• luchta Ewerton Ribeiro
    2021-08-10 19:01:30 -0300 Thumb picture
    Post by luchta: <p>Foi só a&nbsp;<strong>Bethesda </strong>ser comp

    Foi só a Bethesda ser comprada pela Microsoft que começaram a ter promoções decentes nos jogos dela na Steam. Na promoção da QuakeCon que está rolando, está tendo muitos dos menores preços históricos nos jogos da produtora.

    Fallout 4

    Platform: PC
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      tecnologgamer · 2 months ago · 1 ponto

      Saudades da época que 75% era menos de 20 pila. Muito caro ainda pagar 30 conto em jogo meia boca.

      2 replies
  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-07-23 09:31:23 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Doom II

    Zerado dia 22/07/21

    Caraca, demorei mais nesse Doom II do que gostaria de admitir, mas parte dessa culpa é do outro jogo que tenho jogado outro título paralelamente muito aos poucos (e dado prioridade a ele), além dos problemas da vida adulta.

    Eu comprei esse Doom junto com o seu antecessor e o 3 numa promoção bem boa no Nintendo Switch há bastante tempo, bem antes de lançarem Doom 64 na plataforma, mas todos ficaram parados até bater a vontade. Tempos depois comecei o primeirão com amigos e joguei por muitos meses, até cansei! Já o II eu cheguei a abrir e experimentar um pouco, mas adiei um tanto justamente por se parecer demais com o jogo anterior, e eu realmente estava cansado.

    Abrindo Doom II você se depara com menus com as mesmas opções de seu antecessor. Há a possibilidade de jogar sozinho, multiplayer, algumas opções e conectar sua conta, o que aparentemente desbloqueia um bocado de cosméticos para jogar online os títulos mais recentes (acredito que o Doom 2016). Há também a opção de baixar "Add-Ons", meio que estágios adicionais que eles disponibilizam.

    Acessando o single player, modo que joguei exclusivamente Doom II já que receber visitas atualmente não é lá uma ideia muito boa, pude escolher iniciar a campanha, escolher um nível e carregar um save. Nos dois primeiros casos você ainda determina o nível de dificuldade.

    Dei uma olhada no menu de seleção de estágios e, nossa, haviam 32 estágios! O jogo original devia ter uns 10 a menos e foi gigante! Descobri depois que 30 estágios são da campanha e mais 2 são secretos, um baseado em Wolfenstein e um com uns easter eggs de Commander Keen. Mas para completar haviam mais outros 21 níveis numa seção chamada de "Master Levels", que são fases que aparentemente foram adicionadas como numa espécie de DLC na época e que estão inclusas em todas as versões completas do jogo.

    Iniciando a campanha eu fiquei muito contente em saber que as fases são assim como os capítulos mais avançados do Doom original, mais focados na ação e menos na exploração que era praticamente um metroidvania. Digo isso porque no jogo anterior eu gastava até horas em uma única fase as vezes tentando descobrir onde estava uma chave ou uma porta e alguns níveis chegavam a ser maçantes, mesmo jogando com 4 players, um explorando para cada lado e quando um pegava uma chave, todos já podiam a usar imediatamente.

    Aqui o lance é sair atirando, fica muito claro saber onde você foi pois as fases não são labirínticas e muitas vezes agem mais como uma arena do que instalações alienígenas nazistas bizarras. Além disso, aquela sensação claustrofóbica aqui é muito reduzida e há maior sensação de liberdade, meter o louco e explodir uns demônios ao som de "metal"!

    Eu percebi que as fases estavam indo embora até rapidamente. Dificilmente eu gastava muito tempo ou empacava em alguma. No final de cada uma é mostrado quantos demônios faltaram ser mortos, segredos a serem achados e o tempo que você deveria bater, estilo Time Attack, mas eu nunca liguei pra nada disso.

    Mas apesar de Doom II ser legal, ele tem um grande defeito pra mim: ele não é memorável. Eu saio de uma fase e começo outra e nem percebo. E aquela fase que achei uma parede com um item legal escondido? Foi nessa? Na anterior? Três fases atrás? Sei lá!

    Para dizer a verdade, 90% das fases parecem muito amadoras, sem graça, como se fossem fases de teste ou descartes do jogo original que não entraram nele. A engine parece ser a mesma, os visuais são e tudo foi reciclado! Quer dizer, há uns inimigos novos aqui e ali, mas no geral a sensação é de estar jogando a mesma coisa. E o pior é que ainda lembro de muitas coisas do jogo original, incluindo cenários.

    O objetivo continua sendo o mesmo: chegar à saída, que costuma estar numa posição distante ou exigir que você abra alguma porta com uma chave de cor específica. Chave essa que depende de outra chave para ser adquirida e assim por diante.

    É normal perder bastante tempo com exploração, encontrar salas e segredos com itens inúteis e ficar tentando se familiarizar com o cenário. É o tipo de jogo que eu gasto 17 minutos para passar de uma fase na primeira tentativa e 2 minutos depois que já sei onde tudo fica.

    Uma coisa importante é salvar o seu progresso sempre que achar algo de interesse, estilo o primeiro Half Life, pois sempre acontece algo quando você coleta uma chave ou similar, como um monstro que aparece, e muitas vezes você não está preparado.

    Outra coisa que vale a pena mencionar é que ainda há história a ser contada por meio de um texto a cada tantos estágios. É sempre bem superficial, mas ajuda na ambientação para quem curte esse tipo de ação sangrenta e heavy metal, e tenho certeza que na época era ainda mais legal.

    Me aproximando lentamente da metade do jogo e já meio cansado depois de tantos dias, percebi que no menu de opções há um sub-menu de Cheats, onde é possível acionar um bocado de coisas curiosas:

    -Ficar invisível;

    -Conseguir todas as coisas (itens, chaves, armas, munição);

    -Entrar no modo Berserk;

    -Entrar no God Mode etc.

    Testei algumas dessas trapaças aqui e ali, bem legal. Lembro que eu fazia muito isso na época do Duke Nukem no meu N64 assim que comprei uma revista cheia de códigos.

    Acabei ainda ativando uma trapaça ou outra dessas na minha jogatina real chegando ao final de Doom II. Eu não queria ativar coisas como conseguir todos os itens, que tornam a jogatina sem sentido se você não tiver que explorar pelas chaves, mas em alguns momentos ativei o modo Berserk simplesmente porque recupera todo o seu HP, pois não tenho o costume de jogar salvando nenhum jogo e as vezes passava muito tempo num cenário e ficava perto de morrer perto do final. Aí sim eu salvava!

    Isso foi importante algumas vezes pois no final na aventura as fazes começaram a ficar mais longas e exigir maior exploração e fazem você andar como barata tonta como no Hexen: Beyond Heretic, mas terminei!

    Resumindo: Doom II é um jogo bacana, principalmente se você curte o primeiro jogo e quer mais, mas é sério que você ainda quer mais? Também acho interessante a ideia de ir direto para esse, ignorando seu antecessor, sendo que é um jogo mais leve, focado na ação e que vai lentamente dependendo da exploração, justamente o contrário do original, que nesse quesito eu considerei até mal feito. Mas o fato é que fiquei com a sensação de que experimentar ambos é meio redundante. Se você conhece um, você praticamente conhece os dois! Fora isso, foi divertido até e a minha experiência recente com a série me fez jogar um pouco mais rápido, apesar que a falta de originalidade me fez o arrastar um bocado.

    De bom: possibilidade de jogar multiplayer em um único console de até 4 pessoas. Conteúdo online disponível a ser baixado. Possibilidade de escolha de nível de dificuldade, fase e trapaças disponíveis em menus. Apesar de que poderia ser maior, há uma certa variedade de novidades.

    De ruim: mal parece um jogo diferente, é quase como uma expansão apenas. Fases pouco memoráveis e level design pouco criativo. As músicas em midi são meio decepcionantes e as vezes bem toscas, as vezes nonsense, haha.

    No geral, ainda bem que não durou mais, mas fiquei meio receoso com o próximo da série: Doom 64, que só deus sabe quando jogarei. Opiniões? Jogo bacana se você quer conhecer mais a série ou mesmo se quiser conhecer a série. Já jogou o anterior e acha que foi o bastante? Na minha opinião, pode até ignorar Doom II...

    Doom II

    Platform: Nintendo Switch
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      rafaelssn · 3 months ago · 2 pontos

      To jogando o novo e tem essas fases antigas nele escondidas, tá bem legal de explorar :-)

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  • 2021-06-15 22:07:05 -0300 Thumb picture

    E3 - 2021

    Xbox / Bethesda,  PC & Future Gaming Show e Devolver Digital foram destaque  pessoal do evento, com dezenas de títulos no backlog.

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  • salvianosilva Salviano Silva
    2021-01-12 19:42:13 -0200 Thumb picture

    Novo jogo do Indiana Jones vindo aí pelas mãos da Bethesda

    A desenvolvedora de Wolfenstein, MachineGames, está trabalhando em um jogo do Indiana Jones. O anúncio veio por meio de um vídeo teaser postado pela editora Bethesda.

    "Um novo jogo do Indiana Jones com uma história original está em desenvolvimento em nosso estúdio, Machine Games, e será produzido por Todd Howard, em colaboração com a Lucasfilm Games. Levará algum tempo até que tenhamos mais a revelar, mas nós estou muito animados para compartilhar as notícias de hoje!"

    Será que vai seguir os moldes de Tomb Raider e Uncharted?

    Indiana Jones and the Infernal Machine

    Platform: N64
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      miss_dani · 9 months ago · 3 pontos

      Que legal!! Se seguir os moldes de Tomb Raider e Uncharted, tem tudo pra ser muito bom!!

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      _gustavo · 9 months ago · 2 pontos

      Pela Machine já começa um hype legal, tem tudo pra ser bom

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      natnitro · 9 months ago · 2 pontos

      Bethesta esse ano tá on fire mesmo... xD
      Da lista de compra de lançamentos aqui, tem pelo menos uns 3 jogos novos deles e agora mais esse do Indy que já foi pro topo da wishlist também... ♥♥♥

  • 2020-10-09 22:41:58 -0300 Thumb picture

    Efeméride Gamer #18

    Medium 740413 3309110367

    9 de Outubro de 2012.

    Há 8 anos atrás, Dishonored era lançado na América do Norte para Playstation 3 e Xbox 360. Desenvolvido pela Arkane e publicado pela Bethesda.

    Dishonored

    Platform: Playstation 3
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  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-09-22 10:45:55 -0300 Thumb picture
  • juninhowii360 Juninho Junior
    2020-09-22 07:43:38 -0300 Thumb picture
    Post by juninhowii360: <p>o choro no Twitter tá dahora. Várias desculpinha

    Medium 736999 3309110367

    o choro no Twitter tá dahora. Várias desculpinhas pra Microsoft lançar os jogos da Bethesda no PS5 kkkkkk, são os mesmos q adoram colocar qualquer jogo exclusivo em um pedestal hahaha.

    Doom (2016)

    Platform: Xbox One
    70 Players
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      unknownplayer · about 1 year ago · 2 pontos

      Acharam q a MS era a Sega
      Kkkkkkk

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      tsutomu · about 1 year ago · 2 pontos

      kkkkkkkkk adorei
      os jogos da ms deveriam ser exclusivos temporarios
      Legal, os da sony tambem?
      calma la amigo

  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-06-21 17:04:59 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: The Elder Scrolls: Blades

    Zerado dia 21/06/20

    Que dia de alegria pra minha lista de pendências!

    The Elder Scrolls: Blades foi anunciado numa E3 para celular e,mais tarde, para o Nintendo Switch. Eu não curto muito jogar no celular por diversos motivos, mas acabei baixando no meu Android para conhecer.

    Joguei o comecinho, que é basicamente um tutorial e me espantei em ver que o jogo me dava mais controle sobre o personagem do que eu imaginava de um título mobile gratuito. O feeling era similar ao de Skyrim em primeira pessoa: andando pelo mapa, movendo a câmera como quisesse, interagindo com algumas coisas. Bacana, mas realmente não me animei em voltar a jogar, até que finalmente o deletei umas semanas depois.

    Com a chegada de Blades pro Switch, resolvi dar uma segunda chance e voltar mais uma vez pro universo da Bethesda. Fui além do tutorial e de cara já gostei bem mais, principalmente por estar jogando confortavelmente da minha cadeira, com um excelente Pro Controller na mão e numa tela grande. Mas não me entenda mal pois eu amo jogos portáteis (provavelmente mais do que em consoles), mas touch screen realmente não é comigo.

    Blades segue meio que o que Skyrim começou, mas com fatores free-to-play/pay-to-win/loot boxes. Além disso, você não tem um mundo aberto para explorar, mas uma cidade que funciona como hub principal e que dá acesso às quests. As quests, por sua vez, são dungeons/cavernas como as da série principal.

    É comum pegar missões do tipo "Mate 5 goblins". Acessando o menu de missões coletadas, você escolhe a que quer fazer e a inicia, o que já transporta o jogador pro mapa em questão, sobrando a você andar, lutar, explorar, cumprir a missão ou mesmo abandoná-la.

    Os mapas em questão são relativamente lineares. Alguns são mais simples, outros com mais caminhos e rotas e inimigos opcionais. É interessante explorar bem para achar mais loot e conseguir mais experiência com mais lutas, fora que você dificilmente vai saber o caminho certo e acaba tendo que voltar e ir pelas outras rotas.

    Os mapas das missões costumam ainda ter potes para serem quebrados e itens de cura, como plantas na floresta e alimentos em cima das mesas do castelo que curam a sua vida. Há ainda segredos, como alavancas e botões a serem pressionados que revelam câmaras secretas nas paredes, com mais loot (o jogo avisa quando você achou um segredo). Cada missão tem de 1 a 3 salas escondidas e requerem que você olhe bem o cenário atrás de dispositivos ou chaves escondidas em potes ou que inimigos derrubam a serem derrotados.

    Reforço que essa exploração tem um feeling de Skyrim, mas enquanto anda por aí, os comandos são bem limitados a andar, olhar e interagir com as coisas (tipo abrir portas e quebrar vasos). Nada de pular ou bater fora de batalha!

    São poucos cenários também, o que acaba enjoando um pouco: floresta, castelo, caverna, ruínas dos anões, o coliseu e talvez outra coisa mais. As fases costumam reaproveitar assets de outras ou serem versões reversas ou ainda terem um caminho bloqueado por uma pedra ou cosia do tipo de um lado enquanto o outro está aberto e o inverso e outra missão ou versões com o mapa em chamas ou céu escuro.

    Uma das partes mais importantes do jogo são os inimigos. Há uma boa variedade deles e mesmo depois de trinta horas de jogo (perto de quando eu terminei a campanha), ainda apareceram novidades aqui e ali.

    Os inimigos vão de animais (ratos, lobos, ursos) a guerreiros (humanos, zumbis, esqueletos), magos, fantasmas, fadas, estátuas vivas, dragões, aranhas etc. Quem curte a série, ou ao menos jogou Skyrim, vai se familiarizar com todos eles (muita coisa eu nem lembrava que existia).

    Diferentes tipos de oponentes tem diferentes padrões de ataque e defesa, assim como fraquezas e resistências. Eu usei muito machados e espadas com poder de fogo, o que me ajudou bastante com eles, inclusive sendo as duas fraquezas do desafio final.

    Os monstros que mais me deram trabalho foram os magos e variações do final do jogo, pois era muito difícil prever seus golpes e, mesmo com resistências, eu aprecia tomar muito dano de magias.

    O combate é bem legal, pra ser sincero, e envolve estratégia e timing.

    Quando um inimigo percebe a sua presença no mapa, ele corre até você e, se te alcançar, inicia a batalha. Ele fica diretamente a sua frente e as suas opções incluem atacar, defender e usar habilidades/magias. O combate funciona em tempo real, mas sair batendo como louco em oponentes do seu nível ou maior é uma péssima ideia e parte da culpa disso é por conta do sistema de parry: se você atacar um oponente de nível considerável e ele estiver defendendo, você fica paralisado por um segundos, que podem ser o bastante pra garantir a sua derrota.

    A minha estratégia era fazer nada e quando o inimigo parecia que iria atacar, eu levantava o escudo, deixando-o paralisado e aberto para 2 ou 3 golpes meus. Mas não seja ganancioso, pois é comum eles defenderem assim que puderem agir novamente.

    As magias e habilidades também ajudam bastante. Você as desbloqueia conforme passa de nível e investe nas árvores de magias. As que eu mais usei foram as de esquiva, uma que ignorava os danos de um ataque, mesmo se eu estivesse paralisado (é comum que inimigos fortes te paralisem e usem uma habilidade forte em seguida), e outra que se o inimigo me atacasse durante uma certa janela de tempo, me curava.

    Inimigos derrotados derrubam itens, desde materiais a armas e ouro foram a experiência, super importante para te fortalecer e possibilitar o uso de equipamentos mais fortes (zerei no nível 28, sendo que o máximo é o 50).

    Terminada a missão, você estará de volta à sua cidade. Aqui você pode simplesmente abrir o menu de missões e já partir pra próxima, mas há muito mais a se fazer. Eu mesmo sempre ia ao ferreiro restaurar todo o meu equipamento. Há ainda NPCs que te darão mais missões e contarão o enredo do jogo conforme você cumpre o que foi pedido.

    Na estória de Blades, a cidade fora destruída no começo da aventura e seu objetivo é restaurá-la. Há vários lotes em todos os lugares e você deve pagar com ouro e materiais para a construção de casas e prédios comerciais (ferreiro, o mago que enfeitiça seus equipamentos com elementos, vendedor de poções e vendedor de decorações para a sua cidade).

    Esse sistema de reconstrução ficou até bem legal e conforme eu ia reparando a cidade, ela ia ficando bonita. A liberdade de eu construir o que quisesse e onde quisesse também é legal e ajuda a deixar cada uma delas única, fora que há upgrades pras estruturas, que começam de madeira e vão até pedra.

    É importante melhorar a sua cidade não só pela lado visual, mas também pra subir o seu nível de prestígio. Algumas missões só podem ser aceitar depois de determinados níveis de cidade. Além disso, as construções comerciais devem ser prioridade pois te ajudarão muito mais com melhorias de equipamentos, poções maiores e mais fortes, encantamentos mais fortes nas suas armas e até decorações lindas (caso você se importe com isso).

    Todas as construções, criações de itens e melhorias dos mesmos levam tempo. Tempo real! No final do jogo eu queria melhorar uma arma, mas o ferreiro precisava de mais um nível e pra isso, precisava melhorar a cidade. As casas estava caríssimas e exigiram que eu ficasse fazendo missões aleatórias e ao finalmente ter o dinheiro, tive que esperar quase 8 horas pro término da construção. Felizmente é possível sair do jogo e ir fazer outra coisa que continua contando, ou simplesmente pagar com gemas verdes e terminar qualquer um desses processos de tempo instantaneamente (ou usá-las para substituir materiais necessários em confecções) e o jogo dá uma boa quantidade delas sem você ter que pagar conforme vai fazendo quests.

    O fator F2P começa a aparecer mais quanto mais você avança no jogo, como de praxe. Meu primeiro dia mesmo foi ótimo, mas senti que o jogo foi ficando mais sem graça e repetitivo, até finalmente sentir que deveria ficar fazendo pausas e esperar para conseguir as coisas.

    Bom, se você tem paciência, como eu, dá pra levar Blades tranquilamente, só é meio frustrante mesmo estar se divertindo e não poder continuar algo que queria dentro do jogo por falta de dinheiro ou materiais ou ter que esperar algum tempo pra algo ser finalizado. Mas não vou  mentir, desde que você tenha equipamentos em boas condições, dá pra ficar jogando e ganhando dinheiro, níveis e materiais nas missões livres, apesar de ficar meio repetitivo.

    Apesar de tudo, não senti que o jogo te obriga a gastar dinheiro, de verdade. Cheguei a usar as gemas que ganhava jogando até pra fazer coisas caras, como ressuscitar (pois se você morrer tem que recomeçar a fase) e dificilmente senti falta delas. Acho que o negócio é não abusar. Com exceção de ontem pra hoje, que tive que parar de jogar por falta de dinheiro e esperar as lojas o terem pra eu vender um bocado de coisas e comprar um equipamento melhor, eu geralmente parava de jogar depois de longas sessões e por estar cansado, sabendo que no dia seguinte as coisas estariam mais interessantes.

    Resumindo: The Elder Scrolls: Blades é um jogo bem mais divertido do que eu esperava pra um F2P. Apesar de algumas limitações que o jogo tem e impõe, eu me diverti por mais de 30 horas, fazendo campanha, missões secundárias e reconstruindo/customizando a minha cidade. Muito provavelmente o melhor jogo F2P que já joguei, MAS... isso no Switch. Curte a série? O jogo soa legal pra você? Eu recomendo experimentá-lo, mas apenas no console da Nintendo, pois aparentemente muitas mecânicas foram melhoradas e o jogo ficou bem mais bacana que no celular, fora que jogar no controle é mil vezes melhor, mais confortável e imersivo.

    De bom: visuais ok. Imersão bacana. Desenvolvimento legal também, da sua cidade e personagem, e você vê que os equipamentos fazem a diferença. O fator F2P foi super de boa, o que eu não esperava, e só alongou a minha jornada. Fora a campanha, há missões secundárias frequentemente, missões diárias e semanas e muita coisa pra fazer na cidade. Muitas habilidades/magias e equipamentos que tornam seu personagem único. Há um modo "Abyss" que consiste em uma dungeon de 150 andares cheia de inimigos pra quem quiser jogar sem compromisso e ganhando mil coisas quanto mais descer. Há uma arena para batalhas online. Há a opções de jogar por controles de movimento, pra quem curte usar joycons. O level up é surpreendentemente rápido até onde joguei (mas vi usuários falando que lá pelos 30-40 fica bem tenso).

    De ruim: algumas coisas podem levar hora para serem terminadas, um fator negativo pra quem quer focar na campanha. Bugs aqui e ali, como um que fecha o jogo do nada (mas felizmente se você o abrir novamente, vai estar onde parou). A dificuldade é bem estranha, pois há um nível recomendado uma barra de caveiras de 1 a 5 indicando a dificuldade e uma vez fui fazer uma missão de 2 caveiras e foi super difícil a ponto de eu desistir, enquanto no final da aventura eu cheguei a fazer quests de 5 caveiras, 10+ níveis abaixo com facilidade ou pelo menos consegui terminar. Repetitivo em questão de missões e cenários. Alguns inimigos as vezes parecem ser forte demais em relação aos outros do estágio, te matando rápido e te obrigando a refazer tudo ou pagar gemas ou itens pra continuar (felizmente você mantém a experiência e itens ganhos). O final foi decepcionante, o que eu já imaginava, mas compensou ter matado um chefe final tão chato e ver minha cidade bem desenvolvida (só não construí uma casa). Apenas pessoas do seu clã podem acessar sua vila e ver o que você fez com ela, mas eu nem sequer entendo como entrar em um.

    No geral, vale a pena conferir, sobretudo se curtir Skyrim e tiver um pouco de paciência. O jogo não é a maior maravilha do mundo, mas é legal e me surpreendeu positivamente a ponto de me fazer jogar 1-2 horas por dia desde que comecei. Mais uma vez: apenas no Switch!

    The Elder Scrolls: Blades

    Platform: Nintendo Switch
    8 Players
    3 Check-ins

    14
  • cyberwoo Diogo Batista
    2020-05-27 20:38:25 -0300 Thumb picture
  • vithanks Vitor Augusto Fernandes
    2020-05-04 19:06:52 -0300 Thumb picture

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