• anduzerandu Anderson Alves
    2021-06-01 01:16:03 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Magical Drop 2

    Zerado dia 30/05/21

    Será que eu já conhecia esse jogo até antes de ontem? O nome me soa muito familiar mas eu o abri aleatoriamente ao verificar os jogos recém adicionados ao plano do Nintendo Switch Online na minha falta do que fazer. Cheguei até a verificar sem o primeiro estaria disponível para os assinantes desse plano, mas não havia nada!

    Será que algum canal que sigo jogou? Será que li alguma notícia de que esse jogo seria lançado como Virtual Console nas plataformas atuais (o que de fato aconteceu, mas provavelmente a versão de Arcade, julgando que exista uma).

    Para quem não tem um Switch ou não assina o plano online, a plataforma conta com um aplicativo que, ao abrir, mostra uma tela com diversas capas de títulos de SNES (há outro também de NES) que dá acesso àqueles jogos lá disponíveis e a possibilidade de jogar online com um amigo!

    O problema desse programa para assinantes é que as adições de jogos acontecem esporadicamente, sendo que antes eram mensais. Fora que sempre são poucos títulos e a maioria trata-se de coisas desconhecidas e nada populares. O fãs pedem Earthbound há muito tempo, por exemplo, mas ganhamos jogos de companhias menores, como Jaleco, Natsume e Data East, que nesse caso foi a que possibilitou a vinda de Magical Drop 2 para o console, mesmo tendo uma versão monetizada na loja.

    Por outro lado, várias companhias maiores inviabilizam, imagino eu, a vida de outros clássicos e preferem lançar suas próprias coletâneas na eshop, como é o caso de todos os Castlevanias de NES e SNES da Konami, vendidos digitalmente.

    Adicione também a lista os jogos da Square, Enix, Capcom e por aí vai...

    Acostumado com a avalanche de jogos desconhecidos, resolvi encarar esse tal de Magical Drop 2 e de cara eu já curti bastante! Os visuais são lindos, coloridos e bem animados. Daqueles jogos que envelheceram perfeitamente bem!

    O gameplay me lembra muito o meu adorado Bust-a-Move/Puzzle Bobble, mas com suas devidas diferenças. Isso me faz lembrar de como aquela geração contava com uma boa variedade de gêneros nas plataformas e a busca por alguma originalidade. Quantos jogos de puzzles assim existiam? Duelos por tempo contra o CPU ou amigos, estratégias rápidas e mecânicas sem igual.

    Tetris, Columns, Yoshi's Cookie, Wario's Woods, Puyo Puyo e muitos outros. Definitivamente são tipos de jogos que não fazem a cabeça da molecada hoje em dia e raramente vemos algum investimento no gênero. resta jogar pra sempre as versões originais antigas!

    Como funciona MD2?

    Você escolhe um personagem que tem diferentes habilidades (mais interessante assim que você entender o jogo). Na partida, você move o seu personagem da esquerda para a direita e vice-versa e onde a sua mira, sempre vertical, estiver, você tem duas opções: pegar esferas ou jogar as esferas já coletadas.

    Imagine no caso da imagem acima, a mira está numa bolinha verde. Podemos a coletar com o botão B, removendo-a da coluna. Agora eu posso mover a personagem para cima de outra bola verde e a coletar também, e assim por diante. Quando eu estiver satisfeito, basta jogar todas essas esferas contra outra da mesma cor para pontuar e remover todas elas do jogo.

    Mas atenção! Se você coletar uma esfera verde, não poderá coletar uma de outra cor ao mesmo tempo! Mas caso se arrependa de uma ação de coleta, basta jogar a(s) esfera(s) de volta no jogo, o que inclusive pode ser usado simplesmente para liberar o caminho para fazer combos com esferas que estejam abaixo de uma específica.

    Ao jogar uma esfera contra outras da mesma cor, é possível eliminar colunas e/ou linhas, fazendo com que as esferas mais baixas subam e preencham o espaço que ficou vazio, inclusive possibilitando combos caso as cores que se choquem sejam iguais.

    Enquanto a ação acontece, a imagem do seu personagem é animada e há até algumas vozes complementando a música que é super divertida.

    Há bastante tensão, sobretudo em níveis mais avançados em relação aos fatores que podem decidir a partida:

    1) combos grandes fazem a tela do seu inimigo ganhar mais bolas e descer mais e mais, Se a bolinha mais baixa tocar na parte inferior da tela, aquele jogador perde.

    2) há um número decrescente entre as duas áreas de jogo. Esse número diminui conforme você faz combos e com base na quantidade de bolas eliminadas. Um combo com três esferas apenas, diminui três números. Um combo com 10, diminui dez números.

    O modo campanha tem 5 níveis de dificuldade e durou cerca de 20 minuto no normal, incluindo algumas derrotas/retries. mas há modos adicionais, como um de quebra-cabeças, um infinito e o próprio multiplayer.

    Resumindo: Magical Drop 2 é um jogo muito divertido e bem feito. Esse é um daqueles que a campanha serve apenas como desculpa/tutorial para iniciantes. Tenho certeza que a graça maior está no modo Versus para dois jogadores e é por isso que o jogo sempre será cotado em encontros com os amigos e meu Switch!

    De bom: jogo bonito e de mecânicas muito divertidas. Tudo funciona muito bem e garante a diversão para todas as idades. Controles simples. Modos extras para quem quiser ir além ou se desafiar. Personagens com diferentes habilidades.

    De ruim: campanha besta e muito curta.

    No geral, me diverti demais com esse jogo. Super viciante! Recomendo demais, inclusive quando você precisar de um jogo para dois e PVP. Jogão!

    Magical Drop 2

    Platform: SNES
    27 Players
    3 Check-ins

    13
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-12-27 20:29:30 -0200 Thumb picture

    Jogando Fighter's History ao vivo!

    Galera, to entrando ao vivo para matar um pouco do tempo livre, quem quiser colar por lá.

    5
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-20 12:31:01 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

    Zerado dia 19/12/20

    Não sou muito fã da série Joe & Mac, mesmo tendo jogado um bom bocado do primeiro jogo na infância/pré-adolescência. Acho que o conceito simplesmente não funciona comigo e a experiência não traz nada de muito diferente, fora que a gente vai ficando mais velho e crítico e acaba demandando cada vez mais dos padrões de qualidade de jogos de cada gênero com base em outras experiências.

    Já no Switch, a Nintendo adicionou o segundo jogo da franquia ao sistema de velharias do console. Como não sei muito sobre esses jogos, acho curioso o porquê de terem adicionado justamente Joe & Mac 2 e não o primeiro. Fez mais sucesso? Problemas de licenciamento?

    O fato é que eu terminei (com muito sofrimento) o seu antecessor há poucos anos e acabei colocando os seguintes na lista de prováveis zeramentos futuros, e assim o jogo ficou aguardando um momento oportuno.

    Visitando amigos e sem ter muita opção de algo bacana para jogar enquanto um deles terminava de preparar o almoço (não queríamos jogar coisas como Smash Bros. Ultimate e deixá-lo de fora), fui explorar os jogos do Nintendo Switch Online e resolvi abrir o J&M2 para ver no que daria. Acabou que fomos jogando e logo estávamos tão avançados em pouco tempo que seguimos até o final. Que jogo curto!

    Abrindo o jogo pela primeira vez, o menu inicial tem a opção de jogar sozinho, dois jogadores e "Super Co-op". A diferença entre o multiplayer normal e a versão "super" eu não sei dizer, então fomos na regular mesmo (o jogo infelizmente não descreve os menus, como de praxe na época).

    Havia ainda a opção "Password" para garantir que o jogo fosse mais tranquilo ainda e sem a necessidade de terminar em uma única sentada e "Options", que até onde lembro servia apenas para configurar os controles.

    Já na aventura, o jogo se abre contando sua história e segue com um aldeão nos mandando em busca do grande vilão. Agora na vila, nós podíamos ir e vir a vontade e entrar nas casas.

    Por algum motivo eu já imaginava que o jogo tinha ganhado um aspecto de maior exploração das fases e ir e vir pelo mundo ao invés de fases posicionadas uma atrás da outra de forma linear, e é bem por aí mesmo.

    Saindo da vila, por exemplo, a gente se encontrou num estágio cheio de plataformas e níveis, quase que como num jogo do Sonic de Mega Drive. Eu não sabia para onde estávamos indo, mas seguimos jogando e procurando por itens que volta e meia eram obrigatórios, como chaves para abrir portas que pareciam bloquear nosso progresso.

    Sobre a jogabilidade, você pode pular e atacar com o seu tacape, coletar itens de cura do chão e escalar cordas. Nada muito inovador, mas a simplicidade tem seu charme.

    Apesar da simplicidade, não é um jogo fácil. Muitos inimigos ganham muitos frames de invencibilidade ao serem atacados e enganam terem morrido, baixando a sua guarda. Outros entram na tela de forma brusca e arrancam um pouco do seu HP. Além disso, itens e cura as vezes são abundantes, mas outras vezes são bem raros. O pior disso é que eu não descobri nenhuma forma de ganhar vidas e elas são limitadas. Perca todas e lá se vai um dos seus Continues, que também são limitados. Felizmente não chegamos a descobrir o que aconteceria se perdêssemos todos, mas não vou mentir que chegamos a usar a função de rewind/rebobinar do Nintendo Switch Online para agilizar um pouco sobretudo em partes que pareciam mais injustas.

    A experiência foi quase que completamente tranquila por toda a sua duração, mas os problemas vieram no final, onde tínhamos que enfrentar todos os chefes do jogo novamente, seguido da batalha final com duas formas. A primeira forma do último chefe foi disparado o maior desafio de toda a campanha e perder um continue significava ter que fazer o "Boss Rush" novamente e rezar para chegar lá com bom HP (acabamos refazendo uma vez pois chegamos lá muito fracos na primeira tentativa.

    Depois de tantas idas e vindas e não ter a menor noção se estávamos progredindo ainda no primeiro cenário, finalmente conseguimos sair da fase e chegamos no "overworld", que lembra muito a forma como andamos em RPGs clássicos, como nos Final Fantasy ou Chrono Trigger.

    Essa é a melhor parte desse jogo: poder ir onde quiser e acessar as fases na ordem que desejar. Talvez em no sentido que a dificuldade vai aumentando como nós fizemos. Ou seria melhor começar pela mais difícil enquanto ainda temos tantas chances de passar? Ah, eu estou afim de jogar essa fase em específico ou talvez até re-jogá-la. Muito bacana!

    Além das fases no mapa, há ainda uma cidade em que você pode comprar cura para os personagens, conversar e usar de mecânicas estranhas disponíveis por lá e até fazer umas coisas que não entendi bem.

    O importante é que cada estágio tem um chefe no final e ao derrotá-lo você ganha um dos cristais necessários para acessar o chefe final!

    Resumindo: Joe & Mac 2: Lost in the Tropics é um bom jogo. Apesar de nada sensacional, sobretudo jogando hoje em dia, é uma experiência funcional e uma boa opção multiplayer para dois jogadores. Gosto das formas como o jogo inova a série em relação ao seu antecessor, te dando liberdade, fases com montarias e sprites mais bonitos. Não é o jogo mais fácil do mundo, mas definitivamente muito menos frustrante que o primeiro jogo.

    De bom: visuais legais. Sistema de upgrade de armas ao coletá-los nas fases. Chefes ok. Sistema de Password para facilitar a nossa vida. Jogo tranquilo de terminar, sem ser muito punitivo nem muito fácil. Gosto de todo o lance metido a RPG e exploração.

    De ruim: hit detection é um problema, principalmente quando o assunto é dos ataques dos inimigos (o último chefe mesmo te dá uns socos que acertam de muito longe). Não achamos uma forma de ganhar vidas. Inimigos se repetem em todos os estágios.

    No geral, curti o que joguei no pouco tempo de sua duração. Sinto que J&M2 poderia ter sido uma boa escolha com qualquer amigo num momento de ócio. Vale a pena dar uma conferida!

    Joe & Mac 2: Lost in the Tropics

    Platform: SNES
    730 Players
    5 Check-ins

    14
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-11-18 10:52:48 -0200 Thumb picture

    Fighters History | Matlok

    Continuo minha saga de fechar com todos os personagens em Fighters History.

    4
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-11-06 12:18:25 -0200 Thumb picture

    Fighters History | Ray

    A meta é fechar com todos os personagens, então seguimos nos gameplays de Fighters History.

    11
  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-11-02 20:56:14 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Johnny Turbo's Arcade: Night Slashers

    Zerado dia 01/11/2020

    Eu tô sempre de olho nas ofertas de jogos do Nintendo Switch. Toda semana tem uma penca de jogos bem baratos e, assim como na Steam, se você caçar bem quase sempre acaba achando algo bom no meio da bagunça, como indies subestimados (ou não) e jogos de Arcade.

    Sempre dou uma pesquisada naqueles títulos que me parecem mais interessantes e, volta e meia, compro um deles. Foi mais ou menos assim com Night Slashers, um jogo que eu nunca nem tinha ouvido falar. Acho que parte da culpa desse nome nunca ter chegado ao meu ouvido foi o nome Data East, a sua produtora que sempre me pareceu bem desinteressante. Os jogos simplesmente não chegam às bocas das pessoas.

    Se você pesquisar, deve conhecer um ou outro produto deles, como Bad Dudes e Caveman Warriors. Side Pocket, talvez. Não faço questão de nenhum deles na minha vida.

    Três reais no Switch é sempre um preço interessante, e se tratando de multiplayer, não tinha como eu recusar. Vi uns segundos de algum video aleatório no Youtube só para saber se não se tratava de algo tosco, e curti muito o que vi. Para três jogadores, bem curioso. Definitivamente uma experiência para situações bem específicas.

    Depois de uns meses, fui visitar um amigo que está morando sozinho e seu namorado. Depois de jogar Donkey Kong Country 2 e testar uns jogos baratos que eu tinha comprado para o console, percebi que era o momento certo para Night Slashers. Sabia que iríamos terminá-lo rapidamente, ainda mais porque jogos de Arcade envelheceram mal com suas mecânicas de fichas. Basta inserir quantas quiser e morrer a vontade que uma hora a campanha termina.

    Abri o menu de opções e fui dar uma olhada no que poderia fazer. O mais interessante foi mudar os filtros de imagem. Se nada o jogo fica esquisito e até feio, algo que nunca havia sentido com nenhum outro título antigo. Depois de olhar bem, chegamos à conclusão que o de CRT ou algo assim era o melhor, sem bordas arredondadas que imitam TVs antigas.

    Depois de adicionar 99 fichas e entrar na partida, cada um escolheu um personagem (infelizmente só são três). Um deles ficou com o loiro estilo anos 90 de braços robóticos, o outro o cara super normal que parece mais um garçom e eu fiquei com a menina chinesa.

    No início da primeira fase eu já expliquei que Night Slashers, como o próprio nome indica, tem temática que remete aos filmes de terror de décadas atrás e muito populares nos anos 80.

    Ao invés de bater em bandidos, alienígenas ou robôs, aqui os inimigos são monstros clássicos do cinema, como zumbis, lobisomens, frankensteins, vampiros, Jasons e afins. Acho que podemos dizer que é parecido com a proposta de Darkstalkers, mas bem menos carismático.

    A primeira coisa que você vai fazer na hora de bater é apertar o botão referente à posição do quadrado do controle do Playstation (Y no Switch). Bizarramente esse é o botão do golpe especial, aqueles que você paga com parte da sua vida para ser usado.

    O botão de ataque normal é o A (bola no Playstation). B é usado para pular (no ar seus golpes são diferentes, inclusive o especial. Há ainda a possibilidade de correr e atacar e segurar o botão de soco para deferir um ataque forte, mas que demora para poder ser usado e se você mantiver o botão pressionado por muito tempo faz com que seu personagem fique tonto. Nós só descobrimos isso ao acaso bem no final da aventura.

    São apenas 7 estágios curtos e repetitivos, sendo muito parecidos esteticamente e enfrentando sempre os mesmos monstros, o que é uma grande decepção. Quer dizer, quando você joga Castlevania cada fase é única, com mecânicas diferentes e temáticas diferentes em cada parte do castelo. Aqui a liberdade de criação era bem maior, visto que os cenários podem ser qualquer lugar, mas acabaram vacilando um bocado nisso.

    No final de cada fase há um chefe, e eles são bacanas e bem diferentes, o mínimo que espero de um beat'em up. Por outro lado, com exceção do último e da Morte, eu enfrentei todos da mesmíssima forma e eles deixam você dar agarrões tranquilamente. Super esquisito.

    Pior que isso só o fato de todos serem chamados "Enemy1".

    Há até um enredo que sempre é conversado com eles ou por cenas entre as fases, mas é tudo superficial.

    Agora, se você acha que o jogo é fácil, está enganado. O nível de desafio é bem artificial e logo você vai morrer sem nem perceber que tomou dano.

    Eu tenho que dar ênfase nisso pois realmente acontecia de eu estar jogando bem e do nada tomar um soco e morrer pois estava sem vida. Não há indicadores de dano, praticamente. Inclusive mesmo nos inimigos que você bate e nem tem certeza se estão tomando dando.

    No final das contas eu estava achando bem fácil progredir em Night Slashers, mas nosso contador mostrou que perdemos cerca de 20 fichas, jogando em três, para chegar aos créditos do beat'em up.

    Mas foi definitivamente um alivio chegar ao final de um jogo tão pouco recompensador, repetitivo e sem graça. Isso resume a experiência toda: sem graça.

    O jogo não é bonito, não é interessante, a temática foi mal utilizada, não tem graça nem de bater nos inimigos ou progredir pro próximo cenário.

    Resumindo: Night Slashers é um jogo muito fraco. Não há motivos para jogá-lo. Bom, pelo menos não foi frustrante de chato como Brawl Brothers. Entre os piores do gênero, esses dois travam uma luta acirrada nas minhas experiências. Não me arrependo de tê-lo comprado pelo preço baixíssimo (e agora acho justo), mas foi o tipo de jogo que eu pensei enquanto jogava: "onde é que eu meto meus amigos?"

    De bom: preço baixo (pelo menos em promoção). Comandos simples e responsivos. Temática diferente em relação a outros do gênero.

    De ruim: genérico como um todo. Não lembro de nada da trilha sonora. O clima do jogo falha tanto na parte terror quanto ação. Bater em inimigos é sem graça, no braço ou com armas. Personagens morrer bem fácil sem você nem perceber. Achei que poderia ter mais um personagem para que o último jogador pudesse ter ao menos duas escolhas.

    No geral, eu não recomendo esse título sabendo que há tantos jogos melhores do gênero inclusive no Switch e há coisas melhores a se fazer mesmo com R$3 e mesmo no Switch também. Fraquíssimo.

    Johnny Turbo's Arcade: Night Slashers

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    14
  • 2016-03-27 13:01:22 -0300 Thumb picture

    Pinball de Star Wars

    Esse pinball é uma coisa linda de Deus!

    Escute esse remix do tema de Star Wars e veja esse disparo da Estrela da morte aos 2:58. Sensacional!

    Quando criança, era fissurado nessas animações desses display dot matrix... e ainda sou!

    5
    • Micro picture
      leojiraya · over 5 years ago · 2 pontos

      Esses dias joguei pinball pela primeira vez, minha primeira partida não durou nem 2 min ahahaha.

      2 replies
  • 2015-11-03 09:39:14 -0200 Thumb picture

    Karnov's Revenge

    Medium 198152 3309110367

    Capa recuperada do jogo Karnov's Revenge, conhecido também como Fighter's History Dynamite na Europa. Jogo lançado em 1994 para o Neo Geo pela Data East que hoje é propriedade da SNK Playmore.

    Fighter's History Dynamite

    Platform: Neo Geo
    64 Players

    14
    • Micro picture
      spider · almost 6 years ago · 2 pontos

      Joguei muito! Good times!

  • rapha88 Raphael Amaral
    2014-02-14 19:56:54 -0200 Thumb picture
    rapha88 checked-in to:
    Post by rapha88: <p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Acabei de zerar esse jogo p
    Congo's Caper

    Platform: SNES
    708 Players
    18 Check-ins

          Acabei de zerar esse jogo pela primeira vez depois de anos e anos sem joga-lo e bem... Não é tão complicado quando você já não é mais criança e muito menos quando se é um jogador experiente, mas a diversão que esse game trás é sem dúvida muito satisfatória levando em consideração que ele foi lançado na era de ouro dos jogos de plataforma, onde para um se sobressair sobre outro era realmente necessário um diferencial e Congo's Caper tinha esse diferencial, ainda que os produtores optassem por deixar o jogo o mais simples possível :D

     Vou confessar que fiquei sem entender o final, pois dentro da barriga do dinossauro havia o demônio como final boss? HUEHUE! Mas foi divertido, morri algumas vezes para ele.

    PS: Jogar no próprio console com o controle em mãos e a fita ali, juntamente com a "caixinha" quase queimando na tomada, não tem preço. <3

    4
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · almost 7 years ago · 1 ponto

      Adoro inserir games na minha lista, aqui no Alva, por isso... me traz tantas boas recordações. Esse game era (é) foda!!!

    • Micro picture
      mashieru · over 7 years ago · 0 pontos

      aposkpaosk falou tudo rapha, Congo é fod4, como eu jogava esse joguinho, e nunca zerei :P

  • memoriabit Memória BIT
    2013-10-03 00:38:08 -0300 Thumb picture

    Segredo de Shadowrun “descoberto” 20 anos depois: vai usar?

    Longos 20 anos depois do lançamento, os criadores do game Shadowrun (SNES) resolveram abrir o bico numa entrevista e revelar a existência de um segredo jamais descoberto, envolvendo "dança ao redor de um poste". Deve ser o segredo mais tempo mantido guardado nos games até hoje!

    Foi só a entrevista aparecer que logo um monte de arqueólogos, digo, jogadores, começaram a pegar as dicas para tentar desvendar o tal cheat misterioso. Os próprios desenvolvedores disseram "não lembrar" ao certo como funcionava, então um cara do fórum do site Retro Gamer, username GanonTak, com ajuda de JLukas, membro do GameFaqs, reviraram o jogo de novo.

    O resultado veio. É uma sala secreta cheia de grana, Karma e warpzones, entre outras coisas interessantes, e tinha mesmo a ver com um poste de luz da rua. Já foi devidamente registrado para a história no GameFaqs. Veja também um vídeo pra ajudar.

    http://www.memoriabit.com.br/segredo-de-shadowrun-...

    Shadowrun (1993)

    Platform: SNES
    424 Players
    9 Check-ins

    5
    • Micro picture
      chlsryu · almost 8 years ago · 0 pontos

      Mas os criadores do game queriam? Descobrir só sozinho este secret seria impossível.

    • Micro picture
      memoriabit · almost 8 years ago · 0 pontos

      Mas o que não dá pra entender é porque não soltaram isso lá na época. Acho que muitas coisas que revistas publicavam deviam vir da publishers, tinha códigos que era meio (totalmente) impossível saber.

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