos antigos, que seriam relançados.

    Já para o criador de Resident Evil e ainda mentor da saga, Shinji Mikami, a decisão favorecia sua arte, já que o console da Nintendo possuía um potencial gráfico maior que o do PlayStation 2 e permitiria “gráficos no mesmo nível de um filme”. Para ele, o acordo era algo gravado em pedra e o designer chegou a prometer cometer suicídio caso Resident Evil 4 algum dia chegasse ao PlayStation 2, console que, segundo ele, não seria capaz de dar vida às suas obras.

    Por trás dos panos, o contrato de exclusividade pode ser considerado um pedido de desculpas da Capcom para a Nintendo. A desenvolvedora, que tinha o Super Nintendo como sua plataforma principal na geração 16 bits, lançou apenas quatro jogos para o Nintendo 64, na geração seguinte. A entrega de sua principal franquia para os braços da Big N era uma forma de voltar às boas com a fabricante.

    Os detalhes financeiros do acordo não foram conhecidos do público, como acontece com a maioria das decisões desse tipo. Não se sabe também se o contrato tem tempo limitado ou se a exclusividade é vitalícia. Para a Capcom, a exclusividade também facilitaria o desenvolvimento de Resident Evil 4, uma vez que o processo de adaptação do game para Nintendo GameCube e PlayStation 2 tomaria mais tempo e poderia influenciar na qualidade final do título.

    Comendo pelas beiradas

    Enquanto títulos da série iam chegando para o Nintendo GameCube, os fãs da franquia e/ou adoradores do PlayStation 2 iam ficando cada vez mais revoltados. Em uma tentativa de aplacar os ânimos deles, a Capcom não interrompeu completamente a produção de Resident Evil para o console da Sony e investiu em spin-offs, que não eram cobertos pelo contrato de exclusividade.

    Foi daí que surgiram Resident Evil: Survivor 2: CODE: Veronica e RE: Dead Aim, além dos dois games da série Outbreak. Os lançamentos “tapa-buracos”, porém, sofriam de falta de qualidade e serviram apenas para dar ainda mais força aos fãs que exigiam o lançamento dos títulos exclusivos do GameCube também para o PlayStation 2.

    Enquanto isso, Resident Evil Remake se tornava um dos jogos mais vendidos na biblioteca do Nintendo GameCube. Com RE4 próximo de seu lançamento e acumulando uma expectativa nunca antes vista em um game da franquia, ambos eram as meninas nos olhos da Capcom. E também seriam os responsáveis por lhe causar sérios problemas.

    Pressão financeira

    Em 2004, pouco antes do lançamento original de Resident Evil 4, a Capcom veio a público para “atender aos pedidos dos fãs”, anunciando o lançamento do game para o PlayStation 2 em uma versão com extras inéditos. O game chegaria às lojas apenas alguns meses da edição para GameCube, transformando o quarto game da franquia apenas em um exclusivo temporário.

    Segundo relatos não-oficiais, a ideia da Capcom era entregar o jogo para o maior número de pessoas possível, tendo em vista a expectativa que ele estava gerando. Além disso, uma forte pressão dos acionistas da empresa, que previam lucros absurdos caso Resident Evil 4 se tornasse um título multiplataforma, também teve papel fundamental na decisão e na quebra do contrato com a Nintendo. Ao contrário do que se imagina, a Sony parece não ter tido nenhuma participação neste movimento.

    A quebra do contato com a Nintendo trouxe uma baixa importante para a Capcom. Insatisfeito com a decisão, Shinji Mikami não cometeu suicídio, mas pediu demissão da empresa. Mikami nunca falou abertamente sobre o assunto e abandonou de vez sua obra-prima. Resident Evil 4 se tornaria um dos 60 títulos mais vendidos da história do PlayStation 2.

    Será que um dia…?

    Até hoje, Resident Evil Zero e Remake foram relançados uma única vez, como parte da série Archives para o Nintendo Wii. A Capcom nunca se pronunciou sobre uma versão dos títulos para outros consoles, apesar da insistência dos fãs em falar sobre o assunto. Ambos continuam sob os efeitos do contrato de exclusividade.

    Recentemente, um relançamento de Resident Evil: The Umbrella Chronicles e The Darkside Chronicles foi anunciado para o PlayStation 3. Com suporte ao Move e gráficos em alta definição, os títulos deixarão de ser exclusivos do Nintendo Wii para ganhar uma versão ainda melhor que a original no console da Sony.

    A notícia reacendeu uma fagulha de esperança no coração dos fãs, que esperam agora que a Capcom faça o mesmo com Resident Evil Remake e RE Zero. Possível, isso sempre é. O problema é que, provavelmente, tais títulos continuam sujeitos ao acordo de exclusividade firmado em 2001 e, para rompê-lo, a desenvolvedora teria de desembolsar um bom dinheiro.

    Quanto mais altas forem as vendas dos relançamentos da série Chronicles, maiores ficam as chances de Resident Evil Zero e Remake chegaram também aos consoles da atual geração. Uma perspectiva de altos lucros com os games compensaria a quebra de contrato e o desgaste entre Capcom e Nintendo. Há dúvidas, porém, se um game de dez anos atrás teria um sucesso considerável no mercado atual. Algo que apenas os fãs e seus dólares podem responder.

    Publicado em 21/04/2012, por Felipe Demartini - Em Indústria

    Resident Evil Zero

    Platform: Gamecube
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      kevinryman · almost 8 years ago · 1 ponto

      Como a matéria é antiga, ainda teve a quebra de exclusividade do REvelations.

  • 2014-01-31 12:00:52 -0200 Thumb picture

    Quer jogar Garden Warfare de dois? Só no Xbox One

    A Microsoft conseguiu mais uma exclusividade de "Plants Vs Zombies: Garden Warfare" para o Xbox One. E não estamos falando de qualquer coisa, como você pode ver no vídeo acima, o famoso modo "split-screen", que permite que você jogue com mais amigos no mesmo console, na mesma casa e na mesma televisão, será um luxo que somente os donos do One poderão ter. O modo é um co-op split-screen clássico, do tipo que você chama seu bro e vocês se ajudam a exterminar hordas e mais hordas de zumbis malucos.

    Além disso o Xbox One já tem a exclusividade de ter o "Boss Mode", onde um jogador controla power-ups via Kinect ou SmartGlass.

    Não dá para saber se isso será para sempre ou não, existe sempre aquele 1% de esperança do modo aparecer após algum tempo em outras plataformas como DLC pago (ou free) e fazer a alegria dos outros jogadores. 

    Fonte: POP

    Plants Vs. Zombies: Garden Warfare

    Platform: Xbox One
    461 Players
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      farnochi · almost 8 years ago · 0 pontos

      Oba!

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      niveabarbosa · almost 8 years ago · 0 pontos

      Ansiosa por este!!

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      jeffersonn · almost 8 years ago · 0 pontos

      Ansioso por este game tbm.......

  • 2014-01-28 22:04:12 -0200 Thumb picture
  • 2013-11-02 19:57:38 -0200 Thumb picture

    VCS Acreditam?

    Galera,surigiram rumores dp de um trailer Espanhol,se não me foge da cabeça,que não mostrava Bayonetta 2 no Wii U,vcs acreditam?^

    Link da notícia:

    http://www.nintendoblast.com.br/2013/11/trailer-espanhol-dos-exclusivos-do-wii.html

    Lembrando que a Nintendo está financiando o jogo.

    Fui no GameVício,e vi a notícia la,totalmente FANBOYOLIZADA,falando que o próprio diretor do game disse que iria lançar para PS4,algo assim,está aqui o Link,lembrando,que essa notícia deles é FAKE no momento,pois no Site da Nintendo está o Bayonetta 2 e não surgiu nenhuma notícia confirmando que irá lançar para outros consoles,e nenhum vídeo tmbm.

    Link para a notícia FAKE,enquanto não se confirma nada,é FAKE! :

    http://www.gamevicio.com/i/perfil/6/6775-5-bayonetta-2-para-x360/index.html

    Minha opinião: Eu acho que não,a Nintendo que deu grana,e a não ser que Miyamoto esteja bêbado e com dor de cabeça e de cotovelo,não deve ter preocupações quanto a exclusividade desse jogo.

    1
  • niveabarbosa Nívea Targaryen
    2013-10-24 11:36:26 -0200 Thumb picture

    Conteúdos exclusivos temporários

    Conteúdos exclusivos Sony em Assassin's Creed IV e Watch Dogs são temporários

    Os 60 minutos de gameplay exclusivos para Watch Dogs e Assassin's Creed IV na PlayStation 4 e PlayStation 3 são na realidade conteúdos exclusivos temporários.

    A Sony publicou ontem um novo vídeo publicitário da PlayStation 4, e na versão do vídeo para os Estados Unidos, quando os 60 minutos de gameplay exclusivos para ambos os jogos da Ubisoft são mencionados, aparece um asterisco. Numas pequenas letras em baixo podemos ler que esses 60 minutos deixam de ser exclusivos passados seis meses.

    Em Assassin's Creed IV, só nas versões PlayStation será possível jogar as missões Aveline, a protagonista de Assassin's Creed Liberation para a PS Vita. Os conteúdos exclusivos para Watch Dogs ainda não são conhecidos.

    Se estes conteúdos são exclusivos temporários, é natural assumir que depois dos seis meses a Ubisoft irá disponibilizá-los para as outras plataformas.

    Vejam o dito vídeo em baixo e estejam atentos aos 15 segundos depois do primeiro minuto.

    Link: EuroGamer

    Bom saber...

    Assassin's Creed IV: Black Flag

    Platform: Playstation 4
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      thiearsiling · over 8 years ago · 0 pontos

      Bom saber.

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      natnitro · over 8 years ago · 0 pontos

      A versão de pc que ta pre-venda da steam tambem tem esses conteudos extra da Aveline e mais umas missões de caça ao tesouro que desbloqueiam armas... Provavelmente esses extras depois vão estar a venda pra galera no season pass...

  • gordoselvagem Vinícius Elias
    2013-07-17 19:33:28 -0300 Thumb picture
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      artoriasblack · over 8 years ago · 0 pontos

      T__T

      esse post pensou exatamente o que penso, quando vejo o povo daqui falando do game.

      e nada de Xbox 360 ter um game parecido com esse

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      wiegraf_folles_ · over 8 years ago · 0 pontos

      EU
      NÃO
      TENHO
      OS
      2
      :D

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      famitsu_guy · over 8 years ago · 0 pontos

      concordo plenamente meu deus =( isso sem falar de gow 4, mgs 4, final fantasy 10 e 10-2 HD, beyond: two souls, toda a serie uncharted e principalmente (OMG) O remake de Parasite Eve pra playstation 3 ='(

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