• andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2021-10-08 00:24:20 -0300 Thumb picture

    WELCOME TO RACOON CITY

    Parece melhor...

    Há muitos detalhes de quem se preocupou em jogar os jogos como ITCHY / TASTY escrito em sangue (palavras descritas nos diários dos games). 

    Ou ainda essa icônica cena:

    Uma coisa é certa: não será difícil fazer algo melhor do que as porcarias estrelada pela "gracinha" da Mila Jojovich

    Resident Evil

    Platform: Gamecube
    2021 Players
    41 Check-ins

    29
    • Micro picture
      thiones · 15 days ago · 5 pontos

      Eu até que gostei do trailer. Desde que não tenha esposa do diretor com mais poderes que o Neo, acho que pode dar certo.

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · 15 days ago · 3 pontos

      Ah vi hj e pelo que entendi vao misturar elementos do enredo do re 1 e 2 na mesma historia so pelo fanservice...é isso mesmo? Tem um jeitao de bomba e definitivamente nao verei mas de fato, pra ser pior que os da Alice tem que se esforçar bastante

      5 replies
    • Micro picture
      matsugaki · 15 days ago · 3 pontos

      A ideia de usar o enredo e monstros, fiéis aos do jogo, maravilhoso, mas os atores... Esse Leon mexicano aí. IH RAPAZ

      6 replies
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2021-10-05 10:50:59 -0300 Thumb picture

    Censura em Resident Evil 4 VR e Diversidade na Bandai Namco

    A CAPCOM atual tem MUITO medo de entrar em polêmicas, eles não usam qualquer símbolo religioso mais nos jogos, vide Street Fighter V que não tem o Cristo Redentor na arena do RJ. Ainda em SF eles censuraram as novas versões de SF2, tirando aquele sol que simbolizava o Japão Imperial do estágio do E. Honda, pra não ofender os chineses. Fora o balanço dos seios e roupas provocantes também censuradas no SF5. Agora isso teve essa censura com RE4 VR ridícula ai. Já era meu sonho de ter um God Hand remasterizado, lá o protagonista senta a porrada em gay com visual estereotipado, e mete tapa na bunda das meninas durante a gameplay sem qualquer distinção ou preconceito, ahahaha!!!!!!!!!!!

    Quanto a Bandai Namco, eu vi a matéria falando que eles iriam mudar o logo por conta da nova posição da empresa em relação a diversidade. Eu até agora não vi lacração nos jogos deles, e olha que eu gosto de muitas franquias deles (e da CAPCOM também), mas vamos ver no futuro. Infelizmente a agenda é global, nunca que o ocidente iria deixar barato ver as pessoas consumindo mais mangás, jogos e animes por conta da liberdade criativa que o Japão ainda tem. Obvio que ia rolar pressão dos governos e empresas ocidentais por "adequação aos padrões do ocidente", infelizmente aos poucos eles vão ceder, começando pelas grandes produtoras e se estendendo para as menores.

    É bom lembrar que a SONY dona do Playstation, já censura vários jogos japoneses que entram na plataforma, e muitas desenvolvedoras orientais, já estão tendo que modificar seus jogos antes do lançamento para poder colocar lá (vamos ver como isso vai refletir nas demais). A SONY que muitos tanto pagam pal, está sendo um dos pivôs dessa censura aos jogos orientais, principalmente a garotas sexys e tudo mais.

    Resident Evil 4 HD

    Platform: PC
    390 Players
    92 Check-ins

    0
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-09-30 11:18:00 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Magical Quest 3 starring Mickey and Donald

    Zerado dia 29/09/21

    Meu deus, que jogo clássico! Eu jogava Magical Quest 3 starring Mickey and Donald no SNES quando era criança. Me matava de jogar e não enjoava, até porque geralmente o cartucho era emprestado ou alugado. A junção da Disney com Capcom era sempre maravilhosa em todos os quesitos: visuais, sons, jogabilidade, replay. E essa história é tão antiga que nessa época eu só devia ter Super Mario World no meu console (sendo que fui ganhando outros com o tempo). Na verdade eu devia conhecer poucos jogos nessa época pois mesmo o lance de aluguel era no máximo uma novidade pra mim.

    O fato era: eu amava jogo de plataforma e achava sem graça a maioria dos outros que os primos ou amigos me mostravam, como corrida ou luta.

    Uma coisa curiosa é que a fita era japonesa (pois se não me engano esse jogo não tinha vindo pro ocidente), mas isso nunca fez diferença.

    Bom, eu já mencionei que Magical Quest 3 é um jogo de plataforma, mas vale dizer que nessa época a Disney investia bastante em títulos das suas franquias em diversas plataformas. Até hoje eu tenho jogos desse tempo aí para jogar. 

    MQ3 veio depois de outros dois jogos de SNES que só joguei depois, sendo o primeiro uma aventura solo (e difícil, até onde lembro) do Mickey e o segundo sendo um pouco mais leve e com a possibilidade de jogar co-op, sendo um dos jogadores a Minnie. Muitas ideias foram aprimoradas e trazidas para esse terceiro, que foi o primeiro que conheci, joguei e amei.

    Lembro que eu costumava jogar The Lion King e Aladdin emprestados, Pinocchio na casa de um primo e tinha o adorado Goof Troop (os bizarros Jungle Book e Toy Story também), entre outros. Recentemente conheci o Maui Mallard in Cold Shadow e aqueles que foram lançados para os consoles da Sega, como o World of Illusion e Quackshot.

    Bom, ainda haviam jogos de outros consoles, como o PS1, e aqueles lançados em plataformas mais atuais, mas se for falar de tudo...uf! É muita coisa!

    Há pouco tempo atrás descobri que alguns desses jogos foram relançados no GBA e pela primeira vez no ocidente! Que bacana!

    Voltando ao MQ3, ao iniciar a aventura conhecemos a sua história por intermédio de cutscenes fui bacanas e coloridas. A trilha sonora é linda, do início ao fim! Logo pude escolher entre Mickey e Donald e me lembro bem que em 80% dos casos o Donald é muito superior (felizmente quem jogava comigo sempre preferia o Mickey simplesmente por ele ser o protagonista enquanto o outro era apena o pato chato).

    Aqui eu tenho que mencionar algo importante. A versão de GBA é sensacional para aqueles que como eu emulam em consoles portáteis e é uma representação perfeita do jogo original (muitos jogos são capados mesmo em versões mais modernas no GBA, muitas vezes por conta do tamanho da tela, inclusive). Tudo funciona bem! Tudo! Maaaaaaaas, esse jogo é melhor no SNES, mesmo e japonês. A explicação disso é bem simples: o multiplayer.

    Quer dizer, no GBA você tem que conectar dois videogames (originalmente com cabo game link) mas num PSP da vida ou 3DS deve ser mais tranquilo. Mas, poxa, é muito melhor baixar no PC e jogar olhando para a mesma tela sem complicação nenhuma. 

    Esse jogo é ainda melhor no co-op!

    Bom, a aventura começa numa primeira  fase bem colorida e divertida. Você aprende fácil os comandos típicos do gênero e os originais do jogo. Perceba que ao pular na cabeça dos inimigos eles não morrem, apenas ficam tonto e caídos. É aí que você pode apertar o botão de ação para os carregar e novamente para os lançar como um peão para derrotar outros inimigos ou quebrar caixas e afins. Inclusive, você pode fazer o mesmo com os tijolos encontrados por todas as fases.

    Você logo vai perceber que há uma boa diversidade de inimigos, sempre muito bem trabalhados e animados, mas não complicados! É fácil e rápido saber como os derrotar.

    Essa primeira fase é um ótimo exemplo de como todo o jogo funciona já que ela é dividida em seções, incluindo um miniboss. É importante ressaltar também que há boas recompensas por explorar os cenários: vidas, moedas, minigames e até uma loja!

    Caso encontre a loja, é possível usar as suas moedas para comprar itens como vidas e cura de HP (totalmente desnecessário esse último). Algumas coisas mais caras eu acabei não comprando por não saber exatamente do que se tratavam ou não ter as moedas para experimentar.

    E falando em não entender, algumas cosias eu não me lembrei para que servem, como maçãs que você acha por aí ou o próprio minigame escondido por trás de portas secretas que te pede para escolher uma carta entre 4 e se sair o Bafo, você perde. As vezes eu conseguia uma vida e me perguntavam se gostaria de parar ou continuar. Nunca tinha a certeza se se eu parasse eu manteria aquilo que ganhei ou se eu perderia tudo se achasse um Bafo em seguida. O mais estranho é que você pode voltar instantaneamente nessas lojas a qualquer momento e ficar até jogando o dia todo por lá.

    Bom, no final do primeiro estágio ganhei a roupa de guerreiro, uma das melhores mecânicas desse jogo.

    Com esse roupa o Donald veste um barril, um capacete de panela e se equipa com uma marreta e é tão legal! Na água ele flutua e a marreta ataca num ângulo bem grande, permitindo facilmente derrotar inimigo a frente e acima, além de quebrar diversos blocos com um ataque ao invés de ter que pegar um por um. É com essa roupa que você irá enfrentar o primeiro chefe.

    Daí temos outra coisa bacana: as roupas do Mickey e Donald tem diferenças, embora sirvam para as mesmas coisas. Essa primeira mesmo é a mais diferente, sendo que o Mickey veste uma armadura de cavaleiro e ataca com uma daquelas luvas retráteis de brinquedo, mas apenas para a frente, fora que na água ele afunda (te obrigando a trocar de roupa nessas seções para evitar o pior).

    Magical Quest 3 conta com 7 fases bem mais curtas do que eu lembrava e as três primeiras te concedem uma roupa cada (poderia jurar que eram muito mais).

    A dificuldade do jogo sobe um pouco a cada estágio, com mecânicas novas e diferentes inimigos e desafios. Não vou mentir que cheguei a morrer algumas vidas, mesmo achando tudo bem tranquilo. Esse jogo é demais para quem curte o gênero e para apresentar para novatos, sem dúvidas.

    Uma coisa que você pode perceber com o avançar da carruagem é que em diversas partes é possível passar de diversas formas possíveis, suando uma roupa ou outra (e algumas te obrigam a usar uma roupa uma especificamente para poder avançar). Isso é mais visível principalmente contra chefes, que podem ser desafiadores ou moleza se usar a roupa certa.

    Do início ao fim da aventura eu me lembrava de quase tudo e só tive dificuldade em alguns momentos, principalmente no final. Incrível como esse jogo ficou atrelado ao meu cérebro! Uma coisa que me atrasou bastante foi a luta contra o chefe final, pois cheguei a dar Game Over uma vez ou outra durante a campanha, o que te joga pro início da última seção. Ótimo! No último chefe eu me descuidei um pouco e ao perder a última vida (já cheguei lá quase sem elas), o jogo me enviou pro início da longa fase. Lá fui eu fazer tuuuudo novamente.

    Resumindo: Magical Quest 3 starring Mickey and Donald é um dos melhores jogos de plataforma do SNES também disponível no GBA. Um dos pontos mais altos da parceria da Disney com a Capcom e um must-play para quem quer algo do tipo para jogar em co-op, seja com o filho, com o priminho, com a namorada ou com aquele amigo que platinou todos os jogos da From Software. Um baita jogo e a versão portátil é 100% fiel ao original, sendo uma boa opção apenas se você não tiver a menor chance de jogar com outra pessoa (ainda assim é divertido).

    De bom: visuais lindos e muito bem animados e coloridos. Fases bem diferentes entre elas. Diversos power-ups que podem interagir com o cenário ou inimigos de formas diferentes. Modo multiplayer divertidíssimo (principalmente no SNES). Protagonistas com habilidades diferentes. Desafio no nível certo (mais pra fácil). Password. Muitas coisas escondidas pelas fases.

    De ruim: o lance da última batalha de jogar pro início da fase pode ser tenso caso você chegue nela quase sem vidas.

    No geral, MQ3 funciona muito bem e cumpre perfeitamente o seu papel de plataforma 2D. Não dá pra reclamar do jogo! Divertidíssimo e recomendo a todos que o conheçam e joguem. Reforço ainda que no SNES o multiplayer é bem mais acessível e a experiência é a mesmíssima. Jogão!

    Magical Quest 3 Starring Mickey and Donald

    Platform: Gameboy Advance
    110 Players
    4 Check-ins

    13
  • riihpeter Richard Rodrigo
    2021-09-19 10:08:20 -0300 Thumb picture
    Post by riihpeter: <p>Ontem voltei a jogar DMC V, tive que reaprender

    Ontem voltei a jogar DMC V, tive que reaprender a jogar com esse maluco aí. É o melhor da série disparado, pena que os cenários não são muito variados mas em termos de jogabilidade tem muitas opções.

    Devil may Cry 5

    Platform: Playstation 4
    242 Players
    49 Check-ins

    3
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2021-09-16 12:47:19 -0300 Thumb picture
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2021-09-14 10:31:28 -0300 Thumb picture

    Mercs (1990) - Capcom Classics Collections (PS2)

    Mercs, conhecido como Senjō no Ōkami II (戦 場 の 狼 II, lit. "Lobo do Campo de Batalha II") no Japão, é o segundo jogo da série Commando. Mercs também foi portado para o Sega Genesis e mais tarde para o PlayStation 2 e Xbox, como parte da coleção Capcom Classics. #Retrogaming#Capcom#Retrogames

    MERCS

    Platform: Arcade
    62 Players
    3 Check-ins

    0
  • makalongplays Maka Longplays
    2021-08-28 23:55:05 -0300 Thumb picture

    Longplay "Goof Troop" (Traduzido PT-BR) - 2 Players

    Ano de Lançamento: 1993

    Série: Goof Troop

    Desenvolvedor: Capcom

    Distribuidora: Capcom

    Plataforma: Super Nintendo (SNES)

    Gênero: Ação-aventura, Puzzle

    Goof Troop

    Platform: SNES
    9275 Players
    84 Check-ins

    4
  • 2021-08-18 18:19:49 -0300 Thumb picture
  • renegadoomgames RenegaDoom Games
    2021-08-16 10:38:25 -0300 Thumb picture

    REMEMBER ME - FINAL - LEG PT-BR

    Remember Me se passa no ano de 2084, nas ruas de neo-Paris, num futuro distópico caracterizado por protestos, guerra civil e um estado de vigilância em massa. O jogador controla Nilin, uma 'caçadora de memórias' que trabalha para os Errorists, um pequeno grupo de ativistas que são contra o SENSEN, o implante cerebral que permite que as pessoas digitalizem suas memórias e as compartilhem com outras pessoas em tempo real. O SENSEN é controlado pela multinacional Memorize, que tem sua sede mundial na Neo-Paris. Nilin tem suas memórias apagadas pelo seu ex-chefe, Memoryeyes, e agora ela tem de descobrir o porquê e como as pode restaurar de novo. #RememberMe#Dontnod#Capcom

    Remember Me

    Platform: PC
    764 Players
    84 Check-ins

    0
  • makalongplays Maka Longplays
    2021-08-13 00:02:27 -0300 Thumb picture

    Longplay "Mega Man: The Power Battle"

    Ano de Lançamento: 1995

    Série: Mega Man

    Desenvolvedor: Capcom

    Distribuidora: Capcom

    Plataforma: Arcade, Capcom Play System II (CPS-2)

    Gênero: Luta

    Mega Man: The Power Battle

    Platform: Arcade
    297 Players
    8 Check-ins

    4

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