• renegadoomgames RenegaDoom Games
    2022-06-17 10:03:39 -0300 Thumb picture
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-12-19 23:54:10 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: It Takes Two

    Zerado dia 18/12/21

    Dois amigos e eu sempre jogamos umas coisas juntos e adicionamos outros à lista de jogos multiplayer pro futuro. A grande maioria dessas experiências acabam sendo fracas ou mesmo ruins, mas meio que já temos consciência disso ou mantemos as expectativas baixas, como foi com o recentemente terminado ibb & obb.

    Como agora eles moram bem mais perto agora, eles me convidaram para jogar o It Takes Two que, para a minha surpresa, já está disponível no EA Access (isso umas duas ou três semanas antes dele levar o título de Jogo do Ano no The Video Game Awards).

    Estava curioso com esse título desde que soube da sua existência, até porque curti os outros do mesmo estúdio.

    Bom, tiramos o sábado para jogar. Imaginei que não daria tempo de ir até o final, mas acabou dando sim! Mas nos custou o dia todo, da hora do almoço até umas duas horas da manhã (mas nem vimos o tempo passar e fizemos pausas para comer etc).

    De início o jogo já era meio o que eu esperava mesmo, mas tive algumas surpresas. Primeiro que o enredo gira em torno de pessoas realistas. Como eu não vi nada sobre ITT, eu realmente não esperava ver esse tipo de coisas.

    Em segundo lugar, e já relacionado, é que a história acontece graças ao drama de uma família em que os pais resolvem se divorciar e a filha sente o impacto dessa decisão. Para ser sincero, o enredo é bem coisa da Globo Filmes e deu para imaginar que seria o tipo de animação dublada pelo Fábio Porchat e Ingrid Guimarães. Brincamos muito com isso, até porque filmes como Se Eu Fosse Você são piadas recorrentes entre nós e é bem isso mesmo.

    Os pais, sempre muito ocupados, não dão muito atenção à filha, que pede aos seus únicos amigos, seus brinquedos, que seus pais continuem juntos.

    Em seguida os pais acordam como bonecos e, assustados, passam por diversas situações afim de chamar a atenção da filha e voltarem aos seus corpos originais. É aí que entra um tema MUITO recorrente no jogo: reconciliação de casal. Você já assistiu aquele programa "Love School" da Rede Record? Pois é...

    Bom, a temática não me conquistou de primeira, apesar de ser um bom ponto de partida para a história de ITT, e nem me conquistou depois. Situações e discussões se repetem por toda a duração da aventura e fica bem repetitivo. Isso e os personagens que insistem em voltar o tempo todo, como um livro que serve de tutor para unir os dois que as vezes vem, fala um monte de coisas de união, cooperação e amor, some e volta em sei lá, 1 ou 2 minutos para falar mais do mesmo em cutscenes.

    Na verdade esse lado positivo e racional da experiência chegou a ser meio "cringy" e eu comecei a me questionar se eu não era o público do jogo se eu não estivesse jogando com uma esposa.

    Porém, JOGO DO ANO

    Não conseguíamos ignorar os defeitos de ITT, então acabávamos fazendo piadinhas com o GOTY com alguma frequência.

    Mas o fato é que a graça dele era a jogabilidade, não o enredo que chegou a se tornar chato.

    Cada fase acontece numa parte da casa. A primeira é naquelas cabanas que os americanos guardam ferramentas e tralhas. Aprendemos a correr, pular, pulo duplo, dash (inclusive no ar) e os demais movimentos. Não vou mentir que estranhei um pouco essa alta mobilidade e quantidade de movimentos no início pois os personagens são bonecos, mas a verdade é que você tem que interpretar a cosia toda como um sonho ou viagem da imaginação pois os desenvolvedores puderam e tomaram muitas liberdades na aventura. Basicamente, não é algo realista e tudo é permitido.

    Nesse primeiro estágio aprendemos a primeira habilidade dos protagonistas: ele atira pregos e ela usa uma ponta de martelo para se pendurar neles quando presos nas paredes. Todas as fases do jogo tem temáticas diferentes e mecânicas/habilidade diferentes, e isso é muito divertido!

    E falando nessas habilidades, elas costumam funcionar de forma complementar: eu interajo com um objeto com o meu poder para que você possa usar o seu e vice-versa. É importante saber disso pois ITT é completamente focado no trabalho cooperativo de duas pessoas e não tem como ser jogado sozinho. 

    Ou são duas pessoas localmente, ou são duas online (não testei se é possível jogar de dois online com apenas uma cópia como no A Way Out, mas chuto que sim). Não há modo Single Player e não há como avançar mesmo tendo dois controles e deixando um deles parado (talvez alternando, mas há ações a serem feitas simultaneamente).

    A dica do dia é baixar e usar o programa de PC chamado Parsec, que faz com que as pessoas joguem ou assistam jogos como se estivessem usando um único computador. Esse programa gratuito permite que um host faça stream da sua máquina online e os outros possam logar e o delay é quase imperceptível. Funciona bem mesmo em máquinas mais fracas e It Takes Two provavelmente está mais forte agora por lá mais do que nunca!

    Uma das partes legais do jogo é que os cenários costumam ser grandes em diversas partes e ele é splitscreen o tempo inteiro, mesmo estando um ao lado do outro. Assim como o A Way Out, é possível se separar para muito longe e há caminhos exclusivos para um ou outro certos momentos.

    Uma das partes chatas é que as fases são um pouco longas demais. O uso das temáticas e mecânicas acaba ficando muito repetitivo do tanto que a coisa se arrasta e fazemos puzzles parecidos uns com os outros. Eu ficava cansado e passava o controle pro outro amigo sempre que terminava um estágio, então a dica é mesmo jogar um cenário por vez e já que são 7 no total, fazer com que a experiência dure no mínimo uma semana. Talvez metade disso para os mais apressados. Houve um momento que um dos amigos imaginou que estivéssemos na metade da aventura pela forma como as coisas estavam se desenvolvendo. Pesquisei online e estávamos na segunda fase. Eu realmente achei o jogo meio arrastado.

    Fora isso, as fases são meio lineares, com exceção dos puzzles. O fato é que se há um caminho na sua frente, é para lá que você vai seguir e seguir sem olhar para trás. Não há motivos para explorar, segredos ou coletáveis, então nem perca seu tempo. Uma pena. Como jogamos no PC pela EA, não haviam conquistas também.

    Para sair da mesmice e linearidade, a liberdade dos criadores permitiu diversos tipos de variações mesmo em cada fase e muitas referências engraçadinhas.

    Houve um momento de luta estilo Street Fighter, voos estilo Star Fox, patins no gelo ou Bobsled pela diversão e inúmeros minigames opcionais e competitivos em que era eu contra o meu amigo. Legal! E esses minigames são adicionados ao menu principal de ITT e podem ser acessados a qualquer momento posteriormente para dar uma sobrevida bacana a ele.

    Gostei de uma seção de uma fase em que o jogo se tornou um clone de Diablo. Uma pena que foi um momento relativamente curto. Rimos muito quando derrotamos um chefe que caiu na lava se derretendo e eu fiz o "joinha" do Exterminador do Futuro e o boss fez o mesmo dois segundos depois, haha.

    Mas eu enjoei, e enjoei muito conforme jogávamos. Quer dizer, o jogo deslanchou e deixou a mega simplicidade do início de lado e se tornou algo melhor e mais bem pensado, sobretudo com alguns puzzles surpreendentes, mas algumas coisas me cansaram muito:

    -Os personagens. Jesus. O personagem masculino, Cody, é meio babaca e chato. Eu realmente odiei o personagem.

    -O lado hollywoodiano do jogo, que é bem forte. Parecia um daqueles filmes que passam no Domingo a tarde na TV. As personalidades e como o enredo é contado. Isso geralmente é bem pop e dá certo para a maioria das pessoas, mas não é o caso comigo, infelizmente.

    -Pequenos furos ou falta de lógica na história. Isso é coisa minha, mas eu tive dificuldade de conseguir dividir até onde o jogo era pé no chão e até onde tudo era permitido.

    -As cutscenes, muito recorrentes, com os mesmos personagens, mesmos tons de voz e situações, lições e pensamentos parecidos.

    -Os personagens cometem atos completamente babacas para conseguir algo, inclusive torturando outros personagens de forma bizarra e cruel. Coisa sem noção mesmo e não deu pra ficar do lado deles nisso.

    Resumindo: It Takes Two é um jogo muito bacana e que frequentemente inova em seu gameplay, além de trazer uma mensagem positiva para os jogadores. Me perguntei do início ao fim de esse jogo merecia o título de Jogo do Ano 2021, e ainda não tenho certeza sobre a resposta. Acho que ele merece por sua simplicidade de gameplay, sua mensagem e variedade que servem para qualquer jogador, além de ser mais Pop. Mas eu ainda ficarei devendo um certeza que ele é melhor do que um Metroid Dread ou mesmo Ratchet & Clank: Rift Apart. Um dos amigos desgostou de ITT e mencionou que o jogo não chegou aos pés do Psychonauts 2.

    De bom: jogo muito bonito. Legendas e textos em Português brasileiro. Co-op local ou online muito bacana para duas pessoas. Simples para qualquer um conseguir terminar. A experiência é quase uma terapia para casais ou livro de autoajuda. Muita variedade de gameplay e mecânicas de fase para fase. Total autonomia no splitscreen. Umas referências bacanas, como um áudio que achei do criador falando mal da premiação do Oscar há alguns anos na E3.

    De ruim: fases que se alongam demais e repetem demais seus puzzles e usos da habilidade. Acredito que a falta de uma dublagem em Português infelizmente afeta um pouco da experiência para algumas pessoas, inclusive filhos que possam estar assistindo os pais jogar. Os protagonistas agem de forma babaca e cruel em alguns momentos. O final da história é horrível. O lado hollywoodiano e o personagem masculino são um pouco irritantes.

    No geral, curti a experiência e definitivamente é o melhor jogo da produtora (gosto bastante do A Way Out e seu lado mais realista) e não só recomendo para os leitores do Alvanista como recomendarei para amigos específicos, sobretudo casais que jogam casualmente. Mas não senti que a experiência foi forte ou marcante para mim. Foi como ver um filme de animação 3D, bonito e divertido, mas não o que eu consideraria uma obra de arte ou "masterpiece". Valeu o GOTY? Talvez. Variedade e diversão versus uma concorrência duvidosa. Pra mim, apenas mais um jogo.

    It Takes Two

    Platform: PC
    49 Players
    6 Check-ins

    16
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-11-28 22:34:24 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: ibb & obb

    Zerado dia 27/11/21

    Eu conheci ibb & obb no PS3 de alguma forma. Não sei se o ganhei na PS Plus em algum momento ou se baixei a demo numa época que não tinha jogos (infelizmente o próprio console não deixa claro muitas vezes quais títulos você adquiriu através de dinheiro e baixando demos você acaba baixando o jogo inteiro junto). 

    Lembro que tinha achado interessante sendo um sidescroller co-op para duas pessoas e, tendo dois controles, o guardei para um momento mais oportuno quando tivesse com amigos. Esse momento nunca chegou.

    A verdade é que eu tive meu primeiro PS3 apenas em 2014 (até então o negócio era apenas Xbox 360 ou Nintendo). E mesmo assim fiquei pouco tempo com o console pois acabei o vendendo para pagar minhas dívidas. Comprei outro PS3 alguns anos depois, quando lembrei da existência de i&o, mas desde então só tive um controle e nenhuma vontade de investir em mais um, fora que as cosias mudaram e as jogatinas estavam muito além de jogar algo como esse título.

    Agora a minha surpresa foi ver o jogo na eshop do Switch! E eu jurando que era exclusivo! Melhor ainda foi vê-lo custando menos de 10 reais atualmente! Peguei na hora já pensando nas jogatinas de jogos duvidosos com certos amigos e a facilidade de compartilhar joycons e levar o Switch para todos os lados.

    ibb & obb é um sidescroller com um pouco de plataforma e muito de puzzle. É um puzzler. A coisa toda começa bem fácil graças aos obstáculos mais simples, como paredes altas que demandam que um personagem sirva de degrau para o outro.

    Mas se um pula uma alta parede graças a ajuda do outro, como esse outro passa pelo mesmo obstáculo? Durante o jogo quase todo há "portais" nas paredes e chão  que dão acesso ao lado invertido do mapa, quase que como você se tornasse o reflexo na água no seu amigo, mas com total autonomia.

    Esse lado invertido funciona como uma realidade alternativa. Ou melhor, como se outra fase fosse colada de cabeça para baixo na parte de baixo da tela. Você pode trocar de um pra outro em qualquer portal, mas geralmente é bem tanto faz o lado que você está.

    Mas qual o motivo da existência de duas rotas opostas? De início bem pouco, mas tem uma coisa importante: inimigos. Os inimigos de i&o são como ouriços do mar e só podem ser derrotados se você estiver do lado oposto ao deles e encostar em sua "sombra branca", que é sua versão do mundo invertido.

    Muitos monstros devem ser obrigatoriamente derrotados para que ambos possam passar pela única rota possível, o que soma também ao fator puzzle e até a necessidade de ter alguma habilidade (basicamente o timing de pular ou um ponto de cair corretamente e não tocar em inimigos).

    Mais para a frente, o jogo ganha algumas novidades em relação às mecânicas e o uso de algumas já conhecidas. Você vai precisar pular de lugares altos em portais para alcançar pontos altos no lado reverso, vai ter que navegar por portais de cores específicas que só um ou outro personagem podem passar, bolhas que te jogam para cima e até mesmo começará a pensar em como derrotar os inimigos e coletar os cristais que eles derrubam por poucos segundos pois você pega o jeito da coisa e acaba tentando fazer o melhor possível em cada estágio.

    Infelizmente não conseguimos pegar todos os cristais em nenhuma fase, meu amigo e eu, e sempre faltavam cerca de 30. Sempre tem uns meio escondidos também pelo cenário que são fáceis de ver ou desistíamos depois de quebrar a cabeça um tempo pois não parecia valer a pena perder tanto tempo.

    O jogo logo se aproxima cada vez mais rápido de ser cruel, caindo na repetitividade de várias formas como puzzles parecidos, cenários idênticos, jogabilidade sem inovação e...a própria dificuldade.

    A dificuldade é um fator curioso aqui. Há momentos em que simplesmente tentávamos de tudo, cansávamos e ficávamos olhando para a tela por um tempo, tínhamos uma ideia mas falhava logo no início de sua execução. O ruim é que depois de horas de repetição e pouca recompensa, ficávamos cada vez mais desmotivados. Acabava que a solução sempre era algo simples, mas o jogo parecia não engatar nunca!

    Eu cheguei num momento que tive que olhar o quão longe estávamos de terminar, até porque tenho valorizado meu tempo e tínhamos coisas bem melhores para jogar (que inclusive não jogamos).

    O jogo chegou a se inovar um pouco mais próximo ao fim, felizmente. Houve um estágio no escuro, controlando silhuetas estilo Donkey Kong Country Returns e que emitíamos pouca luz para enxergar estando separados ou muita luz juntos.

    No final a aventura juntou de tudo um pouco e desafios mais rápidos, para pensar menos e executar com mais velocidade. A sequência final mesmo é uma fuga de um bocado de inimigos enquanto fazíamos muita plataforma.

    Infelizmente o jogo mais uma vez deixa a bola cair em partes assim, pois simplesmente não funcionam de duas pessoas. Me pergunto como seria fazer muitas dessas cosias jogando online, ou mesmo sozinho, sendo que você controla ambos os personagens (alternando o controle entre eles).

    O final foi um grande alívio depois de uma experiência meio chatinha, apesar de alguns pontos altos. A sensação é de que a aventura não chegou em lugar nenhum.

    Resumindo: ibb & obb passou longe de ser a aventura divertida que eu imaginei jogando poucos minutos há muitos anos, mesmo em cooperação com um amigo. Eu paguei menos de 10 reais e esse pareceu ser o preço justo por uma experiência simples, de jogar com um amigo ou a esposa em doses casuais e paliativas.

    De bom: visuais envelheceram bem apesar de ser bem coisa do final dos anos 2000 e parecer app de celular, isso até começarem a se repetir com frequência. Jogabilidade simples. Alguns puzzles são bacanas de resolver.

    De ruim: muito repetitivo em toda a forma como funciona. Faltou uma trilha sonora melhor. Nada recompensador. Algumas partes são irritantes, inclusive porque se um morre, o outro também morre, além do final que dependia de um trabalho em equipe praticamente impossível de fazer. 

    No geral, foi bom matar essa pendência antiga (nem tinha adicionado à lista), mas o jogo em si é bem fraco. Uma curiosidade é que os personagens principais são roxo e verde, mesmas cores dos joycons que acabei de comprar e que usamos para jogar, inclusive o verde com o verde e o roxo com o roxo. Uma coincidência bizarramente inesperada! Tipo, eu nem lembrava que essas eram as cores dos personagens e nem tinha os controle até um dia antes, fora que sequer invertemos as cores dos controles na sorte. Mas enfim, eu não recomendo o jogo senão para casos muito específicos de co-op de duas pessoas. Meio que uma decepção e entendo porque ninguém nem reconhece sua existência!

    ibb & obb

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players

    9
    • Micro picture
      santz · 8 months ago · 2 pontos

      Esse jogo está na minha lista de desejos da Steam a uns bons tempos.

  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2021-07-16 10:24:29 -0300 Thumb picture

    MÃO ✋ DO MEDÃO😱

    Bora mergulhar e explorar a Polinésia Francesa...

    E claro, coletar mais um daqueles colecionáveis inúteis (as premonições)...

    Tá ficando quente!

    Vai ter suruba...

    ...com o negão delicioso 😘

    Chegou mais um pra putaria! 🖕🏻👌🏻

    TROFÉU CONQUISTADO 🏆: DESDE QUE SEJA RÁPIDO 🏃💨

    Agora a putaria toda está no navio cargueiro da segunda guerra mundial.

    Sempre que precisar, você pode verificar quais ações agradaram ou desagradaram...

    MAN OF MEDAN é um game ao estilo de UNTIL DAWN que faz parte duma coletânea de contos THE DARK PICTURES ANTHOLOGY. Não senti o game tão divertido quanto UNTIL DAWN, e apesar da trama ser boa, ela é previsível. Não gera sustos, e provavelmente por se passar dentro de um navio, dá a sensação de ser extremamente linear (apesar de que a criatividade poderia sanar tais problemas). Espero mais da sequência de contos, LITTLE HOPE...

    Destaque para a possibilidade de jogar co-op...e muito provavelmente a diversão advém jogar assim:

    The Dark Pictures: Man of Medan

    Platform: Playstation 4
    52 Players
    27 Check-ins

    22
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2021-07-07 10:46:53 -0300 Thumb picture

    MÃO ✋ DO MEDÃO😱

    É a tradução para o game...😁🤗

    CHINA, Mar do Sul...

    Aquele clássico de UNTIL DAWN e respectivas características dos personagens...

    É meu caro, me parece que você está enrascado! 😬

    Bora explorar...

    EITA! 😬

    Vai lá, o que mais tem para nos contar?

    Acho que será uma das últimas imagens bonitas e relaxantes do game. Me fez lembrar DEAD ISLAND 

    MAN OF MEDAN é um game ao estilo de UNTIL DAWN que faz parte duma coletânea de contos THE DARK PICTURES ANTHOLOGY. Não senti o game tão divertido quanto UNTIL DAWN, e apesar da trama ser boa, ela é previsível. Não gera sustos, e provavelmente por se passar dentro de um navio, dá a sensação de ser extremamente linear (apesar de que a criatividade poderia sanar tais problemas). Espero mais da sequência de contos, LITTLE HOPE...

    Destaque para a possibilidade de jogar co-op...e muito provavelmente a diversão advém jogar assim:

    The Dark Pictures: Man of Medan

    Platform: Playstation 4
    52 Players
    27 Check-ins

    35
    • Micro picture
      ersatzgott · about 1 year ago · 2 pontos

      Mão do medão HUAUHAUHA

      1 reply
    • Micro picture
      onai_onai · about 1 year ago · 2 pontos

      A primeira coisa que me veio a mente ao ler o título foi proctologistas.

      5 replies
    • Micro picture
      mateusfv · about 1 year ago · 2 pontos

      Esse quero jogar quando achar por um preço bom, já que gostei do until dawn, apesar daquela cacetada de jump scare sem graça kk

      4 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-04-26 22:12:50 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Good Job!

    Zerado dia 24/04/2021

    Eu cheio de coisas para jogar e a Nintendo libera esse jogo de graça por uma semana. Tive que dar prioridade pois estava curioso para jogar Good Job! desde que o mesmo fora revelado num desses vídeos especiais tipo Directs.

    Entrei na eshop japonesa e baixei o dito-cujo, pois o teste era só pra lá. Felizmente havia a opção de jogar em inglês, diferentemente do que foi quando liberaram o Fire Emblem Warriors.

    Depois do curto download, fui dar uma olhada no jogo e achei ok. Em seguida, com tantas ocupações e jogatinas de multiplayers online com os amigos, quando me dei conta, faltavam apenas 3 dias de teste! Tive que correr, mas nem tanto, pois a campanha é minúscula!

    Pra quem conhece os trailers e demais vídeos que deixaram o jogo meio popular, já sabem o que esperar dessa experiência. Você é funcionário de uma empresa e deve cumprir objetivos, divididos em fases distintas, da forma como preferir. Vale tudo, desde que a missão seja concluída.

    O fator "zoação" me lembra um bocado de jogos como Human Fall Flat ou até Gang Beasts. Mas a verdade é que tem muito de Untitled Goose Game e What The Golf. Se esse tipo de experiência te apetece, vale a pena jogar Good Job!

    A primeira fase, no andar mais baixo (cada andar é o equivalente a um mundo de outros jogos, e tem apenas 4 estágios) te põe numa posição estilo estagiário e se resume a instalar um projetor.

    Você pode simplesmente agarrar o projetor e empurrá-lo até o local, embora tenham alguns obstáculos aqui ou ali pra encher o saco. Outra forma de fazer isso é puxar um fio da tomada e conectá-lo à uma máquina de xerox, criando um fio que pode ser usado para lançar o projetor, destruindo tudo a sua frente!

    Cada fase tenta trazer objetivos diferentes e únicos, com exceção de algumas delas que são como variantes mais difíceis de outros objetivos passados.

    As vezes você vai ter que carregar caixas coloridas para os locais determinados a cada uma delas. As vezes é algo simples, mas chato e que vai ou te fazer quebrar a cabeça um pouquinho ou se frustrar por simplesmente não ser interessante, apenas chato mesmo. Há fases completamente casuais e mais focadas na diversão, como uma que envolve limpar toda a tinta do chão.

    Infelizmente não me diverti 100% do tempo em Good Job!, e na verdade deve ter sido na menor parte do tempo, pois certos objetivos simplesmente são muito sem graça!

    Um exemplo de chatisse é justamente o que eu mencionei das caixas. Em algumas fases você tem 4 ou 5 cores diferentes de caixas e deve levá-las para os pontos de suas cores. Algumas basta você carregar e por lá, outras são compridas e envolvem maior jogo de cintura passando por portas, corredores, prateleiras sem as deixar travadas, o que pode ser cansativo de resolver. Outras requerem serem movidas por empilhadeiras e tal. Você faz isso e acabou a fase. Um grande alívio de passar de algo tão... tedioso. Diversão zero.

    Por outro lado outros estágios são muito criativos e originais, que aparecem para dar aquela impulsionada na jogatina e impedir que eu largasse o jogo.

    Ao terminar uma fase, a próxima abre. Termine as três fases básicas e um desafio de promoção será desbloqueado (geralmente missões mais trabalhadas) e ao fazê-lo, será promovido e poderá avançar para o próximo "mundo", com temática diferente.

    Na minha opinião o jogo peca ainda em outros quesitos, como os controles.

    É tudo simples e, além de andar, você usa um botão de interação, inclusive segurar objetos ou os largar e mais um de pulo. O pulo nesse jogo não serve para absolutamente nada, é incrível. É um salto minúsculo e idiota. Você não consegue subir em cima de nada, não consegue evitar bagunças no chão. Que horrível.

    Pra ser sincero, se o pulo fosse útil e me desse maior liberdade, Good Job! seria bem melhor! E digo isso porque é muito comum ficar preso no meio de mil e um itens caídos e não poder fazer absolutamente nada senão pegar um por um e tirar do seu caminho!

    Junte isso ao fato de tudo ficar preso nas bagunças e você passa grande parte da jogatina tentando se soltar ou soltar coisas presas para dar continuidade à uma tarefa tão simples. 

    Houve um momento que eu deveria pegar um contêiner grande com uma empilhadeira e posicioná-lo entre duas pilastras para fazer uma ponte para um cara. Qualquer livro no chão bloqueava a passagem da empilhadeira. Depois de muito tentar, desisti e fui tirar as coisinhas de lá. Na hora de por o contêiner, ele caiu e ficou na vertical. Passei um século tentando fazer ele tombar, mas a área era pequena demais. Depois ele finalmente caiu, mas virado para um lado que não faria ponte. Depois ficou preso com a pilastra e os "garfos" da empilhadeira passavam por dentro e não conseguiam levantá-lo. Muito frustrante essas percas de tempo aqui, e não são poucas. Odiar a física é algo bem comum e todos os objetos parecem querer te sacanear as vezes.

    Acho que uma coisa que pode deixar esse jogo bem mais legal é jogar em co-op, que aqui é apenas local, mas dá até pra cada um jogo com um joycon (máximo de dois jogadores).

    Graças a demora ou por não ter quebrado muito o cenário (o que eu acho que deveria ser justamente o contrário), você é ainda avaliado e pode optar em rejogar os cenários para conseguir notas melhores.

    Resumindo: Good Job! é um jogo legal, mas muito frustrante por ter muitos fatores que desaceleram demais a jogatina. As vezes você fica indo de um lado ao outro do cenário buscando uma forma de resolver um problema mas fica se travando em objetos bestas pelo cenário, caindo de escadas graças a perspectiva esquisita e tendo que andar novamente algumas partes e coisas que simplesmente não respondem aos seus comandos certinho. Alguns estágios são bem divertidos, mas eu diria que não vale a pena jogar só por eles. Por outro lado, é uma experiência tão breve que no máximo você perderá algum tempo da sua vida.

    De bom: estilo artístico bacana, inclusive as cores. Humor bacana. Diferentes formas de resolver missões (embora ainda tenha achado bem limitado e mecânicas bem repetitivas). Descobri diferentes usos para certos objetos mesmo depois de usá-lo por bastante tempo. Algumas fases são sensacionais. Inclui modo multiplayer para dois jogares. Chapéus e roupas para serem encontradas, coletadas e colecionadas.

    De ruim: controles nem sempre responsivos graças as físicas do jogo. Algumas missões são um saco e sem criatividade nenhuma, e outras parecidas aparecem volta e meia. É ruim como algumas coisas são afetadas pela física e parecem ficar invalidadas e dá até vontade de reiniciar os estágios, mas acabava insistindo por diversos minutos só para recuperar um item que caiu de forma ruim ou num lugar meio inacessível. Bugs aqui e ali. Senti MUITA falta de poder visualizar o mapa completo, navegar pela tela com o analógico direito ou mesmo rotacionar o campo de visão pois no meio da bagunça as vezes é ruim ver certos objetos, e muitas vezes você vai ter que andar e memorizar cenário só para saber onde fica o destino de um objeto ou onde alguém está ou calcular a melhor rota. Pulo inútil poderia ter sido algo muito melhor no jogo. Faltou um modo online.

    No geral, é um jogo ok, divertidinho, mas que eu esperava muito mais, mas eu disse o mesmo de Untitled Goose Game, então talvez seja para aquele público mesmo. Sinceramente, achei completamente passável, sobretudo se for para jogar sozinho. Fiquei meio decepcionado em como uma ótima ideia não foi completamente bem aproveitada e como esse título pode não ser divertido grande parte do tempo.

    Good Job!

    Platform: Nintendo Switch
    5 Players
    1 Check-in

    11
  • 2021-01-16 11:55:16 -0200 Thumb picture

    Acabamos Zerando duas vezes lol (Gravação da live de ontem)

    É isso pessoa, jogamos quase 4 horas, zeramos duas vezes, e quase conseguimos todas as conquistas (que não dependem de DLC lol). Em alguns aspectos o jogo foi melhor que eu esperava, em outros pior, e possivelmente na próxima sale vamos comprar os DLCs pra terminar as conquistas lol.

    Agradecimentos ao Druir por participar da Live, confiram o Twitch dele, no momento ele esta tentando Platinar Trials of Mana: https://twitch.tv/druir86

    E claro, mantendo meu padrão de recomendar um vídeo que não é meu em todo vídeo que eu posto, a recomendação da vez é:

    Fora isso como sempre convidando o pessoal a participar da nossa comunidade no Discord! Para trocar uma ideia em geral e receber notificações certas dos streamings aleatórios que eu faço de vez em quando sem planejamento. (Agora também temos emotes customizados em pixel art, baseados nos jogos que estamos zerando em Live, Por enquanto só um de River City Girls, mas tem outros sendo feitos :) )

    https://discord.gg/KA65B8ZymM

    É isso pessoa, obrigado a todos que tem acompanhado o conteúdo e principalmente as lives para dar aquele apoio na média de pessoas assistindo para poder atingir a meta de virar afiliado no Twitch!

    Até a próxima o/

    Phantom Breaker Battle Grounds

    Platform: PC
    70 Players
    8 Check-ins

    9
  • 2021-01-13 23:35:56 -0200 Thumb picture

    LIVE COM CONVIDADO NA SEXTA!

    Medium 755951 3309110367

    Novamente com meu amigo Druir86, vamos jogar outro jogo de porrada, só que dessa vez uma porrada diferenciada!

    A live vai estar On no Twitch e no Youtube (Lembrando que atualmente minhas integrações são só com o Twitch, a no Youtube é mais para comodidade de quem não usa Twitch):

    https://twitch.tv/bardoinsano

    Botem nas agendas, marquem lembretes, avisem os amigos, vamos todos ajudar o Bardo a atingir a meta de 50 seguidores e 3 espectadores por stream /o/

    Claro não esqueçam de conferir e seguir também o canal do Druir86: https://twitch.tv/druir86

    Obrigado pessoal e vejo vocês na sexta! Só chamar no chat que se a porrada não tiver frenética eu respondo xD!

    Phantom Breaker Battle Grounds

    Platform: PC
    70 Players
    8 Check-ins

    9
  • 2021-01-09 12:40:34 -0200 Thumb picture

    Gravação da Live de Ontem!

    Ta ai, Zeramos no normal em Co-Op, eu o Gaki, usando Cherry e Blaze.

    E seguindo minha campanha de divulgar algum vídeo que não seja meu todo no encerramento de todos os vídeos hoje tem outra musica na Kalimba :p

    Lembrem-se de seguir no Twitch, se inscrever no Youtube, e entrar na comunidade do Discord!

    E de participar do meu desafio de melhorar a comunidade Brasileira recomendando criadores diferentes (não é do youtube, compartilhe conteúdo de outro blog, persona, instagrammer (se essa palavra existe lol), streamer e por ai vai, o importante é colaborar /o/

    Até a próxima o/

    Streets of Rage 4

    Platform: PC
    131 Players
    78 Check-ins

    5
  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2019-08-29 21:19:16 -0300 Thumb picture
    43
    • Micro picture
      fredson · almost 3 years ago · 4 pontos

      Fica inventando moda, sai coisa ruim igual o Opperation Raccoon City, Umbrella Corps, e ninguém liga...

      3 replies
    • Micro picture
      cyberwoo · almost 3 years ago · 3 pontos

      Olha, muito provavelmente seja um jogo ao estilo RE Outbreak e L4D mesmo, porque acho que a CAPCOM não tá muito afim de estragar essa onda de positividade que ela vem surfando. Não tenho grandes expectativas, até porque esse tipo de jogo meio que perdeu um pouco da força ao longo dos anos. Tanto que L4D3 nunca chegou.

      Basta torcermos para que saia coisa boa, hehehe!

      1 reply
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      thiones · almost 3 years ago · 2 pontos

      Outbreak file 3 você acha?

      6 replies

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